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  1. Today
  2. Então, não deve ser o respiro. A possibilidade de obstrução na mangueira na metade superior está mais forte.
  3. Legal, Cassio! Boa sorte lá! Esperamos ver uns bichões nas fotos!
  4. Opa, bom dia pessoal, hoje a tarde vou mexer nele, vou olhar a mangueira... Quanto ao respiro, no dia naveguei com ele aberto, fechado, fui testando.. mas hoje vou colocar o orelhão e testar de novo Abraço
  5. Ainda não decidi não, mais vou fazer a escolha pensando em usar no barco e adaptar no caiaque. Ultimamente quando uso o caiaque no rio eu coloco em cima do barco e só passo pro caiaque no ponto, ai nesse caso o eletrico vai ser melhor pela manobrabilidade. Nas lagoas que pescamos por aqui vou no remo mesmo rsrs. Agora, se eu fosse fazer longos deslocamentos no rio eu optaria por um motor a combustão, não tem nem comparação o rendimento deles. Valeu
  6. Muito obrigado mestre Bomediano, final de julho nós do SLZ SPORT FISHING estaremos novamente atrás dos azulões, até lá espero postar algum relato sobre tarpons e robalos.
  7. Seja bem-vindo de retorno, Grande Cassio! Muito legal a jornada! Parabéns pela aventura, convívio e peixes capturados!
  8. Cassio monroe

    Pescaria em Estreito-MA

    Boa noite pescadores, estou a um bom tempo sem postar aqui nesse fórum que foi um dos meus grandes professores, na prática da pesca esportiva, do qual sou membro desde 2012.Sempre fui apaixonado pela pescaria de tucunaré, e raramente recuso uma oportunidade de ter contato com essa espécie, em julho fará 1 ano de uma pescaria inesquecível para mim, na cidade de Estreito-MA, na divisa com o estado de Tocantins, conhecido pelos seus tucunarés azuis.Eu, Leandro, Italo e Max partimos de São Luís, as 4 da manhã em direção a Imperatriz-MA (+700km)onde encontraríamos o Juba (amigo e guia da pescaria), Rafael (amigo e dono de um dos barcos) e Júlio (Proprietário de uma loja de pesca da região) e faríamos uma pausa para o almoço.Logo depois, viajamos mais 100km até chegar em Estreito, onde paramos para comprar combustível, óleo e conhecer o excelente guia Maurício que tem como quintal de casa uma paisagem belíssima, nas margens do lago.Ja no fim da tarde, o Maurício nos propôs uma pescaria noturna onde poderiamos ter contato com peixes de couro como o Jaú, na belíssima Cachoeira da Prata, no entanto não foi possível capturar a espécie, mas a natureza se mostrou presente, onde pudemos observar no pedrado uma jararaca (Bothrops sp). No dia seguinte antes de colocar tudo no barco, uma pausa para arremessos na beira e...primeiro contato com os tucunarés azuis, na NN fatal 80.Tralha no barco, todos a bordo, mais uma 1 hora de navegação até o local em que fariamos nosso acampamento, arremesso do Max e mais um piquiti.Tudo indicava uma ótima pescaria, clima bom, água limpa, sem vento...mas tivemos pouquíssimas ações, o que causou estranheza, 1 alevino na superfície, nada na meia água, então parti para o shad D.O.A jerk bait na cor verde escuro, e só assim, consegui levantar alguns manhosos que insistiam em não sair para as fotos.Idem para Italo e Leandro que tiveram algumas ações na isca considerada a melhor para os azuis da região: NN Zig zarinha.Fechamos o dia com pouquíssimas capturas, e no dia seguinte partimos para outro ponto, mas novamente sofremos com os peixes manhosos, só que dessa vez, um pouco mais de sucesso, os companheiros que estavam no zero puderam capturar alguns exemplares.Ainda perdi um bitelo que atacou minha Biruta 110 na caída da isca, que me obrigou a pular na água para não romper a linha que roçava numa palmeira dentro d'agua, mas ainda assim o danado deixou minha isca no paliteiro.As 11 hrs partimos para a pesca de fundo, abusando dos jigs sapinho, e tivemos em nossas linhas várias corvinas, além de um mandi dourado, tucunarés, e até um gigante que não deu as caras após arrebentar a linha numa corrida fenomenal.No outro barco, Juba capturou o maior tucunaré da pescaria, azulão de 55 cm, além de terem ação de uma traíra do qual eles relataram ser a maior que já viram, além de observarem piabanhas.No dia seguinte, mesma coisa, alguns azuis pequenos, alguns amarelos, Jacundá, corvinas... Não foi uma pescaria extremamente produtiva, depois descobrimos que estava havendo um problema que causava uma subida e descida de água no lago constantemente, e essa foi a explicação para a baixa produtividade, que naquela altura já nem importava, já que o bom mesmo é o contato com a natureza, a resenha com os amigos, causos e histórias que ficarão pra vida toda. SLZ SPORT FISHING.
  9. Tem um guia na região chamado Toninho que tem uma pequena pousada na beira do rio, aluga barcos, vende iscas, o contato dele é pelo facebook: https://pt-br.facebook.com/toninhopescariojuquia/ Com certeza ele é a pessoa certa para dar mais informações sobre a pesca na região.
  10. Yesterday
  11. Mauricio.

    Peixe falante

    As legendas em Português funcionam perfeitamente, mas precisam ser selecionadas.
  12. Motta, dá uma olhada na mangueira que vai do tanque, passa pela perinha, e vai até o bocal que liga no motor. Tive um problema com essa mangueira que, com o tempo, solta a parte interna e reduz a passagem do combustível.
  13. Boa noite! Adquiri recentemente um caiaque Hunter fishing Up, da Brudden, e após algumas pescarias percebi o acúmulo de água no interior do banco. Isso é normal? Como faço para retirar a água do interior do banco? Desde já agradeço.
  14. Visitante

    Pesca com bote

    Queridos sou iniciante na pesca e irei comprar um bote para entrar um pouco pra dentro do mar. Gostaria de algumas dicas de locais, equipamentos e iscas para usar nesse tipo de pesca, lembrando que sou do Rio de Janeiro. Desde já agradeço!!
  15. Olá me chamo rennan e gostaria de saber como chegar no rio.. alguém co segue me ajudar?
  16. Naqueles tempo que o Jô Soares tinha programa havia um quadro referente ao corrupto politico e desde então a proliferação deles foi além das divisas DF, logo não precisa ser na e nem o da praia...que tal a sugestão acima?
  17. Beba sem moderação Korch, afinal quem faz o Mauricio abrir a mão merece doblô...isto é eficiência! pediu está na mão.
  18. Esses moleques não andam mais com estilingues, não sobem mais em árvores, não correm mais pelas ruas, não sabem escrever nada sem abreviar (kd, vc, kza). Essa geração não precisa mais aprender pra "passar de ano" na escola, crianças do 6° ano são mais burros do que uma porta, sedentários, obesos e de cabeça baixa olhando pras telinhas de led/amoled.
  19. Coisa de pais subdesenvolvido e um povo ignorante, sem cultura e educação ambiental...isso tudo me lembra uma musica dos Paralamas, "A Novidade"....trocando a Sereia da musica pelo Tucunaré, nós seriamos o poeta tentando livra-lo dos "esfomeados". A novidade veio dar a praia Na qualidade rara de sereia Metade o busto de uma deusa maia Metade um grande rabo de baleia A novidade era o máximo Um paradoxo estendido na areia Alguns a desejar seus beijos de deusa Outros a desejar seu rabo pra ceia E a novidade que seria um sonho O milagre risonho da sereia Virava um pesadelo tão medonho Ali naquela praia, ali na areia A novidade era a guerra Entre o feliz poeta e o esfomeado Estraçalhando uma sereia bonita Despedaçando o sonho pra cada lado.
  20. Infelizmente a maioria esmagadora só vê o peixe como um prato de comida. Lembro quando criança na década de 80 alguns colegas de classe andava com estilingue na bolsa e não podia ver uma pombinha para matar e levar para casa,sapecar no fogo e comer. Hoje 2019 não vejo mais cenas como essa e muito menos moleques com estilingue,então algo mudou pois a miséria só aumentou e vejo a cidade forrada de pombas para tudo que é lado.
  21. Pode ser, mas acho que não, pq se não nem bombeando manualmente funcionaria. Mas sem dúvida a primeira coisa a ser verificada.
  22. Pior que procurei e neste notebook não está. A ver onde guardei. Que eu tenho guardado, eu tenho. Preciso ver onde... rssss
  23. Grande Eduardo, Que legal! O princípio para iscar outras frutas é o mesmo que se aplica ao iscar banana. Por exemplo, o abacate, você corta em duas metades, mas não no sentido longitudinal da fruta. Daí, tire o caroço e corte um pedaço, que ficará em forma de anel por causa do oco do caroço. Este anel precisa ter cerca de 2 cm de largura. Daí, corte um quadradinho de abacate, deixando a parte de fora com a casca ainda. Perfure, partindo da casca para dentro de maneira que a casca servirá para segurar melhor e centralizada a linha do chuveirinho. Já a goiaba, costumo escolher aquelas de porte mais ou menos de um kiwi. Depois corto em duas metades, que em seguida também divido em metades. Assim, cada goiada rende quatro pedaços de iscas. Escolho sempre a ponta mais fina e ali cravo o perfurador para passar a linha, partindo da casca para o miolo. O tomate segue o mesmo procedimento da goiaba e não tem problema se com isso saírem as sementes, mas no caso depois de transpassado pelo chuveirinho demanda direcionar os anzois para as partes carnosas do tomate, vez que ele não tem massa interna. O momento da fisgada é sempre depois que a vara enverga pra valer, porque se tentar cravar antes vai retirar a isca da boca do peixe. Eu faço chuveirinhos de comprimentos variados porque tem dia que isso influencia, de maneira que alguns têm apenas cerca de 25 cm, enquanto que outros variam de 35, 40 e chegam a 60 cm. Geralmente os mais longos, com não mais de 60 cm são os que mais funcionam. Sempre se devem arremessar cada vara com um chuveirinho de comprimento diferente e prestar atenção em qual estará havendo ações, adotando este comprimento para as demais varas depois de ver um padrão demonstrado pelo peixe. Há dias em que isso pouco importa, mas há dias em que só pegam em determinado comprimento. Isso também pode variar conforme varie a força da correnteza. Como sempre priorizei as piavas, os curimbas acabaram ficando para segundo plano, mas nas poucas vezes que me aventurei a eles e, destas vezes, sempre desde a barranca com ceva (embarcado, ali, sempre rendia pouco, mas havia quem pescava). Já deixava o saco com a mistura que já mencionei mais acima, desde o dia anterior e pescava armando as varas tal como você nos mostra aí na foto. O saco de ceva, eu afundava bem em frente onde eu ficava e arremessava a isca um pouco mais à frente e a correnteza levava para cerca de 5 u 6 metros adiante, para baixo, de onde ficava o saco de ceva. Isso funciona! O mandi da foto é um mandi-guaçu e pode crescer bem mais que isso. Foi introduzido na Bacia do Paraíba-do-sul em 1945, juntamente com os dourados, pelo emérito Professor Manuel Pereira de Godoy, grande pesquisador da Estação de Piscicultura de Pirassununga. Em locais de margem rasa assim, varas lisas de mão podem funcionar desde que tenham comprimento para pescar além da rasura. Outra coisa que você pode fazer é também levar uma vara para arremessos com artificiais porque ali tem saicanga e piabanha. Aquilo que você disse ter visto, julgando serem curimbas, podem muito bem ser saicangas, sobretudo agora no inverno. A ver se amanhã você acerta alguns lá. Os primeiros são sempre mais difíceis, mas depois que quebrar o tabu do primeiro, muitos sobrevirão> Vem sendo difícil, mas quando eu for para lá eu te aviso e quem sabe fazemos uma jornada lá
  24. Última semana
  25. Nossa!muito legal.
  26. Eu tiro uns 10 anos de férias ai fácil rsrs
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