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Tamanho de captura permitido em MG


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11 respostas neste tópico

#1 Normando

Normando

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Postado 08 maio 2011 - 09:31

Esta é a tabela de tamanhos mínimos permitidos para captura de diversas espécies em MG.

http://www.ief.mg.go...imoscaptura.pdf



#2 thiaguinvenancio

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Postado 09 maio 2011 - 12:43

Grande Normando! :coolio:

Nosso time esta meio atordoado, mas a coisa deve melhorar de agora pra frente!(tomara!) :headstars:

Mas quanto à tabela do IEF, não pude deixa de reparar no tamanho permitido para captura do Dourado: 60 cm!!! :blink: Aqui em Minas, infelizmente, não tenho conhecimento de algum lugar onde se encontre facilmente Dourados desse porte, pena pensar que ja ouvi relatos de Dourados no rio paraopeba e nos rio das velhas, não muito longe de BH. O jeito mesmo é esperar dias melhores! :joia:

Abraço! :ok:

#3 Normando

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Postado 10 maio 2011 - 09:38

Grande Normando! :coolio:

Nosso time esta meio atordoado, mas a coisa deve melhorar de agora pra frente!(tomara!) :headstars:

Mas quanto à tabela do IEF, não pude deixa de reparar no tamanho permitido para captura do Dourado: 60 cm!!! :blink: Aqui em Minas, infelizmente, não tenho conhecimento de algum lugar onde se encontre facilmente Dourados desse porte, pena pensar que ja ouvi relatos de Dourados no rio paraopeba e nos rio das velhas, não muito longe de BH. O jeito mesmo é esperar dias melhores! :joia:

Abraço! :ok:




É! realmente você tem razão! E pensar que exemplares como este eram comuns no São Francisco e afluentes

Imagem Postada

Esta foto foi feita em 1965, eu tô aí sentado na beirada da carroceria hehehe...

#4 Christian

Christian

    Tic, tic, tic, tic..Powwwww.. Vem tucuna...

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Postado 10 maio 2011 - 09:55

Caramba, vc participou da época de ouro desses rios fantásticos?? Tenho certeza que todos te invejamde uma maneira boa claro. Parabéns.
Thiago, em algum lugar nas corredeiras de Três Marias ainda se acha bom dourados..
Abraço.

#5 thiaguinvenancio

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Postado 11 maio 2011 - 12:48

É! realmente você tem razão! E pensar que exemplares como este eram comuns no São Francisco e afluentes

Imagem Postada

Esta foto foi feita em 1965, eu tô aí sentado na beirada da carroceria hehehe...


Nossa, Normando! Tempos incríveis estes! :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder:

Sem palavras pra descrever essa foto, bacana d+! Não vivi nessa época, mas estranhamente da saudade... :simsim:
O que resta agora é so a esperança de um dia ver os nossos rios daqui e de todo o Brasil cheios de peixe novamente! :joia:

#6 thiaguinvenancio

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Postado 11 maio 2011 - 12:53

Caramba, vc participou da época de ouro desses rios fantásticos?? Tenho certeza que todos te invejamde uma maneira boa claro. Parabéns.
Thiago, em algum lugar nas corredeiras de Três Marias ainda se acha bom dourados..
Abraço.


Opa Christian! :D Bom saber que por la ainda tem peixe! Ainda existem alguns pontos bons de pesca em Minas, sem duvida! Mas se fizermos um comparativo com, digamos, 10 anos atrás, ja se percebe a diferença! :simsim: Agora, se comparar com 15, 20 anos, da até vontade de chorar.... :assobiando:

#7 Elmiro Neto

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Postado 11 maio 2011 - 12:58

Normando, aproveitando o tópico, tenho uma dúvida antiga: esta tabela também precisa ser respeitada para espécies exóticas?

Porque vi Corvina ai nessa lista e acho que um dos poucos rios onde ela é nativa no estado de MG é no São Francisco, mas ela foi introduzida em outros rios do estado, como o Rio Grande.

Em uma pescaria que fiz no Rio Grande, o primeiro exemplar que pesquei era bem pequeno, não tinha nem 20 cm. Aí eu tirei do anzol e soltei, mas imediatamente fui alertado pelo nosso guia para não soltar. Perguntei se não tinha tamanho mínimo e ele disse que não por se tratar de espécie exótica. Alertou também para o fato de que, as corvinas, quando soltas, raramente sobrevivem, pois são pegas em grande profundidade e a bexiga natatória delas fica cheia, fazendo com que elas não consigam voltar ao fundo. Fiz um paralelo com o processo de embolia pulmonar, que acontece quando está mergulhado a uma certa profundidade e é feita uma subida rápida à superfície sem a liberação de ar.

Sabe me dizer se isso procede? Não existe tamanho mínimo para espécies exóticas? E sobre soltar a Corvina, tem alguma forma de fazer para que elas sobrevivam?

#8 Normando

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Postado 11 maio 2011 - 08:06

Normando, aproveitando o tópico, tenho uma dúvida antiga: esta tabela também precisa ser respeitada para espécies exóticas?

Porque vi Corvina ai nessa lista e acho que um dos poucos rios onde ela é nativa no estado de MG é no São Francisco, mas ela foi introduzida em outros rios do estado, como o Rio Grande.

Em uma pescaria que fiz no Rio Grande, o primeiro exemplar que pesquei era bem pequeno, não tinha nem 20 cm. Aí eu tirei do anzol e soltei, mas imediatamente fui alertado pelo nosso guia para não soltar. Perguntei se não tinha tamanho mínimo e ele disse que não por se tratar de espécie exótica. Alertou também para o fato de que, as corvinas, quando soltas, raramente sobrevivem, pois são pegas em grande profundidade e a bexiga natatória delas fica cheia, fazendo com que elas não consigam voltar ao fundo. Fiz um paralelo com o processo de embolia pulmonar, que acontece quando está mergulhado a uma certa profundidade e é feita uma subida rápida à superfície sem a liberação de ar.

Sabe me dizer se isso procede? Não existe tamanho mínimo para espécies exóticas? E sobre soltar a Corvina, tem alguma forma de fazer para que elas sobrevivam?



Primeiro temos que entender alguns pontos:


Espécie exótica: espécie de origem e ocorrência natural
somente em águas de outros países, que tenha ou não sida
introduzida em águas brasileiras. Ex: tilápia, carpa.

Espécie alóctone: espécie de origem e ocorrência natural
em outras bacias hidrográficas brasileiras. Ex: Tucunaré no caso do sudeste brasileiro.

Autóctones: espécie de origem e ocorrência natural na
própria bacia.

O que se observa é que o orgão ambiental não se vale desta classificação para determinar tamanho mínimo. Tanto é que temos espécies alóctones onde se exige tamanho mínimo como é o caso do Pacu Caranha(Piaractus mesopotamicus ) e do dourado(S. maxillosus). Temos espécies Autóctones que não são abrangidas como Piranha (Pygocentrus piraya) e lambari (Veja que estou falando de MG).
Também já tive esta dúvida e segundo as pessoas que me informaram, é que o tamanho mínimo é definido por estudos técnicos que define alguns parâmetros como taxa de crescimento, tamanho médio adulto etc...No entanto nunca vi publicação que tratasse do assunto.

Quanto as corvinas. O fenônemo com as bexigas natatórias é relatado normalmente em agua salgada onde peixes capturados em grandes profundidades chegam a literalmente " botar a bexiga prá fora" devido a rápida descompressão. Em rios onde já pesquei corvina, não acho que a profundidade seria tal que houvesse este problema(pensamento meu, mas a opinião válida seria de um biólogo que conhecesse a biologia da espécie).
O que ocorre geralmente é que corvina é um bicho guloso e tem os olhos maior do que a barriga. Geralmente o peixe engole inteiramente o anzol e tirar um anzol lá no estômago do peixe causa lesões irreversíveis. Daí soltar não resolve mais, porque a morte é certa.

As pequenas que já capturei e que não estavam embuchadas, normalmente solto e pelo menos no visual nunca vi alguma boiar ou com sintomas de traumatismo.

#9 Elmiro Neto

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Postado 12 maio 2011 - 01:47

Primeiro temos que entender alguns pontos:


Espécie exótica: espécie de origem e ocorrência natural
somente em águas de outros países, que tenha ou não sida
introduzida em águas brasileiras. Ex: tilápia, carpa.

Espécie alóctone: espécie de origem e ocorrência natural
em outras bacias hidrográficas brasileiras. Ex: Tucunaré no caso do sudeste brasileiro.

Autóctones: espécie de origem e ocorrência natural na
própria bacia.

O que se observa é que o orgão ambiental não se vale desta classificação para determinar tamanho mínimo. Tanto é que temos espécies alóctones onde se exige tamanho mínimo como é o caso do Pacu Caranha(Piaractus mesopotamicus ) e do dourado(S. maxillosus). Temos espécies Autóctones que não são abrangidas como Piranha (Pygocentrus piraya) e lambari (Veja que estou falando de MG).
Também já tive esta dúvida e segundo as pessoas que me informaram, é que o tamanho mínimo é definido por estudos técnicos que define alguns parâmetros como taxa de crescimento, tamanho médio adulto etc...No entanto nunca vi publicação que tratasse do assunto.

Quanto as corvinas. O fenônemo com as bexigas natatórias é relatado normalmente em agua salgada onde peixes capturados em grandes profundidades chegam a literalmente " botar a bexiga prá fora" devido a rápida descompressão. Em rios onde já pesquei corvina, não acho que a profundidade seria tal que houvesse este problema(pensamento meu, mas a opinião válida seria de um biólogo que conhecesse a biologia da espécie).
O que ocorre geralmente é que corvina é um bicho guloso e tem os olhos maior do que a barriga. Geralmente o peixe engole inteiramente o anzol e tirar um anzol lá no estômago do peixe causa lesões irreversíveis. Daí soltar não resolve mais, porque a morte é certa.

As pequenas que já capturei e que não estavam embuchadas, normalmente solto e pelo menos no visual nunca vi alguma boiar ou com sintomas de traumatismo.


Vivendo e aprendendo. Achava que exótica servia para denominar qualquer peixe que não era nativo da bacia.

Quanto ao tamanho e a bexiga, então acho que fizemos matança mesmo ... Algumas realmente engoliam anzol e eram feridas na hora de tirá-lo. Mas, principalmente as que peguei na parte de tarde, após ter "pegado o tempo" da fisgada delas, o anzol ficava fácil de tirar e não as machucava. A primeira que soltei também não visualizei se ela "boiou" depois, mesmo olhando p/ frente, acompanhando a correnteza. Não tenho certeza da profundidade que pescamos, mas pela quantidade de linha que saía, acho que era na faixa de uns 15 metros.

No final da pescaria tinha muito peixe, não justificava tanto, até porque, 70% era abaixo do tamanho que está nessa lista. Mas outro motivo que nosso guia deu foi o de que as Corvinas são praga na região e contribuem para dizimar outras espécies ... às vezes, falta informação para quem trabalha na área. Na pousada onde alugamos o barco tinha várias fotos de pescarias de outras pessoas, algumas fotos até da década de 80. É impressionante a matança em alguns casos, não dá nem p/ chamar de pescaria. Tinha foto com vários dourados (mais de 30) espalhados pelo chão, a grande maioria com tamanho abaixo do permitido.

Conheço muita gente que pesca em rios que não sabia que existia tamanho mínimo para captura, acha que só é proibido pescar na piracema. Por essas e por outras que é importante divulgar documentos como esse que você divulgou.

valeu pelos esclarecimentos,
abraços.

#10 Vitão!

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Postado 13 maio 2011 - 12:13

Primeiro temos que entender alguns pontos:


Espécie exótica: espécie de origem e ocorrência natural
somente em águas de outros países, que tenha ou não sida
introduzida em águas brasileiras. Ex: tilápia, carpa.

Espécie alóctone: espécie de origem e ocorrência natural
em outras bacias hidrográficas brasileiras. Ex: Tucunaré no caso do sudeste brasileiro.

Autóctones: espécie de origem e ocorrência natural na
própria bacia.

O que se observa é que o orgão ambiental não se vale desta classificação para determinar tamanho mínimo. Tanto é que temos espécies alóctones onde se exige tamanho mínimo como é o caso do Pacu Caranha(Piaractus mesopotamicus ) e do dourado(S. maxillosus). Temos espécies Autóctones que não são abrangidas como Piranha (Pygocentrus piraya) e lambari (Veja que estou falando de MG).
Também já tive esta dúvida e segundo as pessoas que me informaram, é que o tamanho mínimo é definido por estudos técnicos que define alguns parâmetros como taxa de crescimento, tamanho médio adulto etc...No entanto nunca vi publicação que tratasse do assunto.

Quanto as corvinas. O fenônemo com as bexigas natatórias é relatado normalmente em agua salgada onde peixes capturados em grandes profundidades chegam a literalmente " botar a bexiga prá fora" devido a rápida descompressão. Em rios onde já pesquei corvina, não acho que a profundidade seria tal que houvesse este problema(pensamento meu, mas a opinião válida seria de um biólogo que conhecesse a biologia da espécie).
O que ocorre geralmente é que corvina é um bicho guloso e tem os olhos maior do que a barriga. Geralmente o peixe engole inteiramente o anzol e tirar um anzol lá no estômago do peixe causa lesões irreversíveis. Daí soltar não resolve mais, porque a morte é certa.

As pequenas que já capturei e que não estavam embuchadas, normalmente solto e pelo menos no visual nunca vi alguma boiar ou com sintomas de traumatismo.

Normando,

Pesco Corvinas em Pereira Barreto e normalmente quando pesco em um ponto com mais de 25m acontece o Barotrauma. O pior é que normalmente os exemplares menores é que sofrem mais.
Tratei isso nesse tópico: Barotrauma

Ultimamente estou seguindo a dica do mestre Bomediano e levo uma seringa com agulha para furar a bexiga natatória dos peixes quando eles sofrem desse problema.

[]´s
Vitão.

#11 Elmiro Neto

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Postado 13 maio 2011 - 06:04

Normando,

Pesco Corvinas em Pereira Barreto e normalmente quando pesco em um ponto com mais de 25m acontece o Barotrauma. O pior é que normalmente os exemplares menores é que sofrem mais.
Tratei isso nesse tópico: Barotrauma

Ultimamente estou seguindo a dica do mestre Bomediano e levo uma seringa com agulha para furar a bexiga natatória dos peixes quando eles sofrem desse problema.

[]´s
Vitão.


Aí surgiu outra dúvida:

se recolher a linha devagar, daria tempo para o peixe ir soltando o ar da bexiga ao passo que a sentisse "inchando", evitando que ocorresse o Barotrauma quando chegasse na superfície?

É que, geralmente, quando se acha o cardume das corvinas, é uma atrás da outra. Ia dar muito trabalho ficar furando várias. É muito visível quando ocorre o Barotrauma? Fica bem mais "inchado" ? Até hoje nunca percebi ...

#12 Normando

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Postado 13 maio 2011 - 09:38

Normando,

Pesco Corvinas em Pereira Barreto e normalmente quando pesco em um ponto com mais de 25m acontece o Barotrauma. O pior é que normalmente os exemplares menores é que sofrem mais.
Tratei isso nesse tópico: Barotrauma

Ultimamente estou seguindo a dica do mestre Bomediano e levo uma seringa com agulha para furar a bexiga natatória dos peixes quando eles sofrem desse problema.

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Vitão.



É o que tentei dizer. Onde pesco corvinas não existe esta profundidade, então no meu caso este fenônemo não acontece. No entanto sua informação é muito importante.
Abraços.






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