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  1. 4 points
    Pessoal, Este é um brevíssimo relato postado no MDR, e trata de uma pescaria realizada em outubro de 2014. Acessei o tópico para uma atualização e decidi posta-lo aqui. No inicio de outubro de 2014 estivemos de volta ao Rodeo Los Palos Lodge, na região do Alto Ñirehuao, Patagônia chilena. (Lagos Misterioso, Loguno e Los Juncos). Fomos os amigos Mario Cardin, seu cunhado Clóvis, meu companheiro de pescarias Luiz e eu. O inverno deste ano foi muito rigoroso e pescamos em condições de muito frio, ventos fortes, chuva e neve ! Minha narrativa é bastante simples e minimalista e se baseia em apenas uma truta das muitas que capturamos. Já pescamos em épocas distintas nesta mesma região, mas nossa expectativa de pesca no inicio de temporada é acertar a eclosão de Gammarus,pequenos crustáceos conhecidos como scuds. Contudo como foi dito, as condições adversas e a água com temperaturas muito baixas retardaram a eclosão de scuds. Como esta pesca é feita no visual, lançávamos nossos scuds a poucos centímetros dos narizes das trutas e estas mostravam -se apáticas e inapetentes, ignorando nossas oferendas. [/ É certo que fizemos algumas capturas com scuds e mesmo com moscas secas (atractors), mas longe do rendimento que obtivemos em temporadas passadas. O guia Alejandro Stange (Alejo), que é um excelente atador se apercebeu desta situação mesmo antes de nossa chegada e se apressou em desenvolver e atar ninfas de dragonflies (odonatos), também abundantes nestes lagos. [/i A partir deste momento a pesca melhorou significativamente, visto que estas moscas maiores se tornaram mais atraentes, por certo por conta de uma troca energética mais eficaz sob o ponto de vista das trutas. O clima continuou impiedoso como pode ser visto nesta foto embaçada na qual puxei o zoom tentando fotografar alguns patos selvagens que cruzavam a margem, e flocos de neve podem ser vistos. [/i Por conta das condições climáticas adversas, desisti da pescaria por duas tardes, preferindo me abrigar no calor e no conforto da cabana. [/i Mas a busca por novas moscas continuaram, e aproveitávamos os intervalos na cabana para atar..... [/ E nesta parte da história entra o nosso herói como veremos mais abaixo..... [/ Na manhã do terceiro dia de pescaria, os companheiros optaram por pescar nos lagos Misterioso e Loguno onde o vento açoitava menos, enquanto eu preferi pescar com o guia Alejo no lago Los Juncos apesar dos fortes ventos sempre imperantes neste lago. Já embarcados, o guia Alejo me ofereceu uma mosca na tentativa de resgatar a pesca com scuds. Este scud, agora mais volumoso e supostamente mais apetitoso tinha sido atado com pelos de gato, e decidi testa-lo atando-o à ponta do meu líder 3 X. [/i Ao nos aproximarmos de um paredão, vimos uma truta bem próxima à margem. Esta visão se alternava durante as subidas e descidas do barco pelas ondas formadas pelo vento e que arrebentavam junto ao barrranco da margem. Em uma destas subidas visualizei a truta e lancei a mosca bem próxima de sua posição, que se apercebeu dela, voltando-se em sua direção. A onda arrebentada na margem se retraiu, e a mosca deslizou para baixo. A truta se movimentou mas não se animou a acompanhar o engôdo. Recolhi a linha e aguardei por uma nova oportunidade, até que em uma nova subida do barco pude visualizar a truta e fazer um novo lançamento. A mosca caiu a um palmo da boca da truta, e no refluxo desceu carregada pela onda. Desta vez a truta se precipitou em relação ao scud e antes que o barco descesse no balanço pude ver que abocanhara a mosca. Um toque sutil na ponta da vara, e a truta estava capturada ! Um macho vigoroso que me rendeu bons momentos de luta até que pudesse ser embarcado ! [/ Outras capturas foram feitas até que decidi guardar o scud, porque dispunha de outros "gatos" em minha caixa de moscas. [/i Ao retornarmos à cabana passei a ver o bichano com outros olhos.... Grande abraço Odimir [/i
  2. 2 points
    É fato sabido que as Tamareiras precisam de 70 a 90 anos para começarem a dar frutos. Dizem que um velho sábio oriental estava plantando Tamareiras em suas terras, quando um rapaz que passava por lá perguntou: - Porque o senhor está plantando Tamareiras, se sabe que não vai colher nenhum dos seus frutos? No que o velho sábio lhe disse: - Ora, no meu quintal eu planto aquilo que eu quiser, vai se ferrar moleque besta.
  3. 2 points
    NOVA JORNADA NO FABULOSO SUIÁ-MIÇU Uma de boas coisas na vida é poder repetir algo que fizemos no passado com o mesmo sucesso. E assim foi com esta jornada na Pousada Suiá-Miçu, de nosso amigo Euler Vieira! Quando lá estivemos no ano passado em nossa primeira jornada, acertamos muito bem com os trairões e tucunarés, de sorte a resultar uma de nossas melhores jornadas enquanto pescadores, até porque a meta era justamente isso. Como tudo foi uma grande novidade, quisera parecer que talvez estivéssemos em uma semana de sorte e de abundância de peixes, mas nas conversas com o pessoal de lá, bem como, com os guias da pousada, soubemos que não havia nada de excepcional, senão a própria verdade: o local é mesmo muito bom de peixe! Então, nada melhor que repetir para conferir e foi o que fizemos! Estivemos novamente naquele lugar sensacional, tanto de beleza natural, quanto de pesca. Não foi possível uma jornada em época diferente daquela do ano passado por conta de compromissos, de maneira que, se no ano passado lá estivemos na penúltima semana de atividades, neste ano estivemos na última. Havia meses que não chovia por lá e, agora, no dia em que lá chegamos a temporada de “inverno” já se anunciava com as primeiras chuvas, inclusive com árvores caídas fechando a estreita estrada de terra logo mais próximo da pousada. Sorte que o pessoal de lá fica atento quando estão para receber pescadores e já ficam preparados para qualquer eventualidade de ter de limpar a estrada, permitindo a passagem. As estradas para se chegar à pousada são simplesmente espetaculares! Primeiro, um estradão, para depois afunilar-se e restar apenas uma maravilhosa estradinha mata adentro. Portanto, era de se esperar que a qualquer momento a chuva viria. E veio, não só no dia em que chegamos como também nos dias seguintes, mas apenas para amenizar o calor e ajudar a Natureza em seu processo de renovação, sem atrapalhar a jornada de pesca. Contudo, em poucos dias a pesca viria a se tornar impraticável, razão pela qual a formidável pousada só funciona de maio a setembro de cada ano, permanecendo fechada nos demais meses. De novo naquele lugar, era também de se imaginar que as coisas viriam a ser muito iguais e parecidas, mas na verdade, ali não há dia igual a outro, porque são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo ao redor do pescador. São belíssimas manifestações da Natureza a ponto de, em algum momento se ouvir grande estardalhaço na água para se perceber um grande cardume de tucunarés, bicudas e cachorras batendo firme sobre espécies menores, enquanto que em outro momento se ouvir barulho ainda maior para perceber então que um jacaré andou aprontando alguma nas cercanias. Mesmo quando a água está aparentemente calma se percebem pequenos peixes praticamente “voando” sobre a superfície para fugir dos ataques de peixes maiores, ou até mesmo de nossas iscas. Enquanto isso, araras, capitães-do-mato e outras aves estão sempre a nos agraciar com seu canto e harmonia. Quando se pensa que isso tudo possa entender-se esgotado, ainda sobrevém o importante detalhe de que às vezes é preciso “garimpar” estas manifestações da Natureza, para incluir não só o que se apresenta sob a forma de sons e imagens, mas também o que vem sob a forma de perfumes, sensações e também ocorrências somente perceptíveis pelo pescador mais atento, como foi o caso de percebermos a silenciosa travessia de uma anta em uma baía! Este é o coroamento da definição do que vem a ser a arte de pescar, que muito antes disso já começa em casa, no processo de escolha e arrumação da tralha, manutenção nos equipamentos, carregamento de linhas cuidadosamente escolhidas, eleição das iscas artificiais que estarão mais à frente, sem deixar em reserva aquelas relegadas a segundo plano, pois muitas vezes elas serão as verdadeiras protagonistas nas capturas, passando também pelo planejamento das estratégias que serão empregadas nas jornadas e mais alguns pequenos detalhes que ajudam a completar este prazeroso processo. Embora o rio ofereça outras espécies, como pirararas, cacharas, grandes cachorras e corvinas, preferimos novamente centrar nossos esforços na pesca de trairões, alternando com a pesca de tucunarés, muito embora tenham se apresentado alguns “intrusos” nas capturas, o que é sempre bem-vindo. O mais intruso foi um jacaré que entrou em uma isca "Trairão" que um amigo, Fernando, me enviou desde Espanha, mas teve até raia pega pela cauda! Para os tucunarés só usamos iscas artificiais, muito embora algum que outro tenha entrado na isca natural enquanto se tentavam trairões, porque estes, nem sempre estão muito dispostos às artificiais. É impressionante como o Suiá-miçu e seus tributários têm trairões, porque não se navega muito para encontrar um ponto onde estejam. Inclusive há pontos muito próximos à pousada não demandando mais que alguns poucos minutos de navegação. Contudo, o espírito humano quer sempre mais e melhores peixes, de sorte que não dispensamos todas as possibilidades, quando então, estivemos pescando, tanto no Rio Suiá-Miçu, quanto em alguns afluentes como o Águas Claras e o Paranaíba, ademais de algumas baías que ainda permitiam acesso. Embora à primeira vista todos os locais do rio pareçam iguais e tinham tudo para prometer capturas, em razão do conhecimento, o guia Edinho parecia passar por um ponto bom para parar em um que para nós não tinha tanto atrativo, mas logo em seguida vinha a comprovação de que a parada tinha lá seu fundamento, nos dando bons peixes. É aí que entra o conhecimento do guia, proporcionando grande jornada ao pescador. Vejamos um pouco dos peixes capturados no rio. Um dia, entramos no Rio Paranaíba, que é um afluente de águas muito límpidas e rasas, que alaga uma enorme área antes de entrar no rio principal. Mesmo em épocas de seca, como agora, sempre é alagado por quilômetros antes de entrar no Suiá-miçu. É impressionante navegar por seus meandros, enquanto se observam cardumes a correr paralelamente ao barco, sobretudo raias, corimbas, bicudas e tucunarés. É uma bela experiência! Ali, em qualquer ponto de alguma profundidade, sobretudo onde hajam tranqueiras paradas na margem, há trairões! Basta apoitar nestes pontos e lançar iscas, nestes casos, quase sempre naturais, vez que arremessos são impossíveis. Não raro se pescam trairões no visual, quando se podem lançar as iscas praticamente “na cara” do peixe, mas ao menos nos momentos em que tentamos, recusaram jigs, acatando muito bem às naturais. A exemplo do ano passado, navegamos bastante, na verdade, muitos quilômetros Paranaíba adentro, até chegarmos em áreas que nos ofereceram muitos tucunarés e alguns trairões muito bons. De mesmo modo, subimos também o Rio Águas Claras, que tem um “comportamento” um pouco diferente do Paranaiba. Primeiro, apesar de ter quase o mesmo porte, não forma grande alagamento em sua foz, senão em época de cheia, para ficar encarcerado nas barrancas baixas. Segundo, suas águas, apesar de límpidas, têm a coloração escura tipo coca-cola, comum em muitos rios amazônicos. Ali também, com pouca navegação já se chega em pontos de pesca de trairões, bastando encontrar locais que ofereçam alguma profundidade com galhadas. Em razão de que é um rio pequeno, sem áreas alagadas, ali, a pesca se concentra na pesca de trairões com iscas naturais, sempre rendendo muitas capturas, inclusive vários dublês. Nos dias em que subimos para pescar no Rio Paranaíba, no Rio Águas Claras e nas baías lá da região mais alta, sempre rolou o tradicional churrasco na margem do rio, algo muito apreciável e inesquecível! Enquanto lá estávamos havia várias outras equipes pescando, resultando que ao final do dia sempre tínhamos boas estórias a contar e, sobretudo, a ouvir, ora de capturas de peixes de porte maior, ora de espécies que não buscamos pescar. Uma grande dupla que lá estava, os amigos Leonardo e Ricardo fizeram uma jornada bastante variada, dedicando-se a diferentes espécies, resultando com belíssimas fotos, que gentilmente nos cederam para compor a parte visual da matéria, de sorte que fica aqui, o agradecimento a estes valiosos companheiros! Como sempre, finalizar agradecendo ao Grande Euler Vieira, Caboclo Bão das Minas Gerais , que não mediu esforços no sentido de nos proporcionar tamanha jornada, agradecendo também ao amigo Edinho que nos assessorou durante toda a semana, favorecendo-nos para que tudo resultasse muito bem como resultou. Para melhor visualização do valoroso empreendimento de nosso amigo Euler, leia a matéria do ano anterior quando se poderá ver fotos da pousada e entender melhor a grandeza daquilo tudo. Para encerrar repito esta imagem que caracteriza a síntese do que é pescar em Família. Muito grato, meu Irmão Mário, Mano Véio de tantas jornadas! Muito grato, meu Sobrinho Mário Júnior! Agora, a esperar pela próxima no ano vindouro e tudo faremos para que possamos lá estar em um período diferente, quando a oferta de peixes estará também de forma diferente, mas com certeza, conforme já nos alertaram, sempre com abundância.
  4. 2 points
  5. 2 points
    eu não cheguei a usar o figurino. Mas em compensação, a tristeza que me dá é de lembrar que eu tinha esse físico e hj pareço um tamba...
  6. 2 points
    O pior é lembrar que já usei um figurino parecido com o sujeito da propaganda! Só por Deus mesmo!
  7. 2 points
    Um dia chego lá, por enquanto vou no básico .
  8. 2 points
    kkkkkkkkk.... Tudo isso aí que você falou e mais um pouco, vem muito bem também!
  9. 2 points
    A Matrinxã é chamada assim pelos nossos amigos do Norte Roque ... tem alguns vídeos do Baca ( Fabio Fregona ) que ele fala o nome regional dos peixes e coloca a legenda com o nome mais conhecido e lá ele pega as Jatuaranas com isca de superfície.
  10. 2 points
    No Brasil com certeza não é ou essas carpas já teriam virado sashimi
  11. 1 point
    Como diria o Juninho: "ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊRAAAAAAAAA"!!!!!!!!
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  13. 1 point
    esse peixe é muito comum na costa ocidental da África .... com a corrente marítima que segue pela costa do Brasil , acho normal esse tipo de incidência ...
  14. 1 point
    Caboclo forte, eh!
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    Obrigado Nilson, essa não foi no Gabardo, foi no pesqueiro Sanga Funda. Foi a primeira traíra "grande" que eu peguei, muita emoção. Continua a procura delas ai no Rio de Janeiro, que logo você encontra um ponto bom pra traíra por ai. Um forte abraço e obrigado por acompanhar as postagens.
  16. 1 point
    Olá @Victor.afonso, boa pergunta! Sou grato pelo teu comentário, respondendo a isto: sim, vale muito a pena o Day Use, que atualmente está com promoções para quem comprar o ingresso antecipadamente, entre em contato com eles pelo telefone +5521972374869, eles irão cadastrar o teu telefone para você receber, via WhatsApp, as promoções. Eu uso iscas artificiais lá, em busca de traíras: uso grubs e plugs de meia água, mas nunca peguei nada. Até hoje eu só vi, uma única vez, um colega pescador tirar uma tora de traíra usando alevino de tilápia no fim de tarde, mas isso não significa que, se você pescar com iscas artificiais, você não vá pescar uma dentuça gigante para nos mostrar aqui no fórum. Te desejo toda sorte e ficarei aguardando aqui viu. Um grande abraço!
  17. 1 point
    Na primeira oportunidade que eu tiver, estando no Rio, combinamos com o Fausto e outros amigos uma reunião lá! O que não vai faltar são causos... Abração!
  18. 1 point
    Conseguiu fabricar carvão ativado direitinho! Parabéns...
  19. 1 point
    Muito bacana, melhor se atualizasse a parte dos materiais. Varas de duas partes não são essa "ruindade" toda, guia de linha não precisa ser obrigatoriamente de titânium e quantidade de rolamentos não afeta no cansaço do pescador.
  20. 1 point
    Agora já sabemos de onde saiu a inspiração para criar esse personagem de guerra nas estrelas...
  21. 1 point
    Bem bacana a montagem Nilson, eu costumo usar só um Eva ou Cortiça imitando a ração, vou aderir esse jeito com a boia pra testar, tenho umas boias nº 0 e 1 na caixa que tinha comprado pra fazer pequenos poppers e vou usar com miçanga na próxima ida ao pesqueiro. Usei algo parecido dessa vez, mas com um EVA boleado na linha imitando a boia e um outro EVA como isca, deu bons resultados também. Obrigado pela foto, ficou bem esclarecido também a questão do shok tipet. Desculpe a pergunta, é um Conjunto Redinton #5 esse ? Estou começando a amadurecer a ideia de um conjunto menor, mas no pesqueiro que vou pega muito tamba então tem que ser o #8 mesmo, mas para os tucunas quero um #5 ou #6.
  22. 1 point
    Só não vou ficar bravo com você por que eu to "relax". Alguém de Maceió quer tomar uma em Pajuçara?
  23. 1 point
    Maior medido em régua foi esse ... Paca de 62 cm. Alguns azuis do TO foram desse tamanho ou maior, mas infelizmente não os medi para saber.
  24. 1 point
    Para pescar no Jaguari, prefira meu amigo Marquinho "Tranqueirinha", cujo perfil de Facebook é o seguinte: https://www.facebook.com/profile.php?id=100005958880218 Para pescar em Piracaia ou Nazaré, prefira meu amigo Braguinha, cujo perfil de Facebook é o seguinte: https://www.facebook.com/BassBraguinha Grande Guilherme, Vindo pela estrada de terra que mencionei acima, você sairá praticamente dentro da Marina Náutica Jaguari, de meu amigo Valdir. Lá você entra com o carro, deixando-o estacionado e pode sair pela margem pescando, deixando o carro em local seguro. Mandizeiro em Paraibuna é também um bom local.
  25. 1 point
    Rapaz, não conheço a pesca de Black, talvez um dia eu tenha tal prazer... desejo toda sorte e que a clientela tenha discernimento para apreciar um empreendimento com tamanho potencial. Que os donos da fazenda, guias e os colaboradores da pra pesca tenham muito sucesso.

Parceiros: www.petsEXPERT.pt