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Showing content with the highest reputation since 25-03-2019 in all areas

  1. 4 points
    em primeiro lugar, um abraço a todos, bem , também quero deixar meu singelo relato colaborando assim com essa página maravilhosa que é o Pescaki, trabalho na área da segurança pública como soldado da PM e fui acometido de uma grave enfermidade apelidada de "sindrome do pânico", queria matar e morrer, mas DEUS na sua infinita bondade removeu esse meu cativeiro e me restabeleceu minha saúde 100%, ...aí vi que quase morri e não realizei meu sonho que desde criança era de conhecer a floresta amazônica, pesquisando na internet vi uma pousada que me chamou a atenção que é a POUSADA DO XINGU na região de altamira no estado do pará, fechei uma reserva com 01 ano e 03 meses de antecedência e fui pagando as poucos, aí chegou o grande dia (isso foi em julho de 2018), fui atraz dos gigantes de couro da bacia amazônica e no primeiro dia fisguei um belo PIRAMUTABA (mais ou menos uns oito quilos), saiu também uns barbados , mandis e algumas piranhas gigantescas, no segundo dia realizei meu sonho que era de pegar uma pirarara foi uma "briga" mais ou menos e enfim o peixão pousou para a foto que é esse da foto aí com meu nome e nesse dia peguei também mais 02 peixe palmito de bom tamanho ( 03 quilos ) e um peixe de pouco mais de 01 quilo que o guia piloteiro disse ser um pacamon e mais duas pirarara baby rsrsr pequenas, no terceiro dia peguei uns barbados pequenos, mais um filhotinho de pirarara e algumas grandes piranhas ( como é grande as piranhas lá, peguei no anzol barra 08 ), aí a tarde foi show, peguei uma grande pirarara que depois de alguns minutos de briga a linha ( multifilamento ), esbarrou nas pedras e perdi o peixão visto que ela tomou muita linha , bem no quarto dia eu disse pro piloteiro que queria pescar tucunarés e nesse dia saiu alguns belos exemplares de tucunaré pinima , uma cachorra pequena , as velhas e boas piranhas e enfim o peixe que mais me emocionou que foi uma bicuda, puxa vida como ela salta bonito e não se entrega, no quinto e último dia falei pro vanderlan que ele me levasse no poção dos brutos ( eu que apelidei esse poço ), e mais uma "história de pescadô ), fisguei um Jaú e ele tomava muita linha e acabou "entocando" aí perdi o peixão a tardinha eu disse pro guia que queria pegar uns pacus, o interessante é que os pacus lá não passam de 02 quilos que é o pacu borracha , o branco e o curupité, peguei uns trinta mais ou menos iscando com pedaço de laranja e limão e ainda fisguei pela perna uma espécie de tartaruga que leva o nome de tracajá, saiu ainda umas piranhas vermelhas de bom tamanho e umas pequenas pirararas e pra fechar com chave de ouro uma bela cachorra de aproximadamente 10 quilos, que salto maravilhoso esse peixe proporciona, lembrando os nobres colegas que lá é só pesca esportiva, todos os peixes foram soltos em perfeito estado de volta pra água, peixe só se come na pousada ( qualquer peixe ). ... minha segunda pescaria vai ser em outubro agora pois em outubro entro pra RR e vou no PESQUEIRO SALOBRINHA no rio miranda, achei barato um apartamento lá por 80 reais a diária com ar condicionado, só que lá a gente tem que fazer o café , almoço e janta, peço desculpas para os nobres colegas pois tenho extrema dificuldade de colocar as fotos da pescaria que relatei aqui na página do Pescaki, e tenho essas fotos no facebook pra me achar no face é só por mauricio de paula cornélio procópio, lá tenho as fotos dessa pescaria. uma forte abraço a todos
  2. 4 points
    O Zequinha, menino de uns 10 anos de idade, era na fazenda do meu padrinho o que se pode chamar de “charrete boy”. Na cidade tem o motoboy, não tem? Então! Nas fazendas tem – ou tinha naquele tempo, que já vai longe – o charrete boy. O menino que com a charrete do fazendeiro vai buscar as coisas ou as pessoas na cidade. Pois naquele dia o Zequinha tinha ido buscar na cidade o Padre Antônio, que estava iniciando sua temporada por lá. Era um padre novo e tinha uma particularidade que a gente só ficou sabendo depois desse causinho que tô contando aqui e agora: ele era ventríloquo. Um dom que poucas pessoas possuem que é o de falar sem abrir a boca. Dizem que é uma técnica de emitir os sons pelo estômago. Aliás, um grande ventríloquo que existiu no Brasil foi o pai das cantoras Linda e Dircinha Batista. Chamava-se Batista Junior e se apresentava em circos e teatros. E, de lambuja, era um grande compositor. Mas, seguindo no causo. O Padre Antônio sobe na charrete com o caipirinha Zequinha, ruma a fazenda do meu padrinho pra rezar uma missa. Logo na saída, o padre pergunta se era longe a tal fazenda, ao que o menino prontamente e muito espertamente lhe responde que levaria uns pares de horas. O que dava pra entender que era longe pra cacete e a viagem ia ser dolorosa ou dolorida para um padre que não estava acostumado a meter a bunda no banco duro de uma charrete velha conduzida por uma eguinha lerda. PADRE – Oh, menino! Você sabia que os animais conversam? ZEQUINHA – Entre eles, eu sabia, sim sinhô. Eles cunvérsa bastante. PADRE – Não, filho. Estou dizendo que os animais conversam com a gente. Conosco. Mas para isso é preciso conversar com eles com muito amor. Você quer ver os animais conversando comigo? Aí o menino, esperto, se encanta e atiça. ZEQUINHA – Ara, sêo padre. Essa eu tô pagando pra vê. Animar conversa cum gente. Essa nunca vi não sinhô. E o sinhô me adiscurpa, mas num querdito. PADRE (falando para a égua) – Dona eguinha! Está muito pesada a charrete? (E faz a voz da égua sem abrir a boca) Tááá...sêo padre. O menino, num susto, pára a charrete. ZEQUINHA(gaguejando) – Sêo...padre... a égua falo...a minha égua...respondeu pru sinhô...eu escutei... PADRE – Todos os animais conversam com a gente. Quer ver mais? O padre olha um urubu nos céus e fala: PADRE – Bom dia, urubu. (E faz voz.) Bom dia, parceiro. Bom dia, sêo padre. E assim o Padre Antônio foi se divertindo com a surpresa encantada daquele caboclinho, que viu com os próprios olhos e ouvia ali, in loco, os bichos falando com aquele padre. Com isso, a viagem, que poderia ser longa, terminou logo, logo. ZEQUINHA – Óia, sêo Padre! O sinhô ta vendo aquela cabrita branca ali na grama? Por favor, o sinhô num querdite em nada que ela fala prô sinhô, viu!!!!!!
  3. 3 points
    Fazia um tempinho que não tirava o Kayak da garagem, estava até com teia de aranha kkkk... Mas ai sobrou um tempinho e dei um pulo aqui no lado de casa com a galera da Liga do Vale do Paraíba, meio período só, mas valeu muito a pena. Comecei as 08h00 na superfície e assim foi até o 12h00 rs, tucuninhas estavam frenéticos, perdi as contas, foram muitos, 90% no popper. Começamos bem na Tapinha da KV, isca que nunca me deixou na mão. Outro Ai coloquei o popper pra testar... esqueci a Tapinha de lado rs As vezes eles atacavam pra espantar a isca e acabam se enroscando. Outro Mais e mais... muitos... Até Jacundá entrou no popper rs Pra fechar o dia... Como diz o ditado... "Não importa o tamanho, oque importa mesmo é que foi na superfície" Materiais utilizados: Vara Custom by Shinn - 10lbs Carretilha New BW Marine Sports Iscas Tapinha e PopQueen50 Kayak Leader Power Drive.
  4. 3 points
    Pesca com bolonhesa: outra carpa rainha de cerca de 7 kg tomada com um bolonhesa de 5 metros e um terminal de 0,14 mm, a paciência nunca é demais para expulsar esses peixes grandes com equipamentos leves! Boa visão
  5. 3 points
    O Pescaki é o melhor fórum de pesca disparado dos que já participei, só aqui tem Bomediano e Maurício. Mesmo tendo reduzido minhas participações, sempre que sentir vontade de relatar, será feito aqui, também sempre que alguém me perguntar e eu puder contribuir, estarei sempre por aqui .
  6. 3 points
    Concordo comigo mesmo, com o grande Bomediano e Mauricio , daí que postar somente sobre o peixe fisgado é limitado , uma vez que sempre estamos no ambiente onde nunca se tira a mesma imagem na foto, eís a gratificação ao ler os relatos daqueles que se organizam para grandes aventuras postando imagens magnificas além de peixes. no meu mundinho contornando as margens do riachinho, além dos lambaris me divirto com o ato de fotografar os minúsculos da fauna e flora explorando a natureza com o olhar critico para a arte mesmo que seja um tronco caído onde viajo na imaginação criativa.
  7. 3 points
    De fato, também não precisava postar sobre colecionismo e história dos equipamentos (já que, pescar mesmo, estou na seca). Mas é que não há, de fato, qualquer veículo no Brasil que publique uma linha sequer sobre esses assuntos. E, mesmo tendo pouco retorno, a verdade é que é um lazer criar e publicar. E fica assim um registro para a posteridade.
  8. 3 points
    Nos fóruns há de todos os tipos de postadores. Uns, postam sempre no afã de receber elogios; parece curioso, mas é verdade que a vaidade provoca até descontentamento quando não sobrevêm respostas a contento; outros postam para mostrar que sabem pescar e o quanto bons são em suas atividades pesqueiras; outros só para vangloriar-se; outros para exibir seus materiais; outros ainda, postam por motivos meramente comerciais, enquanto que alguns postam sem maiores pretensões de que simplesmente compartilhar suas aventuras e, por fim, há os que postam mostrando suas experiências, em relatos minuciosos, servindo de valioso aprendizado para os demais, sobretudo os mais inexperientes e estes são os mais louváveis postadores, sem dúvida. Há postagens minhas em que está claro o interesse, não exatamente comercial, mas sim no interesse de manter o Pescaki no ar, pois parcerias são o que nos mantêm no ar, mas há muitas postagens que fiz só por postar e tentar deixar um pouco de conhecimento. Poderia postar mais, mas sinceramente, no meu caso a contenção é deliberada e apenas para não recair em tediosa repetição. Só isso! Não precisamos relatar tudo, mas amiúde, com algum espaçamento de tempo, devemos buscar colocar alguma coisa. Afinal, sempre se aprende com o que vai publicado!
  9. 3 points
    com esse negócio chamado internet , google e youtube , aparece cada vez mais esses pescadores de internet kkkkkkkkkkkkkkk voce percebe quando o cara posta alguma coisa kkkkkkkkkkkkkk tem até termos científicos pra explicar kkkkkkk a gente pesca quase todo dai , durante mais de 20 anos , e fica lendo cada coisa
  10. 2 points
    Saímos cedo para pegar uns piauçús, tambaquís e tambatingas. O Luciano estava doido pra saber se a linha monofilamento 023 ia aguentar. Material pronto, retirei a linha multifilamento 014 que estava no molinete Venator e coloquei um monofilamento SuperRaiglon 026, um líder curto feito com uma mono Max Force 040 (nó albright) e snap Celta bem pequeno com girador rolamentado. Os peixes estavam bem ativos, pescando no fundo estava pegando piaus com massa e o Luciano as tambatingas na superfície com a mesma massa. Deixei o Luciano com as tambatingas e fui para o outro tanque com os pequenos tambaquís, pequenos mas muito fortes. Os mini crancks nunca me deixaram na mão nesse tanque. Haja garateias pra repor, cada dois ou três ataques já era as duas garateias. O Luciano se divertiu bastante e a linha 023 aguentou bem. Hora de partir, até a próxima a pescaria.
  11. 2 points
    Testando material ultralight da China e tetando recuperar os peixes que saíram pelo ladrão kkkkkkkk
  12. 2 points
  13. 2 points
    Assistindo a um video na net, sobre pesca de bagres com iscas artificiais em um grande lago aqui da provincia ,Lago Kasumigaura , resolvi convidar uns amigos e fomos pra la , local famoso na pesca de varias especies , principalmente black Bass e catfish . Aproveitamos para inaugurar um caiaque inflavel que meu amigo havia comprado , e ja marcando uma corrida dos Intex , meu K2 contra o Explorer dele, meu filho todo empolgado para remar o caiaque , a surpresa desagradavel ... ja tinha inflado o caiaque e estava inflando os assentos , quando ouvimos o ar vazando forte , achei que fosse a valvula mal fechada , mas nao era, achamos um corte de uns 2 cm bem perto da solda da vulcanizacao ,desanimamos na hora , mas,melhor que foi fora d'agua ,pois seria um susto desnecessario , principalmente para o meu filho . Sem chance de colocar o caiaque na agua ! Depois disso ,olhando para a "cara de desanimo do meu moleque " disse para ele cuidar da varas de espera com iscas naturais , ele estava desanimado esperando os catfish morderem a isca , (coisa que nao fizeram , pois nao pegamos nenhum peixe) resolvi ensinar ele a arremessar com a carretilha que tinha chego da revisao naquela semana , uma chronarch ci4 , coloquei uma isca de superficie de cerca de 20g , retirei as garateias para que nao tivesse perigo de se fisgar ou acabar fisgando alguem , e nao eh que ele gostou da brincadeira !! Nao parava de arremessar , sempre tentando arremessar mais longe , tentando bater o proprio recorde. Mas , eu tambem queria arremessar com a Chronarch e troquei com ele , dei a Antiga Team Daiwa 103 , que eu estava usando (guardada ha 10 anos) , ele arremessou uns 5 minutos com ela e disse : Nao gostei dessa ,quero a outra !! Fazer o que? Minha esposa riu e disse : Perdeu a carretilha ! E eu so pensava : Encontrei um companheiro de pesca !!! E quanto ao caiaque , assisti alguns videos na net e tentei colar , mas, o local eh bem proximo da solda ,complicado , expliquei o caso para um vendendor de uma loja ele me vendeu uma cola tipo Bond em gel , colei, mas , acho que nao vai prestar !! Vou tentar consertar , mas , acho que o jeito eh comprar um caiaque rigido e uma metanium !! Boas pescarias
  14. 2 points
    Pescar com os bolonheses: um maravilhoso bárbaro de 4.7 Kg (ficha pessoal de bárbaro) tomado com um bolonhês de 6 metros e um terminal de 0.14 mm, não é preciso dizer que ele me manteve em xeque por muito tempo e quando o vi Eu fiquei animado como uma criança! Boa visão
  15. 2 points
    Salve pescadores... segue breve relato da minha última pescaria sábado passado, dia de muito sol mas temperaturas mais amenas e consequentemente menos peixe na isca, mas mesmo assim saiu mais de 30 porem todas pequenas, mas brincadeira bem divertida. tirei pouca foto, até porque ficaria muito repetitivo. botei um spiner com molinetinho, não falha maior do dia foi essa tilapia essa isca que usei o dia todo, depois que aprendi usa-la, as outras ficaram na caixa srrsrsr somente para não passar em branco, tendo em vista que daqui para a frente a pesca de traíra ( que mais faço) ficará bem difícil. Abraço a todos e boas pescarias
  16. 2 points
    Um álbum não tão novo quanto eu gostaria de anunciar, mas que - claro - passou batido da grande mídia no Brasil: o último de Mark Knopfler (novembro de 2018), este mestre que mais uma vez lança uma grande compilação no seu melhor estilo, "Down the road wherever". Vou postando as músicas dele aqui. Uma canção por vez... Grandes amigos @Domingos Bomediano, @GMarux e @Armando Ito, tenho certeza de que vão apreciar!
  17. 2 points
  18. 2 points
    Salve meus amigos pescadores. Estou um pouco sumido mas agora voltei novamente! segue um video da minha primeira pescaria do ano de 2019 e vira muitas e muitos relatos se Deus quiser. Abraco a Todos.
  19. 2 points
    Amigos, resolvi este fim de semana fazer um esquema bate e volta, sempre tive vontade de pescar no lago de Palmas. Bom dessa pescaria que a maioria das gdes cidades tem voos diários para Palmas e podemos fazer uma pescaria rápida. Aliviando a tensão do trabalho A represa de Lageado é muito gde e compreende os município de Lageado, Palmas, Porto Nacional. Em suas águas tem como estrela o tucunaré azul, mas tb habitam tucunarés amarelos, corvinas e outras especies. Trabalhei até o fim da tarde da sexta feira e a noite já embarcava em Campinas-SP, com destino a Palmas-TO. A 1 da manha já estava na cidade, onde o guia Vitor já me esperava, rodamos 70km e já estávamos na cidade de Porto Nacional de onde seria nossa base. Dormida rápida, e as 6 da matina já tomávamos cafe da manha, o guia já nos esperava, e de lá em alguns minutos já navegávamos no lago. A água ainda esta bem turva devido as fortes chuvas. Pegamos diversos peixes, com ação na superfície e nos jigs. Após o almoço, fomos a um pedral submerso, muita ação de peixe no jig pindocando o fundo, ai erramos, saímos para ver outros pontos e largamos o filé, depois das 14 horas foi bem fraco. Mas dia top, alguns peixes bons, o maior 7lbs. calor bravo a bela represa parceira do almoço a represa A noite fomos a um churrasquinho, muito dez, recomendo. Domingo saímos de outra rampa um pouco mais distante. Infelizmente neste ponto a água estava muito barrenta e poucas ações ate as 10 horas da manha. Então o guia conhecia um lago que ligava a represa, mas que por ser um canal estreito tinha aguá limpa, lá rumamos, acertada decisão, peixe bem ativo na superfície. Agua turva Pausa para almoçarmos, flutuante recomendadíssimo. Cerveja gelada e muito colírio para os olhos...rsrsrs A igreja centenária e histórica de Porto Nacional A tarde batemos a região de água barrenta, ai foi bem fraco. pelo menos tinha muita cerveja... Gdes amigos, só vcs para me aguentarem Fim de tarde no centro do Brasil Na segunda-feira o Andrezinho tinha q voltar trabalhar, como meu voo era só as 17 horas, sai pescar sozinho até meio dia. Fomos direto ao pedral do primeiro dia, parecia lambari, embarcamos mais de 40 peixes até meio dia, com 7 peixes acima 50cm e pesos entre 7 e 8 libras, nem mudamos o ponto. O tempo amanheceu meio tímido Hora de ir embora Nada como um bom PF de estrada Material utilizado: Varas- Saint Croix 17 e 20lbs SCIII 5'7" by Waka Custom Rods Carretilhas Core51MG, Aldebaram 101MG7, Scorpion 51HG Linha-Power Pro 4 fios 40lbs Leader-Fluorcarbono 40lbs LineSystem Snap-Capela G Iscas mais utilizadas- Zigzarinha, Firestick, e jigs(4/0 14g) Contato do Guia Vitor no Tocantis: 63-92031159 Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa Abs Boa semana e pescaria a todos Carlos Dini Para quem quiser acompanhar minhas pescarias: facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260 Instagram @pescadini #pesca_dini
  20. 2 points
    Perdoem meu erro material, amigos @Arnaldo Neto e @Miguel Simmons, eu me descuidei e escrevi Nova Iguaçu, mas como vocês perceberam, foi no HODE LUÃ RESORT. Muito obrigado pela ajuda, eu já corrigi o erro. Um grande abraço! @vrcedro, vale muito a pena pescar de fly principalmente esses peixes muito esportivos, eu te aconselho conversar com mosqueiros daqui do grupo sobre qual material você deve começar, eu tenho preferencia por materiais light, mas no teu caso, dependendo do que você se propõe a pescar, converse com pescadores mais experientes que ele irão te ajudar a escolher um bom material que irá te dar muitas alegrias. Como vai @Domingos Bomediano, meu bom amigo, realmente a piraputanga é um peixe muito gostoso de fisgar e eu acho que é até mais valente do que seu primo matrinxã, um forte abraço! @Alexandre Fishing, @Fraus, muito grato pelo prestígio de vocês, um grande abraço! Como vai @Mauricio., foi sem dúvidas uma grande diversão mesmo, quando o peixe saltou, eu pensei que se tratasse de um dourado pequeno, mas me enganei e percebi que era um outro peixe igualmente esportivo e valente, um grande abraço!
  21. 2 points
  22. 2 points
  23. 2 points
    Guilherme o que você busca é o sonho de todo pescador. Assim como você, ja tive esse sonho de montar um conjunto "total flex", cheguei numa Contender BG e vara Hunter Fish Flex 20 libras. Experimentei e cheguei a conclusão que na "pescaria esportiva", o material deve ser o mais equilibrado possível e material curinga, que serve pra tudo, não existe. Mas se ainda assim quizer algo que possa ser usado de forma "razoável" em várias situações, uma Contender BG e uma vara de carbono sólido (esquece fibra de vidro) vai te quebrar um galho.
  24. 2 points
    Pode-se dizer que sempre houve uma preocupação entre os honrados ativistas haliêuticos - outra palavra para pescador - e a aquisição de seu equipamento. De fato, coisas como interesse e poder monetário sempre estiveram presentes na hora de conseguir o melhor, desde a fabricação do primeiro anzol, e com ele a descoberta de que um bom material de pesca poderia ser um objeto de troca valioso e desejado. Um bom artesão poderia, assim, conseguir manter sua despensa cheia não apenas com o uso de seu trabalho, mas também com o fruto de suas barganhas. Já foi postado por aqui descrição dessas duas carretilhas side cast de baixo custo, as Angler Scout e a Katiusha, de fabricação Japonesa e Russa respectivamente. Mas não foi colocada uma comparação entre ambas. Equipamento muito assemelhado e forma e função. Praticamente cópias um do outro, inclusive internamente. As duas eram muito semelhantes: equipamentos acessíveis e do tipo que faziam seu trabalho sem medo de ser feliz. Pelo menos a Japonesa era fabricada em vários tamanhos, desde 8-50 até a enorme 80-120. Mas não tenho conhecimento de tamanhos diferentes de sua companheira Russa, embora fosse feita até com material de melhor qualidade. As Angler eram muito suscetíveis à corrosão devido à liga de metal barato de que eram feitas, enquanto a Katiusha era feita em alumínio, um material que permitiria ao pescador até se arriscar em águas salgadas e salobras sem muito medo de estragar seu equipamento em pouco tempo. Essa, uma prova de que as cópias podem até ser melhores que as originais, isso se não foi exatamente o contrário, claro. Na foto, uma Katiusha Russa e duas Angler Scout 8-60. Era comum os pais e avós presentearem os filhos com esse tipo de equipamento para seus primeiros contatos com o nobre esporte devido ao custo acessível dos mesmos, pelo menos nos países onde os mesmos eram vendidos, o que não inclui o Brasil. A nossa memória de pesca, nesse sentido, é um tanto pobre, pois a variedade existente no século passado era mais acessível na Europa e USA, sendo que a atividade da pesca amadora sempre foi maior e mais presente nesses continentes. Falo aqui da pesca amadora dita "sofisticada", onde molinetes, carretilhas e varas de pesca eram objetos muito variados em preço, praticidade, qualidade e acessibilidade, com dezenas senão centenas de fabricantes e milhares de patentes. Esse era o universo de então, hoje acessível apenas por antigos catálogos, reportagens, livros e coleções particulares, e às vezes por um ou dois itens cuidadosamente guardados no armário devido a questões emocionais. Captura de pike com uma Angler Scout 8-120 por Dave Burr (http://daveburrsblog.blogspot.com/) Esse tipo de material ainda é perfeitamente utilizável hoje, tendo pescadores que eventualmente ou até constantemente os usam em suas saídas costumeiras. Notar que para a prática do "Course Fishing", ou seja, pesca em água doce, bastava uns cinquenta metros de linha de razoável qualidade no carretel, uma vara barata, anzóis e bóias na caixa para se ter diversão por muito tempo, anos ou décadas com o mesmo equipamento. Quantos peixes esse tipo de equipamento capturou durante os anos de apogeu? Devem ter sido incontáveis...
  25. 2 points
    culpa foi dele Bome .... ..... kkkkkkkkkkk * rir é o melhor remédio ....
  26. 2 points
    Sabe qual é a espécie? Preciso apelidar umas pessoas com este nome. Eu mesmo, acordo com esta cara quase toda segunda...
  27. 2 points
    Pessoal, concordo que dei azo à brincadeira. Porém, pensei que seria só isso. Não quero que este tópico descambe a xingamentos. Se isso ocorrer, apagarei o mesmo. Quero também me desculpar com o colega Cedro pois, de fato, conheço bem o equipamento da Alvey, do qual também sou colecionador. Sou amigo pessoal de Eugene Brandner, o CEO da AlveyUSA.
  28. 2 points
    Vamos ver se o pessoal se anima a postar fotos.
  29. 2 points
    Boa noite antes de mais nada gostaria de agradecer ao Dom Yamada pelas dicas!!! Obrigado parceiro!!! Cheguei as 5:15 no domingo passado no tio Oscar... Fui o primeiro... Fiquei do lado oposto ao restaurante dois lugares a direita da pedra... Dia de pesca excelente no quesito produtividade, usei duas varas, torpedo com beijinho chicote 1,5m e cevadeira com chicote de 1,5m com a explosão usando miçanga Sorocaba vermelha... Multi é proibido e entrar com ceva tb... Fica um fiscal passando o dia todo...la é vendida a guabi mini para cevar...achei isso muito ruim , pois as tilapias fazem a festa... Por sorte tinha duas antenas cor de ração com evas minúsculos... Procurei cevar onde ninguem arremessava no intuito de fugir das tilapias e a tatica funcionou... Muito pescador de pino chupinhando ceva... Fds sempre complicado... Valeu a experiência, mas nao voltarei... Postarei as fotos dos peixes... Todos entre 10 e 15kg no máximo... Abraços
  30. 2 points
    Penn Reels – sua história O começo da Penn Reels não é apenas uma história de um sonho americano, mas também uma história do equipamento de um fabricante que revolucionou a pesca em água salgada. Tudo começou em 1922, quando Otto Henze, um mecânico de 25 anos de idade, mudou-se da Alemanha para os Estados Unidos e começou a trabalhar para a Ocean City Reels, empresa na Filadélfia. Dez anos mais tarde, Henze deixa a Ocean City Reels e começou seu próprio negócio de carretilhas de pesca chamado Penn Fishing Tackle Manufacturing Company. A primeira venda registrada da empresa ocorreu em fevereiro de 1933, quando Miller Auto Supply Company of Harrisburg, Pennsylvania, comprou um de cada um dos modelos de carretilha da Penn: um Sea Hawk por U$ 1.21, uma Bayside por U$ 1.93 e uma Long Beach por U$ 2.48. No ano seguinte, a empresa dobrou seus modelos de carretilhas, que foram todos nomeados conforme as comunidades litorâneas no Atlântico e do Pacífico. Foi esta estratégia de “branding” que ajudou a estabelecer a Penn Reels como uma empresa de material focada na pesca de água salgada. O crescimento da Penn Reels no início dos anos 1930 foi dramático. Enquanto a América estava no auge da depressão, muitas pessoas pescavam para a sua própria alimentação e os tempos difíceis provaram ser uma vantagem para a empresa start-up de Henze. As carretilhas acessíveis da Penn eram o que os pescadores de praia e baía necessitavam para colocar comida na mesa. Em 1936, Penn Reels introduziu sua mais famosa carretilha, a Senator - uma carretilha revolucionária capaz de desafiar os maiores e mais poderosos peixes do mar, e que rapidamente se tornou uma carretilha popular, usada para capturas que batiam recordes mundiais. Enquanto os pescadores lendários como Zane Grey, Ernest Hemingway, e Michael Lerner viajavam o mundo e estabeleciam recordes. A Senator, ao preço de apenas U$ 25.00 deu a cada pescador uma oportunidade de estabelecer um recorde também. Em 1942, Penn Reels mudou-se para uma nova fábrica na West Hunting Park Avenue, na Filadélfia, sua localização atual. Vários anos mais tarde, quando Otto Henze faleceu, sua esposa, Martha, fez algo que poucas mulheres da época sequer consideravam. Aos 39 anos ela assumiu a responsabilidade pela gestão da empresa como presidente, e a Penn Reels continuou a prosperar sob sua gestão. Martha Henze foi uma ávida pescadora, uma vez capturou um Atum Rabilho de 613 libras e seu conhecimento em primeira mão da pesca ajudou a orientar suas decisões na empresa. No início de 1960, a Penn Reels introduziu seu primeiro molinete, o lendário Spinfisher 700 e, em seguida, introduziu a série International, construída especificamente para os pescadores de torneios Big-Game. Único em seu acabamento dourado anodizado, as Carretilhas International gabavam-se de serem as primeiras com Pre-Set e um Strike-Stop interno. A Penn Reels prosperou ainda mais quando Otto Henze Jr. se juntou a sua mãe na gestão da empresa. Sob sua direção, a Penn Reels tornou-se uma líder em inovação e desenvolveu muitos dos atuais recursos patenteados da empresa. Hoje, a Penn Reels continua a liderar a indústria com inovações, com a introdução de novos recursos e projetos que dão aos pescadores uma vantagem extra quanto a captura de peixes para recordes. “Desde o início, a Penn tem estado na vanguarda do design da carretilha moderna e da produção”, disse Mike Arroz, diretor de marca da Penn. “O fato de que milhões de pescadores experientes de todo o mundo colocam sua fé em produtos Penn é o que nos inspira a continuar o sonho de nosso fundador de ser o equipamento de maior qualidade do mundo.” Aqui, uma sequência de fotos do autor de uma Sailfisher 130 da década de 50 e ainda em ótima forma: Algumas especificações: Sailfisher - A strong, fast reel for light tackle game fishing, for trolling and bottom-fishing. (1968 Penn Catalog) The 130 Sailfisher (not to be confused with the 130 model from the International series) was manufactured by Penn from the mid 50's to 1969. Name/Series: 130 - Sailfisher. Construction: Narrow, one-piece spool, Extra strong main and pinion gears, Full range drag, Oversized torpedo handle. A relação de recolhimento é de 3:1 . Possui 5 washers de metal (brass) e mais 5 HT-100. É uma carretilha pesada, feita para pesca leve oceânica. Os anéis superiores são feitos para prendê-la no colete de combate de forma a ajudar os pobres braços do pescador. Do diâmetro de uma 4/0 mas com carretel mais estreito, Dourados, Wahoos e peixes oceânicas mais lights são o alvo para esse equipamento. Os parafusos e borboletas embaixo do reel pad são para uma melhor e mais garantida fixação na vara de pesca, que necessita ser especial para pesca oceânica, pois os peixes por lá podem ser especialmente violentos. Aqui, uma foto da caixa original, encontrada na internet:
  31. 2 points
    Po, parabéns amigo, que satisfação vc ter enfrentado essa barra e saindo vitorioso e pescando... sensacional. Dica, nunca pare de pescar rs
  32. 2 points
  33. 2 points
  34. 2 points
  35. 2 points
  36. 2 points
    Após longo tempo ausente no local , aproveitei hoje ao retornar de SÃO CARLOS para visitar meu point no JACARÉ PEPIRA , água gelada , nível de água baixa , mais alguns teimosos lá encontrei , após testar várias iscas , somente na linguiça cambuí houve alguma mordiscada , pela dentição deixada era boa a perspectiva . se a piapara já é muito manhosa pior ainda nessas condições climáticas. mas valeu pelos momentos no meio ambiente e pela satisfação de ver que vinte e uma semente de Cambuci colocada na terra ao menos oitos brotou... embora prejudicadas pelo ataque das formigas.
  37. 2 points
  38. 2 points
    Muitos ficam em cima do muro, aproveitando o seu relato e informações, mas não existe reciprocidade... Desanimei. Relatei ultimamente muito do Tanquinho. Verifiquei que aumentou sensivelmente a presença dos pescadores mal educados em grupos.. Prefiro pescar sem relatos... Por outro lado pesco em média 2 X por semana e os relatos seriam muito repetitivos.. Abraço
  39. 2 points
    Além dessa questão muito relevante que o Alexandre levantou, tem outro ponto que algumas pessoas vem ao forum apenas para confirmar os seus pensamentos ou conseguir aprovação para aquilo que pensam e quando são confrontadas com ideias contrárias são agressivas, não aceitam opinião contrária. Como não dá para saber quem terá ou não esse tipo de reação eu prefiro não interagir tanto.
  40. 2 points
    Quem nunca ouviu falar do Dito Preto lá da minha terra deveras não sabe nada de mim. Pois até hoje não me apareceu amigo melhor – e ele infelizmente partiu fora do combinado, que é como eu costumo dizer. Falo sobre este personagem real que marcou muito a minha vida porque vou contar uma das suas. O Dito tinha comprado um caminhãozinho ano 1928, Chevrolet, que era apelidado de “cabeça-de-cavalo”. O dito cujo, calhambeque, não tinha mais onde estar estragado. Sem pára-choque dianteiro ou traseiro, sem portas, carroceria podre, toda torta, pintura enferrujada que não dava nem pra ver a cor do bicho. Enfim, era aquele despropósito de viatura. Mas, como o motor estava retificado, e esses motorzinhos vão longe até não sei quando, para o que ele queria de sua serventia tava pra lá de bom. Era só para o trabalho de puxar cana nas fazendas da redondezas, e isso ele agüentava bem. Aos sábados, que era dia de folga do Dito – e é num desses dias em que se passa o nosso causo -, o Dito como sempre toma o rumo da Via Anhanguera, que leva até o rio Sapucaí, que está bem pertinho da nossa terrinha, que é São Joaquim da Barra, que foi onde eu e o Dito nascemos já faz um tempão. Pois bem: ao pegar a referida estrada, num trecho onde estava sendo inaugurada uma melhoria no asfalto, eis que aparece, para surpresa do Dito, um enorme guarda rodoviário, fazendo sinal para ele, o Dito, encostar. Dito foi com seu caminhãozinho para a direita da estrada e, lá embaixo, depois de rodar uns 100 metros, foi que parou com tudo. Não se ouvia mais nem o ronco do motor do calhambeque, que era aquela coisa sem definição, de tanto se misturar com o barulho de lata velha e carroceria podre. O diálogo que se seguiu entre ele e guarda, depois de o mesmo ter andado muito pra chegar até o lugar, foi assim: GUARDA – Boa tarde (eram 6 da tarde, que é hora de pescaria). DITO – Boa tarde, sim sinhô. GUARDA – Vamos ver se está tudo em ordem? DITO – Vamo sim, sinhô. Tô aqui pra colaborá com a polícia. GUARDA – A carta? DITO – Que carta, sêo guarda? GUARDA – A carta de motorista, ué. Que carta poderia ser? DITO – Ahn... essa, num tenho não. Num deu tempo d´eu cumprá a carta ainda. GUARDA – Documento do carro? DITO – Que documento? GUARDA – Documento de propriedade do carro. Documento que prova que o carro é seu. DITO (ofendido) – Pelo amor de Deus! O carro é meu. Comprei ele à prestação do Coroné Lindário. Pode perguntá lá em São Joaquim. Todo mundo me cunhece. GUARDA ( já meio impaciente) – Mas o senhor tem que ter esse documento, meu amigo. Quer dizer que não tem? DITO – Não sinhô. Esse documento, também num tenho não. Mas assim que eu pudé eu compro ele também... GUARDA (indo à frente do caminhãozinho) – Ascenda os faróis. DITO – O sinhô vá descurpá. O faró da esquerda tá queimado. E o da direita tá sem luz. GUARDA – O senhor não tem nem pára-choque! É o que estou vendo. DITO – Não, sinhô. Onde eu trabaio num pricisa. Num tem choque cum nada. É nas fazenda, puxando cana. GUARDA – Buzina? O senhor tem? DITO – Não, sinhô . num tenho também não. Num vô mentí pro sinhô. O sinhô acha que eu vô gastá dinhero cum supérfuo? GUARDA (já meio irritado com tudo) – Eu espero que, pelo menos, breque o senhor tenha. DITO – Se eu tivesse breque tinha parado lá atrás, quando o sinhô mandô! GUARDA (já puto) – Não tem breque também, não é? Pois bem: o senhor não tem carta, não tem documento, não tem farol, não tem buzina, não tem breque... Olha, meu amigo, se eu for multar o senhor, nem vendendo este caminhão vai dar pra pagar tanta multa. Onde o senhor está indo agora? DITO (calmo) – Tô indo pescá uns peixinho no Sapucaí, que fica logo ali, ó. GUARDA (puto, mas muito compreensivo) – Vamos fazer uma coisa. Faz de conta que eu não vi o senhor. Pode ir embora com o seu “veículo”. DITO (calmamente, do seu jeito gaiato) – Então, sêo guarda, me faz um favô. Dá uma impurradinha no bicho que eu tô sem bateria tomém... Contava o Dito que o guarda, numa boa, empurrou sozinho o tal “cabeça-de-cavalo” Chevrolet. por Rolando Boldrin
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    Rapaz, acho que pegamos sempre da mesma espécie então... Peguei uma corvina de ~7kg esses dias, mas a balança insistia em marcar um pouco menos de 500g. Esses equipamentos de hoje não são muito confiáveis.
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    Obrigado mestre! Esse estava manhoso!! até que ela conseguiu! vlwFraus valeu Mauricio!
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    Que aula Korch, meus parabéns... muito obrigado pelas dicas, um abraço.
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    Não posso negar que estou deixando a desejar, vou voltar a aparecer com regularidade e tentarei relatar como foram as tentativas de pescaria lá para os lados de Ilhabela/São sebastião. Único relato que tenho pronto é o do pimenta de cheiro. Bom demais aquele lugar. Ando desaparecido por aqui, e pelos rios também. Há uma forte tendência em retomar as atividades, lá e cá, pelos próximos dias. Está especialmente difícil, visto que esqueci o banco do caiaque numa praia em Ilhabela, e há alguns dias os remos - de um amigo e o meu - resolveram sair voando da caminhonete dele e não percebemos. Estou só com o caiaque em casa . Esse aí já tem um tempo que apareceu, mas foi um exemplar lindão mesmo, Fraus. Já tem um tempo que não consigo ir neste lugar, estou sofrendo por não ter pescado muito...
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    Se eu não ficasse vendendo minhas carretas seria eu daqui uns 30 anos mostrando raridades como a Venator, Curado, Tatula .....
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    Se esse cachorro, além de lagosta souber buscar cerveja...aí ele não tem preço!!!
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    Korch é o maior catedrático de pira daqui do forum

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