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  1. 12 points
    Saudações camaradas pescadores. O título seria um pouco estranho, afinal não há tigres nas savanas e desertos africanos; porém os deste relato vivem nos rios. Procuro sempre ser oportunista e, no mês passado, aproveitei as férias do trabalho para passar uns dias no Rio Zambeze, na Namíbia. A Namíbia é um país predominantemente árido ou semi-árido, com exceção de algumas áreas no norte e da faixa do Caprivi, no extremo nordeste do país. É na parte oeste do Caprivi que o belo Rio Zambeze passa pelo território namibiano, delimitando parte de sua fronteira com a Zâmbia. Nas águas azuladas do Zambeze, emolduradas por belas praias de areia branca e vegetação típica, vivem hipopótamos, crocodilos, incontáveis aves e outros animais, além de várias espécies de peixes, muitas delas bastante esportivas. Há ciclídeos, como as tilápias ( 3 spot bream, pink bream, green bream, humpback), nembwe, red breast, entre outras; alguns tipos de bagres (barbel) e os tigres; sendo esta última espécie, alvo de pescadores esportivos de várias partes do mundo. Alcançam ótimos tamanhos no Zambeze, só não maiores do que os encontrados no Rio Kongo, mas neste caso trata-se de uma espécie distinta. As praias do Zambeze: Existem várias operações de pesca também na Zâmbia, Zimbábue e Botswana, mas depois de pesquisar, acabei optando pelo Zambeze Mubala Camp (também existe a opção do lodge). Suas instalações são simples, com suítes e espaço para camping, bar e piscina, mas conta com ótimas embarcações e guias, além de staff preparado para atender bem e com segurança (estavam passando por um curso de primeiros socorros quando cheguei). No bar tem uma boa variedade de bebidas e cerveja suficientemente gelada. Por-do-sol africano. Na época, início de dezembro, já havia iniciado o período de chuvas e o nível do rio já começava a subir, mesmo assim havia boas notícias sobre capturas na semana anterior. Meu primeiro guia foi um dos gerentes, Hank Van Blerk, viciado na pesca no Zambeze. Na época em questão, a melhor técnica é o trolling com iscas artificiais. Usamos plugs de barbela média ou grande, entre 10 e 14 centímetros, com um empate de aço flexível de cerca de 15 centímetros e linhas multifilamento bem finas, para ajudar na descida da isca. No caminho havia alguns crocodilos dando boas vindas e uma família de hipopótamos (não fotografei) e, já no primeiro ponto, uma área com profundidade considerável, depois de algumas passadas, engatei meu primeiro tigre. São peixes rápidos e fortes, cuja primeira tomada de linha é realmente excepcional. Muitos saltam algumas vezes, o que não ocorreu na briga com o primeiro exemplar; mesmo assim foi um excelente combate. Os dentuços podem ser facilmente comparados aos nossos dourados, porém com um pouco menos de resistência. Depois de alguns minutos embarcamos e meu primeiro tigre, com pouco mais de quatro quilos e meio. Nada mal para o primeiro! Ainda tivemos tempo de capturar outros exemplares de menor porte e perder algumas ações, o que é bem comum na pesca desta espécie. Na comemoração, bastante chopp gelado no bar e um bom descanso para voltar aos trabalhos no segundo dia. Na terça feira, tivemos alguns peixes na faixa dos 2 a 3kg e outros perdidos. O Hank engatou um belíssimo exemplar de mais de 5 quilos. Os bagres também se mostraram bastante ativos, principalmente depois de uma garoa pela manhã e a pescaria da tarde foi um tanto abreviada em virtude da chuva. Sempre que passávamos por locais rasos tinha ação de bagres. Belíssimo exemplar do Hank. Na quarta feira não teve pesca. Fiz um passeio até as Cataratas Vitória, à jusante, passando por parques nacionais em Botsuana e Zimbábue. Belíssima viagem, com a presença de vários animais. A viagem por si só já valeria, mas as cataratas são realmente impressionantes. Antílope da sable As cataratas são formadas por várias cachoeiras que se desenvolvem por uma extensão de vários quilômetros. Nesta época elas estavam próximas do volume mínimo, deixando à mostra os paredões, alguns deles com mais de 100m de altura. Baobá. No último dia de pesca, o meu guia foi o Kennedi. Nascido e crescido na região, é outro conhecedor de cada ponto do rio. Foi o melhor dia de pesca, até porque pudemos pescar o dia todo. Ao menos umas duas vezes tivemos ação nas duas varas, porém um dos tigres sempre escapou. Bem difícil conseguir um duble desses peixes. Tivemos cerca de 50% de aproveitamento, o que é uma boa média com iscas artificiais. Este exemplar tinha uma coloração bem mais clara, com cauda amarelada ao invés do vermelho, mais comum. E eis que em uma passada em um poço promissor, a vara enverga e segue-se uma intensa e longa tomada de linha. Depois de um belíssimo salto, percebemos que havíamos engatado o troféu da pescaria. Ótima briga, pena que não foi filmada. Seis ou sete saltos, alguns deles ao lado do barco e muita força. Depois de alguns minutos de boa briga e uma rapala destruída, embarcamos o troféu. Seis quilos e pouco! O maior da pescaria e de toda a temporada no lodge. Bom que deixei meu nome no quadro dos troféus do lodge! Deu um pouco de trabalho na hora da soltura, pois principalmente os maiores exemplares se estressam muito. E ainda acabamos ficando um pouco mais do que o usual com o peixe fora d'água. Embora fortes lutadores, são bem sensíveis ao ar livre. Felizmente acabou se recuperando e seguindo seu caminho. Os maiores de seis quilos são considerados troféus. Embora passem dos 10kg no Zambeze, tais tamanhos não são muito comuns, talvez pela pesca predatória, que ainda existe mesmo com a fiscalização das autoridades e empenho das operações de pesca. Chegamos a capturar um bom exemplar com uma rede de pesca enroscada no corpo. Havia até uma linha passando por dentro do corpo, com a carne já cicatrizada em volta. Mas com a participação da população local na atividade, a perspectiva é de contínua melhora na preservação do magnífico Rio Zambeze. Seguem as fotos das iscas que haviam acabado de sair da caixa no começo da pescaria (isso que eram de madeira). Segue o vídeo que editei: Outras dicas: Indispensável a proteção contra o sol: chapéu, mangas compridas e protetor solar. Uma boa máquina fotográfica (que eu não tinha) também ajudaria a eternizar os momentos que pescamos próximos das famílias de hipopótamos (sempre zangados) e o espetáculo das aves, entre pelicanos, gansos, cormorões, águias em plena caça e tantas outras. Equipamento: Utilizamos equipamento leve para o corrico, com varas de ação média rápida na casa das 17 a 25lb, com molinetes shimano abastecidos com linhas multifilamento de 22lb. Plugs de meia água de 10 a 14 cm e empate de aço flexível de 40lb. Quando o nível da água está alto pesca-se mais de rodada com iscas naturais e montagens com dois anzóis. Para os ciclídeos utiliza-se pequenos spiners e plugs no pincho, mas deixei esta modalidade para a próxima. Deve valer a pena, pois não são incomuns as capturas de tilápias com mais de 4kg na área do lodge. Valeu pessoal, até a próxima. Se eu puder pescar mais alguma vez enquanto estiver por aqui, posto outro relato para trocar idéias. Grande abraço.
  2. 12 points
    Olá pessoal devido as várias mensagem que tenho recebido aqui, facebook, whats sobre o Córrego decidi voltar atrás e ajudar quem quer ser ajudado. Primeiro pontos importantes a serem observados: 1º - Pesca não é uma ciência exata. 2.º Isso não é uma receita de bolo, pescaria tem inúmeros fatores que contribuem ou não para seu sucesso, ainda mais no Córrego. 3.º Essa é a minha visão de enxergar o pesqueiro e minha forma de pescar lá, não sei se é correta, errada ou no meio do caminho. Obs Importante: Se vai pela primeira vez, não vá na fissura de pegar os gigantes, nem sempre é possível, Córrego é um pesqueiro complexo que exige muito do pescador, lá pescador preguiçoso sai sapateiro. Quando fui a primeira vez foi exatamente uma época essa, era um feriado de 1.º de maio, fiquei, 2 dias e meio, sem PEGAR NADA, não critiquei o pesqueiro em nenhuma vírgula, pelo contrário voltei de lá determinado a aprender a pescar os redondos que hoje tanto amo, para isso, tive muitas pessoas que me ajudaram e me ajudam até hoje, ainda tenho muito, mas muito a aprender. Então se for e não pegar nada, não desista, sabemos que peixes grandes são mais difíceis de se pescar mesmo, mas ai está a graça da pescaria! Como tem pessoas que nunca foram, então vou tentar detalhar ao máximo possível tudo de lá. Obs importante 2: Não se deixe levar por mitos criados sobre o Córrego como: água podre, seu Natiu vendeu todos os peixes, etc...Córrego tem seus problemas mas não deixa de ser um lugar fantástico lar de grandes gigantes, as vezes as pessoas vão lá e se frustram por não pegar um gigante, ai inventam mil e uma coisa sobre o pesqueiro. HOSPEDAGEM: Apartamentos (Dois quartos com 2 camas cada, banheiro, ar condicionado, TV, frigobar (acomoda até 4 pessoas): - De segunda a quinta: R$ 120,00 (diária) - De sexta a domingo: R$ 160,00 (diária) Obs: Taxa de pesca não inclusa. Quiosque (Quarto com 3 camas, ar condicionado, sem banheiro (acomoda até 3 pessoas): - De segunda a quinta: R$ 90,00 (diária) - De sexta a domingo: R$ 120,00 (diária) Obs: Taxa de pesca não inclusa. Toca (Em alvenaria, sem cama, sem banheiro (acomoda até 3 pessoas) trazer colchão: - Todos os dias: R$ 50,00 (diária) Obs: Taxa de pesca não inclusa. Taxa para montagem de barraca de camping: - Todos os dias: R$ 20,00 (diária) Obs1: Taxa de pesca não inclusa. Obs2: A taxa para montagem de barrada será cobrada mesmo que o cliente esteja hospedado MINHA OPINIÃO: O Córrego sempre foi um lugar rústico e simples, lá não tem luxo, é um lugar onde mais se aproxima de uma pescaria em um rio, e sempre será assim, Seu Natiu (proprietário) não vai fazer grande investimento na estrutura do pesqueiro, arrumar uma coisa ali outra aqui mas sempre vai ser assim, não adianta. RESTAURANTE E COMIDA Eu almocei poucas vezes lá, todas as vezes que almocei a comida estava boa. Restaurante fica aberto as 7:30 hs até as 20:00 horas Domingo é único dia com self service Café da manhã todos os dias a partir das 8:00 horas (12 reais) Pode fazer Churrasco qualquer hora e não é cobrado taxa por isso Não pode levar bebidas Aceita cartão de crédito TAXA DE PESCA 60 reais 24hs, 30 reais por 12 horas Entrada e saída do pesqueiro é 24 horas só avisar antes. LAGO E com certeza o lago mais sinistro de pesqueiro que conheço, lar de muitos peixes gigantes: Tambacus acima 45kg Tambaqui acima 45kg Pirarara acima de 40kg Pirarucu acima de 70kg Além de dourados, pintados, traíras, tilápias, capa cabeçuda (tem umas gigantescas) e muito outros peixes MEDIDAS DO LAGO PONTOS MAIS RELEVANTES DO PESQUEIRO LUGARES, ISCAS E MONTAGENS Bom aqui vou dar minha opinião e formas que eu uso, e que alguns amigos meus usam também, lembrando novamente que isso não é uma regra, uma receita de bolo, e sim algumas coisa que usei e deram certo. Pra mim o Córrego não existe lugar ruim, e sim montagens e iscas diferentes, quanto as iscas lá tem que se levar o possível lá nunca se sabe no que entra os peixes, mas vou dar umas dicas das mais usadas. Aterro: Meu lugar preferido de pescar principalmente os tambas, mas é muito bom para Pirarara, principalmente a noite, ali você pesca quase no meio do lago, tem bastante espaço e bom para tirar os peixes, bom para arremessar também, único ponto negativo é o sol na cabeça o dia inteiro e se chover também não tem onde se abrigar. Barzinho e Quiosque na frente do Restaurante (lugares mais disputados) mais eu não curto (questão minha pessoal) lugares bom para qualquer peixe, ali você pesca bem no meio do lago. Fundão de qualquer lado: (depois do aterro, lugar que mais gosto de pescar) Lugar mais ruim de ficar em termos de "conforto", por ser a parte mais rasa, pois bastante estrutura, raízes de árvores, taboas e muitas outras estruturas. Aqui os peixes pegam é correm para os enrosco, então tem que trabalhar eles mais na resistência e se puder deixar o barco até meio próximo. A vantagem é que quando sai é peixe grande. Esses são os pontos principais, o restante são quase no meio do lago então vale a mesma coisa para o barzinho e o quiosque da frente do restaurante. ISCAS Tambas, Pão, Sebo, Pintinho, Lesma, Tripa de frango (essa deu uma parada), Canudo de doce de leite, ração na pinga, P40, Deli Dog. (eu tenho pescado basicamente com pintinho, Sebo, lesma e pão e canudo) Pirararas: Pintinho, Canudo de Doce de Leite, Cabeça de tilápia, tilapinha viva, Guelrra, Ovo Cozido, Minhocuçu (eu tenho pescado com Pintinho, Canudo e Cabeça de tilápia pequena) Pirarucus: Tilapinha viva e Lambari (aqui entra pira e verdão também). Tambas: Pescar de fundo no meio do lago sempre é uma alternativa quando está parado, então manter uma vara de fundo é sempre uma boa opção. Torpedo com chicote variando de 1 metro a 50cm, com lesma, cabeça de pintinho, tripa de frango Torpedo com chicote de 1 metro à 1 metro e meio, com pintinho boiando (corte a cabeça e os pés), ou com sebo boiando ou pão boiando. Cevadeira (sim estão subindo bem na cevadeira) das 5:30 da manhã até umas 8:30 horas se tiver sol, e no fim da tarde depois das 17:00 horas, sistema com chicote de uns 2 metros com boinha guia variando a altura de um palmo a dois palmos (pode usar como isca, ração na pinga de preferência a grande de 14mm ou 16mm - evita um pouco as tilapinhas, ração P40, ou Deli Dog, ou miçangas de preferência a miçangas grande de 14mm (miçanga natalina dá bons resultados). Canudo de doce de leite de fundo no meio do lago, (entra somente os tambas menores até uns 15kg, mas é uma boa brincadeira) de noite no aterro no canudo vc pega tamba a noite inteira é absurdo. Piras: Com as iscas que falei pescar de fundo ou mesmo na boia (aconselho mais de fundo, principalmente durante o dia), arremessando durante o dia mais longe da margem, tipo uns 15 mts ou no meio do lago, durante a noite pode várias com vara bem na margem ou uns 15 mts dela. Obs: Para pescar na margem é melhor que não tenham lanternas e luzes ligadas na beira do lago, evite isso, quanto mais breu tiver melhor, bem como se estiver muita gente andando e falando na beira do lago, próximo onde você está. Pirarucu: Arremessar na frente dele quando ele sai para respirar com chicote de uns 50cm com lambari ou tilapinha viva! Dica: Pescar durante a noite próximos aos areadores é uma boa, os peixes ficam muito perto deles. Aterro: Próximo aos 2 coqueiros durante a noite bom de pira. Aterro próximo aos areadores bom de pira a noite e tamba Bagaceira bom de pira a noite (sempre sai uma grande lá) Na saída de água bom de Pira Próximo ao quiosque numero 2 (cano onde sai os restos dos peixes que não limpados muito bom), porém é muita gente andado ali e muita luz, mas com pesqueiro vazio é muito bom EQUIPAMENTOS Aqui não mencionarei nada sobre o que usar, ai é gosto pessoal de cada um e o modo de pescar de cada, em fim tem muitas variações e questões de gosto, então vou colocar o que EU e meu irmão usamos Tambas Cevadeira: Vara Reflexions 2.70m >>> Cevadeira GG>>>>> boinha lambari n.º 3>>>>>> Anzol Chinu 7 ou Wide Gap 1/0 ou 2/0 (migança grande e ração grande de 14 à 16mm) Torpedo: Vara Maruri Sucuri 2.70m>>>>>Torpedo de 75 ou 100 gramas (dependo do tamanho da isca)>>> chumbo poita sempre>>>>>Anzol para isca natural Chinu 9 ou Wide Gap 3/0 Carretilhas, Venator, Contender BG e Curado 300 Lider / chicote: Na cevadeira linha monofilamente Vexter 0.47mm, para torpedo Fluor Carbono Vexter 0.42mm Piras Vara Lumis Falcon 50 lbs Vara Maruri Savara 30-60lbs Vara Sumax Vitoria Cast 20-40lbs Titan BG com linha 0.50 monofilamento platinum PENN 321 GTI com Linha 0.70 Max Face. Lider Fluor Cabono Vexter 0.70mm e .50mm Uma Carretilha Perfil Redondo que nem lembro a marca (do meu irmão), mas muito boa, pelo menos até agora Em fim, não sei se lembrei de tudo, conforme for lembrando vou colocando aqui, espero que seja útil para quem quer conhecer essa paraíso! Boas pescarias e se vemos lá!
  3. 12 points
    Meu irmão já a alguns meses não ia ao Córrego devido estar trabalhando todos os finais de semana, e neste sábado eles não iriam trabalhar então mesmo com a previsão de tempo complicado fomos até glicério! Pescaria difícil, muita chuva, muito vento, e muito frio, de madrugada estava de bater os queixos, coisa absurda. Mas para nossa felicidade, um peixe que até então para nós era novidade, resolveu aparecer. Peixe lindo, de uma estrutura fenomenal, uma obra prima da natureza. Material utilizado: Vara Reflexions 2.70, Carretilha Venator, LInha Super Bass 0.37 Isca: Deli Dog, na cevadeira no palminho
  4. 11 points
    Domingo fui almoçar na casa do sogra da minha cunhada (meio confuso né?)... Lá de cima da casa deu pra ver que tinha lá embaixo um lago quase 100% coberto de vegetação e um outro menor perdido no meio do mato, mas não coberto por aguapé. Eu como sempre tenho umas "tralhinhas" no carro perguntei se tinha peixe e meu cunhado falou que tinha umas carpinhas no coberto e no outro traíras, carás e lambaris... Por estar com os pequenos e esposa resolvi só arriscar no lago coberto... O resultado está parcialmente aí nas fotos (foram muitas, e muitas e muitas)... Diversão para meus mini-pescadores! Que puderem pegar peixes de bom tamanho e soltar ali mesmo! Na próxima eu tento no outro lago!!!!
  5. 10 points
    Tucunarés e Trairões na Pousada Rio Suiá-Miçu Com fotos de Domingos Fiorante Bomediano (Bome), Mario Bomediano e Mario Bomediano Júnior A determinado momento, mais ou menos mil e trezentos quilômetros desde nossa partida, já se podia avistar, ainda lá no longínquo horizonte o peculiar promontório que àquela altura da viagem buscávamos avistar. Ainda longe demais para demonstrar sua real grandeza, já resultava capaz de promover alegria nos corações de quem conhece e admira aquelas paragens. No entanto, algum tempo mais tarde, já desafiando o céu, bem acima do trecho de estrada onde estávamos, revelava-se de forma esplendorosa o ponto mais conhecido e, talvez o mais bonito também, da fabulosa Serra do Roncador. A Serra do Roncador vista desde a estrada Das vezes que viajamos para pescar na emblemática região do Xingu, este foi o ponto eleito como “marco” para a jornada. Primeiro, por sua inconfundível e incomparável beleza, para em seguida, proporcionar a deliciosa percepção de estarmos mais que a meio caminho do destino, não sem deixar evidente que a partir dali tudo passaria a vir diferente do que estamos acostumados no dia a dia das grandes cidades. Foi então que com muita alegria e expectativa, ultrapassamos aquele trecho da estrada que remonta à Grande Aventura demarcada pelos formidáveis Irmãos Villas Boas, iniciando-se na década de quarenta, estendendo-se pela década de cinquenta e, em continuação, resultar na criação, em 1961, do Parque Nacional do Xingu, que fica vizinho ao local onde íamos pescar. Com isso, cada quilômetro conquistado levava-nos para mais perto, em direção a uma pousada cravada no meio da mata amazônica, no Município de Querência, Estado do Mato Grosso, num trecho bastante preservado e intocado de mata ao lado da Reserva do parque. A Chegada Após sairmos de Querência, passamos por uma estrada de terra batida de cerca de 170 Km, cuja parte inicial é sempre uma larga estrada margeando imensas áreas de plantações, sempre ao lado de imensas áreas de reserva legal de mata, com muitas emas a pastar, até se chegar a um ponto em que se adentra um estreito trecho final, de cerca de 20 Km, totalmente dentro da mata. Algo bastante peculiar e de beleza indescritível! A larga estrada de terra, enquanto adentra as fazendas e atravessa a mata de reserva entre elas Abaixo, o contraste entre as planícies aradas e a mata de reserva à esquerda e ao fundo, no longínquo horizonte No final do trecho, em uma clareira na margem do lendário Rio Suiá-Miçu, revela-se a Pousada Rio Suiá-Miçu, um empreendimento arrojado resultante do sonho de um mineiro muito dedicado, Euler Vieira, que não mede esforços no sentido de proporcionar uma jornada inesquecível para seus clientes e amigos. Recebidos pelo amigo e, depois de prazerosa conversa, fomos direcionados para o apartamento, recebendo a atenção de todos e orientados de como tudo ali funciona, deixando clara a preocupação em bem atender. Nossa jornada começaria no dia seguinte, de sorte que o resto do dia foi dedicado a preparar o material conforme as prévias orientações do guia Edem Rocha, muito bom e atencioso. Nos dias em que lá estivemos desfrutamos de estadia em um lugar muito especial, ademais de desfrutar também de farta pesca e é sobre isso que passamos a relatar, para no final mostrar a pousada e suas acomodações. A equipe Bomediano Mario Mario Júnior O Local e Suas Particularidades Afluente do Rio Xingu, o Rio Suiá-Miçu segue o padrão do caudal maior para o qual contribui, parecendo manter as mesmas características quanto ao bioma a que pertencem. Contudo, a região da pousada, percebe-se bastante preservada, quando então a mata ciliar não se restringe a metros mas sim a quilômetros de extensão (vide vídeo de imagens aéreas), vez que de ciliar passa a extensa mata a partir das margens. Há variações de mata alta para cerradão, conforme o trecho de rio, mas ao menos até a parte mais acima, do Rio Paranaíba, que está a mais de 50 quilômetros, não há presença de fazendas ou desmatamentos. Nesta parte, nota-se que já houve exploração de madeira no passado, mas a mata segue lá e parece estar revigorada. O amanhecer é sempre muito bonito, deixando saudades Abaixo, uma paisagem no Rio Paranaíba e mais abaixo um lago de lá. Neste lago acertamos muitos e bons tucunarés logo na entrada Por outro lado, descendo o rio a partir da pousada, torna-se ainda mais preservado, vez que por aí se vai ao Parque Nacional do Xingu e a primeira aldeia que se encontra é a dos formidáveis Índios Suiá. Estes, em razão da proximidade e da boa acolhida na pousada, lá comparecem diariamente para vender artesanato. A pesca vai permitida até determinado ponto, bem antes da aldeia, que deve ser respeitado e jamais ultrapassado. Obviamente que por lá há muito de flora e fauna! A primeira se desnuda nas margens demonstrando seu frescor, beleza e perfumes. Já no caso da fauna, em razão da enorme área de mata muito densa, os animais pouco se deixam avistar, sendo que os mais presentes são sempre os jacarés e uma miríade de aves, com destaque para o “capitão-do-mato” e seu alto pio característico. À exceção de capivaras, bastante mais difíceis são os mamíferos, mas alguma que outra coisa mais rara sempre se deixa ver, apesar de nunca conseguir fotografar em razão da esperteza deles, mas a prova está lá, nas margens, na forma das diversas pegadas, tanto pequenas quanto de maior porte. Assim, ainda tivemos a sorte de avistar um casal de raposinhas do campo e um pequeno veado-catingueiro. Os jacarés buscam insistentemente atacar as iscas de superfície Os Peixes e as Possibilidades de Captura Conforme a Época do Ano A pousada é bastante conhecida pelos seus trairões, mas o Rio Suiá Miçu é pródigo em espécies, sendo morada não só de trairões amazônicos, mas também de tucunarés, cachorras-largas, cachorras-facão, cachorras-gato, matrinxãs e bicudas entre os de escama e, de pirararas, cacharas, barbados e palmitos entre as espécies de couro. Todas estas espécies rendem brigas memoráveis! A espécie de tucunaré presente é a Cichla melaniae, muito bonita, esportiva e abundante e os peixes se deixam capturar muito próximos à pousada, o que torna a jornada bastante prazerosa, mas o que impressiona mesmo é a maciça presença de trairões amazônicos (Hoplias aimara), quando até mesmo às portas da pousada é possível capturar grandes exemplares. A disponibilidade de algumas espécies varia na medida em que varia o nível das águas, de sorte que com o rio cheio, maiores serão as chances de capturas de peixes de couro e também de matrinxãs. Os tucunarés, sobretudo os grandes, estarão mais fáceis de se capturar quando se estabelecem condições de se adentrar lagoas marginais somente acessíveis com o nível de água mais alto. Contudo, a exemplo dos trairões é uma espécie disponível em todo o rio durante o ano todo. Lá estivemos em final de temporada, no mês de setembro, com o rio já sem acesso às lagoas marginais, mas pudemos empreender espantosa jornada com muitas capturas de trairões e tucunarés. Assim, em razão de estes dois peixes estarem muito ativos na época, centramos nossas ações neles. A Jornada Mesmo estando em três pescadores no barco, ainda assim, obtivemos muitas capturas de tucunarés por pescador, o que denuncia uma ótima semana de pesca. Diariamente se capturavam dezenas de peixes desta espécie por pescador, mas segundo o guia, a época desfavorecia a presença de peixes de grande porte. Até onde sabemos, a espécie melaniae, não é mesmo de atingir grande porte, mas supera facilmente os 50 cm de comprimento, bem como, pode superar 4 Kg de peso, mas na nossa semana nem mesmo os demais pescadores conseguiram ultrapassar os 3 Kg. Coisas da época, com certeza! No nosso barco os maiores exemplares capturados na semana ficaram na faixa de 2,5 Kg, o que já nos rendeu grande alegria. O mesmo peixe mais de perto: Quanto aos trairões, houve variações na oferta conforme o dia e condições, havendo dias fartura de peixes menores, variando de 2 Kg a 3 Kg. Contudo, peixes acima de 4 Kg saíram poucos por dia, mas nunca deixaram de comparecer. Nossos maiores ficaram em torno de 6 Kg, alguns um pouco mais, outros pouco menos, muito embora durante nossa estada, outras equipes que também lá estavam, tenham obtido capturas de peixes acima de 10 Kg. Os trairões não são difíceis de se encontrar, bastando insistir em pontos onde hajam pedras ou troncos nas margens do rio. Sua forma de ataque às iscas é bastante instigadora, vez que no caso de artificiais, vêm por baixo, de boca aberta para abocanhar a isca, de sorte que quando não erram, já no primeiro instante o pescador é brindado com um belo salto, para, em seguida, ser requisitado na maestria para manter o peixe na linha e resultar com uma bela foto. Que bocarra, eh! O mesmo peixe: Mais duas do mesmo peixe: Já pesquei trairões, mas confesso que nesta quantidade e qualidade, jamais! Foi sensacional! Havia a possibilidade de pesca de peixes de couro, apesar do baixo nível das águas, quando este tipo de pesca vem um pouco prejudicado por lá, de sorte que preferimos descartar, mas quem se dedicou a esta modalidade também obteve sucesso. Houve até a captura de uma pirarara de 17 Kg no próprio tablado de embarque e desembarque dos barcos da pousada, onde acaba sendo uma ceva municiada diariamente. Segundo apuramos isso é comum por lá. Outros peixes sobrevieram de forma inesperada, vez que nossa meta não eram eles, mas estando em um local de alta piscosidade, com provocantes iscas na água, sempre resulta alguma captura, mas foram poucas as capturas dignas de fotos. Diariamente se decidia se íamos mais longe ou não, conforme a disponibilidade de peixes, de maneira que em dois dias resolvemos não retornar à pousada para almoçar, quando então o guia levou boa carne para um churrasco na barranca do rio. Já existem pontos nas margens em que os guias já deixam meios para se acender um fogo. Esteve muito bom! Os dias de churrascos na barranca A Formidável Pousada Rio Suiá-Miçu Uma vez estando em um local tão ermo e afastado, resta esperar que um empreendimento do ramo nos atenda de maneira a trazer-nos sucesso na jornada, bem como tenha meios de poder propiciar o conforto ao pescador para a devida recuperação das energias ao final do “duro” dia de “trabalho”. A Pousada está em um local privilegiado! Única no local, com quilômetros de separação da civilização, um rio maravilhoso, com muita mata ciliar e de entorno, algo bastante valioso a dias de hoje. Com estas características, se poderia pensar em grande dificuldades para acessar o local, mas ao contrário, é até relativamente fácil, desde que se observe com atenção o mapa fornecido pela pousada. A forma de tarifa é “All-inclusive”, quando então, uma vez adquirido o pacote de pesca, tudo o que ali se vai consumir já está cobrado, seja em termos de alimentação e bebidas, seja em termos de serviços de guia, barco, gasolina e iscas. Porém há exceções, como é o caso de bebidas destiladas e serviços de lavanderia para artigos pessoais. O formato da pousada é com 12 quartos rodeando o grande quiosque central e a piscina. Os quartos são equipados com aparelhos de ar-condicionado, geladeira e banheiro com chuveiro de água quente. Em todos os quartos, bem como na área da pousada funciona rede wi-fi, algo muito requisitado nos dias atuais e que foi bastante útil , pois nos dias em que lá ficamos sempre pudemos contatar a Família, sem problemas de comunicação. Uma visão aérea da pousada (vídeo fornecido por Euler) e, mais abaixo, algumas fotos Além do restaurante, rigorosamente limpo e totalmente envidraçado, conta também com um quiosque central onde os pescadores podem reunir-se à noite, antes ou depois do jantar, para aquele bate-papo, contando e conferindo as conquistas do dia, bem como aproveitar para jogar baralho, tomando uma água, um refrigerante ou uma cerveja, sempre muito à vontade. No final das jornadas diárias, ia uma "branquinha" pra balancear um pouco a adrenalina. Na verdade assaltamos a garrafa particular do Euler! Os Guias e os Barcos A pousada conta com bons barcos de pesca, bem equipados com motores de popa e motores elétricos, conduzidos por guias treinados para bom atendimento. Nós fomos atendidos pelo ótimo guia Edem Rocha, caboclo bom, muito educado e bastante conhecedor das características de pesca da região, o que contribuiu bastante para o sucesso de nossa jornada! Impressões Finais e Agradecimentos Por fim, destacar nossa impressão sobre o empreendimento e o local onde pescamos, para deixar gravado que vale a pena ir pra lá, seja pela pesca, meta principal, seja pelo turismo, seja pela oportunidade de conhecer um rio maravilhoso, que teve grande importância na história da conquista do oeste em nosso país, seja pela chance de conhecer um pedaço de mata ainda bastante preservada. Agradecemos muito ao idealizador do arrojado projeto, Euler Vieira, nosso anfitrião, que cuida de tudo como um maestro, agradecendo também à sua formidável equipe, sempre atenta à menor de nossas necessidades. Foi tão bom que logo lá estaremos de volta, com certeza! Acesse a página web da pousada: http://www.suiamicu.com/website/ Equipamentos Adequados Varas Para os tucunarés: Varas de 5,6 a 6,0 pés de comprimento, de ação rápida, ou médio para rápida, para linhas de 8 a 14 libras ou um pouco mais fortes, de 10 a 17 libras. Para os trairões: A mesma vara de 10 a 17 libras, podendo uma um pouco mais forte, de 12 a 20 libras, sobretudo para o caso de uso de isca natural Iscas Artificiais, tanto para os tucunarés quanto para os trairões: À não ser no caso dos trairões que, em se tratando de artificiais, somente entraram em iscas de superfície, para os tucunarés não houve destaque para uma isca em especial, de maneira que funcionaram muito bem, iscas de superfícies de diversas marcas e modelos, de tamanho máximo de 12 cm, alternando-se com iscas de meia-água e de sub-superfície. Embora tenhamos utilizado mais as iscas de cerca de 9 cm, houve momentos em que a diminuição do tamanho foi fundamental para o sucesso. Inclusive, um dos maiores tucunarés saiu justamente numa curisco de 7 cm. Deixamos de usar jig-heads, mas com certeza funcionam de mesmo modo! Alternando Iscas Entre Artificiais e Naturais para o Caso dos Trairões: Nossa intenção foi de focar apenas nas iscas artificiais, o que foi feito com os tucunarés, que estavam bastante ativos, resultando em muitas capturas de peixes variados em tamanhos e cores. Mas no caso dos trairões acabamos por decidir em alternar entre iscas artificiais e naturais, vez que só nas artificiais, ao menos naquela semana, poucas ações resultavam e, quando resultavam, erravam muito as iscas de superfície. Por outro lado, simplesmente ignoravam as de meia-água, razão pela qual decidimos alternar, muito justificadamente, entre artificiais e naturais. Equipamento de recolhimento: As carretilhas e molinetes, conforme preferência do pescador precisam estar de acordo com as varas e iscas com as quais trabalham em conjunto. Precisam ter capacidade de recolhimento rápido de linha quando se usam algumas iscas de superfície, de mesmo modo que precisam ser capazes de suportar as corridas dos grandes trairões, razão pela qual não se deve descuidar deste detalhe. Linhas: As melhores linhas para este tipo de pesca são as de multifilamento, devendo ser de resistência de no mínimo 20 libras para os tucunarés não precisando ultrapassar 40 libras de teste para o caso dos trairões. Usando linhas dentro destes parâmetros não tivemos perdas! Se, contudo o pescador sentir-se inseguro, pode levar linha de 50 libras. Nota do autor: Diante de natural dificuldade para se descobrir a forma correta da grafia da palavra miçu, miçú, ou missu, ou ainda, missú, chegamos à conclusão de que a forma mais adequada seria “missú”, muito embora a grafia “miçu” venha aqui adotada por percebê-la no nome fantasia da pousada.
  6. 10 points
    Amigos, bom dia, após diversos relatos e recomendações, fomos conhecer o magnifico Rio manso-MT. Rio Manso, nasce na chapada do Guimarães, tem em seu trajeto uma UHE do Rio Manso. Deságua suas águas no Rio Cuiaba, próximo a cidade de mesmo nome. Tem águas limpas, com infinitas corredeiras, impressionante, é uma corredeira atras da outra. Em suas águas habitam pacus, pintados, jaus(algumas fotos de gigantes), piraputangas, curimbas, piaus e as estrelas, os dourados. A quantidade de corimbas e lambaris é absurda parecem enxame de abelha, e são caçados o tempo inteiro pelo rei do Rio. A pescaria ocorre da barragem do rio para baixo, o rio é uma pintura, água limpa, pedras, corredeiras, bancos de algas. Show... Acredito, na minha opinião, ser este o melhor rio no Brasil para pratica da pesca do dourado tanto no fly quanto no baitcasting, pela condição do rio e transparencia. A pesca com isca natural é pouco efetiva e utilizada, pois o rio em sua maioria é raso. Problema que é um rio pequeno, podendo rapidamente ser destruído pelo homem. Bom que no local o dourado é protegido, falta só fiscalização. Tudo começa nos preparativos Aguardando a partida de Viracopos para Cuiaba Nesta jornada fui acompanhado por meus dois bons amigos Enio Felipe e Akira Sam. Chegando ao Aeroporto em Cuiaba Distante 90km da capital Cuiaba, as 22horas da quinta feira estava, o agora amigo e proprietário da pousada Rio Manso, esperando no Aeroporto. Viagem tranquila, comecinho da madrugada já estávamos instalados e equipamentos montados. O belo Rio manso Sexta feira, acordamos 5:30, quase sem dormir, cafe da manha farto e bora pescar. Subimos até a corredeira do Caixão. Fugindo da regra, de que lá só pega na meia água, comecei batendo um poper, dez minutos vem uma onda gigante atras da isca, mas ele erra, tive uma 20 açoes no poper nos três dias, mas só em uma fisgou, erra muito pela forma de ataque. Nesta manha o parceiro fisgou um dourado de uns 10kgs, mas que na briga escapou. Saldo do dia, 20 peixes fisgados, 4 embarcados, escapa muito fácil durante o pulo, sem contar os que seguem a isca e desistem... Voltando na pousada peixe frito e para minha alegria cerveja de garrafa e a -6ºc, tomei todas... E mais algumas. Vida dura: Sábado subimos até a proximo a barragem, nosso melhor dia, ação o dia inteiro, muitos embarcados, mais ainda os que escaparam. Parceiro embarca um de 8kgs. Lá pelas 16horas, passamos por uma corredeira com um banco de alga gigante, como era difícil pescar com meia água, jogo meu poper e venho ao estilo pesca em alto mar, passado o banco de alga, tinha uma cabeça de pedra, uma lembrança por uma vida, sobe um gigante, sai inteiro, passa dos 10kgs, de tão amarelo era quase vermelho, e este acerta o poper, começa briga, nem pula de tão gde, só coloca a cabeça de fora e chacoalha. Tento segurar a corrida pois tinha muita pedra, e vem a tristeza, todas garateias se abrem, vontade de chorar. Mas tudo bem, vira historia. E tome cachaça na pousada. Amigo Enio acertou um belo neste dia a UHE: Afogar a magoa do peixe perdido: Terceiro e ultimo dia, foi nosso dia mais fraco de ações, descemos o rio, incrível quantidade de corredeiras rio abaixo, uma atras da outra. Menos ações mas a diversão a mesma, nenhum monstro, mas dourados sempre dando as caras, perdi muito peixe neste dia... Mas como importante é a natureza, a cerveja gelada, os amigos, o peixe é um mero detalhe. Esse era grande parceiro... Os amigos do fly: Chegamos com um belo pacu na brasa e mais cerveja de garrafa. Algumas imagens do parceiro Enio: A pousada sem comentários, muito top, bons quartos, comida farta e deliciosa, muita cerveja, e o Dono o Julivan, não mede esforços para tornara a pescaria perfeita. Valeu meu amigo, logo voltaremos. Pousada Rio Manso-Recomendadíssimo, fica claro que não ganho nem um centavo para fazer propaganda, nem desconto eu peço, falo bem porque gostei. Contato: https://www.facebook.com/pedacinsuceu/?fref=ts http://www.pousadariomanso.com.br/ 065-984724003 Os guias são muito bons e muito conscientes, sabem da importância do dourado vivo, não deixam matar nada. Teve uma hora que peguei uma piraputanga, e o guia falou que estava com vontade de comer uma, ofereci que levasse para a família dele, com educação, me agradeceu, mas disse "não, este peixe foi pego no meu trabalho, e merece continuar vivo, se no meu lazer eu pegar uma, eu mato minha vontade, essa vai para vida..." Impressionante, caixinha dobrada... Material utilizado: -Vara Saint Croix SC III 17lbs- 5'7" by Waka -Vara F1 20lbs 5'7" by Waka -Vara Enzo II 20lbs 5'6" -Linha- multi PP 40lbs -Leader 50lbs fluorcarbono -Snap capella G -Iscas mais Utilizadas-Disparado a PapaBlack, outras poper Vulcan 10cm, Bora 9,5 Pesque e solte sempre Agradeço a Deus por mais esta jornada, e principalmente a família que me acompanha sempre. Abs Carlos Dini "Esperando as águas do Rio Negro baixarem"
  7. 10 points
    Olá, meu nome é Guilherme michelin moro no Japão já faz alguns anos e hoje vou falar sobre um estilo de pesca que alguns vão estranhar, que é pescar namazu com artificial a noite! Deixando bem claro que eu vou escrever em base com a minha experiência pessoal, então talvez eu possa estar errado em alguns pontos, mas enfim vamos ao que interessa. Namazu é um catfish que vive em rios, lagos e canais de água salobra, chegam a medir em torno de 1m onde raramente passam em CM disso, seu hábito alimentar é parecido com o dos peixes de couro do Brasil. Sua pesca é sempre nas noites quentes de verão com iscas top Water (também é possível pescar de dia com minnow, mas é bem mais difícil ) quase sempre nas margens, no meio só se o lugar for raso com bastante pedra ou enroscos, lugares com água parada ou com pouca correnteza e bastante barrenta são mais propensas a pesca. A isca que eu uso é a Smith catapy, um verme próprio para pesca de namazu  A melhor cor é a rosa com costas glow Detalhe: o olho é um buraquinho que quando a isca trabalha ela balança para os lados e faz um POP! O namazu é um peixe bem desconfiado, então quando a isca toca na água você deve imediatamente começar a recolher! Se demorar muito ele não vai morder, um detalhe importante é que eles NUNCA atacam duas vezes, você só tem uma chance de pegar, se não engatar pode ir embora. Lembrando que o namazu é um peixe territorial e essa é uma pescaria que exige bastante do físico da pessoa, eu mesmo ando cerca de 6km por pesca! Sobre os equipamentos vc deve usar varas de média ação de 12lb a 20lb, dou preferência para carretilha por causa da precisão, mas atualmente uso um molinete. Molinete caldia 2508 com 100m de linha mono de 12lb da gt-r, importante sempre usar linha mono já que as chances de vc cruzar com um galho ou arremessar no mato são grandes (linhas multifilamento desfia) com o tempo vc aprende a calcular os arremessos com pouca visão, usando o mínimo da lanterna para acostumar os olhos, nunca iluminando a água!  Lembrando que aqui é Japão, tudo limpo e nivelado e o mais importante...SEGURO! A adrenalina é muito grande pois quando eles atacam fazem um barulho bem alto ao abrir a boca, e você não enxerga quase nada do que está acontecendo, é uma sensação até perigosa para quem tem um coração fraco! Espero que vocês tenham gostado e se tiverem alguma dúvida é só perguntar.
  8. 10 points
    Chique parceiros!!!!. Dessa vez nossa jornada foi no pesqueiro Bem Ti Vi em Piracicaba , fomos Eu o Mago (Claudio Moreira ) e o Alexandre aqui do fórum (ainda sem apelido , por enquanto). Lugar bem familiar , para se ter uma ideia em pleno Sabadão pescamos nós três sozinhos o dia todo no lago. Apesar do frio e água muito , mais muiiito gelada , saíram muitos exemplares de tilápias e piau , que fizeram nossa alegria , principalmente da forma que pescamos , Fly e varinhas lisas . Um dia de ótimo convívio e muitas risadas ( vou deixar para o parceiros fazerem a descrição correta dos fatos ). Bom chega de chorumelas e vamos as fotos. Os Peixes A briga boa... E o desastre hehehehehe E foi assim , espero que gostem e até a próxima......
  9. 10 points
    Já vinha um bom tempo sem ir pescar na represa de Santa Branca em razão de que a descida de barco lá vinha bastante complicada, vez que o nível da represa tinha baixado demasiado, mas depois de ter ido lá verificar na semana passada, resolvemos arriscar. Mesmo com uma nova queda no nível que não chegou ao ponto de inviabilizar a descida, seguimos em frente. No entanto, apesar de navegar quase todo o trajeto da represa, poucos peixes se apresentaram, mas como pescar é algo maravilhoso, em nada maculou a jornada. Sacamos oito peixes, sendo quatro cada um, o que até já não foi tão ruim, vez que só pescamos na parte da tarde. Nicolas sacou o maior, mas mesmo este não era dos maiores. Contudo, foi um dia de maravilha, sobretudo por poder voltar a pescar naquela represa, o que deve perdurar por muito pouco tempo, vez que o nível está a baixar de novo. Algumas fotos, nem sempre com a qualidade esperada, mas que servirão para ilustrar o dia de pesca que tivemos. Este último peixe andou sangrando um pouco, pelo que editei a foto. Bem, foi isso aí! Espero que gostem, porque eu gostei, uai!
  10. 9 points
    NOVA JORNADA NO FABULOSO SUIÁ-MIÇU Uma de boas coisas na vida é poder repetir algo que fizemos no passado com o mesmo sucesso. E assim foi com esta jornada na Pousada Suiá-Miçu, de nosso amigo Euler Vieira! Quando lá estivemos no ano passado em nossa primeira jornada, acertamos muito bem com os trairões e tucunarés, de sorte a resultar uma de nossas melhores jornadas enquanto pescadores, até porque a meta era justamente isso. Como tudo foi uma grande novidade, quisera parecer que talvez estivéssemos em uma semana de sorte e de abundância de peixes, mas nas conversas com o pessoal de lá, bem como, com os guias da pousada, soubemos que não havia nada de excepcional, senão a própria verdade: o local é mesmo muito bom de peixe! Então, nada melhor que repetir para conferir e foi o que fizemos! Estivemos novamente naquele lugar sensacional, tanto de beleza natural, quanto de pesca. Não foi possível uma jornada em época diferente daquela do ano passado por conta de compromissos, de maneira que, se no ano passado lá estivemos na penúltima semana de atividades, neste ano estivemos na última. Havia meses que não chovia por lá e, agora, no dia em que lá chegamos a temporada de “inverno” já se anunciava com as primeiras chuvas, inclusive com árvores caídas fechando a estreita estrada de terra logo mais próximo da pousada. Sorte que o pessoal de lá fica atento quando estão para receber pescadores e já ficam preparados para qualquer eventualidade de ter de limpar a estrada, permitindo a passagem. As estradas para se chegar à pousada são simplesmente espetaculares! Primeiro, um estradão, para depois afunilar-se e restar apenas uma maravilhosa estradinha mata adentro. Portanto, era de se esperar que a qualquer momento a chuva viria. E veio, não só no dia em que chegamos como também nos dias seguintes, mas apenas para amenizar o calor e ajudar a Natureza em seu processo de renovação, sem atrapalhar a jornada de pesca. Contudo, em poucos dias a pesca viria a se tornar impraticável, razão pela qual a formidável pousada só funciona de maio a setembro de cada ano, permanecendo fechada nos demais meses. De novo naquele lugar, era também de se imaginar que as coisas viriam a ser muito iguais e parecidas, mas na verdade, ali não há dia igual a outro, porque são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo ao redor do pescador. São belíssimas manifestações da Natureza a ponto de, em algum momento se ouvir grande estardalhaço na água para se perceber um grande cardume de tucunarés, bicudas e cachorras batendo firme sobre espécies menores, enquanto que em outro momento se ouvir barulho ainda maior para perceber então que um jacaré andou aprontando alguma nas cercanias. Mesmo quando a água está aparentemente calma se percebem pequenos peixes praticamente “voando” sobre a superfície para fugir dos ataques de peixes maiores, ou até mesmo de nossas iscas. Enquanto isso, araras, capitães-do-mato e outras aves estão sempre a nos agraciar com seu canto e harmonia. Quando se pensa que isso tudo possa entender-se esgotado, ainda sobrevém o importante detalhe de que às vezes é preciso “garimpar” estas manifestações da Natureza, para incluir não só o que se apresenta sob a forma de sons e imagens, mas também o que vem sob a forma de perfumes, sensações e também ocorrências somente perceptíveis pelo pescador mais atento, como foi o caso de percebermos a silenciosa travessia de uma anta em uma baía! Este é o coroamento da definição do que vem a ser a arte de pescar, que muito antes disso já começa em casa, no processo de escolha e arrumação da tralha, manutenção nos equipamentos, carregamento de linhas cuidadosamente escolhidas, eleição das iscas artificiais que estarão mais à frente, sem deixar em reserva aquelas relegadas a segundo plano, pois muitas vezes elas serão as verdadeiras protagonistas nas capturas, passando também pelo planejamento das estratégias que serão empregadas nas jornadas e mais alguns pequenos detalhes que ajudam a completar este prazeroso processo. Embora o rio ofereça outras espécies, como pirararas, cacharas, grandes cachorras e corvinas, preferimos novamente centrar nossos esforços na pesca de trairões, alternando com a pesca de tucunarés, muito embora tenham se apresentado alguns “intrusos” nas capturas, o que é sempre bem-vindo. O mais intruso foi um jacaré que entrou em uma isca "Trairão" que um amigo, Fernando, me enviou desde Espanha, mas teve até raia pega pela cauda! Para os tucunarés só usamos iscas artificiais, muito embora algum que outro tenha entrado na isca natural enquanto se tentavam trairões, porque estes, nem sempre estão muito dispostos às artificiais. É impressionante como o Suiá-miçu e seus tributários têm trairões, porque não se navega muito para encontrar um ponto onde estejam. Inclusive há pontos muito próximos à pousada não demandando mais que alguns poucos minutos de navegação. Contudo, o espírito humano quer sempre mais e melhores peixes, de sorte que não dispensamos todas as possibilidades, quando então, estivemos pescando, tanto no Rio Suiá-Miçu, quanto em alguns afluentes como o Águas Claras e o Paranaíba, ademais de algumas baías que ainda permitiam acesso. Embora à primeira vista todos os locais do rio pareçam iguais e tinham tudo para prometer capturas, em razão do conhecimento, o guia Edinho parecia passar por um ponto bom para parar em um que para nós não tinha tanto atrativo, mas logo em seguida vinha a comprovação de que a parada tinha lá seu fundamento, nos dando bons peixes. É aí que entra o conhecimento do guia, proporcionando grande jornada ao pescador. Vejamos um pouco dos peixes capturados no rio. Um dia, entramos no Rio Paranaíba, que é um afluente de águas muito límpidas e rasas, que alaga uma enorme área antes de entrar no rio principal. Mesmo em épocas de seca, como agora, sempre é alagado por quilômetros antes de entrar no Suiá-miçu. É impressionante navegar por seus meandros, enquanto se observam cardumes a correr paralelamente ao barco, sobretudo raias, corimbas, bicudas e tucunarés. É uma bela experiência! Ali, em qualquer ponto de alguma profundidade, sobretudo onde hajam tranqueiras paradas na margem, há trairões! Basta apoitar nestes pontos e lançar iscas, nestes casos, quase sempre naturais, vez que arremessos são impossíveis. Não raro se pescam trairões no visual, quando se podem lançar as iscas praticamente “na cara” do peixe, mas ao menos nos momentos em que tentamos, recusaram jigs, acatando muito bem às naturais. A exemplo do ano passado, navegamos bastante, na verdade, muitos quilômetros Paranaíba adentro, até chegarmos em áreas que nos ofereceram muitos tucunarés e alguns trairões muito bons. De mesmo modo, subimos também o Rio Águas Claras, que tem um “comportamento” um pouco diferente do Paranaiba. Primeiro, apesar de ter quase o mesmo porte, não forma grande alagamento em sua foz, senão em época de cheia, para ficar encarcerado nas barrancas baixas. Segundo, suas águas, apesar de límpidas, têm a coloração escura tipo coca-cola, comum em muitos rios amazônicos. Ali também, com pouca navegação já se chega em pontos de pesca de trairões, bastando encontrar locais que ofereçam alguma profundidade com galhadas. Em razão de que é um rio pequeno, sem áreas alagadas, ali, a pesca se concentra na pesca de trairões com iscas naturais, sempre rendendo muitas capturas, inclusive vários dublês. Nos dias em que subimos para pescar no Rio Paranaíba, no Rio Águas Claras e nas baías lá da região mais alta, sempre rolou o tradicional churrasco na margem do rio, algo muito apreciável e inesquecível! Enquanto lá estávamos havia várias outras equipes pescando, resultando que ao final do dia sempre tínhamos boas estórias a contar e, sobretudo, a ouvir, ora de capturas de peixes de porte maior, ora de espécies que não buscamos pescar. Uma grande dupla que lá estava, os amigos Leonardo e Ricardo fizeram uma jornada bastante variada, dedicando-se a diferentes espécies, resultando com belíssimas fotos, que gentilmente nos cederam para compor a parte visual da matéria, de sorte que fica aqui, o agradecimento a estes valiosos companheiros! Como sempre, finalizar agradecendo ao Grande Euler Vieira, Caboclo Bão das Minas Gerais , que não mediu esforços no sentido de nos proporcionar tamanha jornada, agradecendo também ao amigo Edinho que nos assessorou durante toda a semana, favorecendo-nos para que tudo resultasse muito bem como resultou. Para melhor visualização do valoroso empreendimento de nosso amigo Euler, leia a matéria do ano anterior quando se poderá ver fotos da pousada e entender melhor a grandeza daquilo tudo. Para encerrar repito esta imagem que caracteriza a síntese do que é pescar em Família. Muito grato, meu Irmão Mário, Mano Véio de tantas jornadas! Muito grato, meu Sobrinho Mário Júnior! Agora, a esperar pela próxima no ano vindouro e tudo faremos para que possamos lá estar em um período diferente, quando a oferta de peixes estará também de forma diferente, mas com certeza, conforme já nos alertaram, sempre com abundância.
  11. 9 points
    Então, o amigo decidiu que quer ser pescador, certo? Muito bem, acho que das escolhas que podemos fazer nesta vida, abraçar o nobre esporte de pegar peixe é uma das mais honrosas e, por que não, divertidas. Desde os primórdios da existência de nossa raça, pescar sempre foi um ato que resultava, se não na sobrevivência, também em grande orgulho. Afinal, voltar com comida para casa sempre foi algo visto com admiração pelo resto do grupo. Assim, você era um dos que “resolviam”. Isso evoluiu um pouco desde então e hoje não levamos tanto peixe para casa, seja porque é ilegal, antiético ou simplesmente não pegamos nada mesmo, que viver da natureza nunca foi tarefa simples. Então, vamos a algumas dicas que este velho pescador acumulou durante uma vida de tentativa e erro. Com certeza, mais erro. E hoje queria escrever algumas linhas sobre o início e as mudanças de fase, principalmente, coisa que nunca se vê documentado ou explicado. Iniciando Normalmente inicia-se nessa sofrida vida acompanhando-se pais e parentes em pescarias desde tenra idade, observando-se os praticantes e gostando do que vê, conversando com quem gosta ou mesmo depois de ler muito sobre o assunto e achar que já é hora desse salto evolutivo. Então, ouvindo os amigos contarem vantagem no bar, entre um gole de cerveja e um pastelzinho, decide que já é hora de começar. Ele precisa, então, comprar o seu material. Então, ele vai a uma loja de material de pesca, sozinho ou acompanhado, para comprar os instrumentos. E fica abismado com a variedade e a quantidade. A depender do local, verdadeiras galerias de equipamento se fecham sobre ele e mostram como é rico esse universo. Muito cuidado agora, pois essa é das fases mais divertidas de quem começa e não acabe com ela bruscamente. Aproveite. Saboreie cada momento. Embevecido, como se tivesse sido apresentado a uma linda mulher, o coração bate mais forte. A cada prateleira, lá estão elas, sorrindo para o pescador. Falo das carretilhas e molinetes, claro, pare de pensar em moças. Pode parecer um pouco machista, mas acho que nunca vi nos olhos de uma mulher o mesmo brilho dos de um homem quando o assunto são prateleiras cheias de material de pesca. Assim, me perdoem o público feminino, mas só posso falar de minhas próprias experiências. E não darei recomendações específicas, mas genéricas e válidas a todos, pois cada um é cada um e cada técnica tem seu equipamento, a variedade é enorme, e assim como há quem goste das loiras, também há quem só se apaixone pelas morenas. Cacilda, machismo de novo...a gente não escapa mesmo. Deixando as polêmicas sociais de lado, o pescador vai, então, seguindo recomendações dos amigos, do que leu ou mesmo (cuidado...) dos vendedores, começar a colocar seus equipamentos de entrada na cestinha. Como equipamento de entrada, entende-se algo mais simples e mais barato, não necessariamente algo de má qualidade. E há uma grande variedade dos mesmos. Sempre há dúvidas nessa hora, do que é melhor e do que vai entregar mais pelo seu dinheiro. E isso sempre é algo muito complicado de recomendar. Pois cada pescador veterano possui suas próprias preferências e idéias sobre o assunto, e não há um que pense exatamente igual a outro quando o assunto é tralha de pesca, mesmo porque esse universo é vasto e evolui a cada dia. Mudança de fase Vai acontecer. O pescador vai, em algum momento, seja porque precisa, seja porque quer, vai trocar seu equipamento. Vender o antigo ou, pelo menos, deixar o anterior para trás e comprar algo mais novo. Como algo mais novo, entenda-se novidades. E, paradoxalmente, novidades podem até ser coisas... antigas! Inclusive há alguns pescadores que fazem questão de pescar com equipamento antigo ou vintage, pois isso dá um sabor totalmente diferente ao esporte. Logo, de novo, depende de cada um. Com o tempo, difícil é o pescador contumaz que não acumulou uma certa quantidade de material. Que pode ser desde meia dúzia de coisas até o infinito e além. Normalmente, a segunda opção. As gavetas ficam cheias, os armários lotados, ao se abrir as portas do mesmo tem-se que esticar a mão para aparar os maços de varas de pesca que teimam em escapar da prisão. Chega, então o momento terrível. Vai ter de vender alguma coisa. Ou, claro, comprar um armário maior. Quanto à conservação, material de pesca é sempre algo que vale a pena manter em ótimas condições, pois como passar do tempo, a vontade de trocar o material por algo mais evoluído acabará vencendo, e fica mais fácil vender (ou trocar) o material antigo se o mesmo está em “ótimas condições”. Assim, o pescador fica com fama de não apenas ser bom no esporte, mas também de cuidar do que possui, sinal de avanço evolutivo inconteste. O pescador cuidadoso não permite que seu material toque o chão. Ou está em sua mão, ou está em seu suporte, ou está bem preso. Molinetes e carretilhas sempre protegidos por suas capas durante o transporte até o momento de uso. E como momento de uso falo de uso mesmo, tira-se a proteção logo antes de se começar a arremessar. Isso pode gerar algumas acusações de frescura, mas você sabe o quanto pagou por aquilo e esse cuidado vai evitar muito desgosto. E riscos. Posso dizer que equipamentos há que depois de muitos anos de uso mostram pouquíssimas marcas do mesmo, dando grandes alegrias a quem o adquire posteriormente. Outros, parecem que passaram por uma guerra mundial! Posso dizer que, em minha vida de pescador, vi coisas pavorosas. Como, no costão, um jovem neófito que, para desenroscar a linha na ponteira, simplesmente afastou a vara de pesca inteira, arrastando o molinete pelas pedras do costão. Via-se, com terror, a alça catadora de linha abrindo e fechando nas cracas. Causou arrepios até nos caranguejos. E, pior, depois de resolvido o enrosco, puxou tudo de volta da mesma forma, quase causando um infarto em quem presenciava. Lembro que era um Paoli Super novinho, provavelmente recém tirado da caixa. Descanse em paz. Ok, pode parar com as lágrimas. Isso foi há muito tempo. E, claro, você não fará isso de forma alguma, certo? Bom, então, vamos começar? O que está esperando? Ah, sim, o pastelzinho...
  12. 9 points
    Boa tarde Amigos!!! Quarta-feira da semana passada eu tinha 2 caminhões de tramontina para fazer a documentação e liberação na aduana de São Borja - Santo Tomé... Já tinha tudo planejado para, após terminar o serviço, parar em 2 riachos na volta para Porto Xavier... Minha intenção era ficar em torno de 15 a 20 min em cada um dos riachos... MÁS tive tanta ação de saicangas no primeiro lugar que nem sai de lá... Acabei ficando 1 hora e 30 minutos... hehehehehe As saicangas capturadas são da espécie "Acestrorhynchus Pantaneiro"... Bom, Ao chegar na ponte, vi que não havia como descer ah não ser por uma trilha de capivaras, bom, o capim era mais alto que eu, Da próxima vez vou fazer uma picada, afinal, pararei mais vezes naquele local... hehehehehe Bom, não tem o que falar, Foi uma das melhores, senão a melhor, pescaria Ultra-Light que já fiz, Com saicangas de grande porte que pulavam igual dourados quando fisgadas... Com certeza, da proxima vez levarei a go pró para filmar a pescaria... Equipamento Utilizado: - Vara Shimano Stimula 2~6 lbs - Molinete Shimano Sedona 500 FD - Linha Power Pro 0,10 mm - Leader Fluor Vexter 0,32 mm - 10 cm de Encostoado de Aço Fish Tex 10 lbs - Snap Cultiva Silent Quick nr. 0 Iscas: - Rapala Countdown 5 cm - Rapala HuskyJerk 6 cm - Rapala X-Rap 6 - CMC Hunter 4 cm - Heddon Tenny Torpedo Forte Abraço, Diovani Sandin
  13. 8 points
    Sábado agora finalmente me dediquei a uma pescaria que estava planejando a muito tempo realizar! Fui em busca dos valentes lambaris, ou tambiús como conhecemos por aqui! Separei alguns micro plugs, com destaque ao Mini Big O, foram mais de 30 capturas, algumas delas o peixe até saia pulando, outras na batida da isca na água, as vezes vinha o cardume frenético beliscando a isca! Apenas algumas horinhas de brincadeira, mas que trouxeram sorriso de orelha a orelha por ver tamanha produtividade! Relatinho simples, espero que curtam
  14. 8 points
    Pesqueiro Stella.-Bilac-Araçatuba. Aproveitando a ida até Marília no niver de 90 anos da minha irmã estiquei até Araçatuba que por sinal é caminho para 3 Lagoas (MS) onde mora minha filha. Num dia atípico frio, chuva...cansado de viagem..a vontade de pescar falou mais alto..kkkk.. O que mais destaca nesse pesqueiro é hospitalidade do proprietário sr Maércio com atendimento extraordinaria, mesmo chegando de madrugada me atendeu com toda cordialidade... O tanque não é grande mas tem muitas variedades de peixes, principalmente tambas, pirararas e dourados. O que me entristece ultimamente nas pescarias de P&P é aquela disputa atras dos peixes maiores em detrimento a boa prosa e uma pescaria "zen" onde voce com todo respeito com oponente desfruta da batalha, indiferente ao tamanho. Gostoso numa pescaria é respeitar a manha do oponente travando uma batalha com sua artimanha..... Nessa época de frio não adiante insistir com anteninhas e resolvi testar algumas massas. O resultado foi excelente. As pirararas deixei ovo cozido é foi matadeira. As tambas usei pedacinho de pão e fiz coxinha , evitando desfarelamento ao lançar, sem chumbada, alcançando uma boa distancia. Foi ação dia todo. Corte o pão no tamanho suficiente para poder prender no anzol. Depois vai dando acabamento com massa em volta até formar uma coxinha..segredo que ia contar já ha alguns dias atras..kkkkkk Como deve ter percebido, pesqueiro totalmente vazio, foram poucas fotos, tirada ocasionalmente com auxílio dos funcionários... A pescaria com chuva e frio foi bem proveitosa mas aliado a idade mais cansaço fiquei de "molho" 2 dias seguidos, sem poder mais pescar na semana...estando no paraíso dos pescadores em 3 Lagoas...kkkk Não fui inventor das anteninhas..mas ajudei divulgar com colegas no tópico CHICOTE ANTENA e acho que chegou no auge, necessitando uma nova isca ou algo que revolucione a pescaria..
  15. 8 points
    Olá Amigos!! Tivemos a oportunidade de conhecer as maravilhas da represa de Furnas e as belezas de Minas Gerais. Foram 2 dias de boas aventuras, lindas paisagens e muitos peixes. Para quem quiser acompanhar essa aventura completa, já está disponível no site: http://www.nossaspescarias.com.br/index.php?r=site%2Fpost&id Abraços e boas pescarias
  16. 8 points
    Férias marcadas para março desde meados de 2015. Prometo para meu filho que iríamos fazer pelo menos uma pescaria de tucunaré. Já tinha recebido o convite de conhecer o point mas ainda não tinha tido oportunidade. Em respeito a um amigo que me passou as informações e me pediu sigilo, não vou divulgar o local da pescaria. Até achava um pouco de exagero dele, mas depois de conhecer, constatei que realmente o lugar é um paraíso e é melhor não divulgar. Segue algumas fotos: Enquanto o guia ajeitava o barco, peguei uma saicanga em um pluguinho de menos de 3 cm. IMG]http://i848.photobucket.com/albums/ab45/cleisonps/3_zpsejgz1olv.jpg 1º tucuna na isca Ninja 85 A pescaria estava difícil. Nem sinal de peixe. Conversa vai e conversa vem, robalo de cá e robalo de lá, e o guia que não estava pescando, somente no elétrico, me pergunta qual a isca que mais pego robalo. Mostrei a reizinha da KV e sou aconselhado a tentar com ela. Poucos arremessos e outro tucuna para a foto. Depois desse tive outros ataque. Até que um levou para o pau e quase perdi a isca. Nesse calor insuportável a melhor coisa a fazer é cair na água. De volta aos trabalhos E meu parceiro ainda não tinha tirado o dedo hehehe Depois do almoço a pescaria melhorou bastante Até que meu filho consegue faturar seu primeiro tucunaré Isca Small Jr da KV. Double na mesma isca No outro dia a manhã começou bem, mas à tarde ... Traíra de 40 cm na isca robalinho da KV No detalhe Encharutando a Small Jr. Meu primeiro peixe numa isca de hélice Na parte da tarde as ações diminuíram. Fomos num trairódromo e peguei minha maior traíra (50 cm) na isca Top Gun 80. Outra um pouco menor Apesar do lugar ser fantástico com azuis de 4 kg, não acertamos o dia. Nos dois dias que pescamos os peixes não estavam ativos, mas deu para se divertir e matar a vontade de pescar tucunaré, coisa que não fazia desde 2010. Dessa vez meu parceiro foi apenas coadjuvante, torço para que na próxima ele levante uns troféus. Tirando 4 tucunarés que abatemos para a janta do primeiro dia, todos os demais peixes foram soltos. Boa pescaria a todos !
  17. 7 points
    Boa noite, amigos do Pescaki! Como todo pescador tem o seu quintal, ou seja, lugar próximo de onde reside para pescar sem tanta preparação, apresento-lhes o meu: a 5 minutos (3km) de meu sítio, fica o Pesqueiro do Renato. Primeiro, devo dizer que não só de peixe se constitui um pesqueiro e sim de pessoas, estrutura e proprietários. Quanto a pessoas, o pesqueiro é beeem vazio! O que eu adoro! Porque quando tem muita gente pescando, tem uns 7 pescadores! As poucas vezes que fui em pesqueiros mais famosos pelos baguas, pirararas e CIA passei um nervoso desgraçado com a falta de educação das pessoas. A última vez que fui foi um episódio muito triste, aonde quis levar meu irmão e meu amigo Diego para conhecerem o Arujá e enquanto eu brigava com um tamba, um senhor com idade pra ser meu avô enroscou na minha linha. por mais que eu falasse pra ele que era o meu peixe, ele resolveu fazer um cabo de guerra comigo! Depois de alguns srgundos nessa situação ridícula, eu soltei minha fricção e deixei o "gente boa" recolher, pq ele ia matar esse peixe tentando fisgar o meio dele. Tirou o peixe do outro lado do lago e eu fui andando até ele. Correram tirar o meu anzol, sorte que o dele era bem diferente do meu e o funcionário confirmou que na boca estava o meu wide gap. Na frente dele. Sem me encarar, ele levanta o peixe, tira uma foto e joga na água. Dizem que pescador é calmo, mas confesso... Tive que repetir trinta vezes que a vergonha era dele e que ele era bem mais velho. O funcionário prestou suas condolências MAS não fez nada também. Fui pro lago menor, disse que ele tinha que ter vergonha de ser ridículo, lixo assim e nunca mais voltarei lá. Não pelo pesqueiro, mas pelo excesso de gente. Não me divirto pescando um peixe e enroscando em 20 linhas. O segundo ponto é estrutura: tem um Laguinho pra quem quer levar tilápia ou pacu, mas o grandão é só esportiva e o almoço é ma-ra-vi-lho-so! Minha dica é a truta à parmegiana! Criançada brinca à vontade longe do lago principal e aquele clima gostoso de sítio, com animais e tranquilidade! Tem gente que vai só ler um livro na sombra! Terceiro, proprietários: mais que isso, amigos de todos os pescadores que lá frequentam, uma família de gente honesta, esforçada e cheios de simpatia! Não é aquele proprietário que não tá nem aí pros clientes, mal educado e que não se importa em melhorar a cada dia no que puder, para ficar cada vez melhor! Sejam muito bem vindos ao meu quintal:
  18. 7 points
    Se tem uma região onde gosto de pescar é a de Areado e Alfenas, às margens da Represa de Furnas, razão pela qual no Pescaki já existem vários relatos meus sobre a pesca por lá. Desta vez já fazia algum tempo que não ia para lá, mas na semana passada tive esta oportunidade e matei a saudade. Só quem conhece a região pode ter uma real noção dos dias de maravilha que passamos, mas tentarei mostrar o quanto isso pode ser bom através deste relato, ajudado por algumas fotos. A primeira e grande vantagem de se estar por lá é justamente por poder estar em Minas Gerais, especialmente na região sul daquele Estado, onde a paisagem sempre exuberante, a avifauna espetacular e a pesca de muitas espécies e, sobretudo, sua formidável gente, contribuem sobremaneira para tornar difícil o dia em que vem a ser necessário voltar para casa, deixando sempre uma pontinha de saudade, antes mesmo de sair de lá. O lago esteve bastante abaixo do nível normal por um longo período, pelo que verifica-se algum prejuízo em termos de diminuição na quantidade de peixe, mas jamais a ponto de tornar uma jornada ruim. O que agrada é perceber que com a pouca recuperação do nível de água, há muitos cardumes de juvenis oriundos do último grande período de reprodução e mesmo de alevinos oriundos dos eventuais episódios de reprodução isolados ainda em andamento, o que significa uma boa recuperação, muito embora por lá se verifique uma maciça presença de pescadores profissionais, ou revestidos de profissionais, enfim, matadores em alto nível de depredação, a quem as autoridades precisam prestar um pouco mais de atenção, pois desrespeitam toda e qualquer regra da pesca profissional além de ameaçar aos pescadores esportivos que reclamam de seus crimes. Ficamos hospedados da Unidade de Lazer da Colônia de Férias da AFPESP em Areado, de onde gosto muito, vez que ali fiz grandes e especiais amigos a quem é sempre bom e prazeroso rever e poder colocar a prosa em dia. Só para se chegar à unidade já se pode desfrutar de estupendas paisagens, sempre com muitas plantações, sobretudo de café, milho e soja. Então, deixo algumas fotos do local e dos peixes para dar uma ideia da maravilha que é. Estes aqui são praticamente o símbolo do Sul de Minas. Presentes em qualquer lugar que se preste atenção, ajudam a dar o toque especial para aquilo tudo. Quanto aos peixes andamos acertando com os tucunarés e também com as tabaranas. Foram inúmeras capturas de peixes pequenos, mas também com algumas capturas de peixe de porte a merecer registro, tal como se pode ver nas próximas fotos. Mário, meu irmão. Meu amigo Valter Moraes, grande fotógrafo, grande pescador, acertou um belo peixe Lúcia também sacou alguns, muito embora nenhum de tamanho expressivo. Contudo, percebe-se nítida a alegria da pescadora. No último dia tive a companhia do meu amigo João Paulo e do meu amigo Sr. Arlindo, dois caboclos daqueles que a gente nunca esquece. O danado do João pegou o único peixe bom do dia, que esteve mais fraco que os demais E, assim, chegou a hora em que a lua cheia, ali sempre mais bonita que em qualquer outro lugar, veio anunciar fim da jornada, coroando-a com esta imagem. Para finalizar deixo gravados meus agradecimentos aos amigos Valter Moraes, João Paulo, Sidney Tiriça, Sr. Arlindo e Nice, todos eles, que não medem esforços em propiciar a melhor das jornadas, gente muito especial a quem gostaria de estar em contato mais amiúde, mas os compromissos de nosso dia a dia só o permitem de vez em quando. Também registro agradecimentos a minha mulher Lúcia, Mário, Helena, José Jorge e Rosa, que sempre fazem qualquer jornada tornar-se a melhor! Deixo gravados também os agradecimentos ao pessoal da Unidade da AFPESP, nas pessoas do gerente Alexandre, Fabio, Douglas, Celinho , Débora 1, Débora 2 rsss e de todos os que ali trabalham, vez que fazem sentir-me em casa, tamanha a hospitalidade e simpatia. Além disso, fica um forte abraço pro caboclo mais artista que conheço, Edinho, grande cantor, sobretudo cantadô de modas de viola. Por fim, deixar um forte abraço para o amigo Geraldo e Familia e ao novo amigo Josias e Família a quem tive o prazer de conhecer na unidade! É isso aí! Espero que tenham gostado!
  19. 7 points
    Na verdade tudo é copiado. Inclusive comprei as antenas de um colega da Turma por sinal muito caprichado e aproveitei para fazer uma adaptação. Desmontei o original. Foi colocado tubinho nos EVAs. Faço nó Rapala como figura abaixo para facilitar a troca de anzol com miçanga. No último e primeiro EVA, prende com palito, conforme a distancia que vc quiser. Outra vantagem de utilizar EVA com tubinho é quando vc encaçapar com passaguá o conjunto todo de antena sobe, não ficando preso no passaguá, consequentemente não estragando a antena. Palminho: Mesmo ajuste da antena. Nó Rapala Passaguás Como muitas vezes faço pesca solo com os passaguás dos pesqueiros ,normalmente usam-se o Miramar, por sinal muito pesado, tenho dificuldade de encaçapar os baguás, fiz uma com aro de bicicleta e cabo de remo de alumio, diminuindo sensivelmente o peso. Desmontado cabe certinho na porta mala
  20. 7 points
    Saimos pra buscar nossos trofeus longe e muito dinheiro, mais eu tenho o privilegio de poder pescar meus trofeis de bicicleta kkkkk Esse peixe mediu 94 cm e pesou mais de 13kg(o alicate de contenção vai até os 13kg) e foi solto pra continuar seu ciclo. Pesque e solte sempre.
  21. 7 points
    Todos os anos vou para a Patagônia e venho aqui compartilhar com os amigos algumas imagens dessa viagem. Formem um grupo com três ou quatro pescadores, organizem-se, motivem-se, é a pura pesca com mosca na Patagônia Norte.
  22. 7 points
    Você sempre me perguntava: “Por quê?!”. Insistentemente, esse sempre foi o seu questionamento. Quando não em palavras, suas expressões denunciavam sua angústia e revolta enquanto me olha empenhado em organizar o material pra levá-lo até o carro. Não consegui te explicar o que era a pesca naquela época. Tenho consciência que não será hoje que alcançarei esse intento. Reconheço, contudo, que não é uma questão de “querer ou não querer entender”. Fica mais no campo do aceitar ou não aceitar. Porque estou escrevendo isso?! Talvez, apenas queira dar vazão a minha própria incompreensão. Não sei, realmente não sei, porque estou fazendo isso. Não tenho a mínima idéia. Não é uma catarse como você pode supor. Você sabe que eu não acredito muito em catarse... Detesto essa palavra inclusive. Resolvi, entretanto, pelo menos, tentar colocar isso no papel. A cada linha, sinto que foi uma má idéia. Contudo, foi preciso, se eu não o fizesse, você não permitiria que eu tivesse sossego. Certas coisas, não consegui escrever. Não tenho uma resposta. Não sei, por exemplo, porque saio e queimo o rosto sob o sol, enfrento intempéries. Por que mesmo no frio, me molho todo na garoa. Corro riscos desnecessários eu admito. Não vou deixar de corrê-los, também sou obrigado a admitir. O que acontece quando eu pesco? Nada demais, você fica ali, olhando pra água, vendo se a ponta da vara mexe. Só isso. Talvez seja tedioso... Não sei ao certo. Essa história de apreciar a natureza?! Ah, não, não mesmo, isso é mentira dos programas da televisão que querem promover o hotel mais bacana do rio Teles Pires ou o lodge do Rio Xingu. Se você está prestando atenção na linha, na vara, pode passar um dinossauro voando na sua frente que você não conseguiria perceber. Preservar a natureza é outra lorota. Não que eu não contemple a natureza ou não queira preservá-la, só que não faço isso enquanto estou pescando. Faço em outras ocasiões mais oportunas, por exemplo, decido devolver o peixe ao invés de matá-lo, ou quando vou andando pra chegar ao ponto de pesca e fico deslumbrado com as plantas daquele lugar. Só posso dar uma explicação, para a minha obsessão: A fisgada. Quando você fisga um exemplar de bom tamanho, que oferece resistência é aí que começa algo difícil de explicar... Primeiro você puxa a vara e não consegue trazer o peixe. Pela vara é possível sentir o quanto a linha está tensionada, está em seu limite. Cada parte do seu organismo para. Nem sequer se sente o batimento cardíaco ou a respiração. Apenas aquela tensão na vara, linha e anzol é transmitida a você. Não há pensamentos, às vezes se escuta bem ao longe a voz dos companheiros, mas não consigo entender ou escutar o que estão gritando. Ouço o estardalhaço das suas vozes como se fosse a milhares de quilômetros de distância, apesar de estarem berrando ao meu ouvido. Enquanto a linha é esticada e a vara verga, a realidade vai se esvaindo, desaparecendo. Tudo se resume ao peixe e a mim, ligados infimamente pela linha. Sinto a sublime sensação do completo vazio. Não o vazio no conceito ocidental (que é desespero), um outro tipo de vazio, em que você encontra o que é realmente a sua natureza. Nesse vazio não há as opressões da realidade e do ego. É o vazio sublime. Finalmente sinto que o peixe se rendeu, sou bruscamente dragado de volta a realidade. Vem o puçá, começo a escutar de novo os gritos, abraço os companheiros. Comemoramos gritamos, uns até beijam o peixe nessa hora, como se ele fosse um filho. O peixe volta pra água. É essa sensação. É ela que me obriga a tentar de novo, é por ela que eu volto a pescar. Ela é minha sina. Minha dádiva e minha maldição. Prisão e liberdade. Obrigação e desobrigação. É a completude do absoluto vazio. Vou continuar enquanto Deus permitir que eu continue. Só vou parar se Ele disser que devo parar. Permaneço pescando. Carta do pescador a ele mesmo.
  23. 7 points
    Edição nº 187, de Abril de 1995, da extinta Troféu Pesca, quando fui convidado e aceito na fabulosa equipe da revista e tive minha primeira matéria exclusiva de pesca publicada. Antes disso, só tinha escrito matérias sobre preservação e meio ambiente. Já faz um tempinho, eh! Eram outros tempos, em que campeavam materiais mais simples e modestos, mas que permitiam pescar prazerosa e eficientemente! Espero que gostem!
  24. 7 points
    Fala amigos pescadores! Sábado dia 11/11/2017 participei do 2º Torneio Faca na Rede - Paraibuna, onde participaram 103 caiaqueiros, um dos principais torneios de caiaque de São Paulo! O torneio possui o modelo confiança e a cota são 5 peixes (Apenas Tucunaré), onde são somados no final, valendo 1 ponto por CM! Você mede e fotografa os peixes na régua do torneio, soltando logo em seguida no mesmo ponto da captura, o que pra mim é uma excelente regra, pois dá ao peixe a chance de voltar para o seu ninho, ainda mais nessa época! Dia amanheceu nada convidativo, frio e chuva! Ou seja, nada favorável para uma pescaria! A largada foi dada as 08:00, mesmo debaixo de chuva, porém sem muito vento, o que é fundamental para uma pescaria segura com caiaque. Fominha que sou, sai em disparada, a distância que iria percorrer era bem grande, só para chegar no ponto que escolhi foram 12 km's sem parar, total da pescaria percorri mais de 26km! A tática deu certo, fechei a cota com belos peixes e um baita de 43cm que me rendeu o troféu de maior peixe como consta mais abaixo. Fisguei uma tal de câimbra também, digo ela fisgou minha perna que dor horrível, havia anos que não tinha uma sequer, mas fica uma dica valiosa! Se hidrate muito, fiquei focado na pescaria e esqueci de beber água/suco e também me alimentar, após parar parar abastecer o motor aqui de 1 burro, digo 1 cavalo de força a câimbra melhorou bastante e consegui voltar, e como era longe a volta, vim na manha contemplando a natureza e ouvindo o canto dos pássaros, por lá há muitos canários da terra, coisa linda! Chega de faladeira e vamos as fotos, algumas não vou colocar para preservar os pontos que descobri na raça, assim como a isca que matou a pau! Segredo pra manter os futuros pódios Olha o que me esperava Primeiro peixe da pescaria, uma intrusa linda de tudo! Foram algumas delas ao longo do dia! Teve muitos outros Jacundás, essa espécie nessa represa ganha tons exuberantes, chega a tamanhos consideráveis e briga muito! O primeiro tucuna bom do dia, até então estava bem complicado a pescaria! Na sequência saiu ele, a estrela da minha pescaria, Tucuna lindo, perfeito! A isquinha é segredo E assim fechei a cota com 5 belos peixes, me restava torcer para que esses peixes não fossem superados por nenhum dos 103 participantes! Até que na premiação fui o último a ser chamado, já que começou do 10º até chegar no 1º, ai o coração foi a mil E para melhorar ainda mais, esse bichão ai de 43cm me rendeu o troféu de maior peixe do torneio, levei os 2 principais troféus pra casa, a coleção tá crescendo É isso ai, espero que tenha curtido o relato e valeu galera
  25. 7 points
    Boa tarde!! Ha tempos não posto nada Mas um bom filho sempre retorna a casa!! Hehehe!!! Gostaria de compartilhar esse vídeo da briga com uma dentucinha!!! espero que gostem!!! Grande abco a todos!!! https://youtu.be/Odq4iJvkD3Y
  26. 7 points
    Bom dia, amigos! Essa é a primeira vez que participo do fórum, embora já pratique a pesca esportiva há alguns anos. Neste meio de ano, adquiri um caiaque de pesca movido pela liberdade que ele pode nos dar, que muitas vezes não temos quando pescamos com guia. Além disso, ocasionalmente eu pesco sozinho, não sendo muito prática uma embarcação convencional. Foi o que aconteceu desta vez. Na companhia da minha namorada (que não pesca), fui tentar a sorte na Represa de Igaratá, na cidade de Santa Isabel. Através do Google Maps, localizei a pousada chamada Recanto Apoena http://recantoapoena.com.br/ na beira da represa e entrei em contato para buscar informações. Em resumo, a pousada cobra R$10,00 por pessoa para acessar a represa e R$25,00 para quem quiser usar a piscina, sauna e demais comodidades. Há um restaurante e a comida é muito boa, diga-se de passagem. Mas indo ao que interessa, iniciei a montagem dos equipamentos e comecei a dar os primeiros arremessos por volta das 8h. Logo ao lado da pousada já se encontra alguns pontos promissores, com estruturas e vegetação. E mesmo estando meio frio, saiu o primeiro amarelo no jig de penacho antienrosco da Lori: Embora pequeno, garantiu muita esportividade na varinha Go Emotion 10lb e molinete Shimano 500. O segundo amarelo saiu na superfície. Um belo ataque na MARINE SPORTS TOP GUN arremessada com a Rapala Gold 8lb: O terceiro só saiu a tarde depois do almoço, na Zig Zarinha e deu muito trabalho, pois utilizei equipamento leve. Havia poucos barcos na represa, o que garantiu certa tranquilidade. Certamente voltarei à pousada, pois fomos muito bem recebidos.
  27. 7 points
    Olá povo, nesse final de semana mudamos um pouco o destino e fomos para o Pesqueiro Stella, que há quase um ano não iamos, então partimos na sexta feira a noite rumo a BIlac. Stella é um pesqueiro diferente de todos, pois Máercio proprietário é uma pessoal única, melhor atendimento do mundo. Material que utilizamos: Vara Classic Saint Plus, Vara Maruri Sucuri, Vara Okuma Reflexion, Vara Star River, Maruri Savara, Lumis Falcon Carretilha Venator, Contender BG, Titan, Penn 321 gt1 Iscas: Pira: Camarão descascado Tambas: Anteninhas e pão Foi uma pescaria com peixe demais não vencíamos atender 2 varas, forma mais de 50 tambas e 12 piras, mas muitos pequenos de 12 a 18 kg então nem fotografamos para não perder tempo Segue as fotos dos maiores:
  28. 7 points
    Como sempre passei o Carnaval em um retiro promovido pela igreja que minha esposa frequenta, já que não gosto muito do Carnaval da televisão, apelativo demais para meu gosto (aliás, sou só eu, ou a televisão está com programação cada vez pior ?). E, claro, viajei a uma conhecida pousada. Como no local há um belo lago, sempre faço uma pescaria de lambaris por lá. 22, dois patinhos na lagoa. Muito lambari por lá. Daria para passar o dia fisgando eles. Mas soltei a grande maioria, exceto alguns que usei de isca para tentar algumas traíras, que até compareceram mas escaparam e não quiseram ficaram para a foto. Vi também belos Acarás de passagem, mas acho que estavam reproduzindo pois sempre em casal ou trio, e não mordiam as iscas mesmo colocando na cara deles. Claro que há outros atrativos locais, he he he he... E foi assim. Até a próxima.
  29. 7 points
    Bom dia amigos pescakianos! Irei relatar um caso presenciado por mim e meu grande parceiro, meu pai. Estávamos um dia na praia com um amigo chamado Ademir que gosta muito de pescar, porém não tinha muita experiência. Dizia ele que sempre gostaria de pescar na modalidade de corrico, então combinamos de sair com nossa lancha no dia seguinte para dar uma famosa corricada. Dia seguinte, 08:30 preparamos os materiais, fomos até a marina e botamos a menina na água. Chegado ao ponto pedi para que ele escolhesse uma isca para utilizar e a colocasse no snap. Assim feito, Ademir escolheu a isca, colocou-a no snap e soltou na água. Eu e meu pai, mais experientes, decidimos deixar somente ele pescar. Passaram-se cerca de dez minutos e uma pancada! PEIXE! PEIXE! PEIXE! Para o barco! Uma grande cantada de freio e se foi... Nãão acredito, dizia ele. Linha solta novamente e mais uma vez a pegada. BATEU! BATEU! BATEU! - Esse é grande, esse é grande! Não demorou muito, mais uma perda... Já P da vida, Ademir começou a desanimar. Porém ainda com um resto de esperança, soltou mais uma vez a linha na água. Estávamos atravessando um ponto onde há grande incidência de Sororocas. Avisamos ele para se preparar, pois ali teria grande chance de ele conseguir capturar o seu troféu. Dito e feito, mais uma fisgada! BATEU! BATEU! AGORA EU PEGO! Dessa vez realmente era um belo exemplar, deu uma grande corrida que quase tomou toda a linha da carretilha, porém... se foi. Ademir, com sangue nos olhos, não entendia o que estava acontecendo, e também não se acreditava. Resolvemos recolher a linha com o objetivo de procurar saber se havia alguma anomalia com a isca artificial. Para nossa surpresa, veio a constatação de que as garateias ainda estavam envoltas com os protetores! Após tal descoberta, começaram as gargalhadas no barco e decidimos retornar à terra firme. Desde aquele dia, pegamos no pé de Ademir dizendo que ele deixou os protetores para não machucar o peixe!!! Pode parecer mentira, mas é verídico.
  30. 7 points
    Fala galera vou compartilhar com voces uma pescaria que fiz este ano por volta do mes de junho quando fui para o Ceara para uma temporada de trabalho!! Como estava no Ceara nao podia deixar de conhecer este maravilhoso local que eh o Aquafort Fishing Resort, dei uma olhadinha no site vixi maria ja fiquei com tesao hahahahahh me programei e gogogo!!!!!!!!!!!!!!! Bora pras fotenhas!!!!!!! Barracuda Baby, peixe... ANIMAL, nao tem como comparar a briga dela com nenhum peixe q ja peguei!! ele nada muuuuuuuuuuuuuuito rapido, a carretilha derrete mermao e ela da uns pulos animais!!! Robalinho, dizem que tem os Robaloes ai ate 20kgs pela estrutura etc acredito mesmo q tenha!! Soh pra descontrair achei meio inusitado o ralo ficar no degrau de cima..? alguem me explica isso?? kkkkkkk e pra fechar um dublezinho com meu primo e parceirao!!!!!!!!!!! Foram tantos peixes que apenas selecionei os mais bonitinhos kkkkkk No final do ultimo dia fisgamos um mero Gigante q parecia uma pedra na vara de 20lb e na titanzinha com mono 0,35.. kkkk meia hora de briga pra nada, perdemos a paciencia e tentamos forcar ele e nao deu outra pum kkkkkkkkk oooo bicho pesado meu deus parece q tah puxando um piano q tava la no lago sei la!! Bom quem tiver no Ceara da um pulinho la hahah valeu
  31. 7 points
    Amigos, boa tarde. Agora dia 12 de novembro voltei a bela Barcelos para desfrutar de mais um round contra meus amigos tucunarés açus do Rio negro. A pescaria começa um mês antes, com as ligações, preparativos, montagem de equipamento, haja birita para acompanhar. Noticias não eram boas, temporada do mal, rios repiquetando, semanas frustadas, pouco peixe. Mas algo que aprendi nestes anos é nunca cancelar a pescaria. Primeiro, Rio Negro muda de uma semana para outra, segundo não vou pelo peixe e sim pela pescaria(amigos, cachaça, natureza). Se não for bom este ano, ano que vem seca novamente... Chegado o dia , a adrenalina vai a mil antes de entrar no voo. Nosso grupo se encontrou em Manaus-time de feras, e só gente fina. Estamos com o mesmo grupo há 3 anos. Eu, Paulo(Fly man), Claudinho, Akira sam, Rogerio e Oswaldo. Fomos almoçar já no adorável Restaurante Choupana, sempre recomodadíssimo. Pimenta Murupi Tarde na piscina do Hotel Tropical A noite fomos ao Shopping reabastecer os equipamentos na Sucuri e o figado na Cachaçaria da Dedé. Domingo, voo tranquilo a Barcelos, nunca havia voado no Brasilia, gostei muito. show. Chegando em Barcelos, Rio negro marcando 3,95mts, um bom nível para pescaria, mas fazia uma semana que um forte repiquete havia passado e as águas ainda estava parando. Noticias de pescaria muito fraca na ultima semana. Afluentes da direita bufando. O único rio que estava saindo peixe era o Rio Demeni(odeio esse rio...kkkk). Muita conversa e decidimos por subir um afluente de água escura. Embarcamos junto com a já confiável equipe do Angatu, nossa casa há diversos anos. Nossos guia Pilolo, Adriano e Dodo, não pouparam esforços para tentar cavar o peixe. Fica um parenteses, muito sábio do proprietário Sr Andrea em trazer novamente o Pilolo ao time, gde conhecimento daquelas águas e tem a liderança necessária para as decisões. Na primeira tarde peixe relativamente ativo, afluente seco, batendo só em zaras e jigs, nada grande máximo 6lbs. Farra, pinga e foguete... Segunda feira, acordamos com uma imagem impressionante, rio bem seco, praias brancas, pensamento fixo "vamos arrebentar", ledo engano, pescaria difícil poucos peixes e bem inativos, novamente meu maior 6lbs. Paramos em uma comunidade, e o ribeirinho afirmou "secando forte." Vai entender??? Noto um detalhe ao entrar na água, rio gelado , muito frio, como água de repiquete. Rio seco: Mas cerveja não falta Terça feira, chegamos ao ponto máximo de navegação na cabeceira do rio, conversamos com uma pousada local e confirmamos, rio seco, secando ha´4 dias, mas a água gelada do repiquete ainda estava lá, e os turistas que ali estavam tb estavam sofrendo. Dia parecido com os outros peixe só ativo nas zaras e jigs, melhor meu do dia 6lbs. Mas para fim do dia estava guardada uma gde surpresa, como pescaria estava difícil, resolvemos tentar um peixe de couro, eu acabara de pegar um Acara azul no jig, cortamos no meio e paramos de frente a um gde barranco de pedra. Cerveja aberta, quando em alguns minutos a carretilha do parceiro Claudinho dispara, ferrada e briga de gente gde, showww. Depois de longos minutos, encostamos em uma praia. A maior piraiba que já tive em meu barco, "Capa Preta". Medida de forma correta, não com trena pelas costas, régua da IGFA por baixo do peixe, 1,92mts. (com trena diriam mais de 2mts fácil). Eu e o guia(e olha que quem conhece o Adriano, sabe o quanto este cara é forte) não conseguimos tirar da água, com certeza mais 70kgs. Fica a lembrança, momento magico, solta para outro pescador bater com capa preta novamente. Rio na caixa A piraiba do Claudinho As noite muita risada e cerveja Quarta feira, resolvemos subir acima do ultimo afluente deste rio, subimos praticamente a té secar o tanque. Este foi um dia muito bom, ainda só nas zaras e sticks, mas gde quantidade de ações , minha contagem no final do dia 43 peixes(embarcados), inúmeros perdidos, mas sem tamanho, mantendo o máximo de 6lbs. Fica um detalhe neste dia, o Claudinho saiu com o Paulo, pararam no mesmo poço, e não é que bate outra piraiba para ele, esta um pouco menor, 1,5mts. Largo... Parada do almoço, esqueço até do almoço... Contagem do dia... A segunda piraiba do Claudinho... Quinta feira, resolvemos descer um pouco o rio, peixe estava mais ativo que na subida, melhora a quantidade, ainda só pequenos, meu maior 8lbs. Mas foi divertido Quer atendimento melhor... Sexta feira, chegamos a foz do afluente e resolvemos explorar outro afluente de água branca, muita ação, peixe bem ativo, mas mantendo o padrão de tamanho. Sábado, fomos ao Negrão pescar, pescamos na região da Ramada , bem inativo, poucas ações e peixes pequenos. Fotos dos amigos Resumindo, pescaria bem difícil, peixe inativo, ainda sentindo o repiquete que passou. No meu caso embarquei um total de 85 peixes, o melhor não passou 8lbs. No grupo saíram alguns cavalos, o maior de 18lbs. Não tivemos chuva, verão forte, mas soubemos que novo repiquete estava chegando. Conversei com os demais barcos, com pescarias similares a nossa. Mas como sempre digo, o importante é estar lá, é a pescaria, é o peixinho frito, a cerveja gelada, o por do sol, o canto do curiango, a rã que pia a noite. O por do sol paga a pescaria Material utilizado: Varas: -Falcon Cara 5'7" 25lbs -Saint Croix SC III 5'7" 25lbs by waka -F1 5'7" 20lbs by waka -Carretilhas Daiwa tattula type r -Linha-Multi Power Pro 4 fios 65lbs -Leader fluorcarbono Line system 50lbs -Snap- Capella G amazonas -Iscas mais utilizadas- sara-sara, jumping minnow, Bora 12, jigs do Flavio extreme e da Fatal jigs Agradeço aos amigos que me suportaram nesta pescaria, pois eu bebim, não e´fácil não... Agradeço tb a toda tripulação do Angatu, da secretaria Fernanda e do dono Sr Andrea, que nunca medem esforços para tornar a pescaria o mais agradável possivel. Contatos: https://www.facebook.com/barcosangatu/?fref=ts Ligar para (16) 3951-1070 e 16-997736639 http://www.barcosangatu.com.br/ barcoangatu@outlook.com E agradeço tb a Deus e minha família que sempre me apoia. Deus abençoe a todos e bom fim de ano. Para quem quiser me acompanhar: facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260 Instagram @pescadini #pesca_dini
  32. 7 points
    Pesqueiro Clube&Pescar. Não há adjetivo para expressar esse grandioso pesqueiro que considero o melhor do Brasil. Todo ano pelo menos uma vez fazemos essa pescaria. Como a maioria dos Malacabados foram pescar em Barcelos sobrou eu e Gustavo Prisco. Pegamos uma boa promoção de voo do Gol partindo de Congonhas as 6,40h e 10h já estávamos no pesqueiro ..... Foi uma grata satisfação encontrar os colegas do Cerrado: Loel, irmão dele, Pedro filho do Loel, rapaz por sinal muito simpático e inteligente e Daniel, prestigiando a nossa vinda. A infraestrutura, pessoal do Staff, limpeza, assiduidade, quantidade de peixe ....enfim são tantos adjetivos.. O que mais me impressionou além de quantidades e variedades de peixes foi a limpeza e a organização no pesqueiro. As 6,00h da manhã voce não encontra um pedaço de linha, papel ou qualquer sujeira no pesqueiro...as cadeiras e mesas todas enfileiradas..são impressionantes ...nada parecido aqui em SP. As comidas e café da manhã são outras destaques que impressionam.... As tabelas de preços do pesqueiro não são nada abusivo. Pescando desde de dia 02\11 até 05\11, gastamos no total em média 800,00 reis incluso passagem de avião, hospedagem, pescaria diurna\noturna, locação de carro, café da manhã , refeições, iscas e saco de rações.....para qualquer dúvida em referencia a tabela de preço consulte site Clube Pescar ... Durante a pescaria fizemos uma amizade com um nativo, sr Leonardo Rossi que ajudou muito no passaguá e repartindo as iscas como turvira, minhocoçu e outras.... Quero desmitificar um pouco sobre material de pesca principalmente sobre vara, linha e carretilha para pesca de pirarara. Utilizei como foto abaixo uma carretilha Daiwa Agrrest que ganhei em 2008 na rifa de Caterva, linha 0,37 e vara new pampo de 2,70ms..e trouxe várias pira de mais 40kg que tive dificuldade de levantar para tirar foto. Em toda pescaria tenho utilizado a mesma carretilha. Não quero dizer com isso que qualquer carretilha serve. Só estou dizendo que não necessita tralhas sofisticadas que custam exorbitante para uma pescaria no pesqueiro. Quando alguém me pergunta qual melhor carretilha sempre respondo: A melhor carretilha é aquela que voce consegue comprar com sacrifício e não para ostentação .. O Prisco levou um aparelho para contar os peixes, mas quando chegou nos 20 num dia desistimos de utilizar o aparelho...kkk Postarei algumas fotos somente para registrar a pescaria. Como disse acima depois de contagem deixamos de fotografar também... Vejam a carretilha Daiwa Agrrest Pego com carretilha Daiwa...deve pesar mais de 40kg...sem condição de levantar Partida Congonhas. Entrada Clube Pescar Amigos do Cerrado Pedro filho do Loel no colo do Prisco. Menino de 5 anos, muito inteligente e educado.. Um pequeno detalhe para conservar a sua carretilha. Use uma fita adesiva ou dupla face para proteger sua carretilha. A dupla face além de colar melhor protege melhor pela sua espessura. Troque constantemente a fita. Vejam: Daiwa totalmente destroçado Vejam agora Sumax que utilizo fita, tenho a 2 anos com pequenos pontinhos de riscos
  33. 7 points
    Fala Turma depois de muitos meses sem visitar o fórum , resolvi fazer um post. Segue alguns tucunas de antes do tempo esfriar , acho que foi em março , e um rio próximo a minha cidade. Vara Lubina Vermelha 17lbs Carretilha brisa 8000 linha mult 25lbs Isca matadeira inna 70 Todos os peixes voltaram para Vida. Equipe: TucunaTack
  34. 7 points
    Amigos, agora dia 31 de maio voltei a minha amada Serra da Mesa, como gosto deste lugar!!!Desta vez estive acompanhado do grande parceiro de outras pescarias, meu bom amigo Jose Bento. A Serra é sempre a Serra... A viagem começa na montagem do material... Expectativa aos segundos antes do embarque, deste ponto, não bebo mais água com medo de enferrujar.... kkk Chegando em Brasilia, fomos recepcionados pelo famoso e lendário guia de Pesca Eribert Marquez. Neste caso, um capitulo a parte, disparado o melhor guia de pesca que eu já conheci, simplesmente fantástico. Impressionante o conhecimento da represa, dos peixes , da técnica da pilotagem, fica tentando fazer vc pegar o peixe a qualquer custo. Fotografo profissional. Deu cabeleira, arrebentou leader, ele já pega a vara e já te da outra para ir pescando. Bateu peixe, errou a isca, ele já joga um jig e te da para recolher, fenomenal!!!! E dele ouvi uma frase que foi fantástica, em certo momento estava tomando uma água e o parceiro falou para ele, "Eribert, dá uns arremessos ai" ele prontamente respondeu "não, obrigado, vai que ele bate na minha isca, é na sua que ele tem que pegar", pena que nem todo cara que se diz guia de pesca entende a diferença de ser guia profissional da pesca e gostar de pescar. Viagem muito tranquila até a Pousada Vida de Peixe em Niquelandia. Fica claro, que não tenho interesse comercial nenhum, mas a pousada tb é fantástica, quartos top, internet boa, piscina, estrutura de hotel top. A cozinha fiquei impressionado, eles tem um chef, os pratos são todos decorados, de comer com os olhos, voltei com 5kgs a mais( culpa da comida, não da cerveja...) https://www.facebook.com/vidadepeixe/?fref=ts (62) 4053-9141 http://www.pousadavidadepeixe.com.br/ Ao chegarmos já fomos recepcionados com um ótimo ceviche, coisa fina. Unica noticia ruim, era que havia esfriado o tempo fazia uns 2 dias. Noite muito bem dormida, cafe da manha reforçado. Primeiro dia de pescaria, pescamos na região da entrada do Rio Bagagem e Rio Tocantinzinho, logo no primeiro ponto após 4 arremessos com a trairão, pego meu primeiro peixe 6lbs. 6lbs Mas depois, sentimos a pressão da frente fria, pouco peixe, foi nosso pior dia, mas o maninho Eribert , sempre procurando os bocudos. A noite sempre um caldo de entrada e muita breja. Segundo dia, fomos em direção da Praia Grande, logo cedo peixe estava bem ativo, mas ficou mais inativo pos almoço. Com destaque para a maior porrada que eu já vi de um azul, o parceiro Bento, insistiu com uma helice na ponta de uma ilha, de repente o monstro sai inteiro atras da isca, mas erra e a femea acaba pegando, passava 4kgs facil. Peixe meu, só com cerveja O almoço, sempre top, Eribert faz um peixe espetacular, somado a mordomia do Umbrelones, cadeiras, muita cerveja e no final chocolates, é mole... Terceiro dia, começou esquentar o tempo, e a pescaria começou a melhorar, pescamos próximos a barragem. 6lbs No fim da tarde pesquei tucunares de um jeito que nunca tinha pescado, com shad da TNT e jig head em uma ilha submersa, igual pescar robalo, não saiu nenhum gde, mas bastante ação. Relax pós pescaria Quarto dia, pescamos novamente próximos a barragem e tb no Rio bagagem, muito peixe, muito double na superfície. E o maior sempre escapa, perdi com certeza o maior azul da minha vida, uma jamanta, errou a isca 2x, duro... tive tb pitão arrancado. A embarcação, sem comentarios, voávamos a 120km/h, maninho pilota muito, e poucos minutos estávamos no ponto. Barco super estável e confortável. Voando a 120km/h Quinto dia, foi meu melhor dos dias, pescamos, na região do Rio Tocantinzinho e Bagagem, muita ação de superfície pela manha, cada porrada, garateia aberta. A tarde já foi mais fraco, mas prá que melhorar mais, estávamos pescados. Em resumo a pescaria foi top, peixe difícil, mas o guia fez a diferença. Pescamos 90% na superfície. O guia Eribert Marquez, super recomendo, profissional demais, esta agora iniciando um novo serviço top nas águas do rio Negro, com certeza será um sucesso. Boa sorte maninho. https://www.facebook.com/EribertMarquez/?fref=ts https://www.facebook.com/profile.php?id=100003390574610&fref=ts Telefone 62-99461425 Vivo Email eribertmarquez@gmail.com Site www.eribertmarquez.com.br Material utilizado -Varas Black Mamba(inclusas no pacote) 14lbs, 17lbs e 20lbs. -carretilhas: Aldebaram Mg7 e Core 51Mg -Linha Multi PP 40lbs -Leader Absorber 40lbs -Snap capella G -Iscas mais utilizadas-Trairão(80% do tempo), Firestick, biruta 110, shad TNT. Fotos tops Agradeço minha família, em especial a minha esposa que sempre me apoia nas minhas pescarias. Ao parceiro Bento, ao guia Eribert, aos funcionários da pousada Vida de Peixe, e a Deus pela vida sensacional que me proporciona "Agora esperar o Negro secar para encarar os açus." Abs Dini
  35. 7 points
    Vídeo de pescaria de traíras com modalidades diferentes, usei tanto iscas de superfície quanto iscas soft, carretilha e molinete ligth...
  36. 7 points
    Chique parceiros!!!. Dessa vez nossa jornada foi no Pesqueiro Maeda , Eu o Mago(Claudio Moreira) e o Mestre (Hélio Sugahara). Consegui juntar dois " Ícones" da pesca esportiva em um só lugar. Foi um dia difícil , começou com um pouco de sol pela manhã, um pouco de vento na hora do almoço e chuva , mais muiiiiiiiita chuva no período da tarde. A pesca foi realizada somente na modalidade Fly , foram muitas capturas , que por coincidência aumentaram muito com a chegada do Mestre, não é mesmo Mago ?. Bom chega de xurumelas e vamos as fotos. Começando o dia. E depois com a chegada do Helião as coisas melhoraram muito. Os "Ícones". Reparem na alegria do Mestre ao fundo....... Mais uma Bitela do Mago.... E foi só , gostaria muito de agradecer a companhia do Mestre e sua dicas , aprendi muito no dia de hoje !!!. Obrigado Helião , e até a próxima jornada.........
  37. 7 points
    Olá pescadores! Gostaria de compartilhar uma ótima pescaria em família realizada ontem (03/07/2016) no Pesqueiro do Italiano em Estiva Gerbi-SP. Em minha 3ª visita a este pesqueiro, e após sair dedão na 2ª, resolvi voltar mas sem expectativas, apenas para passar um belo domingo em família. E desta vez, a patroa e minha filha puderam ir também. Inclusive as fotos foram ela quem tirou. Levei 4 conjuntos, com varas entre 17 e 35lbs, 3 carretilhas de perfil baixo e 1 molinete. Como iscas levei massa de fundo, beijinho, salsicha, pão, ração furadinha, miçangas e antenas diversas. Chegamos no meio da manhã e o pesqueiro estava parcialmente cheio e sem nenhuma ação por todo o lago. A princípio encontrei um canto ainda vazio e com uma sombra para abrigar a família. Pensei em iniciar com a massa de fundo pois não via rebojos na superfície, arremessei a 1ª vez e já percebi ação na isca, porém perdi a fisgada. Confesso que não tenho prática na pesca de fundo com massa, e essa foi a segunda vez que tento a técnica sem sucesso anterior. Mais atento, arremesso novamente e mantenho o sangue frio até esperar a corrida do peixe, e desta vez ele saiu pra foto. A partir daí, começou uma sequência de ações que resultaram em diversos peixes, inclusive um troféu, que nos deram muita alegria! Confesso que não esperava tanta produtividade no dia devido ao inverno, mas a pesca de fundo e a localização no lago foram o diferencial. A pincachara foi capturada com salsicha de frango (que flutua) arremessada próximo a margem e na vara de 17lb, com direito a corrida pro enrosco e uma bela briga. Um dos tambas saiu com beijinho tradicional no pino e chicote de 1 metro arremessado no meio do lago. Até tentei alguma ação na cevadeira mas o dia não era dela. Um grande abraço a todos, e levem a família pra pescar!!!
  38. 7 points
    Olá meu povo amado, pescaria feita no susto tudo de última hora, meu irmão, que quase não esta tendo tempo para pescar devido ao curso de 3 meses que está fazendo e novo emprego me manda um mensagem sexta feira 14hs falando que sábado não teria o curso, e até umas 21hs conseguiria vir para Ibaiti, para irmos para o Córrego, sabia que ia ser tenso, eu estava com uma gripe horrível (ainda estou) mas como estava com dó dele pois fazia tempo que não pescava, falei pode vir que eu me viro com as tralhas. Então fui atrás das coisas para leva, liguei para o Victor, e reservei o último Iglu do lado oposto do restaurante lugar que nunca tinha ficado. Meu irmão chegou em casa 22hs, tomamos um café e partimos rumo a Glicério, chegamos 15:30 da madruga no Córrego, até arrumar tudo começamos a pescar quase 4 e 30 da madruga. As 5:20 já bateu o primeiro peixe. Pescamos até 00:00 do Sábado e como estávamos muito cansado fomos dormir, acordamos por volta das 9 do domingo pescamos até 12:00 hs e retornamos para casa! Pescaria apesar de cansativa e sofrida por causa de uma gripe ruim que estou foi muito boa.
  39. 7 points
    Amigos, agora dia 4 de maio voltei a excelente Pousada do amigo Mariozam no lago do Peixe-TO A pescaria começa nos preparativos: Discutindo de forma seria... os acerto finas com meu parceiro Flavinho.kkkk Fominha que sou, antes de ir a Viracopos fui dar 30 minutos de pinchos com o fly A expectativa para o embarque Curtindo o espetáculo do Corinthians Grupo nota mil, Grupo do Bezerra(kkkk), eu, Flavinho, Testa, Nanau, Peru, Bezerra(o doido), Luizinho, Tche, Pena, Barata, Juca, Kleber. Risada do começo ao fim da pescaria, e muita cerveja, 800 latas nesta pescaria, fora outros gorós...kkkkk Grupo do "Bezerra"-time nota mil Chegamos em Palmas por volta da uma da manha e bora cair na estrada,chegamos pela manha e toda equipe da pousada já nos esperava com um farto cafe da manha, então equipamentos prontos, linha na agua. Mariozam estava preparado para nossa turma Meu parceiro Flavio era primeira vez neste tipo de esquema, transbordava de felicidade, navegação, regada a muita cerveja. Neste primeiro dia começamos pescar as 9 da manha, dia foi bom muita ação principalmente de peixes pequenos, mais de 30, a isca do dia foi a Firestick e a Tormentinha do CCM. Alguns amigos já embarcaram peixes de belo tamanho. Churrascada todo dia da hora do almoço No segundo dia fomos até a região do repartimento, foi nosso melhor dias, trabalhando uma zig zara, vem aquele submarino, não ataca, o parceiro joga uma brava e qdo foi tirar da agua o monstro atacou, mas acabou quebrando a linha. Mas nem deu para ficar chateado alguns metros a frente o parceiro já pega seu primeiro cavalo de 3kgs em uma Jumping Minnow, felicidade no barco e tome cerveja. neste dia embarcamos 3 peixes bons, e eu perdi mais uns 2 , fora aquela media de 30 pequenos. Meu melhor foi de 6 lbs A noite um maravilhoso sevicie com a breja Terceiro dia saio com meu mom amigo Luizinho, a quem devo muito a homologação do meu recorde junto a IGFA, este dia ventou bastante, peixe mais dificil. pescamos mais proximos a casa da antena. pegamos uma boa quantidade de peixes pequenos, eu perdi um monstruoso na firestick, que resolveu passar atras da isca... Vida Dura Tentei não beber muito, prometi para a esposa Quarto dia, muito vento novamente, voltamos a região do repartimento, muita ação de peixe pequeno, novamente a matadeira firestik em ação. meu melho do dia foi fe 6lbs. mas perdi uma jamanta em uma raseira da zigzara, coisa de chorar. Outras imagens da turma A pescaria em todos os sentidos foi um sucesso, peixes, comida, breja, e o principal os amigos. Como sempre Mariozam e Cia, estão de parabens pelo otimo atendimento. Contato-https://www.facebook.com/mariozann?fref=ts Equipamentos utilizados Varas -Enzo I 5'6" 17lbs -Saint Croix SC III -By Waka Custom Rods 5'7" 17lbs -F2 -By Waka Custom Rods 5'7" 20lbs Carretilhas -Core 51MG e Aldebaram MG7 Linha-Multi PP 40lbs Leader- Absorber 40lbs Snap-Capella G Iscas mais utilizadas-Firestick, Tormentinha, Zigzara, Brava, Inna 70 Agradeço em especia a Deus pela vida e pela minha esposa e filhos maravilhosos. Tambem a toda a turma e equipe da pousada. Abs Boas pescarias Carlos Dini "Aguardando as aguas do Rio Negro secarem"
  40. 7 points
    Amigos, tenho asorte de proximo da minha casa ter um lago muito bom de trairas. Normalmente saio no fim de tarde do sabado tentar as dentuças. As maiores chegam muitas vezes aos 3kgs, mas em media 1kg. Juntei as fotos dos ultimos meses de pescaria. Material: Vara- Enzo II 20lbs 5'6" Carretilha Liger Linha Multi PP 30lbs Leader 40lbs Isca-Frog verde da badLine Esta no cair das luzes hoje a tarde Familia sempre é tudo E para quem achou que parei de beber...kkkk
  41. 7 points
    Segue vídeo da pescaria de trutas realizada e idealizada pelo grande amigo André Vergara. Gostaria de aproveitar o espaço e agradecer aos amigos Fábio Nunes e ao mestre e amigão André Vergara pelas dicas, aulas e pela pescaria maravilhosa...
  42. 7 points
    Salve salve senhores! Ontem 11/03 eu e meu grande amigo Luiz estivemos na represa de Juturnaiba, municipio de Silva Jardim, cerca de 110km de distancia do centro do RJ, para tentar pescar os conhecidos tucunares da região! Local mto lindo, o acesso a represa é por um estrada de barro de 12km de natureza preservada! Na chegada as margens da lagoa, uma previa do lindo dia que estava por vir.... Chegando a beira da lagoa, o guia informara que devido as chuvas, a agua da lagoa estava barrenta demais, sobrando poucos pontos onde poderiamos ter sucesso! Mesmo com essa noticia, tralhas pra dentro do barco e partimos para a pescaria! E contrariando as expectativas do guia, logo na chegada no primeiro ponto, a pescaria comecou! Luiz saiu do dedo com esse tucunaré: Logo depois, minha vez! Sai do zero a zero com essa Traírinha, que não resistiu à tapinha: Em seguida, Luizito embarcou mais um tucuna, que posou pra foto e depois fora liberado, com aquela rabada, jogando agua na cara do pescador kkkkk : Agora minha vez de posar pra foto com um tucunaré que nao resistiu à Borá 7,5 Holografica: E no ultimo arremesso, antes de pararmos pro almoço, Luiz pegou mais um: Proximo das 12hs paramos pra almocar, e recarregar as baterias pq o sol castigava! 14hs voltamos pra beira da lagoa e partimos para o segundo tempo! Pra começar bem o segundo tempo, mal a tapinha comecou a zarar, esse tucuna nao resistiu: Luiz tbm nao parava nas capturas: Agora numa lelé verde limão, esse tucuna quase saiu da agua no ataque, fazendo o coração disparar: Luiz, com uma Smith Wavy sem barbela (quebrou em outra pescaria e ele lixou o que sobrou) arremessou e a isca nadando toda esquisita kkkkkkkkk despertou esse tucuna: E esse belo amarelinho nao resisitu à lelé: Ja passava das 16hs, e cansados devido ao forte calor sem um ventinho pra dar uma arejada, demos a pescaria por cancelada. Voltamos pra beira da lagoa de alma lavada e com sensação do dever cumprido! TODOS OS PEIXES FORAM SOLTOS!!! Vamos aderir essa ideia! Fizemos alguns videos durante a pescaria: Agradeço ao Luiz pela companhia. Irmão que esse esporte meu deu, parceiro em pescaria e em tds as horas no dia a dia! So faltou meu fiel escudeiro Carlitos, que infelizmente nao pode ir dessa vez, mas com certeza estava torcendo mto por nós! Mas ele foi lembrado por nós a td instante da pescaria! Na proxima estará presente conosco com certeza! Contando os dias para a proxima! O que a União constroi, a amizade eterniza! Material Utilizado: RNF Custom Rods 5'3" 10Lbs + Carretilha Ms Venator + Linha Maruri 8X 0,17mm + Leader Sumax Exo 0,35mm Iscas Campeãs: Kv Tapinha, Lucky Moldes Borá 7,5 Holografica, Borboleta Lelé verde limão Abçxxxxx
  43. 6 points
    Aproveitando o feriadão no domingo dia 29 de abril fui pescar com meus pais e minha esposa na Fazenda Kiri, como sempre a família nas tilápias e eu no Bass. Logo no primeiro arremesso tive ação de Bass na minhoca, o que me animou mas depois foi a manhã inteira com ações tímidas e sem Bass capturado. No período da tarde eu vi que os danadinhos resolveram subir em um dos lagos, eram pequenos mas estavam ativos, como eram pequenos e estavam bem próximos a superfície resolvi colocar uma das minhas iscas da coleção minis para nadar. A escolhida foi a Jackson Pygmy Stick: Alguns dos peixes capturados: Foram por volta de 8 desse porte. Editei um vídeo da pesaria: Pescar é sempre muito bom!
  44. 6 points
    Amigos, agora no meio de março voltei a Pousada Angical, dos proprietários e gdes amigos Mariozan e Rodrigo. Estavam nesta jornada eu, o Bento e os "flyzeiros" AkiraSam e Claudinho. Grupo se encontrou em Congonhas, e aquela gelada para esperar o voo. Que agora esta com voo direto da GOL para Palmas. Lá já encontramos o nosso gde amigo e proprietário da pousada o gde Mariozan. Queimamos chão e a noite já descansávamos na pousada. A pousada dispensa comentários, quartos confortáveis, refeição deliciosa, e ambiente familiar. No primeiro dia optamos por explorar os pontos próximos a pousada. Saímos neste dia, com o já tb amigo antigo, o guia Dimas. Muito peixe, principalmente no período da manha. Atarde entrou um vento que dificultou um pouco a pescaria. 7lbs 57cm Aquele almoço top: Fim de tarde show Acordar para borá pescar... No segundo dia fomos na região do ponto da"Casa de 2 andares", neste dia nosso guia foi o Mariozam. Bastante ação de superfície, foi um verdadeiro festival de peixes gdes perdidos, o amigo Bento perdeu 4 peixes gigantescos, um com a minha participação, era um cavalo de mais 60cm, fui pegar na linha para embarca e o peixe escapou...De chorar. Video da alegria do parceiro...l Ainda embarquei dois bons um de 6bs e outro de 8lbs. 6lbs isca T20 Vida Dura na hora do almoço Colecionando, tava de cardume... Chegou certo momento que paramos em um paliteiro durante a tarde, encontramos um cardume, foi covardia, começamos jogar jig, pegamos mais de 20 bons tucunas. Alguns minutos depois, saímos um pouco do cardume , e o Bento pega uma fêmea de 2kgs, embaixo surge uma nave, foi só jogar o jig.... 8lbs e 58cm.. VALEU BENTO. Encontro de gdes amigos. Mariozan é o cara. Por do sol. No terceiro dia, fomo um pouco acima da "casa de 2 andares", esse dia foi covardia, já estava tendo bons ataques até aquele momento, mas entramos numa grota o tucunaré fervia, pegávamos 4-5 peixes, eles paravam, andávamos mais 5 metros, encontrávamos outro cardume... Festa total. Foram mais de 50 peixes. Muita cerveja para comemorar. No meio desta pegadeira, jogo uma zigzarinha, e o monstro aparece, corre de um lado, freio do outro, garateia aberta(VMC 6x)... nem penso, desamasso o anzol, jogo no mesmo lugar, quem esta lá a fêmea, porrada, briga violenta. 7lbs 58cm(imagina o tamanho do macho que escapou) Na parte da tarde choveu e esfriou o peixe sumiu...Impressionante. No quarto dia, fomo acima do repartimento com o Paranã, os peixe estavam sentindo a mudança do tempo, e estavam bem mais lentos. Em uma das grotas, sobe um peixe monstruoso na Zigzara, erra, dou uma parada, sai a fêmea pegar, mas esta bem menor 2kgs. Nesta mesma grota encontramos muita pegadeira de peixe até 1kg, em um destes cardumes, jogo um jig, levemente mais para o lado, corrida alucinante, fritada no dedo... 7lbs e 62cm(meu maior em tamanho até hoje) Almoço de cabra macho. A tarde o tempo esfriou novamente, sairam alguns, mas poucos, mas quem precisa de mais peixe , estávamos pescados... Ajudando o parceiro Outras imagens e peixes dos amigos Hora de voltar: Material utilizado: -Varas --Vara 5'7" Saint Croix SC III 17lbs by Waka Custom --Vara 5'7" F3 20lbs by Waka Custom Carretilhas: -Core 51Mg e Aldebaram MG7 Linha-Multi PP 40lbs Leader-Absorber 40lbs Snap- Capela G e Glico 100 Iscas mais utilizadas- Zigzarinha, jigs, Firestick, Zigzara, magic Stick90, T20. Agradeço a Pousada Angical dos amigos Mariozan e Rodrigo, atendimento espetacular. -"quem me conhece, sabe que não ganho nada do operador, qdo elogio é pq gostei mesmo" Contatos: https://www.facebook.com/mariozann?fref=ts mariozann@hotmail.com (63) 9978-2357 http://www.pousadadomariozan.com.br Agradeço tb a Deus pela vida maravilhosa, minha amada esposa e filhos. Boa semana e pescaria a todos Carlos Dini Para quem quiser acompanhar minhas pescarias: facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260 Instagram @pescadini #pesca_dini
  45. 6 points
    kkkkk Fiz maior post, tdo cheio de informaçoes kkk e perdi ele sem querern logo segue resumo de 5 finais de de semana seguidos atraz de tentuças e foi so alegria..... pesos de 0,500 a 3,200 de pura adrenalina, mais de 50 capturas e todas soltas.... todas soltas mesmo!!!! vou evitar de colocar fotos repetidas, parecidas e bla bla bla kkk s´0 sei q foi sensacional ao lado de meus amigos Varella, Ronaldo, Diogo, Fabiano e Rafael!!!!!!!!!!!
  46. 6 points
    Fala pessoal, fiquei um tempo desaparecido do fórum e das margens dos rios devido a muito trabalho, ciclismo e estudo Mas relembrando os tempos de pescador de joaninha (Jacundá para quem não mora no sul) fui pescar aos lugares em que eu ia há alguns anos desbravar com meu falecido avô, chegando lá muita coisa mudou! Lugares que merecem um fotógrafo melhor de que um pescador com um simples celular para retratar a sua tamanha beleza natural!!! Bom: Hora de pescar Tralha: Um surrado molinete Arrow 300, linha Platinum xt 0.20, varinha Spinning Maruri 7-15lbs 1.35m e iscas Spinners de 3g. Acredito ser o kit mais adequado para essa pescaria, sendo que outra configuração seria difícil arremessar ou estaria superdimensionado para os peixinhos, a linha optei por platinum xt 0.20 pq as vezes enrosca em algo e fica mais fácil desenroscar e não perder a preciosa isca que demorei para encontrar, comprar ou confeccionar hehehe, vara Spinning de 1.35 é boa para arremessar por baixo com spiral cast, flip cast ou até um over head cast, que dificulta muito as arvores que ficam atrás, e eu não quero nelas enroscar pq isso geralmente causa um trabalhão e estresse danado, acho que todos sabem bem como é isso! E vamos arremessar! Enfim peguei algo: Pescado com Spinner dourado Hora de soltar: Após mais alguns arremessos sem sucesso tive que procurar locais melhores: OBS: coloquei a lente polarizada okley do óculos para tentar tirar o reflexo, mas não consegui mostrar as pedras que ali existem Sem, sucesso tentei trocar de iscas: Spinner verde tava com problemas com a corredeira do rio que estava um pouco acima do nível adequado para essa pescaria e a água estava levemente turva, ai dificulta a pescaria desse peixinhos! Tentei stickar em um remanso mas nada de sair as danadas Sem muito peixe bora fotografar a paisagem hehe Eu Lugar ótimo para fisgar jacundás mas o dia, nível e tom da água não ajudou, mas o que vale é a aventura selvagem da pesca de barranco onde ninguém costuma pescar! E quem sabe agora eu volte à ativa e compre um fly haha
  47. 6 points
    Salve, amigos pescadores! Um breve relato de minha primeira pescaria de tucunaré... graças aos novos amigos caiaqueiros de Maringá-PR ( Pesca Caiaque ) Shoooooooooooooooooowwwww de pescaria! Tucuninhas, traíras, oscar batendo na superfície ... a isca matadeira foi a famosa mini macetão. Foram 5km de remada de caiaque até chegar no ponto, cansativo, mas valeu muito a pena. Ansioso, esqueci de levar bateria reserva pra cam Segue algumas imagens e um videozinho. Um salve pros companheiros de pesca Fernando, Fabiano, Netto, André, Bruno e Sérgio. Abraços! ps: inventei de dormir em uma rede e lá tem muito bicho... resultado: passei a noite em claro com medo kkkkkkk ( abafa o caso )
  48. 6 points
    Bom dia, já está chegando o dia de pescar novamente, mais segue o video do fds, pescaria realizada em araçatuba-sp, rio está variando muito e a temperatura não está ajudando mais saiu alguns peixes. abraço
  49. 6 points
    Estivemos na Pousada Juruena, Rio Juruena em busca dos trairões E a coisa foi muito boa. Alem de Trairões sairam muitas cachorras gigantes e Jaus.
  50. 6 points
    Muito bem explanada nossa ideia meu amigo Gilliam. Parabéns pelas palavras. Domingos, Creio que os pontos apresentados pelo Gilliam justificam nossa ideia, porém irei ratificar aqui a sugestão. Mesmo sabendo que será analisada oportunamente, peço que seja levada em consideração. Nossa ideia é justamente simplificar o fórum e não dar mais trabalho aos membros da administração. Por sermos ativos colaboradores do mesmo, creio que a união de todos tópicos sobre cada pesqueiro irá diminuir, e muito, a quantidade dos tópicos criados em demasia. O que trará clareza inclusive e maior facilidade a administração, ou seja, ao invés de 5 pessoas diferentes criarem 5 tópicos diferentes sobre o mesmo local, teríamos apenas um por pesqueiro, o qual teria nas últimas postagens as respostas atualizadas tão procuradas pelos amigos pescadores. Hoje, ao procurar pelo pesqueiro Maeda, surgem 515 registros diferentes em 21 páginas, uma vez que, com o tópico: Pesqueiro Maeda, todas informações deste, estariam lá contidas, de acordo com as últimas visitas ao pesqueiro e postagens de nossos amigos. Temos 1.822 tópicos criados, divididos em 73 páginas. Nossa sugestão, com certeza, culminaria para larga diminuição de tópicos, ajudando na procura de dicas, relatos, controle, velocidade e acesso da plataforma. Em uma simples pesquisa com as palavras: "Como está o tancão do Maeda", na primeira página, aparecem 9 tópicos diferentes, com a mesma questão. Nosso exemplo: PESQUE & PAGUE PESQUEIRO ARUJÁ PESQUEIRO MAEDA E, nestes tópicos, seriam reunidas todas informações, relatos simples, como supra citado pelo Gilliam. As vezes que não saiu um peixe, por exemplo, a pessoa pode rapidamente explanar as iscas utilizadas, local que ficou. O que não ocorre nos relatos, pois ninguém quer criar um relato sem peixes. Veja bem, todas nossas idéias são claramente pensadas e propostas pois temos muito carinho com o Pescaki e queremos melhorá-lo cada dia mais. Por esse motivo, estamos dando nossas sugestões para facilitar a navegação, simplificar o acesso, aumentar a quantidade de membros e ajudar o acesso do amigo pescador, o qual é o grande intuito do fórum. Sei que inovações acontecerão e acho que é o momento para falarmos nossas sugestões, uma vez que é mais fácil incrementar algo em desenvolvimento do que dar a ideia após a implantação. Um grande abraço a todos.

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