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  1. 12 points
    Saudações camaradas pescadores. O título seria um pouco estranho, afinal não há tigres nas savanas e desertos africanos; porém os deste relato vivem nos rios. Procuro sempre ser oportunista e, no mês passado, aproveitei as férias do trabalho para passar uns dias no Rio Zambeze, na Namíbia. A Namíbia é um país predominantemente árido ou semi-árido, com exceção de algumas áreas no norte e da faixa do Caprivi, no extremo nordeste do país. É na parte oeste do Caprivi que o belo Rio Zambeze passa pelo território namibiano, delimitando parte de sua fronteira com a Zâmbia. Nas águas azuladas do Zambeze, emolduradas por belas praias de areia branca e vegetação típica, vivem hipopótamos, crocodilos, incontáveis aves e outros animais, além de várias espécies de peixes, muitas delas bastante esportivas. Há ciclídeos, como as tilápias ( 3 spot bream, pink bream, green bream, humpback), nembwe, red breast, entre outras; alguns tipos de bagres (barbel) e os tigres; sendo esta última espécie, alvo de pescadores esportivos de várias partes do mundo. Alcançam ótimos tamanhos no Zambeze, só não maiores do que os encontrados no Rio Kongo, mas neste caso trata-se de uma espécie distinta. As praias do Zambeze: Existem várias operações de pesca também na Zâmbia, Zimbábue e Botswana, mas depois de pesquisar, acabei optando pelo Zambeze Mubala Camp (também existe a opção do lodge). Suas instalações são simples, com suítes e espaço para camping, bar e piscina, mas conta com ótimas embarcações e guias, além de staff preparado para atender bem e com segurança (estavam passando por um curso de primeiros socorros quando cheguei). No bar tem uma boa variedade de bebidas e cerveja suficientemente gelada. Por-do-sol africano. Na época, início de dezembro, já havia iniciado o período de chuvas e o nível do rio já começava a subir, mesmo assim havia boas notícias sobre capturas na semana anterior. Meu primeiro guia foi um dos gerentes, Hank Van Blerk, viciado na pesca no Zambeze. Na época em questão, a melhor técnica é o trolling com iscas artificiais. Usamos plugs de barbela média ou grande, entre 10 e 14 centímetros, com um empate de aço flexível de cerca de 15 centímetros e linhas multifilamento bem finas, para ajudar na descida da isca. No caminho havia alguns crocodilos dando boas vindas e uma família de hipopótamos (não fotografei) e, já no primeiro ponto, uma área com profundidade considerável, depois de algumas passadas, engatei meu primeiro tigre. São peixes rápidos e fortes, cuja primeira tomada de linha é realmente excepcional. Muitos saltam algumas vezes, o que não ocorreu na briga com o primeiro exemplar; mesmo assim foi um excelente combate. Os dentuços podem ser facilmente comparados aos nossos dourados, porém com um pouco menos de resistência. Depois de alguns minutos embarcamos e meu primeiro tigre, com pouco mais de quatro quilos e meio. Nada mal para o primeiro! Ainda tivemos tempo de capturar outros exemplares de menor porte e perder algumas ações, o que é bem comum na pesca desta espécie. Na comemoração, bastante chopp gelado no bar e um bom descanso para voltar aos trabalhos no segundo dia. Na terça feira, tivemos alguns peixes na faixa dos 2 a 3kg e outros perdidos. O Hank engatou um belíssimo exemplar de mais de 5 quilos. Os bagres também se mostraram bastante ativos, principalmente depois de uma garoa pela manhã e a pescaria da tarde foi um tanto abreviada em virtude da chuva. Sempre que passávamos por locais rasos tinha ação de bagres. Belíssimo exemplar do Hank. Na quarta feira não teve pesca. Fiz um passeio até as Cataratas Vitória, à jusante, passando por parques nacionais em Botsuana e Zimbábue. Belíssima viagem, com a presença de vários animais. A viagem por si só já valeria, mas as cataratas são realmente impressionantes. Antílope da sable As cataratas são formadas por várias cachoeiras que se desenvolvem por uma extensão de vários quilômetros. Nesta época elas estavam próximas do volume mínimo, deixando à mostra os paredões, alguns deles com mais de 100m de altura. Baobá. No último dia de pesca, o meu guia foi o Kennedi. Nascido e crescido na região, é outro conhecedor de cada ponto do rio. Foi o melhor dia de pesca, até porque pudemos pescar o dia todo. Ao menos umas duas vezes tivemos ação nas duas varas, porém um dos tigres sempre escapou. Bem difícil conseguir um duble desses peixes. Tivemos cerca de 50% de aproveitamento, o que é uma boa média com iscas artificiais. Este exemplar tinha uma coloração bem mais clara, com cauda amarelada ao invés do vermelho, mais comum. E eis que em uma passada em um poço promissor, a vara enverga e segue-se uma intensa e longa tomada de linha. Depois de um belíssimo salto, percebemos que havíamos engatado o troféu da pescaria. Ótima briga, pena que não foi filmada. Seis ou sete saltos, alguns deles ao lado do barco e muita força. Depois de alguns minutos de boa briga e uma rapala destruída, embarcamos o troféu. Seis quilos e pouco! O maior da pescaria e de toda a temporada no lodge. Bom que deixei meu nome no quadro dos troféus do lodge! Deu um pouco de trabalho na hora da soltura, pois principalmente os maiores exemplares se estressam muito. E ainda acabamos ficando um pouco mais do que o usual com o peixe fora d'água. Embora fortes lutadores, são bem sensíveis ao ar livre. Felizmente acabou se recuperando e seguindo seu caminho. Os maiores de seis quilos são considerados troféus. Embora passem dos 10kg no Zambeze, tais tamanhos não são muito comuns, talvez pela pesca predatória, que ainda existe mesmo com a fiscalização das autoridades e empenho das operações de pesca. Chegamos a capturar um bom exemplar com uma rede de pesca enroscada no corpo. Havia até uma linha passando por dentro do corpo, com a carne já cicatrizada em volta. Mas com a participação da população local na atividade, a perspectiva é de contínua melhora na preservação do magnífico Rio Zambeze. Seguem as fotos das iscas que haviam acabado de sair da caixa no começo da pescaria (isso que eram de madeira). Segue o vídeo que editei: Outras dicas: Indispensável a proteção contra o sol: chapéu, mangas compridas e protetor solar. Uma boa máquina fotográfica (que eu não tinha) também ajudaria a eternizar os momentos que pescamos próximos das famílias de hipopótamos (sempre zangados) e o espetáculo das aves, entre pelicanos, gansos, cormorões, águias em plena caça e tantas outras. Equipamento: Utilizamos equipamento leve para o corrico, com varas de ação média rápida na casa das 17 a 25lb, com molinetes shimano abastecidos com linhas multifilamento de 22lb. Plugs de meia água de 10 a 14 cm e empate de aço flexível de 40lb. Quando o nível da água está alto pesca-se mais de rodada com iscas naturais e montagens com dois anzóis. Para os ciclídeos utiliza-se pequenos spiners e plugs no pincho, mas deixei esta modalidade para a próxima. Deve valer a pena, pois não são incomuns as capturas de tilápias com mais de 4kg na área do lodge. Valeu pessoal, até a próxima. Se eu puder pescar mais alguma vez enquanto estiver por aqui, posto outro relato para trocar idéias. Grande abraço.
  2. 10 points
    Tucunarés e Trairões na Pousada Rio Suiá-Miçu Com fotos de Domingos Fiorante Bomediano (Bome), Mario Bomediano e Mario Bomediano Júnior A determinado momento, mais ou menos mil e trezentos quilômetros desde nossa partida, já se podia avistar, ainda lá no longínquo horizonte o peculiar promontório que àquela altura da viagem buscávamos avistar. Ainda longe demais para demonstrar sua real grandeza, já resultava capaz de promover alegria nos corações de quem conhece e admira aquelas paragens. No entanto, algum tempo mais tarde, já desafiando o céu, bem acima do trecho de estrada onde estávamos, revelava-se de forma esplendorosa o ponto mais conhecido e, talvez o mais bonito também, da fabulosa Serra do Roncador. A Serra do Roncador vista desde a estrada Das vezes que viajamos para pescar na emblemática região do Xingu, este foi o ponto eleito como “marco” para a jornada. Primeiro, por sua inconfundível e incomparável beleza, para em seguida, proporcionar a deliciosa percepção de estarmos mais que a meio caminho do destino, não sem deixar evidente que a partir dali tudo passaria a vir diferente do que estamos acostumados no dia a dia das grandes cidades. Foi então que com muita alegria e expectativa, ultrapassamos aquele trecho da estrada que remonta à Grande Aventura demarcada pelos formidáveis Irmãos Villas Boas, iniciando-se na década de quarenta, estendendo-se pela década de cinquenta e, em continuação, resultar na criação, em 1961, do Parque Nacional do Xingu, que fica vizinho ao local onde íamos pescar. Com isso, cada quilômetro conquistado levava-nos para mais perto, em direção a uma pousada cravada no meio da mata amazônica, no Município de Querência, Estado do Mato Grosso, num trecho bastante preservado e intocado de mata ao lado da Reserva do parque. A Chegada Após sairmos de Querência, passamos por uma estrada de terra batida de cerca de 170 Km, cuja parte inicial é sempre uma larga estrada margeando imensas áreas de plantações, sempre ao lado de imensas áreas de reserva legal de mata, com muitas emas a pastar, até se chegar a um ponto em que se adentra um estreito trecho final, de cerca de 20 Km, totalmente dentro da mata. Algo bastante peculiar e de beleza indescritível! A larga estrada de terra, enquanto adentra as fazendas e atravessa a mata de reserva entre elas Abaixo, o contraste entre as planícies aradas e a mata de reserva à esquerda e ao fundo, no longínquo horizonte No final do trecho, em uma clareira na margem do lendário Rio Suiá-Miçu, revela-se a Pousada Rio Suiá-Miçu, um empreendimento arrojado resultante do sonho de um mineiro muito dedicado, Euler Vieira, que não mede esforços no sentido de proporcionar uma jornada inesquecível para seus clientes e amigos. Recebidos pelo amigo e, depois de prazerosa conversa, fomos direcionados para o apartamento, recebendo a atenção de todos e orientados de como tudo ali funciona, deixando clara a preocupação em bem atender. Nossa jornada começaria no dia seguinte, de sorte que o resto do dia foi dedicado a preparar o material conforme as prévias orientações do guia Edem Rocha, muito bom e atencioso. Nos dias em que lá estivemos desfrutamos de estadia em um lugar muito especial, ademais de desfrutar também de farta pesca e é sobre isso que passamos a relatar, para no final mostrar a pousada e suas acomodações. A equipe Bomediano Mario Mario Júnior O Local e Suas Particularidades Afluente do Rio Xingu, o Rio Suiá-Miçu segue o padrão do caudal maior para o qual contribui, parecendo manter as mesmas características quanto ao bioma a que pertencem. Contudo, a região da pousada, percebe-se bastante preservada, quando então a mata ciliar não se restringe a metros mas sim a quilômetros de extensão (vide vídeo de imagens aéreas), vez que de ciliar passa a extensa mata a partir das margens. Há variações de mata alta para cerradão, conforme o trecho de rio, mas ao menos até a parte mais acima, do Rio Paranaíba, que está a mais de 50 quilômetros, não há presença de fazendas ou desmatamentos. Nesta parte, nota-se que já houve exploração de madeira no passado, mas a mata segue lá e parece estar revigorada. O amanhecer é sempre muito bonito, deixando saudades Abaixo, uma paisagem no Rio Paranaíba e mais abaixo um lago de lá. Neste lago acertamos muitos e bons tucunarés logo na entrada Por outro lado, descendo o rio a partir da pousada, torna-se ainda mais preservado, vez que por aí se vai ao Parque Nacional do Xingu e a primeira aldeia que se encontra é a dos formidáveis Índios Suiá. Estes, em razão da proximidade e da boa acolhida na pousada, lá comparecem diariamente para vender artesanato. A pesca vai permitida até determinado ponto, bem antes da aldeia, que deve ser respeitado e jamais ultrapassado. Obviamente que por lá há muito de flora e fauna! A primeira se desnuda nas margens demonstrando seu frescor, beleza e perfumes. Já no caso da fauna, em razão da enorme área de mata muito densa, os animais pouco se deixam avistar, sendo que os mais presentes são sempre os jacarés e uma miríade de aves, com destaque para o “capitão-do-mato” e seu alto pio característico. À exceção de capivaras, bastante mais difíceis são os mamíferos, mas alguma que outra coisa mais rara sempre se deixa ver, apesar de nunca conseguir fotografar em razão da esperteza deles, mas a prova está lá, nas margens, na forma das diversas pegadas, tanto pequenas quanto de maior porte. Assim, ainda tivemos a sorte de avistar um casal de raposinhas do campo e um pequeno veado-catingueiro. Os jacarés buscam insistentemente atacar as iscas de superfície Os Peixes e as Possibilidades de Captura Conforme a Época do Ano A pousada é bastante conhecida pelos seus trairões, mas o Rio Suiá Miçu é pródigo em espécies, sendo morada não só de trairões amazônicos, mas também de tucunarés, cachorras-largas, cachorras-facão, cachorras-gato, matrinxãs e bicudas entre os de escama e, de pirararas, cacharas, barbados e palmitos entre as espécies de couro. Todas estas espécies rendem brigas memoráveis! A espécie de tucunaré presente é a Cichla melaniae, muito bonita, esportiva e abundante e os peixes se deixam capturar muito próximos à pousada, o que torna a jornada bastante prazerosa, mas o que impressiona mesmo é a maciça presença de trairões amazônicos (Hoplias aimara), quando até mesmo às portas da pousada é possível capturar grandes exemplares. A disponibilidade de algumas espécies varia na medida em que varia o nível das águas, de sorte que com o rio cheio, maiores serão as chances de capturas de peixes de couro e também de matrinxãs. Os tucunarés, sobretudo os grandes, estarão mais fáceis de se capturar quando se estabelecem condições de se adentrar lagoas marginais somente acessíveis com o nível de água mais alto. Contudo, a exemplo dos trairões é uma espécie disponível em todo o rio durante o ano todo. Lá estivemos em final de temporada, no mês de setembro, com o rio já sem acesso às lagoas marginais, mas pudemos empreender espantosa jornada com muitas capturas de trairões e tucunarés. Assim, em razão de estes dois peixes estarem muito ativos na época, centramos nossas ações neles. A Jornada Mesmo estando em três pescadores no barco, ainda assim, obtivemos muitas capturas de tucunarés por pescador, o que denuncia uma ótima semana de pesca. Diariamente se capturavam dezenas de peixes desta espécie por pescador, mas segundo o guia, a época desfavorecia a presença de peixes de grande porte. Até onde sabemos, a espécie melaniae, não é mesmo de atingir grande porte, mas supera facilmente os 50 cm de comprimento, bem como, pode superar 4 Kg de peso, mas na nossa semana nem mesmo os demais pescadores conseguiram ultrapassar os 3 Kg. Coisas da época, com certeza! No nosso barco os maiores exemplares capturados na semana ficaram na faixa de 2,5 Kg, o que já nos rendeu grande alegria. O mesmo peixe mais de perto: Quanto aos trairões, houve variações na oferta conforme o dia e condições, havendo dias fartura de peixes menores, variando de 2 Kg a 3 Kg. Contudo, peixes acima de 4 Kg saíram poucos por dia, mas nunca deixaram de comparecer. Nossos maiores ficaram em torno de 6 Kg, alguns um pouco mais, outros pouco menos, muito embora durante nossa estada, outras equipes que também lá estavam, tenham obtido capturas de peixes acima de 10 Kg. Os trairões não são difíceis de se encontrar, bastando insistir em pontos onde hajam pedras ou troncos nas margens do rio. Sua forma de ataque às iscas é bastante instigadora, vez que no caso de artificiais, vêm por baixo, de boca aberta para abocanhar a isca, de sorte que quando não erram, já no primeiro instante o pescador é brindado com um belo salto, para, em seguida, ser requisitado na maestria para manter o peixe na linha e resultar com uma bela foto. Que bocarra, eh! O mesmo peixe: Mais duas do mesmo peixe: Já pesquei trairões, mas confesso que nesta quantidade e qualidade, jamais! Foi sensacional! Havia a possibilidade de pesca de peixes de couro, apesar do baixo nível das águas, quando este tipo de pesca vem um pouco prejudicado por lá, de sorte que preferimos descartar, mas quem se dedicou a esta modalidade também obteve sucesso. Houve até a captura de uma pirarara de 17 Kg no próprio tablado de embarque e desembarque dos barcos da pousada, onde acaba sendo uma ceva municiada diariamente. Segundo apuramos isso é comum por lá. Outros peixes sobrevieram de forma inesperada, vez que nossa meta não eram eles, mas estando em um local de alta piscosidade, com provocantes iscas na água, sempre resulta alguma captura, mas foram poucas as capturas dignas de fotos. Diariamente se decidia se íamos mais longe ou não, conforme a disponibilidade de peixes, de maneira que em dois dias resolvemos não retornar à pousada para almoçar, quando então o guia levou boa carne para um churrasco na barranca do rio. Já existem pontos nas margens em que os guias já deixam meios para se acender um fogo. Esteve muito bom! Os dias de churrascos na barranca A Formidável Pousada Rio Suiá-Miçu Uma vez estando em um local tão ermo e afastado, resta esperar que um empreendimento do ramo nos atenda de maneira a trazer-nos sucesso na jornada, bem como tenha meios de poder propiciar o conforto ao pescador para a devida recuperação das energias ao final do “duro” dia de “trabalho”. A Pousada está em um local privilegiado! Única no local, com quilômetros de separação da civilização, um rio maravilhoso, com muita mata ciliar e de entorno, algo bastante valioso a dias de hoje. Com estas características, se poderia pensar em grande dificuldades para acessar o local, mas ao contrário, é até relativamente fácil, desde que se observe com atenção o mapa fornecido pela pousada. A forma de tarifa é “All-inclusive”, quando então, uma vez adquirido o pacote de pesca, tudo o que ali se vai consumir já está cobrado, seja em termos de alimentação e bebidas, seja em termos de serviços de guia, barco, gasolina e iscas. Porém há exceções, como é o caso de bebidas destiladas e serviços de lavanderia para artigos pessoais. O formato da pousada é com 12 quartos rodeando o grande quiosque central e a piscina. Os quartos são equipados com aparelhos de ar-condicionado, geladeira e banheiro com chuveiro de água quente. Em todos os quartos, bem como na área da pousada funciona rede wi-fi, algo muito requisitado nos dias atuais e que foi bastante útil , pois nos dias em que lá ficamos sempre pudemos contatar a Família, sem problemas de comunicação. Uma visão aérea da pousada (vídeo fornecido por Euler) e, mais abaixo, algumas fotos Além do restaurante, rigorosamente limpo e totalmente envidraçado, conta também com um quiosque central onde os pescadores podem reunir-se à noite, antes ou depois do jantar, para aquele bate-papo, contando e conferindo as conquistas do dia, bem como aproveitar para jogar baralho, tomando uma água, um refrigerante ou uma cerveja, sempre muito à vontade. No final das jornadas diárias, ia uma "branquinha" pra balancear um pouco a adrenalina. Na verdade assaltamos a garrafa particular do Euler! Os Guias e os Barcos A pousada conta com bons barcos de pesca, bem equipados com motores de popa e motores elétricos, conduzidos por guias treinados para bom atendimento. Nós fomos atendidos pelo ótimo guia Edem Rocha, caboclo bom, muito educado e bastante conhecedor das características de pesca da região, o que contribuiu bastante para o sucesso de nossa jornada! Impressões Finais e Agradecimentos Por fim, destacar nossa impressão sobre o empreendimento e o local onde pescamos, para deixar gravado que vale a pena ir pra lá, seja pela pesca, meta principal, seja pelo turismo, seja pela oportunidade de conhecer um rio maravilhoso, que teve grande importância na história da conquista do oeste em nosso país, seja pela chance de conhecer um pedaço de mata ainda bastante preservada. Agradecemos muito ao idealizador do arrojado projeto, Euler Vieira, nosso anfitrião, que cuida de tudo como um maestro, agradecendo também à sua formidável equipe, sempre atenta à menor de nossas necessidades. Foi tão bom que logo lá estaremos de volta, com certeza! Acesse a página web da pousada: http://www.suiamicu.com/website/ Equipamentos Adequados Varas Para os tucunarés: Varas de 5,6 a 6,0 pés de comprimento, de ação rápida, ou médio para rápida, para linhas de 8 a 14 libras ou um pouco mais fortes, de 10 a 17 libras. Para os trairões: A mesma vara de 10 a 17 libras, podendo uma um pouco mais forte, de 12 a 20 libras, sobretudo para o caso de uso de isca natural Iscas Artificiais, tanto para os tucunarés quanto para os trairões: À não ser no caso dos trairões que, em se tratando de artificiais, somente entraram em iscas de superfície, para os tucunarés não houve destaque para uma isca em especial, de maneira que funcionaram muito bem, iscas de superfícies de diversas marcas e modelos, de tamanho máximo de 12 cm, alternando-se com iscas de meia-água e de sub-superfície. Embora tenhamos utilizado mais as iscas de cerca de 9 cm, houve momentos em que a diminuição do tamanho foi fundamental para o sucesso. Inclusive, um dos maiores tucunarés saiu justamente numa curisco de 7 cm. Deixamos de usar jig-heads, mas com certeza funcionam de mesmo modo! Alternando Iscas Entre Artificiais e Naturais para o Caso dos Trairões: Nossa intenção foi de focar apenas nas iscas artificiais, o que foi feito com os tucunarés, que estavam bastante ativos, resultando em muitas capturas de peixes variados em tamanhos e cores. Mas no caso dos trairões acabamos por decidir em alternar entre iscas artificiais e naturais, vez que só nas artificiais, ao menos naquela semana, poucas ações resultavam e, quando resultavam, erravam muito as iscas de superfície. Por outro lado, simplesmente ignoravam as de meia-água, razão pela qual decidimos alternar, muito justificadamente, entre artificiais e naturais. Equipamento de recolhimento: As carretilhas e molinetes, conforme preferência do pescador precisam estar de acordo com as varas e iscas com as quais trabalham em conjunto. Precisam ter capacidade de recolhimento rápido de linha quando se usam algumas iscas de superfície, de mesmo modo que precisam ser capazes de suportar as corridas dos grandes trairões, razão pela qual não se deve descuidar deste detalhe. Linhas: As melhores linhas para este tipo de pesca são as de multifilamento, devendo ser de resistência de no mínimo 20 libras para os tucunarés não precisando ultrapassar 40 libras de teste para o caso dos trairões. Usando linhas dentro destes parâmetros não tivemos perdas! Se, contudo o pescador sentir-se inseguro, pode levar linha de 50 libras. Nota do autor: Diante de natural dificuldade para se descobrir a forma correta da grafia da palavra miçu, miçú, ou missu, ou ainda, missú, chegamos à conclusão de que a forma mais adequada seria “missú”, muito embora a grafia “miçu” venha aqui adotada por percebê-la no nome fantasia da pousada.
  3. 10 points
    NOVA JORNADA NO FABULOSO SUIÁ-MIÇU Uma de boas coisas na vida é poder repetir algo que fizemos no passado com o mesmo sucesso. E assim foi com esta jornada na Pousada Suiá-Miçu, de nosso amigo Euler Vieira! Quando lá estivemos no ano passado em nossa primeira jornada, acertamos muito bem com os trairões e tucunarés, de sorte a resultar uma de nossas melhores jornadas enquanto pescadores, até porque a meta era justamente isso. Como tudo foi uma grande novidade, quisera parecer que talvez estivéssemos em uma semana de sorte e de abundância de peixes, mas nas conversas com o pessoal de lá, bem como, com os guias da pousada, soubemos que não havia nada de excepcional, senão a própria verdade: o local é mesmo muito bom de peixe! Então, nada melhor que repetir para conferir e foi o que fizemos! Estivemos novamente naquele lugar sensacional, tanto de beleza natural, quanto de pesca. Não foi possível uma jornada em época diferente daquela do ano passado por conta de compromissos, de maneira que, se no ano passado lá estivemos na penúltima semana de atividades, neste ano estivemos na última. Havia meses que não chovia por lá e, agora, no dia em que lá chegamos a temporada de “inverno” já se anunciava com as primeiras chuvas, inclusive com árvores caídas fechando a estreita estrada de terra logo mais próximo da pousada. Sorte que o pessoal de lá fica atento quando estão para receber pescadores e já ficam preparados para qualquer eventualidade de ter de limpar a estrada, permitindo a passagem. As estradas para se chegar à pousada são simplesmente espetaculares! Primeiro, um estradão, para depois afunilar-se e restar apenas uma maravilhosa estradinha mata adentro. Portanto, era de se esperar que a qualquer momento a chuva viria. E veio, não só no dia em que chegamos como também nos dias seguintes, mas apenas para amenizar o calor e ajudar a Natureza em seu processo de renovação, sem atrapalhar a jornada de pesca. Contudo, em poucos dias a pesca viria a se tornar impraticável, razão pela qual a formidável pousada só funciona de maio a setembro de cada ano, permanecendo fechada nos demais meses. De novo naquele lugar, era também de se imaginar que as coisas viriam a ser muito iguais e parecidas, mas na verdade, ali não há dia igual a outro, porque são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo ao redor do pescador. São belíssimas manifestações da Natureza a ponto de, em algum momento se ouvir grande estardalhaço na água para se perceber um grande cardume de tucunarés, bicudas e cachorras batendo firme sobre espécies menores, enquanto que em outro momento se ouvir barulho ainda maior para perceber então que um jacaré andou aprontando alguma nas cercanias. Mesmo quando a água está aparentemente calma se percebem pequenos peixes praticamente “voando” sobre a superfície para fugir dos ataques de peixes maiores, ou até mesmo de nossas iscas. Enquanto isso, araras, capitães-do-mato e outras aves estão sempre a nos agraciar com seu canto e harmonia. Quando se pensa que isso tudo possa entender-se esgotado, ainda sobrevém o importante detalhe de que às vezes é preciso “garimpar” estas manifestações da Natureza, para incluir não só o que se apresenta sob a forma de sons e imagens, mas também o que vem sob a forma de perfumes, sensações e também ocorrências somente perceptíveis pelo pescador mais atento, como foi o caso de percebermos a silenciosa travessia de uma anta em uma baía! Este é o coroamento da definição do que vem a ser a arte de pescar, que muito antes disso já começa em casa, no processo de escolha e arrumação da tralha, manutenção nos equipamentos, carregamento de linhas cuidadosamente escolhidas, eleição das iscas artificiais que estarão mais à frente, sem deixar em reserva aquelas relegadas a segundo plano, pois muitas vezes elas serão as verdadeiras protagonistas nas capturas, passando também pelo planejamento das estratégias que serão empregadas nas jornadas e mais alguns pequenos detalhes que ajudam a completar este prazeroso processo. Embora o rio ofereça outras espécies, como pirararas, cacharas, grandes cachorras e corvinas, preferimos novamente centrar nossos esforços na pesca de trairões, alternando com a pesca de tucunarés, muito embora tenham se apresentado alguns “intrusos” nas capturas, o que é sempre bem-vindo. O mais intruso foi um jacaré que entrou em uma isca "Trairão" que um amigo, Fernando, me enviou desde Espanha, mas teve até raia pega pela cauda! Para os tucunarés só usamos iscas artificiais, muito embora algum que outro tenha entrado na isca natural enquanto se tentavam trairões, porque estes, nem sempre estão muito dispostos às artificiais. É impressionante como o Suiá-miçu e seus tributários têm trairões, porque não se navega muito para encontrar um ponto onde estejam. Inclusive há pontos muito próximos à pousada não demandando mais que alguns poucos minutos de navegação. Contudo, o espírito humano quer sempre mais e melhores peixes, de sorte que não dispensamos todas as possibilidades, quando então, estivemos pescando, tanto no Rio Suiá-Miçu, quanto em alguns afluentes como o Águas Claras e o Paranaíba, ademais de algumas baías que ainda permitiam acesso. Embora à primeira vista todos os locais do rio pareçam iguais e tinham tudo para prometer capturas, em razão do conhecimento, o guia Edinho parecia passar por um ponto bom para parar em um que para nós não tinha tanto atrativo, mas logo em seguida vinha a comprovação de que a parada tinha lá seu fundamento, nos dando bons peixes. É aí que entra o conhecimento do guia, proporcionando grande jornada ao pescador. Vejamos um pouco dos peixes capturados no rio. Um dia, entramos no Rio Paranaíba, que é um afluente de águas muito límpidas e rasas, que alaga uma enorme área antes de entrar no rio principal. Mesmo em épocas de seca, como agora, sempre é alagado por quilômetros antes de entrar no Suiá-miçu. É impressionante navegar por seus meandros, enquanto se observam cardumes a correr paralelamente ao barco, sobretudo raias, corimbas, bicudas e tucunarés. É uma bela experiência! Ali, em qualquer ponto de alguma profundidade, sobretudo onde hajam tranqueiras paradas na margem, há trairões! Basta apoitar nestes pontos e lançar iscas, nestes casos, quase sempre naturais, vez que arremessos são impossíveis. Não raro se pescam trairões no visual, quando se podem lançar as iscas praticamente “na cara” do peixe, mas ao menos nos momentos em que tentamos, recusaram jigs, acatando muito bem às naturais. A exemplo do ano passado, navegamos bastante, na verdade, muitos quilômetros Paranaíba adentro, até chegarmos em áreas que nos ofereceram muitos tucunarés e alguns trairões muito bons. De mesmo modo, subimos também o Rio Águas Claras, que tem um “comportamento” um pouco diferente do Paranaiba. Primeiro, apesar de ter quase o mesmo porte, não forma grande alagamento em sua foz, senão em época de cheia, para ficar encarcerado nas barrancas baixas. Segundo, suas águas, apesar de límpidas, têm a coloração escura tipo coca-cola, comum em muitos rios amazônicos. Ali também, com pouca navegação já se chega em pontos de pesca de trairões, bastando encontrar locais que ofereçam alguma profundidade com galhadas. Em razão de que é um rio pequeno, sem áreas alagadas, ali, a pesca se concentra na pesca de trairões com iscas naturais, sempre rendendo muitas capturas, inclusive vários dublês. Nos dias em que subimos para pescar no Rio Paranaíba, no Rio Águas Claras e nas baías lá da região mais alta, sempre rolou o tradicional churrasco na margem do rio, algo muito apreciável e inesquecível! Enquanto lá estávamos havia várias outras equipes pescando, resultando que ao final do dia sempre tínhamos boas estórias a contar e, sobretudo, a ouvir, ora de capturas de peixes de porte maior, ora de espécies que não buscamos pescar. Uma grande dupla que lá estava, os amigos Leonardo e Ricardo fizeram uma jornada bastante variada, dedicando-se a diferentes espécies, resultando com belíssimas fotos, que gentilmente nos cederam para compor a parte visual da matéria, de sorte que fica aqui, o agradecimento a estes valiosos companheiros! Como sempre, finalizar agradecendo ao Grande Euler Vieira, Caboclo Bão das Minas Gerais , que não mediu esforços no sentido de nos proporcionar tamanha jornada, agradecendo também ao amigo Edinho que nos assessorou durante toda a semana, favorecendo-nos para que tudo resultasse muito bem como resultou. Para melhor visualização do valoroso empreendimento de nosso amigo Euler, leia a matéria do ano anterior quando se poderá ver fotos da pousada e entender melhor a grandeza daquilo tudo. Para encerrar repito esta imagem que caracteriza a síntese do que é pescar em Família. Muito grato, meu Irmão Mário, Mano Véio de tantas jornadas! Muito grato, meu Sobrinho Mário Júnior! Agora, a esperar pela próxima no ano vindouro e tudo faremos para que possamos lá estar em um período diferente, quando a oferta de peixes estará também de forma diferente, mas com certeza, conforme já nos alertaram, sempre com abundância.
  4. 8 points
    Sábado agora finalmente me dediquei a uma pescaria que estava planejando a muito tempo realizar! Fui em busca dos valentes lambaris, ou tambiús como conhecemos por aqui! Separei alguns micro plugs, com destaque ao Mini Big O, foram mais de 30 capturas, algumas delas o peixe até saia pulando, outras na batida da isca na água, as vezes vinha o cardume frenético beliscando a isca! Apenas algumas horinhas de brincadeira, mas que trouxeram sorriso de orelha a orelha por ver tamanha produtividade! Relatinho simples, espero que curtam
  5. 7 points
    Recebi recentemente um exemplar dessa diferente carretilha. Originária da África do Sul, não vejo na internet mais qualquer citação a esse fabricante (Phoenix Grizzly), que provavelmente fechou as portas já há algumas décadas. O chassi era feito em uma única peça que incorpora o Reel Foot. Bem resistente. Era uma carretilha feita para favorecer o arremesso. De fato, dizem que é possível alcançar mais de 240 m usando um chumbo de 150 g. O estilo lembra bastante os antigos Grice & Young Orlando. Porém, esses não tinham qualquer multiplicação no recolhimento nem drag, eram direct drive. A Phoenix tem relação de recolhimento de 2,25 : 1 e possui um Star Drag funcional. Para arremessar, bastava destacar o carretel da posição de recolhimento e prendê-lo no bico. Retira-se a linha da guia e segure com o indicador, como em um molinete. Procedimento bem simples, que é feito com uma só mão. Dessa forma, arremessa como um molinete comum mas recolhe como uma carretilha. Mais ou menos como uma Alvey, com a diferença que nas Phoenix é mais simples evitar a linha torcida, bastando para isso inverter o carretel a cada arremesso. Uma ótima idéia. Era feita para se usar em praias e costões, com material muito resistente à corrosão marinha. Tem 4 rolamentos inox, engrenagens de Acetal, os washers do Drag são de Tufnol, todos parafusos de aço inox, o metal exposto de bronze cromado, corpo e carretéis em grafite. De fato, tem pouca coisa aí para se ressentir do sal. E cabe linha pra dedéu. 400 m de mono 20 libras. Um bom acréscimo à coleção. Porém, ainda pretendo usá-la em campo. Quero verificar melhor o conceito. Vinha junto um pequeno folder com explicações. Pouco se encontra na internet sobre essa carretilha apesar de ter sido uma boa idéia de engenharia. Me pergunto porque não vingou, me pareceu bem inovadora. Aqui, uma reportagem da Sea Angler Magazine de 1996. E assim foi. Mais um pouquinho de história e do universo dos equipamentos de pesca. Até a próxima.
  6. 7 points
    Na verdade tudo é copiado. Inclusive comprei as antenas de um colega da Turma por sinal muito caprichado e aproveitei para fazer uma adaptação. Desmontei o original. Foi colocado tubinho nos EVAs. Faço nó Rapala como figura abaixo para facilitar a troca de anzol com miçanga. No último e primeiro EVA, prende com palito, conforme a distancia que vc quiser. Outra vantagem de utilizar EVA com tubinho é quando vc encaçapar com passaguá o conjunto todo de antena sobe, não ficando preso no passaguá, consequentemente não estragando a antena. Palminho: Mesmo ajuste da antena. Nó Rapala Passaguás Como muitas vezes faço pesca solo com os passaguás dos pesqueiros ,normalmente usam-se o Miramar, por sinal muito pesado, tenho dificuldade de encaçapar os baguás, fiz uma com aro de bicicleta e cabo de remo de alumio, diminuindo sensivelmente o peso. Desmontado cabe certinho na porta mala
  7. 7 points
    Saimos pra buscar nossos trofeus longe e muito dinheiro, mais eu tenho o privilegio de poder pescar meus trofeis de bicicleta kkkkk Esse peixe mediu 94 cm e pesou mais de 13kg(o alicate de contenção vai até os 13kg) e foi solto pra continuar seu ciclo. Pesque e solte sempre.
  8. 7 points
    Você sempre me perguntava: “Por quê?!”. Insistentemente, esse sempre foi o seu questionamento. Quando não em palavras, suas expressões denunciavam sua angústia e revolta enquanto me olha empenhado em organizar o material pra levá-lo até o carro. Não consegui te explicar o que era a pesca naquela época. Tenho consciência que não será hoje que alcançarei esse intento. Reconheço, contudo, que não é uma questão de “querer ou não querer entender”. Fica mais no campo do aceitar ou não aceitar. Porque estou escrevendo isso?! Talvez, apenas queira dar vazão a minha própria incompreensão. Não sei, realmente não sei, porque estou fazendo isso. Não tenho a mínima idéia. Não é uma catarse como você pode supor. Você sabe que eu não acredito muito em catarse... Detesto essa palavra inclusive. Resolvi, entretanto, pelo menos, tentar colocar isso no papel. A cada linha, sinto que foi uma má idéia. Contudo, foi preciso, se eu não o fizesse, você não permitiria que eu tivesse sossego. Certas coisas, não consegui escrever. Não tenho uma resposta. Não sei, por exemplo, porque saio e queimo o rosto sob o sol, enfrento intempéries. Por que mesmo no frio, me molho todo na garoa. Corro riscos desnecessários eu admito. Não vou deixar de corrê-los, também sou obrigado a admitir. O que acontece quando eu pesco? Nada demais, você fica ali, olhando pra água, vendo se a ponta da vara mexe. Só isso. Talvez seja tedioso... Não sei ao certo. Essa história de apreciar a natureza?! Ah, não, não mesmo, isso é mentira dos programas da televisão que querem promover o hotel mais bacana do rio Teles Pires ou o lodge do Rio Xingu. Se você está prestando atenção na linha, na vara, pode passar um dinossauro voando na sua frente que você não conseguiria perceber. Preservar a natureza é outra lorota. Não que eu não contemple a natureza ou não queira preservá-la, só que não faço isso enquanto estou pescando. Faço em outras ocasiões mais oportunas, por exemplo, decido devolver o peixe ao invés de matá-lo, ou quando vou andando pra chegar ao ponto de pesca e fico deslumbrado com as plantas daquele lugar. Só posso dar uma explicação, para a minha obsessão: A fisgada. Quando você fisga um exemplar de bom tamanho, que oferece resistência é aí que começa algo difícil de explicar... Primeiro você puxa a vara e não consegue trazer o peixe. Pela vara é possível sentir o quanto a linha está tensionada, está em seu limite. Cada parte do seu organismo para. Nem sequer se sente o batimento cardíaco ou a respiração. Apenas aquela tensão na vara, linha e anzol é transmitida a você. Não há pensamentos, às vezes se escuta bem ao longe a voz dos companheiros, mas não consigo entender ou escutar o que estão gritando. Ouço o estardalhaço das suas vozes como se fosse a milhares de quilômetros de distância, apesar de estarem berrando ao meu ouvido. Enquanto a linha é esticada e a vara verga, a realidade vai se esvaindo, desaparecendo. Tudo se resume ao peixe e a mim, ligados infimamente pela linha. Sinto a sublime sensação do completo vazio. Não o vazio no conceito ocidental (que é desespero), um outro tipo de vazio, em que você encontra o que é realmente a sua natureza. Nesse vazio não há as opressões da realidade e do ego. É o vazio sublime. Finalmente sinto que o peixe se rendeu, sou bruscamente dragado de volta a realidade. Vem o puçá, começo a escutar de novo os gritos, abraço os companheiros. Comemoramos gritamos, uns até beijam o peixe nessa hora, como se ele fosse um filho. O peixe volta pra água. É essa sensação. É ela que me obriga a tentar de novo, é por ela que eu volto a pescar. Ela é minha sina. Minha dádiva e minha maldição. Prisão e liberdade. Obrigação e desobrigação. É a completude do absoluto vazio. Vou continuar enquanto Deus permitir que eu continue. Só vou parar se Ele disser que devo parar. Permaneço pescando. Carta do pescador a ele mesmo.
  9. 7 points
    Fala amigos pescadores! Sábado dia 11/11/2017 participei do 2º Torneio Faca na Rede - Paraibuna, onde participaram 103 caiaqueiros, um dos principais torneios de caiaque de São Paulo! O torneio possui o modelo confiança e a cota são 5 peixes (Apenas Tucunaré), onde são somados no final, valendo 1 ponto por CM! Você mede e fotografa os peixes na régua do torneio, soltando logo em seguida no mesmo ponto da captura, o que pra mim é uma excelente regra, pois dá ao peixe a chance de voltar para o seu ninho, ainda mais nessa época! Dia amanheceu nada convidativo, frio e chuva! Ou seja, nada favorável para uma pescaria! A largada foi dada as 08:00, mesmo debaixo de chuva, porém sem muito vento, o que é fundamental para uma pescaria segura com caiaque. Fominha que sou, sai em disparada, a distância que iria percorrer era bem grande, só para chegar no ponto que escolhi foram 12 km's sem parar, total da pescaria percorri mais de 26km! A tática deu certo, fechei a cota com belos peixes e um baita de 43cm que me rendeu o troféu de maior peixe como consta mais abaixo. Fisguei uma tal de câimbra também, digo ela fisgou minha perna que dor horrível, havia anos que não tinha uma sequer, mas fica uma dica valiosa! Se hidrate muito, fiquei focado na pescaria e esqueci de beber água/suco e também me alimentar, após parar parar abastecer o motor aqui de 1 burro, digo 1 cavalo de força a câimbra melhorou bastante e consegui voltar, e como era longe a volta, vim na manha contemplando a natureza e ouvindo o canto dos pássaros, por lá há muitos canários da terra, coisa linda! Chega de faladeira e vamos as fotos, algumas não vou colocar para preservar os pontos que descobri na raça, assim como a isca que matou a pau! Segredo pra manter os futuros pódios Olha o que me esperava Primeiro peixe da pescaria, uma intrusa linda de tudo! Foram algumas delas ao longo do dia! Teve muitos outros Jacundás, essa espécie nessa represa ganha tons exuberantes, chega a tamanhos consideráveis e briga muito! O primeiro tucuna bom do dia, até então estava bem complicado a pescaria! Na sequência saiu ele, a estrela da minha pescaria, Tucuna lindo, perfeito! A isquinha é segredo E assim fechei a cota com 5 belos peixes, me restava torcer para que esses peixes não fossem superados por nenhum dos 103 participantes! Até que na premiação fui o último a ser chamado, já que começou do 10º até chegar no 1º, ai o coração foi a mil E para melhorar ainda mais, esse bichão ai de 43cm me rendeu o troféu de maior peixe do torneio, levei os 2 principais troféus pra casa, a coleção tá crescendo É isso ai, espero que tenha curtido o relato e valeu galera
  10. 6 points
    Salve turma !! nesse final de abril fui para mais uma jornada de pesca como faço anualmente. Já tive o prazer de pescar nas mais belas represas atrás do nosso querido azulão porém faltava pra conta Lago do Peixe Pescaria muito 10, embora com problemas de nível de água, segundo o pessoal de lá com 2 a 3 metros acima do ideal...praticamente um "repiquete" na represa hahaha água invadindo a vegetação na margem, 5, 7 metros para dentro, ouvia-se os azuis caçando no meio do mato, só porrada, porém sem condições alguma de mandar qualquer isca onde era preciso...o jeito foi pescar assim mesmo algumas fotos da jornada....não necessariamente em ordem cronológica trajeto sem fim Palmas / Pousada nosso almoço todo dia era muito bom, os piloteiros faziam arroz na hora, levavam panela de feijão, churrasco e pacu assado quase tofos os dias essa foi a nossa base na represa Alguns azuis Dublês relativamente comuns por lá um show a parte são os cardumes final do dia que estoura na superfície Represa bem cheia Embora estivesse longe do nível ideal, foi uma ótima jornada Material utilizado Carretilhas Aldebaran MG e Alphas SV Linha G-Soul 30 lbs Leader LineSystem 30 lbs Varas de 5´6 a 5´8 de 14 a 25 lbs Iscas que deram melhor resultado - Zig Zarinha osso e JetCat 105 transparente com laranja Pousada do Kojac, ótimo custo benefício, ano que vem se Deus permitir volto para uma nova jornada por lá !
  11. 6 points
    Já se tornou tradição uma visita anual no maior pesqueiro do Brasil.. Tem ocasiões que fazemos loucuras para uma boa pescaria!! Nessa, fomos até Luziânia em 6 pescadores de carro Doblo, levando 15hs de viagens. Quando todos os elementos são bons companheiros de pesca, uma viagem penosa como essa até que se torna prazerosa. Programar uma pescaria em Clube&Pescar vale qualquer sacrifício. Um dos melhores pesqueiro do Brasil. As estruturas, acomodações, limpezas, atendimentos, enfim não caberia todos adjetivos aqui. O melhor de todos, mesmo nesse frio pegamos muitos tambas, matrinchãs e pirararas, ao ponto doer os braços. Não colocarei fotos de todos os peixes capturados para não tornar enjoativas...mas algumas serão suficientes para comprovar o porque de passarmos 5 dias na empreitadas. Partida!! Tamanho padrão, entre 10 a 15kg mas briga tanto quanto de 20kg, por causa do tamanho do tanque, água cristalina. Vejam o video do nosso companheiro Leonardo
  12. 6 points
    Vale a pena insistir no local em que você pega um peixe!
  13. 6 points
    Depois de um longo período de chuva, finalmente começou a estiar. Há um bom tempo sem pescar, aproveitei a oportunidade e chamei o compadre pra dar uns pinchos e colocar a conversa em dia. Dessa vez comecei com molinete pra matar a saudade daquele barulhinho. Molinetinho 1500 teve que trabalhar bastante com as tambatingas. Pena que as maiores não dava pra tirar, sempre levavam pra um esrosco e escaparam. Traíras e tucunas vinham com igual apetite. O dia estava muito quente, bem propício pra pescar e tomar uma gelada. Compadre Vitinho estava se divertindo com uma vara 14 libras de carbono sólido. Estava entrando uns peixes maiores e achei mais prudente deixar o molinete com monofilamento e usar a carretilha com multi. Na última visita nesse local só capturei uma traíra, dessa vez elas estavam bem mais ativas. As pequenas tambatingas apareceram bem menos dessa vez. Acertamos de primeira o ponto dos predadores, muitas ações. Com o sol mais alto as iscas de sub superfície se tornaram mais efetivas. Estava ficando tarde e anda não tinhamos saído do primeiro ponto, já estava quase na hora de ir, então fomos explorar outros pontos. Dava pra ver cardumes de tucuninhas nas margens pra todo lado. Os maiores deram uma pausa, mais a diversão continuou com os trickzinhos. Últimos pinchos no primeira ponto. Hora de partir, por aqui começa agora a temporada de pesca nas lagoas, daqui pra frente a tendência é melhorar. Até a próxima pescaria. Material: Molinete Venator 1500, vara Revros 15 libras 6' e linha SuperRaiglon. Carretilha Venator Lite, vara Venator SE 17 libras 6', linha Superpower 15 libras e lider Onix 043. Carretilha Katana, linha Superpower 30 libras e vara Saint Profishing 5.6' 14 libras. Iscas mais usadas: Magic Stick, vulcan 75, joãozinho pepino, pinda, tontinha, espertinha, canivetinho, tapinha, Slip Jr TB, Lori flash e inna 75.
  14. 6 points
    Após sair do trabalho nesta manhã, fui ver como estavam os ânimos dos predadores, a idéia era explorar a região com o caiaque. As condições eram boas, dia quente e céu de brigadeiro. Antes de chegar no ponto parei no meio do caminho para dar uns pinchos do barranco mesmo. Os tucunas estavam bem ativos na superfície As traíras ameaçavam mas refugavam, possivelmente por causa dos tambaquís e tambatingas. Os tucunas não davam a mínima, atacavam a isca era no meio do cardume de redondos. Meia água pra ver se uma traíra aparecia, mas era território dos amarelos mesmo. Só reduzir a velocidade que entrava um redondo Melhor acelerar então, esses redondos acabam com as garatéias. A "paradinha" acabou me distraindo e o caiaque ainda estava em cima do carro. Mais uns pinchos do barranco nos pontos das traíras, poper e hélice não acostumam falhar ali. Essa é bitela Os pequenos tambaquis começaram atacar a poper também. Logo em seguida encostou um cardume de piranhas vermelhas que não davam sossego. Voltei pro primeiro ponto antes de ir embora, nessa altura ainda não tinha descido o caiaque e já estava batendo a fome. As ações continuaram na stick. Num dos arremessos um tambaqui atacou a stick num conjunto bem leve. Colocou a linha nas costas, foi tenso ver o fundo do carretel da curadinho aparecendo. O bicho achou um enrosco e foi embora, a stick também, melhor a isca do que a vara . Hora do almoço, até a próxima
  15. 6 points
    Fala amigos pescadores! No final do meu último relato, disse que tentei uma nova investida com meu tio nos Robalos, porém tivemos que cancelar quase chegando na Marina. Foi bem decepcionante, na verdade foi a primeira vez que cancelo uma pescaria assim. Já pesquei debaixo de chuva, mas nesse dia era diluvio e não tinha condições de sair com o barco Na subida da serra, de volta pra casa, percebemos que o tempo estava bem melhor que na baixada, então eu e meu tio resolvemos ir para algum pesqueiro, a ideia inicial era o Takamoris, porém chegando lá estava fechado e não abriria no dia Pegamos a Rod. Índio Tibiriça e achamos um pesqueiro depois de alguns bons quilômetros rodados, não me lembro o nome do pesqueiro, então vou ficar devendo! Meio chateados com o cancelamento da pescaria e debaixo de alguns pingos insistentes, começamos a pescaria! Fui logo tentando as dentuças e meu tio partiu para os peixes que habitam o meio do lago, como Piraputanga, Dourado, Matrinxã e Redondos, os quais na recepção informaram existir nos lagos. No primeiro lago não tivemos nenhuma ação nas primeiras investidas, trocamos de lago e no primeiro arremesso fisgo um trairinha. A partir dai a decepção começou a virar satisfação! Foram muitos peixes fisgados no dia, meu tio foi recompensado por belas piraputangas e pacus no spinner, enquanto eu seguia revezando entre belas dentuças e algumas piraputangas, ainda peguei uma tartaruga! Vai ser fominha assim lá longe Chega de faladeira a vamos as fotos! A Primeira boa do dia na zig zarinha, pensa numa explosão! Minha Primeira Piraputanga do dia! Foram várias traíras ao longo do dia, apesar de estar com uma varinha 12lbs - ação média, a qual montei para pescaria de plug no mangue, ainda assim foi possível ferrar as dentuças! Essa foi a maior do dia Proezas da pescaria Meu tio também acertou bons peixes: Pra mim ficou a lição: Em meio as decepções, podemos criar alternativas para no fim terminar em satisfação! Espero que gostem de mais um relato
  16. 6 points
    Aproveitando o feriadão no domingo dia 29 de abril fui pescar com meus pais e minha esposa na Fazenda Kiri, como sempre a família nas tilápias e eu no Bass. Logo no primeiro arremesso tive ação de Bass na minhoca, o que me animou mas depois foi a manhã inteira com ações tímidas e sem Bass capturado. No período da tarde eu vi que os danadinhos resolveram subir em um dos lagos, eram pequenos mas estavam ativos, como eram pequenos e estavam bem próximos a superfície resolvi colocar uma das minhas iscas da coleção minis para nadar. A escolhida foi a Jackson Pygmy Stick: Alguns dos peixes capturados: Foram por volta de 8 desse porte. Editei um vídeo da pesaria: Pescar é sempre muito bom!
  17. 6 points
    Faz um bom tempo que não relato aqui nem pescar com colegas do Malacabados.. Participamos de pre inauguração do pesqueiro Mihara localizado em Santa Izabel, São Paulo. O convite estava restrito a 50 pescadores cada um pagando $50,00, fora comidas e bebidas. A inauguração está prevista para dia 11\11 , quase certeza cobrando o mesmo valor de entrada e restaurante. Única inconveniência é falta de quiosque, apesar de ter guarda-sol e cadeiras para serem alugados. Existem passaguás suficientes para todos. O dia amanheceu bastante frio dificultando a pescaria mas quase nos 45 do segundo tempo o pessoal conseguiram pegar vários bitelos e pirararas.. a isca matadeira foi ovo cozido para pirararas. O grupo Malacabados são formados pelos pescadores remanescentes do Pescaki mas não ativos. No passado movimentaram muito forum com relatos e orientações. Estive afastado quase 2 anos e acabei retornando no grupo e constatei presença de muitos pescadores jovens e tive prazer de pescar com eles. O que me alegra e esportividade e consciência que esses jovens aprenderam com os veteranos do grupo na pesca esportiva. São alegres, bons pescadores e o mais importantes são todos solidários ao extremo um ajudando outro no passaguá ou orientando sobre iscas. Como recompensa foram os campeões do dia.. NR...como disse a maioria saíram no prazo de 30 min. e eu já tinha guardado as tralhas para ir embora. A carretilha Orion com as buchas de plásticos retiradas foi um sucesso, conseguindo lançar quanto a Abu Garcia 3
  18. 5 points
    Fizemos uma régua para medição de peixes no intuito de realizar uma disputa entre os amigos da região. Nessa primeira aventura o objetivo é capturar o maior amarelão do nortão de MT, conta acima de 40 cm. Com a régua em mãos, saí em busca do amarelão. No caminho, parei pra dar uns pinchos com jig num bueiro na beira da estrada. Não era bem esse que queria pegar. Tralha pronta pra briga Os grandes não estavam ativos dessa vez. A idéia era utilizar meia água de barbela já que da ultima vez que fui lá com meu pai eu capturei um de 54 e ele um de 52 cm com essas iscas. Dessa vez os redondos não deixavam as iscas encontrarem os amarelões. Esse quase deu medida. Mudando de local foram as traíras que apareceram. Uma piranha pra encerrar o dia. A pescaria foi boa, mas foram as traíras que estavam enlouquecidas, atacando na superfície e saltando muito. Não saiu um tucuna grande, mas pelo menos já tem um 40 up pra começar a brincadeira. Continuarei procurando um maior.... Até a próxima.
  19. 5 points
  20. 5 points
    Amigos, resolvi este fim de semana fazer um esquema bate e volta, sempre tive vontade de pescar no lago de Palmas. Bom dessa pescaria que a maioria das gdes cidades tem voos diários para Palmas e podemos fazer uma pescaria rápida. Aliviando a tensão do trabalho A represa de Lageado é muito gde e compreende os município de Lageado, Palmas, Porto Nacional. Em suas águas tem como estrela o tucunaré azul, mas tb habitam tucunarés amarelos, corvinas e outras especies. Trabalhei até o fim da tarde da sexta feira e a noite já embarcava em Campinas-SP, com destino a Palmas-TO. A 1 da manha já estava na cidade, onde o guia Vitor já me esperava, rodamos 70km e já estávamos na cidade de Porto Nacional de onde seria nossa base. Dormida rápida, e as 6 da matina já tomávamos cafe da manha, o guia já nos esperava, e de lá em alguns minutos já navegávamos no lago. A água ainda esta bem turva devido as fortes chuvas. Pegamos diversos peixes, com ação na superfície e nos jigs. Após o almoço, fomos a um pedral submerso, muita ação de peixe no jig pindocando o fundo, ai erramos, saímos para ver outros pontos e largamos o filé, depois das 14 horas foi bem fraco. Mas dia top, alguns peixes bons, o maior 7lbs. calor bravo a bela represa parceira do almoço a represa A noite fomos a um churrasquinho, muito dez, recomendo. Domingo saímos de outra rampa um pouco mais distante. Infelizmente neste ponto a água estava muito barrenta e poucas ações ate as 10 horas da manha. Então o guia conhecia um lago que ligava a represa, mas que por ser um canal estreito tinha aguá limpa, lá rumamos, acertada decisão, peixe bem ativo na superfície. Agua turva Pausa para almoçarmos, flutuante recomendadíssimo. Cerveja gelada e muito colírio para os olhos...rsrsrs A igreja centenária e histórica de Porto Nacional A tarde batemos a região de água barrenta, ai foi bem fraco. pelo menos tinha muita cerveja... Gdes amigos, só vcs para me aguentarem Fim de tarde no centro do Brasil Na segunda-feira o Andrezinho tinha q voltar trabalhar, como meu voo era só as 17 horas, sai pescar sozinho até meio dia. Fomos direto ao pedral do primeiro dia, parecia lambari, embarcamos mais de 40 peixes até meio dia, com 7 peixes acima 50cm e pesos entre 7 e 8 libras, nem mudamos o ponto. O tempo amanheceu meio tímido Hora de ir embora Nada como um bom PF de estrada Material utilizado: Varas- Saint Croix 17 e 20lbs SCIII 5'7" by Waka Custom Rods Carretilhas Core51MG, Aldebaram 101MG7, Scorpion 51HG Linha-Power Pro 4 fios 40lbs Leader-Fluorcarbono 40lbs LineSystem Snap-Capela G Iscas mais utilizadas- Zigzarinha, Firestick, e jigs(4/0 14g) Contato do Guia Vitor no Tocantis: 63-92031159 Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa Abs Boa semana e pescaria a todos Carlos Dini Para quem quiser acompanhar minhas pescarias: facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260 Instagram @pescadini #pesca_dini
  21. 5 points
    O Zequinha, menino de uns 10 anos de idade, era na fazenda do meu padrinho o que se pode chamar de “charrete boy”. Na cidade tem o motoboy, não tem? Então! Nas fazendas tem – ou tinha naquele tempo, que já vai longe – o charrete boy. O menino que com a charrete do fazendeiro vai buscar as coisas ou as pessoas na cidade. Pois naquele dia o Zequinha tinha ido buscar na cidade o Padre Antônio, que estava iniciando sua temporada por lá. Era um padre novo e tinha uma particularidade que a gente só ficou sabendo depois desse causinho que tô contando aqui e agora: ele era ventríloquo. Um dom que poucas pessoas possuem que é o de falar sem abrir a boca. Dizem que é uma técnica de emitir os sons pelo estômago. Aliás, um grande ventríloquo que existiu no Brasil foi o pai das cantoras Linda e Dircinha Batista. Chamava-se Batista Junior e se apresentava em circos e teatros. E, de lambuja, era um grande compositor. Mas, seguindo no causo. O Padre Antônio sobe na charrete com o caipirinha Zequinha, ruma a fazenda do meu padrinho pra rezar uma missa. Logo na saída, o padre pergunta se era longe a tal fazenda, ao que o menino prontamente e muito espertamente lhe responde que levaria uns pares de horas. O que dava pra entender que era longe pra cacete e a viagem ia ser dolorosa ou dolorida para um padre que não estava acostumado a meter a bunda no banco duro de uma charrete velha conduzida por uma eguinha lerda. PADRE – Oh, menino! Você sabia que os animais conversam? ZEQUINHA – Entre eles, eu sabia, sim sinhô. Eles cunvérsa bastante. PADRE – Não, filho. Estou dizendo que os animais conversam com a gente. Conosco. Mas para isso é preciso conversar com eles com muito amor. Você quer ver os animais conversando comigo? Aí o menino, esperto, se encanta e atiça. ZEQUINHA – Ara, sêo padre. Essa eu tô pagando pra vê. Animar conversa cum gente. Essa nunca vi não sinhô. E o sinhô me adiscurpa, mas num querdito. PADRE (falando para a égua) – Dona eguinha! Está muito pesada a charrete? (E faz a voz da égua sem abrir a boca) Tááá...sêo padre. O menino, num susto, pára a charrete. ZEQUINHA(gaguejando) – Sêo...padre... a égua falo...a minha égua...respondeu pru sinhô...eu escutei... PADRE – Todos os animais conversam com a gente. Quer ver mais? O padre olha um urubu nos céus e fala: PADRE – Bom dia, urubu. (E faz voz.) Bom dia, parceiro. Bom dia, sêo padre. E assim o Padre Antônio foi se divertindo com a surpresa encantada daquele caboclinho, que viu com os próprios olhos e ouvia ali, in loco, os bichos falando com aquele padre. Com isso, a viagem, que poderia ser longa, terminou logo, logo. ZEQUINHA – Óia, sêo Padre! O sinhô ta vendo aquela cabrita branca ali na grama? Por favor, o sinhô num querdite em nada que ela fala prô sinhô, viu!!!!!!
  22. 5 points
    Nos fóruns há de todos os tipos de postadores. Uns, postam sempre no afã de receber elogios; parece curioso, mas é verdade que a vaidade provoca até descontentamento quando não sobrevêm respostas a contento; outros postam para mostrar que sabem pescar e o quanto bons são em suas atividades pesqueiras; outros só para vangloriar-se; outros para exibir seus materiais; outros ainda, postam por motivos meramente comerciais, enquanto que alguns postam sem maiores pretensões de que simplesmente compartilhar suas aventuras e, por fim, há os que postam mostrando suas experiências, em relatos minuciosos, servindo de valioso aprendizado para os demais, sobretudo os mais inexperientes e estes são os mais louváveis postadores, sem dúvida. Há postagens minhas em que está claro o interesse, não exatamente comercial, mas sim no interesse de manter o Pescaki no ar, pois parcerias são o que nos mantêm no ar, mas há muitas postagens que fiz só por postar e tentar deixar um pouco de conhecimento. Poderia postar mais, mas sinceramente, no meu caso a contenção é deliberada e apenas para não recair em tediosa repetição. Só isso! Não precisamos relatar tudo, mas amiúde, com algum espaçamento de tempo, devemos buscar colocar alguma coisa. Afinal, sempre se aprende com o que vai publicado!
  23. 5 points
    Pessoal, Quando o pescador optar por soltar os peixes, sugere-se seguir as recomendações abaixo que ajudarão sobremaneira na sua sobrevivência e retorno à vida. 1) Amasse sempre as farpas dos anzóis, pois além de minimizar os ferimentos facilitarão a soltura. 2) Reduza a duração do combate usando equipamento e tippets de numeração adequada para evitar a fadiga e o estresse desnecessário dos peixes. 3) Use um passaguá ou net, evitando tanto quanto possível o uso de boga- grips e alicates de contenção. 4) Fotografe os peixes dentro da água, evitando sessões fotográficas demoradas. 5) Reanime os peixes na água antes de soltá-los, quando estiverem prontos seguirão sozinhos.
  24. 5 points
    Ah, mas que coisa tão especial é a Pesca Esportiva! Não conheço outra atividade que consiga reunir amigos de forma tão especial e duradoura! Cerca de um ano depois que começamos com o Pescaki, tínhamos uma seção bastante movimentada, que era a seção de Basses (ainda a temos!) onde, em razão de ainda existirem mais verdinhos para pescar, então, tínhamos mais gente na atividade. A seção começou de forma modesta, mas em pouco tempo reuniu um bocado de pescadores de Bass, de sorte a chamar a atenção até de brasileiros que viviam no Japão. E foi assim que um grande amigo, @Marc-T, Marcelo Maeda me conheceu e eu o conheci, ou seja, apenas virtualmente. Ele estava lá no Japão! Mesmo mais tarde, quando já residindo no Brasil, não perdemos o contato, mas nunca deu certo para que fizéssemos uma jornada conjunta, até que um elo, melhor Elo, nosso amigo @Shigue, conseguiu fazer isso! E, de lambuja ainda trouxe também outro amigo, Onivaldo e também seu sobrinho, Leonardo, além de seu irmão Hamilton, a quem eu já conhecia! Daí, nos reunimos na rampa da Represa de Santa Branca para aquela que seria uma jornada fora de série, vez que naquele dia, dois amigos que já se conheciam pela internet há mais de doze anos, puderam se conhecer pessoalmente e, ainda melhor, pescar no mesmo barco! Com isso, passei o dia embarcado com dois grandes amigos. Dois Irmãos lá da Terra do Sol Nascente. E durante o dia todo, pude desfrutar e assistir à presteza, empenho e reverência do povo daquela Terra! Nossa jornada começou com a descida dos barcos à água e algumas fotos do grupo: Do centro para a direita, na foto acima, Marcelo, Shigue, Onivaldo, Leo e Hamilton. Abaixo, Bome, Marcelo e Shigue Apesar do empenho de todos, tivemos de parar para almoçar "sem pagar a conta", porque até então, nada tivemos em termos de ações, trazendo alguma preocupação para este servidor, vez que meu gosto era ver os amigos acertarem uma boa jornada. Para piorar, ainda pudemos notar alguma mudança no tempo. Então, mesmo "sem pagar a conta" almoçamos sem descermos dos barcos, já que não podíamos perder tempo porque as coisas conluiavam para resultado muito fraco. Assim, logo em seguida saímos a dar cana nos amarelinhos e, logo começaram a aparecer. Diante de tanta perseverança e confiança, acabamos com uma bela jornada, com muitos peixes de pequeno porte, mas alguns de porte mais significativo e até um já no porte mais acentuado, capturado por Hamilton. Entre os peixes de pequeno porte, teve até saicanga: E, assim, passamos um dia de maravilha, estreitando laços de amizade e demonstrando o quanto a Pesca Esportiva pode fazer pelas pessoas. Quero, então, deixar meus agradecimentos aos especiais amigos que ontem abrilhantaram meu dia e fico muito feliz por saber que teremos muitas outras jornadas pela frente! Ao final do dia, voltando para casa, vim pensando em escrever algo para o desfecho deste relato. Achei várias ideias, mas preferi escolher encerrar com a recomendação de que devemos pescar mais e ter mais amigos japoneses! Só se tem a ganhar com isso! Valeu, cambada! Foi muito legal!
  25. 5 points
    De folga no fim de semana convidei o compadre Vitinho para ir pra lagoa, dar uns pinchos e estreiar o novo conjunto. Saímos cedo, a lagoa ainda muito cheia, mas ainda sim fomos tentar. Uma anta descansava tranquilamente. Resolvi aproveitar e dar uns pinchos próximo a anta, fui contemplado com uma trairinha. Como resistir a uma Joãozinho pepino? Explorando as margens mais uma trairinha... Um tucuninha ... O compadre continuava sapateiro... 10:30 da manhã, ventando demais, ainda saiu mais um tucuninha. O compadre achou uma isca e ainda pegou um tucuninha com ela . Pegou mais um, mas antes de fotografar o tucuninha caiu na água. Ta começando a melhorar, mais um pouco que a água baixar vai ficar do geito que a gente gosta . Sobre o conjunto só elogios, molinete macio e torção zero, a varinha então casou certinho. Não vejo a hora de por o conjunto a prova com os amarelões.
  26. 5 points
    Achei algumas fotos de 2009, tempo em que eu pescava mais em lagos e açudes. Aqui, usei uma antiga Daiwa HT1000, que resolveu totalmente a questão de arremesso de iscas leves. Carregada com mono 8 libras. Realmente, old times. Peixes sempre briguentos e ferozes no ataque.
  27. 5 points
    Olá Amigos Pescadores do Fórum Pescaki! Sou cadastrada/registrada desde 2006, fui bastante ativa no fórum, uma das primeiras mulheres ou melhor a primeira mulher a participar, até chamada carinhosamente de "Primeira Dama" do fórum, titulo este dado pelo querido amigo Bome Em 2013 dei um tempo nas postagens e acabei ficando por um bom tempo ausente e a pedido de um amigo, a boa filha a casa retorna, rs! Gostaria de compartilhar com vcs um vídeo que fiz sobre minhas pescarias realizadas todo ano no Rio Suiá-Miçu desde 2013. Este vídeo foi feito em 2015, que representa um pouco de toda aventura de pesca no Suiá-Miçu, desde o traslado Querencia/Pousada Rio Suiá-Miçu, a pescaria, os peixes, a natureza e a pousada ... Espero que o vídeo seja útil para quem se interessar e quer realizar esta pescaria de trairões, tucunarés-amarelos, bicudas, cachorras-largas, cacharas, pirararas, barbados, palmitos entre outros peixes da bacia. O lugar é maravilhoso, de grande belezas naturais, mata de transição entre Cerrado e Floresta Amazônica, áreas alagadas de buritizais, grande presença lagos, afluentes como o Paranaíba e Águas Claras, Todos de águas límpidas, transparentes e calmas e rica em varias espécies de peixe. No meu canal do You Tube tem mais outros vídeos referentes a pesca no Suiá https://www.youtube.com/user/isabelpellizzer/videos?view_as=subscriber Em meu site tem uma postagem unica sobre todos anos que estive no Suiá, como destino que eu super recomendo http://isabelpellizzer.com.br/explorando-o-suia-micu/ Segue o vídeo, qualquer duvida/questionamento é só falar que tentarei responder e informar Um abraço, Bell
  28. 5 points
    Ainda não saiu uma 60up, mas esta 58,5cm deu trabalho! É a maior traíra que já capturei com isca artificial, sensacional a emoção de tirar uma bocuda dessa de caiaque e com um equipamento equilibrado... Vara: Daiwa Laguna 5'6'' - 16lbs 2 partes Carretilha: Venator GTS Isca: G&A Salamareca com Anzol Lastreado 3/0 Linha: Vexter X8 0,25mm Leader: Vexter 0,52mm Caiaque: Barracuda pro Fish Câmera: GoPro Hero 5 Black Competição: A maior traíra do Brasil! Valeu!
  29. 5 points
    Salve galera! Pescaria no Rio Itabapoana estreitando meu presente de Natal! Confiram e não deixem de se inscrever! Grande abraço á todos e um feliz Natal!
  30. 5 points
    Olá amigos pescadores, Meu primeiro relato aqui no fórum e para mostrar uma bela pescaria que fiz em Areado - MG. Areado situa-se próximo a Alfenas e a beira da represa de Furnas. Um local muito bonito, com belas paisagens e estruturas dignas de tirar aquele Azulão. Porém sofre muito com a pesca predatória. É muito comum avistar pedaços de redes velhas, redes novas cercando os peixes e muito pescador, que apenas mata por prazer, o que dificulta muito a pescaria. Mas Pescador bom não liga para adversidades e por isso fomos a luta. Começamos o dia de Pesca as 7:00 da madruga com um tempo feio, nublado e vento. Já vimos que seria um dia difícil de navegar e trabalhar uma isca. Navegamos em alguns pontos onde a o vento não permitiu a pescaria. A Represa se encontra com 15% da capacidade, muito baixa e com diversas ilhas e estruturas aparecendo. Um perigo para navegação, mas o local ideal pros tucunas se esconderem. Nosso guia Sidnei levou na casa deles, conhecedor da região já tinha me alertado que íamos pinchar até dar câimbras nos braços, para tentar tirar aquele troféu. A turma ai, o guia campeão, Carlão e eu. Logo o Vento começou a tirar a paz mas fui o primeiro a pegar um peixe e logo o troféu da pescaria. O guia tava enganado, não deu nem pra esquentar o braço. Peixe era muito bonito, tão bonito que hipnotizou todo mundo e não lembramos de medir nem pesar, foram só as fotos mesmo kkkk. Então seguimos o desafio e o meu parceiro começou a dar um banho. muitos outros peixes bonitos. Eu fiquei o resto do dia nos tricks, Mas o maior ainda era o meu Tentativa de deixar ele maior. acho que não rolou E Então o sertão virou mar. Pensa numas marolas. Pescaria que já estava dificil ficou impossível, tivemos que fazer uma parada pois as ondas entravam dentro do barco e tava difícil parar em pé. Mas antes me vem uma porrada na meia água, Isquinha pegadeira que sempre me deu alegria. Peixe levando linha com freio travado foi pro pau e esse era o maior com certeza, mas como sempre o maior escapa, ficou só a recordação. Arrancou o pitão. a isquinha quebrada e as Marolinhas malditas. E Nossa aventura fica por aqui. Um agradecimento ao Guia Sidnei que fez de tudo pra fazermos essa bela pescaria, cara gente boa demais. Fica o Contato deles pra Quem quiser - TEL.:(35) 9 9828-2274 Voltaremos em Dezembro, quero minha garateia de volta. Abraços Galera
  31. 5 points
    Buenas povo! Venho aqui relatar minha primeira captura desde peixe fascinante. Ontem após o trabalho recebi o convite do meu tio para uma pescaria num ponto até então desconhecido por mim, porém promissor, infelizmente tinha pouco mais de 1 hora para dar uns pinchos pois tinha um compromisso a noite. Chegando ao local, maré vazante e correndo muito, local com muitos enroscos impossíbilitando a pesca com jig head, Fui pra fusion shad 60 cor branca trabalhando de várias formas e após muita insistência tive uma ação, meu tio também foi pra fusion shad 60 e conseguiu um pequeno exemplar, num trabalho extremamente lento e assim insistimos, depois de algum tempo sem nada de ação, estavamos conversando pra decidir que isca deveriamos tentar, parei de trabalhar a isca e apareceu nosso pequeno amigo abaixo: Certamente estava acompanhando a isca e quando parei ele atacou. Apesar de pequeno, muito valente e bateu na isca "quase" igual peixe grande. Após a foto obviamente foi solto em seguida. Como meu tio falou, o primeiro é sempre o mais dificil, que venham os próximos.
  32. 4 points
    Buenas pessoal, seis meses depois de encontrar os tucunarés pela primeira vez, resolvi voltar ao Tocantins, mas dessa vez a jornada foi meio frustrada, devido aos ventos que atrapalham muito a pescaria, dificultando a navegação e não deixando a água esquentar, limitando a pescaria a pequenos períodos, início da manhã e do meio pro final da tarde. Eu deveria ter esperado pra ir em janeiro, mas paguei pela ansiedade. Mas, mesmo assim, melhor dias ruins de pescaria do que dias bons de trabalho, seguem algumas fotos dos melhores peixes. Dessa vez não encontrei os azulões, mas saíram alguns amarelos e também achamos as corvinas. Valeu pelo descanso e pela primeira pescaria a bordo de um Bass boat. Fica a dica, não vale a pena ir entre junho e setembro. Destaque para duas iscas novas que levei, rapala x rap sr 10, rosa de barriga branca, garantiu metade das capturas, porém quase perdi o maior peixe da pescaria isso que era um azul de no máximo 40cm, mas que abriu a argola da garatéia, por sorte já dentro do barco (o guia havia me orientado a trocar, mas acabei esquecendo); e a Ocl spitifire 75, onde tive boas ações de superfície, mesmo com as más condições.
  33. 4 points
    Saímos cedo para pegar uns piauçús, tambaquís e tambatingas. O Luciano estava doido pra saber se a linha monofilamento 023 ia aguentar. Material pronto, retirei a linha multifilamento 014 que estava no molinete Venator e coloquei um monofilamento SuperRaiglon 026, um líder curto feito com uma mono Max Force 040 (nó albright) e snap Celta bem pequeno com girador rolamentado. Os peixes estavam bem ativos, pescando no fundo estava pegando piaus com massa e o Luciano as tambatingas na superfície com a mesma massa. Deixei o Luciano com as tambatingas e fui para o outro tanque com os pequenos tambaquís, pequenos mas muito fortes. Os mini crancks nunca me deixaram na mão nesse tanque. Haja garateias pra repor, cada dois ou três ataques já era as duas garateias. O Luciano se divertiu bastante e a linha 023 aguentou bem. Hora de partir, até a próxima a pescaria.
  34. 4 points
    Fala Pescadores! Deixo aqui meu humilde e emocionante relato com a primeira experiência com iscas artificiais: Assim como a maioria dos amigos pescadores, comecei muito pequeno a pescar com meu Pai e meu Avo, íamos praticamente todos os dias no Rio do Peixe aqui no ladinho da minha cidade Arroio Trinta Santa Catarina, sempre pescávamos com isca natural, Carpas, Jundiás e Lambaris, bom, infelizmente a alguns anos meu Pai veio a falecer, e meu Avo também, com isso deixei a pesca um pouco de lado e esporadicamente ia ao rio pescar, sempre fui extremamente apaixonado pela pesca, enfim, a um tempinho vinha vindo assistindo muitos videos de pescarias de traíras, saicangas e jacundás com artificias, pois aqui na minha região, meio Oeste Catarinense é o que temos de predadores nos nossos rios, mas aqui á muita pesca predatória, e então mesmo querendo muito investir em um equipamento bom e iscas artificias para pescar aqui nos rios, não sabia se valeria a pena pois pela pesca predatória dos rios não imaginava que teria peixes bons, e boa produtividade por aqui, principalmente a Traíra! Mesmo assim resolvi investir nas tralhas, vou deixar aqui em baixo o que comprei, chegou semana passada e hoje tive tempo para ir no Rio, cheguei por volta das 7 horas da manhã, fui em um lugar que imaginei poder ter alguma traíra, mesmo desacreditando ter aqui, acreditando mais ter Jacundás e Saicangas que dão boas emoções também, bom, coloquei uma Inna 60 corpo branco cabeça vermelha e bora para os arremessos, depois de uns 15 minutos insistindo bate na isca essa Traíra, acredito que seja a Tornasol, e dale briga com a bixinha, com a varinha 12lb envergando nem acredite, quando pulou, erra uma traíra monstrinha, tirei da água e nem acredite, linda traíra, cheguei a ficar emocionado, que ótimo que ainda exista bons peixes por aqui, valeu totalmente o meu investimento, fotografei e devolvi para a água, para me dar ainda mais alegria por um bom tempo, logo depois peguei uma saicanga pequena e um jacundá, todos devolvidos para a vida! Bom, tive que compartilhar com os amigos essa bela esperiência, que para mim foi o troféu da minha vida, primeiro peixe na artificial, uma Traíra de uns 45 centímetros, linda, não tem preço que pague essa emoção, agora bora capturar mais delas, pesque e solte sempre! Equipamento: Vara: Lumis Intense 5'8 4 - 12 Lbs Carretilha: Marine Sports Brisa Lite 11000 Linha: Multifilamento Marine Sports Saigon Pro Line X4 20 Lbs Leeder: Saigon Pro Line Power Leader 100% Fluorcarbon 23 lbs Local da pesca, fundo é lage com muitas pedras, aproximadamente 1 metro de fundura, muito bom para as Tornasois:: Troféu, Traíra Tornasol, aproximadamente 45 centímetros de comprimento, infelizmente ainda não tenho a alicate de contenção, tenho que comprar URGENTE: E para alegrar ainda mais a pescaria, um Jacundá e uma Saicanga: Bom amigos é isso, se alguém tiver dicas de iscas, tamanho, cores e trabalho das mesmas que seja bom para as Tornasois de rios, fico agradecido, pois quero fazer mais uma comprinha de umas dez iscas, para escolher as melhores, já que tenho que comprar a alicate de contenção, aproveito pegar mais umas iscas junto, isso vicia!!! Grande Abraço a todos! Pesque e solte SEMPRE!
  35. 4 points
    Primeiro tucunaré azul da vida, nos primeiros arremessos....do primeiro dia....em breve relato completo (tem mais dois dias pela frente)
  36. 4 points
  37. 4 points
    Amigos, no fds o menino pediu para ir novamente ao pesqueiro. Ofereci uma pescaria no rio mesmo, mas ele disse preferir o pesqueiro pela proximidade e maior facilidade nas capturas. Então, assim como não se nega uma pescada ao pai, também não se deve negar uma ao filho. Fomos novamente ao primavera, aqui em Rio Preto. Chegamos no final da tarde, pois ele queria pescar de noite no tanque dos tambas e pirararas. Fim de tarde as matrinxãs, geralmente, estão malucas. Capturamos muitas, e também um monte de tilápias. Mas desta vez, somente algumas matrinxãs de tamanho melhorzinho. Tilápia só as pequenas mesmo. Mas o menino já conseguiu aproveitar bastante. Quando escureceu fomos ao tanque de cima, mas somente conseguimos alguns tambas menores, na faixa dos 2kg. Mas para ele já foi o bastante, ficou até com medo de ser puxado para dentro d'água. Seguem algumas fotos das capturas que tivemos nesta pescaria que foi bem curta. Ficamos umas 2h pescando, no máximo. Cada vez mais, o menino está no caminho certo. Muito bom pescar com o pequeno. Se o tempo ajudar, neste fds levo ele para uma pesca na natureza mesmo. Tomara que tenhamos bastante ação para ele continuar a se interessar...
  38. 4 points
    Esse domingo realizei mais uma pescaria de fly, dessa vez no Rio Paranaíta. Logo que cheguei percebi que a agua estava muito mais clara que o normal, e isso dificultou muito as capturas. Sem nenhuma ação nos paliteiros, fui tentar na pedreira. Logo nos primeiros arremessos sai um tucuninha: Mais algumas tentativas e nada de ações, até que consegui filmar um ataque bem bonito: Após isso tive mais alguns ataques, uns rebojos lindos na superfície, porém sem nenhuma captura. A partir daqui a câmera acabou a bateria e não consegui registrar mais nada. Na hora de ir embora escorreguei no lodo e cortei o pé numa ponta de pedra, e pra completar estourei o pneu do carro na volta pra casa (Isso me atrasou muito e não pude comparecer no festival com o amigo Alexandre. Bom, fim do dia posso dizer que o saldo foi positivo, por mais que eu tenha passado uma raiva na volta essa filmagem valeu a pena. É isso, obrigado!
  39. 4 points
    Pescaria com apenas 3 ações, mas valeu a pena. 49 cm a bocuda, muito linda.
  40. 4 points
    Fala galerinha! Esse final de semana abriu um espaço aqui na minha cidade que é tipo uma fazenda aberta para visitação ... com restaurante, mini golf, cavalgada ... lugar bem bacana para se passar a tarde com a família e dentre as atrações existe um lago que é possível se fazer pesca esportiva. Sábado a tarde resolvi ir com a família e aproveitei para iniciar as atividades no Fly (aqui deixo meu alerta aos amigos que queiram iniciar no fly, não comecem ... é um mundo sem volta ... rsrs ...), apesar de estar com um pouco de vento, resolvi encarar e brincar com as tilapias que tem no lago. Fui com o auxilio de um amigo que já pesca a um tempo e ele foi me dando dicas de como arremessar fazendo false cast e roll cast ... que são os arremessos que vão ser mais utilizados por mim nas pescarias aqui na região ... depois com mais afinidade com a modalidade quem sabe não aprendo outros tipos de arremesso. No começo apanhei bastante pois a angulação da vara é diferente para o arremesso e também a questão da munheca que no fly usa-se mais o braço para o arremesso ... mas aos poucos os arremessos foram saindo e consegui pescar um pouco. Confesso que apanhei bastante também na questão da fisgada do peixe, mas isso aos poucos vou aprendendo, nada que mais alguns treinos não me ajudem a acertar isso. Pra minha felicidade, consegui pegar umas tilapias e achei fantástico a briga com o peixe ... segue abaixo a estreia no fly. Eqiupamento: Next FSB #8, linha Scientific Anglers Tucunaré #8, líder cônico e eva como isca. Abraços!
  41. 4 points
    Passada a moda de todo mundo querer ser chef de cozinha, acho que dá pra escrever as mal digitadas palavras que seguem sem o risco de incomodar alguém ou ser mal interpretado. Desde muito novo sempre gostei de cozinhar. Alguns poucos amigos sabem, mas meu interesse pela culinária vai muito além do churrasco (que amo e julgo ser a técnica mais fantástica de preparo de alimentos), o que me levou ao curso de cozinheiro profissional no SENAC em 2009 (que infelizmente não pude completar por conta de compromissos profissionais que me forçaram a viajar na época, seguido de uma mudança). O fato é que muito se ouve e lê por aí que "cozinhar é um ato de amor", "é um dom", "é solidário" e etc... Não que não seja um bocado isso tudo; sim, é; mas acho que vai muito além. Tenho no argentino Francis Mallmann a minha referência gastronômica, obviamente e principalmente pelo seu pleno domínio do churrasco mas muito pela visão do que é cozinhar e preparar alimentos por meio de qualquer técnica. No seu livro "Sete fogos", tem um pequeno texto antes da introdução do livro que julgo sublime: "O fogo tem seu próprio idioma, que se fala no reino do calor, da fome e do desejo. Fala de alquimia, de mistério e, acima de tudo, de possibilidades. É uma voz sonolenta dentro de mim. A fera onipresente em minha alma. Vai além das palavras e da memória, vem de um tempo muito anterior às minhas lembranças". E é exatamente isso: o dom, a arte, a solidariedade e o amor de cozinhar estão entranhados na alma, emaranhados nos cabelos, injetados no DNA de quem cozinha. Vem de antes de nossa consciência. E não estou falando só de quem é expert no preparo mas de todos aqueles que compartilham do mesmo sentimento pela culinária. Desde novo sempre me vi atuando em trabalhos distintos, mais tarde me formei na área de TI mas a única atividade que sempre permeou minha existência foi a culinária. Aos 15~16 anos comecei a me arriscar a fazer churrasco, orientado pelo meu pai, capixaba e exímio cozinheiro de frutos do mar e churrasco. Minha mãe, de criação tradicional dos anos 40, era absolutamente genial preparando o que fosse, desde pães e bolos aos melhores pratos com massa e carnes dos quais me lembro. Eu anotava os ingredientes e o modo de preparo do que ela fazia sem que fosse notado, pois àquela época não havia esse glamour todo pelas profissões relacionadas a culinária e gastronomia. Meus pais não me forçavam a formar em algo da escolha deles, apenas me orientavam a fazer algo de que eu gostasse realmente. Unindo esse quebra-cabeças, noto que a inexistência de cursos superiores de gastronomia nos anos 80 me levaram ao caminho das novidades da tecnologia. Quem sabe...? Voltando à "vaca fria", penso que quando preparamos um prato qualquer, somos conduzidos a um nível diferente de concentração - é totalmente diferente de estar terminando um projeto, uma homologação, uma apresentação. O foco é só um: preparar o prato da melhor maneira possível, e não há nesse mundo evento que distraia a gente naquele momento. E se, porventura, ocorrer uma hecatombe que nos tire do rumo, o preparo se perde porque já não tem mais a mesma pegada. Até sai, mas o cozinheiro certamente vai reclamar que foi interrompido, que foi isso, aquilo... É impressionante o nível de concentração alcançado nesses momentos. Diante disto e posto o que já escrevi, vejo o dia a dia se desenvolver com a marcação silenciosa da comida: café da manhã, almoço, lanche ou cafezinho da tarde, jantar, ceia, assalto à geladeira... Isso sem falar no expresso com clientes ou aquele bolo da padaria que se coloca diante de você no trajeto entre o escritório e o caixa 24h. E ansiosamente esperamos pelo churrasco no fim de semana - este sim, o auge! Nossa vida gira em torno disso sem que nos demos conta! E para quem prepara, a sensação é a de estar tornando o mundo melhor, tentamos agradar ao amor com o qual divide-se a vida, fazer os filhos comerem mais, um modo de dar afeto aos familiares e amigos, dar alento àquele amigo que está procurando emprego, de efetivamente estar restaurando os convivas com o que melhor pudemos preparar naquele momento. Daí vem o nome restaurante, cuja origem veio da França em meados do século XVIII na ideia de Boulanger que abriu uma casa de sopas, anunciando aos que tinham fome que ele poderia os restaurar com uma boa refeição. Portanto, no meu parco entendimento, cozinhar é muito maior do que qualquer frase de efeito; cozinhar é viver e dar vida. É partilhar conhecimentos, é conviver e apreciar a convivência. É preciso respeito pelo que se come, sobretudo. Uma porção de caviar e um jiló frito podem ter impacto semelhante se cada um for apreciado no momento certo - e no momento errado, ambos podem parecer ruins. Novamente, recorro ao Francis Mallmann e à sua citação de que o luxo e o simples dependem um do outro, pois "dormir em uma confortável cama não quer dizer que uma boa soneca embaixo de uma árvore seja ruim" (adaptado): um evidencia as qualidades do outro. Portanto, ao respeitar o que se come, se respeita quem preparou, quem cultivou ou criou o que se cozinhou, cultivamos o respeito mútuo; completando um dos ciclos da vida. E vamos ao café da tarde, porque saco vazio não pára em pé. P.S.: Para os amantes de cinema, tem um filme que traduz muito bem esses sentimentos. Chama-se "O tempero da vida", filme grego e turco de meados dos anos 2000. Recomendo.
  42. 4 points
    Só tem velho por essa bandas, deixa eu ir ali, depois eu volto
  43. 4 points
  44. 4 points
    Tenho orgulho de ter uma filha pecadora, me acompanha desde os 4 anos e agora com 6 anos está a cada dia melhor, pegando peixes já grandes em relação ao tamanho dela. Um abraço.
  45. 4 points
    Acho que o atendente da agência perto da minha casa também pesca. Quando chega alguma coisa de pesca pra mim, some.
  46. 4 points
    O Pescaki, apesar de ter sofrido, como todos os fóruns de pesca, uma significativa diminuição de movimento em razão da popularização de outros meios virtuais, é a prova viva de que este tipo de meio de comunicação tem ainda muito tempo pela frente, vez que os outros meios não conseguem suprir as dúvidas e necessidades dos usuários. Então, o que aqui restou mais prejudicado é aquele contato entre os usuários no sentido de se comunicarem, coisa que antes era bem legal e até rápido, mas agora, diante do Facebook e, sobretudo, diante do WhatsApp, esta comunicação é feita por lá, de sorte a restar por aqui, a parte de busca e conhecimento. E, para isso, os fóruns de pesca nunca serão superados. Só para deixar aqui demonstrado o poder do fórum, informo que no período de 01/01/2018 a 28/03/2018, tivemos uma média de 6.397 acessos diários! Obviamente que a frequência é determinada pelo empenho do usuário, de modo que após algum tempo de participação, esta vem arrefecer para dar lugar a uma participação menos efetiva, sem no entanto, deixar de estar presente e, isso é o que mais ocorre. A sorte dos fóruns de pesca, especialmente o nosso, é que dentre os participantes há abnegados que estão para servir, ou seja, seguem ajudando aos mais novos na arte, sem se importar de recair na repetição dos assuntos, já que isso é esperado por quem está na área há tanto tempo. Com esta abnegada participação tais usuários agregam inestimável valor ao acervo dos fóruns, agregando também pelo exemplar comportamento, algo para si próprios e muito mais valioso, que é o aperfeiçoamento de espírito. Sobre os postadores de vídeos, nada tenho contra, sendo bem-vindos, mas alguns pouco ou nada acrescentam. Já, outros são sempre muito bem-vindos, como os de trazem muito bom conteúdo, trazendo mero divertimento, ou melhor ainda, conhecimento e aproveitamento, como, por exemplo, os vídeos de @Diego SM, assim como os vídeos de Fábio Fregona, ou @Baca, que nos visita amiúde, um grande amigo, Procurador de Justiça, que não precisa de obter ganhos com os vídeos, mas que tem o prazer de transferir conhecimento e precisa da correspondência para manter-se no ar. A nós, cabe dar o lugar para a divulgação sem interesse econômico, mas também cabe julgar o que, quem e quais serão alvo de continuação da atenção, ou seja, filtramos o que queremos ver e, afinal, restará tudo bem! E assim seguimos, uns vêm para aqui se apresentarem, senão diariamente, de forma esporádica mas proveitosa para ambas as partes. Outros, apenas para retirarem o que precisam sem nunca mais voltar, o que é normal. De nossa parte, penso que devemos nos orgulhar, pois tanto para uns, quanto para outros, sempre estamos prontos a responder e ajudar!
  47. 4 points
    Temos que diferenciar técnicas: Cevadeira, meia água e fundo, cada adepto precisa respeitar a técnica do outro, dentro dos limites do bom senso. Há pescadores bons e ruins em todos os lugares, no mar, no lago, no rio, em todo lugar. O que estraga são os excessos, que por sinal na vida excessos também não são bem vindos. Uma combinação que não dá 'Serto' é: Pescaria (dirigir, agua do rio - pesqueiro, etc, faca, anzol) e bebida.... E tem pessoas que não sabem lidar com esta situação, aliado a "Intorpecentis". Tem pesqueiros que já controlam as quantidades de ração e números de varas (há muito tempo), outros liberam tudo e ai acaba neste relato. Frequentava muito o Taquari, fazem uns 4 anos que não apareço por lá, campo de batalha entre pescadores "Experientes". Hoje pesqueiro é moda, e todos estão lotados, eu só pesco em dia de semana de uns anos para cá, e acreditem: Dia de semana já esta ficando complicado, e muito. Em tempo: Pesco com uma vara o dia todo com cevadeira alternando com pino e o problema de muita ceva já não vejo faz tempo, nos pesqueiros que tenho frequentado. Pesqueiro de final de semana? Boa sorte, que Deus te abençoe....rsss
  48. 4 points
    Vídeo curto, resultado garantido. Notem que podem ser usadas penas de diversas aves como faisão, perú, pato, galinha. Divirtam-se....
  49. 4 points
    Como diria o @Armando Ito Quem levanta o dedinho libera o rolamento! Cuidado
  50. 4 points
    O Lambari! Qual pescador não começou a paixão da pesca com este pequenino ? Qual pescador não tem em sua lembrança seu pai (pescador herói!) no dia anterior chamando! Vamos pegar minhoca! E saia ele com a inchada (herói protegendo o futuro pescador!) e nos atrás com o baldinho ! Já imaginando um Peixe de 5kg pego naquela minhoca ! Rsrs Quem nunca ? Lembranças de meu velho pai (pescador herói) que me passou este vício ! Com a ajuda do pequenino lambari ! Enche-se os olhos de lágrimas! Mais acima de tudo elas ajudam a estufar o peito tb para com muito orgulho falar desta duas figuras na vida de muitos pescadores ! Pai (pescador herói!) Lambari (pequeno mais que nos davam momentos inesquecíveis com nossos pais!) Ao meu velho pescador herói ! Saudades e eternos agradecimentos por me passar este vício! E ao pequenino lambari ! Obrigado ! Por muitas tardes me propiciar pescarias com o pescador herói ! Quem nunca ? Autoria: minha mesmo, inspiração! Meu falecido pescador herói ! Texto top que recebi do Watts! Resolvei compartilhar com os amigos!!

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