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  1. 8 points
    NOVA JORNADA NO FABULOSO SUIÁ-MIÇU Uma de boas coisas na vida é poder repetir algo que fizemos no passado com o mesmo sucesso. E assim foi com esta jornada na Pousada Suiá-Miçu, de nosso amigo Euler Vieira! Quando lá estivemos no ano passado em nossa primeira jornada, acertamos muito bem com os trairões e tucunarés, de sorte a resultar uma de nossas melhores jornadas enquanto pescadores, até porque a meta era justamente isso. Como tudo foi uma grande novidade, quisera parecer que talvez estivéssemos em uma semana de sorte e de abundância de peixes, mas nas conversas com o pessoal de lá, bem como, com os guias da pousada, soubemos que não havia nada de excepcional, senão a própria verdade: o local é mesmo muito bom de peixe! Então, nada melhor que repetir para conferir e foi o que fizemos! Estivemos novamente naquele lugar sensacional, tanto de beleza natural, quanto de pesca. Não foi possível uma jornada em época diferente daquela do ano passado por conta de compromissos, de maneira que, se no ano passado lá estivemos na penúltima semana de atividades, neste ano estivemos na última. Havia meses que não chovia por lá e, agora, no dia em que lá chegamos a temporada de “inverno” já se anunciava com as primeiras chuvas, inclusive com árvores caídas fechando a estreita estrada de terra logo mais próximo da pousada. Sorte que o pessoal de lá fica atento quando estão para receber pescadores e já ficam preparados para qualquer eventualidade de ter de limpar a estrada, permitindo a passagem. As estradas para se chegar à pousada são simplesmente espetaculares! Primeiro, um estradão, para depois afunilar-se e restar apenas uma maravilhosa estradinha mata adentro. Portanto, era de se esperar que a qualquer momento a chuva viria. E veio, não só no dia em que chegamos como também nos dias seguintes, mas apenas para amenizar o calor e ajudar a Natureza em seu processo de renovação, sem atrapalhar a jornada de pesca. Contudo, em poucos dias a pesca viria a se tornar impraticável, razão pela qual a formidável pousada só funciona de maio a setembro de cada ano, permanecendo fechada nos demais meses. De novo naquele lugar, era também de se imaginar que as coisas viriam a ser muito iguais e parecidas, mas na verdade, ali não há dia igual a outro, porque são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo ao redor do pescador. São belíssimas manifestações da Natureza a ponto de, em algum momento se ouvir grande estardalhaço na água para se perceber um grande cardume de tucunarés, bicudas e cachorras batendo firme sobre espécies menores, enquanto que em outro momento se ouvir barulho ainda maior para perceber então que um jacaré andou aprontando alguma nas cercanias. Mesmo quando a água está aparentemente calma se percebem pequenos peixes praticamente “voando” sobre a superfície para fugir dos ataques de peixes maiores, ou até mesmo de nossas iscas. Enquanto isso, araras, capitães-do-mato e outras aves estão sempre a nos agraciar com seu canto e harmonia. Quando se pensa que isso tudo possa entender-se esgotado, ainda sobrevém o importante detalhe de que às vezes é preciso “garimpar” estas manifestações da Natureza, para incluir não só o que se apresenta sob a forma de sons e imagens, mas também o que vem sob a forma de perfumes, sensações e também ocorrências somente perceptíveis pelo pescador mais atento, como foi o caso de percebermos a silenciosa travessia de uma anta em uma baía! Este é o coroamento da definição do que vem a ser a arte de pescar, que muito antes disso já começa em casa, no processo de escolha e arrumação da tralha, manutenção nos equipamentos, carregamento de linhas cuidadosamente escolhidas, eleição das iscas artificiais que estarão mais à frente, sem deixar em reserva aquelas relegadas a segundo plano, pois muitas vezes elas serão as verdadeiras protagonistas nas capturas, passando também pelo planejamento das estratégias que serão empregadas nas jornadas e mais alguns pequenos detalhes que ajudam a completar este prazeroso processo. Embora o rio ofereça outras espécies, como pirararas, cacharas, grandes cachorras e corvinas, preferimos novamente centrar nossos esforços na pesca de trairões, alternando com a pesca de tucunarés, muito embora tenham se apresentado alguns “intrusos” nas capturas, o que é sempre bem-vindo. O mais intruso foi um jacaré que entrou em uma isca "Trairão" que um amigo, Fernando, me enviou desde Espanha, mas teve até raia pega pela cauda! Para os tucunarés só usamos iscas artificiais, muito embora algum que outro tenha entrado na isca natural enquanto se tentavam trairões, porque estes, nem sempre estão muito dispostos às artificiais. É impressionante como o Suiá-miçu e seus tributários têm trairões, porque não se navega muito para encontrar um ponto onde estejam. Inclusive há pontos muito próximos à pousada não demandando mais que alguns poucos minutos de navegação. Contudo, o espírito humano quer sempre mais e melhores peixes, de sorte que não dispensamos todas as possibilidades, quando então, estivemos pescando, tanto no Rio Suiá-Miçu, quanto em alguns afluentes como o Águas Claras e o Paranaíba, ademais de algumas baías que ainda permitiam acesso. Embora à primeira vista todos os locais do rio pareçam iguais e tinham tudo para prometer capturas, em razão do conhecimento, o guia Edinho parecia passar por um ponto bom para parar em um que para nós não tinha tanto atrativo, mas logo em seguida vinha a comprovação de que a parada tinha lá seu fundamento, nos dando bons peixes. É aí que entra o conhecimento do guia, proporcionando grande jornada ao pescador. Vejamos um pouco dos peixes capturados no rio. Um dia, entramos no Rio Paranaíba, que é um afluente de águas muito límpidas e rasas, que alaga uma enorme área antes de entrar no rio principal. Mesmo em épocas de seca, como agora, sempre é alagado por quilômetros antes de entrar no Suiá-miçu. É impressionante navegar por seus meandros, enquanto se observam cardumes a correr paralelamente ao barco, sobretudo raias, corimbas, bicudas e tucunarés. É uma bela experiência! Ali, em qualquer ponto de alguma profundidade, sobretudo onde hajam tranqueiras paradas na margem, há trairões! Basta apoitar nestes pontos e lançar iscas, nestes casos, quase sempre naturais, vez que arremessos são impossíveis. Não raro se pescam trairões no visual, quando se podem lançar as iscas praticamente “na cara” do peixe, mas ao menos nos momentos em que tentamos, recusaram jigs, acatando muito bem às naturais. A exemplo do ano passado, navegamos bastante, na verdade, muitos quilômetros Paranaíba adentro, até chegarmos em áreas que nos ofereceram muitos tucunarés e alguns trairões muito bons. De mesmo modo, subimos também o Rio Águas Claras, que tem um “comportamento” um pouco diferente do Paranaiba. Primeiro, apesar de ter quase o mesmo porte, não forma grande alagamento em sua foz, senão em época de cheia, para ficar encarcerado nas barrancas baixas. Segundo, suas águas, apesar de límpidas, têm a coloração escura tipo coca-cola, comum em muitos rios amazônicos. Ali também, com pouca navegação já se chega em pontos de pesca de trairões, bastando encontrar locais que ofereçam alguma profundidade com galhadas. Em razão de que é um rio pequeno, sem áreas alagadas, ali, a pesca se concentra na pesca de trairões com iscas naturais, sempre rendendo muitas capturas, inclusive vários dublês. Nos dias em que subimos para pescar no Rio Paranaíba, no Rio Águas Claras e nas baías lá da região mais alta, sempre rolou o tradicional churrasco na margem do rio, algo muito apreciável e inesquecível! Enquanto lá estávamos havia várias outras equipes pescando, resultando que ao final do dia sempre tínhamos boas estórias a contar e, sobretudo, a ouvir, ora de capturas de peixes de porte maior, ora de espécies que não buscamos pescar. Uma grande dupla que lá estava, os amigos Leonardo e Ricardo fizeram uma jornada bastante variada, dedicando-se a diferentes espécies, resultando com belíssimas fotos, que gentilmente nos cederam para compor a parte visual da matéria, de sorte que fica aqui, o agradecimento a estes valiosos companheiros! Como sempre, finalizar agradecendo ao Grande Euler Vieira, Caboclo Bão das Minas Gerais , que não mediu esforços no sentido de nos proporcionar tamanha jornada, agradecendo também ao amigo Edinho que nos assessorou durante toda a semana, favorecendo-nos para que tudo resultasse muito bem como resultou. Para melhor visualização do valoroso empreendimento de nosso amigo Euler, leia a matéria do ano anterior quando se poderá ver fotos da pousada e entender melhor a grandeza daquilo tudo. Para encerrar repito esta imagem que caracteriza a síntese do que é pescar em Família. Muito grato, meu Irmão Mário, Mano Véio de tantas jornadas! Muito grato, meu Sobrinho Mário Júnior! Agora, a esperar pela próxima no ano vindouro e tudo faremos para que possamos lá estar em um período diferente, quando a oferta de peixes estará também de forma diferente, mas com certeza, conforme já nos alertaram, sempre com abundância.
  2. 5 points
    Pessoal, Quando o pescador optar por soltar os peixes, sugere-se seguir as recomendações abaixo que ajudarão sobremaneira na sua sobrevivência e retorno à vida. 1) Amasse sempre as farpas dos anzóis, pois além de minimizar os ferimentos facilitarão a soltura. 2) Reduza a duração do combate usando equipamento e tippets de numeração adequada para evitar a fadiga e o estresse desnecessário dos peixes. 3) Use um passaguá ou net, evitando tanto quanto possível o uso de boga- grips e alicates de contenção. 4) Fotografe os peixes dentro da água, evitando sessões fotográficas demoradas. 5) Reanime os peixes na água antes de soltá-los, quando estiverem prontos seguirão sozinhos.
  3. 4 points
    em primeiro lugar, um abraço a todos, bem , também quero deixar meu singelo relato colaborando assim com essa página maravilhosa que é o Pescaki, trabalho na área da segurança pública como soldado da PM e fui acometido de uma grave enfermidade apelidada de "sindrome do pânico", queria matar e morrer, mas DEUS na sua infinita bondade removeu esse meu cativeiro e me restabeleceu minha saúde 100%, ...aí vi que quase morri e não realizei meu sonho que desde criança era de conhecer a floresta amazônica, pesquisando na internet vi uma pousada que me chamou a atenção que é a POUSADA DO XINGU na região de altamira no estado do pará, fechei uma reserva com 01 ano e 03 meses de antecedência e fui pagando as poucos, aí chegou o grande dia (isso foi em julho de 2018), fui atraz dos gigantes de couro da bacia amazônica e no primeiro dia fisguei um belo PIRAMUTABA (mais ou menos uns oito quilos), saiu também uns barbados , mandis e algumas piranhas gigantescas, no segundo dia realizei meu sonho que era de pegar uma pirarara foi uma "briga" mais ou menos e enfim o peixão pousou para a foto que é esse da foto aí com meu nome e nesse dia peguei também mais 02 peixe palmito de bom tamanho ( 03 quilos ) e um peixe de pouco mais de 01 quilo que o guia piloteiro disse ser um pacamon e mais duas pirarara baby rsrsr pequenas, no terceiro dia peguei uns barbados pequenos, mais um filhotinho de pirarara e algumas grandes piranhas ( como é grande as piranhas lá, peguei no anzol barra 08 ), aí a tarde foi show, peguei uma grande pirarara que depois de alguns minutos de briga a linha ( multifilamento ), esbarrou nas pedras e perdi o peixão visto que ela tomou muita linha , bem no quarto dia eu disse pro piloteiro que queria pescar tucunarés e nesse dia saiu alguns belos exemplares de tucunaré pinima , uma cachorra pequena , as velhas e boas piranhas e enfim o peixe que mais me emocionou que foi uma bicuda, puxa vida como ela salta bonito e não se entrega, no quinto e último dia falei pro vanderlan que ele me levasse no poção dos brutos ( eu que apelidei esse poço ), e mais uma "história de pescadô ), fisguei um Jaú e ele tomava muita linha e acabou "entocando" aí perdi o peixão a tardinha eu disse pro guia que queria pegar uns pacus, o interessante é que os pacus lá não passam de 02 quilos que é o pacu borracha , o branco e o curupité, peguei uns trinta mais ou menos iscando com pedaço de laranja e limão e ainda fisguei pela perna uma espécie de tartaruga que leva o nome de tracajá, saiu ainda umas piranhas vermelhas de bom tamanho e umas pequenas pirararas e pra fechar com chave de ouro uma bela cachorra de aproximadamente 10 quilos, que salto maravilhoso esse peixe proporciona, lembrando os nobres colegas que lá é só pesca esportiva, todos os peixes foram soltos em perfeito estado de volta pra água, peixe só se come na pousada ( qualquer peixe ). ... minha segunda pescaria vai ser em outubro agora pois em outubro entro pra RR e vou no PESQUEIRO SALOBRINHA no rio miranda, achei barato um apartamento lá por 80 reais a diária com ar condicionado, só que lá a gente tem que fazer o café , almoço e janta, peço desculpas para os nobres colegas pois tenho extrema dificuldade de colocar as fotos da pescaria que relatei aqui na página do Pescaki, e tenho essas fotos no facebook pra me achar no face é só por mauricio de paula cornélio procópio, lá tenho as fotos dessa pescaria. uma forte abraço a todos
  4. 4 points
    O Zequinha, menino de uns 10 anos de idade, era na fazenda do meu padrinho o que se pode chamar de “charrete boy”. Na cidade tem o motoboy, não tem? Então! Nas fazendas tem – ou tinha naquele tempo, que já vai longe – o charrete boy. O menino que com a charrete do fazendeiro vai buscar as coisas ou as pessoas na cidade. Pois naquele dia o Zequinha tinha ido buscar na cidade o Padre Antônio, que estava iniciando sua temporada por lá. Era um padre novo e tinha uma particularidade que a gente só ficou sabendo depois desse causinho que tô contando aqui e agora: ele era ventríloquo. Um dom que poucas pessoas possuem que é o de falar sem abrir a boca. Dizem que é uma técnica de emitir os sons pelo estômago. Aliás, um grande ventríloquo que existiu no Brasil foi o pai das cantoras Linda e Dircinha Batista. Chamava-se Batista Junior e se apresentava em circos e teatros. E, de lambuja, era um grande compositor. Mas, seguindo no causo. O Padre Antônio sobe na charrete com o caipirinha Zequinha, ruma a fazenda do meu padrinho pra rezar uma missa. Logo na saída, o padre pergunta se era longe a tal fazenda, ao que o menino prontamente e muito espertamente lhe responde que levaria uns pares de horas. O que dava pra entender que era longe pra cacete e a viagem ia ser dolorosa ou dolorida para um padre que não estava acostumado a meter a bunda no banco duro de uma charrete velha conduzida por uma eguinha lerda. PADRE – Oh, menino! Você sabia que os animais conversam? ZEQUINHA – Entre eles, eu sabia, sim sinhô. Eles cunvérsa bastante. PADRE – Não, filho. Estou dizendo que os animais conversam com a gente. Conosco. Mas para isso é preciso conversar com eles com muito amor. Você quer ver os animais conversando comigo? Aí o menino, esperto, se encanta e atiça. ZEQUINHA – Ara, sêo padre. Essa eu tô pagando pra vê. Animar conversa cum gente. Essa nunca vi não sinhô. E o sinhô me adiscurpa, mas num querdito. PADRE (falando para a égua) – Dona eguinha! Está muito pesada a charrete? (E faz a voz da égua sem abrir a boca) Tááá...sêo padre. O menino, num susto, pára a charrete. ZEQUINHA(gaguejando) – Sêo...padre... a égua falo...a minha égua...respondeu pru sinhô...eu escutei... PADRE – Todos os animais conversam com a gente. Quer ver mais? O padre olha um urubu nos céus e fala: PADRE – Bom dia, urubu. (E faz voz.) Bom dia, parceiro. Bom dia, sêo padre. E assim o Padre Antônio foi se divertindo com a surpresa encantada daquele caboclinho, que viu com os próprios olhos e ouvia ali, in loco, os bichos falando com aquele padre. Com isso, a viagem, que poderia ser longa, terminou logo, logo. ZEQUINHA – Óia, sêo Padre! O sinhô ta vendo aquela cabrita branca ali na grama? Por favor, o sinhô num querdite em nada que ela fala prô sinhô, viu!!!!!!
  5. 4 points
    Prezados, estamos trabalhando em um projeto para soltar 20.000 garoupas (garoupa verdadeira Epinephelus marginatus) no mar. Acreditamos que é a única forma de recuperar os estoques que não conflita com a pesca. Gostaria de ouvir dos colegas opiniões a respeito. Um vídeo sobre o projeto:
  6. 4 points
    Fala Pescadores! Deixo aqui meu humilde e emocionante relato com a primeira experiência com iscas artificiais: Assim como a maioria dos amigos pescadores, comecei muito pequeno a pescar com meu Pai e meu Avo, íamos praticamente todos os dias no Rio do Peixe aqui no ladinho da minha cidade Arroio Trinta Santa Catarina, sempre pescávamos com isca natural, Carpas, Jundiás e Lambaris, bom, infelizmente a alguns anos meu Pai veio a falecer, e meu Avo também, com isso deixei a pesca um pouco de lado e esporadicamente ia ao rio pescar, sempre fui extremamente apaixonado pela pesca, enfim, a um tempinho vinha vindo assistindo muitos videos de pescarias de traíras, saicangas e jacundás com artificias, pois aqui na minha região, meio Oeste Catarinense é o que temos de predadores nos nossos rios, mas aqui á muita pesca predatória, e então mesmo querendo muito investir em um equipamento bom e iscas artificias para pescar aqui nos rios, não sabia se valeria a pena pois pela pesca predatória dos rios não imaginava que teria peixes bons, e boa produtividade por aqui, principalmente a Traíra! Mesmo assim resolvi investir nas tralhas, vou deixar aqui em baixo o que comprei, chegou semana passada e hoje tive tempo para ir no Rio, cheguei por volta das 7 horas da manhã, fui em um lugar que imaginei poder ter alguma traíra, mesmo desacreditando ter aqui, acreditando mais ter Jacundás e Saicangas que dão boas emoções também, bom, coloquei uma Inna 60 corpo branco cabeça vermelha e bora para os arremessos, depois de uns 15 minutos insistindo bate na isca essa Traíra, acredito que seja a Tornasol, e dale briga com a bixinha, com a varinha 12lb envergando nem acredite, quando pulou, erra uma traíra monstrinha, tirei da água e nem acredite, linda traíra, cheguei a ficar emocionado, que ótimo que ainda exista bons peixes por aqui, valeu totalmente o meu investimento, fotografei e devolvi para a água, para me dar ainda mais alegria por um bom tempo, logo depois peguei uma saicanga pequena e um jacundá, todos devolvidos para a vida! Bom, tive que compartilhar com os amigos essa bela esperiência, que para mim foi o troféu da minha vida, primeiro peixe na artificial, uma Traíra de uns 45 centímetros, linda, não tem preço que pague essa emoção, agora bora capturar mais delas, pesque e solte sempre! Equipamento: Vara: Lumis Intense 5'8 4 - 12 Lbs Carretilha: Marine Sports Brisa Lite 11000 Linha: Multifilamento Marine Sports Saigon Pro Line X4 20 Lbs Leeder: Saigon Pro Line Power Leader 100% Fluorcarbon 23 lbs Local da pesca, fundo é lage com muitas pedras, aproximadamente 1 metro de fundura, muito bom para as Tornasois:: Troféu, Traíra Tornasol, aproximadamente 45 centímetros de comprimento, infelizmente ainda não tenho a alicate de contenção, tenho que comprar URGENTE: E para alegrar ainda mais a pescaria, um Jacundá e uma Saicanga: Bom amigos é isso, se alguém tiver dicas de iscas, tamanho, cores e trabalho das mesmas que seja bom para as Tornasois de rios, fico agradecido, pois quero fazer mais uma comprinha de umas dez iscas, para escolher as melhores, já que tenho que comprar a alicate de contenção, aproveito pegar mais umas iscas junto, isso vicia!!! Grande Abraço a todos! Pesque e solte SEMPRE!
  7. 4 points
    Uma das espécies mais procuradas pelos brasileiros tem suas peculiaridades; confira! A versão de que tucunaré significa “amigo da árvore” é contestada. A espécie é uma das mais queridas no Brasil Confira sete curiosidades sobre o tucunaré! 1 – Amigo da árvore? Será? Alguns acreditam que o significado de tucunaré seja “amigo da árvore”. No entanto, de acordo com o pescador e ambientalista Domingos Bomediano, esta definição estaria equivocada. Na verdade, segundo ele, o peixe se assemelha à palmeira “tucum”. Por isso também teve a designação tupi de “semelhante ao tucum”. 2 – Os tucunarés são encontrados em praticamente todo o Brasil. Apesar de em alguns estados, como o Rio Grande do Sul, terem pouquíssimos relatos de capturas. Os estados da região Norte e Nordeste são os que possuem as maiores espécies, como açu e pinima. Enquanto que os do Sudeste e Centro-Oeste possuem os “populares” azul e amarelo. 3 – Os tucunarés são considerados os grandes responsáveis pela disseminação das iscas artificiais no Brasil. Isso se deu porque são predadores agressivos. Eles habitam locais de águas tranquilas, como lagos de hidrelétricas e represas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. 4 – A temporada de pesca do tucunaré-açu começa em setembro e termina em abril no Amazonas. O estado recebe milhares de visitantes (sendo 95% oriundos dos EUA). Os estrangeiros injetam quase R$ 20 milhões na economia local todos os anos, segundo a Amazonastur. 5 – O tucunaré-açu é um dos mais cobiçados por ser o maior de todos os tucunarés. É também um predador que exige muita habilidade e um bom equipamento para ser capturado. O recorde, segundo a IGFA, é de um exemplar de 13.19 kg pescado em Santa Isabel do Rio Negro. O autor foi Andrea Zacherrini, em 2010. 6 – Além do Amazonas, outros dois locais muito visitados para a pesca aos tucunas é o Lago de Serra da Mesa, em Goiás, e o Lago do Peixe Angical, em Tocantins. No entanto, nestes points é o tucunaré-azul o protagonista. 7 – O recorde do tucunaré-azul está empatado, com dois exemplares de 4.54 kg. Um pescado no Lago do Peixe, outro em Serra da Mesa. http://pescaecia.com.br/2018/12/20/curiosidades-tucunare/?fbclid=IwAR3gcE9LSA5e74VpVknkSnIugNsJ33zbHPNfd0V3P3r8UQovwGp_nZzAe1M Compartilhei também no Facebook: https://www.facebook.com/bomediano.pescaki?__tn__=C-R&eid=ARDaEcgj0HgCo4g96uoC1rQXXmSW4tEBK0T1iAb46motk8bC1OZb3dWKjJ3n5vYR4nFOgIWayKt9YoA3&hc_ref=ARRnotFs4GP_FGXkUS0D9iBbXMTqrgpLVAaqLSWTeXpzlDEl3sMTv8mtrevdTR13U50&fref=nf&__xts__[0]=68.ARDMIdHNRIgV39TXkYaj8wTobpgIwfUaYg1z468gmK4ZwKla0dlLZg0w1pKucVrQm4uOgNCWIjhV326TrrgbyReqpXSfHnY6-y4zcHrCJ1pPuocyIIGulWH9Es92aWSn08hwR9sYxRxTC-SA6Vg2x7qlZvifMH0tHo5wWAu8obCfIiQpSIpwzHSt76BH5w8JbYhg-v0xoegQq6bmaIKS4ZHOfUA0lH_FbJiJEkgEGYYTCvupj6jVA_MwCV4JgI4ruB4PMLREN49gIlBDuUfSk2bF2E-0h9msHivClkcWu6SO6SGWm400F7BC7irTRnZ3Qyx5HmcpyQQrMXxrCO8IXfha6A Como se pode ver, minha tese sobre o significado da palavra "tucunaré" segue sendo desvirtuada até hoje... rsss Para quem quiser conhecer um pouco mais desta história, está tudo registrado neste tópico:
  8. 4 points
    Primeiro tucunaré azul da vida, nos primeiros arremessos....do primeiro dia....em breve relato completo (tem mais dois dias pela frente)
  9. 4 points
    Todo ano, já fazem quase uma década, eu e Hélio fazemos última pescaria do Ano. Esse ano escolhemos Maeda em pleno Natal. A ideia inicial era Tanquinho mas infelizmente ou melhor felizmente somente os tanques do Parque estava funcionando. Felizmente porque a pescaria foi excelente com captura de vários baguás em companhia de bom amigo e familiar do meu filho. Outro destaque favorável foi ausência dos muvuqueiros, sem gritaria nem cruzamento de linhas . A pescaria foi muito proveitosa com muitos peixes e mais importante, ainda com espírito natalina e harmonioso. Como isso faz diferença!!!! Os baguás não foram enormes mas a nossa amizade só fortaleça com esse singelo pescaria memorável!!!! Muito Obrigado ao Grande Companheiro de Pesca: HÉLIO SUGAHARA!!! Algumas fotos: O Hélio pescou na modalidade FLY, isso seria bitelos, sem contar quase 60 tilápias enormes!! Meu filho Koiti
  10. 4 points
    Olá pessoal..... encerrando as pescarias de 2018, segue breve relato das minhas ultimas pescarias de traíras desde outubro/18 ate agora dezembro 2018, pesquei praticamente no mesmo local, lugar onde pega muita traíra mas todas pequenas, as grandes são difíceis. Noutro local onde pesco o proprietário deixa matar as traíras, resultado: não peguei mais nenhuma grande, lá bati meu record tempo atras, passou dos 3,5 kg, hoje acredito não ter mais. uma pequena Aprendi usar soft: no Frog Pega no spinner nos fundos da propriedade um pequeno rio, vi essas ai se esquentando no sol zig zarinha, estreei a cara lubina tilápia no spinner Traíra no Spinner traíra na hammer 85 no Frog da Zman, isca soft mais resistente que já usei tentei selecionar as melhores fotos para não ficar repetidas. material utilizado: vara hilux 17 lbs 5.3 pés com carretilha Lubina BW com linha multi ,18mm e leader seaguar 25 lbs ,43mm vara MS Lubina LU 16 lbs 5.6 com carretilha Venator S lnha multi 0,18 mm e leader vexter ,52 mm vara Daiwa Revros 6 pés 15 lbs com molinete revros linha multi 14 mm e leader seaguar 0,30 mm iscas shad shape spinners frog zman hammer 85 e zig zarinha nesse local a melhor isca foi o shad shape, grande maioria peguei nessa isca, detalhe: quando as traíras estão boiadas não pegava em isca nenhuma, mas com o shad shape era passar perto e pegar. usei minhocas tipo senko tamanho 4. frog zman pequena, muito boa e resistente, e isca zig zarinha e hammer 85. pequenos spinner tambem foram muito produtivos .tenho outras iscas que considero matadeiras para a traíra mas as citadas nesse local foram as mais produtivas. esse spinner sem duvidas o melhor que já usei, gira muito e pega muito ja perdeu todas as cerdas. Bem agora é esperar 2019 e ir em busca das traíras novamente. Desejo a todos um feliz 2019! Abraços!
  11. 4 points
  12. 4 points
    Pessoal, Este é um brevíssimo relato postado no MDR, e trata de uma pescaria realizada em outubro de 2014. Acessei o tópico para uma atualização e decidi posta-lo aqui. No inicio de outubro de 2014 estivemos de volta ao Rodeo Los Palos Lodge, na região do Alto Ñirehuao, Patagônia chilena. (Lagos Misterioso, Loguno e Los Juncos). Fomos os amigos Mario Cardin, seu cunhado Clóvis, meu companheiro de pescarias Luiz e eu. O inverno deste ano foi muito rigoroso e pescamos em condições de muito frio, ventos fortes, chuva e neve ! Minha narrativa é bastante simples e minimalista e se baseia em apenas uma truta das muitas que capturamos. Já pescamos em épocas distintas nesta mesma região, mas nossa expectativa de pesca no inicio de temporada é acertar a eclosão de Gammarus,pequenos crustáceos conhecidos como scuds. Contudo como foi dito, as condições adversas e a água com temperaturas muito baixas retardaram a eclosão de scuds. Como esta pesca é feita no visual, lançávamos nossos scuds a poucos centímetros dos narizes das trutas e estas mostravam -se apáticas e inapetentes, ignorando nossas oferendas. [/ É certo que fizemos algumas capturas com scuds e mesmo com moscas secas (atractors), mas longe do rendimento que obtivemos em temporadas passadas. O guia Alejandro Stange (Alejo), que é um excelente atador se apercebeu desta situação mesmo antes de nossa chegada e se apressou em desenvolver e atar ninfas de dragonflies (odonatos), também abundantes nestes lagos. [/i A partir deste momento a pesca melhorou significativamente, visto que estas moscas maiores se tornaram mais atraentes, por certo por conta de uma troca energética mais eficaz sob o ponto de vista das trutas. O clima continuou impiedoso como pode ser visto nesta foto embaçada na qual puxei o zoom tentando fotografar alguns patos selvagens que cruzavam a margem, e flocos de neve podem ser vistos. [/i Por conta das condições climáticas adversas, desisti da pescaria por duas tardes, preferindo me abrigar no calor e no conforto da cabana. [/i Mas a busca por novas moscas continuaram, e aproveitávamos os intervalos na cabana para atar..... [/ E nesta parte da história entra o nosso herói como veremos mais abaixo..... [/ Na manhã do terceiro dia de pescaria, os companheiros optaram por pescar nos lagos Misterioso e Loguno onde o vento açoitava menos, enquanto eu preferi pescar com o guia Alejo no lago Los Juncos apesar dos fortes ventos sempre imperantes neste lago. Já embarcados, o guia Alejo me ofereceu uma mosca na tentativa de resgatar a pesca com scuds. Este scud, agora mais volumoso e supostamente mais apetitoso tinha sido atado com pelos de gato, e decidi testa-lo atando-o à ponta do meu líder 3 X. [/i Ao nos aproximarmos de um paredão, vimos uma truta bem próxima à margem. Esta visão se alternava durante as subidas e descidas do barco pelas ondas formadas pelo vento e que arrebentavam junto ao barrranco da margem. Em uma destas subidas visualizei a truta e lancei a mosca bem próxima de sua posição, que se apercebeu dela, voltando-se em sua direção. A onda arrebentada na margem se retraiu, e a mosca deslizou para baixo. A truta se movimentou mas não se animou a acompanhar o engôdo. Recolhi a linha e aguardei por uma nova oportunidade, até que em uma nova subida do barco pude visualizar a truta e fazer um novo lançamento. A mosca caiu a um palmo da boca da truta, e no refluxo desceu carregada pela onda. Desta vez a truta se precipitou em relação ao scud e antes que o barco descesse no balanço pude ver que abocanhara a mosca. Um toque sutil na ponta da vara, e a truta estava capturada ! Um macho vigoroso que me rendeu bons momentos de luta até que pudesse ser embarcado ! [/ Outras capturas foram feitas até que decidi guardar o scud, porque dispunha de outros "gatos" em minha caixa de moscas. [/i Ao retornarmos à cabana passei a ver o bichano com outros olhos.... Grande abraço Odimir [/i
  13. 4 points
    Amigos, no fds o menino pediu para ir novamente ao pesqueiro. Ofereci uma pescaria no rio mesmo, mas ele disse preferir o pesqueiro pela proximidade e maior facilidade nas capturas. Então, assim como não se nega uma pescada ao pai, também não se deve negar uma ao filho. Fomos novamente ao primavera, aqui em Rio Preto. Chegamos no final da tarde, pois ele queria pescar de noite no tanque dos tambas e pirararas. Fim de tarde as matrinxãs, geralmente, estão malucas. Capturamos muitas, e também um monte de tilápias. Mas desta vez, somente algumas matrinxãs de tamanho melhorzinho. Tilápia só as pequenas mesmo. Mas o menino já conseguiu aproveitar bastante. Quando escureceu fomos ao tanque de cima, mas somente conseguimos alguns tambas menores, na faixa dos 2kg. Mas para ele já foi o bastante, ficou até com medo de ser puxado para dentro d'água. Seguem algumas fotos das capturas que tivemos nesta pescaria que foi bem curta. Ficamos umas 2h pescando, no máximo. Cada vez mais, o menino está no caminho certo. Muito bom pescar com o pequeno. Se o tempo ajudar, neste fds levo ele para uma pesca na natureza mesmo. Tomara que tenhamos bastante ação para ele continuar a se interessar...
  14. 4 points
    Amigos, agora nesta semana que passou, voltei ao meu amado Rio Manso. Com um voo noturno de Campinas SP para Cuiabá, fica fácil de chegar no Rio Manso. Para embalar o sono...  O rio Manso nasce na Chapada dos Guimaraes, e junto com o Rio Cuiabazinho formam o Rio Cuiaba, por estar a 600mts do nível do mar é um rio forrado de corredeiras e de águas cristalinas. É na minha opinião o "best point" de dourados para pescaria de fly e baitcasting no Brasil. Abriga nas suas águas uma infinidade de peixes, jaus, pintados, cacharas, pacus, curimbas, piraputangas, piaus e muitos outros, mas sua estrela é dourado. O Rio Manso Noticias eram de pescaria difícil, pois o rio estava forrado de dourados, mas haviam muitas iscas brancas no rio, principalmente piraputangas, e eles estavam só pegando nelas. Mas o importante é ir pescar. Dormida de 1hora e cair na água. Raiar do dia No primeiro dia subimos bem pouco, e no segundo arremesso um douradinho fisgado, mas devido a boca óssea, no baitcasting, de cada 10 fisgadas só embarca um. Este na não foi diferente e fugiu. Passa mais 5minutos e nova ação de dourado, só que este não fisgou. Penso será que esta tão difícil assim??? Logo em seguida vejo uma capim na superfície, jogo um popper e explosão, dourado gigante com quinze minutos de jogo, 17lbs. Uma barra de ouro. Assim correu o diia, muitas fisgadas e tb muitos peixes escapados. O período da tarde foi de menos ações. Como sempre o diferencial foi a isca, impressionante mas a antiga, Araçatubinha de madeira, é fatal para o dourado. Pode colocar qualquer isca, mas só ela pega. Não é mentira. Acho q é devido seu trabalho errático, mas principalmente a falta do ratlin. Ainda gostaria de testar uma isca twich bait sem ratlin e ver se funciona. Foram seis dias espetaculares, é impressionante a quantidade de dourados neste rio. No meio da pescaria sempre entram tb piraputangas. Foram uma media de 20dourados fisgados por dia, obvio que a maioria escapa no pulo. Vamos as fotos: Tipico local de pesca. algas do rio escondem dourados Cada corredeira a chance de um monstro estar escondido Minha esposa que não me ouça, mas arranjei uma amante As guerreiras A vitoria 19lbs Como os pontos são próximos a pousada é possivel voltar todo dia para almoçar e recuperar as forças... Dourado noturno, esse pegou em um lambari O pantaneiro Preocupado com os problemas... os ipês começando a florir O motivos de tantos dourados, preservação e as centenas de corredeiras, impressionante. Uma pescaria que vale fazer, é com material leve e soja. muito peixe. Piaus, piaparas, piraputangas e com sorte pacus. Sera que vai dar????kkkk Uma surpresa no plug... Duro de resistir nas manhas, frio de 14 graus joguei a isca, enroscou em um curimba, douradão não deixou a chance passar... Duro manter o peso Mais um monstro mato grossense 16lbs Pausa da cerveja Fima da pescaria Essa Sofreu Equipamentos utilizados: Varas: -Saint Croix SC III 17 e 20lbs 5'7" by waka Custom Carretilhas -AldebaramMg7, Core 51mg e scorpion 51 Linha Multi PP 40lbs Leader-Line System 50lbs Snap capella G Isca-quase que 100% usando a antiga Araçatubinha de madeira(nada haver com a nova de plastico), lá não tem para outra isca, e o popper Vulcan da marine Isca Araçatubinha de madeira 9cm, fatal no rio manso A estrutura da Pousada Rio Manso é fantástica, recomendadíssima, comida caseira, cerveja gelada, bons barcos e excelentes guias. Dista somente 100km de Cuiaba. O dono Julivam não medem esforços no atendimento e na preservação do ambiente. Ele não permite abate de nenhum peixe, todo peixe consumido vem de cativeiros, e auxilia a fiscalização que é constante no rio. Refletindo em um aumento nítido na população de dourados a cada ano. Tal que é impressionante o numero de bichos que avistamos: tamanduá, capivara, coelhos, tatu, pássaros. Contatos: 65 98472-4003 https://www.facebook.com/pousadariomansocba/ OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada, falo bem porque realmente gostei. Agradeço a Deus e a minha amada esposa e filhos pela vida maravilhosa. Família acima de tudo!!! Boa semana e pescaria a todos Carlos Dini Para quem quiser acompanhar minhas pescarias: facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260 Instagram @pescadini #pesca_dini
  15. 4 points
    Esse domingo realizei mais uma pescaria de fly, dessa vez no Rio Paranaíta. Logo que cheguei percebi que a agua estava muito mais clara que o normal, e isso dificultou muito as capturas. Sem nenhuma ação nos paliteiros, fui tentar na pedreira. Logo nos primeiros arremessos sai um tucuninha: Mais algumas tentativas e nada de ações, até que consegui filmar um ataque bem bonito: Após isso tive mais alguns ataques, uns rebojos lindos na superfície, porém sem nenhuma captura. A partir daqui a câmera acabou a bateria e não consegui registrar mais nada. Na hora de ir embora escorreguei no lodo e cortei o pé numa ponta de pedra, e pra completar estourei o pneu do carro na volta pra casa (Isso me atrasou muito e não pude comparecer no festival com o amigo Alexandre. Bom, fim do dia posso dizer que o saldo foi positivo, por mais que eu tenha passado uma raiva na volta essa filmagem valeu a pena. É isso, obrigado!
  16. 4 points
    Pescaria com apenas 3 ações, mas valeu a pena. 49 cm a bocuda, muito linda.
  17. 3 points
    Fazia um tempinho que não tirava o Kayak da garagem, estava até com teia de aranha kkkk... Mas ai sobrou um tempinho e dei um pulo aqui no lado de casa com a galera da Liga do Vale do Paraíba, meio período só, mas valeu muito a pena. Comecei as 08h00 na superfície e assim foi até o 12h00 rs, tucuninhas estavam frenéticos, perdi as contas, foram muitos, 90% no popper. Começamos bem na Tapinha da KV, isca que nunca me deixou na mão. Outro Ai coloquei o popper pra testar... esqueci a Tapinha de lado rs As vezes eles atacavam pra espantar a isca e acabam se enroscando. Outro Mais e mais... muitos... Até Jacundá entrou no popper rs Pra fechar o dia... Como diz o ditado... "Não importa o tamanho, oque importa mesmo é que foi na superfície" Materiais utilizados: Vara Custom by Shinn - 10lbs Carretilha New BW Marine Sports Iscas Tapinha e PopQueen50 Kayak Leader Power Drive.
  18. 3 points
    Testando material ultralight da China e tetando recuperar os peixes que saíram pelo ladrão kkkkkkkk
  19. 3 points
    https://www.imageshack.us/i/po5SeJ23jhttps://www.imageshack.us/i/poJSW4uYjhttps://www.imageshack.us/i/popD5jQRjhttps://www.imageshack.us/i/pnnTuqQfjhttps://www.imageshack.us/i/pnFqPz1Jjhttps://www.imageshack.us/i/pnaARYGXjhttps://www.imageshack.us/i/pm1vwLfjjhttps://www.imageshack.us/i/pnioNTsjj https://www.imageshack.us/i/pnioNTsjj Pesquei fds no alagado e saíram esses e muitos outros. Equipamento usado : molinete joker, vara daiwa revros 3-10lb e mono 0,20
  20. 3 points
    Pesca com bolonhesa: outra carpa rainha de cerca de 7 kg tomada com um bolonhesa de 5 metros e um terminal de 0,14 mm, a paciência nunca é demais para expulsar esses peixes grandes com equipamentos leves! Boa visão
  21. 3 points
    Segunda feira, dia 04\02\2019, chovendo torrencialmente em São Paulo mas chegando em Maeda tempo propicio para pescar. Nublado, 24" dia todo e melhor de tudo, pouco pescadores.. Ganhei recentemente na rifa 3 carretilhas: Abu Garcia Revo Rocket, Shimano Curado K 201 e Caenan 151. O Caenan dei para meu filho, Curado K 201 coloquei multi para pinchar mas no Maeda não permite pinchar, sobrou só Revo Rocket para testar. Excelente carretilha em tudo. Macio, lança longe e recolhimento rápido. Gosto de ficar no Tanquinho. Pouco pescador e muitos tambas tamanho médio mas diverte o dia todo. Para felicidades dos pescadores aumentaram 6 quiosques onde antes só tinham 4. No Tancão também. Algumas fotos só para marcar presença, por que pegam tambas dia todo, sem tempo para fotos. O meu amigo Claudio Koga no fly pegou muitas tilápias e no final muitas tambas também.. Quiosque do fundo. Só tinha um quiosque, agora mais 3. Lado direito, mais 4. Lado esquerdo mais 2 No tancão também acrescentaram vários quiosques
  22. 3 points
    O Pescaki é o melhor fórum de pesca disparado dos que já participei, só aqui tem Bomediano e Maurício. Mesmo tendo reduzido minhas participações, sempre que sentir vontade de relatar, será feito aqui, também sempre que alguém me perguntar e eu puder contribuir, estarei sempre por aqui .
  23. 3 points
    Concordo comigo mesmo, com o grande Bomediano e Mauricio , daí que postar somente sobre o peixe fisgado é limitado , uma vez que sempre estamos no ambiente onde nunca se tira a mesma imagem na foto, eís a gratificação ao ler os relatos daqueles que se organizam para grandes aventuras postando imagens magnificas além de peixes. no meu mundinho contornando as margens do riachinho, além dos lambaris me divirto com o ato de fotografar os minúsculos da fauna e flora explorando a natureza com o olhar critico para a arte mesmo que seja um tronco caído onde viajo na imaginação criativa.
  24. 3 points
    De fato, também não precisava postar sobre colecionismo e história dos equipamentos (já que, pescar mesmo, estou na seca). Mas é que não há, de fato, qualquer veículo no Brasil que publique uma linha sequer sobre esses assuntos. E, mesmo tendo pouco retorno, a verdade é que é um lazer criar e publicar. E fica assim um registro para a posteridade.
  25. 3 points
    Nos fóruns há de todos os tipos de postadores. Uns, postam sempre no afã de receber elogios; parece curioso, mas é verdade que a vaidade provoca até descontentamento quando não sobrevêm respostas a contento; outros postam para mostrar que sabem pescar e o quanto bons são em suas atividades pesqueiras; outros só para vangloriar-se; outros para exibir seus materiais; outros ainda, postam por motivos meramente comerciais, enquanto que alguns postam sem maiores pretensões de que simplesmente compartilhar suas aventuras e, por fim, há os que postam mostrando suas experiências, em relatos minuciosos, servindo de valioso aprendizado para os demais, sobretudo os mais inexperientes e estes são os mais louváveis postadores, sem dúvida. Há postagens minhas em que está claro o interesse, não exatamente comercial, mas sim no interesse de manter o Pescaki no ar, pois parcerias são o que nos mantêm no ar, mas há muitas postagens que fiz só por postar e tentar deixar um pouco de conhecimento. Poderia postar mais, mas sinceramente, no meu caso a contenção é deliberada e apenas para não recair em tediosa repetição. Só isso! Não precisamos relatar tudo, mas amiúde, com algum espaçamento de tempo, devemos buscar colocar alguma coisa. Afinal, sempre se aprende com o que vai publicado!
  26. 3 points
    com esse negócio chamado internet , google e youtube , aparece cada vez mais esses pescadores de internet kkkkkkkkkkkkkkk voce percebe quando o cara posta alguma coisa kkkkkkkkkkkkkk tem até termos científicos pra explicar kkkkkkk a gente pesca quase todo dai , durante mais de 20 anos , e fica lendo cada coisa
  27. 3 points
    Fiz um videozinho. Sei que muitos vão reconhecer peixes que já pescaram. Espero que gostem.
  28. 3 points
    As Angler eram fabricadas por uma empresa Japonesa chamada Nikko Sangyo que ainda existe, mas só fez carretilhas de pesca por alguns anos nos anos 60. O slogan da empresa foi "Made by Angler for Anglers". Alguns equipamentos da Angler também foram vistos sob outras marcas que incluem Shakespeare e D.A.M. pelo sistema de “Trade Reel”, ou seja, produzidas conforme a própria linha, mas vendidas com outra marca no corpo, com algumas mudanças conforme o pedido do distribuidor como: cores diferentes, acabamento e manivelas personalizadas, etc. Eram ótimos equipamentos. A Nikko fabricou carretilhas, molinetes, spincasts e centrepins e, no caso desse modelo, uma linha no estilo side cast. As carretilhas convencionais eram particularmente apreciadas, de muito boa qualidade. Era uma linha considerável e dizem que ela produziu milhões de itens esportivos no período em que atuou nessa área. É de se imaginar onde eles estariam agora. A maioria completamente destruídos? Observe o tom de azul. Algum desbotamento de cores pode sempre ocorrer em carretilhas individuais mas os Scouts, feitos em diversos tamanhos, foram realmente fabricados em vários tons de azul (mais claro ou mais escuro). A firma D.A.M. da Alemanha importou e vendeu carretéis Angler Scout em modelos chamados 1105, 1106, 1108 e 1110. Interessante saber também que os Scouts que foram vendidos pela D.A.M. da Alemanha Ocidental com marca “Champion” foram feitos em cores completamente diferentes, podendo ser encontrados em acabamentos dourado ou verde. Ainda no quesito design, alguém copiou alguém, pois os Katiusha soviéticos das décadas de 60 e 70 tinham praticamente o mesmo design quase sem tirar nem pôr, exceto por serem feitos de alumínio, muito melhor material contra a corrosão que o usado pelas Angler. Os soviéticos, de fato, não eram muito de comprar licenças dessas coisas, mas que faziam equipamentos duráveis isso não se pode negar. Eram cinco modelos Side Cast: 8-50, 8-60, 8-80, 8-100, 8-120. Como as carretilhas da Angler, esses também são muito interessantes, com vários recursos. O 8-60 tem pouco mais de 3 polegadas de diâmetro e o 8-80 é de 3,75". Nas Side Cast, o tamanho importa no quesito velocidade de recolhimento. Todos têm um acabamento/estilo muito agradável e apresentam o design sidecast através de um pé rotativo preso por mola em chapa. Eles têm também click-check (aquele que avisa quando o peixe está mordendo e carregando) e anti-reverso (que também tem um clique, então há um monte de cliques ocorrendo quando ambos estão ON, aumentando a resistência ao giro) . O anti reverso seria bem útil na hora da fisgada, de forma à linha não retornar com facilidade, mas a briga com um peixe lutador requeria que o mesmo fosse desativado de forma a evitar que numa corrida mais brava a linha estourasse. O click provavelmente era mais usado como um freio adicional à palma da mão durante a briga, pois uma escapadela da mão poderia causar um pequeno desastre nessa hora e ele sempre dá uma certa resistência no carretel. O único problema com os Angler Scouts é que eles são suscetíveis à corrosão, sendo que a maioria à venda nos sites de leilão possuem alguma deterioração nesse sentido. Mas pode-se encontrar alguns muito bem cuidados que talvez tenham visto apenas água doce em sua vida ativa, se tanto. As Angler são, assim, equipamentos que valem a pena ter em uma coleção eclética.
  29. 3 points
    Para tirar cheiro de gasolina, nada melhor que Thinner.
  30. 3 points
    Confira a matéria na página web da Pesca&Cia: https://pescaecia.com.br/2019/02/07/sorte-principiante-pescaria/?fbclid=IwAR3c1z7d3SmziiG-ILoOZM-0a2LhKSXuiogV3MdtJQcTdwOOOAN9zNfqx2w Existe sorte de principiante na pescaria? REDAÇÃO7 DE FEVEREIRO DE 2019 MATÉRIAS EXCLUSIVAS0 COMENTÁRIOS 0 Confira a opinião de nossos staffs sobre um tema corriqueiro Existe sorte de principiante na pescaria? Alexandre Dick: Sorte de principiante com certeza existe! Eu mesmo já tive várias experiências com pessoas que pescavam pela primeira vez e que os grandes peixes apareceram exatamente nas iscas delas, principalmente na pescaria com iscas artificiais. Um caso curioso foi quando levei meu cunhado pescar tucunarés pela primeira vez, e coloquei na linha dele uma twitch bait, por possuir nado errático e não precisar tanta prática para trabalhar. Ele fisgou um tucunaré em Itaipu, como poucas vezes vi daquele tamanho na nossa região. A outra ocasião também foi a de um amigo acostumado a pescar com iscas naturais. Então, para ele, separamos uma isca de trabalho fácil. Um azulão muito raro, de 60 cm (enorme para o sul do país), foi capturado! Se isso não for sorte, não sei o que é, já que nenhum deles tinha prática com carretilhas e artificiais, e capturaram peixes enormes para os padrões locais. Guilherme Monteiro: No creo en brujas, pero que las hay, las hay. Existe sim a sorte, que, ao meu ver, também está relacionada ao fato de acreditar que a mística existe. Na pesca, crer é a diferença entre pegar ou não. Pepe Mélega: Sim existe. Há sempre uma parcela de sorte em toda a pescaria. Podemos estar pescando vários peixes de porte pequeno, com a técnica adequada e com equipamento para pegar um exemplar de porte maior, mas o peixe simplesmente escolher a linha do parceiro – principalmente quando é iniciante. Dizem que é uma estratégia dos “deuses da pesca” para agregar novos viciados. Não sei se é verdade, mas que o grande sempre sai para o iniciante ou quando levamos a companhia feminina para pescar. Domingos Bomediano: Por não acreditar em sorte ou em azar, penso que não se trata exatamente de uma questão de sorte, mas sim, do conluio de vários detalhes que costumam levar a um resultado favorável para o principiante. A começar pelo fato de que, na maioria das vezes, ao menos no meu caso, sempre se favorece ao principiante para que consiga seu peixe, porque, sem conhecer todas as manhas, o novato deixa de fazer várias coisas que o veterano faz, até impensadamente, no afã de conseguir um peixe. De sorte que isso, às vezes, pode ser determinante para o sucesso do principiante. Rodrigo Amaral: Existe sim e creio que está relacionado ao psicológico da pessoa. O principiante normalmente vai relaxado, sem pressão de pegar ou não o peixe. E isso parece que atrai: o peixe parece sentir quando o pescador está tenso. Do mesmo jeito que existe o tal pé frio, também existe o sortudo. Braguinha Sorte existe. Mas quando o pescador pega um é sorte, dois pode ser que sim ou não, mas três significa que o cara é bom. Sorte existe quando o cara nunca pescou e pega um exemplar diferenciado. Independente de ser a primeira vez ou não. Sorte em três peixes grandes não existe. Deve ter técnica, equipamento e um pouco de assessoria. Eu acredito em sorte. Vladimir Ferreira: Acredito que a sorte existe, não só para o principiante, mas para todos. Entretanto ela representa uma parcela mínima durante as nossas pescarias. Um dos maiores jogadores de golfe da história, o australiano Arnold Palmer dizia: “Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho”. No nosso caso, quanto mais pescamos, mais chances daremos para a sorte nos brindar. Sortudo ou não, o mais importante é o principiante tomar gosto pela pesca…
  31. 3 points
    Tinha um pintinho q se chamava Relam. Toda vez q chovia, Relam piava! Direto do guia de piadas horríveis rsrsrs
  32. 3 points
    Tive o grande prazer de poder gravar este vídeo com meu pai. Nada melhor, não é amigos?
  33. 3 points
    Pescaria com os bolonheses: uma carpa de 6,3 kg capturada com uma bolonhesa de cinco metros e um terminal de 0,14 mm me manteve em jogo por um longo tempo antes de poder levá-la à rede, grande peixe e muita satisfação! Boa visão
  34. 3 points
    Também acho que é melhor reabrir um tópico antigo que seja do mesmo assunto que ficar criando vários novos sobre a mesma coisa. De fato, não foram poucas vezes que os criadores eram advertidos que já havia tópico específico.
  35. 3 points
  36. 3 points
    E nem acompanhada de calabresa ...
  37. 3 points
    Voltando de viagem não me aguentava mais de vontade de pescar, já estava com saudades do Mato Grosso. Sem mais delongas, parti cedo com o propósito de variar bastante as iscas. Dessa vez nada de paradinha, o caiaque já foi direto pra água. Ainda bem que já tinha descido, senão ia ficar no barranco mesmo. O jeito foi entrar logo no caiaque pra não correr o risco de mudar de idéia. Esse brigou bonito. Tive que insistir com a Magic Stick pra ter pelo menos uma trairinha na foto Esse lutou como um gigante. Mudei de ponto pra tentar capturar umas traíras mas as tambatingas estavam enlouquecidas. Uma boa oportunidade pra usar as iscas que ainda faltavam. Lipless Crankbait. Colheres. Jigs de bucktail Melhor usar sem trailler. Jumping jig. Spiner. Frog. Shad. O braço não aguentava mais, hora de ir embora. Valeu pessoal, até a próxima .
  38. 3 points
  39. 3 points
    Os pequeninos garantindo a diversão na manhã de domingo. Tambaquis no tanque 02. Não tem nem um ano o tanque e o tucuna já está por aqui. No tanque 01 as tambatingas maiores brigavam bastante. Piauçu com ração na pinga. .
  40. 3 points
    Olá meu povo, apesar de ter pescado bastante quase não tenho feito relato, vou deixar um agora desse final de semna (23/09/2019) na Represa Chavantes, lugar fantástico, de águas cristalinas, belas paisagens, como matas intocáveis, morros, cachoeiras, pedrais e galhadas. A Represa de Chavantes é a única represa do Rio Paranapanema que tem o tucunaré azul. Como a represa fica a 100km de casa e a Marina onde gosto de pescar só abre às oito não preciso sair tão cedo de casa. Dia esta lindo, céu azul e com muito pouco vendo, em algumas partes do dia esta sem vento algum. Os peixes estavam muito ativos com uma grande quantidade de ações, tanto superfície como na meia água, porém todos pequenos, foram muitos, mas muitos trickizinhos capturados, fotografei alguns, tive algumas ações de traíras e de peixes maiores, principalmente os amarelos, os azuis grande não deram as caras nos pontos onde eu estava, já que de caiaque fica meio limitado os pontos onde tem azuis maiores. E assim foi o dia, muita ação e muita diversão com os trickizinhos. Uma pausa para o Almoço ainda é possível admirar linda paisagens! Material utilizado: Varas Tunizza 14lbs 5.8, Liger 12lbs 5.7, Sumax Lunker 4lbs 6.0 Carretilhas Venator GTS e Curado 201, Molinete Daiwa Regal 1.500 Iscas: Small JR, Zig Zarinha Baby, Rapala X-Rap 8, Mini Crack MS,
  41. 3 points
    Pessoal, Atei alguns gafanhotos para pescar as endêmicas matrinxãs do Velho Chico e tirei algumas fotos com o celular para enviar para meu companheiro de pescarias e aproveito para compartilhar neste espaço. São atados bastante simples e rápidos e abaixo relaciono os materiais utilizados, que podem ser substituídos e modificados em termos de cor e tamanho de forma a atender as necessidades de cada mosqueiro. - Anzol TMC 9394 #4 (4XL) - Fio de atado verde - EVA 1 e 2 mm verde inseto - EVA laranja (sinalizador) - Rubber legs de borracha verde - Polypropilene yarn branco tratado com Water Shed (sinalizador) Grande abraço
  42. 3 points
    Minha mulher disse que vai entregar tudo para o Exército da Salvação. Acabo de declarar guerra.
  43. 3 points
    Jacundá. @Domingos Bomediano e @Paulo Grassmann manjam muito dessa espécie.
  44. 3 points
    Hoje o tempo amanheceu nublado, logo pensei na possibilida de fisgar uns tucuninhas. Convidei o amigo Márcio pra passar a tarde na lagoa, de pronto aceitou o convite. Boa oportunidade pra experimentar as iscas recém chegadas. Partimos então... Logo nos primeiros arremessos já saiu o primeiro. Em seguida um dublê E mais capturas Uma trairinha na stick Olha o tamanho disso! O Márcio não tava pegando peixe mas tava se divertindo igual desenroscando as iscas . O tempo fechou, o geito é ir embora Até a próxima .
  45. 3 points
    Uma família amiga nossa possui uma modesta mas ampla área à beira da represa de Camargos, grande represa que banha algumas cidades, entre elas Madre de Deus de Minas, cidade que abriga o distrito de Brasilinha, minúscula vila junto a vastas áreas de plantio de milho e soja, além de pequenos criadores de gado. A propriedade é simples, mas muito agradável de se estar, contando com uma rampa privada para descer barcos, onde podemos pescar algumas espécias mais comuns na região: traíras, lambaris, tabaranas, tilápias e de uns tempos pra cá, tucunarés. Pode parecer fácil mas na verdade a pesca por ali é complicada, havendo alguns pontos melhores pra tentar tirar alguns desses espécimes da água, sendo que a melhor época vai de meados de setembro ao início da piracema, época que sempre se mostrou muito promissora, com traíras de bom tamanho mordendo tudo literalmente na beira da propriedade. O único peixe que sempre tem com fartura é o lambari, facilmente pego com miçanguinha. Dessa vez o irmão de meu compadre pegou algumas traíras no balaio, às margens de alguns pontos conhecidos. Algumas de bom tamanho. Foram poucas, o suficiente para o consumo, sem exageros. Neste fim de semana estivemos lá em família, junto com a família de meu compadre. Uma boa ocasião para forjar minha filhota na arte, já que ela adora pescar os briguentinhos lambaris... Seguem algumas fotos. Local modesto mas cuidado com muito carinho e zelo. O bom, velho e incomparável fogão a lenha, onde preparamos torresmo, couve e angu (já devidamente consumidos com cachaça e cerveja). Essa é a vista da cozinha: Nada mau ter essa vista aos pés... É muito lambari! Minha pequena pescadora, orgulho do pai babão! E assim vencemos o fim de semana, com muito trabalho na beira da represa, do fogão a lenha e da churrasqueira. Eu já avisei a todos que eu só vou tolerar mais uns 112 anos dessa vida, mais que isso eu tô fora.
  46. 2 points
  47. 2 points
    Alguns dias depois de ir com a esposa e filha, fui novamente com um amigo. Uma vara para os dourados e outra para os jundiás e/ou pintados. Começo de tarde, sol muito quente e fomos pra casa!
  48. 2 points
  49. 2 points
    Se der Bolsonaro, eu saio do País. Se der Haddad, também saio. Na verdade, eu só quero mesmo é viajar um pouco. Já estou fazendo um book para a ilha. No chalezinho cabem 3. Partida semana que vem.
  50. 2 points
    E ae galera, beleza? assistam aí mais essa pescaria que fiz atrás do "rei do rio"... Lugar bem preservado e cheio de estruturas, facilitando as coisas para o peixe e trazendo ainda mais emoção para a pescaria! Espero que gostem... Deixem o like e inscrevam-se!

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