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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 21-11-2018 in all areas

  1. 6 points
    Vale a pena insistir no local em que você pega um peixe!
  2. 6 points
    Depois de um longo período de chuva, finalmente começou a estiar. Há um bom tempo sem pescar, aproveitei a oportunidade e chamei o compadre pra dar uns pinchos e colocar a conversa em dia. Dessa vez comecei com molinete pra matar a saudade daquele barulhinho. Molinetinho 1500 teve que trabalhar bastante com as tambatingas. Pena que as maiores não dava pra tirar, sempre levavam pra um esrosco e escaparam. Traíras e tucunas vinham com igual apetite. O dia estava muito quente, bem propício pra pescar e tomar uma gelada. Compadre Vitinho estava se divertindo com uma vara 14 libras de carbono sólido. Estava entrando uns peixes maiores e achei mais prudente deixar o molinete com monofilamento e usar a carretilha com multi. Na última visita nesse local só capturei uma traíra, dessa vez elas estavam bem mais ativas. As pequenas tambatingas apareceram bem menos dessa vez. Acertamos de primeira o ponto dos predadores, muitas ações. Com o sol mais alto as iscas de sub superfície se tornaram mais efetivas. Estava ficando tarde e anda não tinhamos saído do primeiro ponto, já estava quase na hora de ir, então fomos explorar outros pontos. Dava pra ver cardumes de tucuninhas nas margens pra todo lado. Os maiores deram uma pausa, mais a diversão continuou com os trickzinhos. Últimos pinchos no primeira ponto. Hora de partir, por aqui começa agora a temporada de pesca nas lagoas, daqui pra frente a tendência é melhorar. Até a próxima pescaria. Material: Molinete Venator 1500, vara Revros 15 libras 6' e linha SuperRaiglon. Carretilha Venator Lite, vara Venator SE 17 libras 6', linha Superpower 15 libras e lider Onix 043. Carretilha Katana, linha Superpower 30 libras e vara Saint Profishing 5.6' 14 libras. Iscas mais usadas: Magic Stick, vulcan 75, joãozinho pepino, pinda, tontinha, espertinha, canivetinho, tapinha, Slip Jr TB, Lori flash e inna 75.
  3. 5 points
    Salve turma !! nesse final de abril fui para mais uma jornada de pesca como faço anualmente. Já tive o prazer de pescar nas mais belas represas atrás do nosso querido azulão porém faltava pra conta Lago do Peixe Pescaria muito 10, embora com problemas de nível de água, segundo o pessoal de lá com 2 a 3 metros acima do ideal...praticamente um "repiquete" na represa hahaha água invadindo a vegetação na margem, 5, 7 metros para dentro, ouvia-se os azuis caçando no meio do mato, só porrada, porém sem condições alguma de mandar qualquer isca onde era preciso...o jeito foi pescar assim mesmo algumas fotos da jornada....não necessariamente em ordem cronológica trajeto sem fim Palmas / Pousada nosso almoço todo dia era muito bom, os piloteiros faziam arroz na hora, levavam panela de feijão, churrasco e pacu assado quase tofos os dias essa foi a nossa base na represa Alguns azuis Dublês relativamente comuns por lá um show a parte são os cardumes final do dia que estoura na superfície Represa bem cheia Embora estivesse longe do nível ideal, foi uma ótima jornada Material utilizado Carretilhas Aldebaran MG e Alphas SV Linha G-Soul 30 lbs Leader LineSystem 30 lbs Varas de 5´6 a 5´8 de 14 a 25 lbs Iscas que deram melhor resultado - Zig Zarinha osso e JetCat 105 transparente com laranja Pousada do Kojac, ótimo custo benefício, ano que vem se Deus permitir volto para uma nova jornada por lá !
  4. 5 points
    O Zequinha, menino de uns 10 anos de idade, era na fazenda do meu padrinho o que se pode chamar de “charrete boy”. Na cidade tem o motoboy, não tem? Então! Nas fazendas tem – ou tinha naquele tempo, que já vai longe – o charrete boy. O menino que com a charrete do fazendeiro vai buscar as coisas ou as pessoas na cidade. Pois naquele dia o Zequinha tinha ido buscar na cidade o Padre Antônio, que estava iniciando sua temporada por lá. Era um padre novo e tinha uma particularidade que a gente só ficou sabendo depois desse causinho que tô contando aqui e agora: ele era ventríloquo. Um dom que poucas pessoas possuem que é o de falar sem abrir a boca. Dizem que é uma técnica de emitir os sons pelo estômago. Aliás, um grande ventríloquo que existiu no Brasil foi o pai das cantoras Linda e Dircinha Batista. Chamava-se Batista Junior e se apresentava em circos e teatros. E, de lambuja, era um grande compositor. Mas, seguindo no causo. O Padre Antônio sobe na charrete com o caipirinha Zequinha, ruma a fazenda do meu padrinho pra rezar uma missa. Logo na saída, o padre pergunta se era longe a tal fazenda, ao que o menino prontamente e muito espertamente lhe responde que levaria uns pares de horas. O que dava pra entender que era longe pra cacete e a viagem ia ser dolorosa ou dolorida para um padre que não estava acostumado a meter a bunda no banco duro de uma charrete velha conduzida por uma eguinha lerda. PADRE – Oh, menino! Você sabia que os animais conversam? ZEQUINHA – Entre eles, eu sabia, sim sinhô. Eles cunvérsa bastante. PADRE – Não, filho. Estou dizendo que os animais conversam com a gente. Conosco. Mas para isso é preciso conversar com eles com muito amor. Você quer ver os animais conversando comigo? Aí o menino, esperto, se encanta e atiça. ZEQUINHA – Ara, sêo padre. Essa eu tô pagando pra vê. Animar conversa cum gente. Essa nunca vi não sinhô. E o sinhô me adiscurpa, mas num querdito. PADRE (falando para a égua) – Dona eguinha! Está muito pesada a charrete? (E faz a voz da égua sem abrir a boca) Tááá...sêo padre. O menino, num susto, pára a charrete. ZEQUINHA(gaguejando) – Sêo...padre... a égua falo...a minha égua...respondeu pru sinhô...eu escutei... PADRE – Todos os animais conversam com a gente. Quer ver mais? O padre olha um urubu nos céus e fala: PADRE – Bom dia, urubu. (E faz voz.) Bom dia, parceiro. Bom dia, sêo padre. E assim o Padre Antônio foi se divertindo com a surpresa encantada daquele caboclinho, que viu com os próprios olhos e ouvia ali, in loco, os bichos falando com aquele padre. Com isso, a viagem, que poderia ser longa, terminou logo, logo. ZEQUINHA – Óia, sêo Padre! O sinhô ta vendo aquela cabrita branca ali na grama? Por favor, o sinhô num querdite em nada que ela fala prô sinhô, viu!!!!!!
  5. 5 points
    Pessoal, Quando o pescador optar por soltar os peixes, sugere-se seguir as recomendações abaixo que ajudarão sobremaneira na sua sobrevivência e retorno à vida. 1) Amasse sempre as farpas dos anzóis, pois além de minimizar os ferimentos facilitarão a soltura. 2) Reduza a duração do combate usando equipamento e tippets de numeração adequada para evitar a fadiga e o estresse desnecessário dos peixes. 3) Use um passaguá ou net, evitando tanto quanto possível o uso de boga- grips e alicates de contenção. 4) Fotografe os peixes dentro da água, evitando sessões fotográficas demoradas. 5) Reanime os peixes na água antes de soltá-los, quando estiverem prontos seguirão sozinhos.
  6. 4 points
    Testando material ultralight da China e tetando recuperar os peixes que saíram pelo ladrão kkkkkkkk
  7. 4 points
    Um garotão inteligente, vindo da roça, candidatou-se a um emprego numa grande loja de departamentos da cidade. Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado ali. O gerente perguntou ao rapaz: — Você já trabalhou alguma vez? — Sim, eu fazia negócios na roça. O gerente gostou do jeitão simples do moço e disse: Pode começar amanhã, no fim da tarde venho ver como se saiu. O dia foi longo e árduo para o rapaz. Às 17h30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou: — Quantas vendas você fez hoje? — Uma! — Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia. — De quanto foi a sua venda? — Dois milhões e meio de reais. — Como conseguiu isso? — Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande. Depois vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa. Para pescaria pesada, sabe. Perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então o acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e o levei à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas. Perplexo, o gerente perguntou: — Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol? — Não senhor. Ele entrou aqui para comprar um pacote de absorventes para a mulher, e eu disse: "Já que o seu fim de semana está perdido, por que o senhor não vai pescar?"
  8. 4 points
    Saímos cedo para pegar uns piauçús, tambaquís e tambatingas. O Luciano estava doido pra saber se a linha monofilamento 023 ia aguentar. Material pronto, retirei a linha multifilamento 014 que estava no molinete Venator e coloquei um monofilamento SuperRaiglon 026, um líder curto feito com uma mono Max Force 040 (nó albright) e snap Celta bem pequeno com girador rolamentado. Os peixes estavam bem ativos, pescando no fundo estava pegando piaus com massa e o Luciano as tambatingas na superfície com a mesma massa. Deixei o Luciano com as tambatingas e fui para o outro tanque com os pequenos tambaquís, pequenos mas muito fortes. Os mini crancks nunca me deixaram na mão nesse tanque. Haja garateias pra repor, cada dois ou três ataques já era as duas garateias. O Luciano se divertiu bastante e a linha 023 aguentou bem. Hora de partir, até a próxima a pescaria.
  9. 4 points
    em primeiro lugar, um abraço a todos, bem , também quero deixar meu singelo relato colaborando assim com essa página maravilhosa que é o Pescaki, trabalho na área da segurança pública como soldado da PM e fui acometido de uma grave enfermidade apelidada de "sindrome do pânico", queria matar e morrer, mas DEUS na sua infinita bondade removeu esse meu cativeiro e me restabeleceu minha saúde 100%, ...aí vi que quase morri e não realizei meu sonho que desde criança era de conhecer a floresta amazônica, pesquisando na internet vi uma pousada que me chamou a atenção que é a POUSADA DO XINGU na região de altamira no estado do pará, fechei uma reserva com 01 ano e 03 meses de antecedência e fui pagando as poucos, aí chegou o grande dia (isso foi em julho de 2018), fui atraz dos gigantes de couro da bacia amazônica e no primeiro dia fisguei um belo PIRAMUTABA (mais ou menos uns oito quilos), saiu também uns barbados , mandis e algumas piranhas gigantescas, no segundo dia realizei meu sonho que era de pegar uma pirarara foi uma "briga" mais ou menos e enfim o peixão pousou para a foto que é esse da foto aí com meu nome e nesse dia peguei também mais 02 peixe palmito de bom tamanho ( 03 quilos ) e um peixe de pouco mais de 01 quilo que o guia piloteiro disse ser um pacamon e mais duas pirarara baby rsrsr pequenas, no terceiro dia peguei uns barbados pequenos, mais um filhotinho de pirarara e algumas grandes piranhas ( como é grande as piranhas lá, peguei no anzol barra 08 ), aí a tarde foi show, peguei uma grande pirarara que depois de alguns minutos de briga a linha ( multifilamento ), esbarrou nas pedras e perdi o peixão visto que ela tomou muita linha , bem no quarto dia eu disse pro piloteiro que queria pescar tucunarés e nesse dia saiu alguns belos exemplares de tucunaré pinima , uma cachorra pequena , as velhas e boas piranhas e enfim o peixe que mais me emocionou que foi uma bicuda, puxa vida como ela salta bonito e não se entrega, no quinto e último dia falei pro vanderlan que ele me levasse no poção dos brutos ( eu que apelidei esse poço ), e mais uma "história de pescadô ), fisguei um Jaú e ele tomava muita linha e acabou "entocando" aí perdi o peixão a tardinha eu disse pro guia que queria pegar uns pacus, o interessante é que os pacus lá não passam de 02 quilos que é o pacu borracha , o branco e o curupité, peguei uns trinta mais ou menos iscando com pedaço de laranja e limão e ainda fisguei pela perna uma espécie de tartaruga que leva o nome de tracajá, saiu ainda umas piranhas vermelhas de bom tamanho e umas pequenas pirararas e pra fechar com chave de ouro uma bela cachorra de aproximadamente 10 quilos, que salto maravilhoso esse peixe proporciona, lembrando os nobres colegas que lá é só pesca esportiva, todos os peixes foram soltos em perfeito estado de volta pra água, peixe só se come na pousada ( qualquer peixe ). ... minha segunda pescaria vai ser em outubro agora pois em outubro entro pra RR e vou no PESQUEIRO SALOBRINHA no rio miranda, achei barato um apartamento lá por 80 reais a diária com ar condicionado, só que lá a gente tem que fazer o café , almoço e janta, peço desculpas para os nobres colegas pois tenho extrema dificuldade de colocar as fotos da pescaria que relatei aqui na página do Pescaki, e tenho essas fotos no facebook pra me achar no face é só por mauricio de paula cornélio procópio, lá tenho as fotos dessa pescaria. uma forte abraço a todos
  10. 4 points
    O Pescaki é o melhor fórum de pesca disparado dos que já participei, só aqui tem Bomediano e Maurício. Mesmo tendo reduzido minhas participações, sempre que sentir vontade de relatar, será feito aqui, também sempre que alguém me perguntar e eu puder contribuir, estarei sempre por aqui .
  11. 4 points
    NOVA JORNADA NO FABULOSO SUIÁ-MIÇU Uma de boas coisas na vida é poder repetir algo que fizemos no passado com o mesmo sucesso. E assim foi com esta jornada na Pousada Suiá-Miçu, de nosso amigo Euler Vieira! Quando lá estivemos no ano passado em nossa primeira jornada, acertamos muito bem com os trairões e tucunarés, de sorte a resultar uma de nossas melhores jornadas enquanto pescadores, até porque a meta era justamente isso. Como tudo foi uma grande novidade, quisera parecer que talvez estivéssemos em uma semana de sorte e de abundância de peixes, mas nas conversas com o pessoal de lá, bem como, com os guias da pousada, soubemos que não havia nada de excepcional, senão a própria verdade: o local é mesmo muito bom de peixe! Então, nada melhor que repetir para conferir e foi o que fizemos! Estivemos novamente naquele lugar sensacional, tanto de beleza natural, quanto de pesca. Não foi possível uma jornada em época diferente daquela do ano passado por conta de compromissos, de maneira que, se no ano passado lá estivemos na penúltima semana de atividades, neste ano estivemos na última. Havia meses que não chovia por lá e, agora, no dia em que lá chegamos a temporada de “inverno” já se anunciava com as primeiras chuvas, inclusive com árvores caídas fechando a estreita estrada de terra logo mais próximo da pousada. Sorte que o pessoal de lá fica atento quando estão para receber pescadores e já ficam preparados para qualquer eventualidade de ter de limpar a estrada, permitindo a passagem. As estradas para se chegar à pousada são simplesmente espetaculares! Primeiro, um estradão, para depois afunilar-se e restar apenas uma maravilhosa estradinha mata adentro. Portanto, era de se esperar que a qualquer momento a chuva viria. E veio, não só no dia em que chegamos como também nos dias seguintes, mas apenas para amenizar o calor e ajudar a Natureza em seu processo de renovação, sem atrapalhar a jornada de pesca. Contudo, em poucos dias a pesca viria a se tornar impraticável, razão pela qual a formidável pousada só funciona de maio a setembro de cada ano, permanecendo fechada nos demais meses. De novo naquele lugar, era também de se imaginar que as coisas viriam a ser muito iguais e parecidas, mas na verdade, ali não há dia igual a outro, porque são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo ao redor do pescador. São belíssimas manifestações da Natureza a ponto de, em algum momento se ouvir grande estardalhaço na água para se perceber um grande cardume de tucunarés, bicudas e cachorras batendo firme sobre espécies menores, enquanto que em outro momento se ouvir barulho ainda maior para perceber então que um jacaré andou aprontando alguma nas cercanias. Mesmo quando a água está aparentemente calma se percebem pequenos peixes praticamente “voando” sobre a superfície para fugir dos ataques de peixes maiores, ou até mesmo de nossas iscas. Enquanto isso, araras, capitães-do-mato e outras aves estão sempre a nos agraciar com seu canto e harmonia. Quando se pensa que isso tudo possa entender-se esgotado, ainda sobrevém o importante detalhe de que às vezes é preciso “garimpar” estas manifestações da Natureza, para incluir não só o que se apresenta sob a forma de sons e imagens, mas também o que vem sob a forma de perfumes, sensações e também ocorrências somente perceptíveis pelo pescador mais atento, como foi o caso de percebermos a silenciosa travessia de uma anta em uma baía! Este é o coroamento da definição do que vem a ser a arte de pescar, que muito antes disso já começa em casa, no processo de escolha e arrumação da tralha, manutenção nos equipamentos, carregamento de linhas cuidadosamente escolhidas, eleição das iscas artificiais que estarão mais à frente, sem deixar em reserva aquelas relegadas a segundo plano, pois muitas vezes elas serão as verdadeiras protagonistas nas capturas, passando também pelo planejamento das estratégias que serão empregadas nas jornadas e mais alguns pequenos detalhes que ajudam a completar este prazeroso processo. Embora o rio ofereça outras espécies, como pirararas, cacharas, grandes cachorras e corvinas, preferimos novamente centrar nossos esforços na pesca de trairões, alternando com a pesca de tucunarés, muito embora tenham se apresentado alguns “intrusos” nas capturas, o que é sempre bem-vindo. O mais intruso foi um jacaré que entrou em uma isca "Trairão" que um amigo, Fernando, me enviou desde Espanha, mas teve até raia pega pela cauda! Para os tucunarés só usamos iscas artificiais, muito embora algum que outro tenha entrado na isca natural enquanto se tentavam trairões, porque estes, nem sempre estão muito dispostos às artificiais. É impressionante como o Suiá-miçu e seus tributários têm trairões, porque não se navega muito para encontrar um ponto onde estejam. Inclusive há pontos muito próximos à pousada não demandando mais que alguns poucos minutos de navegação. Contudo, o espírito humano quer sempre mais e melhores peixes, de sorte que não dispensamos todas as possibilidades, quando então, estivemos pescando, tanto no Rio Suiá-Miçu, quanto em alguns afluentes como o Águas Claras e o Paranaíba, ademais de algumas baías que ainda permitiam acesso. Embora à primeira vista todos os locais do rio pareçam iguais e tinham tudo para prometer capturas, em razão do conhecimento, o guia Edinho parecia passar por um ponto bom para parar em um que para nós não tinha tanto atrativo, mas logo em seguida vinha a comprovação de que a parada tinha lá seu fundamento, nos dando bons peixes. É aí que entra o conhecimento do guia, proporcionando grande jornada ao pescador. Vejamos um pouco dos peixes capturados no rio. Um dia, entramos no Rio Paranaíba, que é um afluente de águas muito límpidas e rasas, que alaga uma enorme área antes de entrar no rio principal. Mesmo em épocas de seca, como agora, sempre é alagado por quilômetros antes de entrar no Suiá-miçu. É impressionante navegar por seus meandros, enquanto se observam cardumes a correr paralelamente ao barco, sobretudo raias, corimbas, bicudas e tucunarés. É uma bela experiência! Ali, em qualquer ponto de alguma profundidade, sobretudo onde hajam tranqueiras paradas na margem, há trairões! Basta apoitar nestes pontos e lançar iscas, nestes casos, quase sempre naturais, vez que arremessos são impossíveis. Não raro se pescam trairões no visual, quando se podem lançar as iscas praticamente “na cara” do peixe, mas ao menos nos momentos em que tentamos, recusaram jigs, acatando muito bem às naturais. A exemplo do ano passado, navegamos bastante, na verdade, muitos quilômetros Paranaíba adentro, até chegarmos em áreas que nos ofereceram muitos tucunarés e alguns trairões muito bons. De mesmo modo, subimos também o Rio Águas Claras, que tem um “comportamento” um pouco diferente do Paranaiba. Primeiro, apesar de ter quase o mesmo porte, não forma grande alagamento em sua foz, senão em época de cheia, para ficar encarcerado nas barrancas baixas. Segundo, suas águas, apesar de límpidas, têm a coloração escura tipo coca-cola, comum em muitos rios amazônicos. Ali também, com pouca navegação já se chega em pontos de pesca de trairões, bastando encontrar locais que ofereçam alguma profundidade com galhadas. Em razão de que é um rio pequeno, sem áreas alagadas, ali, a pesca se concentra na pesca de trairões com iscas naturais, sempre rendendo muitas capturas, inclusive vários dublês. Nos dias em que subimos para pescar no Rio Paranaíba, no Rio Águas Claras e nas baías lá da região mais alta, sempre rolou o tradicional churrasco na margem do rio, algo muito apreciável e inesquecível! Enquanto lá estávamos havia várias outras equipes pescando, resultando que ao final do dia sempre tínhamos boas estórias a contar e, sobretudo, a ouvir, ora de capturas de peixes de porte maior, ora de espécies que não buscamos pescar. Uma grande dupla que lá estava, os amigos Leonardo e Ricardo fizeram uma jornada bastante variada, dedicando-se a diferentes espécies, resultando com belíssimas fotos, que gentilmente nos cederam para compor a parte visual da matéria, de sorte que fica aqui, o agradecimento a estes valiosos companheiros! Como sempre, finalizar agradecendo ao Grande Euler Vieira, Caboclo Bão das Minas Gerais , que não mediu esforços no sentido de nos proporcionar tamanha jornada, agradecendo também ao amigo Edinho que nos assessorou durante toda a semana, favorecendo-nos para que tudo resultasse muito bem como resultou. Para melhor visualização do valoroso empreendimento de nosso amigo Euler, leia a matéria do ano anterior quando se poderá ver fotos da pousada e entender melhor a grandeza daquilo tudo. Para encerrar repito esta imagem que caracteriza a síntese do que é pescar em Família. Muito grato, meu Irmão Mário, Mano Véio de tantas jornadas! Muito grato, meu Sobrinho Mário Júnior! Agora, a esperar pela próxima no ano vindouro e tudo faremos para que possamos lá estar em um período diferente, quando a oferta de peixes estará também de forma diferente, mas com certeza, conforme já nos alertaram, sempre com abundância.
  12. 4 points
    Fala Pescadores! Deixo aqui meu humilde e emocionante relato com a primeira experiência com iscas artificiais: Assim como a maioria dos amigos pescadores, comecei muito pequeno a pescar com meu Pai e meu Avo, íamos praticamente todos os dias no Rio do Peixe aqui no ladinho da minha cidade Arroio Trinta Santa Catarina, sempre pescávamos com isca natural, Carpas, Jundiás e Lambaris, bom, infelizmente a alguns anos meu Pai veio a falecer, e meu Avo também, com isso deixei a pesca um pouco de lado e esporadicamente ia ao rio pescar, sempre fui extremamente apaixonado pela pesca, enfim, a um tempinho vinha vindo assistindo muitos videos de pescarias de traíras, saicangas e jacundás com artificias, pois aqui na minha região, meio Oeste Catarinense é o que temos de predadores nos nossos rios, mas aqui á muita pesca predatória, e então mesmo querendo muito investir em um equipamento bom e iscas artificias para pescar aqui nos rios, não sabia se valeria a pena pois pela pesca predatória dos rios não imaginava que teria peixes bons, e boa produtividade por aqui, principalmente a Traíra! Mesmo assim resolvi investir nas tralhas, vou deixar aqui em baixo o que comprei, chegou semana passada e hoje tive tempo para ir no Rio, cheguei por volta das 7 horas da manhã, fui em um lugar que imaginei poder ter alguma traíra, mesmo desacreditando ter aqui, acreditando mais ter Jacundás e Saicangas que dão boas emoções também, bom, coloquei uma Inna 60 corpo branco cabeça vermelha e bora para os arremessos, depois de uns 15 minutos insistindo bate na isca essa Traíra, acredito que seja a Tornasol, e dale briga com a bixinha, com a varinha 12lb envergando nem acredite, quando pulou, erra uma traíra monstrinha, tirei da água e nem acredite, linda traíra, cheguei a ficar emocionado, que ótimo que ainda exista bons peixes por aqui, valeu totalmente o meu investimento, fotografei e devolvi para a água, para me dar ainda mais alegria por um bom tempo, logo depois peguei uma saicanga pequena e um jacundá, todos devolvidos para a vida! Bom, tive que compartilhar com os amigos essa bela esperiência, que para mim foi o troféu da minha vida, primeiro peixe na artificial, uma Traíra de uns 45 centímetros, linda, não tem preço que pague essa emoção, agora bora capturar mais delas, pesque e solte sempre! Equipamento: Vara: Lumis Intense 5'8 4 - 12 Lbs Carretilha: Marine Sports Brisa Lite 11000 Linha: Multifilamento Marine Sports Saigon Pro Line X4 20 Lbs Leeder: Saigon Pro Line Power Leader 100% Fluorcarbon 23 lbs Local da pesca, fundo é lage com muitas pedras, aproximadamente 1 metro de fundura, muito bom para as Tornasois:: Troféu, Traíra Tornasol, aproximadamente 45 centímetros de comprimento, infelizmente ainda não tenho a alicate de contenção, tenho que comprar URGENTE: E para alegrar ainda mais a pescaria, um Jacundá e uma Saicanga: Bom amigos é isso, se alguém tiver dicas de iscas, tamanho, cores e trabalho das mesmas que seja bom para as Tornasois de rios, fico agradecido, pois quero fazer mais uma comprinha de umas dez iscas, para escolher as melhores, já que tenho que comprar a alicate de contenção, aproveito pegar mais umas iscas junto, isso vicia!!! Grande Abraço a todos! Pesque e solte SEMPRE!
  13. 4 points
    Uma das espécies mais procuradas pelos brasileiros tem suas peculiaridades; confira! A versão de que tucunaré significa “amigo da árvore” é contestada. A espécie é uma das mais queridas no Brasil Confira sete curiosidades sobre o tucunaré! 1 – Amigo da árvore? Será? Alguns acreditam que o significado de tucunaré seja “amigo da árvore”. No entanto, de acordo com o pescador e ambientalista Domingos Bomediano, esta definição estaria equivocada. Na verdade, segundo ele, o peixe se assemelha à palmeira “tucum”. Por isso também teve a designação tupi de “semelhante ao tucum”. 2 – Os tucunarés são encontrados em praticamente todo o Brasil. Apesar de em alguns estados, como o Rio Grande do Sul, terem pouquíssimos relatos de capturas. Os estados da região Norte e Nordeste são os que possuem as maiores espécies, como açu e pinima. Enquanto que os do Sudeste e Centro-Oeste possuem os “populares” azul e amarelo. 3 – Os tucunarés são considerados os grandes responsáveis pela disseminação das iscas artificiais no Brasil. Isso se deu porque são predadores agressivos. Eles habitam locais de águas tranquilas, como lagos de hidrelétricas e represas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. 4 – A temporada de pesca do tucunaré-açu começa em setembro e termina em abril no Amazonas. O estado recebe milhares de visitantes (sendo 95% oriundos dos EUA). Os estrangeiros injetam quase R$ 20 milhões na economia local todos os anos, segundo a Amazonastur. 5 – O tucunaré-açu é um dos mais cobiçados por ser o maior de todos os tucunarés. É também um predador que exige muita habilidade e um bom equipamento para ser capturado. O recorde, segundo a IGFA, é de um exemplar de 13.19 kg pescado em Santa Isabel do Rio Negro. O autor foi Andrea Zacherrini, em 2010. 6 – Além do Amazonas, outros dois locais muito visitados para a pesca aos tucunas é o Lago de Serra da Mesa, em Goiás, e o Lago do Peixe Angical, em Tocantins. No entanto, nestes points é o tucunaré-azul o protagonista. 7 – O recorde do tucunaré-azul está empatado, com dois exemplares de 4.54 kg. Um pescado no Lago do Peixe, outro em Serra da Mesa. http://pescaecia.com.br/2018/12/20/curiosidades-tucunare/?fbclid=IwAR3gcE9LSA5e74VpVknkSnIugNsJ33zbHPNfd0V3P3r8UQovwGp_nZzAe1M Compartilhei também no Facebook: https://www.facebook.com/bomediano.pescaki?__tn__=C-R&eid=ARDaEcgj0HgCo4g96uoC1rQXXmSW4tEBK0T1iAb46motk8bC1OZb3dWKjJ3n5vYR4nFOgIWayKt9YoA3&hc_ref=ARRnotFs4GP_FGXkUS0D9iBbXMTqrgpLVAaqLSWTeXpzlDEl3sMTv8mtrevdTR13U50&fref=nf&__xts__[0]=68.ARDMIdHNRIgV39TXkYaj8wTobpgIwfUaYg1z468gmK4ZwKla0dlLZg0w1pKucVrQm4uOgNCWIjhV326TrrgbyReqpXSfHnY6-y4zcHrCJ1pPuocyIIGulWH9Es92aWSn08hwR9sYxRxTC-SA6Vg2x7qlZvifMH0tHo5wWAu8obCfIiQpSIpwzHSt76BH5w8JbYhg-v0xoegQq6bmaIKS4ZHOfUA0lH_FbJiJEkgEGYYTCvupj6jVA_MwCV4JgI4ruB4PMLREN49gIlBDuUfSk2bF2E-0h9msHivClkcWu6SO6SGWm400F7BC7irTRnZ3Qyx5HmcpyQQrMXxrCO8IXfha6A Como se pode ver, minha tese sobre o significado da palavra "tucunaré" segue sendo desvirtuada até hoje... rsss Para quem quiser conhecer um pouco mais desta história, está tudo registrado neste tópico:
  14. 4 points
    Primeiro tucunaré azul da vida, nos primeiros arremessos....do primeiro dia....em breve relato completo (tem mais dois dias pela frente)
  15. 4 points
    Todo ano, já fazem quase uma década, eu e Hélio fazemos última pescaria do Ano. Esse ano escolhemos Maeda em pleno Natal. A ideia inicial era Tanquinho mas infelizmente ou melhor felizmente somente os tanques do Parque estava funcionando. Felizmente porque a pescaria foi excelente com captura de vários baguás em companhia de bom amigo e familiar do meu filho. Outro destaque favorável foi ausência dos muvuqueiros, sem gritaria nem cruzamento de linhas . A pescaria foi muito proveitosa com muitos peixes e mais importante, ainda com espírito natalina e harmonioso. Como isso faz diferença!!!! Os baguás não foram enormes mas a nossa amizade só fortaleça com esse singelo pescaria memorável!!!! Muito Obrigado ao Grande Companheiro de Pesca: HÉLIO SUGAHARA!!! Algumas fotos: O Hélio pescou na modalidade FLY, isso seria bitelos, sem contar quase 60 tilápias enormes!! Meu filho Koiti
  16. 4 points
    Olá pessoal..... encerrando as pescarias de 2018, segue breve relato das minhas ultimas pescarias de traíras desde outubro/18 ate agora dezembro 2018, pesquei praticamente no mesmo local, lugar onde pega muita traíra mas todas pequenas, as grandes são difíceis. Noutro local onde pesco o proprietário deixa matar as traíras, resultado: não peguei mais nenhuma grande, lá bati meu record tempo atras, passou dos 3,5 kg, hoje acredito não ter mais. uma pequena Aprendi usar soft: no Frog Pega no spinner nos fundos da propriedade um pequeno rio, vi essas ai se esquentando no sol zig zarinha, estreei a cara lubina tilápia no spinner Traíra no Spinner traíra na hammer 85 no Frog da Zman, isca soft mais resistente que já usei tentei selecionar as melhores fotos para não ficar repetidas. material utilizado: vara hilux 17 lbs 5.3 pés com carretilha Lubina BW com linha multi ,18mm e leader seaguar 25 lbs ,43mm vara MS Lubina LU 16 lbs 5.6 com carretilha Venator S lnha multi 0,18 mm e leader vexter ,52 mm vara Daiwa Revros 6 pés 15 lbs com molinete revros linha multi 14 mm e leader seaguar 0,30 mm iscas shad shape spinners frog zman hammer 85 e zig zarinha nesse local a melhor isca foi o shad shape, grande maioria peguei nessa isca, detalhe: quando as traíras estão boiadas não pegava em isca nenhuma, mas com o shad shape era passar perto e pegar. usei minhocas tipo senko tamanho 4. frog zman pequena, muito boa e resistente, e isca zig zarinha e hammer 85. pequenos spinner tambem foram muito produtivos .tenho outras iscas que considero matadeiras para a traíra mas as citadas nesse local foram as mais produtivas. esse spinner sem duvidas o melhor que já usei, gira muito e pega muito ja perdeu todas as cerdas. Bem agora é esperar 2019 e ir em busca das traíras novamente. Desejo a todos um feliz 2019! Abraços!
  17. 4 points
  18. 3 points
  19. 3 points
    Calma lá, mestre. Não acho justo cobrar dele a comissão antes mesmo dele receber o pagamento. Só quem apronta coisas parecidas é o governo. Contudo, creio que não será tão breve assim a negociação, ainda dependo do Ito me dar um desconto, entre outras coisas. Mas, assim que estiver em posse da danada, postarei uma foto (ou quem sabe, um vídeo) atestando que o negócio fora concluído e a comissão poderá então ser cobrada.
  20. 3 points
    Rachei... Fraus, meus pais sempre faziam analogia ao garoto que andava na bicicleta sem uma perna no pedal, depois sem as duas. Sempre se gabando dos feitos. Não satisfeito, tirou uma das mão do guidão. Depois a segunda. Até que retorna na modalidade "sem os dentes"... Nunca me esqueço de, sempre que eu ou algum outro membro ilustre da família começavam com as gracinhas, eles já avisava: "logo é sem os dentes". E eu ainda ficava com a dúvida de se perderia os dentes aprontando, ou levando uma sova.
  21. 3 points
    Huashuashuashuashuas acho que o Ito vai é comprar mais material de pesca e o moleque vai ficar na saudade da SG kkkkkk
  22. 3 points
    Olá amigos pescadores, como estão vocês? Estou aqui de novo e desta vez eu vou falar sobre um peixe muito esportivo, que tem em pesque e pague. Aconteceu no sábado passado no Hode Luã Resort, aqui na cidade do Rio de janeiro. Partindo da “capital da zona norte”, Madureira, percorri de BRT o trajeto até a Estação, Ilha de Guaratiba, depois segui até o clube, que inicia o Day Use a partir das 09:00 e vai até as 17:00. Chegando lá eu aprontei o meu equipamento de fly fishing #8 com linha WF8F e líder de nylon 0,33mm onix série invisible, perfeito para o que me propus pescar. O começo da pescaria foi por volta das 09:30 horas, a pressão atmosférica naquele horário estava em torno de 1007 hPa e tempo nublado, ideal para sacar belos peixes na superfície, estava um clima gostoso e até soprava uma brisa de leve. Fiz o engodo com ração de peixe na pinga, usei o estilingue e arremessei bem no meio do lago menor, onde via as tilápias subirem e atacarem a ração, bem como os pacus e matrinxãs. Usei miçangas e uma pequena boia, em poucos minutos as tilápias estavam na linha, foi uma festa, quando perto das 10 horas uma puxada estúpida me fez disparar o coração, era um pacu-caranha com presumíveis 0,8 a 1,2 kg e muita disposição para briga, eu o dominava o tempo inteiro, até que o malandro foi para a pauleira e lá se foi o meu troféu. Aquele foi o dia do peixe! O horário ia avançando e eu continuava perdendo iscas e peixes grandes, oito ao todo, quando percebi que na verdade o dente do peixe cortava o nylon, então eu decidi por um tippet de flúor carbono 0.50 mm e ousar peixes grandes no lago maior. Lá fui eu, disposto ao que viesse, mas, dessa vez, devidamente equipado. Engodei com ração na pinga para aqueles peixes cachaceiros e logo surgiram os rebojos de tambacus na superfície; lancei a isca sobre o rebojo e logo em seguida... ZZZZZZZZIP!!! Tinha peixe bom na linha, pensei naquele momento: ferrou, ferrou... é tambacu, caramba! Quando o peixe se projetou para fora da água com um belo salto, que se repetiu mais outras duas vezes seguidas, aquele prateado não me deixava dúvidas que era matrinxã na linha, que espetáculo meus amigos, foi uma bela briga. Após dominar o peixe, retirei da água e fiz as fotografias daquele valente oponente. No fim da tarde eu repeti a façanha por mais duas vezes, porém eram matrinxãs menores, igualmente valentes e saltadoras, que fizeram a minha tarde mais produtivas e emocionantes do que na parte da manhã. Que fim de sábado maravilhoso, meus amigos! Foi um reencontro com a emoção. Os pesqueiros são pontos de diversão muito legais, onde fazemos boas amizades e sempre trocamos experiências com os outros pescadores, desta vez eu fui orientado a não usar o boga grip numa matrinxã, aliás, em peixe nenhum. A ética do fly fishing dita que se use passaguá e se aplica também aos demais estilos, o peixe agradece e os pescadores conscientes também. Forte abraço para vocês, meus amigos, até a próxima aventura de pesca. Bye-bye
  23. 3 points
    Nem deu pra terminar o torresminho....
  24. 3 points
    Artigo publicado em 29/04/2019 em Facebook Dicas de Ilhabela O Dicas de Ilhabela enaltece a atitude heróica do capitão Matias Gomes que ontem salvou uma família de um naufrágio durante a tempestade. No início da noite deste domingo, uma família com um bebê de apenas 9 meses foi resgatada à deriva próximos a Ponta das Canas, região norte de Ilhabela. Além do casal com o bebê, mais três tripulantes da embarcação Andrômeda estavam num bote salva-vidas, após o yacht naufragar, devido ao mau tempo. Numa atitude heróica, o capitão Matias Gomes, a bordo da embarcação Paraíso, colocou sua própria vida em risco para salvar os náufragos. A família foi levada até a sede do Yacht Club Ilhabela. Todos passam bem! Parabéns Capitão Matias . Fonte: Tribuna do Povo
  25. 3 points
    Fazia um tempinho que não tirava o Kayak da garagem, estava até com teia de aranha kkkk... Mas ai sobrou um tempinho e dei um pulo aqui no lado de casa com a galera da Liga do Vale do Paraíba, meio período só, mas valeu muito a pena. Comecei as 08h00 na superfície e assim foi até o 12h00 rs, tucuninhas estavam frenéticos, perdi as contas, foram muitos, 90% no popper. Começamos bem na Tapinha da KV, isca que nunca me deixou na mão. Outro Ai coloquei o popper pra testar... esqueci a Tapinha de lado rs As vezes eles atacavam pra espantar a isca e acabam se enroscando. Outro Mais e mais... muitos... Até Jacundá entrou no popper rs Pra fechar o dia... Como diz o ditado... "Não importa o tamanho, oque importa mesmo é que foi na superfície" Materiais utilizados: Vara Custom by Shinn - 10lbs Carretilha New BW Marine Sports Iscas Tapinha e PopQueen50 Kayak Leader Power Drive.
  26. 3 points
    https://www.imageshack.us/i/po5SeJ23jhttps://www.imageshack.us/i/poJSW4uYjhttps://www.imageshack.us/i/popD5jQRjhttps://www.imageshack.us/i/pnnTuqQfjhttps://www.imageshack.us/i/pnFqPz1Jjhttps://www.imageshack.us/i/pnaARYGXjhttps://www.imageshack.us/i/pm1vwLfjjhttps://www.imageshack.us/i/pnioNTsjj https://www.imageshack.us/i/pnioNTsjj Pesquei fds no alagado e saíram esses e muitos outros. Equipamento usado : molinete joker, vara daiwa revros 3-10lb e mono 0,20
  27. 3 points
    Pescar com os bolonheses: um maravilhoso bárbaro de 4.7 Kg (ficha pessoal de bárbaro) tomado com um bolonhês de 6 metros e um terminal de 0.14 mm, não é preciso dizer que ele me manteve em xeque por muito tempo e quando o vi Eu fiquei animado como uma criança! Boa visão
  28. 3 points
    Pesca com bolonhesa: outra carpa rainha de cerca de 7 kg tomada com um bolonhesa de 5 metros e um terminal de 0,14 mm, a paciência nunca é demais para expulsar esses peixes grandes com equipamentos leves! Boa visão
  29. 3 points
    Segunda feira, dia 04\02\2019, chovendo torrencialmente em São Paulo mas chegando em Maeda tempo propicio para pescar. Nublado, 24" dia todo e melhor de tudo, pouco pescadores.. Ganhei recentemente na rifa 3 carretilhas: Abu Garcia Revo Rocket, Shimano Curado K 201 e Caenan 151. O Caenan dei para meu filho, Curado K 201 coloquei multi para pinchar mas no Maeda não permite pinchar, sobrou só Revo Rocket para testar. Excelente carretilha em tudo. Macio, lança longe e recolhimento rápido. Gosto de ficar no Tanquinho. Pouco pescador e muitos tambas tamanho médio mas diverte o dia todo. Para felicidades dos pescadores aumentaram 6 quiosques onde antes só tinham 4. No Tancão também. Algumas fotos só para marcar presença, por que pegam tambas dia todo, sem tempo para fotos. O meu amigo Claudio Koga no fly pegou muitas tilápias e no final muitas tambas também.. Quiosque do fundo. Só tinha um quiosque, agora mais 3. Lado direito, mais 4. Lado esquerdo mais 2 No tancão também acrescentaram vários quiosques
  30. 3 points
    Concordo comigo mesmo, com o grande Bomediano e Mauricio , daí que postar somente sobre o peixe fisgado é limitado , uma vez que sempre estamos no ambiente onde nunca se tira a mesma imagem na foto, eís a gratificação ao ler os relatos daqueles que se organizam para grandes aventuras postando imagens magnificas além de peixes. no meu mundinho contornando as margens do riachinho, além dos lambaris me divirto com o ato de fotografar os minúsculos da fauna e flora explorando a natureza com o olhar critico para a arte mesmo que seja um tronco caído onde viajo na imaginação criativa.
  31. 3 points
    De fato, também não precisava postar sobre colecionismo e história dos equipamentos (já que, pescar mesmo, estou na seca). Mas é que não há, de fato, qualquer veículo no Brasil que publique uma linha sequer sobre esses assuntos. E, mesmo tendo pouco retorno, a verdade é que é um lazer criar e publicar. E fica assim um registro para a posteridade.
  32. 3 points
    Nos fóruns há de todos os tipos de postadores. Uns, postam sempre no afã de receber elogios; parece curioso, mas é verdade que a vaidade provoca até descontentamento quando não sobrevêm respostas a contento; outros postam para mostrar que sabem pescar e o quanto bons são em suas atividades pesqueiras; outros só para vangloriar-se; outros para exibir seus materiais; outros ainda, postam por motivos meramente comerciais, enquanto que alguns postam sem maiores pretensões de que simplesmente compartilhar suas aventuras e, por fim, há os que postam mostrando suas experiências, em relatos minuciosos, servindo de valioso aprendizado para os demais, sobretudo os mais inexperientes e estes são os mais louváveis postadores, sem dúvida. Há postagens minhas em que está claro o interesse, não exatamente comercial, mas sim no interesse de manter o Pescaki no ar, pois parcerias são o que nos mantêm no ar, mas há muitas postagens que fiz só por postar e tentar deixar um pouco de conhecimento. Poderia postar mais, mas sinceramente, no meu caso a contenção é deliberada e apenas para não recair em tediosa repetição. Só isso! Não precisamos relatar tudo, mas amiúde, com algum espaçamento de tempo, devemos buscar colocar alguma coisa. Afinal, sempre se aprende com o que vai publicado!
  33. 3 points
    com esse negócio chamado internet , google e youtube , aparece cada vez mais esses pescadores de internet kkkkkkkkkkkkkkk voce percebe quando o cara posta alguma coisa kkkkkkkkkkkkkk tem até termos científicos pra explicar kkkkkkk a gente pesca quase todo dai , durante mais de 20 anos , e fica lendo cada coisa
  34. 3 points
    Fiz um videozinho. Sei que muitos vão reconhecer peixes que já pescaram. Espero que gostem.
  35. 3 points
    As Angler eram fabricadas por uma empresa Japonesa chamada Nikko Sangyo que ainda existe, mas só fez carretilhas de pesca por alguns anos nos anos 60. O slogan da empresa foi "Made by Angler for Anglers". Alguns equipamentos da Angler também foram vistos sob outras marcas que incluem Shakespeare e D.A.M. pelo sistema de “Trade Reel”, ou seja, produzidas conforme a própria linha, mas vendidas com outra marca no corpo, com algumas mudanças conforme o pedido do distribuidor como: cores diferentes, acabamento e manivelas personalizadas, etc. Eram ótimos equipamentos. A Nikko fabricou carretilhas, molinetes, spincasts e centrepins e, no caso desse modelo, uma linha no estilo side cast. As carretilhas convencionais eram particularmente apreciadas, de muito boa qualidade. Era uma linha considerável e dizem que ela produziu milhões de itens esportivos no período em que atuou nessa área. É de se imaginar onde eles estariam agora. A maioria completamente destruídos? Observe o tom de azul. Algum desbotamento de cores pode sempre ocorrer em carretilhas individuais mas os Scouts, feitos em diversos tamanhos, foram realmente fabricados em vários tons de azul (mais claro ou mais escuro). A firma D.A.M. da Alemanha importou e vendeu carretéis Angler Scout em modelos chamados 1105, 1106, 1108 e 1110. Interessante saber também que os Scouts que foram vendidos pela D.A.M. da Alemanha Ocidental com marca “Champion” foram feitos em cores completamente diferentes, podendo ser encontrados em acabamentos dourado ou verde. Ainda no quesito design, alguém copiou alguém, pois os Katiusha soviéticos das décadas de 60 e 70 tinham praticamente o mesmo design quase sem tirar nem pôr, exceto por serem feitos de alumínio, muito melhor material contra a corrosão que o usado pelas Angler. Os soviéticos, de fato, não eram muito de comprar licenças dessas coisas, mas que faziam equipamentos duráveis isso não se pode negar. Eram cinco modelos Side Cast: 8-50, 8-60, 8-80, 8-100, 8-120. Como as carretilhas da Angler, esses também são muito interessantes, com vários recursos. O 8-60 tem pouco mais de 3 polegadas de diâmetro e o 8-80 é de 3,75". Nas Side Cast, o tamanho importa no quesito velocidade de recolhimento. Todos têm um acabamento/estilo muito agradável e apresentam o design sidecast através de um pé rotativo preso por mola em chapa. Eles têm também click-check (aquele que avisa quando o peixe está mordendo e carregando) e anti-reverso (que também tem um clique, então há um monte de cliques ocorrendo quando ambos estão ON, aumentando a resistência ao giro) . O anti reverso seria bem útil na hora da fisgada, de forma à linha não retornar com facilidade, mas a briga com um peixe lutador requeria que o mesmo fosse desativado de forma a evitar que numa corrida mais brava a linha estourasse. O click provavelmente era mais usado como um freio adicional à palma da mão durante a briga, pois uma escapadela da mão poderia causar um pequeno desastre nessa hora e ele sempre dá uma certa resistência no carretel. O único problema com os Angler Scouts é que eles são suscetíveis à corrosão, sendo que a maioria à venda nos sites de leilão possuem alguma deterioração nesse sentido. Mas pode-se encontrar alguns muito bem cuidados que talvez tenham visto apenas água doce em sua vida ativa, se tanto. As Angler são, assim, equipamentos que valem a pena ter em uma coleção eclética.
  36. 3 points
    Para tirar cheiro de gasolina, nada melhor que Thinner.
  37. 3 points
    Confira a matéria na página web da Pesca&Cia: https://pescaecia.com.br/2019/02/07/sorte-principiante-pescaria/?fbclid=IwAR3c1z7d3SmziiG-ILoOZM-0a2LhKSXuiogV3MdtJQcTdwOOOAN9zNfqx2w Existe sorte de principiante na pescaria? REDAÇÃO7 DE FEVEREIRO DE 2019 MATÉRIAS EXCLUSIVAS0 COMENTÁRIOS 0 Confira a opinião de nossos staffs sobre um tema corriqueiro Existe sorte de principiante na pescaria? Alexandre Dick: Sorte de principiante com certeza existe! Eu mesmo já tive várias experiências com pessoas que pescavam pela primeira vez e que os grandes peixes apareceram exatamente nas iscas delas, principalmente na pescaria com iscas artificiais. Um caso curioso foi quando levei meu cunhado pescar tucunarés pela primeira vez, e coloquei na linha dele uma twitch bait, por possuir nado errático e não precisar tanta prática para trabalhar. Ele fisgou um tucunaré em Itaipu, como poucas vezes vi daquele tamanho na nossa região. A outra ocasião também foi a de um amigo acostumado a pescar com iscas naturais. Então, para ele, separamos uma isca de trabalho fácil. Um azulão muito raro, de 60 cm (enorme para o sul do país), foi capturado! Se isso não for sorte, não sei o que é, já que nenhum deles tinha prática com carretilhas e artificiais, e capturaram peixes enormes para os padrões locais. Guilherme Monteiro: No creo en brujas, pero que las hay, las hay. Existe sim a sorte, que, ao meu ver, também está relacionada ao fato de acreditar que a mística existe. Na pesca, crer é a diferença entre pegar ou não. Pepe Mélega: Sim existe. Há sempre uma parcela de sorte em toda a pescaria. Podemos estar pescando vários peixes de porte pequeno, com a técnica adequada e com equipamento para pegar um exemplar de porte maior, mas o peixe simplesmente escolher a linha do parceiro – principalmente quando é iniciante. Dizem que é uma estratégia dos “deuses da pesca” para agregar novos viciados. Não sei se é verdade, mas que o grande sempre sai para o iniciante ou quando levamos a companhia feminina para pescar. Domingos Bomediano: Por não acreditar em sorte ou em azar, penso que não se trata exatamente de uma questão de sorte, mas sim, do conluio de vários detalhes que costumam levar a um resultado favorável para o principiante. A começar pelo fato de que, na maioria das vezes, ao menos no meu caso, sempre se favorece ao principiante para que consiga seu peixe, porque, sem conhecer todas as manhas, o novato deixa de fazer várias coisas que o veterano faz, até impensadamente, no afã de conseguir um peixe. De sorte que isso, às vezes, pode ser determinante para o sucesso do principiante. Rodrigo Amaral: Existe sim e creio que está relacionado ao psicológico da pessoa. O principiante normalmente vai relaxado, sem pressão de pegar ou não o peixe. E isso parece que atrai: o peixe parece sentir quando o pescador está tenso. Do mesmo jeito que existe o tal pé frio, também existe o sortudo. Braguinha Sorte existe. Mas quando o pescador pega um é sorte, dois pode ser que sim ou não, mas três significa que o cara é bom. Sorte existe quando o cara nunca pescou e pega um exemplar diferenciado. Independente de ser a primeira vez ou não. Sorte em três peixes grandes não existe. Deve ter técnica, equipamento e um pouco de assessoria. Eu acredito em sorte. Vladimir Ferreira: Acredito que a sorte existe, não só para o principiante, mas para todos. Entretanto ela representa uma parcela mínima durante as nossas pescarias. Um dos maiores jogadores de golfe da história, o australiano Arnold Palmer dizia: “Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho”. No nosso caso, quanto mais pescamos, mais chances daremos para a sorte nos brindar. Sortudo ou não, o mais importante é o principiante tomar gosto pela pesca…
  38. 3 points
    Tinha um pintinho q se chamava Relam. Toda vez q chovia, Relam piava! Direto do guia de piadas horríveis rsrsrs
  39. 3 points
    Tive o grande prazer de poder gravar este vídeo com meu pai. Nada melhor, não é amigos?
  40. 3 points
    Pescaria com os bolonheses: uma carpa de 6,3 kg capturada com uma bolonhesa de cinco metros e um terminal de 0,14 mm me manteve em jogo por um longo tempo antes de poder levá-la à rede, grande peixe e muita satisfação! Boa visão
  41. 3 points
    Também acho que é melhor reabrir um tópico antigo que seja do mesmo assunto que ficar criando vários novos sobre a mesma coisa. De fato, não foram poucas vezes que os criadores eram advertidos que já havia tópico específico.
  42. 3 points
  43. 3 points
    E nem acompanhada de calabresa ...
  44. 3 points
    Voltando de viagem não me aguentava mais de vontade de pescar, já estava com saudades do Mato Grosso. Sem mais delongas, parti cedo com o propósito de variar bastante as iscas. Dessa vez nada de paradinha, o caiaque já foi direto pra água. Ainda bem que já tinha descido, senão ia ficar no barranco mesmo. O jeito foi entrar logo no caiaque pra não correr o risco de mudar de idéia. Esse brigou bonito. Tive que insistir com a Magic Stick pra ter pelo menos uma trairinha na foto Esse lutou como um gigante. Mudei de ponto pra tentar capturar umas traíras mas as tambatingas estavam enlouquecidas. Uma boa oportunidade pra usar as iscas que ainda faltavam. Lipless Crankbait. Colheres. Jigs de bucktail Melhor usar sem trailler. Jumping jig. Spiner. Frog. Shad. O braço não aguentava mais, hora de ir embora. Valeu pessoal, até a próxima .
  45. 2 points
    Ah, esta é uma moda que eu já tentei, mas ainda não tenho o gingado, estou trabalhando nisso aí. Quem sabe eu chego lá um dia... Depois de tanta polêmica com o Chimboca, intensifiquei as composições de Pink Floyd e Metallica que eu venho estudando, para espantar a possibilidade de nutrir qualquer desejo em arpejar a guitarra no estilo diri din din guin din que só ele sabe fazer. Vou acatar como corretivo estas obras do mestre Gilmour que nos enviou. É até bom para dar uma animada nesta terça maluca. Quanto à cerejnha do Ito (não por muito tempo), esta ainda vai demorar uns dias para chegar aqui, mas já tem até as especificações dela. Será afinada meio tom abaixo, já pensando em um delicioso Hard Rock, com cordas um pouco mais grossas, para dar aquele sonzão invocado
  46. 2 points
    hahahahhahaha ..... mais pura verdade ....
  47. 2 points
    Salve pescadores... segue breve relato da minha última pescaria sábado passado, dia de muito sol mas temperaturas mais amenas e consequentemente menos peixe na isca, mas mesmo assim saiu mais de 30 porem todas pequenas, mas brincadeira bem divertida. tirei pouca foto, até porque ficaria muito repetitivo. botei um spiner com molinetinho, não falha maior do dia foi essa tilapia essa isca que usei o dia todo, depois que aprendi usa-la, as outras ficaram na caixa srrsrsr somente para não passar em branco, tendo em vista que daqui para a frente a pesca de traíra ( que mais faço) ficará bem difícil. Abraço a todos e boas pescarias
  48. 2 points
    Carne de sogra? To fora...
  49. 2 points
    Valeu grandes Gilson e Bomediano. Grande abraço.
  50. 2 points
    Essa foi boa demais... hauhauahuahuahauhaua...

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