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Showing content with the highest reputation since 07-02-2019 in all areas

  1. 6 points
    Vale a pena insistir no local em que você pega um peixe!
  2. 6 points
    Depois de um longo período de chuva, finalmente começou a estiar. Há um bom tempo sem pescar, aproveitei a oportunidade e chamei o compadre pra dar uns pinchos e colocar a conversa em dia. Dessa vez comecei com molinete pra matar a saudade daquele barulhinho. Molinetinho 1500 teve que trabalhar bastante com as tambatingas. Pena que as maiores não dava pra tirar, sempre levavam pra um esrosco e escaparam. Traíras e tucunas vinham com igual apetite. O dia estava muito quente, bem propício pra pescar e tomar uma gelada. Compadre Vitinho estava se divertindo com uma vara 14 libras de carbono sólido. Estava entrando uns peixes maiores e achei mais prudente deixar o molinete com monofilamento e usar a carretilha com multi. Na última visita nesse local só capturei uma traíra, dessa vez elas estavam bem mais ativas. As pequenas tambatingas apareceram bem menos dessa vez. Acertamos de primeira o ponto dos predadores, muitas ações. Com o sol mais alto as iscas de sub superfície se tornaram mais efetivas. Estava ficando tarde e anda não tinhamos saído do primeiro ponto, já estava quase na hora de ir, então fomos explorar outros pontos. Dava pra ver cardumes de tucuninhas nas margens pra todo lado. Os maiores deram uma pausa, mais a diversão continuou com os trickzinhos. Últimos pinchos no primeira ponto. Hora de partir, por aqui começa agora a temporada de pesca nas lagoas, daqui pra frente a tendência é melhorar. Até a próxima pescaria. Material: Molinete Venator 1500, vara Revros 15 libras 6' e linha SuperRaiglon. Carretilha Venator Lite, vara Venator SE 17 libras 6', linha Superpower 15 libras e lider Onix 043. Carretilha Katana, linha Superpower 30 libras e vara Saint Profishing 5.6' 14 libras. Iscas mais usadas: Magic Stick, vulcan 75, joãozinho pepino, pinda, tontinha, espertinha, canivetinho, tapinha, Slip Jr TB, Lori flash e inna 75.
  3. 5 points
    Salve turma !! nesse final de abril fui para mais uma jornada de pesca como faço anualmente. Já tive o prazer de pescar nas mais belas represas atrás do nosso querido azulão porém faltava pra conta Lago do Peixe Pescaria muito 10, embora com problemas de nível de água, segundo o pessoal de lá com 2 a 3 metros acima do ideal...praticamente um "repiquete" na represa hahaha água invadindo a vegetação na margem, 5, 7 metros para dentro, ouvia-se os azuis caçando no meio do mato, só porrada, porém sem condições alguma de mandar qualquer isca onde era preciso...o jeito foi pescar assim mesmo algumas fotos da jornada....não necessariamente em ordem cronológica trajeto sem fim Palmas / Pousada nosso almoço todo dia era muito bom, os piloteiros faziam arroz na hora, levavam panela de feijão, churrasco e pacu assado quase tofos os dias essa foi a nossa base na represa Alguns azuis Dublês relativamente comuns por lá um show a parte são os cardumes final do dia que estoura na superfície Represa bem cheia Embora estivesse longe do nível ideal, foi uma ótima jornada Material utilizado Carretilhas Aldebaran MG e Alphas SV Linha G-Soul 30 lbs Leader LineSystem 30 lbs Varas de 5´6 a 5´8 de 14 a 25 lbs Iscas que deram melhor resultado - Zig Zarinha osso e JetCat 105 transparente com laranja Pousada do Kojac, ótimo custo benefício, ano que vem se Deus permitir volto para uma nova jornada por lá !
  4. 5 points
    O Zequinha, menino de uns 10 anos de idade, era na fazenda do meu padrinho o que se pode chamar de “charrete boy”. Na cidade tem o motoboy, não tem? Então! Nas fazendas tem – ou tinha naquele tempo, que já vai longe – o charrete boy. O menino que com a charrete do fazendeiro vai buscar as coisas ou as pessoas na cidade. Pois naquele dia o Zequinha tinha ido buscar na cidade o Padre Antônio, que estava iniciando sua temporada por lá. Era um padre novo e tinha uma particularidade que a gente só ficou sabendo depois desse causinho que tô contando aqui e agora: ele era ventríloquo. Um dom que poucas pessoas possuem que é o de falar sem abrir a boca. Dizem que é uma técnica de emitir os sons pelo estômago. Aliás, um grande ventríloquo que existiu no Brasil foi o pai das cantoras Linda e Dircinha Batista. Chamava-se Batista Junior e se apresentava em circos e teatros. E, de lambuja, era um grande compositor. Mas, seguindo no causo. O Padre Antônio sobe na charrete com o caipirinha Zequinha, ruma a fazenda do meu padrinho pra rezar uma missa. Logo na saída, o padre pergunta se era longe a tal fazenda, ao que o menino prontamente e muito espertamente lhe responde que levaria uns pares de horas. O que dava pra entender que era longe pra cacete e a viagem ia ser dolorosa ou dolorida para um padre que não estava acostumado a meter a bunda no banco duro de uma charrete velha conduzida por uma eguinha lerda. PADRE – Oh, menino! Você sabia que os animais conversam? ZEQUINHA – Entre eles, eu sabia, sim sinhô. Eles cunvérsa bastante. PADRE – Não, filho. Estou dizendo que os animais conversam com a gente. Conosco. Mas para isso é preciso conversar com eles com muito amor. Você quer ver os animais conversando comigo? Aí o menino, esperto, se encanta e atiça. ZEQUINHA – Ara, sêo padre. Essa eu tô pagando pra vê. Animar conversa cum gente. Essa nunca vi não sinhô. E o sinhô me adiscurpa, mas num querdito. PADRE (falando para a égua) – Dona eguinha! Está muito pesada a charrete? (E faz a voz da égua sem abrir a boca) Tááá...sêo padre. O menino, num susto, pára a charrete. ZEQUINHA(gaguejando) – Sêo...padre... a égua falo...a minha égua...respondeu pru sinhô...eu escutei... PADRE – Todos os animais conversam com a gente. Quer ver mais? O padre olha um urubu nos céus e fala: PADRE – Bom dia, urubu. (E faz voz.) Bom dia, parceiro. Bom dia, sêo padre. E assim o Padre Antônio foi se divertindo com a surpresa encantada daquele caboclinho, que viu com os próprios olhos e ouvia ali, in loco, os bichos falando com aquele padre. Com isso, a viagem, que poderia ser longa, terminou logo, logo. ZEQUINHA – Óia, sêo Padre! O sinhô ta vendo aquela cabrita branca ali na grama? Por favor, o sinhô num querdite em nada que ela fala prô sinhô, viu!!!!!!
  5. 5 points
    Pessoal, Quando o pescador optar por soltar os peixes, sugere-se seguir as recomendações abaixo que ajudarão sobremaneira na sua sobrevivência e retorno à vida. 1) Amasse sempre as farpas dos anzóis, pois além de minimizar os ferimentos facilitarão a soltura. 2) Reduza a duração do combate usando equipamento e tippets de numeração adequada para evitar a fadiga e o estresse desnecessário dos peixes. 3) Use um passaguá ou net, evitando tanto quanto possível o uso de boga- grips e alicates de contenção. 4) Fotografe os peixes dentro da água, evitando sessões fotográficas demoradas. 5) Reanime os peixes na água antes de soltá-los, quando estiverem prontos seguirão sozinhos.
  6. 4 points
    Testando material ultralight da China e tetando recuperar os peixes que saíram pelo ladrão kkkkkkkk
  7. 4 points
    Um garotão inteligente, vindo da roça, candidatou-se a um emprego numa grande loja de departamentos da cidade. Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado ali. O gerente perguntou ao rapaz: — Você já trabalhou alguma vez? — Sim, eu fazia negócios na roça. O gerente gostou do jeitão simples do moço e disse: Pode começar amanhã, no fim da tarde venho ver como se saiu. O dia foi longo e árduo para o rapaz. Às 17h30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou: — Quantas vendas você fez hoje? — Uma! — Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia. — De quanto foi a sua venda? — Dois milhões e meio de reais. — Como conseguiu isso? — Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande. Depois vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa. Para pescaria pesada, sabe. Perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então o acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e o levei à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas. Perplexo, o gerente perguntou: — Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol? — Não senhor. Ele entrou aqui para comprar um pacote de absorventes para a mulher, e eu disse: "Já que o seu fim de semana está perdido, por que o senhor não vai pescar?"
  8. 4 points
    Saímos cedo para pegar uns piauçús, tambaquís e tambatingas. O Luciano estava doido pra saber se a linha monofilamento 023 ia aguentar. Material pronto, retirei a linha multifilamento 014 que estava no molinete Venator e coloquei um monofilamento SuperRaiglon 026, um líder curto feito com uma mono Max Force 040 (nó albright) e snap Celta bem pequeno com girador rolamentado. Os peixes estavam bem ativos, pescando no fundo estava pegando piaus com massa e o Luciano as tambatingas na superfície com a mesma massa. Deixei o Luciano com as tambatingas e fui para o outro tanque com os pequenos tambaquís, pequenos mas muito fortes. Os mini crancks nunca me deixaram na mão nesse tanque. Haja garateias pra repor, cada dois ou três ataques já era as duas garateias. O Luciano se divertiu bastante e a linha 023 aguentou bem. Hora de partir, até a próxima a pescaria.
  9. 4 points
    em primeiro lugar, um abraço a todos, bem , também quero deixar meu singelo relato colaborando assim com essa página maravilhosa que é o Pescaki, trabalho na área da segurança pública como soldado da PM e fui acometido de uma grave enfermidade apelidada de "sindrome do pânico", queria matar e morrer, mas DEUS na sua infinita bondade removeu esse meu cativeiro e me restabeleceu minha saúde 100%, ...aí vi que quase morri e não realizei meu sonho que desde criança era de conhecer a floresta amazônica, pesquisando na internet vi uma pousada que me chamou a atenção que é a POUSADA DO XINGU na região de altamira no estado do pará, fechei uma reserva com 01 ano e 03 meses de antecedência e fui pagando as poucos, aí chegou o grande dia (isso foi em julho de 2018), fui atraz dos gigantes de couro da bacia amazônica e no primeiro dia fisguei um belo PIRAMUTABA (mais ou menos uns oito quilos), saiu também uns barbados , mandis e algumas piranhas gigantescas, no segundo dia realizei meu sonho que era de pegar uma pirarara foi uma "briga" mais ou menos e enfim o peixão pousou para a foto que é esse da foto aí com meu nome e nesse dia peguei também mais 02 peixe palmito de bom tamanho ( 03 quilos ) e um peixe de pouco mais de 01 quilo que o guia piloteiro disse ser um pacamon e mais duas pirarara baby rsrsr pequenas, no terceiro dia peguei uns barbados pequenos, mais um filhotinho de pirarara e algumas grandes piranhas ( como é grande as piranhas lá, peguei no anzol barra 08 ), aí a tarde foi show, peguei uma grande pirarara que depois de alguns minutos de briga a linha ( multifilamento ), esbarrou nas pedras e perdi o peixão visto que ela tomou muita linha , bem no quarto dia eu disse pro piloteiro que queria pescar tucunarés e nesse dia saiu alguns belos exemplares de tucunaré pinima , uma cachorra pequena , as velhas e boas piranhas e enfim o peixe que mais me emocionou que foi uma bicuda, puxa vida como ela salta bonito e não se entrega, no quinto e último dia falei pro vanderlan que ele me levasse no poção dos brutos ( eu que apelidei esse poço ), e mais uma "história de pescadô ), fisguei um Jaú e ele tomava muita linha e acabou "entocando" aí perdi o peixão a tardinha eu disse pro guia que queria pegar uns pacus, o interessante é que os pacus lá não passam de 02 quilos que é o pacu borracha , o branco e o curupité, peguei uns trinta mais ou menos iscando com pedaço de laranja e limão e ainda fisguei pela perna uma espécie de tartaruga que leva o nome de tracajá, saiu ainda umas piranhas vermelhas de bom tamanho e umas pequenas pirararas e pra fechar com chave de ouro uma bela cachorra de aproximadamente 10 quilos, que salto maravilhoso esse peixe proporciona, lembrando os nobres colegas que lá é só pesca esportiva, todos os peixes foram soltos em perfeito estado de volta pra água, peixe só se come na pousada ( qualquer peixe ). ... minha segunda pescaria vai ser em outubro agora pois em outubro entro pra RR e vou no PESQUEIRO SALOBRINHA no rio miranda, achei barato um apartamento lá por 80 reais a diária com ar condicionado, só que lá a gente tem que fazer o café , almoço e janta, peço desculpas para os nobres colegas pois tenho extrema dificuldade de colocar as fotos da pescaria que relatei aqui na página do Pescaki, e tenho essas fotos no facebook pra me achar no face é só por mauricio de paula cornélio procópio, lá tenho as fotos dessa pescaria. uma forte abraço a todos
  10. 4 points
    O Pescaki é o melhor fórum de pesca disparado dos que já participei, só aqui tem Bomediano e Maurício. Mesmo tendo reduzido minhas participações, sempre que sentir vontade de relatar, será feito aqui, também sempre que alguém me perguntar e eu puder contribuir, estarei sempre por aqui .
  11. 3 points
    Calma lá, mestre. Não acho justo cobrar dele a comissão antes mesmo dele receber o pagamento. Só quem apronta coisas parecidas é o governo. Contudo, creio que não será tão breve assim a negociação, ainda dependo do Ito me dar um desconto, entre outras coisas. Mas, assim que estiver em posse da danada, postarei uma foto (ou quem sabe, um vídeo) atestando que o negócio fora concluído e a comissão poderá então ser cobrada.
  12. 3 points
    Rachei... Fraus, meus pais sempre faziam analogia ao garoto que andava na bicicleta sem uma perna no pedal, depois sem as duas. Sempre se gabando dos feitos. Não satisfeito, tirou uma das mão do guidão. Depois a segunda. Até que retorna na modalidade "sem os dentes"... Nunca me esqueço de, sempre que eu ou algum outro membro ilustre da família começavam com as gracinhas, eles já avisava: "logo é sem os dentes". E eu ainda ficava com a dúvida de se perderia os dentes aprontando, ou levando uma sova.
  13. 3 points
    Huashuashuashuashuas acho que o Ito vai é comprar mais material de pesca e o moleque vai ficar na saudade da SG kkkkkk
  14. 3 points
    Olá amigos pescadores, como estão vocês? Estou aqui de novo e desta vez eu vou falar sobre um peixe muito esportivo, que tem em pesque e pague. Aconteceu no sábado passado no Hode Luã Resort, aqui na cidade do Rio de janeiro. Partindo da “capital da zona norte”, Madureira, percorri de BRT o trajeto até a Estação, Ilha de Guaratiba, depois segui até o clube, que inicia o Day Use a partir das 09:00 e vai até as 17:00. Chegando lá eu aprontei o meu equipamento de fly fishing #8 com linha WF8F e líder de nylon 0,33mm onix série invisible, perfeito para o que me propus pescar. O começo da pescaria foi por volta das 09:30 horas, a pressão atmosférica naquele horário estava em torno de 1007 hPa e tempo nublado, ideal para sacar belos peixes na superfície, estava um clima gostoso e até soprava uma brisa de leve. Fiz o engodo com ração de peixe na pinga, usei o estilingue e arremessei bem no meio do lago menor, onde via as tilápias subirem e atacarem a ração, bem como os pacus e matrinxãs. Usei miçangas e uma pequena boia, em poucos minutos as tilápias estavam na linha, foi uma festa, quando perto das 10 horas uma puxada estúpida me fez disparar o coração, era um pacu-caranha com presumíveis 0,8 a 1,2 kg e muita disposição para briga, eu o dominava o tempo inteiro, até que o malandro foi para a pauleira e lá se foi o meu troféu. Aquele foi o dia do peixe! O horário ia avançando e eu continuava perdendo iscas e peixes grandes, oito ao todo, quando percebi que na verdade o dente do peixe cortava o nylon, então eu decidi por um tippet de flúor carbono 0.50 mm e ousar peixes grandes no lago maior. Lá fui eu, disposto ao que viesse, mas, dessa vez, devidamente equipado. Engodei com ração na pinga para aqueles peixes cachaceiros e logo surgiram os rebojos de tambacus na superfície; lancei a isca sobre o rebojo e logo em seguida... ZZZZZZZZIP!!! Tinha peixe bom na linha, pensei naquele momento: ferrou, ferrou... é tambacu, caramba! Quando o peixe se projetou para fora da água com um belo salto, que se repetiu mais outras duas vezes seguidas, aquele prateado não me deixava dúvidas que era matrinxã na linha, que espetáculo meus amigos, foi uma bela briga. Após dominar o peixe, retirei da água e fiz as fotografias daquele valente oponente. No fim da tarde eu repeti a façanha por mais duas vezes, porém eram matrinxãs menores, igualmente valentes e saltadoras, que fizeram a minha tarde mais produtivas e emocionantes do que na parte da manhã. Que fim de sábado maravilhoso, meus amigos! Foi um reencontro com a emoção. Os pesqueiros são pontos de diversão muito legais, onde fazemos boas amizades e sempre trocamos experiências com os outros pescadores, desta vez eu fui orientado a não usar o boga grip numa matrinxã, aliás, em peixe nenhum. A ética do fly fishing dita que se use passaguá e se aplica também aos demais estilos, o peixe agradece e os pescadores conscientes também. Forte abraço para vocês, meus amigos, até a próxima aventura de pesca. Bye-bye
  15. 3 points
    Nem deu pra terminar o torresminho....
  16. 3 points
    Artigo publicado em 29/04/2019 em Facebook Dicas de Ilhabela O Dicas de Ilhabela enaltece a atitude heróica do capitão Matias Gomes que ontem salvou uma família de um naufrágio durante a tempestade. No início da noite deste domingo, uma família com um bebê de apenas 9 meses foi resgatada à deriva próximos a Ponta das Canas, região norte de Ilhabela. Além do casal com o bebê, mais três tripulantes da embarcação Andrômeda estavam num bote salva-vidas, após o yacht naufragar, devido ao mau tempo. Numa atitude heróica, o capitão Matias Gomes, a bordo da embarcação Paraíso, colocou sua própria vida em risco para salvar os náufragos. A família foi levada até a sede do Yacht Club Ilhabela. Todos passam bem! Parabéns Capitão Matias . Fonte: Tribuna do Povo
  17. 3 points
    Fazia um tempinho que não tirava o Kayak da garagem, estava até com teia de aranha kkkk... Mas ai sobrou um tempinho e dei um pulo aqui no lado de casa com a galera da Liga do Vale do Paraíba, meio período só, mas valeu muito a pena. Comecei as 08h00 na superfície e assim foi até o 12h00 rs, tucuninhas estavam frenéticos, perdi as contas, foram muitos, 90% no popper. Começamos bem na Tapinha da KV, isca que nunca me deixou na mão. Outro Ai coloquei o popper pra testar... esqueci a Tapinha de lado rs As vezes eles atacavam pra espantar a isca e acabam se enroscando. Outro Mais e mais... muitos... Até Jacundá entrou no popper rs Pra fechar o dia... Como diz o ditado... "Não importa o tamanho, oque importa mesmo é que foi na superfície" Materiais utilizados: Vara Custom by Shinn - 10lbs Carretilha New BW Marine Sports Iscas Tapinha e PopQueen50 Kayak Leader Power Drive.
  18. 3 points
    https://www.imageshack.us/i/po5SeJ23jhttps://www.imageshack.us/i/poJSW4uYjhttps://www.imageshack.us/i/popD5jQRjhttps://www.imageshack.us/i/pnnTuqQfjhttps://www.imageshack.us/i/pnFqPz1Jjhttps://www.imageshack.us/i/pnaARYGXjhttps://www.imageshack.us/i/pm1vwLfjjhttps://www.imageshack.us/i/pnioNTsjj https://www.imageshack.us/i/pnioNTsjj Pesquei fds no alagado e saíram esses e muitos outros. Equipamento usado : molinete joker, vara daiwa revros 3-10lb e mono 0,20
  19. 3 points
    Pescar com os bolonheses: um maravilhoso bárbaro de 4.7 Kg (ficha pessoal de bárbaro) tomado com um bolonhês de 6 metros e um terminal de 0.14 mm, não é preciso dizer que ele me manteve em xeque por muito tempo e quando o vi Eu fiquei animado como uma criança! Boa visão
  20. 3 points
    Pesca com bolonhesa: outra carpa rainha de cerca de 7 kg tomada com um bolonhesa de 5 metros e um terminal de 0,14 mm, a paciência nunca é demais para expulsar esses peixes grandes com equipamentos leves! Boa visão
  21. 3 points
    Concordo comigo mesmo, com o grande Bomediano e Mauricio , daí que postar somente sobre o peixe fisgado é limitado , uma vez que sempre estamos no ambiente onde nunca se tira a mesma imagem na foto, eís a gratificação ao ler os relatos daqueles que se organizam para grandes aventuras postando imagens magnificas além de peixes. no meu mundinho contornando as margens do riachinho, além dos lambaris me divirto com o ato de fotografar os minúsculos da fauna e flora explorando a natureza com o olhar critico para a arte mesmo que seja um tronco caído onde viajo na imaginação criativa.
  22. 3 points
    De fato, também não precisava postar sobre colecionismo e história dos equipamentos (já que, pescar mesmo, estou na seca). Mas é que não há, de fato, qualquer veículo no Brasil que publique uma linha sequer sobre esses assuntos. E, mesmo tendo pouco retorno, a verdade é que é um lazer criar e publicar. E fica assim um registro para a posteridade.
  23. 3 points
    Nos fóruns há de todos os tipos de postadores. Uns, postam sempre no afã de receber elogios; parece curioso, mas é verdade que a vaidade provoca até descontentamento quando não sobrevêm respostas a contento; outros postam para mostrar que sabem pescar e o quanto bons são em suas atividades pesqueiras; outros só para vangloriar-se; outros para exibir seus materiais; outros ainda, postam por motivos meramente comerciais, enquanto que alguns postam sem maiores pretensões de que simplesmente compartilhar suas aventuras e, por fim, há os que postam mostrando suas experiências, em relatos minuciosos, servindo de valioso aprendizado para os demais, sobretudo os mais inexperientes e estes são os mais louváveis postadores, sem dúvida. Há postagens minhas em que está claro o interesse, não exatamente comercial, mas sim no interesse de manter o Pescaki no ar, pois parcerias são o que nos mantêm no ar, mas há muitas postagens que fiz só por postar e tentar deixar um pouco de conhecimento. Poderia postar mais, mas sinceramente, no meu caso a contenção é deliberada e apenas para não recair em tediosa repetição. Só isso! Não precisamos relatar tudo, mas amiúde, com algum espaçamento de tempo, devemos buscar colocar alguma coisa. Afinal, sempre se aprende com o que vai publicado!
  24. 3 points
    com esse negócio chamado internet , google e youtube , aparece cada vez mais esses pescadores de internet kkkkkkkkkkkkkkk voce percebe quando o cara posta alguma coisa kkkkkkkkkkkkkk tem até termos científicos pra explicar kkkkkkk a gente pesca quase todo dai , durante mais de 20 anos , e fica lendo cada coisa
  25. 3 points
    As Angler eram fabricadas por uma empresa Japonesa chamada Nikko Sangyo que ainda existe, mas só fez carretilhas de pesca por alguns anos nos anos 60. O slogan da empresa foi "Made by Angler for Anglers". Alguns equipamentos da Angler também foram vistos sob outras marcas que incluem Shakespeare e D.A.M. pelo sistema de “Trade Reel”, ou seja, produzidas conforme a própria linha, mas vendidas com outra marca no corpo, com algumas mudanças conforme o pedido do distribuidor como: cores diferentes, acabamento e manivelas personalizadas, etc. Eram ótimos equipamentos. A Nikko fabricou carretilhas, molinetes, spincasts e centrepins e, no caso desse modelo, uma linha no estilo side cast. As carretilhas convencionais eram particularmente apreciadas, de muito boa qualidade. Era uma linha considerável e dizem que ela produziu milhões de itens esportivos no período em que atuou nessa área. É de se imaginar onde eles estariam agora. A maioria completamente destruídos? Observe o tom de azul. Algum desbotamento de cores pode sempre ocorrer em carretilhas individuais mas os Scouts, feitos em diversos tamanhos, foram realmente fabricados em vários tons de azul (mais claro ou mais escuro). A firma D.A.M. da Alemanha importou e vendeu carretéis Angler Scout em modelos chamados 1105, 1106, 1108 e 1110. Interessante saber também que os Scouts que foram vendidos pela D.A.M. da Alemanha Ocidental com marca “Champion” foram feitos em cores completamente diferentes, podendo ser encontrados em acabamentos dourado ou verde. Ainda no quesito design, alguém copiou alguém, pois os Katiusha soviéticos das décadas de 60 e 70 tinham praticamente o mesmo design quase sem tirar nem pôr, exceto por serem feitos de alumínio, muito melhor material contra a corrosão que o usado pelas Angler. Os soviéticos, de fato, não eram muito de comprar licenças dessas coisas, mas que faziam equipamentos duráveis isso não se pode negar. Eram cinco modelos Side Cast: 8-50, 8-60, 8-80, 8-100, 8-120. Como as carretilhas da Angler, esses também são muito interessantes, com vários recursos. O 8-60 tem pouco mais de 3 polegadas de diâmetro e o 8-80 é de 3,75". Nas Side Cast, o tamanho importa no quesito velocidade de recolhimento. Todos têm um acabamento/estilo muito agradável e apresentam o design sidecast através de um pé rotativo preso por mola em chapa. Eles têm também click-check (aquele que avisa quando o peixe está mordendo e carregando) e anti-reverso (que também tem um clique, então há um monte de cliques ocorrendo quando ambos estão ON, aumentando a resistência ao giro) . O anti reverso seria bem útil na hora da fisgada, de forma à linha não retornar com facilidade, mas a briga com um peixe lutador requeria que o mesmo fosse desativado de forma a evitar que numa corrida mais brava a linha estourasse. O click provavelmente era mais usado como um freio adicional à palma da mão durante a briga, pois uma escapadela da mão poderia causar um pequeno desastre nessa hora e ele sempre dá uma certa resistência no carretel. O único problema com os Angler Scouts é que eles são suscetíveis à corrosão, sendo que a maioria à venda nos sites de leilão possuem alguma deterioração nesse sentido. Mas pode-se encontrar alguns muito bem cuidados que talvez tenham visto apenas água doce em sua vida ativa, se tanto. As Angler são, assim, equipamentos que valem a pena ter em uma coleção eclética.
  26. 3 points
    Para tirar cheiro de gasolina, nada melhor que Thinner.
  27. 3 points
    Confira a matéria na página web da Pesca&Cia: https://pescaecia.com.br/2019/02/07/sorte-principiante-pescaria/?fbclid=IwAR3c1z7d3SmziiG-ILoOZM-0a2LhKSXuiogV3MdtJQcTdwOOOAN9zNfqx2w Existe sorte de principiante na pescaria? REDAÇÃO7 DE FEVEREIRO DE 2019 MATÉRIAS EXCLUSIVAS0 COMENTÁRIOS 0 Confira a opinião de nossos staffs sobre um tema corriqueiro Existe sorte de principiante na pescaria? Alexandre Dick: Sorte de principiante com certeza existe! Eu mesmo já tive várias experiências com pessoas que pescavam pela primeira vez e que os grandes peixes apareceram exatamente nas iscas delas, principalmente na pescaria com iscas artificiais. Um caso curioso foi quando levei meu cunhado pescar tucunarés pela primeira vez, e coloquei na linha dele uma twitch bait, por possuir nado errático e não precisar tanta prática para trabalhar. Ele fisgou um tucunaré em Itaipu, como poucas vezes vi daquele tamanho na nossa região. A outra ocasião também foi a de um amigo acostumado a pescar com iscas naturais. Então, para ele, separamos uma isca de trabalho fácil. Um azulão muito raro, de 60 cm (enorme para o sul do país), foi capturado! Se isso não for sorte, não sei o que é, já que nenhum deles tinha prática com carretilhas e artificiais, e capturaram peixes enormes para os padrões locais. Guilherme Monteiro: No creo en brujas, pero que las hay, las hay. Existe sim a sorte, que, ao meu ver, também está relacionada ao fato de acreditar que a mística existe. Na pesca, crer é a diferença entre pegar ou não. Pepe Mélega: Sim existe. Há sempre uma parcela de sorte em toda a pescaria. Podemos estar pescando vários peixes de porte pequeno, com a técnica adequada e com equipamento para pegar um exemplar de porte maior, mas o peixe simplesmente escolher a linha do parceiro – principalmente quando é iniciante. Dizem que é uma estratégia dos “deuses da pesca” para agregar novos viciados. Não sei se é verdade, mas que o grande sempre sai para o iniciante ou quando levamos a companhia feminina para pescar. Domingos Bomediano: Por não acreditar em sorte ou em azar, penso que não se trata exatamente de uma questão de sorte, mas sim, do conluio de vários detalhes que costumam levar a um resultado favorável para o principiante. A começar pelo fato de que, na maioria das vezes, ao menos no meu caso, sempre se favorece ao principiante para que consiga seu peixe, porque, sem conhecer todas as manhas, o novato deixa de fazer várias coisas que o veterano faz, até impensadamente, no afã de conseguir um peixe. De sorte que isso, às vezes, pode ser determinante para o sucesso do principiante. Rodrigo Amaral: Existe sim e creio que está relacionado ao psicológico da pessoa. O principiante normalmente vai relaxado, sem pressão de pegar ou não o peixe. E isso parece que atrai: o peixe parece sentir quando o pescador está tenso. Do mesmo jeito que existe o tal pé frio, também existe o sortudo. Braguinha Sorte existe. Mas quando o pescador pega um é sorte, dois pode ser que sim ou não, mas três significa que o cara é bom. Sorte existe quando o cara nunca pescou e pega um exemplar diferenciado. Independente de ser a primeira vez ou não. Sorte em três peixes grandes não existe. Deve ter técnica, equipamento e um pouco de assessoria. Eu acredito em sorte. Vladimir Ferreira: Acredito que a sorte existe, não só para o principiante, mas para todos. Entretanto ela representa uma parcela mínima durante as nossas pescarias. Um dos maiores jogadores de golfe da história, o australiano Arnold Palmer dizia: “Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho”. No nosso caso, quanto mais pescamos, mais chances daremos para a sorte nos brindar. Sortudo ou não, o mais importante é o principiante tomar gosto pela pesca…
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    Sou obrigado a descordar da sugestão de meu amigo @Roque Moraes, ao menos em partes. Hotel aqui em Olímpia, dentro do Thermas, é um tanto quando salgado. Mas aí depende muito também da sua disponibilidade financeira, e de conseguir algum desconto também. Indubitavelmente, estar hospedado praticamente dentro do parque tem diversas vantagens. Minha sugestão seria procurar casas no airbnb, financeiramente pode ser mais viável. Ou não também. É algo mais pessoal... A cidade de Olímpia não é muito grande, então a locomoção não é nada de outro mundo por lá. Destas perguntas aí: 1- fazemos boas pescas na região mesmo no inverno. Caso não conheça esta região ainda, provavelmente ficará "assustado" com o frio de 25º que predomina aqui no inverno. Os dias que fazer frio, somados, não dão uma semana. Então, não vejo motivo para a pesca ser prejudicada pela época do ano. Contudo, recentemente, a água nos braços do rio tietê estava com uma gosma verde e nas cidades de Adolfo, Mendonça e arredores. Se a água estiver assim, aí é problema. 2 - não sei como são estes locais que citou, mas as iscas mais utilizadas aqui variam de 5 a 12cm em média. Mas é outra coisa um tanto quanto particular. Eu prefiro iscas médias, enquanto outros amigos gostam das pequenas e alguns outros das maiores. Superfície e meia água são mais comuns, iscas soft podem ser um trunfo nesta época do ano também. 3- não faço a menor ideia, pois meus amigos e eu pescamos somente de caiaque por aqui. Pesquei com barco/motor alugado e guia uma única vez, para ir com meu pai, custou algo em torno de $300,00. Mas não foi em Pereira, foi em Guaraci. Se não estiver bom de pescar para os lados de Pereira, perto de Olímpia tem muita opção também, Guaraci é uma delas.
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    Contribuindo...Pescaria deste sábado(11/05) Stick nelas...
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    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk e vai na loja de pesca e pede a versão nova da Aldebaran kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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    Xiiiii, pelo jeito não pescou no fds
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    conheço um ( vários ) local bacana .... sabe a Tamoios ? ... pega ela até o fim ... uheuheuheuhe .........
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    Já usei muito uma destas, só que a minha era para guardar um latão de 5 litros.
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    Que show de pescaria! Pode passar o link do material?
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    Amigos, resolvi este fim de semana fazer um esquema bate e volta, sempre tive vontade de pescar no lago de Palmas. Bom dessa pescaria que a maioria das gdes cidades tem voos diários para Palmas e podemos fazer uma pescaria rápida. Aliviando a tensão do trabalho A represa de Lageado é muito gde e compreende os município de Lageado, Palmas, Porto Nacional. Em suas águas tem como estrela o tucunaré azul, mas tb habitam tucunarés amarelos, corvinas e outras especies. Trabalhei até o fim da tarde da sexta feira e a noite já embarcava em Campinas-SP, com destino a Palmas-TO. A 1 da manha já estava na cidade, onde o guia Vitor já me esperava, rodamos 70km e já estávamos na cidade de Porto Nacional de onde seria nossa base. Dormida rápida, e as 6 da matina já tomávamos cafe da manha, o guia já nos esperava, e de lá em alguns minutos já navegávamos no lago. A água ainda esta bem turva devido as fortes chuvas. Pegamos diversos peixes, com ação na superfície e nos jigs. Após o almoço, fomos a um pedral submerso, muita ação de peixe no jig pindocando o fundo, ai erramos, saímos para ver outros pontos e largamos o filé, depois das 14 horas foi bem fraco. Mas dia top, alguns peixes bons, o maior 7lbs. calor bravo a bela represa parceira do almoço a represa A noite fomos a um churrasquinho, muito dez, recomendo. Domingo saímos de outra rampa um pouco mais distante. Infelizmente neste ponto a água estava muito barrenta e poucas ações ate as 10 horas da manha. Então o guia conhecia um lago que ligava a represa, mas que por ser um canal estreito tinha aguá limpa, lá rumamos, acertada decisão, peixe bem ativo na superfície. Agua turva Pausa para almoçarmos, flutuante recomendadíssimo. Cerveja gelada e muito colírio para os olhos...rsrsrs A igreja centenária e histórica de Porto Nacional A tarde batemos a região de água barrenta, ai foi bem fraco. pelo menos tinha muita cerveja... Gdes amigos, só vcs para me aguentarem Fim de tarde no centro do Brasil Na segunda-feira o Andrezinho tinha q voltar trabalhar, como meu voo era só as 17 horas, sai pescar sozinho até meio dia. Fomos direto ao pedral do primeiro dia, parecia lambari, embarcamos mais de 40 peixes até meio dia, com 7 peixes acima 50cm e pesos entre 7 e 8 libras, nem mudamos o ponto. O tempo amanheceu meio tímido Hora de ir embora Nada como um bom PF de estrada Material utilizado: Varas- Saint Croix 17 e 20lbs SCIII 5'7" by Waka Custom Rods Carretilhas Core51MG, Aldebaram 101MG7, Scorpion 51HG Linha-Power Pro 4 fios 40lbs Leader-Fluorcarbono 40lbs LineSystem Snap-Capela G Iscas mais utilizadas- Zigzarinha, Firestick, e jigs(4/0 14g) Contato do Guia Vitor no Tocantis: 63-92031159 Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa Abs Boa semana e pescaria a todos Carlos Dini Para quem quiser acompanhar minhas pescarias: facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260 Instagram @pescadini #pesca_dini
  38. 2 points
    Pode-se dizer que sempre houve uma preocupação entre os honrados ativistas haliêuticos - outra palavra para pescador - e a aquisição de seu equipamento. De fato, coisas como interesse e poder monetário sempre estiveram presentes na hora de conseguir o melhor, desde a fabricação do primeiro anzol, e com ele a descoberta de que um bom material de pesca poderia ser um objeto de troca valioso e desejado. Um bom artesão poderia, assim, conseguir manter sua despensa cheia não apenas com o uso de seu trabalho, mas também com o fruto de suas barganhas. Já foi postado por aqui descrição dessas duas carretilhas side cast de baixo custo, as Angler Scout e a Katiusha, de fabricação Japonesa e Russa respectivamente. Mas não foi colocada uma comparação entre ambas. Equipamento muito assemelhado e forma e função. Praticamente cópias um do outro, inclusive internamente. As duas eram muito semelhantes: equipamentos acessíveis e do tipo que faziam seu trabalho sem medo de ser feliz. Pelo menos a Japonesa era fabricada em vários tamanhos, desde 8-50 até a enorme 80-120. Mas não tenho conhecimento de tamanhos diferentes de sua companheira Russa, embora fosse feita até com material de melhor qualidade. As Angler eram muito suscetíveis à corrosão devido à liga de metal barato de que eram feitas, enquanto a Katiusha era feita em alumínio, um material que permitiria ao pescador até se arriscar em águas salgadas e salobras sem muito medo de estragar seu equipamento em pouco tempo. Essa, uma prova de que as cópias podem até ser melhores que as originais, isso se não foi exatamente o contrário, claro. Na foto, uma Katiusha Russa e duas Angler Scout 8-60. Era comum os pais e avós presentearem os filhos com esse tipo de equipamento para seus primeiros contatos com o nobre esporte devido ao custo acessível dos mesmos, pelo menos nos países onde os mesmos eram vendidos, o que não inclui o Brasil. A nossa memória de pesca, nesse sentido, é um tanto pobre, pois a variedade existente no século passado era mais acessível na Europa e USA, sendo que a atividade da pesca amadora sempre foi maior e mais presente nesses continentes. Falo aqui da pesca amadora dita "sofisticada", onde molinetes, carretilhas e varas de pesca eram objetos muito variados em preço, praticidade, qualidade e acessibilidade, com dezenas senão centenas de fabricantes e milhares de patentes. Esse era o universo de então, hoje acessível apenas por antigos catálogos, reportagens, livros e coleções particulares, e às vezes por um ou dois itens cuidadosamente guardados no armário devido a questões emocionais. Captura de pike com uma Angler Scout 8-120 por Dave Burr (http://daveburrsblog.blogspot.com/) Esse tipo de material ainda é perfeitamente utilizável hoje, tendo pescadores que eventualmente ou até constantemente os usam em suas saídas costumeiras. Notar que para a prática do "Course Fishing", ou seja, pesca em água doce, bastava uns cinquenta metros de linha de razoável qualidade no carretel, uma vara barata, anzóis e bóias na caixa para se ter diversão por muito tempo, anos ou décadas com o mesmo equipamento. Quantos peixes esse tipo de equipamento capturou durante os anos de apogeu? Devem ter sido incontáveis...
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    Hoje à tardinha, havia perdido vários botes, sem conseguir concluir nenhuma captura, estava desanimado e quase indo embora...resolvi fazer uns arremessos com uma zarinha da KV cor osso com cabeça vermelha...ela salvou meu dia! Um toco de traíra com seus 1,5 kg
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    Segunda feira, dia 04\02\2019, chovendo torrencialmente em São Paulo mas chegando em Maeda tempo propicio para pescar. Nublado, 24" dia todo e melhor de tudo, pouco pescadores.. Ganhei recentemente na rifa 3 carretilhas: Abu Garcia Revo Rocket, Shimano Curado K 201 e Caenan 151. O Caenan dei para meu filho, Curado K 201 coloquei multi para pinchar mas no Maeda não permite pinchar, sobrou só Revo Rocket para testar. Excelente carretilha em tudo. Macio, lança longe e recolhimento rápido. Gosto de ficar no Tanquinho. Pouco pescador e muitos tambas tamanho médio mas diverte o dia todo. Para felicidades dos pescadores aumentaram 6 quiosques onde antes só tinham 4. No Tancão também. Algumas fotos só para marcar presença, por que pegam tambas dia todo, sem tempo para fotos. O meu amigo Claudio Koga no fly pegou muitas tilápias e no final muitas tambas também.. Quiosque do fundo. Só tinha um quiosque, agora mais 3. Lado direito, mais 4. Lado esquerdo mais 2 No tancão também acrescentaram vários quiosques
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    Penn Reels – sua história O começo da Penn Reels não é apenas uma história de um sonho americano, mas também uma história do equipamento de um fabricante que revolucionou a pesca em água salgada. Tudo começou em 1922, quando Otto Henze, um mecânico de 25 anos de idade, mudou-se da Alemanha para os Estados Unidos e começou a trabalhar para a Ocean City Reels, empresa na Filadélfia. Dez anos mais tarde, Henze deixa a Ocean City Reels e começou seu próprio negócio de carretilhas de pesca chamado Penn Fishing Tackle Manufacturing Company. A primeira venda registrada da empresa ocorreu em fevereiro de 1933, quando Miller Auto Supply Company of Harrisburg, Pennsylvania, comprou um de cada um dos modelos de carretilha da Penn: um Sea Hawk por U$ 1.21, uma Bayside por U$ 1.93 e uma Long Beach por U$ 2.48. No ano seguinte, a empresa dobrou seus modelos de carretilhas, que foram todos nomeados conforme as comunidades litorâneas no Atlântico e do Pacífico. Foi esta estratégia de “branding” que ajudou a estabelecer a Penn Reels como uma empresa de material focada na pesca de água salgada. O crescimento da Penn Reels no início dos anos 1930 foi dramático. Enquanto a América estava no auge da depressão, muitas pessoas pescavam para a sua própria alimentação e os tempos difíceis provaram ser uma vantagem para a empresa start-up de Henze. As carretilhas acessíveis da Penn eram o que os pescadores de praia e baía necessitavam para colocar comida na mesa. Em 1936, Penn Reels introduziu sua mais famosa carretilha, a Senator - uma carretilha revolucionária capaz de desafiar os maiores e mais poderosos peixes do mar, e que rapidamente se tornou uma carretilha popular, usada para capturas que batiam recordes mundiais. Enquanto os pescadores lendários como Zane Grey, Ernest Hemingway, e Michael Lerner viajavam o mundo e estabeleciam recordes. A Senator, ao preço de apenas U$ 25.00 deu a cada pescador uma oportunidade de estabelecer um recorde também. Em 1942, Penn Reels mudou-se para uma nova fábrica na West Hunting Park Avenue, na Filadélfia, sua localização atual. Vários anos mais tarde, quando Otto Henze faleceu, sua esposa, Martha, fez algo que poucas mulheres da época sequer consideravam. Aos 39 anos ela assumiu a responsabilidade pela gestão da empresa como presidente, e a Penn Reels continuou a prosperar sob sua gestão. Martha Henze foi uma ávida pescadora, uma vez capturou um Atum Rabilho de 613 libras e seu conhecimento em primeira mão da pesca ajudou a orientar suas decisões na empresa. No início de 1960, a Penn Reels introduziu seu primeiro molinete, o lendário Spinfisher 700 e, em seguida, introduziu a série International, construída especificamente para os pescadores de torneios Big-Game. Único em seu acabamento dourado anodizado, as Carretilhas International gabavam-se de serem as primeiras com Pre-Set e um Strike-Stop interno. A Penn Reels prosperou ainda mais quando Otto Henze Jr. se juntou a sua mãe na gestão da empresa. Sob sua direção, a Penn Reels tornou-se uma líder em inovação e desenvolveu muitos dos atuais recursos patenteados da empresa. Hoje, a Penn Reels continua a liderar a indústria com inovações, com a introdução de novos recursos e projetos que dão aos pescadores uma vantagem extra quanto a captura de peixes para recordes. “Desde o início, a Penn tem estado na vanguarda do design da carretilha moderna e da produção”, disse Mike Arroz, diretor de marca da Penn. “O fato de que milhões de pescadores experientes de todo o mundo colocam sua fé em produtos Penn é o que nos inspira a continuar o sonho de nosso fundador de ser o equipamento de maior qualidade do mundo.” Aqui, uma sequência de fotos do autor de uma Sailfisher 130 da década de 50 e ainda em ótima forma: Algumas especificações: Sailfisher - A strong, fast reel for light tackle game fishing, for trolling and bottom-fishing. (1968 Penn Catalog) The 130 Sailfisher (not to be confused with the 130 model from the International series) was manufactured by Penn from the mid 50's to 1969. Name/Series: 130 - Sailfisher. Construction: Narrow, one-piece spool, Extra strong main and pinion gears, Full range drag, Oversized torpedo handle. A relação de recolhimento é de 3:1 . Possui 5 washers de metal (brass) e mais 5 HT-100. É uma carretilha pesada, feita para pesca leve oceânica. Os anéis superiores são feitos para prendê-la no colete de combate de forma a ajudar os pobres braços do pescador. Do diâmetro de uma 4/0 mas com carretel mais estreito, Dourados, Wahoos e peixes oceânicas mais lights são o alvo para esse equipamento. Os parafusos e borboletas embaixo do reel pad são para uma melhor e mais garantida fixação na vara de pesca, que necessita ser especial para pesca oceânica, pois os peixes por lá podem ser especialmente violentos. Aqui, uma foto da caixa original, encontrada na internet:
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    Po, parabéns amigo, que satisfação vc ter enfrentado essa barra e saindo vitorioso e pescando... sensacional. Dica, nunca pare de pescar rs
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  45. 2 points
    Muitos ficam em cima do muro, aproveitando o seu relato e informações, mas não existe reciprocidade... Desanimei. Relatei ultimamente muito do Tanquinho. Verifiquei que aumentou sensivelmente a presença dos pescadores mal educados em grupos.. Prefiro pescar sem relatos... Por outro lado pesco em média 2 X por semana e os relatos seriam muito repetitivos.. Abraço
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    Rapaz, acho que pegamos sempre da mesma espécie então... Peguei uma corvina de ~7kg esses dias, mas a balança insistia em marcar um pouco menos de 500g. Esses equipamentos de hoje não são muito confiáveis.
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    Uai, só agora vi esse vídeo! Muito legal, grande Mauricio! Apreciei bastante a trilha sonora com a suite Nº1 em violoncelo de Bach.
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    hahahaha.... pensei a mesma coisa e arrisco dizer que foi por causa do molinete Mitchell ou Penn, eu acho.... Tá mais pro segundo por causa do parafuso embaixo do chassi! Mas poderia ser...rsrsrsrs
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    Carne de sogra? To fora...

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