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Showing content with the highest reputation since 19-02-2019 in Posts

  1. 3 points
    Para tirar cheiro de gasolina, nada melhor que Thinner.
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  3. 2 points
    Pescar traíra requer alguns cuidados, por isso, hoje venho com os 5 principais erros cometidos durante a pesca das dentuças. Tome nota e melhore o sucesso da sua pescaria. 1. Pescar traíra com o material errado É comum o pescador estar com o material incorreto para pescar traíra, seja com conjunto desequilibrado, vara muito mole para fisgar, ou muito dura para o tamanho da isca. O equilíbrio é fundamental no conjunto. 2. Apressar a fisgada Quando se pesca com iscas de borracha ou soft, por exemplo, muito tradicionais para pescar as dentuças, o pescador costuma se afobar na hora da fisgada, não dando o tempo necessário para acomodar melhor a isca na boca, logo, a retirando ao invés de fisgar. Lembre-se da regra dos 3 segundos. 3. Pouca paciência É preciso paciência na pesca de traíras. Insistir no ponto, na maioria das vezes, é fundamental para obter melhor resultado nas fisgadas. Se você troca de ponto a toda hora, está cometendo um grande equívoco neste caso. 4. Trabalhar a isca no tempo incorreto As dentuças são, por sua natureza, lentas. Trabalhar as iscas rápido demais é um erro comum, principalmente quando se usa carretilhas de recolhimento extra rápido. A traíra muitas vezes não acerta a isca, ou mesmo não ataca se não for de forma extremamente lenta. Pesque com trabalho lento e abuse das paradinhas. 5. Falta de cuidado ao manusear Acidentes com traíras acontecem mais do que se pensa, a falta de cuidado ao manusear as dentuças é a principal causa. Arredias, ferozes e cheias de dentes, elas estão sempre prontas para lhe devolver uma garatéia, ou ainda lhe desferir uma mordida ardida. Use alicate de contenção e um de bico, e tome cuidado sempre. Texto: Guilherme Monteiro (Colaborador da Revista Pesca & Companhia e Pro Team Pesca Pinheiros)
  4. 2 points
    Boa tarde. Ano passado, em duas ocasiões, tive a chance de conhecer e testar algumas técnicas para a captura dos famosos black Bass. Nunca fui um grande entusiasta, mas tendo ouvido falar da complexidade das técnicas usadas para a espécie, não podia deixar de aproveitar as chances que se apresentassem. Além disso, muitas das técnicas que usamos hoje para tucunarés, traíras e outros foram desenvolvidas com os verdinhos, como muitos os chamam. A primeira oportunidade que tive para pescá-los foi em uma viagem para a turística cidade de Canela. A Catedral de Pedra de Canela. Ficamos na estância Invernadinha uma pousada rural, bem no limite com o município vizinho de São Francisco de Paula. Logo em frente das instalações para os hóspedes há um lago onde pode-se pescar carpas. Pegamos algumas, mas sem tirar fotos. Na manhã seguinte, fui tentar o objetivo principal em uma barragem, um pouco mais afastada. Era época de outono e as primeiras frentes frias já estavam dando as caras. Tinha ouvido falar que a espécie fica manhosa e exige bastante dedicação até revelar a técnica que está funcionando em ocasiões como esta. Sendo assim, passei a testar variadas iscar e trabalhos. Não davam sinal na superfície quando trabalhava popers e zaras, mas percebi que seguiam alguns plugs de meia água, sem atacá-los. Decidi então tentar iscas soft com lastro. Com um pouco de insistência senti um puxão até mais forte do que o esperado enquanto trabalhava uma minhoca salgada de cor branca perto de uma vegetação. Com bastante cuidado trabalhei e pude capturar o meu primeiro Bass. Na sequência vieram mais algumas ações. Achei o tamanho razoável para a primeira tentativa. Mas o clima inconstante da serra mostrou a cara e o tempo virou. Um vento frio passou a soprar forte e voltei para a pousada para o almoço e outras atividades. Depois emendou uma chuva forte e não pude retornar ao lago. Alguns meses depois, já em meados de setembro, saindo do inverno persistente do ano passado, voltamos à serra, desta vez, no município de São José dos Ausentes, terra dos cânions. Fomos para a bela Pousada Montenegro a fim de visitar as belezas naturais do lugar. Além dos cânions, há outras belas paisagens para admirar, como o desnível dos rios Divisa e Silveira, taipas de pedra, cachoeiras, entre outras. Também há um lago na propriedade, com muito black Bass. Há a possibilidade da pesca de trutas nos rios, mas como utiliza-se o fly fishing, acabei não praticando, já que não sou adepto da modalidade. Entre um passeio e outro, tirava um tempo para uns pinchos no lago. Seguem as fotos: Esse foi o primeiro. Bateu em uma chaterbait. Como os exemplares eram pequenos, passei a usar plugs, softs e spinners bem pequenos. Daí ficou fácil. Quando as ações paravam era só mudar a isca ou a técnica que eles voltavam a atacar. Em alguns períodos do dia, percebendo que eles estavam mais ativos, utilizava pequenos popers e zaras, conseguindo também belos ataques. Para mim o mais interessante foi perceber que a minha filha, de dois anos e meio na época, imitava meus movimentos com um graveto nas mãos. Então arremessei e entreguei a vara para ela recolher. Ela fez muito bem, olha o resultado: Não foi a primeira vez que levei ela comigo, mas desta vez ela mesma tirou um peixe da água! O primeiro peixe dela! Enfim, foram 27 peixes pelas minhas contas, pescando no início e final do dia por períodos de meia hora à uma hora durante 3 dias. Na próxima vez, tentarei espécimes maiores em outra represas da região. Seguem outras fotos da serra: Material: Utilizei um conjunto na casa das 17 libras, com carretilha, multifilamento e leader de 30 libras, sem nada de especial para descrever. As iscas variaram de acordo com a situação do tempo e o local. Na primeira pescaria, quando estava mais frio, tive sucesso com iscas soft maiores. Na segunda, pequenos plugs de meia água foram mais produtivos, além de iscas soft pequenas e pequenos popers. No final, foram dias interessantes, que deixaram boas lembranças e aprendizado. Em especial despertando o interesse da minha menina pela pesca. Grande abraço e boas pescarias.
  5. 2 points
    Pra matar a saudade do sensacional Alvin Lee, essa sonzeira:
  6. 2 points
    Orgulhoso de meus amigos Danilo Simi (meu professor de guita) e Nicolas Simi, lançando hoje este vídeo, com o cantor americano Darrel Nulisch! Espero que gostem! Quem puder curtir e compartilhar no Facebook, agradecemos (o link para a publicação no Facebook é este: O Youtube: https://youtu.be/cL6dEr4FHlA
  7. 2 points
    depois acende um fosforo ....
  8. 2 points
  9. 2 points
    Pode até não ter, mais é o caso de passar uns dias tentando rsrs
  10. 2 points
    Essas informações foram compiladas de diversos sites e fóruns de língua inglesa, principalmente Norte Americanos. Acredito que é a primeira vez que são fornecidas em Português. E, claro, a primeira vez no Brasil.
  11. 1 point
    Fala Pescadores! Deixo aqui meu humilde e emocionante relato com a primeira experiência com iscas artificiais: Assim como a maioria dos amigos pescadores, comecei muito pequeno a pescar com meu Pai e meu Avo, íamos praticamente todos os dias no Rio do Peixe aqui no ladinho da minha cidade Arroio Trinta Santa Catarina, sempre pescávamos com isca natural, Carpas, Jundiás e Lambaris, bom, infelizmente a alguns anos meu Pai veio a falecer, e meu Avo também, com isso deixei a pesca um pouco de lado e esporadicamente ia ao rio pescar, sempre fui extremamente apaixonado pela pesca, enfim, a um tempinho vinha vindo assistindo muitos videos de pescarias de traíras, saicangas e jacundás com artificias, pois aqui na minha região, meio Oeste Catarinense é o que temos de predadores nos nossos rios, mas aqui á muita pesca predatória, e então mesmo querendo muito investir em um equipamento bom e iscas artificias para pescar aqui nos rios, não sabia se valeria a pena pois pela pesca predatória dos rios não imaginava que teria peixes bons, e boa produtividade por aqui, principalmente a Traíra! Mesmo assim resolvi investir nas tralhas, vou deixar aqui em baixo o que comprei, chegou semana passada e hoje tive tempo para ir no Rio, cheguei por volta das 7 horas da manhã, fui em um lugar que imaginei poder ter alguma traíra, mesmo desacreditando ter aqui, acreditando mais ter Jacundás e Saicangas que dão boas emoções também, bom, coloquei uma Inna 60 corpo branco cabeça vermelha e bora para os arremessos, depois de uns 15 minutos insistindo bate na isca essa Traíra, acredito que seja a Tornasol, e dale briga com a bixinha, com a varinha 12lb envergando nem acredite, quando pulou, erra uma traíra monstrinha, tirei da água e nem acredite, linda traíra, cheguei a ficar emocionado, que ótimo que ainda exista bons peixes por aqui, valeu totalmente o meu investimento, fotografei e devolvi para a água, para me dar ainda mais alegria por um bom tempo, logo depois peguei uma saicanga pequena e um jacundá, todos devolvidos para a vida! Bom, tive que compartilhar com os amigos essa bela esperiência, que para mim foi o troféu da minha vida, primeiro peixe na artificial, uma Traíra de uns 45 centímetros, linda, não tem preço que pague essa emoção, agora bora capturar mais delas, pesque e solte sempre! Equipamento: Vara: Lumis Intense 5'8 4 - 12 Lbs Carretilha: Marine Sports Brisa Lite 11000 Linha: Multifilamento Marine Sports Saigon Pro Line X4 20 Lbs Leeder: Saigon Pro Line Power Leader 100% Fluorcarbon 23 lbs Local da pesca, fundo é lage com muitas pedras, aproximadamente 1 metro de fundura, muito bom para as Tornasois:: Troféu, Traíra Tornasol, aproximadamente 45 centímetros de comprimento, infelizmente ainda não tenho a alicate de contenção, tenho que comprar URGENTE: E para alegrar ainda mais a pescaria, um Jacundá e uma Saicanga: Bom amigos é isso, se alguém tiver dicas de iscas, tamanho, cores e trabalho das mesmas que seja bom para as Tornasois de rios, fico agradecido, pois quero fazer mais uma comprinha de umas dez iscas, para escolher as melhores, já que tenho que comprar a alicate de contenção, aproveito pegar mais umas iscas junto, isso vicia!!! Grande Abraço a todos! Pesque e solte SEMPRE!
  12. 1 point
    Só a lista de coisas erradas nesse vídeo daria uma página...
  13. 1 point
  14. 1 point
    Primeiro multifilamento 6 fios?
  15. 1 point
    fico vendo esses videos e literalmente viajo junto ..... aí ligo a tv e vejo o que passa .... sinceramente acho que vivo em um mundo surreal ... * muito bom esse Simi Brothers hein Bome ...
  16. 1 point
    Muito TOP Fraus, ainda vou conhecer o recanto, acredito que em Maio, nas minhas férias.
  17. 1 point
  18. 1 point
    lamentável isso. Mas é bom fazer o relato. Isso não necessariamente depõe contra a marca mas nos deixa alerta. Eu pretendia comprar um caiaque de uma marca antes de adquirir o samurai da BRUDEN, mas vi diversos relatos sobre a fragilidade do casco. Isso foi decisivo na minha escolha pelo samurai, um verdadeiro tanque. Os fabricantes deveriam participar de todos os fóruns de pesca de caiaque. Assim teriam como aprender com seus eventuais erros e também defender seus produtos. abraços a todos.
  19. 1 point
    Phillipe, em todo complexo lagunar da barra e do recreio tem robalo ... Eu ja pesquei algumas vezes de cima dos piers de observação e dos que sao pontos de paradas das balsas no canal da barra ..... E de pé no chão no Rio Morto. Entre 2009 e 2010 eu trabalhei na barra, pescava direto de cima desses piers .... atras do antigo free way era certo pegar um robalinho, ubarana ou xareuzinho. Eu nunca pesquei embarcado pelas lagoas e canais, mas hj em dia se vc comecar a navegar por la vai encontrar facilmente uma galera pescando de caiaque. A pesca de robalo por la não tem misterio, eh do jeito que vc conhece. O camarão com Jig Head se popularizou, mas vc pode pescar de bait com plugs de superficie e meia agua (minha preferencia) . Vc vai ter que descobrir o que e a forma que o peixe quer comer naquele dia. Vc com esse bote ai, em dia de mar flat, atravessa para as Tijucas .... vai pegar coisa boa por la! Abçxxxxx
  20. 1 point
    Seja bem-vindo ao Pescaki, Phillipe! Sobre tua pergunta, melhor que respondam aqueles que costumam frequentar ao local. Contudo, aqui mesmo no fórum há um bocado de informações que ao longo do tempo vêm postadas de forma dispersa, de cuja leitura conseguirá aprender um pouquinho mais. O robalo fascina e, igual de fascinante é aprender as manhas para sua pesca.
  21. 1 point
    A pequena cobra? Tá lá!
  22. 1 point
    O Sr é um fanfarrão .
  23. 1 point
  24. 1 point
    Antonio, nao tenho grande conhecimento tecnico, minha opnião eh em cima do tempo que eu pesco embarcado em alguns modelos de embarcações ... Eu ja tive um barquinho mas era bem humilde, de aluminio 4,2 hehehee .... porem ja pesquei algumas vezes num Romano Marine, que eh copia do panga, de um guia que opera aqui na Boca da Barra da Baia de Guanabara e ele sempre sai sentido Ilhas cagarras e costeira da zona sul do RJ .... Acho que eh 26 pés e conta com motor 90hp. Qdo o mar ta bem lisinho, ou dentro da baia, cara navega bem demais, literalmente desliza na agua .... Mas ja peguei mar um pouco mais picado e ela bate mto, joga agua pra cima mesmo .... tem que aliviar bem a mão no motor ... Mas tem mtooooo espaco cara! Borda numa altura boa pra jigar e poppar .... Logo vem alguem com mais conhecimento que eu pra te ajudar, mas na minha opniao se vc vai navegar em aguas mais calmas, eu acho que eh uma otima opção! Pra encarar marzão, nao sei ... so alguem mais capacitado mesmo pra te responder! Abçx e boa sorte na escolha!
  25. 1 point
    Com o calorão que tá aqui pra bandas de Joinville, nem precisa acender a churrasqueira, é só deixar no sol!

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