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    Para tirar cheiro de gasolina, nada melhor que Thinner.
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    Pescar traíra requer alguns cuidados, por isso, hoje venho com os 5 principais erros cometidos durante a pesca das dentuças. Tome nota e melhore o sucesso da sua pescaria. 1. Pescar traíra com o material errado É comum o pescador estar com o material incorreto para pescar traíra, seja com conjunto desequilibrado, vara muito mole para fisgar, ou muito dura para o tamanho da isca. O equilíbrio é fundamental no conjunto. 2. Apressar a fisgada Quando se pesca com iscas de borracha ou soft, por exemplo, muito tradicionais para pescar as dentuças, o pescador costuma se afobar na hora da fisgada, não dando o tempo necessário para acomodar melhor a isca na boca, logo, a retirando ao invés de fisgar. Lembre-se da regra dos 3 segundos. 3. Pouca paciência É preciso paciência na pesca de traíras. Insistir no ponto, na maioria das vezes, é fundamental para obter melhor resultado nas fisgadas. Se você troca de ponto a toda hora, está cometendo um grande equívoco neste caso. 4. Trabalhar a isca no tempo incorreto As dentuças são, por sua natureza, lentas. Trabalhar as iscas rápido demais é um erro comum, principalmente quando se usa carretilhas de recolhimento extra rápido. A traíra muitas vezes não acerta a isca, ou mesmo não ataca se não for de forma extremamente lenta. Pesque com trabalho lento e abuse das paradinhas. 5. Falta de cuidado ao manusear Acidentes com traíras acontecem mais do que se pensa, a falta de cuidado ao manusear as dentuças é a principal causa. Arredias, ferozes e cheias de dentes, elas estão sempre prontas para lhe devolver uma garatéia, ou ainda lhe desferir uma mordida ardida. Use alicate de contenção e um de bico, e tome cuidado sempre. Texto: Guilherme Monteiro (Colaborador da Revista Pesca & Companhia e Pro Team Pesca Pinheiros)
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    Boa tarde. Ano passado, em duas ocasiões, tive a chance de conhecer e testar algumas técnicas para a captura dos famosos black Bass. Nunca fui um grande entusiasta, mas tendo ouvido falar da complexidade das técnicas usadas para a espécie, não podia deixar de aproveitar as chances que se apresentassem. Além disso, muitas das técnicas que usamos hoje para tucunarés, traíras e outros foram desenvolvidas com os verdinhos, como muitos os chamam. A primeira oportunidade que tive para pescá-los foi em uma viagem para a turística cidade de Canela. A Catedral de Pedra de Canela. Ficamos na estância Invernadinha uma pousada rural, bem no limite com o município vizinho de São Francisco de Paula. Logo em frente das instalações para os hóspedes há um lago onde pode-se pescar carpas. Pegamos algumas, mas sem tirar fotos. Na manhã seguinte, fui tentar o objetivo principal em uma barragem, um pouco mais afastada. Era época de outono e as primeiras frentes frias já estavam dando as caras. Tinha ouvido falar que a espécie fica manhosa e exige bastante dedicação até revelar a técnica que está funcionando em ocasiões como esta. Sendo assim, passei a testar variadas iscar e trabalhos. Não davam sinal na superfície quando trabalhava popers e zaras, mas percebi que seguiam alguns plugs de meia água, sem atacá-los. Decidi então tentar iscas soft com lastro. Com um pouco de insistência senti um puxão até mais forte do que o esperado enquanto trabalhava uma minhoca salgada de cor branca perto de uma vegetação. Com bastante cuidado trabalhei e pude capturar o meu primeiro Bass. Na sequência vieram mais algumas ações. Achei o tamanho razoável para a primeira tentativa. Mas o clima inconstante da serra mostrou a cara e o tempo virou. Um vento frio passou a soprar forte e voltei para a pousada para o almoço e outras atividades. Depois emendou uma chuva forte e não pude retornar ao lago. Alguns meses depois, já em meados de setembro, saindo do inverno persistente do ano passado, voltamos à serra, desta vez, no município de São José dos Ausentes, terra dos cânions. Fomos para a bela Pousada Montenegro a fim de visitar as belezas naturais do lugar. Além dos cânions, há outras belas paisagens para admirar, como o desnível dos rios Divisa e Silveira, taipas de pedra, cachoeiras, entre outras. Também há um lago na propriedade, com muito black Bass. Há a possibilidade da pesca de trutas nos rios, mas como utiliza-se o fly fishing, acabei não praticando, já que não sou adepto da modalidade. Entre um passeio e outro, tirava um tempo para uns pinchos no lago. Seguem as fotos: Esse foi o primeiro. Bateu em uma chaterbait. Como os exemplares eram pequenos, passei a usar plugs, softs e spinners bem pequenos. Daí ficou fácil. Quando as ações paravam era só mudar a isca ou a técnica que eles voltavam a atacar. Em alguns períodos do dia, percebendo que eles estavam mais ativos, utilizava pequenos popers e zaras, conseguindo também belos ataques. Para mim o mais interessante foi perceber que a minha filha, de dois anos e meio na época, imitava meus movimentos com um graveto nas mãos. Então arremessei e entreguei a vara para ela recolher. Ela fez muito bem, olha o resultado: Não foi a primeira vez que levei ela comigo, mas desta vez ela mesma tirou um peixe da água! O primeiro peixe dela! Enfim, foram 27 peixes pelas minhas contas, pescando no início e final do dia por períodos de meia hora à uma hora durante 3 dias. Na próxima vez, tentarei espécimes maiores em outra represas da região. Seguem outras fotos da serra: Material: Utilizei um conjunto na casa das 17 libras, com carretilha, multifilamento e leader de 30 libras, sem nada de especial para descrever. As iscas variaram de acordo com a situação do tempo e o local. Na primeira pescaria, quando estava mais frio, tive sucesso com iscas soft maiores. Na segunda, pequenos plugs de meia água foram mais produtivos, além de iscas soft pequenas e pequenos popers. No final, foram dias interessantes, que deixaram boas lembranças e aprendizado. Em especial despertando o interesse da minha menina pela pesca. Grande abraço e boas pescarias.
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    Pra matar a saudade do sensacional Alvin Lee, essa sonzeira:
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    Orgulhoso de meus amigos Danilo Simi (meu professor de guita) e Nicolas Simi, lançando hoje este vídeo, com o cantor americano Darrel Nulisch! Espero que gostem! Quem puder curtir e compartilhar no Facebook, agradecemos (o link para a publicação no Facebook é este: O Youtube: https://youtu.be/cL6dEr4FHlA
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    depois acende um fosforo ....
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    Pode até não ter, mais é o caso de passar uns dias tentando rsrs
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    Essas informações foram compiladas de diversos sites e fóruns de língua inglesa, principalmente Norte Americanos. Acredito que é a primeira vez que são fornecidas em Português. E, claro, a primeira vez no Brasil.
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    Fiz um videozinho. Sei que muitos vão reconhecer peixes que já pescaram. Espero que gostem.
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    Com uma cerveja bemmm gelada ...........
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    Uma pena, Grande Fred!
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    Obrigado pelo retorno Leandro. Interessante sua colocação. Não sabia desta má fama das pangas. Como o barco é seminovo, devo fazer um teste drive antes de concretizar o negócio. Vou observar as suas colocações. Abraço
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    Depois de um arremesso olha o que saiu:
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    Aqui no sul o panga não tem boa fama, eu nunca tive e nunca usei, mas o pessoal daqui diz que não navega bem, falam que não tem estabilidade e corre na onda muito fácil.
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    Buenas amigo antes de usar o WD Lavei bem a linha denovo e apliquei apenas um pouquinho e pelo que percebi não ficou melecado então acho que coloquei a quantidade certa hehe... abraços pescador!!
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    Deve ter muito pernilongo a noite ! (inveja desgraçada)
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    Breve História da Bronson A Bronson Reel Company influenciou o mundo da pesca durante quase meio século. A Bronson Reel Company de Bronson, Michigan foi criada em junho de 1922 por E.J. McMahon, que anteriormente havia sido o gerente de vendas da Shakespeare Company em Kalamazoo. Quando a fábrica abriu, havia 15 funcionários trabalhando em uma pequena loja na North Matheson St., em Bronson. Compare isso com os 300 funcionários (com uma folha de pagamento de US $ 750.000) em 1950. Em 1928, a Bronson expandiu sua linha de carretilhas para pelo menos 13 modelos diferentes, com numerosas carrretilhas "comerciais" sendo produzidos para varejistas e atacadistas em todo o país. Naquele mesmo ano eles construíram uma nova fábrica de 15.000 pés quadrados na North Douglas St. Em 1931, Bronson comprou a Meisselbach-Catucci Mfg. Co. de Newark, N.J., fabricantes da famosa linha Symploreel de carretilhas de arremesso e de fly de alta qualidade. Por causa do aprofundamento da Grande Depressão, a Bronson só venderia a linha de produção de carretilhas Symploreel por alguns anos e a linha de produção das de fly foi mantida até 1940. Também em 1931, Bronson compraria a linha J.A. Coxe Reel Co., de Los Angeles, Califórnia, fabricante de algumas das melhores carretilhas de água salgada já produzidas. A Bronson começaria a produzir sua própria linha de carretilhas de água salgada a preços acessíveis em 1933, dando-lhe uma posição importante no mercado de água salgada até os anos 50. Em 1939, a linha Coxe se expandia para carretilhas de fly de água doce e a Bronson produzia mais de 130 modelos diferentes e construía entre 1.000 e 3.000 equipamentos por dia. Os preços das carretilhas eram para todos os bolsos. Apesar da contínua Depressão, Bronson estava ganhando dinheiro. O ataque a Pearl Harbor que mergulhou os EUA na guerra pôs fim a toda a produção de equipamentos de pesca por mais de quatro anos. Todos os fabricantes de equipamentos foram obrigados a interromper a produção até 31 de maio de 1942 e a participar do esforço de guerra. No início da Segunda Guerra Mundial, Bronson produzia 135 carretilhas diferentes, variando de preços de 25 centavos até 750 dólares para o topo da linha J.A. de água salgada Coxe. No início da década de 1940, Bronson era o maior fabricante de carretilhas de pesca do mundo, produzindo mais de 1 milhão de carreilhas de pesca em um único ano e detinha 62 patentes. A empresa produzia equipamentos de pesca para todos os orçamentos e para a maioria dos gostos dos pescadores. Sua especialidade e a espinha dorsal da empresa eram as de baixo orçamento. Bronson foi o principal fornecedor de carretilhas para a Sears & Roebuck Company nos anos 1940 e 1950. Algumas das primeiras Bronson foram marcados com um logotipo da Sears "WLS", a maior loja do mundo. As carretilhas da Bronson rotuladas como Sears incluíam a série Mohawk, Belmont reels, Great Lakes e produziram uma linha de carretilhas para a Sears sob o rótulo de J. C. Higgins do início dos anos 1940 até 1961. Na década de 1940, a Bronson Reel Company fez uma linha de carretilhas exclusivamente para a Montgomery Ward Company, sob o rótulo Sport King. Eles fizeram carretilhas na década de 1940 até os anos 60 para uma série de outras empresas, incluindo Speigel, Horrocks e Ibbottson, Western Auto Supply, Heddon, Abbey & Imbrie e outros (os equipamentos "Trade" eram muitas vezes idênticos em tudo a um de seus modelos regulares, mas remarcado com um nome de modelo diferente para um varejista particular ou atacadista). A produção de molinetes recomeçou em 1946, mas o número de modelos diferentes foi drasticamente reduzido a algumas dúzias. Mesmo as “Big Game” da Coxe foram descontinuadas. A partir do início da década de 1950, a Bronson Reel Co. desenvolveria uma linha inteira de carretilhas de fly de face aberta e fechada, que se tornariam o elemento básico de seus negócios. As carretilhas de arremesso estavam saindo da linha e Bronson reduziu seus modelos disponíveis para apenas alguns grandes vendedores das linhas Bronson e Bronson / Coxe. Eles ainda estavam fornecendo aos varejistas carretilhas "Trade", junto com a famosa # P-41 para a James Heddon’s Sons e tinham grandes contratos com Sears e Montgomery Ward. Na década de 1960, no entanto, as vendas estavam em declínio devido à enorme concorrência no mercado de carretilhas de fly e ao virtual desaparecimento do mercado de carretilhas de arremesso simples. Bronson mudou de dono mais de uma vez durante a década de 1950 e início dos anos 60, mas foi finalmente vendida para a True Temper Corp. em 1967 e a fábrica fechou vários anos depois. Alguns dos modelos originais ainda seriam oferecidos pela True Temper na década de 1970, mas os 50 anos de produção de carretilhas pela Bronson agora era praticamente história. Independentemente do motivo, o nome Bronson é uma grande parte da história da pesca nos Estados Unidos.
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