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  1. 11 points
    Com tanta coisa ocorrendo me sinto na obrigação de ajudar algumas pessoas que acham que estão comprando um bom caniço mais na verdade estão se enganando e tendo prejuízos. Não se baseie nos gostos dos colegas, defina o seu estilo e compre apenas o que realmente se encaixa nele, não por ser novidade ou achar a 10ª maravilha do mundo. O que devemos analisar ao comprar um caniço? 1 – Se a empresa que está fornecendo é idônea; 2 – Se já existem registros no mercado fornecidos por usuários; 3 – Consulte um profissional da área, ele vai avaliar o seu gosto pessoal e lhe indicar o melhor; 4 – Componentes, não abra mão de Passadores e Reel Seat das marcas Fuji, Alps, ou Pacific Bay. Não é frescura é durabilidade. 5 – Caniços híbridos devem receber uma atenção mais especial, uma emenda mal feita vai gerar problemas. Assunto pode ser conferido em http://campospesca.blogspot.com.br/2015/03/quebra-de-canicos-enxertados.html 6 - Verifique a montagem e disposição dos passadores e reel seat se estão dentro das especificações técnicas do fabricante. Responda as seguintes perguntas pensando no caniço desejado. 1 – Para qual distância deseja o caniço? A – Até 50 Metros. B – Entre 51 e 100 Metros. C – Entre 100 e 120 Metros. D – Acima de 120 Metros. 2 – Qual chumbo deseja utilizar? A – Até 50 gr. B – Entre 60 e 80 gr. C – Entre 90 e 120 gr. D – Acima de 120 gr. EX: 135/140 gr. 3 – Qual bitola de linha pretende utilizar? A – Até 0,20mm. B – Entre 0,20mm a 0,25mm. C – Entre 0,25mm e 0,30mm. D – Acima de 0,30mm. 4 – Qual o seu estilo de arremesso? A – Overhead Cast (Machadada). B – Brighton Cast (Lateral). C – Off The Ground Cast – OTG. D – Pendulum Cast (Pendulo). 5 – Como você se classifica? A – Arremessa forte, sendo ágil e com força. B – Arremessa de forma progressiva, carregando o caniço para aproveitar ao máximo dele. C – Arremessa de forma técnica. Ex: Letras B e C da pergunta de Nº 4. D – Arremessa de qualquer forma. Avaliações Respostas: 1)A 2)A 3)A 4)A ou B 5)B ou C Avaliação: Você procura um caniço de beirada entre 2.70 a 3.30 metros, de ação rápida, de preferência híbrida ou bastante sensível, para pescar bem na beirada em busca dos peixes que comem no barranco. Respostas: 1)B 2)B 3)A ou B 4)A ou B 5)B ou C Avaliação: Procura um caniço entre 3.50 a 4 metros de ação média para rápida capaz de erguer a linha sobre as primeiras ondas a fim de pescar na espuma entre o segundo e terceiro canal. Se na questão 3 você respondeu B, significa que está inseguro quanto a linha ou está a procura de um peixe maior. Respostas: 1)C 2)C 3)A ou B 4)A ou B 5)B ou C Avaliação: Gosta de pescar alternadamente ao fundo e meia agua. Você procura um caniço versátil de 4.20 a 4.50 metros que lhe proporcione sensibilidade a longa distância. Se na questão 3 respondeu C ou D está inseguro quanto a linha e vai perder distância no arremesso e vai sair da direção devido ao arrasto da corrente, diminua a bitola da linha para ganhar desempenho. Respostas: 1)D 2)D 3)A ou B 4)A ou B 5)D Avaliação: Desculpe a expressão, mas dentro dessas características você procura um cabo de vassoura. Não pelas respostas das questões 1,2,3,4 mas pela 5 resposta D. Tente se especializar mais em um tipo de arremesso mesmo que o mais simples, desta forma você vai garantir um melhor resultado, mantendo a integridade da isca durante o arremesso e obtendo mais precisão. Tente abaixar a bitola da linha, terá mais sucesso. Respostas: 1)D 2)D 3)A ou B 4)C ou D 5)B Avaliação: Você não precisa de ajuda, já é técnico o suficiente para escolher sozinho seu caniço, mas tente refazer as perguntas e responder sinceramente, fale a verdade praia mim. Brincadeira pessoal só pra descontrair.
  2. 8 points
    NOVA JORNADA NO FABULOSO SUIÁ-MIÇU Uma de boas coisas na vida é poder repetir algo que fizemos no passado com o mesmo sucesso. E assim foi com esta jornada na Pousada Suiá-Miçu, de nosso amigo Euler Vieira! Quando lá estivemos no ano passado em nossa primeira jornada, acertamos muito bem com os trairões e tucunarés, de sorte a resultar uma de nossas melhores jornadas enquanto pescadores, até porque a meta era justamente isso. Como tudo foi uma grande novidade, quisera parecer que talvez estivéssemos em uma semana de sorte e de abundância de peixes, mas nas conversas com o pessoal de lá, bem como, com os guias da pousada, soubemos que não havia nada de excepcional, senão a própria verdade: o local é mesmo muito bom de peixe! Então, nada melhor que repetir para conferir e foi o que fizemos! Estivemos novamente naquele lugar sensacional, tanto de beleza natural, quanto de pesca. Não foi possível uma jornada em época diferente daquela do ano passado por conta de compromissos, de maneira que, se no ano passado lá estivemos na penúltima semana de atividades, neste ano estivemos na última. Havia meses que não chovia por lá e, agora, no dia em que lá chegamos a temporada de “inverno” já se anunciava com as primeiras chuvas, inclusive com árvores caídas fechando a estreita estrada de terra logo mais próximo da pousada. Sorte que o pessoal de lá fica atento quando estão para receber pescadores e já ficam preparados para qualquer eventualidade de ter de limpar a estrada, permitindo a passagem. As estradas para se chegar à pousada são simplesmente espetaculares! Primeiro, um estradão, para depois afunilar-se e restar apenas uma maravilhosa estradinha mata adentro. Portanto, era de se esperar que a qualquer momento a chuva viria. E veio, não só no dia em que chegamos como também nos dias seguintes, mas apenas para amenizar o calor e ajudar a Natureza em seu processo de renovação, sem atrapalhar a jornada de pesca. Contudo, em poucos dias a pesca viria a se tornar impraticável, razão pela qual a formidável pousada só funciona de maio a setembro de cada ano, permanecendo fechada nos demais meses. De novo naquele lugar, era também de se imaginar que as coisas viriam a ser muito iguais e parecidas, mas na verdade, ali não há dia igual a outro, porque são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo ao redor do pescador. São belíssimas manifestações da Natureza a ponto de, em algum momento se ouvir grande estardalhaço na água para se perceber um grande cardume de tucunarés, bicudas e cachorras batendo firme sobre espécies menores, enquanto que em outro momento se ouvir barulho ainda maior para perceber então que um jacaré andou aprontando alguma nas cercanias. Mesmo quando a água está aparentemente calma se percebem pequenos peixes praticamente “voando” sobre a superfície para fugir dos ataques de peixes maiores, ou até mesmo de nossas iscas. Enquanto isso, araras, capitães-do-mato e outras aves estão sempre a nos agraciar com seu canto e harmonia. Quando se pensa que isso tudo possa entender-se esgotado, ainda sobrevém o importante detalhe de que às vezes é preciso “garimpar” estas manifestações da Natureza, para incluir não só o que se apresenta sob a forma de sons e imagens, mas também o que vem sob a forma de perfumes, sensações e também ocorrências somente perceptíveis pelo pescador mais atento, como foi o caso de percebermos a silenciosa travessia de uma anta em uma baía! Este é o coroamento da definição do que vem a ser a arte de pescar, que muito antes disso já começa em casa, no processo de escolha e arrumação da tralha, manutenção nos equipamentos, carregamento de linhas cuidadosamente escolhidas, eleição das iscas artificiais que estarão mais à frente, sem deixar em reserva aquelas relegadas a segundo plano, pois muitas vezes elas serão as verdadeiras protagonistas nas capturas, passando também pelo planejamento das estratégias que serão empregadas nas jornadas e mais alguns pequenos detalhes que ajudam a completar este prazeroso processo. Embora o rio ofereça outras espécies, como pirararas, cacharas, grandes cachorras e corvinas, preferimos novamente centrar nossos esforços na pesca de trairões, alternando com a pesca de tucunarés, muito embora tenham se apresentado alguns “intrusos” nas capturas, o que é sempre bem-vindo. O mais intruso foi um jacaré que entrou em uma isca "Trairão" que um amigo, Fernando, me enviou desde Espanha, mas teve até raia pega pela cauda! Para os tucunarés só usamos iscas artificiais, muito embora algum que outro tenha entrado na isca natural enquanto se tentavam trairões, porque estes, nem sempre estão muito dispostos às artificiais. É impressionante como o Suiá-miçu e seus tributários têm trairões, porque não se navega muito para encontrar um ponto onde estejam. Inclusive há pontos muito próximos à pousada não demandando mais que alguns poucos minutos de navegação. Contudo, o espírito humano quer sempre mais e melhores peixes, de sorte que não dispensamos todas as possibilidades, quando então, estivemos pescando, tanto no Rio Suiá-Miçu, quanto em alguns afluentes como o Águas Claras e o Paranaíba, ademais de algumas baías que ainda permitiam acesso. Embora à primeira vista todos os locais do rio pareçam iguais e tinham tudo para prometer capturas, em razão do conhecimento, o guia Edinho parecia passar por um ponto bom para parar em um que para nós não tinha tanto atrativo, mas logo em seguida vinha a comprovação de que a parada tinha lá seu fundamento, nos dando bons peixes. É aí que entra o conhecimento do guia, proporcionando grande jornada ao pescador. Vejamos um pouco dos peixes capturados no rio. Um dia, entramos no Rio Paranaíba, que é um afluente de águas muito límpidas e rasas, que alaga uma enorme área antes de entrar no rio principal. Mesmo em épocas de seca, como agora, sempre é alagado por quilômetros antes de entrar no Suiá-miçu. É impressionante navegar por seus meandros, enquanto se observam cardumes a correr paralelamente ao barco, sobretudo raias, corimbas, bicudas e tucunarés. É uma bela experiência! Ali, em qualquer ponto de alguma profundidade, sobretudo onde hajam tranqueiras paradas na margem, há trairões! Basta apoitar nestes pontos e lançar iscas, nestes casos, quase sempre naturais, vez que arremessos são impossíveis. Não raro se pescam trairões no visual, quando se podem lançar as iscas praticamente “na cara” do peixe, mas ao menos nos momentos em que tentamos, recusaram jigs, acatando muito bem às naturais. A exemplo do ano passado, navegamos bastante, na verdade, muitos quilômetros Paranaíba adentro, até chegarmos em áreas que nos ofereceram muitos tucunarés e alguns trairões muito bons. De mesmo modo, subimos também o Rio Águas Claras, que tem um “comportamento” um pouco diferente do Paranaiba. Primeiro, apesar de ter quase o mesmo porte, não forma grande alagamento em sua foz, senão em época de cheia, para ficar encarcerado nas barrancas baixas. Segundo, suas águas, apesar de límpidas, têm a coloração escura tipo coca-cola, comum em muitos rios amazônicos. Ali também, com pouca navegação já se chega em pontos de pesca de trairões, bastando encontrar locais que ofereçam alguma profundidade com galhadas. Em razão de que é um rio pequeno, sem áreas alagadas, ali, a pesca se concentra na pesca de trairões com iscas naturais, sempre rendendo muitas capturas, inclusive vários dublês. Nos dias em que subimos para pescar no Rio Paranaíba, no Rio Águas Claras e nas baías lá da região mais alta, sempre rolou o tradicional churrasco na margem do rio, algo muito apreciável e inesquecível! Enquanto lá estávamos havia várias outras equipes pescando, resultando que ao final do dia sempre tínhamos boas estórias a contar e, sobretudo, a ouvir, ora de capturas de peixes de porte maior, ora de espécies que não buscamos pescar. Uma grande dupla que lá estava, os amigos Leonardo e Ricardo fizeram uma jornada bastante variada, dedicando-se a diferentes espécies, resultando com belíssimas fotos, que gentilmente nos cederam para compor a parte visual da matéria, de sorte que fica aqui, o agradecimento a estes valiosos companheiros! Como sempre, finalizar agradecendo ao Grande Euler Vieira, Caboclo Bão das Minas Gerais , que não mediu esforços no sentido de nos proporcionar tamanha jornada, agradecendo também ao amigo Edinho que nos assessorou durante toda a semana, favorecendo-nos para que tudo resultasse muito bem como resultou. Para melhor visualização do valoroso empreendimento de nosso amigo Euler, leia a matéria do ano anterior quando se poderá ver fotos da pousada e entender melhor a grandeza daquilo tudo. Para encerrar repito esta imagem que caracteriza a síntese do que é pescar em Família. Muito grato, meu Irmão Mário, Mano Véio de tantas jornadas! Muito grato, meu Sobrinho Mário Júnior! Agora, a esperar pela próxima no ano vindouro e tudo faremos para que possamos lá estar em um período diferente, quando a oferta de peixes estará também de forma diferente, mas com certeza, conforme já nos alertaram, sempre com abundância.
  3. 7 points
    Boa noite, amigos do Pescaki! Como todo pescador tem o seu quintal, ou seja, lugar próximo de onde reside para pescar sem tanta preparação, apresento-lhes o meu: a 5 minutos (3km) de meu sítio, fica o Pesqueiro do Renato. Primeiro, devo dizer que não só de peixe se constitui um pesqueiro e sim de pessoas, estrutura e proprietários. Quanto a pessoas, o pesqueiro é beeem vazio! O que eu adoro! Porque quando tem muita gente pescando, tem uns 7 pescadores! As poucas vezes que fui em pesqueiros mais famosos pelos baguas, pirararas e CIA passei um nervoso desgraçado com a falta de educação das pessoas. A última vez que fui foi um episódio muito triste, aonde quis levar meu irmão e meu amigo Diego para conhecerem o Arujá e enquanto eu brigava com um tamba, um senhor com idade pra ser meu avô enroscou na minha linha. por mais que eu falasse pra ele que era o meu peixe, ele resolveu fazer um cabo de guerra comigo! Depois de alguns srgundos nessa situação ridícula, eu soltei minha fricção e deixei o "gente boa" recolher, pq ele ia matar esse peixe tentando fisgar o meio dele. Tirou o peixe do outro lado do lago e eu fui andando até ele. Correram tirar o meu anzol, sorte que o dele era bem diferente do meu e o funcionário confirmou que na boca estava o meu wide gap. Na frente dele. Sem me encarar, ele levanta o peixe, tira uma foto e joga na água. Dizem que pescador é calmo, mas confesso... Tive que repetir trinta vezes que a vergonha era dele e que ele era bem mais velho. O funcionário prestou suas condolências MAS não fez nada também. Fui pro lago menor, disse que ele tinha que ter vergonha de ser ridículo, lixo assim e nunca mais voltarei lá. Não pelo pesqueiro, mas pelo excesso de gente. Não me divirto pescando um peixe e enroscando em 20 linhas. O segundo ponto é estrutura: tem um Laguinho pra quem quer levar tilápia ou pacu, mas o grandão é só esportiva e o almoço é ma-ra-vi-lho-so! Minha dica é a truta à parmegiana! Criançada brinca à vontade longe do lago principal e aquele clima gostoso de sítio, com animais e tranquilidade! Tem gente que vai só ler um livro na sombra! Terceiro, proprietários: mais que isso, amigos de todos os pescadores que lá frequentam, uma família de gente honesta, esforçada e cheios de simpatia! Não é aquele proprietário que não tá nem aí pros clientes, mal educado e que não se importa em melhorar a cada dia no que puder, para ficar cada vez melhor! Sejam muito bem vindos ao meu quintal:
  4. 7 points
    Se tem uma região onde gosto de pescar é a de Areado e Alfenas, às margens da Represa de Furnas, razão pela qual no Pescaki já existem vários relatos meus sobre a pesca por lá. Desta vez já fazia algum tempo que não ia para lá, mas na semana passada tive esta oportunidade e matei a saudade. Só quem conhece a região pode ter uma real noção dos dias de maravilha que passamos, mas tentarei mostrar o quanto isso pode ser bom através deste relato, ajudado por algumas fotos. A primeira e grande vantagem de se estar por lá é justamente por poder estar em Minas Gerais, especialmente na região sul daquele Estado, onde a paisagem sempre exuberante, a avifauna espetacular e a pesca de muitas espécies e, sobretudo, sua formidável gente, contribuem sobremaneira para tornar difícil o dia em que vem a ser necessário voltar para casa, deixando sempre uma pontinha de saudade, antes mesmo de sair de lá. O lago esteve bastante abaixo do nível normal por um longo período, pelo que verifica-se algum prejuízo em termos de diminuição na quantidade de peixe, mas jamais a ponto de tornar uma jornada ruim. O que agrada é perceber que com a pouca recuperação do nível de água, há muitos cardumes de juvenis oriundos do último grande período de reprodução e mesmo de alevinos oriundos dos eventuais episódios de reprodução isolados ainda em andamento, o que significa uma boa recuperação, muito embora por lá se verifique uma maciça presença de pescadores profissionais, ou revestidos de profissionais, enfim, matadores em alto nível de depredação, a quem as autoridades precisam prestar um pouco mais de atenção, pois desrespeitam toda e qualquer regra da pesca profissional além de ameaçar aos pescadores esportivos que reclamam de seus crimes. Ficamos hospedados da Unidade de Lazer da Colônia de Férias da AFPESP em Areado, de onde gosto muito, vez que ali fiz grandes e especiais amigos a quem é sempre bom e prazeroso rever e poder colocar a prosa em dia. Só para se chegar à unidade já se pode desfrutar de estupendas paisagens, sempre com muitas plantações, sobretudo de café, milho e soja. Então, deixo algumas fotos do local e dos peixes para dar uma ideia da maravilha que é. Estes aqui são praticamente o símbolo do Sul de Minas. Presentes em qualquer lugar que se preste atenção, ajudam a dar o toque especial para aquilo tudo. Quanto aos peixes andamos acertando com os tucunarés e também com as tabaranas. Foram inúmeras capturas de peixes pequenos, mas também com algumas capturas de peixe de porte a merecer registro, tal como se pode ver nas próximas fotos. Mário, meu irmão. Meu amigo Valter Moraes, grande fotógrafo, grande pescador, acertou um belo peixe Lúcia também sacou alguns, muito embora nenhum de tamanho expressivo. Contudo, percebe-se nítida a alegria da pescadora. No último dia tive a companhia do meu amigo João Paulo e do meu amigo Sr. Arlindo, dois caboclos daqueles que a gente nunca esquece. O danado do João pegou o único peixe bom do dia, que esteve mais fraco que os demais E, assim, chegou a hora em que a lua cheia, ali sempre mais bonita que em qualquer outro lugar, veio anunciar fim da jornada, coroando-a com esta imagem. Para finalizar deixo gravados meus agradecimentos aos amigos Valter Moraes, João Paulo, Sidney Tiriça, Sr. Arlindo e Nice, todos eles, que não medem esforços em propiciar a melhor das jornadas, gente muito especial a quem gostaria de estar em contato mais amiúde, mas os compromissos de nosso dia a dia só o permitem de vez em quando. Também registro agradecimentos a minha mulher Lúcia, Mário, Helena, José Jorge e Rosa, que sempre fazem qualquer jornada tornar-se a melhor! Deixo gravados também os agradecimentos ao pessoal da Unidade da AFPESP, nas pessoas do gerente Alexandre, Fabio, Douglas, Celinho , Débora 1, Débora 2 rsss e de todos os que ali trabalham, vez que fazem sentir-me em casa, tamanha a hospitalidade e simpatia. Além disso, fica um forte abraço pro caboclo mais artista que conheço, Edinho, grande cantor, sobretudo cantadô de modas de viola. Por fim, deixar um forte abraço para o amigo Geraldo e Familia e ao novo amigo Josias e Família a quem tive o prazer de conhecer na unidade! É isso aí! Espero que tenham gostado!

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