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  1. 5 points
    NOVA JORNADA NO FABULOSO SUIÁ-MIÇU Uma de boas coisas na vida é poder repetir algo que fizemos no passado com o mesmo sucesso. E assim foi com esta jornada na Pousada Suiá-Miçu, de nosso amigo Euler Vieira! Quando lá estivemos no ano passado em nossa primeira jornada, acertamos muito bem com os trairões e tucunarés, de sorte a resultar uma de nossas melhores jornadas enquanto pescadores, até porque a meta era justamente isso. Como tudo foi uma grande novidade, quisera parecer que talvez estivéssemos em uma semana de sorte e de abundância de peixes, mas nas conversas com o pessoal de lá, bem como, com os guias da pousada, soubemos que não havia nada de excepcional, senão a própria verdade: o local é mesmo muito bom de peixe! Então, nada melhor que repetir para conferir e foi o que fizemos! Estivemos novamente naquele lugar sensacional, tanto de beleza natural, quanto de pesca. Não foi possível uma jornada em época diferente daquela do ano passado por conta de compromissos, de maneira que, se no ano passado lá estivemos na penúltima semana de atividades, neste ano estivemos na última. Havia meses que não chovia por lá e, agora, no dia em que lá chegamos a temporada de “inverno” já se anunciava com as primeiras chuvas, inclusive com árvores caídas fechando a estreita estrada de terra logo mais próximo da pousada. Sorte que o pessoal de lá fica atento quando estão para receber pescadores e já ficam preparados para qualquer eventualidade de ter de limpar a estrada, permitindo a passagem. As estradas para se chegar à pousada são simplesmente espetaculares! Primeiro, um estradão, para depois afunilar-se e restar apenas uma maravilhosa estradinha mata adentro. Portanto, era de se esperar que a qualquer momento a chuva viria. E veio, não só no dia em que chegamos como também nos dias seguintes, mas apenas para amenizar o calor e ajudar a Natureza em seu processo de renovação, sem atrapalhar a jornada de pesca. Contudo, em poucos dias a pesca viria a se tornar impraticável, razão pela qual a formidável pousada só funciona de maio a setembro de cada ano, permanecendo fechada nos demais meses. De novo naquele lugar, era também de se imaginar que as coisas viriam a ser muito iguais e parecidas, mas na verdade, ali não há dia igual a outro, porque são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo ao redor do pescador. São belíssimas manifestações da Natureza a ponto de, em algum momento se ouvir grande estardalhaço na água para se perceber um grande cardume de tucunarés, bicudas e cachorras batendo firme sobre espécies menores, enquanto que em outro momento se ouvir barulho ainda maior para perceber então que um jacaré andou aprontando alguma nas cercanias. Mesmo quando a água está aparentemente calma se percebem pequenos peixes praticamente “voando” sobre a superfície para fugir dos ataques de peixes maiores, ou até mesmo de nossas iscas. Enquanto isso, araras, capitães-do-mato e outras aves estão sempre a nos agraciar com seu canto e harmonia. Quando se pensa que isso tudo possa entender-se esgotado, ainda sobrevém o importante detalhe de que às vezes é preciso “garimpar” estas manifestações da Natureza, para incluir não só o que se apresenta sob a forma de sons e imagens, mas também o que vem sob a forma de perfumes, sensações e também ocorrências somente perceptíveis pelo pescador mais atento, como foi o caso de percebermos a silenciosa travessia de uma anta em uma baía! Este é o coroamento da definição do que vem a ser a arte de pescar, que muito antes disso já começa em casa, no processo de escolha e arrumação da tralha, manutenção nos equipamentos, carregamento de linhas cuidadosamente escolhidas, eleição das iscas artificiais que estarão mais à frente, sem deixar em reserva aquelas relegadas a segundo plano, pois muitas vezes elas serão as verdadeiras protagonistas nas capturas, passando também pelo planejamento das estratégias que serão empregadas nas jornadas e mais alguns pequenos detalhes que ajudam a completar este prazeroso processo. Embora o rio ofereça outras espécies, como pirararas, cacharas, grandes cachorras e corvinas, preferimos novamente centrar nossos esforços na pesca de trairões, alternando com a pesca de tucunarés, muito embora tenham se apresentado alguns “intrusos” nas capturas, o que é sempre bem-vindo. O mais intruso foi um jacaré que entrou em uma isca "Trairão" que um amigo, Fernando, me enviou desde Espanha, mas teve até raia pega pela cauda! Para os tucunarés só usamos iscas artificiais, muito embora algum que outro tenha entrado na isca natural enquanto se tentavam trairões, porque estes, nem sempre estão muito dispostos às artificiais. É impressionante como o Suiá-miçu e seus tributários têm trairões, porque não se navega muito para encontrar um ponto onde estejam. Inclusive há pontos muito próximos à pousada não demandando mais que alguns poucos minutos de navegação. Contudo, o espírito humano quer sempre mais e melhores peixes, de sorte que não dispensamos todas as possibilidades, quando então, estivemos pescando, tanto no Rio Suiá-Miçu, quanto em alguns afluentes como o Águas Claras e o Paranaíba, ademais de algumas baías que ainda permitiam acesso. Embora à primeira vista todos os locais do rio pareçam iguais e tinham tudo para prometer capturas, em razão do conhecimento, o guia Edinho parecia passar por um ponto bom para parar em um que para nós não tinha tanto atrativo, mas logo em seguida vinha a comprovação de que a parada tinha lá seu fundamento, nos dando bons peixes. É aí que entra o conhecimento do guia, proporcionando grande jornada ao pescador. Vejamos um pouco dos peixes capturados no rio. Um dia, entramos no Rio Paranaíba, que é um afluente de águas muito límpidas e rasas, que alaga uma enorme área antes de entrar no rio principal. Mesmo em épocas de seca, como agora, sempre é alagado por quilômetros antes de entrar no Suiá-miçu. É impressionante navegar por seus meandros, enquanto se observam cardumes a correr paralelamente ao barco, sobretudo raias, corimbas, bicudas e tucunarés. É uma bela experiência! Ali, em qualquer ponto de alguma profundidade, sobretudo onde hajam tranqueiras paradas na margem, há trairões! Basta apoitar nestes pontos e lançar iscas, nestes casos, quase sempre naturais, vez que arremessos são impossíveis. Não raro se pescam trairões no visual, quando se podem lançar as iscas praticamente “na cara” do peixe, mas ao menos nos momentos em que tentamos, recusaram jigs, acatando muito bem às naturais. A exemplo do ano passado, navegamos bastante, na verdade, muitos quilômetros Paranaíba adentro, até chegarmos em áreas que nos ofereceram muitos tucunarés e alguns trairões muito bons. De mesmo modo, subimos também o Rio Águas Claras, que tem um “comportamento” um pouco diferente do Paranaiba. Primeiro, apesar de ter quase o mesmo porte, não forma grande alagamento em sua foz, senão em época de cheia, para ficar encarcerado nas barrancas baixas. Segundo, suas águas, apesar de límpidas, têm a coloração escura tipo coca-cola, comum em muitos rios amazônicos. Ali também, com pouca navegação já se chega em pontos de pesca de trairões, bastando encontrar locais que ofereçam alguma profundidade com galhadas. Em razão de que é um rio pequeno, sem áreas alagadas, ali, a pesca se concentra na pesca de trairões com iscas naturais, sempre rendendo muitas capturas, inclusive vários dublês. Nos dias em que subimos para pescar no Rio Paranaíba, no Rio Águas Claras e nas baías lá da região mais alta, sempre rolou o tradicional churrasco na margem do rio, algo muito apreciável e inesquecível! Enquanto lá estávamos havia várias outras equipes pescando, resultando que ao final do dia sempre tínhamos boas estórias a contar e, sobretudo, a ouvir, ora de capturas de peixes de porte maior, ora de espécies que não buscamos pescar. Uma grande dupla que lá estava, os amigos Leonardo e Ricardo fizeram uma jornada bastante variada, dedicando-se a diferentes espécies, resultando com belíssimas fotos, que gentilmente nos cederam para compor a parte visual da matéria, de sorte que fica aqui, o agradecimento a estes valiosos companheiros! Como sempre, finalizar agradecendo ao Grande Euler Vieira, Caboclo Bão das Minas Gerais , que não mediu esforços no sentido de nos proporcionar tamanha jornada, agradecendo também ao amigo Edinho que nos assessorou durante toda a semana, favorecendo-nos para que tudo resultasse muito bem como resultou. Para melhor visualização do valoroso empreendimento de nosso amigo Euler, leia a matéria do ano anterior quando se poderá ver fotos da pousada e entender melhor a grandeza daquilo tudo. Para encerrar repito esta imagem que caracteriza a síntese do que é pescar em Família. Muito grato, meu Irmão Mário, Mano Véio de tantas jornadas! Muito grato, meu Sobrinho Mário Júnior! Agora, a esperar pela próxima no ano vindouro e tudo faremos para que possamos lá estar em um período diferente, quando a oferta de peixes estará também de forma diferente, mas com certeza, conforme já nos alertaram, sempre com abundância.
  2. 3 points
    Obrigado @Domingos Bomediano, realmente foi uma jornada memorável. Grato @Mauricio., eu transcrevi essa dica e esqueci de colocar a fonte de consulta, vacilei nisso! Realmente, @Fred Mancen, esse mosquito deixa sequelas que demora até duas semanas para sumirem, vou ter mas cuidado na próxima vez. Obrigado @Tadao.M, um grande abraço!
  3. 3 points
    Que beleza de relato, estreou muito bem com as traíras.
  4. 2 points
    Para muitos talvez não sejam novidades, mas sempre tem os iniciantes. Muitas vezes você não consegue jogar bolota de massa longe. Com boia torpedo com certeza conseguira atingir o meio do lago. Então vamos lá: Material necessário: 01 boia torpedo, 02 miçangas pequenas suficiente para correr na linha, 1 girador e anzol. Fazer nó loop knot. Com esse nó ira facilitar troca de anzol facilmente é prender na guia. Uso agulha de costura na boia, para segurança e soltar facilmente o anzol com esse nó. O chicote com anzol e girador deve ser maior que boia torpedo para que a massa fique livre quando lançar. Coloca uma miçanga antes do girador da boia e outra depois.. Faça um nó de correr a 3ms depois do girador da boia. Esse nó serve para controlar a profundidade da lagoa. Se a boia deitar, a massa não chegou no fundo. Se a boia ficar normal a massa chegou no fundo. A miçanga deve parar no nó. Faça ajuste deslocando o nó de correr. Para quem tem dificuldade de jogar bolota, uma das soluções e prender um pedaço de pão no anzol e fazer coxinha. Uma outra solução e prender com macarrão o anzol como fazem com xixa. Não utilize palito de dente ou algo que machuque o peixe.. A figura é demonstrativa. Depois encobre os macarrões. Com esse sistema voce pode utilizar qualquer massa, jogando onde está rebojeando , sem esfarelar a massa..
  5. 2 points
    Boa tarde meus prezados amigos! Hoje volto a escrever, depois de um final de semana bem produtivo. Segui juntamente com um grupo de amigos, todos os componentes são alunos do professor Hajime, para o município de Guapimirim a fim de fazer pescaria de fly e também de bait. Partimos lá pelas 05:00 horas da zona sul da Cidade do Rio de Janeiro e pegamos o caminho da ponte Rio-Niterói, seguindo depois pela rodovia Niterói-Manilha até o nosso destino. No caminho passamos por muitos riachos, onde se espera ver traíras em toda sua extensão, além do cenário que preserva antigas fazendas - conta a história que por ali havia um dos principais portos da região, onde muitos navios negreiros descarregavam os escravos. Chegando ao local da pescaria, no rio Macacu, notamos o potencial piscoso do lugar, com águas tranquilas, manguezal e muita vida aquática. Descarregamos nossos equipamentos e partimos para a pescaria. Saímos em três barcos, cada um com uma dupla de pescadores. Depois de navegar entre riachos e igarapés, chegamos no mangue e logo peguei a minha vara de fly #8, coloquei um streamer e comecei a jornada. Logo no início, o lugar me dava boas vindas com um pequeno robalo flecha esfomeado: que peixe danado! Briguei com o trick, embora o meu material era para encarar os avós dele, mesmo assim valeu a pena e o dia estava apenas começando. Em alguns minutos mais, os outros pescadores estavam capturando os robaletes com equipamentos de fly e de bait também, todos muito felizes, perto do meio dia, paramos para um lanche e troca de informações, ali começamos a perceber a presença do mosquito maruim* naquele local, solicitamos repelentes, usamos e partimos para a segunda parte do dia que prometia boas pescarias. Já na segunda metade da pescaria o nosso amado professor fisgou um baita robalo, que foi para o enrosco e conseguiu escapar, mas o sapiente mestre não se deixou abalar e voltou a pescar o fujão e até capturou mais tricks ali, havia se passado uma hora, comecei a ouvir uma agitação dos pescadores e vi que nosso mestre havia engatado outro robalo monstro, que envergou a vara de fly #8 dele, o danado não se rendia por nada e após alguns minutos de briga o animal de rendeu: QUE-RO-BA-LA-ÇO!!!! Eu fiquei impressionado ... era o peixe do dia. Nosso professor além de nos treinar, também nos mostra como pescar, capturando essas feras aquáticas com a turma dele. A tarde ia passando e o peixe continuava comendo, era um festival de peixes, saiam no bait, no fly e até no pão com mortadela ... KKKKKKKK. No final da tarde, a pescaria parou porque houve uma queda de temperatura e isso influenciou a atividade daquela espécie, que por qualquer coisa para de atacar. Começamos a recolher o material e regressamos para o local de embarque onde pudemos contar uns para os outros as nossas experiências ali. Quando você for naquela região, não deixe de experimentar uma boa pescaria de robalos no mangue, é uma coisa de louco, você ficará plenamente satisfeito com o resultado. Eu garanto! (*) RECOMENDAÇÕES DOS MÉDICOS SOBRE A PROTEÇÃO CONTRA PICADAS DE INSETOS 01 Seja generoso: a tendência natural, assim como nos protetores solares por exemplo, é passar menos que o necessário. 02 Seja homogêneo: a ação de um repelente limita-se a 4 cm. Uma simples aplicação na bochecha não protege o nariz. 03 Seja seletivo: todos os repelentes são irritantes das mucosas. Evite passá-los nos olhos, boca e narinas. 04 Repetidamente: deve-se aplicar o repelente a cada 10 horas ou a cada 5 horas se a temperatura for superior a 30° C. 05 Evite roupas escuras e agarradas ao corpo: prefira as roupas claras, compridas e afastadas do corpo. 06 Perfumes provocam alergia e atraem insetos: prefira produtos sem fragrâncias tais como desodorantes sem perfume, sabonetes neutros e xampus sem um cheiro acentuado. FONTE DE CONSULTA: https://www.arcoeflecha.com.br/repelente-spray-exposis-extreme-10hs-osler-france-p1009/ (SITE ARCO E FLEXA)
  6. 2 points
    Olá meus amigos! Como vão vocês? Dessa vez eu trago o relato de uma pescaria bem divertida, que, para mim, foi a primeira experiência. No domingo, 16 de setembro de 2018, eu estava no Rio Grande do Sul, a fim de participar da confraternização dos PESCADORES URBANOS e, é claro, pescar. Logo cedo, pela manhã, o presidente do grupo passou onde eu estava hospedado com mais dois amigos e componentes do mesmo, para me dar as boas-vindas pelo regresso e levar de carona ao local onde todos iriam se reunir. Logo que terminei o desjejum, peguei as minhas tralhas e partimos. Chegando ao local de destino, encontramos outros grandes amigos com os quais mantenho contato pelo Facebook. Então passamos a um breve workshop, onde fui orientado a começar a pescar utilizando grubs em anzóis lastreados e/ou com spinners. Logo iniciamos a pescaria de traíras, pois até aquele momento eu jamais havia pescado uma e lá fomos nós atrás das bocudas. À medida que o sol ia saindo, o clima foi esquentando. Cheguei a sentir calor em determinado momento. Creio que era psicológico, mas era sinal de que tudo cooperava para que os peixes ficassem bem ativos. Passados alguns minutos, a linha de um amigo esticou, uma briga iniciava e eu fiquei atento ao que ele iria fazer, notei que ele era bem rápido em retirar o peixe da água e cauteloso ao sacar o anzol de sua boca. Observei a tudo com a atenção de um aluno e fui em busca da minha sorte. Alguns minutos depois, o meu amigo e presidente elegeu, para mim, um padrinho, aliás, que era um outro amigo querido e com ele fui para mais adiante seguindo cegamente as suas orientações. Eu usava um grub de silicone na cor de refrigerante de cola, em um anzol monster 3x offset lastreado EWG 3/0, que eu arremessava a uns cinco metros do barranco e vinha recolhendo lenta e continuamente. Por causa do hábito de pescar com plugs, eu dava pequenos toques de ponta de vara. O sol ia subindo e a água estava barrenta, quando eu senti um tremor na isca. Sem saber o que era, não puxei e comentei com meu instrutor que me disse para deixar passar uns 2 segundos desse tremor e fisgar com vontade. Dito isso, recomecei e, alguns segundos depois, naquele mesmo lugar onde ocorreu o tremor, eu senti de novo, contei: um, dois, três e ... VAPUT!!!!! Era peixe na fisga sem moleza e logo reboquei para fora da água, era a minha primeira traíra, uma “trairaça” com a qual tirei uma bela foto e devolvi prontamente para o seu habitat. Depois disso, ainda tive mais três ou quatro experiências produtivas iguais a essa nas iscas soft. Na parte da tarde, notei que os ataques eram mais manhosos. Daí resolvi mudar de estratégia: passei a usar a isca artificial borboleta lelé, de sub-superfície (twitch bait), e flutuante (floating), para trazer de volta a emoção das fisgadas. Logo de cara, arremessei a uns sete metros e vim com toques de ponta de vara bem sutis e firmes. Logo essa isca foi encharutada pela dentuça, que abocanhou e correu como louca para um tronco: QUE-PAU-LAAAAA-DAAAAAAA!!!!! Prontamente reboquei a traíra, que era das grandes, e cumpri o ritual do fotografar e soltar. Depois de uns minutos, repeti a proeza e outra traíra enorme “encharutava” a isca, eram uma seguida da outra, às vezes mal dava tempo de trabalhar a lelé, que se mostrou uma isca muito produtiva para este tipo de pescaria. A tarde ia passando e os sucessivos ataques não paravam, algumas vezes eu perdia a fisgada, mas percebia que a isca era atacada com voracidade. Assim segui até o pôr-do-sol no fim da tarde, quando começou a esfriar e os ataques diminuíram bastante. Mas a garantia de muitas fisgadas e o reboque das hoplias malabaricus eu cumpri com muito êxito. Bem, amigos, esse foi mais um breve relato de uma pescaria que entrou para a minha história e me deu muitas alegrias. Espero poder em breve voltar com novos relatos de pescaria emocionantes como essa, Um forte abraço e boas pescarias a todos!
  7. 2 points
    Obrigado @RobPesca RS, na próxima vez que eu voltar aí no sul, a gente faz uma pescaria assim no PPG.
  8. 1 point
    Boa, fazia de forma diferente mais com certeza vou experimentar, o pão antes da massa eu também não conhecia .
  9. 1 point
    Bela coleção Maurício, vou mostrar pra minha esposa, quem sabe ela pára de implicar com minha coleção de meia dúzia .
  10. 1 point
  11. 1 point
  12. 1 point
    Uauuuu tira a pele com a mão. No saco da ribeira em Ubatuba tem um monte desses agulinhas.
  13. 1 point
    Me lembrou aqueles lanches de barracas na saída de estádio de futebol, comi muitos desses
  14. 1 point
    Que coisa mais linda...
  15. 1 point
    Perfeito, pare que veio de fábrica
  16. 1 point
    Bela pescaria! Hajime sabe muito, além de ótima pessoa! Os rios daquela região ainda resistem... Há cerca de 18 anos atrás (ou mais!), fiz minha primeira incursão na água doce nessa mesma região, tendo sacado alguns piaus, pacus e mandis da água. À época não contava com um bom guia e a pescaria se resumiu nisso, sem robalos. Os maruins são o catiço em forma de mosquito! Boas dicas sobre o uso de repelente e cuidados afins. Parabéns pela boa aventura em ótima companhia!
  17. 1 point
    Grande Nilson, Percebe-se que foi uma jornada bem movimentada, eh! Parabéns a todos!
  18. 1 point
  19. 1 point
    Iscas de superfície são menos eficientes que iscas de meia água, mas muitos pescadores as preferem pela emoção que causam ver os estouros dos peixes nas iscas...fica a seu critério
  20. 1 point
    Exatamente.. Lá no meio do lago passa um canal, de ponta a ponta.. e eles ficam mais la.. se joga perto, é dificil pegar alguma coisa.. Mas nao precisa de boia nao.. Consigo arremessar massa la no meio . Com vara adequada e regulagem certa, da pra jogar tranquilamente.
  21. 1 point
    Mais ou menos ... são 360 km até lá Holambra ... moro bem mais pro interior, bem pro lado do MS. Moro a 70 km do Córrego das Antas, mas ali os peixes são mais brutos e não tem lugares pra se pescar com fly, infelizmente ... a não ser que seja no tanque de pesque e pague e nesse tanque não tem pesca esportiva se não estou enganado.
  22. 1 point
    Vamos planejar isso. No momento juntando grana $$$ para Patagônia 2019.
  23. 1 point
    Pessoal, Atei alguns gafanhotos para pescar as endêmicas matrinxãs do Velho Chico e tirei algumas fotos com o celular para enviar para meu companheiro de pescarias e aproveito para compartilhar neste espaço. São atados bastante simples e rápidos e abaixo relaciono os materiais utilizados, que podem ser substituídos e modificados em termos de cor e tamanho de forma a atender as necessidades de cada mosqueiro. - Anzol TMC 9394 #4 (4XL) - Fio de atado verde - EVA 1 e 2 mm verde inseto - EVA laranja (sinalizador) - Rubber legs de borracha verde - Polypropilene yarn branco tratado com Water Shed (sinalizador) Grande abraço
  24. 1 point
    Postarei abaixo apenas 2 fotos que te darão ideia de como podem ser feitos. Caso queira iscas afundantes, basta usar chenille enrolado na haste do anzol em substituição a bolinha de isopor. Usando anzol de haste longa como o mostrado nos gafanhotos, o uso de empates poderá ser dispensado. Abração
  25. 1 point

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