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  1. 9 points
    NOVA JORNADA NO FABULOSO SUIÁ-MIÇU Uma de boas coisas na vida é poder repetir algo que fizemos no passado com o mesmo sucesso. E assim foi com esta jornada na Pousada Suiá-Miçu, de nosso amigo Euler Vieira! Quando lá estivemos no ano passado em nossa primeira jornada, acertamos muito bem com os trairões e tucunarés, de sorte a resultar uma de nossas melhores jornadas enquanto pescadores, até porque a meta era justamente isso. Como tudo foi uma grande novidade, quisera parecer que talvez estivéssemos em uma semana de sorte e de abundância de peixes, mas nas conversas com o pessoal de lá, bem como, com os guias da pousada, soubemos que não havia nada de excepcional, senão a própria verdade: o local é mesmo muito bom de peixe! Então, nada melhor que repetir para conferir e foi o que fizemos! Estivemos novamente naquele lugar sensacional, tanto de beleza natural, quanto de pesca. Não foi possível uma jornada em época diferente daquela do ano passado por conta de compromissos, de maneira que, se no ano passado lá estivemos na penúltima semana de atividades, neste ano estivemos na última. Havia meses que não chovia por lá e, agora, no dia em que lá chegamos a temporada de “inverno” já se anunciava com as primeiras chuvas, inclusive com árvores caídas fechando a estreita estrada de terra logo mais próximo da pousada. Sorte que o pessoal de lá fica atento quando estão para receber pescadores e já ficam preparados para qualquer eventualidade de ter de limpar a estrada, permitindo a passagem. As estradas para se chegar à pousada são simplesmente espetaculares! Primeiro, um estradão, para depois afunilar-se e restar apenas uma maravilhosa estradinha mata adentro. Portanto, era de se esperar que a qualquer momento a chuva viria. E veio, não só no dia em que chegamos como também nos dias seguintes, mas apenas para amenizar o calor e ajudar a Natureza em seu processo de renovação, sem atrapalhar a jornada de pesca. Contudo, em poucos dias a pesca viria a se tornar impraticável, razão pela qual a formidável pousada só funciona de maio a setembro de cada ano, permanecendo fechada nos demais meses. De novo naquele lugar, era também de se imaginar que as coisas viriam a ser muito iguais e parecidas, mas na verdade, ali não há dia igual a outro, porque são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo ao redor do pescador. São belíssimas manifestações da Natureza a ponto de, em algum momento se ouvir grande estardalhaço na água para se perceber um grande cardume de tucunarés, bicudas e cachorras batendo firme sobre espécies menores, enquanto que em outro momento se ouvir barulho ainda maior para perceber então que um jacaré andou aprontando alguma nas cercanias. Mesmo quando a água está aparentemente calma se percebem pequenos peixes praticamente “voando” sobre a superfície para fugir dos ataques de peixes maiores, ou até mesmo de nossas iscas. Enquanto isso, araras, capitães-do-mato e outras aves estão sempre a nos agraciar com seu canto e harmonia. Quando se pensa que isso tudo possa entender-se esgotado, ainda sobrevém o importante detalhe de que às vezes é preciso “garimpar” estas manifestações da Natureza, para incluir não só o que se apresenta sob a forma de sons e imagens, mas também o que vem sob a forma de perfumes, sensações e também ocorrências somente perceptíveis pelo pescador mais atento, como foi o caso de percebermos a silenciosa travessia de uma anta em uma baía! Este é o coroamento da definição do que vem a ser a arte de pescar, que muito antes disso já começa em casa, no processo de escolha e arrumação da tralha, manutenção nos equipamentos, carregamento de linhas cuidadosamente escolhidas, eleição das iscas artificiais que estarão mais à frente, sem deixar em reserva aquelas relegadas a segundo plano, pois muitas vezes elas serão as verdadeiras protagonistas nas capturas, passando também pelo planejamento das estratégias que serão empregadas nas jornadas e mais alguns pequenos detalhes que ajudam a completar este prazeroso processo. Embora o rio ofereça outras espécies, como pirararas, cacharas, grandes cachorras e corvinas, preferimos novamente centrar nossos esforços na pesca de trairões, alternando com a pesca de tucunarés, muito embora tenham se apresentado alguns “intrusos” nas capturas, o que é sempre bem-vindo. O mais intruso foi um jacaré que entrou em uma isca "Trairão" que um amigo, Fernando, me enviou desde Espanha, mas teve até raia pega pela cauda! Para os tucunarés só usamos iscas artificiais, muito embora algum que outro tenha entrado na isca natural enquanto se tentavam trairões, porque estes, nem sempre estão muito dispostos às artificiais. É impressionante como o Suiá-miçu e seus tributários têm trairões, porque não se navega muito para encontrar um ponto onde estejam. Inclusive há pontos muito próximos à pousada não demandando mais que alguns poucos minutos de navegação. Contudo, o espírito humano quer sempre mais e melhores peixes, de sorte que não dispensamos todas as possibilidades, quando então, estivemos pescando, tanto no Rio Suiá-Miçu, quanto em alguns afluentes como o Águas Claras e o Paranaíba, ademais de algumas baías que ainda permitiam acesso. Embora à primeira vista todos os locais do rio pareçam iguais e tinham tudo para prometer capturas, em razão do conhecimento, o guia Edinho parecia passar por um ponto bom para parar em um que para nós não tinha tanto atrativo, mas logo em seguida vinha a comprovação de que a parada tinha lá seu fundamento, nos dando bons peixes. É aí que entra o conhecimento do guia, proporcionando grande jornada ao pescador. Vejamos um pouco dos peixes capturados no rio. Um dia, entramos no Rio Paranaíba, que é um afluente de águas muito límpidas e rasas, que alaga uma enorme área antes de entrar no rio principal. Mesmo em épocas de seca, como agora, sempre é alagado por quilômetros antes de entrar no Suiá-miçu. É impressionante navegar por seus meandros, enquanto se observam cardumes a correr paralelamente ao barco, sobretudo raias, corimbas, bicudas e tucunarés. É uma bela experiência! Ali, em qualquer ponto de alguma profundidade, sobretudo onde hajam tranqueiras paradas na margem, há trairões! Basta apoitar nestes pontos e lançar iscas, nestes casos, quase sempre naturais, vez que arremessos são impossíveis. Não raro se pescam trairões no visual, quando se podem lançar as iscas praticamente “na cara” do peixe, mas ao menos nos momentos em que tentamos, recusaram jigs, acatando muito bem às naturais. A exemplo do ano passado, navegamos bastante, na verdade, muitos quilômetros Paranaíba adentro, até chegarmos em áreas que nos ofereceram muitos tucunarés e alguns trairões muito bons. De mesmo modo, subimos também o Rio Águas Claras, que tem um “comportamento” um pouco diferente do Paranaiba. Primeiro, apesar de ter quase o mesmo porte, não forma grande alagamento em sua foz, senão em época de cheia, para ficar encarcerado nas barrancas baixas. Segundo, suas águas, apesar de límpidas, têm a coloração escura tipo coca-cola, comum em muitos rios amazônicos. Ali também, com pouca navegação já se chega em pontos de pesca de trairões, bastando encontrar locais que ofereçam alguma profundidade com galhadas. Em razão de que é um rio pequeno, sem áreas alagadas, ali, a pesca se concentra na pesca de trairões com iscas naturais, sempre rendendo muitas capturas, inclusive vários dublês. Nos dias em que subimos para pescar no Rio Paranaíba, no Rio Águas Claras e nas baías lá da região mais alta, sempre rolou o tradicional churrasco na margem do rio, algo muito apreciável e inesquecível! Enquanto lá estávamos havia várias outras equipes pescando, resultando que ao final do dia sempre tínhamos boas estórias a contar e, sobretudo, a ouvir, ora de capturas de peixes de porte maior, ora de espécies que não buscamos pescar. Uma grande dupla que lá estava, os amigos Leonardo e Ricardo fizeram uma jornada bastante variada, dedicando-se a diferentes espécies, resultando com belíssimas fotos, que gentilmente nos cederam para compor a parte visual da matéria, de sorte que fica aqui, o agradecimento a estes valiosos companheiros! Como sempre, finalizar agradecendo ao Grande Euler Vieira, Caboclo Bão das Minas Gerais , que não mediu esforços no sentido de nos proporcionar tamanha jornada, agradecendo também ao amigo Edinho que nos assessorou durante toda a semana, favorecendo-nos para que tudo resultasse muito bem como resultou. Para melhor visualização do valoroso empreendimento de nosso amigo Euler, leia a matéria do ano anterior quando se poderá ver fotos da pousada e entender melhor a grandeza daquilo tudo. Para encerrar repito esta imagem que caracteriza a síntese do que é pescar em Família. Muito grato, meu Irmão Mário, Mano Véio de tantas jornadas! Muito grato, meu Sobrinho Mário Júnior! Agora, a esperar pela próxima no ano vindouro e tudo faremos para que possamos lá estar em um período diferente, quando a oferta de peixes estará também de forma diferente, mas com certeza, conforme já nos alertaram, sempre com abundância.
  2. 6 points
    Vale a pena insistir no local em que você pega um peixe!
  3. 6 points
    Depois de um longo período de chuva, finalmente começou a estiar. Há um bom tempo sem pescar, aproveitei a oportunidade e chamei o compadre pra dar uns pinchos e colocar a conversa em dia. Dessa vez comecei com molinete pra matar a saudade daquele barulhinho. Molinetinho 1500 teve que trabalhar bastante com as tambatingas. Pena que as maiores não dava pra tirar, sempre levavam pra um esrosco e escaparam. Traíras e tucunas vinham com igual apetite. O dia estava muito quente, bem propício pra pescar e tomar uma gelada. Compadre Vitinho estava se divertindo com uma vara 14 libras de carbono sólido. Estava entrando uns peixes maiores e achei mais prudente deixar o molinete com monofilamento e usar a carretilha com multi. Na última visita nesse local só capturei uma traíra, dessa vez elas estavam bem mais ativas. As pequenas tambatingas apareceram bem menos dessa vez. Acertamos de primeira o ponto dos predadores, muitas ações. Com o sol mais alto as iscas de sub superfície se tornaram mais efetivas. Estava ficando tarde e anda não tinhamos saído do primeiro ponto, já estava quase na hora de ir, então fomos explorar outros pontos. Dava pra ver cardumes de tucuninhas nas margens pra todo lado. Os maiores deram uma pausa, mais a diversão continuou com os trickzinhos. Últimos pinchos no primeira ponto. Hora de partir, por aqui começa agora a temporada de pesca nas lagoas, daqui pra frente a tendência é melhorar. Até a próxima pescaria. Material: Molinete Venator 1500, vara Revros 15 libras 6' e linha SuperRaiglon. Carretilha Venator Lite, vara Venator SE 17 libras 6', linha Superpower 15 libras e lider Onix 043. Carretilha Katana, linha Superpower 30 libras e vara Saint Profishing 5.6' 14 libras. Iscas mais usadas: Magic Stick, vulcan 75, joãozinho pepino, pinda, tontinha, espertinha, canivetinho, tapinha, Slip Jr TB, Lori flash e inna 75.
  4. 6 points
    Após sair do trabalho nesta manhã, fui ver como estavam os ânimos dos predadores, a idéia era explorar a região com o caiaque. As condições eram boas, dia quente e céu de brigadeiro. Antes de chegar no ponto parei no meio do caminho para dar uns pinchos do barranco mesmo. Os tucunas estavam bem ativos na superfície As traíras ameaçavam mas refugavam, possivelmente por causa dos tambaquís e tambatingas. Os tucunas não davam a mínima, atacavam a isca era no meio do cardume de redondos. Meia água pra ver se uma traíra aparecia, mas era território dos amarelos mesmo. Só reduzir a velocidade que entrava um redondo Melhor acelerar então, esses redondos acabam com as garatéias. A "paradinha" acabou me distraindo e o caiaque ainda estava em cima do carro. Mais uns pinchos do barranco nos pontos das traíras, poper e hélice não acostumam falhar ali. Essa é bitela Os pequenos tambaquis começaram atacar a poper também. Logo em seguida encostou um cardume de piranhas vermelhas que não davam sossego. Voltei pro primeiro ponto antes de ir embora, nessa altura ainda não tinha descido o caiaque e já estava batendo a fome. As ações continuaram na stick. Num dos arremessos um tambaqui atacou a stick num conjunto bem leve. Colocou a linha nas costas, foi tenso ver o fundo do carretel da curadinho aparecendo. O bicho achou um enrosco e foi embora, a stick também, melhor a isca do que a vara . Hora do almoço, até a próxima
  5. 5 points
    Salve turma !! nesse final de abril fui para mais uma jornada de pesca como faço anualmente. Já tive o prazer de pescar nas mais belas represas atrás do nosso querido azulão porém faltava pra conta Lago do Peixe Pescaria muito 10, embora com problemas de nível de água, segundo o pessoal de lá com 2 a 3 metros acima do ideal...praticamente um "repiquete" na represa hahaha água invadindo a vegetação na margem, 5, 7 metros para dentro, ouvia-se os azuis caçando no meio do mato, só porrada, porém sem condições alguma de mandar qualquer isca onde era preciso...o jeito foi pescar assim mesmo algumas fotos da jornada....não necessariamente em ordem cronológica trajeto sem fim Palmas / Pousada nosso almoço todo dia era muito bom, os piloteiros faziam arroz na hora, levavam panela de feijão, churrasco e pacu assado quase tofos os dias essa foi a nossa base na represa Alguns azuis Dublês relativamente comuns por lá um show a parte são os cardumes final do dia que estoura na superfície Represa bem cheia Embora estivesse longe do nível ideal, foi uma ótima jornada Material utilizado Carretilhas Aldebaran MG e Alphas SV Linha G-Soul 30 lbs Leader LineSystem 30 lbs Varas de 5´6 a 5´8 de 14 a 25 lbs Iscas que deram melhor resultado - Zig Zarinha osso e JetCat 105 transparente com laranja Pousada do Kojac, ótimo custo benefício, ano que vem se Deus permitir volto para uma nova jornada por lá !
  6. 5 points
    O Zequinha, menino de uns 10 anos de idade, era na fazenda do meu padrinho o que se pode chamar de “charrete boy”. Na cidade tem o motoboy, não tem? Então! Nas fazendas tem – ou tinha naquele tempo, que já vai longe – o charrete boy. O menino que com a charrete do fazendeiro vai buscar as coisas ou as pessoas na cidade. Pois naquele dia o Zequinha tinha ido buscar na cidade o Padre Antônio, que estava iniciando sua temporada por lá. Era um padre novo e tinha uma particularidade que a gente só ficou sabendo depois desse causinho que tô contando aqui e agora: ele era ventríloquo. Um dom que poucas pessoas possuem que é o de falar sem abrir a boca. Dizem que é uma técnica de emitir os sons pelo estômago. Aliás, um grande ventríloquo que existiu no Brasil foi o pai das cantoras Linda e Dircinha Batista. Chamava-se Batista Junior e se apresentava em circos e teatros. E, de lambuja, era um grande compositor. Mas, seguindo no causo. O Padre Antônio sobe na charrete com o caipirinha Zequinha, ruma a fazenda do meu padrinho pra rezar uma missa. Logo na saída, o padre pergunta se era longe a tal fazenda, ao que o menino prontamente e muito espertamente lhe responde que levaria uns pares de horas. O que dava pra entender que era longe pra cacete e a viagem ia ser dolorosa ou dolorida para um padre que não estava acostumado a meter a bunda no banco duro de uma charrete velha conduzida por uma eguinha lerda. PADRE – Oh, menino! Você sabia que os animais conversam? ZEQUINHA – Entre eles, eu sabia, sim sinhô. Eles cunvérsa bastante. PADRE – Não, filho. Estou dizendo que os animais conversam com a gente. Conosco. Mas para isso é preciso conversar com eles com muito amor. Você quer ver os animais conversando comigo? Aí o menino, esperto, se encanta e atiça. ZEQUINHA – Ara, sêo padre. Essa eu tô pagando pra vê. Animar conversa cum gente. Essa nunca vi não sinhô. E o sinhô me adiscurpa, mas num querdito. PADRE (falando para a égua) – Dona eguinha! Está muito pesada a charrete? (E faz a voz da égua sem abrir a boca) Tááá...sêo padre. O menino, num susto, pára a charrete. ZEQUINHA(gaguejando) – Sêo...padre... a égua falo...a minha égua...respondeu pru sinhô...eu escutei... PADRE – Todos os animais conversam com a gente. Quer ver mais? O padre olha um urubu nos céus e fala: PADRE – Bom dia, urubu. (E faz voz.) Bom dia, parceiro. Bom dia, sêo padre. E assim o Padre Antônio foi se divertindo com a surpresa encantada daquele caboclinho, que viu com os próprios olhos e ouvia ali, in loco, os bichos falando com aquele padre. Com isso, a viagem, que poderia ser longa, terminou logo, logo. ZEQUINHA – Óia, sêo Padre! O sinhô ta vendo aquela cabrita branca ali na grama? Por favor, o sinhô num querdite em nada que ela fala prô sinhô, viu!!!!!!
  7. 5 points
    Pessoal, Quando o pescador optar por soltar os peixes, sugere-se seguir as recomendações abaixo que ajudarão sobremaneira na sua sobrevivência e retorno à vida. 1) Amasse sempre as farpas dos anzóis, pois além de minimizar os ferimentos facilitarão a soltura. 2) Reduza a duração do combate usando equipamento e tippets de numeração adequada para evitar a fadiga e o estresse desnecessário dos peixes. 3) Use um passaguá ou net, evitando tanto quanto possível o uso de boga- grips e alicates de contenção. 4) Fotografe os peixes dentro da água, evitando sessões fotográficas demoradas. 5) Reanime os peixes na água antes de soltá-los, quando estiverem prontos seguirão sozinhos.
  8. 5 points
    Achei algumas fotos de 2009, tempo em que eu pescava mais em lagos e açudes. Aqui, usei uma antiga Daiwa HT1000, que resolveu totalmente a questão de arremesso de iscas leves. Carregada com mono 8 libras. Realmente, old times. Peixes sempre briguentos e ferozes no ataque.
  9. 4 points
    Testando material ultralight da China e tetando recuperar os peixes que saíram pelo ladrão kkkkkkkk
  10. 4 points
    Um garotão inteligente, vindo da roça, candidatou-se a um emprego numa grande loja de departamentos da cidade. Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado ali. O gerente perguntou ao rapaz: — Você já trabalhou alguma vez? — Sim, eu fazia negócios na roça. O gerente gostou do jeitão simples do moço e disse: Pode começar amanhã, no fim da tarde venho ver como se saiu. O dia foi longo e árduo para o rapaz. Às 17h30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou: — Quantas vendas você fez hoje? — Uma! — Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia. — De quanto foi a sua venda? — Dois milhões e meio de reais. — Como conseguiu isso? — Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande. Depois vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa. Para pescaria pesada, sabe. Perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então o acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e o levei à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas. Perplexo, o gerente perguntou: — Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol? — Não senhor. Ele entrou aqui para comprar um pacote de absorventes para a mulher, e eu disse: "Já que o seu fim de semana está perdido, por que o senhor não vai pescar?"
  11. 4 points
    Saímos cedo para pegar uns piauçús, tambaquís e tambatingas. O Luciano estava doido pra saber se a linha monofilamento 023 ia aguentar. Material pronto, retirei a linha multifilamento 014 que estava no molinete Venator e coloquei um monofilamento SuperRaiglon 026, um líder curto feito com uma mono Max Force 040 (nó albright) e snap Celta bem pequeno com girador rolamentado. Os peixes estavam bem ativos, pescando no fundo estava pegando piaus com massa e o Luciano as tambatingas na superfície com a mesma massa. Deixei o Luciano com as tambatingas e fui para o outro tanque com os pequenos tambaquís, pequenos mas muito fortes. Os mini crancks nunca me deixaram na mão nesse tanque. Haja garateias pra repor, cada dois ou três ataques já era as duas garateias. O Luciano se divertiu bastante e a linha 023 aguentou bem. Hora de partir, até a próxima a pescaria.
  12. 4 points
    em primeiro lugar, um abraço a todos, bem , também quero deixar meu singelo relato colaborando assim com essa página maravilhosa que é o Pescaki, trabalho na área da segurança pública como soldado da PM e fui acometido de uma grave enfermidade apelidada de "sindrome do pânico", queria matar e morrer, mas DEUS na sua infinita bondade removeu esse meu cativeiro e me restabeleceu minha saúde 100%, ...aí vi que quase morri e não realizei meu sonho que desde criança era de conhecer a floresta amazônica, pesquisando na internet vi uma pousada que me chamou a atenção que é a POUSADA DO XINGU na região de altamira no estado do pará, fechei uma reserva com 01 ano e 03 meses de antecedência e fui pagando as poucos, aí chegou o grande dia (isso foi em julho de 2018), fui atraz dos gigantes de couro da bacia amazônica e no primeiro dia fisguei um belo PIRAMUTABA (mais ou menos uns oito quilos), saiu também uns barbados , mandis e algumas piranhas gigantescas, no segundo dia realizei meu sonho que era de pegar uma pirarara foi uma "briga" mais ou menos e enfim o peixão pousou para a foto que é esse da foto aí com meu nome e nesse dia peguei também mais 02 peixe palmito de bom tamanho ( 03 quilos ) e um peixe de pouco mais de 01 quilo que o guia piloteiro disse ser um pacamon e mais duas pirarara baby rsrsr pequenas, no terceiro dia peguei uns barbados pequenos, mais um filhotinho de pirarara e algumas grandes piranhas ( como é grande as piranhas lá, peguei no anzol barra 08 ), aí a tarde foi show, peguei uma grande pirarara que depois de alguns minutos de briga a linha ( multifilamento ), esbarrou nas pedras e perdi o peixão visto que ela tomou muita linha , bem no quarto dia eu disse pro piloteiro que queria pescar tucunarés e nesse dia saiu alguns belos exemplares de tucunaré pinima , uma cachorra pequena , as velhas e boas piranhas e enfim o peixe que mais me emocionou que foi uma bicuda, puxa vida como ela salta bonito e não se entrega, no quinto e último dia falei pro vanderlan que ele me levasse no poção dos brutos ( eu que apelidei esse poço ), e mais uma "história de pescadô ), fisguei um Jaú e ele tomava muita linha e acabou "entocando" aí perdi o peixão a tardinha eu disse pro guia que queria pegar uns pacus, o interessante é que os pacus lá não passam de 02 quilos que é o pacu borracha , o branco e o curupité, peguei uns trinta mais ou menos iscando com pedaço de laranja e limão e ainda fisguei pela perna uma espécie de tartaruga que leva o nome de tracajá, saiu ainda umas piranhas vermelhas de bom tamanho e umas pequenas pirararas e pra fechar com chave de ouro uma bela cachorra de aproximadamente 10 quilos, que salto maravilhoso esse peixe proporciona, lembrando os nobres colegas que lá é só pesca esportiva, todos os peixes foram soltos em perfeito estado de volta pra água, peixe só se come na pousada ( qualquer peixe ). ... minha segunda pescaria vai ser em outubro agora pois em outubro entro pra RR e vou no PESQUEIRO SALOBRINHA no rio miranda, achei barato um apartamento lá por 80 reais a diária com ar condicionado, só que lá a gente tem que fazer o café , almoço e janta, peço desculpas para os nobres colegas pois tenho extrema dificuldade de colocar as fotos da pescaria que relatei aqui na página do Pescaki, e tenho essas fotos no facebook pra me achar no face é só por mauricio de paula cornélio procópio, lá tenho as fotos dessa pescaria. uma forte abraço a todos
  13. 4 points
    O Pescaki é o melhor fórum de pesca disparado dos que já participei, só aqui tem Bomediano e Maurício. Mesmo tendo reduzido minhas participações, sempre que sentir vontade de relatar, será feito aqui, também sempre que alguém me perguntar e eu puder contribuir, estarei sempre por aqui .
  14. 4 points
    Prezados, estamos trabalhando em um projeto para soltar 20.000 garoupas (garoupa verdadeira Epinephelus marginatus) no mar. Acreditamos que é a única forma de recuperar os estoques que não conflita com a pesca. Gostaria de ouvir dos colegas opiniões a respeito. Um vídeo sobre o projeto:
  15. 4 points
    Fala Pescadores! Deixo aqui meu humilde e emocionante relato com a primeira experiência com iscas artificiais: Assim como a maioria dos amigos pescadores, comecei muito pequeno a pescar com meu Pai e meu Avo, íamos praticamente todos os dias no Rio do Peixe aqui no ladinho da minha cidade Arroio Trinta Santa Catarina, sempre pescávamos com isca natural, Carpas, Jundiás e Lambaris, bom, infelizmente a alguns anos meu Pai veio a falecer, e meu Avo também, com isso deixei a pesca um pouco de lado e esporadicamente ia ao rio pescar, sempre fui extremamente apaixonado pela pesca, enfim, a um tempinho vinha vindo assistindo muitos videos de pescarias de traíras, saicangas e jacundás com artificias, pois aqui na minha região, meio Oeste Catarinense é o que temos de predadores nos nossos rios, mas aqui á muita pesca predatória, e então mesmo querendo muito investir em um equipamento bom e iscas artificias para pescar aqui nos rios, não sabia se valeria a pena pois pela pesca predatória dos rios não imaginava que teria peixes bons, e boa produtividade por aqui, principalmente a Traíra! Mesmo assim resolvi investir nas tralhas, vou deixar aqui em baixo o que comprei, chegou semana passada e hoje tive tempo para ir no Rio, cheguei por volta das 7 horas da manhã, fui em um lugar que imaginei poder ter alguma traíra, mesmo desacreditando ter aqui, acreditando mais ter Jacundás e Saicangas que dão boas emoções também, bom, coloquei uma Inna 60 corpo branco cabeça vermelha e bora para os arremessos, depois de uns 15 minutos insistindo bate na isca essa Traíra, acredito que seja a Tornasol, e dale briga com a bixinha, com a varinha 12lb envergando nem acredite, quando pulou, erra uma traíra monstrinha, tirei da água e nem acredite, linda traíra, cheguei a ficar emocionado, que ótimo que ainda exista bons peixes por aqui, valeu totalmente o meu investimento, fotografei e devolvi para a água, para me dar ainda mais alegria por um bom tempo, logo depois peguei uma saicanga pequena e um jacundá, todos devolvidos para a vida! Bom, tive que compartilhar com os amigos essa bela esperiência, que para mim foi o troféu da minha vida, primeiro peixe na artificial, uma Traíra de uns 45 centímetros, linda, não tem preço que pague essa emoção, agora bora capturar mais delas, pesque e solte sempre! Equipamento: Vara: Lumis Intense 5'8 4 - 12 Lbs Carretilha: Marine Sports Brisa Lite 11000 Linha: Multifilamento Marine Sports Saigon Pro Line X4 20 Lbs Leeder: Saigon Pro Line Power Leader 100% Fluorcarbon 23 lbs Local da pesca, fundo é lage com muitas pedras, aproximadamente 1 metro de fundura, muito bom para as Tornasois:: Troféu, Traíra Tornasol, aproximadamente 45 centímetros de comprimento, infelizmente ainda não tenho a alicate de contenção, tenho que comprar URGENTE: E para alegrar ainda mais a pescaria, um Jacundá e uma Saicanga: Bom amigos é isso, se alguém tiver dicas de iscas, tamanho, cores e trabalho das mesmas que seja bom para as Tornasois de rios, fico agradecido, pois quero fazer mais uma comprinha de umas dez iscas, para escolher as melhores, já que tenho que comprar a alicate de contenção, aproveito pegar mais umas iscas junto, isso vicia!!! Grande Abraço a todos! Pesque e solte SEMPRE!
  16. 4 points
    Uma das espécies mais procuradas pelos brasileiros tem suas peculiaridades; confira! A versão de que tucunaré significa “amigo da árvore” é contestada. A espécie é uma das mais queridas no Brasil Confira sete curiosidades sobre o tucunaré! 1 – Amigo da árvore? Será? Alguns acreditam que o significado de tucunaré seja “amigo da árvore”. No entanto, de acordo com o pescador e ambientalista Domingos Bomediano, esta definição estaria equivocada. Na verdade, segundo ele, o peixe se assemelha à palmeira “tucum”. Por isso também teve a designação tupi de “semelhante ao tucum”. 2 – Os tucunarés são encontrados em praticamente todo o Brasil. Apesar de em alguns estados, como o Rio Grande do Sul, terem pouquíssimos relatos de capturas. Os estados da região Norte e Nordeste são os que possuem as maiores espécies, como açu e pinima. Enquanto que os do Sudeste e Centro-Oeste possuem os “populares” azul e amarelo. 3 – Os tucunarés são considerados os grandes responsáveis pela disseminação das iscas artificiais no Brasil. Isso se deu porque são predadores agressivos. Eles habitam locais de águas tranquilas, como lagos de hidrelétricas e represas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. 4 – A temporada de pesca do tucunaré-açu começa em setembro e termina em abril no Amazonas. O estado recebe milhares de visitantes (sendo 95% oriundos dos EUA). Os estrangeiros injetam quase R$ 20 milhões na economia local todos os anos, segundo a Amazonastur. 5 – O tucunaré-açu é um dos mais cobiçados por ser o maior de todos os tucunarés. É também um predador que exige muita habilidade e um bom equipamento para ser capturado. O recorde, segundo a IGFA, é de um exemplar de 13.19 kg pescado em Santa Isabel do Rio Negro. O autor foi Andrea Zacherrini, em 2010. 6 – Além do Amazonas, outros dois locais muito visitados para a pesca aos tucunas é o Lago de Serra da Mesa, em Goiás, e o Lago do Peixe Angical, em Tocantins. No entanto, nestes points é o tucunaré-azul o protagonista. 7 – O recorde do tucunaré-azul está empatado, com dois exemplares de 4.54 kg. Um pescado no Lago do Peixe, outro em Serra da Mesa. http://pescaecia.com.br/2018/12/20/curiosidades-tucunare/?fbclid=IwAR3gcE9LSA5e74VpVknkSnIugNsJ33zbHPNfd0V3P3r8UQovwGp_nZzAe1M Compartilhei também no Facebook: https://www.facebook.com/bomediano.pescaki?__tn__=C-R&eid=ARDaEcgj0HgCo4g96uoC1rQXXmSW4tEBK0T1iAb46motk8bC1OZb3dWKjJ3n5vYR4nFOgIWayKt9YoA3&hc_ref=ARRnotFs4GP_FGXkUS0D9iBbXMTqrgpLVAaqLSWTeXpzlDEl3sMTv8mtrevdTR13U50&fref=nf&__xts__[0]=68.ARDMIdHNRIgV39TXkYaj8wTobpgIwfUaYg1z468gmK4ZwKla0dlLZg0w1pKucVrQm4uOgNCWIjhV326TrrgbyReqpXSfHnY6-y4zcHrCJ1pPuocyIIGulWH9Es92aWSn08hwR9sYxRxTC-SA6Vg2x7qlZvifMH0tHo5wWAu8obCfIiQpSIpwzHSt76BH5w8JbYhg-v0xoegQq6bmaIKS4ZHOfUA0lH_FbJiJEkgEGYYTCvupj6jVA_MwCV4JgI4ruB4PMLREN49gIlBDuUfSk2bF2E-0h9msHivClkcWu6SO6SGWm400F7BC7irTRnZ3Qyx5HmcpyQQrMXxrCO8IXfha6A Como se pode ver, minha tese sobre o significado da palavra "tucunaré" segue sendo desvirtuada até hoje... rsss Para quem quiser conhecer um pouco mais desta história, está tudo registrado neste tópico:
  17. 4 points
    Primeiro tucunaré azul da vida, nos primeiros arremessos....do primeiro dia....em breve relato completo (tem mais dois dias pela frente)
  18. 4 points
    Todo ano, já fazem quase uma década, eu e Hélio fazemos última pescaria do Ano. Esse ano escolhemos Maeda em pleno Natal. A ideia inicial era Tanquinho mas infelizmente ou melhor felizmente somente os tanques do Parque estava funcionando. Felizmente porque a pescaria foi excelente com captura de vários baguás em companhia de bom amigo e familiar do meu filho. Outro destaque favorável foi ausência dos muvuqueiros, sem gritaria nem cruzamento de linhas . A pescaria foi muito proveitosa com muitos peixes e mais importante, ainda com espírito natalina e harmonioso. Como isso faz diferença!!!! Os baguás não foram enormes mas a nossa amizade só fortaleça com esse singelo pescaria memorável!!!! Muito Obrigado ao Grande Companheiro de Pesca: HÉLIO SUGAHARA!!! Algumas fotos: O Hélio pescou na modalidade FLY, isso seria bitelos, sem contar quase 60 tilápias enormes!! Meu filho Koiti
  19. 4 points
    Olá pessoal..... encerrando as pescarias de 2018, segue breve relato das minhas ultimas pescarias de traíras desde outubro/18 ate agora dezembro 2018, pesquei praticamente no mesmo local, lugar onde pega muita traíra mas todas pequenas, as grandes são difíceis. Noutro local onde pesco o proprietário deixa matar as traíras, resultado: não peguei mais nenhuma grande, lá bati meu record tempo atras, passou dos 3,5 kg, hoje acredito não ter mais. uma pequena Aprendi usar soft: no Frog Pega no spinner nos fundos da propriedade um pequeno rio, vi essas ai se esquentando no sol zig zarinha, estreei a cara lubina tilápia no spinner Traíra no Spinner traíra na hammer 85 no Frog da Zman, isca soft mais resistente que já usei tentei selecionar as melhores fotos para não ficar repetidas. material utilizado: vara hilux 17 lbs 5.3 pés com carretilha Lubina BW com linha multi ,18mm e leader seaguar 25 lbs ,43mm vara MS Lubina LU 16 lbs 5.6 com carretilha Venator S lnha multi 0,18 mm e leader vexter ,52 mm vara Daiwa Revros 6 pés 15 lbs com molinete revros linha multi 14 mm e leader seaguar 0,30 mm iscas shad shape spinners frog zman hammer 85 e zig zarinha nesse local a melhor isca foi o shad shape, grande maioria peguei nessa isca, detalhe: quando as traíras estão boiadas não pegava em isca nenhuma, mas com o shad shape era passar perto e pegar. usei minhocas tipo senko tamanho 4. frog zman pequena, muito boa e resistente, e isca zig zarinha e hammer 85. pequenos spinner tambem foram muito produtivos .tenho outras iscas que considero matadeiras para a traíra mas as citadas nesse local foram as mais produtivas. esse spinner sem duvidas o melhor que já usei, gira muito e pega muito ja perdeu todas as cerdas. Bem agora é esperar 2019 e ir em busca das traíras novamente. Desejo a todos um feliz 2019! Abraços!
  20. 4 points
  21. 4 points
    Pessoal, Este é um brevíssimo relato postado no MDR, e trata de uma pescaria realizada em outubro de 2014. Acessei o tópico para uma atualização e decidi posta-lo aqui. No inicio de outubro de 2014 estivemos de volta ao Rodeo Los Palos Lodge, na região do Alto Ñirehuao, Patagônia chilena. (Lagos Misterioso, Loguno e Los Juncos). Fomos os amigos Mario Cardin, seu cunhado Clóvis, meu companheiro de pescarias Luiz e eu. O inverno deste ano foi muito rigoroso e pescamos em condições de muito frio, ventos fortes, chuva e neve ! Minha narrativa é bastante simples e minimalista e se baseia em apenas uma truta das muitas que capturamos. Já pescamos em épocas distintas nesta mesma região, mas nossa expectativa de pesca no inicio de temporada é acertar a eclosão de Gammarus,pequenos crustáceos conhecidos como scuds. Contudo como foi dito, as condições adversas e a água com temperaturas muito baixas retardaram a eclosão de scuds. Como esta pesca é feita no visual, lançávamos nossos scuds a poucos centímetros dos narizes das trutas e estas mostravam -se apáticas e inapetentes, ignorando nossas oferendas. [/ É certo que fizemos algumas capturas com scuds e mesmo com moscas secas (atractors), mas longe do rendimento que obtivemos em temporadas passadas. O guia Alejandro Stange (Alejo), que é um excelente atador se apercebeu desta situação mesmo antes de nossa chegada e se apressou em desenvolver e atar ninfas de dragonflies (odonatos), também abundantes nestes lagos. [/i A partir deste momento a pesca melhorou significativamente, visto que estas moscas maiores se tornaram mais atraentes, por certo por conta de uma troca energética mais eficaz sob o ponto de vista das trutas. O clima continuou impiedoso como pode ser visto nesta foto embaçada na qual puxei o zoom tentando fotografar alguns patos selvagens que cruzavam a margem, e flocos de neve podem ser vistos. [/i Por conta das condições climáticas adversas, desisti da pescaria por duas tardes, preferindo me abrigar no calor e no conforto da cabana. [/i Mas a busca por novas moscas continuaram, e aproveitávamos os intervalos na cabana para atar..... [/ E nesta parte da história entra o nosso herói como veremos mais abaixo..... [/ Na manhã do terceiro dia de pescaria, os companheiros optaram por pescar nos lagos Misterioso e Loguno onde o vento açoitava menos, enquanto eu preferi pescar com o guia Alejo no lago Los Juncos apesar dos fortes ventos sempre imperantes neste lago. Já embarcados, o guia Alejo me ofereceu uma mosca na tentativa de resgatar a pesca com scuds. Este scud, agora mais volumoso e supostamente mais apetitoso tinha sido atado com pelos de gato, e decidi testa-lo atando-o à ponta do meu líder 3 X. [/i Ao nos aproximarmos de um paredão, vimos uma truta bem próxima à margem. Esta visão se alternava durante as subidas e descidas do barco pelas ondas formadas pelo vento e que arrebentavam junto ao barrranco da margem. Em uma destas subidas visualizei a truta e lancei a mosca bem próxima de sua posição, que se apercebeu dela, voltando-se em sua direção. A onda arrebentada na margem se retraiu, e a mosca deslizou para baixo. A truta se movimentou mas não se animou a acompanhar o engôdo. Recolhi a linha e aguardei por uma nova oportunidade, até que em uma nova subida do barco pude visualizar a truta e fazer um novo lançamento. A mosca caiu a um palmo da boca da truta, e no refluxo desceu carregada pela onda. Desta vez a truta se precipitou em relação ao scud e antes que o barco descesse no balanço pude ver que abocanhara a mosca. Um toque sutil na ponta da vara, e a truta estava capturada ! Um macho vigoroso que me rendeu bons momentos de luta até que pudesse ser embarcado ! [/ Outras capturas foram feitas até que decidi guardar o scud, porque dispunha de outros "gatos" em minha caixa de moscas. [/i Ao retornarmos à cabana passei a ver o bichano com outros olhos.... Grande abraço Odimir [/i
  22. 4 points
    Amigos, no fds o menino pediu para ir novamente ao pesqueiro. Ofereci uma pescaria no rio mesmo, mas ele disse preferir o pesqueiro pela proximidade e maior facilidade nas capturas. Então, assim como não se nega uma pescada ao pai, também não se deve negar uma ao filho. Fomos novamente ao primavera, aqui em Rio Preto. Chegamos no final da tarde, pois ele queria pescar de noite no tanque dos tambas e pirararas. Fim de tarde as matrinxãs, geralmente, estão malucas. Capturamos muitas, e também um monte de tilápias. Mas desta vez, somente algumas matrinxãs de tamanho melhorzinho. Tilápia só as pequenas mesmo. Mas o menino já conseguiu aproveitar bastante. Quando escureceu fomos ao tanque de cima, mas somente conseguimos alguns tambas menores, na faixa dos 2kg. Mas para ele já foi o bastante, ficou até com medo de ser puxado para dentro d'água. Seguem algumas fotos das capturas que tivemos nesta pescaria que foi bem curta. Ficamos umas 2h pescando, no máximo. Cada vez mais, o menino está no caminho certo. Muito bom pescar com o pequeno. Se o tempo ajudar, neste fds levo ele para uma pesca na natureza mesmo. Tomara que tenhamos bastante ação para ele continuar a se interessar...
  23. 4 points
    Amigos, agora nesta semana que passou, voltei ao meu amado Rio Manso. Com um voo noturno de Campinas SP para Cuiabá, fica fácil de chegar no Rio Manso. Para embalar o sono...  O rio Manso nasce na Chapada dos Guimaraes, e junto com o Rio Cuiabazinho formam o Rio Cuiaba, por estar a 600mts do nível do mar é um rio forrado de corredeiras e de águas cristalinas. É na minha opinião o "best point" de dourados para pescaria de fly e baitcasting no Brasil. Abriga nas suas águas uma infinidade de peixes, jaus, pintados, cacharas, pacus, curimbas, piraputangas, piaus e muitos outros, mas sua estrela é dourado. O Rio Manso Noticias eram de pescaria difícil, pois o rio estava forrado de dourados, mas haviam muitas iscas brancas no rio, principalmente piraputangas, e eles estavam só pegando nelas. Mas o importante é ir pescar. Dormida de 1hora e cair na água. Raiar do dia No primeiro dia subimos bem pouco, e no segundo arremesso um douradinho fisgado, mas devido a boca óssea, no baitcasting, de cada 10 fisgadas só embarca um. Este na não foi diferente e fugiu. Passa mais 5minutos e nova ação de dourado, só que este não fisgou. Penso será que esta tão difícil assim??? Logo em seguida vejo uma capim na superfície, jogo um popper e explosão, dourado gigante com quinze minutos de jogo, 17lbs. Uma barra de ouro. Assim correu o diia, muitas fisgadas e tb muitos peixes escapados. O período da tarde foi de menos ações. Como sempre o diferencial foi a isca, impressionante mas a antiga, Araçatubinha de madeira, é fatal para o dourado. Pode colocar qualquer isca, mas só ela pega. Não é mentira. Acho q é devido seu trabalho errático, mas principalmente a falta do ratlin. Ainda gostaria de testar uma isca twich bait sem ratlin e ver se funciona. Foram seis dias espetaculares, é impressionante a quantidade de dourados neste rio. No meio da pescaria sempre entram tb piraputangas. Foram uma media de 20dourados fisgados por dia, obvio que a maioria escapa no pulo. Vamos as fotos: Tipico local de pesca. algas do rio escondem dourados Cada corredeira a chance de um monstro estar escondido Minha esposa que não me ouça, mas arranjei uma amante As guerreiras A vitoria 19lbs Como os pontos são próximos a pousada é possivel voltar todo dia para almoçar e recuperar as forças... Dourado noturno, esse pegou em um lambari O pantaneiro Preocupado com os problemas... os ipês começando a florir O motivos de tantos dourados, preservação e as centenas de corredeiras, impressionante. Uma pescaria que vale fazer, é com material leve e soja. muito peixe. Piaus, piaparas, piraputangas e com sorte pacus. Sera que vai dar????kkkk Uma surpresa no plug... Duro de resistir nas manhas, frio de 14 graus joguei a isca, enroscou em um curimba, douradão não deixou a chance passar... Duro manter o peso Mais um monstro mato grossense 16lbs Pausa da cerveja Fima da pescaria Essa Sofreu Equipamentos utilizados: Varas: -Saint Croix SC III 17 e 20lbs 5'7" by waka Custom Carretilhas -AldebaramMg7, Core 51mg e scorpion 51 Linha Multi PP 40lbs Leader-Line System 50lbs Snap capella G Isca-quase que 100% usando a antiga Araçatubinha de madeira(nada haver com a nova de plastico), lá não tem para outra isca, e o popper Vulcan da marine Isca Araçatubinha de madeira 9cm, fatal no rio manso A estrutura da Pousada Rio Manso é fantástica, recomendadíssima, comida caseira, cerveja gelada, bons barcos e excelentes guias. Dista somente 100km de Cuiaba. O dono Julivam não medem esforços no atendimento e na preservação do ambiente. Ele não permite abate de nenhum peixe, todo peixe consumido vem de cativeiros, e auxilia a fiscalização que é constante no rio. Refletindo em um aumento nítido na população de dourados a cada ano. Tal que é impressionante o numero de bichos que avistamos: tamanduá, capivara, coelhos, tatu, pássaros. Contatos: 65 98472-4003 https://www.facebook.com/pousadariomansocba/ OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada, falo bem porque realmente gostei. Agradeço a Deus e a minha amada esposa e filhos pela vida maravilhosa. Família acima de tudo!!! Boa semana e pescaria a todos Carlos Dini Para quem quiser acompanhar minhas pescarias: facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260 Instagram @pescadini #pesca_dini
  24. 4 points
    Esse domingo realizei mais uma pescaria de fly, dessa vez no Rio Paranaíta. Logo que cheguei percebi que a agua estava muito mais clara que o normal, e isso dificultou muito as capturas. Sem nenhuma ação nos paliteiros, fui tentar na pedreira. Logo nos primeiros arremessos sai um tucuninha: Mais algumas tentativas e nada de ações, até que consegui filmar um ataque bem bonito: Após isso tive mais alguns ataques, uns rebojos lindos na superfície, porém sem nenhuma captura. A partir daqui a câmera acabou a bateria e não consegui registrar mais nada. Na hora de ir embora escorreguei no lodo e cortei o pé numa ponta de pedra, e pra completar estourei o pneu do carro na volta pra casa (Isso me atrasou muito e não pude comparecer no festival com o amigo Alexandre. Bom, fim do dia posso dizer que o saldo foi positivo, por mais que eu tenha passado uma raiva na volta essa filmagem valeu a pena. É isso, obrigado!
  25. 4 points
    Pescaria com apenas 3 ações, mas valeu a pena. 49 cm a bocuda, muito linda.
  26. 4 points
    Fala galerinha! Esse final de semana abriu um espaço aqui na minha cidade que é tipo uma fazenda aberta para visitação ... com restaurante, mini golf, cavalgada ... lugar bem bacana para se passar a tarde com a família e dentre as atrações existe um lago que é possível se fazer pesca esportiva. Sábado a tarde resolvi ir com a família e aproveitei para iniciar as atividades no Fly (aqui deixo meu alerta aos amigos que queiram iniciar no fly, não comecem ... é um mundo sem volta ... rsrs ...), apesar de estar com um pouco de vento, resolvi encarar e brincar com as tilapias que tem no lago. Fui com o auxilio de um amigo que já pesca a um tempo e ele foi me dando dicas de como arremessar fazendo false cast e roll cast ... que são os arremessos que vão ser mais utilizados por mim nas pescarias aqui na região ... depois com mais afinidade com a modalidade quem sabe não aprendo outros tipos de arremesso. No começo apanhei bastante pois a angulação da vara é diferente para o arremesso e também a questão da munheca que no fly usa-se mais o braço para o arremesso ... mas aos poucos os arremessos foram saindo e consegui pescar um pouco. Confesso que apanhei bastante também na questão da fisgada do peixe, mas isso aos poucos vou aprendendo, nada que mais alguns treinos não me ajudem a acertar isso. Pra minha felicidade, consegui pegar umas tilapias e achei fantástico a briga com o peixe ... segue abaixo a estreia no fly. Eqiupamento: Next FSB #8, linha Scientific Anglers Tucunaré #8, líder cônico e eva como isca. Abraços!
  27. 4 points
    Passada a moda de todo mundo querer ser chef de cozinha, acho que dá pra escrever as mal digitadas palavras que seguem sem o risco de incomodar alguém ou ser mal interpretado. Desde muito novo sempre gostei de cozinhar. Alguns poucos amigos sabem, mas meu interesse pela culinária vai muito além do churrasco (que amo e julgo ser a técnica mais fantástica de preparo de alimentos), o que me levou ao curso de cozinheiro profissional no SENAC em 2009 (que infelizmente não pude completar por conta de compromissos profissionais que me forçaram a viajar na época, seguido de uma mudança). O fato é que muito se ouve e lê por aí que "cozinhar é um ato de amor", "é um dom", "é solidário" e etc... Não que não seja um bocado isso tudo; sim, é; mas acho que vai muito além. Tenho no argentino Francis Mallmann a minha referência gastronômica, obviamente e principalmente pelo seu pleno domínio do churrasco mas muito pela visão do que é cozinhar e preparar alimentos por meio de qualquer técnica. No seu livro "Sete fogos", tem um pequeno texto antes da introdução do livro que julgo sublime: "O fogo tem seu próprio idioma, que se fala no reino do calor, da fome e do desejo. Fala de alquimia, de mistério e, acima de tudo, de possibilidades. É uma voz sonolenta dentro de mim. A fera onipresente em minha alma. Vai além das palavras e da memória, vem de um tempo muito anterior às minhas lembranças". E é exatamente isso: o dom, a arte, a solidariedade e o amor de cozinhar estão entranhados na alma, emaranhados nos cabelos, injetados no DNA de quem cozinha. Vem de antes de nossa consciência. E não estou falando só de quem é expert no preparo mas de todos aqueles que compartilham do mesmo sentimento pela culinária. Desde novo sempre me vi atuando em trabalhos distintos, mais tarde me formei na área de TI mas a única atividade que sempre permeou minha existência foi a culinária. Aos 15~16 anos comecei a me arriscar a fazer churrasco, orientado pelo meu pai, capixaba e exímio cozinheiro de frutos do mar e churrasco. Minha mãe, de criação tradicional dos anos 40, era absolutamente genial preparando o que fosse, desde pães e bolos aos melhores pratos com massa e carnes dos quais me lembro. Eu anotava os ingredientes e o modo de preparo do que ela fazia sem que fosse notado, pois àquela época não havia esse glamour todo pelas profissões relacionadas a culinária e gastronomia. Meus pais não me forçavam a formar em algo da escolha deles, apenas me orientavam a fazer algo de que eu gostasse realmente. Unindo esse quebra-cabeças, noto que a inexistência de cursos superiores de gastronomia nos anos 80 me levaram ao caminho das novidades da tecnologia. Quem sabe...? Voltando à "vaca fria", penso que quando preparamos um prato qualquer, somos conduzidos a um nível diferente de concentração - é totalmente diferente de estar terminando um projeto, uma homologação, uma apresentação. O foco é só um: preparar o prato da melhor maneira possível, e não há nesse mundo evento que distraia a gente naquele momento. E se, porventura, ocorrer uma hecatombe que nos tire do rumo, o preparo se perde porque já não tem mais a mesma pegada. Até sai, mas o cozinheiro certamente vai reclamar que foi interrompido, que foi isso, aquilo... É impressionante o nível de concentração alcançado nesses momentos. Diante disto e posto o que já escrevi, vejo o dia a dia se desenvolver com a marcação silenciosa da comida: café da manhã, almoço, lanche ou cafezinho da tarde, jantar, ceia, assalto à geladeira... Isso sem falar no expresso com clientes ou aquele bolo da padaria que se coloca diante de você no trajeto entre o escritório e o caixa 24h. E ansiosamente esperamos pelo churrasco no fim de semana - este sim, o auge! Nossa vida gira em torno disso sem que nos demos conta! E para quem prepara, a sensação é a de estar tornando o mundo melhor, tentamos agradar ao amor com o qual divide-se a vida, fazer os filhos comerem mais, um modo de dar afeto aos familiares e amigos, dar alento àquele amigo que está procurando emprego, de efetivamente estar restaurando os convivas com o que melhor pudemos preparar naquele momento. Daí vem o nome restaurante, cuja origem veio da França em meados do século XVIII na ideia de Boulanger que abriu uma casa de sopas, anunciando aos que tinham fome que ele poderia os restaurar com uma boa refeição. Portanto, no meu parco entendimento, cozinhar é muito maior do que qualquer frase de efeito; cozinhar é viver e dar vida. É partilhar conhecimentos, é conviver e apreciar a convivência. É preciso respeito pelo que se come, sobretudo. Uma porção de caviar e um jiló frito podem ter impacto semelhante se cada um for apreciado no momento certo - e no momento errado, ambos podem parecer ruins. Novamente, recorro ao Francis Mallmann e à sua citação de que o luxo e o simples dependem um do outro, pois "dormir em uma confortável cama não quer dizer que uma boa soneca embaixo de uma árvore seja ruim" (adaptado): um evidencia as qualidades do outro. Portanto, ao respeitar o que se come, se respeita quem preparou, quem cultivou ou criou o que se cozinhou, cultivamos o respeito mútuo; completando um dos ciclos da vida. E vamos ao café da tarde, porque saco vazio não pára em pé. P.S.: Para os amantes de cinema, tem um filme que traduz muito bem esses sentimentos. Chama-se "O tempero da vida", filme grego e turco de meados dos anos 2000. Recomendo.
  28. 4 points
    Só tem velho por essa bandas, deixa eu ir ali, depois eu volto
  29. 4 points
  30. 4 points
    Tranquilo pessoal. Não me sinto pilhado. O bom humor deve imperar nos fóruns e nenhum assunto deve ser tabu desde que não percamos o foco dos tópicos e que evitemos a falta de urbanidade. Vou levar uma caixa bem grande com gelo essa semana porque vai rolar muitas capturas. abraços
  31. 4 points
    Tenho orgulho de ter uma filha pecadora, me acompanha desde os 4 anos e agora com 6 anos está a cada dia melhor, pegando peixes já grandes em relação ao tamanho dela. Um abraço.
  32. 3 points
    Calma lá, mestre. Não acho justo cobrar dele a comissão antes mesmo dele receber o pagamento. Só quem apronta coisas parecidas é o governo. Contudo, creio que não será tão breve assim a negociação, ainda dependo do Ito me dar um desconto, entre outras coisas. Mas, assim que estiver em posse da danada, postarei uma foto (ou quem sabe, um vídeo) atestando que o negócio fora concluído e a comissão poderá então ser cobrada.
  33. 3 points
    Pesca com bolonhesa: outra carpa rainha de cerca de 7 kg tomada com um bolonhesa de 5 metros e um terminal de 0,14 mm, a paciência nunca é demais para expulsar esses peixes grandes com equipamentos leves! Boa visão
  34. 3 points
    Segunda feira, dia 04\02\2019, chovendo torrencialmente em São Paulo mas chegando em Maeda tempo propicio para pescar. Nublado, 24" dia todo e melhor de tudo, pouco pescadores.. Ganhei recentemente na rifa 3 carretilhas: Abu Garcia Revo Rocket, Shimano Curado K 201 e Caenan 151. O Caenan dei para meu filho, Curado K 201 coloquei multi para pinchar mas no Maeda não permite pinchar, sobrou só Revo Rocket para testar. Excelente carretilha em tudo. Macio, lança longe e recolhimento rápido. Gosto de ficar no Tanquinho. Pouco pescador e muitos tambas tamanho médio mas diverte o dia todo. Para felicidades dos pescadores aumentaram 6 quiosques onde antes só tinham 4. No Tancão também. Algumas fotos só para marcar presença, por que pegam tambas dia todo, sem tempo para fotos. O meu amigo Claudio Koga no fly pegou muitas tilápias e no final muitas tambas também.. Quiosque do fundo. Só tinha um quiosque, agora mais 3. Lado direito, mais 4. Lado esquerdo mais 2 No tancão também acrescentaram vários quiosques
  35. 3 points
    Fiz um videozinho. Sei que muitos vão reconhecer peixes que já pescaram. Espero que gostem.
  36. 3 points
    As Angler eram fabricadas por uma empresa Japonesa chamada Nikko Sangyo que ainda existe, mas só fez carretilhas de pesca por alguns anos nos anos 60. O slogan da empresa foi "Made by Angler for Anglers". Alguns equipamentos da Angler também foram vistos sob outras marcas que incluem Shakespeare e D.A.M. pelo sistema de “Trade Reel”, ou seja, produzidas conforme a própria linha, mas vendidas com outra marca no corpo, com algumas mudanças conforme o pedido do distribuidor como: cores diferentes, acabamento e manivelas personalizadas, etc. Eram ótimos equipamentos. A Nikko fabricou carretilhas, molinetes, spincasts e centrepins e, no caso desse modelo, uma linha no estilo side cast. As carretilhas convencionais eram particularmente apreciadas, de muito boa qualidade. Era uma linha considerável e dizem que ela produziu milhões de itens esportivos no período em que atuou nessa área. É de se imaginar onde eles estariam agora. A maioria completamente destruídos? Observe o tom de azul. Algum desbotamento de cores pode sempre ocorrer em carretilhas individuais mas os Scouts, feitos em diversos tamanhos, foram realmente fabricados em vários tons de azul (mais claro ou mais escuro). A firma D.A.M. da Alemanha importou e vendeu carretéis Angler Scout em modelos chamados 1105, 1106, 1108 e 1110. Interessante saber também que os Scouts que foram vendidos pela D.A.M. da Alemanha Ocidental com marca “Champion” foram feitos em cores completamente diferentes, podendo ser encontrados em acabamentos dourado ou verde. Ainda no quesito design, alguém copiou alguém, pois os Katiusha soviéticos das décadas de 60 e 70 tinham praticamente o mesmo design quase sem tirar nem pôr, exceto por serem feitos de alumínio, muito melhor material contra a corrosão que o usado pelas Angler. Os soviéticos, de fato, não eram muito de comprar licenças dessas coisas, mas que faziam equipamentos duráveis isso não se pode negar. Eram cinco modelos Side Cast: 8-50, 8-60, 8-80, 8-100, 8-120. Como as carretilhas da Angler, esses também são muito interessantes, com vários recursos. O 8-60 tem pouco mais de 3 polegadas de diâmetro e o 8-80 é de 3,75". Nas Side Cast, o tamanho importa no quesito velocidade de recolhimento. Todos têm um acabamento/estilo muito agradável e apresentam o design sidecast através de um pé rotativo preso por mola em chapa. Eles têm também click-check (aquele que avisa quando o peixe está mordendo e carregando) e anti-reverso (que também tem um clique, então há um monte de cliques ocorrendo quando ambos estão ON, aumentando a resistência ao giro) . O anti reverso seria bem útil na hora da fisgada, de forma à linha não retornar com facilidade, mas a briga com um peixe lutador requeria que o mesmo fosse desativado de forma a evitar que numa corrida mais brava a linha estourasse. O click provavelmente era mais usado como um freio adicional à palma da mão durante a briga, pois uma escapadela da mão poderia causar um pequeno desastre nessa hora e ele sempre dá uma certa resistência no carretel. O único problema com os Angler Scouts é que eles são suscetíveis à corrosão, sendo que a maioria à venda nos sites de leilão possuem alguma deterioração nesse sentido. Mas pode-se encontrar alguns muito bem cuidados que talvez tenham visto apenas água doce em sua vida ativa, se tanto. As Angler são, assim, equipamentos que valem a pena ter em uma coleção eclética.
  37. 3 points
    Confira a matéria na página web da Pesca&Cia: https://pescaecia.com.br/2019/02/07/sorte-principiante-pescaria/?fbclid=IwAR3c1z7d3SmziiG-ILoOZM-0a2LhKSXuiogV3MdtJQcTdwOOOAN9zNfqx2w Existe sorte de principiante na pescaria? REDAÇÃO7 DE FEVEREIRO DE 2019 MATÉRIAS EXCLUSIVAS0 COMENTÁRIOS 0 Confira a opinião de nossos staffs sobre um tema corriqueiro Existe sorte de principiante na pescaria? Alexandre Dick: Sorte de principiante com certeza existe! Eu mesmo já tive várias experiências com pessoas que pescavam pela primeira vez e que os grandes peixes apareceram exatamente nas iscas delas, principalmente na pescaria com iscas artificiais. Um caso curioso foi quando levei meu cunhado pescar tucunarés pela primeira vez, e coloquei na linha dele uma twitch bait, por possuir nado errático e não precisar tanta prática para trabalhar. Ele fisgou um tucunaré em Itaipu, como poucas vezes vi daquele tamanho na nossa região. A outra ocasião também foi a de um amigo acostumado a pescar com iscas naturais. Então, para ele, separamos uma isca de trabalho fácil. Um azulão muito raro, de 60 cm (enorme para o sul do país), foi capturado! Se isso não for sorte, não sei o que é, já que nenhum deles tinha prática com carretilhas e artificiais, e capturaram peixes enormes para os padrões locais. Guilherme Monteiro: No creo en brujas, pero que las hay, las hay. Existe sim a sorte, que, ao meu ver, também está relacionada ao fato de acreditar que a mística existe. Na pesca, crer é a diferença entre pegar ou não. Pepe Mélega: Sim existe. Há sempre uma parcela de sorte em toda a pescaria. Podemos estar pescando vários peixes de porte pequeno, com a técnica adequada e com equipamento para pegar um exemplar de porte maior, mas o peixe simplesmente escolher a linha do parceiro – principalmente quando é iniciante. Dizem que é uma estratégia dos “deuses da pesca” para agregar novos viciados. Não sei se é verdade, mas que o grande sempre sai para o iniciante ou quando levamos a companhia feminina para pescar. Domingos Bomediano: Por não acreditar em sorte ou em azar, penso que não se trata exatamente de uma questão de sorte, mas sim, do conluio de vários detalhes que costumam levar a um resultado favorável para o principiante. A começar pelo fato de que, na maioria das vezes, ao menos no meu caso, sempre se favorece ao principiante para que consiga seu peixe, porque, sem conhecer todas as manhas, o novato deixa de fazer várias coisas que o veterano faz, até impensadamente, no afã de conseguir um peixe. De sorte que isso, às vezes, pode ser determinante para o sucesso do principiante. Rodrigo Amaral: Existe sim e creio que está relacionado ao psicológico da pessoa. O principiante normalmente vai relaxado, sem pressão de pegar ou não o peixe. E isso parece que atrai: o peixe parece sentir quando o pescador está tenso. Do mesmo jeito que existe o tal pé frio, também existe o sortudo. Braguinha Sorte existe. Mas quando o pescador pega um é sorte, dois pode ser que sim ou não, mas três significa que o cara é bom. Sorte existe quando o cara nunca pescou e pega um exemplar diferenciado. Independente de ser a primeira vez ou não. Sorte em três peixes grandes não existe. Deve ter técnica, equipamento e um pouco de assessoria. Eu acredito em sorte. Vladimir Ferreira: Acredito que a sorte existe, não só para o principiante, mas para todos. Entretanto ela representa uma parcela mínima durante as nossas pescarias. Um dos maiores jogadores de golfe da história, o australiano Arnold Palmer dizia: “Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho”. No nosso caso, quanto mais pescamos, mais chances daremos para a sorte nos brindar. Sortudo ou não, o mais importante é o principiante tomar gosto pela pesca…
  38. 3 points
    Tinha um pintinho q se chamava Relam. Toda vez q chovia, Relam piava! Direto do guia de piadas horríveis rsrsrs
  39. 3 points
    Tive o grande prazer de poder gravar este vídeo com meu pai. Nada melhor, não é amigos?
  40. 3 points
    Também acho que é melhor reabrir um tópico antigo que seja do mesmo assunto que ficar criando vários novos sobre a mesma coisa. De fato, não foram poucas vezes que os criadores eram advertidos que já havia tópico específico.
  41. 3 points
    Minha mulher disse que vai entregar tudo para o Exército da Salvação. Acabo de declarar guerra.
  42. 3 points
    Jacundá. @Domingos Bomediano e @Paulo Grassmann manjam muito dessa espécie.
  43. 3 points
    Hoje o tempo amanheceu nublado, logo pensei na possibilida de fisgar uns tucuninhas. Convidei o amigo Márcio pra passar a tarde na lagoa, de pronto aceitou o convite. Boa oportunidade pra experimentar as iscas recém chegadas. Partimos então... Logo nos primeiros arremessos já saiu o primeiro. Em seguida um dublê E mais capturas Uma trairinha na stick Olha o tamanho disso! O Márcio não tava pegando peixe mas tava se divertindo igual desenroscando as iscas . O tempo fechou, o geito é ir embora Até a próxima .
  44. 3 points
    Amigos, só quem é viciado nos tucunares amazônicos sabe o que é a ansiedade de esperar as águas baixarem. Os afluentes da bacia do Rio Madeira, são um dos primeiros a dar as primeiras secas (Marmelos, Sucunduri, Abacaxis, Canuma, Aripuana, Acari), agora em junho ainda em sua maioria estão um pouco cheio ( o Aripuana e Marmelos já dão pescaria), mas as cabeceiras por estarem em locais elevados secam antes, este motivo nos motivou a voltar mais uma vez ao lendário Rio Camaiu, rio dos Pinimas gigantes. O rio Camaiu nasce no sul da Amazônia, logo em seu inicio cruza a famosa Transamazonica, tem em seu leito diversas corredeiras, principalmente na região das cabeceiras. Ele é o principal afluente do Rio Sucunduri. Sua margem é composta por mata alta(muito pés de Jauari), e gdes barrancos o que faz com que no inicio da temporada já esteja na caixa. Em suas águas habitam os valentes tucunarés pinimas (os maiores pinimas da Amazônia), tucunarés popocas, matrinchas(gdes), trairás, pacus, bicudas(em maioria pequenas), cacharas e com alguma sorte pirararas. O tucunaré pinima, é um dos três maiores tucunarés, junto com seu irmãos os Açus e os vazzoleris, podendo romper, de forma rara, a casa dos 10kgs. Sua gde característica é seu amarelo ouro e a quantidade de peças capturadas em uma pescaria. A escolha como sempre foi pela empresa do já amigo Victor Villanova, empresario já consolidado no ramo, com muitos anos de experiencia. Toda logística perfeita para esta operação, desde o transfer nos Hidroaviões, como no Camp na floresta. Abrindo os trabalhos no lobby do hotel Agora no fim de junho fomos rumo ao Rio Camaiu, a pescaria começa já no tradicional almoço em manaus, que não pode faltar o Tambaqui e o Pato no Tucupi. E tb a passada na loja da Sucuri dos nossos amigo Jorge e Turiano. Noite boa de Sono. Pato no Tucupi Gde amigo e mestre Magal A gelada da noite p embalar o sono Dia seguinte já estávamos no famoso "Eduardão" para pegar o Hidroavião rumo a cabeceira do Rio Camaiu, voo muito agradável, da janela ainda vemos muito igapó(normal para época). Rio Negro ainda muito cheio Apesar de já ter ido lá 3x, é sempre impressionante a destreza do piloto em pousar o Hidroavião entre as arvores deste afluente. https://photos.google.com/album/AF1QipMayBbUa_I1EE5ZKHqkVnvMQEGBdkC-gdV6FZBz/photo/AF1QipPOcZN9f8xihVIsJaxKvH5CLjdh4LwrEi6ilPoF Recepção na chegada Nossa varanda A bem estrutura pousada de selva do Rio Camaiu- o Camaiu Camp Chegando, vimos que seria um pouco mais difícil do que a pescaria do ano anterior(pegávamos mais de 100 peixes ao dia), pois apesar da localização geográfica , ainda estava 1mt acima, devido a gde cheia que este ano o Rio Sucunduri passou. Foi realmente uma pescaria bem mais difícil, pois alem da mata ainda alagada, encontramos um peixe reproduzindo(no choco) e pouco ativo, mas mesmo assim o rio Camaiu não decepcionou, rendendo inúmeras peças. E sempre boa comida, e muita cerveja. O belo Rio Camaiu Pausa do lanche O tradicional almoço farto estava levando para reciclagem Piranha barnca frita de aperitivo, muito bom igual pacu. A Cachoeira da Andorinha-nosso limite Brincando nas corredeira, foram, mais de 10, até vir um grandão, que arrebentou udo e acabou com a graça Imagina na Brasa como ficou bom Sede Espanta repiquete Bebado é uma m... Pego na frente do quarto Luar a noite, parecia até dia Dura rotina Alguns dos infinitos igarapés cristalinos que alimentam o Rio Cmaiu Piranha branca, tem muito Material utilizado: -Varas --Saint Croix SC III 20lbs 5'7" by Waka Custom --Saint Croix SC III 17lbs 5'7" by Waka Custom --Venator SE 5'6" 25lbs -Carretilhas --Shimano Scorpion HG 201 -Linha- Multi PP 4 fios 50lbs -Leader-Line System 50lbs -Snap capella G Amazonas -Iscas mais utilizadas-Jumping Minnow T20(osso), Zigzara, Jigs, Colheres(para as matrinchas) Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao operador Victor Villanova pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe da pousada pelo fantástico atendimento OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei. O gde Amigo Victor Villanova, montou então o Camaiu Camp, localizado na cabeceira deste rio, local com pressão de pesca zero. O acampamento tem tudo que o pescador precisa, chales isolados por dupla, camas confortáveis, banheiros e chuveiros privativos, boa comida, internet via satélite, barcos e guias, e o principal, muita cerveja. O local é estratégico, fica em um divisor(uma cachoeira), explorando acima e abaixo dela. Contatos do operador-Victor Villanova https://www.facebook.com/victorvilanovamazon https://www.facebook.com/pages/Camaiú-Camp/1926317310973319?pnref=about.work https://www.facebook.com/vilanovamazon/?pnref=about.work (42) 99122-0016 http://www.vilanovamazon.com.br victorvilanova@me.com Contato para Transfer do amigo Magal- 92-001876840/981772050 Contato do amigo Jackson-agencia muito pacotes e passeios na Amazonia- 92-991953335 Agradeço a Deus e minha amada família por esta vida maravilhosa. Aguardando a temporada começar. Abs Boa semana e pescaria a todos Carlos Dini Para quem quiser acompanhar minhas pescarias: facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260 Instagram @pescadini #pesca_dini
  45. 3 points
    Bateu até uma fome aqui. Tbm sou desses que se sentem confortáveis quando estão na cozinha. Aprendi muito cedo, por necessidade mesmo. Como não tinha microondas em casa e os pais trabalhavam, minha irmã e eu tínhamos que nos virar desde pequenos. Comecei a cozinhar de verdade com uns 13 anos, quando minha irmã mais velha passou a estudar em período integral. E muito deste sentimento que aparece no texto é algo que sinto enquanto estou preparando qualquer coisa. Desde uma costelinha no barbecue (que é uma das minhas comidas prediletas), até o pão com queijo que meu pequeno me pede todas as noites antes que eu o mande escovar os dentes e dormir. Comer é bom demais, acho que por isso estou tão roliço. Mas cozinhar é algo que me relaxa e é extremamente prazeroso. Fora que eu comecei uma tradição na minha família, que é sempre cozinhar tomando uma geladinha. Em especial quando atendo o recorrente pedido da esposa e faço pizza. Fazer aquela massa dá uma exercitada e tanto, sem bebericar uma água de garrafa não dá...
  46. 3 points
    Se for o Uno da "firma" com aquele suporte de escada em cima, pode colocar duas toneladas e pisar fundo que o bicho aguenta!
  47. 3 points
    Salve galera , mais um relatinho de pesca de pesca. desta vez fizemos uma pescaria de fly em Piracicaba. Fui eu e nosso amigo Marcelo Bilato no pesqueiro Bem te Ví . Chegamos as 8:00 horas , pesqueiro vazio devido ao frio desses dias. Escolhemos pescar nos dois tanques dos piaus. esses tanques tem muitas tilápias , piaus , matrinxãs e alguns redondos. Os dois tanques estavam vazios, proporcionando pescar em qualquer parte dos tanques sempre com muitas ações durante o dia. Foram várias capturas durante o dia todo. Primeiro duble do dia : Segue as fotos das maiores tilápias que pegamos : Fotografei o meu pé perto para se ter uma ideia melhor do tamanho das tilápias: Paramos com o fly durante o almoço, pescamos um pouco de varinha de mão: Foram vários piaus, nos proporcionando belas brigas : Voltamos para o fly : Marcelo grande fotografo, cortou uma parte da tilápia . Pegamos muitos outros peixes, dia muito bom para a pesca de fly. espero que gostem. Abraços.
  48. 3 points
    Ha muito tempo não visitava esse local, antes de termos filhos, minha esposa e eu pescavamos aqui até o anoitecer. Nessa época ainda não existiam lanternas nos celulares, retornavamos guiando apenas pela luz do display. Os peixes estavam lá, embora muito fraco, ainda ocorreram algumas capturas do amigo Jackson, também capturei um paquinha e tive o shad todo detonado por pequenas traíras. Em breve quero ir nessa outra represa.
  49. 3 points
    Obrigado Bomediano pelo convite, estou iniciando aqui no Pescaki junto com o meu retorno ao Youtube, segue o primeiro episódio, dos trairões do Suiá Miçu, no Aguas Claras junto do amigo Arthur Macedo e do guia Robson. https://www.youtube.com/watch?v=ZPwaX__BjWc&feature=share
  50. 3 points
    Fala galerinha .... Depois de muito tempo sem postar nada e estar meio desanimado para fotografar, vem o @Ricardo Valim me encorajar ... Outro dia num debate de fotos, falei que não estava tirando foto por que não estava indo pescar e ele disse que não precisar pescar pra tirar foto ... e resolvi colocar isso em pratica ... Segue algumas fotos do meu cotidiano. Saída do trabalho ... me deparo com esse visual quase todos os dias. E essa foto é da vista que tenho chegando em casa ... Um dia aprendo tirar umas fotos melhores, enquanto isso, vou brincando ... Espero que gostem. Abraços

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