Leandro Francisco

Pescaki V.I.P
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Tudo que Leandro Francisco postou

  1. Nem todos são assim, infelizmente a facilidade dos pesqueiros trouxe para nosso esporte muita gente que pode ser tudo, menos pescador (bebados, zueiros, mal educados, fominhas, etc)...e esses mau elementos prejudicam os verdadeiros pescadores, levando a essas situações que muitos relatam aqui. Eu prefiro evitar esses pesqueiros famosos e lotados de gente, para evitar de ter de conviver com essas pessoas, então vou a pesqueiros menores, com ambiente mais familiar, mas que tem peixes menores (na faixa de 500 g a 5 kg) e uso material ultralight (vara telescopica com passadores, linha mono 0,25 mm, anzois pequenos)...aí o pequeno peixe vira um grande desafio e fico alheio a essa bagunça dos grandes pesqueiros.
  2. Concordo 100%, nos pesqueiros vc não tem a natureza exuberante, lá é um ambiente artificial, não chega nem aos pés. Concordo tb nesse aspecto, a natureza perto das grandes cidades está tão esgotada, tão sofrida que é bem comum irmos aos rios, lagos e represas e voltarmos sapateiros, ou quando muito pegarmos micro traíras, micro tucunarés, tilapinhas pequenas, micro robalinhos, etc...ou seja, aquele peixe empolgante, aquele troféu é lembrança distante, tão difícil quanto ganhar na megasena. Então para quem não tem como fazer grandes viagens para buscar os peixes (cada vez mais distantes) os pesqueiros, mesmo com todos os contras que existe, é uma solução para continuar praticando a pesca. Somente os grandes pesqueiros, famosos e que tem peixes realmente gigantes é que ocorre esses fatos (brigas, filas, etc), existem muitos outros menos famosos e que tem peixes um pouco menores onde o ambiente familiar ainda é preservado. A saída que encontrei, para continuar praticando a pesca, é sair para alto mar (poucos pescadores tem coragem e muitos que tem coragem enjoam e não voltam mais) onde ainda encontramos bons peixes (mesmo que numa frequência bem menor que no passado), é buscar as lagoas particulares onde somente os amigos dos donos podem pescar e os pesqueiros menos famosos, onde adequando o material ao tamanho dos peixes consigo encontrar uma esportividade empolgante. É uma tristeza para mim que tenho 51 anos de idade e conheci como era no passado, ver como a natureza está sendo dizimada pelo Homem, a continuar assim, acho que só restará pesqueiros ou ir para outros países...
  3. Nesse caso, compense esse problema jogando a isca um pouco mais longe e se a correnteza estiver forte, aumente o peso do jig pois essas iscas precisam tatear o fundo para serem efetivas. Mas evite ficar mexendo toda hora no ajuste fino, pois isso vai comprometer seu equipamento.
  4. Na minha opinião está fazendo errado e vai acabar perdendo o botão do ajuste fino, por ficar apertando e folgando toda hora. O ajuste fino deve ser mantido apertado o suficiente para não deixar o carretel com jogo lateral nenhum, folgar mais que isso prejudica a carretilha, fazendo-a desgastar e quebrar mais rápido. Contudo, sinceramente, não consegui entender qual é o problema que o leva a fazer isso...vc quer que a isca desça em linha reta para o fundo? Então use molinete, pois você pode deixar ele com a alça aberta depois que a isca bate na água, sem causar cabeleiras e sem precisar de nenhum ajuste... Não consigo enxergar vantagem de ao a isca cair na água ela descer no ponto que bateu ou meio metro de distância disso (que acontece ao travar a carretilha na batida da isca)...em isca de fundo como as que usa, vc acha isso realmente necessário?
  5. Sim, mas a questão é, continuando a pesca profissional em rios cedo ou tarde os peixes acabarão. Aí essas pessoas serão obrigadas a sair da profissão, pois não haverá peixe para ninguém. Se um governo quer realmente ter uma abordagem séria, precisa achar alternativas para que esses profissionais parem de matar peixe. A saída é virarem guias? Explorarem a piscicultura? Não sei...mas continuar essa história de: Coitadinhos, eles precisam sustentar as famílias...então não mexe com eles...simplesmente não vai adiantar. Vamos esperar acabar tudo para tomar atitudes? Esse o meu questionamento...
  6. Alguns estados como o MS resolveu instituir a cota zero para a pesca esportiva, concordo plenamente e acredito que isso deveria ser instituído em todo o Brasil. Contudo, fiquei espantado em saber que apenas o turista será afetado, que a pesca profissional com redes, tarrafas, espinhéis continuará permitida, que cada pescador profissional poderá continuar a abater 125 kg de pescado por semana e que os ribeirinhos também estarão fora dessa lei de cota zero, além claro, dos pescadores paraguaios, que a lei brasileira não pode afetar por ser um rio de divisa (no caso do rio Paraguai). Aí eu me pergunto, tem alguma lógica isso? Ou simplesmente iremos mudar o abate de peixes de lugar? Ou seja, o peixe que o turista pescador não abate mais, cairá na rede desses ditos ``profissionais´´ que aumentarão seus resultados e tudo ficará na mesma? Se a intenção é preservar, todos devem dar seu quinhão, senão é balela...que adianta isso? O Brasil é um dos poucos países que permite a pesca profissional em águas interiores, o uso de redes em rios é uma covardia sem tamanho, proporcionando uma matança muito maior que qualquer pescador esportivo... Na opinião de vocês, cota zero sem afetar profissionais e ribeirinhos adianta?
  7. Em dias mais amenos, com água não tão fria as tilápias saem bem (mesmo no inverno), porém se pegar em dias que o frio tá intenso e a água baixar de 15 graus, as tilápias param de comer também.
  8. Seja Bem vindo Rubens, também pesco bastante em alto mar e posso lhe dar algumas dicas, se precisar. Mas como sou de SP, só posso lhe ajudar na indicação de barcos aqui no litoral paulista.
  9. Bom dia Vinícius, quase todos os pesqueiros ao redor de SP possuem lagos para pesca de tilápias. Vou citar 3 que sei que são bons nesse aspecto: 1) Matsumura 2) Aquarium 3) Lagoa dos Patos.
  10. Só força de expressão meu velho amigo Roque, sei muito bem que ele é muito inteligente (dentro do reino animal)...
  11. Procure se informar onde fica o Baixio. É um local na beira do rio Itanhaém bem ao lado da antiga ponte da via férrea. Lá tem mais de 10 barracas que vendem peixes e camarões.
  12. A gente aqui em SP com 8 graus de temperatura, e o amigo Alexandre judia da gente com essas imagens.... Parabéns, bela pescaria.
  13. Poxa Glaucio, que pena, viajar do RS para o Tocantins e não pegar boas condições de pesca... Mas é aquela história, um dia do peixe outro do pescador, valeu a pena pelo descanso, pela limpeza mental da pescaria, das paisagens, dos amigos, das brejas...
  14. Beleza Gláucio, o post andava meio abandonado (acho que por causa do frio), eu mesmo, depois de Maio nunca mais fui atrás das dentuças...
  15. A imagem não aparece Glaucio...
  16. Será que Phoenix Grizzly em sul africanês não significa carretilha do prof. Pardal? Ela é diferente de tudo que já vi, mas como sua explicação mostrou, ela é bem bolada...
  17. Fico me perguntando, se existisse preservação no Brasil, se seria possível pescarmos robalos desse tamanho com tanta facilidade...
  18. Lembra um pouco um espada...diferenças são a nadadeira caudal e a vela que lembra a de um Sailfish...
  19. Em 2018 eu fui para lá passear com a patroa, andando na rua topei com um pescador que vinha com uma bicicleta e uma caixa grande de isopor, puxei conversa com ele e ele me falou que era jangadeiro, que pescava a uns dois km da costa com linha de mão. Pedi para ver os peixes e vi bonitos muito bons, entre 2 a 5 kg até a boca da caixa...ele falou que pega aquela quantia rapidinho num parcel que tem ali perto...
  20. Vou dar um up no post, para que outros colegas possam me passar outras opções de pesqueiros.
  21. É assim mesmo Alexandre, quando a gente tá atrás do troféu parece que ele teima em não sair, mesmo assim a pescaria foi divertida, pois a quantidade de traíras e tucunas pequenos foi excepcional.
  22. Faz parte do jogo, quando vou pescar no mar muitas vezes começa a entrar peixinhos miúdos (pargos pequenos, ciobinhas, cocorocas, olho de cão) aí vc monta um conjuntinho leve para brincar com eles...e de repente uma caranha resolve comer o filézinho da sardinha e sai arrebentando tudo....fazer o que? Vc vai montar um conjunto extra pesado esperando a caranha que pode demorar muito tempo para aparecer de novo? Perder toda a esportividade usando esse material extra pesado pegando cocorocas? É um dilema que eu também gostaria de saber como resolver...
  23. É característica desse caiaque, eu peso um pouco mais que vc (100 kg) e se não carregar nenhum peso atrás noto que a água fica na altura do dreno dianteiro, mas nada que comprometa a navegabilidade dele (só o fato de ficar com os pés úmidos), já peguei ondas altas em dia de ventania na represa guarapiranga e já entrei no mar também...o caiaque é estável demais e a única coisa que reclamavam dele que era a cadeira, agora é boa (o meu é igual ao seu, só que azul).

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