Nilson Miranda..

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Nilson Miranda.. last won the day on October 10

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36 Ótima

Sobre Nilson Miranda..

  • Rank
    Posso pescar por aqui?
  • Data de Nascimento 17-12-1970

Informações Pessoais

  • Localização
    Rio de Janeiro
  • UF
    RJ
  • Sexo
    Masculino
  • Interesses Pessoais
    Trocas de experiencias com iscas e materiais, técnicas de pesca, workshop e conhecer lugares onde se pode fazer boas pescarias.

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  • Nome Real
    Nilson
  • Sobrenome
    Miranda
  • Estilo de Pesca
    Pesca Esportiva

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  1. Nilson Miranda..

    Fotos de Traíras 2018

    Traíra capturada no Rio Grande do Sul, com vara Quick Retro QRT 564, blank confeccionado em carbono de alto módulo IM-7 desenvolvida em 4 partes, 8 - 17lbs, tamanho: 5’6 pés, linha multifilamento vexter 8X, 0,16 mm, líder flúor carbon 0,50 mm e isca borboleta lelé do tipo twitch bait, tamanho: 7,5cm e peso: 10gr.
  2. Nilson Miranda..

    Tem robalo pra caramba no manguezal

    Obrigado @Domingos Bomediano, realmente foi uma jornada memorável. Grato @Mauricio., eu transcrevi essa dica e esqueci de colocar a fonte de consulta, vacilei nisso! Realmente, @Fred Mancen, esse mosquito deixa sequelas que demora até duas semanas para sumirem, vou ter mas cuidado na próxima vez. Obrigado @Tadao.M, um grande abraço!
  3. Nilson Miranda..

    Tem robalo pra caramba no manguezal

    Boa tarde, meus prezados amigos! Hoje volto a escrever, depois de um final de semana bem produtivo. Segui juntamente com um grupo de amigos - todos os componentes são alunos do professor Hajime - para o município de Guapimirim a fim de fazer pescaria de fly e também de bait. Partimos lá pelas cinco horas, da zona sul da cidade do Rio de Janeiro e pegamos o caminho da ponte Rio-Niterói, seguindo depois pela rodovia Niterói-Manilha até o nosso destino. No caminho passamos por muitos riachos, onde se espera ver traíras em toda a sua extensão, além do cenário que preserva antigas fazendas: conta a história que por ali havia um dos principais portos da região, onde muitos navios negreiros descarregavam os escravos. Chegando ao local da pescaria, no rio Macacu, notamos o potencial piscoso do lugar, com águas tranquilas, manguezal e muita vida aquática. Descarregamos nossos equipamentos e partimos para a pescaria. Saímos em três barcos, cada um com uma dupla de pescadores. Depois de navegar entre riachos e igarapés, chegamos ao mangue e logo peguei a minha vara de fly #8, coloquei um streamer e comecei a jornada. Logo no início, o lugar me dava boas-vindas com um pequeno robalo-flecha esfomeado: que peixe danado! Briguei com o trink, embora o meu material fosse para encarar os avós dele. Mesmo assim valeu a pena e o dia estava apenas começando. Em alguns minutos, os outros pescadores estavam capturando os robaletes com equipamentos de fly e de bait também, todos muito felizes. Perto do meio-dia, paramos para um lanche com troca de informações e começamos a perceber a presença do mosquito maruim naquele local. Solicitamos repelentes, usamos e partimos para a segunda parte do dia, que prometia boas pescarias. Já na segunda metade da pescaria, o nosso amado professor fisgou um baita robalo, que foi para o enrosco e conseguiu escapar, mas o sapiente mestre não se deixou abalar e voltou a pescar o fujão e até capturou mais trinks ali. Havia-se passado uma hora, quando comecei a ouvir uma agitação dos pescadores e vi que nosso mestre havia engatado outro robalo monstro, que envergou a vara de fly #8 dele, o danado não se rendia por nada e, após alguns minutos de briga, o animal se rendeu: QUE RO-BA-LA-ÇO!!!! Eu fiquei impressionado ... era o peixe do dia. Nosso professor, além de nos treinar, também nos mostra como pescar, capturando essas feras aquáticas com a turma dele. A tarde ia passando e o peixe continuava comendo, era um festival de peixes, saíam no bait, no fly e até no pão com mortadela... KKKKKKKK. No final da tarde, a pescaria parou, porque houve uma queda de temperatura e isso influenciou a atividade daquela espécie que, por qualquer coisa, para de atacar. Começamos a recolher o material e regressamos para o local de embarque, onde pudemos contar uns aos outros as nossas experiências ali. Quando você for àquela região, não deixe de experimentar uma boa pescaria de robalos no mangue, é uma coisa de louco, você ficará plenamente satisfeito com o resultado. Eu garanto! (*) RECOMENDAÇÕES DOS MÉDICOS SOBRE A PROTEÇÃO CONTRA PICADAS DE INSETOS 01 Seja generoso: a tendência natural, assim como nos protetores solares por exemplo, é passar menos que o necessário. 02 Seja homogêneo: a ação de um repelente limita-se a 4 cm. Uma simples aplicação na bochecha não protege o nariz. 03 Seja seletivo: todos os repelentes são irritantes das mucosas. Evite passá-los nos olhos, boca e narinas. 04 Repetidamente: deve-se aplicar o repelente a cada 10 horas ou a cada 5 horas se a temperatura for superior a 30° C. 05 Evite roupas escuras e agarradas ao corpo: prefira as roupas claras, compridas e afastadas do corpo. 06 Perfumes provocam alergia e atraem insetos: prefira produtos sem fragrâncias tais como desodorantes sem perfume, sabonetes neutros e xampus sem um cheiro acentuado. FONTE DE CONSULTA: https://www.arcoeflecha.com.br/repelente-spray-exposis-extreme-10hs-osler-france-p1009/ (SITE ARCO E FLEXA)
  4. Nilson Miranda..

    Pesque e Pague das Traíras: Gabardo-RS.

    Obrigado @RobPesca RS, na próxima vez que eu voltar aí no sul, a gente faz uma pescaria assim no PPG.
  5. Nilson Miranda..

    Pesqueiro Mihara, alguém tem ido ?

    Foi no final de março, começo do outono, @Ciaramicoli, as tilápias estavam manhosas demais naquele dia, mesmo assim o professor Nelsinho Nakamura mandou bem, eu fiquei muito feliz em poder pescar em sua companhia. Naquele mesmo dia, um colega pescador pescou um baita dourado no mesmo lago das tilápias, aonde o professor gravava, após as gravações um tucunaré abocanhou um plug de meia água a direita dele. Foi uma pescaria cheia de surpresas no inicio do outono. No lago grande os tambas, traíras e pirararas estavam muito ativos e só tem bitelos lá.
  6. Nilson Miranda..

    Os Ranca Toko no Pesqueiro Stella - 2018-09

    Que espetáculo hein @allanog? Você esta de parabéns pelos peixes capturados, são belos peixes. Eu gostaria que você me contasse como você faz para colocar a geleia de mocotó no anzol para capturar os peixes, eu tento imaginar como se faz, porque geleias são tão moles, não é? Quais foram os peixes que comeram essa geleia? um grande abraço!
  7. Nilson Miranda..

    Traíra na Fusion Shad

    https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwjO9YCShubdAhXHDpAKHTwrAGsQjRx6BAgBEAU&url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCOTymqaNisvPOksPJn29m9A&psig=AOvVaw1JdBIG-_Pb9gQ7Jj2i2Mpn&ust=1538510972592542 @RobPesca RS, foi um domingo fantástico.
  8. Nilson Miranda..

    Pesqueiro Mihara, alguém tem ido ?

    @Lisandro, pelo que eu sei o Mihara esta ótimo, embora nestes dias tenha feito baixa temperatura, mas os meus amigos de Arujá, ali perto, me dizem que esta uma maravilha, mesmo com baixas temperaturas e que os tambas estão bem ativos. Eu estou interessado em ir lá atrás das traíras, dourados, pirararas e tucunarés; que foram peixes que eu não pude pescar na última vez. As tilápias gigantes, os pintados e piaus do MIHARA são coisas de louco não é verdade?
  9. Nilson Miranda..

    Pesque e Pague das Traíras: Gabardo-RS.

    Olá meus amigos! Como vão vocês? Dessa vez eu trago o relato de uma pescaria bem divertida, que, para mim, foi a primeira experiência. No domingo, 16 de setembro de 2018, eu estava no Rio Grande do Sul, a fim de participar da confraternização dos PESCADORES URBANOS e, é claro, pescar. Logo cedo, pela manhã, o presidente do grupo passou onde eu estava hospedado com mais dois amigos e componentes do mesmo, para me dar as boas-vindas pelo regresso e levar de carona ao local onde todos iriam se reunir. Logo que terminei o desjejum, peguei as minhas tralhas e partimos. Chegando ao local de destino, encontramos outros grandes amigos com os quais mantenho contato pelo Facebook. Então passamos a um breve workshop, onde fui orientado a começar a pescar utilizando grubs em anzóis lastreados e/ou com spinners. Logo iniciamos a pescaria de traíras, pois até aquele momento eu jamais havia pescado uma e lá fomos nós atrás das bocudas. À medida que o sol ia saindo, o clima foi esquentando. Cheguei a sentir calor em determinado momento. Creio que era psicológico, mas era sinal de que tudo cooperava para que os peixes ficassem bem ativos. Passados alguns minutos, a linha de um amigo esticou, uma briga iniciava e eu fiquei atento ao que ele iria fazer, notei que ele era bem rápido em retirar o peixe da água e cauteloso ao sacar o anzol de sua boca. Observei a tudo com a atenção de um aluno e fui em busca da minha sorte. Alguns minutos depois, o meu amigo e presidente elegeu, para mim, um padrinho, aliás, que era um outro amigo querido e com ele fui para mais adiante seguindo cegamente as suas orientações. Eu usava um grub de silicone na cor de refrigerante de cola, em um anzol monster 3x offset lastreado EWG 3/0, que eu arremessava a uns cinco metros do barranco e vinha recolhendo lenta e continuamente. Por causa do hábito de pescar com plugs, eu dava pequenos toques de ponta de vara. O sol ia subindo e a água estava barrenta, quando eu senti um tremor na isca. Sem saber o que era, não puxei e comentei com meu instrutor que me disse para deixar passar uns 2 segundos desse tremor e fisgar com vontade. Dito isso, recomecei e, alguns segundos depois, naquele mesmo lugar onde ocorreu o tremor, eu senti de novo, contei: um, dois, três e ... VAPUT!!!!! Era peixe na fisga sem moleza e logo reboquei para fora da água, era a minha primeira traíra, uma “trairaça” com a qual tirei uma bela foto e devolvi prontamente para o seu habitat. Depois disso, ainda tive mais três ou quatro experiências produtivas iguais a essa nas iscas soft. Na parte da tarde, notei que os ataques eram mais manhosos. Daí resolvi mudar de estratégia: passei a usar a isca artificial borboleta lelé, de sub-superfície (twitch bait), e flutuante (floating), para trazer de volta a emoção das fisgadas. Logo de cara, arremessei a uns sete metros e vim com toques de ponta de vara bem sutis e firmes. Logo essa isca foi encharutada pela dentuça, que abocanhou e correu como louca para um tronco: QUE-PAU-LAAAAA-DAAAAAAA!!!!! Prontamente reboquei a traíra, que era das grandes, e cumpri o ritual do fotografar e soltar. Depois de uns minutos, repeti a proeza e outra traíra enorme “encharutava” a isca, eram uma seguida da outra, às vezes mal dava tempo de trabalhar a lelé, que se mostrou uma isca muito produtiva para este tipo de pescaria. A tarde ia passando e os sucessivos ataques não paravam, algumas vezes eu perdia a fisgada, mas percebia que a isca era atacada com voracidade. Assim segui até o pôr-do-sol no fim da tarde, quando começou a esfriar e os ataques diminuíram bastante. Mas a garantia de muitas fisgadas e o reboque das hoplias malabaricus eu cumpri com muito êxito. Bem, amigos, esse foi mais um breve relato de uma pescaria que entrou para a minha história e me deu muitas alegrias. Espero poder em breve voltar com novos relatos de pescaria emocionantes como essa, Um forte abraço e boas pescarias a todos!
  10.  

    Meu amigo, preciso da sua ajuda, estou terminando a Faculdade e neste momento estamos finalizando TCC, poderia me ajudar respondendo este questionário, é rápido e tem relação com a pesca rsrs:

     

    https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScs_UvpeotNsaCEth4MbTD_otKbnmKELRNFHR_f31tVR93YWg/viewform

     

    Desde já muito obrigado, grande abraço.

    1. Nilson Miranda..

      Nilson Miranda..

      Que legal é o teu TCC, @Tarcísio Machado, te desejo boa sorte na tua defesa diante da banca, um forte abraço, saúde e sucesso para você.

    2. Tarcísio Machado

      Tarcísio Machado

      Bom dia meu amigo, isso mesmo, projeto de TCC. Muito obrigado pela força meu nobre. Um grande abraço e sucesso para você também.

  11. Nilson Miranda..

    Muito cuidado com os dourados

    Também faz sentido, vendo o tamanho das tilápias do Gabardo, eu não duvido que também tenham sido elas. Amigo, quando eu estiver aí de novo eu vou te conhecer, faremos uma bela pescaria no Gabardo! Ficarei mais três dias aí.
  12. Nilson Miranda..

    Muito cuidado com os dourados

    Hmmmmmm, então foi por isso que eu coloquei pedaços de salsichas no anzol sem o elastricot e elas sumiram, a princípio eu pensei que poderiam ser comidas por um pacu, mas como não havia puxão eu fiquei intrigado. Agora, @RobPesca RS, faz sentido o que você disse aqui, pois o dourado mastiga a salsicha e se o pedaço for pequeno ele mastiga e vai embora.
  13. Nilson Miranda..

    Tilápias do Pesque e Pague Gabardo - RS

    Disse bem: deu uma briga e tanto. @GMarux, no Rio Grande do Sul elas são muito fortes, brigam mais do que os pequeninos tucunarés do sudeste, falo isso com conhecimento de causa. Se forem pescadas com um equipamento de fly #3-4 é encrenca!
  14. Muito grato, @Carlos Caffer, pela ajuda. Você sabe me informar se há alguma agência de viagens para fins de pescaria que leva para pescar nesses lugares?
  15. Nilson Miranda..

    Tilápias do Pesque e Pague Gabardo - RS

    Olá, amigos! Como vão vocês? Estive neste último fim de semana, entre os dias 14 e 17 de setembro de 2018, no Rio Grande do Sul, estado que eu amo de todo coração e, como não poderia ser diferente, passei os dias pescando. Quando desembarquei em Porto Alegre, na sexta-feira, percebi que o tempo estava chuvoso, mas o meu instinto de pescador me dizia: vá pescar, Nilson, porque este torrão irá te presentear. Chegando ao hotel, na cidade de Montenegro, desfiz as malas, peguei meu equipamento #4 e parti para o Pesque e Pague Gabardo, lugar dos grandes dourados, dos pacus, dos pintados, das traíras e das tilápias mais fortes deste Brasil de meu Deus; segui pela estrada a pé, fiquei deslumbrado com a paisagem dos pampas, o gado, os pés de tangerinas (ponkan & mexerica) carregados, com o joão de barro, o galo-da-campina, o sanhaço-azul e outras belas aves do Sul do meu país. Após 20 minutos de boa caminhada, cheguei ao pesqueiro, cansado, porém feliz da vida. Lá estava eu: o Gabardo era só meu naquele dia chuvoso e cinzento. Fiquei no quiosque depois da ponte. Ali arrumei o equipamento de fly fishing, e logo arremessei uma miçanga bem parecida com a ração que usam por lá. Fiz uma montagem com boia, temendo que as tilápias estivessem manhosas. Em um minuto as baitas começaram a rebojar na superfície e, de repente, ... SPLASH! Um rebojo esticou a minha linha como se eu tivesse engatado um tambacu, a fúria daquele peixe parecia a de um orixá, nada continha aquela energia que tomava linha e fazia a vara de fly se curvar: que traulitada, meus amigos! Eu tentava recuperar a linha tomada pelo peixe, mas era em vão, aqueles peixes têm muita saúde. O jeito foi esperar ele cansar depois de alguns minutos. Trazendo para a beira do lago, me deparei com uma tilápia enorme, daquelas que deixam qualquer pescador orgulhoso, depois de retirá-la da água, retirei o anzol e fiz umas fotos para, em seguida, rapidamente, devolvê-la ao lago. Segui o dia pescando belas e boas tilápias, todas bem grandes e fortes, mas a que abriu essa pescaria já me valeu estar lá. Quando você for ao Rio Grande do Sul, vá ao Pesque e Pague Gabardo, em Montenegro, na grande Porto Alegre. Vale muito a pena pescar por lá, o ambiente é ótimo, o atendimento é de primeira classe e os peixes são saudáveis e grandes; leve o melhor da tua tralha de pesca e tenha fé em Deus, que você vai conseguir levantar o teu troféu. Boas pescarias!

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