vrcedro

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Sobre vrcedro

  • Rank
    Posso pescar por aqui?
  • Data de Nascimento 03-08-1983

Informações Pessoais

  • Localização
    Maceió - AL
  • UF
    AL
  • Sexo
    Masculino
  • Interesses Pessoais
    Pesca, Mergulho, Biologia, Jiujitsu, Cerveja artesanal, Viagens...

Previous Fields

  • Nome Real
    Victor
  • Sobrenome
    Cedro
  • Estilo de Pesca
    Baitcasting/Artificiais

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98 visualizações
  1. Captura em Jatobá-PE, às margens do Velho Chico. Arremesso paralelo à margem, bateu no lambari articulado.
  2. Se vc agulhar, vai ter um conjunto top. Sensível, mas capaz de trabalhar aquele pampo mais valente que veio pra beira. O Molinete tbm é ótimo, bem construído, sem folgas. Vou usar um pra um conjunto de bait.
  3. Disponha colega. É arriscado ir sem conhecer detalhes dos pontos, quando estes não são famosos entre a turma.
  4. Resumo da história da minha vida. Descobri os pontos de traíras na marra, batendo as margens do São Francisco e dos tucunarés, através de aproximação com os barqueiros locais. Tem que ir se enturmando com os locais, não tem jeito.
  5. Boa noite. Sou professor de biologia no Instituto Federal de Alagoas - IFAL, campus Piranhas.
  6. Poxa agora que eu vi que tem um tópico de apresentação... Então vamos lá: Eu sou o Victor Cedro, natural de Maceió-AL, atualmente residindo em Piranhas-AL. Sou mestre em ciências biológicas, atuando em biologia marinha, ambientes recifais e estuarinos. Pesco desde pequeno, sendo que de 2004 a 2012, me dediquei exclusivamente à pesca de praia, modalidade na qual já cheguei a ganhar torneios locais. De 2013 a 2017, dei uma parada na pesca, retornando ano passado, na modalidade baitcasting, a qual venho praticando intensamente desde novembro de 2018. Se alguém um dia vier pescar no alto São Francisco em Alagoas ou Sergipe é só dar o alô pra irmos atrás dos tucunarés, traíras e robalos.
  7. Traíra no laser spinner MS 15g. Rio São Francisco. Piranhas-AL.
  8. Fala meu povo, depois de 1 ano pescando no velho Chico, percebi que o povo aqui não é muito fã de iscas de superfície, poppers e stickers. E com uma certa razão. Insistindo muito, com um stick osso de 12g, consegui pegar uma traíra, enquanto que nas colheres, plugs de meia água e subsuperfície (principalmente prateados), sai todo tipo de peixe. Não tem trabalho de zara, popping ou catimba/chamadinha, nem os tucunas atacam de baixo pra cima, mesmo em pontos mais razos. Alguém já vivenciou essa situação?
  9. Pois é. Tiraram a ótima gordura saturada pra encher o rabo da população com carboidratos, trigo, açúcar, xaropes concentrados de frutose... E tem médico fdp que ainda jura na cruz que essa substituição foi certa.
  10. Nossa saúde começou a dar errado quando nutricionistas e médicos fds começaram a dizer que as gorduras animais causavam problemas de saúde.
  11. Com o aumento de IPT por lance e recolhida eu concordo plenamente. Não é meio contraditório dizer que são iguais, quando vc reconhece que o carretel subalimentado do molinete dissipa mais energia do arremesso por atrito, do que o da carretilha?
  12. Amigos me tirem uma dúvida. Estudando o mecanismo das carretilhas, percebi que estas são menos sensíveis à menor quantidade de linha no carretel do que os molinetes, estes acusando muito fácil carretel com linha insuficiente. Tbm percebi que a menor quantidade de linha nelas vai influenciar o arremesso apenas se ficar num patama em que a linha fique muito abaixo, desalinhada com o devanador. Tenho alguma razão?
  13. Pessoalmente eu citaria conhecer o local e as possíveis presas das trairas. O gênero Hoplias é generalista como um todo, porém populações locais podem se especializar em determinados grupos, às vezes ignorando o que diferir muito deles. Tipo... Populações especializadas em predação de peixes podem evitar ratos e afins e vice-versa. Por isso sempre é de bom grado sondar o local antes da pescaria.

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