Domingos Bomediano

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Sobre Domingos Bomediano

  • Rank
    Cosquentão
  • Data de Nascimento 03-04-1955

Informações Pessoais

  • Localização
    Jacareí
  • UF
    SP
  • Sexo
    Masculino
  • Interesses Pessoais
    Pescar, pescar e pescar!

Previous Fields

  • Nome Real
    Domingos
  • Sobrenome
    Bomediano
  • Estilo de Pesca
    Basses, tucunas e um montão de outros peixes

Contatos

  • Website URL
    http://www.bomediano.com

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  1. Legal, Cassio! Boa sorte lá! Esperamos ver uns bichões nas fotos!
  2. Seja bem-vindo de retorno, Grande Cassio! Muito legal a jornada! Parabéns pela aventura, convívio e peixes capturados!
  3. Pior que procurei e neste notebook não está. A ver onde guardei. Que eu tenho guardado, eu tenho. Preciso ver onde... rssss
  4. Grande Eduardo, Que legal! O princípio para iscar outras frutas é o mesmo que se aplica ao iscar banana. Por exemplo, o abacate, você corta em duas metades, mas não no sentido longitudinal da fruta. Daí, tire o caroço e corte um pedaço, que ficará em forma de anel por causa do oco do caroço. Este anel precisa ter cerca de 2 cm de largura. Daí, corte um quadradinho de abacate, deixando a parte de fora com a casca ainda. Perfure, partindo da casca para dentro de maneira que a casca servirá para segurar melhor e centralizada a linha do chuveirinho. Já a goiaba, costumo escolher aquelas de porte mais ou menos de um kiwi. Depois corto em duas metades, que em seguida também divido em metades. Assim, cada goiada rende quatro pedaços de iscas. Escolho sempre a ponta mais fina e ali cravo o perfurador para passar a linha, partindo da casca para o miolo. O tomate segue o mesmo procedimento da goiaba e não tem problema se com isso saírem as sementes, mas no caso depois de transpassado pelo chuveirinho demanda direcionar os anzois para as partes carnosas do tomate, vez que ele não tem massa interna. O momento da fisgada é sempre depois que a vara enverga pra valer, porque se tentar cravar antes vai retirar a isca da boca do peixe. Eu faço chuveirinhos de comprimentos variados porque tem dia que isso influencia, de maneira que alguns têm apenas cerca de 25 cm, enquanto que outros variam de 35, 40 e chegam a 60 cm. Geralmente os mais longos, com não mais de 60 cm são os que mais funcionam. Sempre se devem arremessar cada vara com um chuveirinho de comprimento diferente e prestar atenção em qual estará havendo ações, adotando este comprimento para as demais varas depois de ver um padrão demonstrado pelo peixe. Há dias em que isso pouco importa, mas há dias em que só pegam em determinado comprimento. Isso também pode variar conforme varie a força da correnteza. Como sempre priorizei as piavas, os curimbas acabaram ficando para segundo plano, mas nas poucas vezes que me aventurei a eles e, destas vezes, sempre desde a barranca com ceva (embarcado, ali, sempre rendia pouco, mas havia quem pescava). Já deixava o saco com a mistura que já mencionei mais acima, desde o dia anterior e pescava armando as varas tal como você nos mostra aí na foto. O saco de ceva, eu afundava bem em frente onde eu ficava e arremessava a isca um pouco mais à frente e a correnteza levava para cerca de 5 u 6 metros adiante, para baixo, de onde ficava o saco de ceva. Isso funciona! O mandi da foto é um mandi-guaçu e pode crescer bem mais que isso. Foi introduzido na Bacia do Paraíba-do-sul em 1945, juntamente com os dourados, pelo emérito Professor Manuel Pereira de Godoy, grande pesquisador da Estação de Piscicultura de Pirassununga. Em locais de margem rasa assim, varas lisas de mão podem funcionar desde que tenham comprimento para pescar além da rasura. Outra coisa que você pode fazer é também levar uma vara para arremessos com artificiais porque ali tem saicanga e piabanha. Aquilo que você disse ter visto, julgando serem curimbas, podem muito bem ser saicangas, sobretudo agora no inverno. A ver se amanhã você acerta alguns lá. Os primeiros são sempre mais difíceis, mas depois que quebrar o tabu do primeiro, muitos sobrevirão> Vem sendo difícil, mas quando eu for para lá eu te aviso e quem sabe fazemos uma jornada lá
  5. Velhinho??? Eu??? Embora sempre tivemos ótimo relacionamento pela net, só vi e pude conversar pessoalmente com o Tchello em única vez, que foi num encontro lá no aeroporto de Canarana, onde ele e a turma dele estavam voltando do Rancho Xingu, de nosso amigo Atá e nossa turma estava indo para lá.
  6. Quase certo que deve ser isso. É algo que vive surpreendendo os donos de motores.
  7. Sim, também eu o tenho no WhatsApp e pelas redes sociais. É um tremendo cara, com certeza. Curiosamente nos encontramos uma vez por ano na feira, mas já ocorreu de duas vezes nos encontrarmos por acaso, no aeroporto de Manaus quando ele ainda dirigia o Ecolodge rsss É claro que escapei de comparecer para a execução e, muito, mas muito, bem argumentado, tanto é que aqui sigo vivinho da silva kkkkkkk
  8. Grande Eduardo, Estive lá há cerca de trinta dias, mas te confesso que não me recordo se a casinha tem as cores que menciona, até porque está já bem velhinha e no meio do mato, bem na beira da estrada e ali, Sr. Sebastião movimentava um pequeno bar, porque ao lado direito da casinha tinha um barracão do qual só restam escombros. Do lado esquerdo era uma garagem coberta, mas que também ruiu. Do outro lado da estrada tinha uma porteira, que não localizei, porque não existe mais, senão a cerca mesmo. Era por esta porteira que eu entrava para ir à margem descer meu barco. O ponto que você relata fica pouco à frente, em direção a São José dos Campos e conforme o nível do rio chega a ser profundo bem no ponto da curva onde a água vai com força de encontro à margem onde está o mato. Pontão de piavas ali! Junho não é dos melhores para a pesca de piavas, mas deve sair alguma, seguramente. A banha de galinha era geralmente conseguida em avícolas. É muito boa isca, mas preferencialmente para os mandis, porque para piavas há iscas melhores como o caranguejo (para estes meses mais frios, esta é a melhor isca, mas difícil de conseguir), mortadela, banana, goiaba e abacate. Não sei se já referimos a isso aí mais acima, mas se ainda não, leia o seguinte tópico para aprender como usar estas iscas: Um problema que ali existe de fato é a inconstância do nível do rio, mas tem época que isso ocorre menos, favorecendo a pesca e seus resultados, de sorte que é preciso insistir até acertar o dia pela primeira vez; depois disso virão cada vez mais constantes os dias de sucesso. Sobre as fotos, o melhor a fazer é postá-las antes em um site de armazenamento como o www.ingur.com e de lá trazer as fotos para cá, sem limite de quantidade. Para fazer isso, primeiro publique a foto lá. Depois, ainda lá, abra a foto para visualização. Uma vez aberta a foto para visualização, dê com o botão direito do mouse sobre ela, pelo que aparecerá um pequeno menu de opções, devendo clicar na opção "copiar endereço da foto". Depois, é só vir aqui nesta tela de digitação do Pescaki, onde estará pretendendo publicar a foto e colar o link copiado lá do Imgur. Pronto, ao ar "enter" a foto já aparecerá direta e imediatamente. A ver se pude ajudar! Estou curioso por tuas fotos de lá!
  9. Huashuashuashuas lembrando nosso insigne amigo Bet@o! O mais legal é que ele começou a destacar ainda mais a verve de escrever depois que comecei a participar do fabuloso e pioneiro fórum Fishpoint, a começar pelo dia em que lá me apresentei em 1997 se não me falha a memória, tendo sido agraciado com as boas-vindas de todos, sobretudo de nosso preclaro amigo. Pena que ele aqui não vem mais... Preciso achar uma "carta de intimação" que ele me enviou, muito engraçada, onde eu estaria obrigado a comparecer para minha execução em local e hora marcada, tudo escrito de forma muito rebuscada e engraçada, devidamente respondida explicando na mesma linha rebuscada, porque eu não compareceria. Isso está guardado em algum lugar. Penso que nem ele se lembra mais disso! rsss Eu ainda acho isso e venho mostrar para vocês!
  10. Grande Antonio, De fato tem muito tucunaré pequeno, a ponto de levar à falsa impressão de que crescendo estarão todos lá para a pesca esportiva, porque antes de atingirem a maioridade a maior parte estará em samburás de predadores. Você teria dificuldade para digerir as imagens que sempre vejo, de gente pescando tucunarés aos montes, enchendo sacos de peixes, todos com menos de 25 cm. É inacreditável, mas esta gente faz isso pescando com camarão e outras iscas, cujo resultado é quase sempre de peixes pequenos e matam tudo! Por outro lado, peixes grandes nunca são perdoados por aqueles que pescam com água à cintura usando lambaris vivos de isca; é algo também inacreditável! E, para agravar ainda tem gente capturando matrizes e peixes de 25 cm para mais, para vendê-las para outros pescadores que pretendem povoar lagos particulares, como se fossem criados para tanto. Junte-se a isso a ação desenfreada de redeiros e a coisa vai explicada...
  11. Supertramp é bãodimais, uai!
  12. Seja bem-vindo ao Pescaki, Guilherme! Legal saber notícias aí da região! Onde reside?
  13. Eu, ao menos pelo que consigo observar, não tenho este problema, até porque os moleques ainda não reclamaram quando eu toco nas guitas sagradas deles rssss mas mesmo assim, sempre borrifo WD-40 em uma flanela e passo nas cordas, nos trastos e na madeira da escala.

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