Gustavoreolon

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Sobre Gustavoreolon

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    começando a responder
  • Data de Nascimento 12-03-1985

Informações Pessoais

  • Localização
    São Borja
  • UF
    RJ
  • Sexo
    Masculino

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  • Nome Real
    Gustavo
  • Sobrenome
    Reolon
  • Estilo de Pesca
    Arremesso com iscas artificiais / iscas naturais / pesca de praia

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  1. Obrigado pessoal. Espero em um futuro próximo já ter uma companheira nas pescarias de tucunarés e dourados. Grande abraço.
  2. Valeu. Realmente. Aproveitar as oportunidades vale muito.
  3. Boa tarde. Ano passado, em duas ocasiões, tive a chance de conhecer e testar algumas técnicas para a captura dos famosos black Bass. Nunca fui um grande entusiasta, mas tendo ouvido falar da complexidade das técnicas usadas para a espécie, não podia deixar de aproveitar as chances que se apresentassem. Além disso, muitas das técnicas que usamos hoje para tucunarés, traíras e outros foram desenvolvidas com os verdinhos, como muitos os chamam. A primeira oportunidade que tive para pescá-los foi em uma viagem para a turística cidade de Canela. A Catedral de Pedra de Canela. Ficamos na estância Invernadinha uma pousada rural, bem no limite com o município vizinho de São Francisco de Paula. Logo em frente das instalações para os hóspedes há um lago onde pode-se pescar carpas. Pegamos algumas, mas sem tirar fotos. Na manhã seguinte, fui tentar o objetivo principal em uma barragem, um pouco mais afastada. Era época de outono e as primeiras frentes frias já estavam dando as caras. Tinha ouvido falar que a espécie fica manhosa e exige bastante dedicação até revelar a técnica que está funcionando em ocasiões como esta. Sendo assim, passei a testar variadas iscar e trabalhos. Não davam sinal na superfície quando trabalhava popers e zaras, mas percebi que seguiam alguns plugs de meia água, sem atacá-los. Decidi então tentar iscas soft com lastro. Com um pouco de insistência senti um puxão até mais forte do que o esperado enquanto trabalhava uma minhoca salgada de cor branca perto de uma vegetação. Com bastante cuidado trabalhei e pude capturar o meu primeiro Bass. Na sequência vieram mais algumas ações. Achei o tamanho razoável para a primeira tentativa. Mas o clima inconstante da serra mostrou a cara e o tempo virou. Um vento frio passou a soprar forte e voltei para a pousada para o almoço e outras atividades. Depois emendou uma chuva forte e não pude retornar ao lago. Alguns meses depois, já em meados de setembro, saindo do inverno persistente do ano passado, voltamos à serra, desta vez, no município de São José dos Ausentes, terra dos cânions. Fomos para a bela Pousada Montenegro a fim de visitar as belezas naturais do lugar. Além dos cânions, há outras belas paisagens para admirar, como o desnível dos rios Divisa e Silveira, taipas de pedra, cachoeiras, entre outras. Também há um lago na propriedade, com muito black Bass. Há a possibilidade da pesca de trutas nos rios, mas como utiliza-se o fly fishing, acabei não praticando, já que não sou adepto da modalidade. Entre um passeio e outro, tirava um tempo para uns pinchos no lago. Seguem as fotos: Esse foi o primeiro. Bateu em uma chaterbait. Como os exemplares eram pequenos, passei a usar plugs, softs e spinners bem pequenos. Daí ficou fácil. Quando as ações paravam era só mudar a isca ou a técnica que eles voltavam a atacar. Em alguns períodos do dia, percebendo que eles estavam mais ativos, utilizava pequenos popers e zaras, conseguindo também belos ataques. Para mim o mais interessante foi perceber que a minha filha, de dois anos e meio na época, imitava meus movimentos com um graveto nas mãos. Então arremessei e entreguei a vara para ela recolher. Ela fez muito bem, olha o resultado: Não foi a primeira vez que levei ela comigo, mas desta vez ela mesma tirou um peixe da água! O primeiro peixe dela! Enfim, foram 27 peixes pelas minhas contas, pescando no início e final do dia por períodos de meia hora à uma hora durante 3 dias. Na próxima vez, tentarei espécimes maiores em outra represas da região. Seguem outras fotos da serra: Material: Utilizei um conjunto na casa das 17 libras, com carretilha, multifilamento e leader de 30 libras, sem nada de especial para descrever. As iscas variaram de acordo com a situação do tempo e o local. Na primeira pescaria, quando estava mais frio, tive sucesso com iscas soft maiores. Na segunda, pequenos plugs de meia água foram mais produtivos, além de iscas soft pequenas e pequenos popers. No final, foram dias interessantes, que deixaram boas lembranças e aprendizado. Em especial despertando o interesse da minha menina pela pesca. Grande abraço e boas pescarias.
  4. Valeu! Contando as horas para a temporada de 2019.
  5. Sim, foi uma boa quantidade de ações, mesmo com o tempo virado. Mas o tamanho ficou devendo um pouco.
  6. Beleza. Quem sabe nos trompamos em alguma pescaria neste ano.
  7. Buenas, amigos pescadores. Esta é sobre a minha primeira pescaria no Rio Uruguai, em um lugar que há muito queria conhecer, a pequena porém bela Porto Xavier, na Divisa do Rio Grande do Sul com a Argentina, Região das Missões. Em setembro passado, na segunda quinzena do mês, aproveitando uma viagem a trabalho, emendei uns dias de folga, para conhecer a Pousada do Biguá, do amigo Sandro. A pousada fica no centro da cidade. Pela manhã os barcos saem da rampa do porto e sobem uns 20 minutos até os pontos de pesca. O almoço geralmente é em algum sítio na beira do rio, tudo previamente acertado. Não é nenhum resort de luxo, mas tem o conforte necessário para boas noites de sono, ótima comida, embarcações seguras e ótimos guias. Na foto abaixo, uma lembrança de outros tempos, quando o dourado e o pintado (surubim) não eram protegidos no Rio Grande do Sul: Coitada da minha filha, levou um baita susto quando olhou para cima. Pescamos por dois dias e meio em uma situação complicada: Chuva no primeiro dia, água mais turva do que o esperado para a época e ainda um frio teimoso, já que o inverno passado foi bem longo no Sul. O foco principal eram os dourados, mas pedi para o guia cevar um ponto para tentarmos umas piaparas (piavas) também. Além de nós, havia outra embarcação com pescadores paranaenses. Em resumo, não saiu nenhum gigante, mas não faltaram ações. Navegando para o ponto, com o guia Mauro. Frio e tempo fechado. Rio Uruguai em um trecho de remanso. Os pontos de pesca ficam em locais com bastante corredeira. Começamos pescando com tuviras. Poucas ações pela manhã e nenhuma captura. Após o almoço, tentamos com iscas artificiais. Testamos alguns modelos até chegar na inna 90. Com ela não falhava uma rodada! Sempre tinha ação, na maioria das vezes com o dourado escapando no pulo. Tivemos 3 capturas naquela tarde, mas de exemplares pequenos. Tentamos as piaparas, mas sem sucesso. Primeiro douradinho, um bebê. Esse aí, já um pouco melhor. Não tirei foto da terceira captura, mas estava no mesmo padrão. No segundo dia o tempo melhorou e a água começou a baixar. Novamente só queriam a inna 90. Como a água estava mais limpa, dava para ver alguns ataques. Algumas vezes dois exemplares atacavam ao mesmo tempo, mas sempre peixes pequenos. Muitas fugas no pulo; perdi a conta de quantas. Também tentamos na isca viva para tentar um exemplar maior, mas só achamos pequenos. Neste dia nos dedicamos um pouco mais às piaparas. Embora não fosse a época, eu queria muito fisgar uma. Depois de um tempo, conseguimos: Pequena para os padrões do Rio Uruguai, mas já foi uma excelente briga. No último dia, pescamos só pela manhã e nos dedicamos aos dourados com iscas artificiais. Novamente a inna estava imbatível para atraí-los, mas a grande maioria escapava. Só capturamos um, mas foi o troféu da viagem: A outra embarcação alcançou mais ou menos a mesma média, porém usaram apenas iscas vivas. Foi abaixo da média do lugar, mas acima da média da maioria dos rios brasileiros. Uma baita diversão, mesmo o tempo não colaborando. Afinal, melhor um dia difícil de pesca do que um bom de trabalho rsrsrsrsrs. Destaco a dedicação do Sandro e dos guias em bem atender e encontrar o peixe. Ver a vontade deles nos anima naqueles momentos em que o peixe resolve não atacar. A temporada 2019 promete, ainda mais agora que estou morando no beira do Rio Uruguai. Grande abraço e sorte a todos! Equipamento: - Para iscas vivas, usei vara Hunter Fish 30lb com carretilha Lubina Ocean Big Game, com multifilamento 40lb, leader de fluorcarbono e empate de um palmo; anzol 7/0. (Era o que eu tinha à mão, mas para rodada com iscas vivas, prefiro monofilamento. Tenho a impressão que enrosca menos) - Para iscas artificiais, usei vara Black Widow, com carretilha Lubina GTO, com multifilamento de 30lb, leader de fluorcarbono e empate de uns 10 cm. Testamos várias iscas e tamanhos, mas tivemos resultados (e muitos) na Inna 90 pro tunned na cor vermelha e branca. Para as próximas pescarias, troquei as garateias por anzóis singelos. Espero que a média de capturas melhore já que com as garateias, consegui embarcar 1 em cada 3 fisgados. - Piaparas: Vara evolution 14lb com molinete e multifilamento de 20lb, fluorcarbono de 30 lb e anzol chinu número 5. Usamos milho cozido como isca. Interessante é que por aqui alguns guias evitam usar quirela de milho como ceva, para atrair menos "roedores", como os piaus. Até a próxima!
  8. Beleza. Nossos rios estão se recuperando, mesmo com muitos cidadãos ainda mal educados e teimosos. O Brilhante mesmo tinha chegado ao leito de morte há uns 10 anos e hoje já está dando gosto de pescar.
  9. Valeu grandes Gilson e Bomediano. Grande abraço.
  10. Boa noite e um feliz ano novo, pleno de fisgadas para os amigos pescadores. Neste tópico, gostaria de mostrar algumas pescarias de traíras realizadas no ano passado, em diversas barragens no município de São Gabriel - RS. Há alguns anos, a exemplo de muitos pescadores (talvez a maioria dos brasileiros), iniciei minhas pescarias com a espécie. Na época, pescava com vara de bambu. Com o tempo, vieram novas técnicas, com a inclusão de iscas artificiais, mas com muitas limitações, dependendo muito das condições do ponto. Locais com vegetação pareciam impossíveis para as artificiais. Além disso, meu interesse pelas oplias foi diminuindo com o tempo. Mas chegando ao sul, verifiquei o quanto o pessoal aprecia a pesca das dentuças e passei a estudar os métodos mais "modernos" para a pesca e a utilizar as incas anti-enrosco. Comecei a pescá-las já no início do frio, exigindo ainda mais técnica, mas que deu ótimos resultados. Desentocá-las do meio da vegetação é uma adrenalina a parte. De maneira geral, foi um grande aprendizado, bem oportuno para mudar a impressão de que já estamos sabendo muito; realmente a pesca reserva surpresas para quem estiver disposto a prender... Seguem algumas fotos. O passarinho da bad line me garantiu o recorde pessoal em uma tarde fria. As vezes esses caras aí me faziam companhia: Ratão do banhado. Também era comum encontrar muitas aves e tartarugas. Também passei a usar iscas de silicone, como esse sapo marron aí, nos dentes da traíra. É um padle frog, mas achei bem mais atrativo nas cores branca e preta. Minha técnica era atraí-las com um passarinho ou rato de borracha e, quando erravam o bote, o que é bem comum, jogar um frog e trazê-lo com movimentos lentos e bem trabalhados. Foi a técnica que mais deu resultado e me ajudou em duas etapas do torneio de pesca organizado pelo amigo Rodrigo, a Copa São Gabriel de Pesca Esportiva, que já está em sua 4a edição. Mesmo em dias difíceis, nunca saí sapateiro. Algumas fotos das duas etapas de que participei: Campeão da primeira etapa. Essa foi a campeã da segunda etapa. Algumas capturas minhas nos torneios. Estou em quinto no geral, mas como já me mudei de lá, dificilmente poderei participar das próximas etapas. Mas valeu muito pelas pessoas que pude conhecer. Em algumas pescarias, pude fazer uso do caiaque, que ajuda muito nas grandes barragens do sul: Esta encharutou o sapo branco. Em resumo, foi um grande aprendizado na pesca de traíras, com recorde pessoal, no ano que passou. E que venha o próximo com suas capturas e lições. Equipamento: - Vara Evolution 17lb. - Carretilha Brisa GTO 8000, com linha multifilamento 20lb e leader de 30lb. - Iscas: Principalmente os passarinhos e sapos de borracha nas cores laranja/preto ou branco/vermelho. Padle Frog nas cores marrom, branco e preto, com anzóis off set lastreados . - Sempre uso um encastoado de uns 3 dedos de comprimento e snap leves, sem girador. - Algumas vezes cheguei a usar um outro equipamento na casa das 30lb, que uso para dourados, mas apenas por não dispor de outro conjunto semelhante ao anteriormente descrito. Espero que as informações sirvam de aprendizado para alguém, já que para mim o fórum ajuda muito quando preciso estudar alguma técnica que não domino. Boas capturas! Grande abraço.
  11. Não lembro se é mesmo a top gun, hoje o nome já está todo raspado rsrsrs e não dá pra ver direito na foto. Mas ainda funciona bem.
  12. Beleza, eu compartilho do mesmo pensamento. Não citei no relato, mas o tamba deu duas ótimas refeições.

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