Gustavoreolon

Pescadores
  • Total de itens

    505
  • Registro em

  • Última visita

  • Days Won

    3

Gustavoreolon last won the day on January 8

Gustavoreolon had the most liked content!

Reputação

174 Ótima

1 Seguidor

Sobre Gustavoreolon

  • Rank
    começando a responder
  • Data de Nascimento 03/12/85

Previous Fields

  • Nome Real
    Gustavo
  • Sobrenome
    Reolon
  • Estilo de Pesca
    Arremesso com iscas artificiais / iscas naturais / pesca de praia

Informações Pessoais

  • Localização
    Windhoek
  • UF
    RJ
  • Sexo
    Masculino

Últimos Visitantes

778 visualizações
  1. Os tigres da África

    Valeu, obrigado. A pescaria e o lugar são realmente muito interessantes.
  2. Os tigres da África

    Obrigado. Abraço e boas pescarias.
  3. Os tigres da África

    Obrigado. São as oportunidades que aparecem né... E realmente a pescaria é bem mais do que apenas pegar o peixe, é sempre uma grata aventura.
  4. Os tigres da África

    Valeu pessoal. Realmente tanto a pescaria quanto o local são incríveis. Fiquei muito feliz de ter tido esta oportunidade e a disponibilidade para aproveitá-la.
  5. Amazônia Setembro 2017 - Expedição Rio Uatumã

    Bela pescaria, gaúcho! Gosto muito do Uatumã, rio maravilhoso. Muito bom relato, dá pra sentir a empolgação de quem está iniciando rsrsr, se bem que esta empolgação continua sempre... que bom que achou a carteira, quando se está pescando em um grupo bom é assim mesmo, o pessoal se ajuda e no final o que fica é a amizade com os companheiros do grupo, guias, pessoal da pousada e assim por diante.
  6. Os tigres da África

    Valeu. Os peixes realmente são muito esportivos. Não dava para sair daqui sem conhecê-los. As vezes dava um frio na barriga na pesca por passarmos perto dos hipopótamos, mas os guias são muito bons e acostumados aos bichões.
  7. Os tigres da África

    Obrigado camaradas. Acho que ser oportunista é uma característica importante para os pescadores esportivos, sendo assim aproveitei que já estava por aqui para conhecer essa espécie. Realmente essa vai ficar bem guardada na memória. E o lugar é belíssimo; mais do que eu esperava.
  8. Os tigres da África

    Obrigado pessoal. São realmente peixes bem esportivos. As iscas é que sofrem rsrsrs. A natureza da região é realmente espetacular. O equipamento leve exigido pela técnica escolhida tornou ainda mais emocionante as capturas, até mesmo dos bagrões, muito fortes no Zambeze.
  9. Os tigres da África

    Saudações camaradas pescadores. O título seria um pouco estranho, afinal não há tigres nas savanas e desertos africanos; porém os deste relato vivem nos rios. Procuro sempre ser oportunista e, no mês passado, aproveitei as férias do trabalho para passar uns dias no Rio Zambeze, na Namíbia. A Namíbia é um país predominantemente árido ou semi-árido, com exceção de algumas áreas no norte e da faixa do Caprivi, no extremo nordeste do país. É na parte oeste do Caprivi que o belo Rio Zambeze passa pelo território namibiano, delimitando parte de sua fronteira com a Zâmbia. Nas águas azuladas do Zambeze, emolduradas por belas praias de areia branca e vegetação típica, vivem hipopótamos, crocodilos, incontáveis aves e outros animais, além de várias espécies de peixes, muitas delas bastante esportivas. Há ciclídeos, como as tilápias ( 3 spot bream, pink bream, green bream, humpback), nembwe, red breast, entre outras; alguns tipos de bagres (barbel) e os tigres; sendo esta última espécie, alvo de pescadores esportivos de várias partes do mundo. Alcançam ótimos tamanhos no Zambeze, só não maiores do que os encontrados no Rio Kongo, mas neste caso trata-se de uma espécie distinta. As praias do Zambeze: Existem várias operações de pesca também na Zâmbia, Zimbábue e Botswana, mas depois de pesquisar, acabei optando pelo Zambeze Mubala Camp (também existe a opção do lodge). Suas instalações são simples, com suítes e espaço para camping, bar e piscina, mas conta com ótimas embarcações e guias, além de staff preparado para atender bem e com segurança (estavam passando por um curso de primeiros socorros quando cheguei). No bar tem uma boa variedade de bebidas e cerveja suficientemente gelada. Por-do-sol africano. Na época, início de dezembro, já havia iniciado o período de chuvas e o nível do rio já começava a subir, mesmo assim havia boas notícias sobre capturas na semana anterior. Meu primeiro guia foi um dos gerentes, Hank Van Blerk, viciado na pesca no Zambeze. Na época em questão, a melhor técnica é o trolling com iscas artificiais. Usamos plugs de barbela média ou grande, entre 10 e 14 centímetros, com um empate de aço flexível de cerca de 15 centímetros e linhas multifilamento bem finas, para ajudar na descida da isca. No caminho havia alguns crocodilos dando boas vindas e uma família de hipopótamos (não fotografei) e, já no primeiro ponto, uma área com profundidade considerável, depois de algumas passadas, engatei meu primeiro tigre. São peixes rápidos e fortes, cuja primeira tomada de linha é realmente excepcional. Muitos saltam algumas vezes, o que não ocorreu na briga com o primeiro exemplar; mesmo assim foi um excelente combate. Os dentuços podem ser facilmente comparados aos nossos dourados, porém com um pouco menos de resistência. Depois de alguns minutos embarcamos e meu primeiro tigre, com pouco mais de quatro quilos e meio. Nada mal para o primeiro! Ainda tivemos tempo de capturar outros exemplares de menor porte e perder algumas ações, o que é bem comum na pesca desta espécie. Na comemoração, bastante chopp gelado no bar e um bom descanso para voltar aos trabalhos no segundo dia. Na terça feira, tivemos alguns peixes na faixa dos 2 a 3kg e outros perdidos. O Hank engatou um belíssimo exemplar de mais de 5 quilos. Os bagres também se mostraram bastante ativos, principalmente depois de uma garoa pela manhã e a pescaria da tarde foi um tanto abreviada em virtude da chuva. Sempre que passávamos por locais rasos tinha ação de bagres. Belíssimo exemplar do Hank. Na quarta feira não teve pesca. Fiz um passeio até as Cataratas Vitória, à jusante, passando por parques nacionais em Botsuana e Zimbábue. Belíssima viagem, com a presença de vários animais. A viagem por si só já valeria, mas as cataratas são realmente impressionantes. Antílope da sable As cataratas são formadas por várias cachoeiras que se desenvolvem por uma extensão de vários quilômetros. Nesta época elas estavam próximas do volume mínimo, deixando à mostra os paredões, alguns deles com mais de 100m de altura. Baobá. No último dia de pesca, o meu guia foi o Kennedi. Nascido e crescido na região, é outro conhecedor de cada ponto do rio. Foi o melhor dia de pesca, até porque pudemos pescar o dia todo. Ao menos umas duas vezes tivemos ação nas duas varas, porém um dos tigres sempre escapou. Bem difícil conseguir um duble desses peixes. Tivemos cerca de 50% de aproveitamento, o que é uma boa média com iscas artificiais. Este exemplar tinha uma coloração bem mais clara, com cauda amarelada ao invés do vermelho, mais comum. E eis que em uma passada em um poço promissor, a vara enverga e segue-se uma intensa e longa tomada de linha. Depois de um belíssimo salto, percebemos que havíamos engatado o troféu da pescaria. Ótima briga, pena que não foi filmada. Seis ou sete saltos, alguns deles ao lado do barco e muita força. Depois de alguns minutos de boa briga e uma rapala destruída, embarcamos o troféu. Seis quilos e pouco! O maior da pescaria e de toda a temporada no lodge. Bom que deixei meu nome no quadro dos troféus do lodge! Deu um pouco de trabalho na hora da soltura, pois principalmente os maiores exemplares se estressam muito. E ainda acabamos ficando um pouco mais do que o usual com o peixe fora d'água. Embora fortes lutadores, são bem sensíveis ao ar livre. Felizmente acabou se recuperando e seguindo seu caminho. Os maiores de seis quilos são considerados troféus. Embora passem dos 10kg no Zambeze, tais tamanhos não são muito comuns, talvez pela pesca predatória, que ainda existe mesmo com a fiscalização das autoridades e empenho das operações de pesca. Chegamos a capturar um bom exemplar com uma rede de pesca enroscada no corpo. Havia até uma linha passando por dentro do corpo, com a carne já cicatrizada em volta. Mas com a participação da população local na atividade, a perspectiva é de contínua melhora na preservação do magnífico Rio Zambeze. Seguem as fotos das iscas que haviam acabado de sair da caixa no começo da pescaria (isso que eram de madeira). Segue o vídeo que editei: Outras dicas: Indispensável a proteção contra o sol: chapéu, mangas compridas e protetor solar. Uma boa máquina fotográfica (que eu não tinha) também ajudaria a eternizar os momentos que pescamos próximos das famílias de hipopótamos (sempre zangados) e o espetáculo das aves, entre pelicanos, gansos, cormorões, águias em plena caça e tantas outras. Equipamento: Utilizamos equipamento leve para o corrico, com varas de ação média rápida na casa das 17 a 25lb, com molinetes shimano abastecidos com linhas multifilamento de 22lb. Plugs de meia água de 10 a 14 cm e empate de aço flexível de 40lb. Quando o nível da água está alto pesca-se mais de rodada com iscas naturais e montagens com dois anzóis. Para os ciclídeos utiliza-se pequenos spiners e plugs no pincho, mas deixei esta modalidade para a próxima. Deve valer a pena, pois não são incomuns as capturas de tilápias com mais de 4kg na área do lodge. Valeu pessoal, até a próxima. Se eu puder pescar mais alguma vez enquanto estiver por aqui, posto outro relato para trocar idéias. Grande abraço.
  10. Bela pescaria. parece ser um rio de bastante diversidade. Pena que nosso povo ainda seja tão mal educado...
  11. Amarelo 50up!

    Ótimo amarelo!
  12. Aproveitando o sabado

    Legal esse duble aí. Que bom que ficaram; nesses casos é comum escapar um, quando não ambos.
  13. Uatumã

    Também gosto das iscas de superfície, principalmente zaras e popers, mas na verdade o peixe é que escolhe as iscas em algumas situações. Mesmo assim conseguimos boas ações na superfície, principalmente nas rasuras. Na meia água as flash minnow tiveram resultados excelentes.
  14. Uatumã

    Obrigado camaradas. Como mencionei, escrever este relato resgatou ótimas lembranças. Além das dicas que extraímos lendo os relatos, eles servem muito bem para transmitir emoção e refrescar a memória do autor.
  15. Uatumã

    Buenas camaradas. Estou escrevendo este relato mais por saudade, uma vez que se refere a uma pescaria que fizemos em novembro do ano passado, na pousada Uatumã EcoFishing, e que deixou muito boas lembranças. Já citei, em outras ocasiões, minha admiração pela beleza do Rio Uatumã, na calha norte do Amazonas, com seus lagos de cores variadas, praias de areia, paisagens de mata de igapó, entre outras. Nesta pescaria, também ressalto a ótima impressão com a equipe da pousada, seus guias (moradores locais), pessoal da limpeza, cozinha e administração; todos profissionais e bem educados. Além disso, nosso grupo de pesca contribuiu bastante, todos gente boníssima, com destaque para o companheiro de pesca Martin e o guia Célio. O interessante de escrever o relato "atrasado", principalmente quando se está distante, como é o meu caso, é que rever as fotos e vídeos resgata lembranças escondidas na memória e provoca ainda mais a vontade de retornar. Procurando organizar as memórias em ordem cronológica, começo pela viagem. No meu caso, já estava em Manaus tratando de assuntos particulares, e não podia perder uma oportunidade naquela região fabulosa. No dia marcado, não lembro se sábado ou domingo, encontrei o grupo no aeroporto e seguimos para a pousada: Presidente Figueiredo, estrada de Balbina, ramal da Morena, barcos depois da corredeira de mesmo nome e finalmente a pousada. Divididas as duplas e os guias, partimos para a pesca. Particularmente, gosto da isca flash minnow e, na ocasião, já esperando que o peixe estivesse manhoso pelo nível baixo das águas, resolvi tentar a isca na cor transparente (se bem que isso não é cor) e os jigs de pelos, quase que infalíveis. E logo no começo vieram boas surpresas: Não lembro os pesos, mas isso não importa muito. Acredito que este maior estava na casa dos seis quilos e pouco. Na próxima foto dá para ver bem o detalhe da flash minnow transparente na boca do açu: Nada mal para a primeira hora da pescaria. O peixe nos encheu de ânimo, mas era evidente que eles estavam sentindo a baixa no nível das águas e a pressão da temporada de pesca. Com o passar dos dias também percebemos que havia muitos casais "chocos" que, ao invés de atacar, preferiam conduzir o chuveirinho (cardume de filhotes) para o fundo. Preferimos não importunar muito esses casais, afinal a quantidade de chuveirinhos era um ótimo sinal para o futuro. Continuamos sempre procurando técnicas mais sutis, uma vez que as iscas mais barulhentas só espantavam o peixe. Da minha parte tudo bem, prefiro mesmo jumping sticks, e zaras e não me incomodo em usar plugs de meia água e jigs. A turma da hélice se incomodou um pouco, mas logo aderiu aos trabalhos mais sutis e às iscas menores, também com bons resultados. Durante o restante do dia, vários peixes menores foram aparecendo. Não tivemos grandes frenesis, mas foi uma boa diversão; principalmente para o Martin, que estreava nos tucunarés amazônicos. E para variar a pesca, olha o que veio enroscado no jumping stick: O próximo, no fim do dia, é um bom exemplo do tamanho regular dos peixes do Uatumã: Me parece que é um cichla vazzoreli, mas não tenho certeza. No Uatumã encontramos popocas, açus e os vazzoleri, além de jacundás, piranhas, traíras, aruanãs, acarás açu, bicudas, apapás no rio principal e outras. Em uma pescaria anterior decidi me dedicar aos piaus e pacus prata pescando com milho na hora do almoço e o resultado foi surpreendente em quantidade e tamanho. Mas desta vez foquei nos tucunarés. Dizem que na época da cheia também há uma boa incidência de peixes de couro, principalmente pirararas e filhotes, mas isto eu não pude comprovar. A noite nos reunimos para repor as energias com um ótimo jantar e cervejas e trocar as experiencias do dia. O pessoal que quis pôde falar com a família através do telefone via satélite e se inteirar nas notícias pela TV via satélite. Aliás foi assim que soubemos da eleição do Trump; lembrei agora que a pescaria foi naquela semana. No outro dia novas surpresas: Esse aí é o guia Célio, nativo do Uatumã e gente finíssima: Outra espécie diferente, em uma flash minnow cor osso: O terceiro dia foi também muito interessante. Os lagos do Uatumã tem tonalidades diferentes, fazendo com que os peixes também tenham sensíveis diferenças de cores. Neste dia, durante a tarde, fomos para um lago à montante da pousada. Lugar bom de peixe e que eu já conhecia, mas cheguei a duvidar do piloteiro em razão do nível muito baixo da água. Era bem fácil ver os tracajás no fundo de lama do lago; aliás era fácil vê-los em todos os lagos. Mas logo nos primeiros arremessos, bem longos por sinal, já achei um valente paquinha, que brigou como gente grande: Dentre popocas e pequenos pacas que iam aparecendo, em uma pauleira, arremessei a jumping stick (isca que gosto muito, com a qual peguei o meu maior açu até hoje) na direção de uma batida de peixe grande. Não teve ataque na "zona de ação" e quando eu já ia tirá-la d'água, pude acompanhar o baita açu vindo como um submarino para abocanhar a isca a um metro do barco, talvez menos, e no meio dos troncos secos. Enquanto o guia puxava o barco para o limpo eu apenas administrava a tomada de linha ininterrupta. Gosto de linhas finas; na ocasião, estava com uma multi de 30lb com líder de 50lb de fluorcarbono em uma vara Black Widow (excelente, por sinal). Não tinha como travar com o dedo e passar em um toco também seria fatal. Nunca esquecerei desta briga, pois foi um misto de calma, sorte, técnica e trabalho de equipe. Somente quando a embarcação já estava uns 30 metros para fora da pauleira o peixe parou de tomar linha. O Martin já havia recolhido a linha dele e pude finalizar a briga no limpo para finalmente embarcarmos outro belo exemplar. O lago ainda rendeu outras ações, que não fotografamos. Depois seguimos para outros lagos, também com boas ações, principalmente na entrada, onde encontrávamos os peixes sempre nos drop offs ao lado das rasuras, uma vez que as partes fundas eram constantemente patrulhadas por botos. Não tenho fotos, mas vou deixar um vídeo no final onde aparecem outros peixes. Na janta, como sempre, boa conversa e comida. O barco de outros camaradas havia conseguido belos exemplares acima dos 8kg e todos tiveram bastante ação. Como aperitivo, sashimi de tucunaré fresco. Aliás, para comer um peixe daquela região do Uatumã, só estando lá mesmo, pois é proibido o transporte de qualquer pescado e as normas são bastante fiscalizadas, inclusive pelas próprias comunidades ribeirinhas e pelas pousadas. Na quinta feira não foi fácil pra ninguém. Menos peixes que nos dias anteriores e sem grandes exemplares para contar vantagem na janta. Mas só de estar no Uatumã já estava valendo; melhor um dia ruim de pesca do que um bom de trabalho! Até paramos para um cochilo: No último dia começamos a repassar os melhores pontos. Vimos bons peixes, mas continuavam manhosos. Iam saindo alguns exemplares menores e acabei acertando um bom na superfície, que acabei perdendo; as garatéias não pegaram direito, eu acho. Passei para a meia água a acertei outro bom. Outra bela briga! Depois paramos na boca do logo para tomar um banho e o Martin inventou a roda! Como era um lugar profundo, resolveu usar jumping jigs, os mesmos que ele usava para robalos no litoral paulista. Foi a revolução do dia. Somente naquele ponto, no barranco, ele deve ter pego uns 15. Lógico que também adotei a técnica; o próprio guia também entrou na brincadeira. Foi aí que tivemos outro fato inusitado: após fisgar um tucunaré pequeno em uma flash minow, de súbito ocorreu uma tomada de linha frenética no equipamento do Célio. Como a linha ia acabando, busquei o barco e fomos atrás do monstro. O resultado pode ser visto na foto: O nosso guia ia pegar um boto! Certamente seria o maior exemplar da semana rsrsrssr. O próximo é o meu: Ainda tivemos um belo churrasco antes de voltar para a última tarde de pesca: Uma pena eu não dispor das fotos, mas neste dia o Martin estava imbatível. Ele já havia quebrado o recorde pessoal no terceiro dia e tornou a quebrá-la duas vezes na sexta feira. Com as iscas metálica: colheres, spiners e jumping jigs, certamente passamos dos 50 exemplares, talvez dos 60. Foi sem dúvida o dia mais produtivo. Mas enfim, foi o último dia. Para mim ainda mais, uma vez que já estava de passagem comprada para o exterior no mês seguinte, sem possibilidade de Amazônia em 2017. Mas 2018 promete! A seguir deixo o vídeo que editei sobre a pescaria e novamente agradeço ao excepcional grupo de pesca de novembro do ano passado, à pousada e seus guias. Este outro foi editado pelo Martin: Grande abraço e até a próxima. Assim que puder posto um relato de pesca aqui da África. Material: - Vara Black Widow com carretilha Lubina GTO e linha 30lb. - Vara Hunter Fish (daquelas vermelhas, mais antigas), carretilha Lubina Big Game e linha 40 lb. - Iscas: dentre as várias que utilizamos, destaco a jumping stick, as zaras de até 11cm, a MS Flash Minnow e as iscas metálicas, como colheres, spinners e jumping jigs, todas reforçadas com anzóis assistentes.