Gustavoreolon

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Sobre Gustavoreolon

  • Rank
    começando a responder
  • Data de Nascimento 03/12/1985

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  • Nome Real
    Gustavo
  • Sobrenome
    Reolon
  • Estilo de Pesca
    Arremesso com iscas artificiais / iscas naturais / pesca de praia

Informações Pessoais

  • Localização
    Windhoek
  • UF
    RJ
  • Sexo
    Masculino

Últimos Visitantes

869 visualizações
  1. Miracolo nel fosso

    Mas que bela carpa! Parabéns!
  2. Douradão do rio pardo captura e soltura

    Belíssimo exemplar
  3. Pesca em São Gabriel - RS

    Boa noite camaradas. No próximo mês estarei de mudança para São Gabriel, no Rio Grande do Sul. Gostaria de saber se alguém indica modalidades e pontos de pesca por lá. Sei sobre a pesca de trutas na serra gaúcha e das possibilidades do Rio Uruguai, mas gostaria de receber informações, principalmente sobre o entorno daquele município e de outras regiões da campanha gaúcha. Obrigado e boas fisgadas!
  4. Grande relato. Bela região...
  5. Os tigres da África

    Opa, valeu. As pobres iscas é que sofrem com os dentes rsrs. Abraço.
  6. Tucunaré Açu - Rio Marie Resumido Parte 2

    Belo vídeo e pescaria. Parabéns!
  7. Os tigres da África

    Valeu, obrigado. A pescaria e o lugar são realmente muito interessantes.
  8. Os tigres da África

    Obrigado. Abraço e boas pescarias.
  9. Os tigres da África

    Obrigado. São as oportunidades que aparecem né... E realmente a pescaria é bem mais do que apenas pegar o peixe, é sempre uma grata aventura.
  10. Os tigres da África

    Valeu pessoal. Realmente tanto a pescaria quanto o local são incríveis. Fiquei muito feliz de ter tido esta oportunidade e a disponibilidade para aproveitá-la.
  11. Amazônia Setembro 2017 - Expedição Rio Uatumã

    Bela pescaria, gaúcho! Gosto muito do Uatumã, rio maravilhoso. Muito bom relato, dá pra sentir a empolgação de quem está iniciando rsrsr, se bem que esta empolgação continua sempre... que bom que achou a carteira, quando se está pescando em um grupo bom é assim mesmo, o pessoal se ajuda e no final o que fica é a amizade com os companheiros do grupo, guias, pessoal da pousada e assim por diante.
  12. Os tigres da África

    Valeu. Os peixes realmente são muito esportivos. Não dava para sair daqui sem conhecê-los. As vezes dava um frio na barriga na pesca por passarmos perto dos hipopótamos, mas os guias são muito bons e acostumados aos bichões.
  13. Os tigres da África

    Obrigado camaradas. Acho que ser oportunista é uma característica importante para os pescadores esportivos, sendo assim aproveitei que já estava por aqui para conhecer essa espécie. Realmente essa vai ficar bem guardada na memória. E o lugar é belíssimo; mais do que eu esperava.
  14. Os tigres da África

    Obrigado pessoal. São realmente peixes bem esportivos. As iscas é que sofrem rsrsrs. A natureza da região é realmente espetacular. O equipamento leve exigido pela técnica escolhida tornou ainda mais emocionante as capturas, até mesmo dos bagrões, muito fortes no Zambeze.
  15. Os tigres da África

    Saudações camaradas pescadores. O título seria um pouco estranho, afinal não há tigres nas savanas e desertos africanos; porém os deste relato vivem nos rios. Procuro sempre ser oportunista e, no mês passado, aproveitei as férias do trabalho para passar uns dias no Rio Zambeze, na Namíbia. A Namíbia é um país predominantemente árido ou semi-árido, com exceção de algumas áreas no norte e da faixa do Caprivi, no extremo nordeste do país. É na parte oeste do Caprivi que o belo Rio Zambeze passa pelo território namibiano, delimitando parte de sua fronteira com a Zâmbia. Nas águas azuladas do Zambeze, emolduradas por belas praias de areia branca e vegetação típica, vivem hipopótamos, crocodilos, incontáveis aves e outros animais, além de várias espécies de peixes, muitas delas bastante esportivas. Há ciclídeos, como as tilápias ( 3 spot bream, pink bream, green bream, humpback), nembwe, red breast, entre outras; alguns tipos de bagres (barbel) e os tigres; sendo esta última espécie, alvo de pescadores esportivos de várias partes do mundo. Alcançam ótimos tamanhos no Zambeze, só não maiores do que os encontrados no Rio Kongo, mas neste caso trata-se de uma espécie distinta. As praias do Zambeze: Existem várias operações de pesca também na Zâmbia, Zimbábue e Botswana, mas depois de pesquisar, acabei optando pelo Zambeze Mubala Camp (também existe a opção do lodge). Suas instalações são simples, com suítes e espaço para camping, bar e piscina, mas conta com ótimas embarcações e guias, além de staff preparado para atender bem e com segurança (estavam passando por um curso de primeiros socorros quando cheguei). No bar tem uma boa variedade de bebidas e cerveja suficientemente gelada. Por-do-sol africano. Na época, início de dezembro, já havia iniciado o período de chuvas e o nível do rio já começava a subir, mesmo assim havia boas notícias sobre capturas na semana anterior. Meu primeiro guia foi um dos gerentes, Hank Van Blerk, viciado na pesca no Zambeze. Na época em questão, a melhor técnica é o trolling com iscas artificiais. Usamos plugs de barbela média ou grande, entre 10 e 14 centímetros, com um empate de aço flexível de cerca de 15 centímetros e linhas multifilamento bem finas, para ajudar na descida da isca. No caminho havia alguns crocodilos dando boas vindas e uma família de hipopótamos (não fotografei) e, já no primeiro ponto, uma área com profundidade considerável, depois de algumas passadas, engatei meu primeiro tigre. São peixes rápidos e fortes, cuja primeira tomada de linha é realmente excepcional. Muitos saltam algumas vezes, o que não ocorreu na briga com o primeiro exemplar; mesmo assim foi um excelente combate. Os dentuços podem ser facilmente comparados aos nossos dourados, porém com um pouco menos de resistência. Depois de alguns minutos embarcamos e meu primeiro tigre, com pouco mais de quatro quilos e meio. Nada mal para o primeiro! Ainda tivemos tempo de capturar outros exemplares de menor porte e perder algumas ações, o que é bem comum na pesca desta espécie. Na comemoração, bastante chopp gelado no bar e um bom descanso para voltar aos trabalhos no segundo dia. Na terça feira, tivemos alguns peixes na faixa dos 2 a 3kg e outros perdidos. O Hank engatou um belíssimo exemplar de mais de 5 quilos. Os bagres também se mostraram bastante ativos, principalmente depois de uma garoa pela manhã e a pescaria da tarde foi um tanto abreviada em virtude da chuva. Sempre que passávamos por locais rasos tinha ação de bagres. Belíssimo exemplar do Hank. Na quarta feira não teve pesca. Fiz um passeio até as Cataratas Vitória, à jusante, passando por parques nacionais em Botsuana e Zimbábue. Belíssima viagem, com a presença de vários animais. A viagem por si só já valeria, mas as cataratas são realmente impressionantes. Antílope da sable As cataratas são formadas por várias cachoeiras que se desenvolvem por uma extensão de vários quilômetros. Nesta época elas estavam próximas do volume mínimo, deixando à mostra os paredões, alguns deles com mais de 100m de altura. Baobá. No último dia de pesca, o meu guia foi o Kennedi. Nascido e crescido na região, é outro conhecedor de cada ponto do rio. Foi o melhor dia de pesca, até porque pudemos pescar o dia todo. Ao menos umas duas vezes tivemos ação nas duas varas, porém um dos tigres sempre escapou. Bem difícil conseguir um duble desses peixes. Tivemos cerca de 50% de aproveitamento, o que é uma boa média com iscas artificiais. Este exemplar tinha uma coloração bem mais clara, com cauda amarelada ao invés do vermelho, mais comum. E eis que em uma passada em um poço promissor, a vara enverga e segue-se uma intensa e longa tomada de linha. Depois de um belíssimo salto, percebemos que havíamos engatado o troféu da pescaria. Ótima briga, pena que não foi filmada. Seis ou sete saltos, alguns deles ao lado do barco e muita força. Depois de alguns minutos de boa briga e uma rapala destruída, embarcamos o troféu. Seis quilos e pouco! O maior da pescaria e de toda a temporada no lodge. Bom que deixei meu nome no quadro dos troféus do lodge! Deu um pouco de trabalho na hora da soltura, pois principalmente os maiores exemplares se estressam muito. E ainda acabamos ficando um pouco mais do que o usual com o peixe fora d'água. Embora fortes lutadores, são bem sensíveis ao ar livre. Felizmente acabou se recuperando e seguindo seu caminho. Os maiores de seis quilos são considerados troféus. Embora passem dos 10kg no Zambeze, tais tamanhos não são muito comuns, talvez pela pesca predatória, que ainda existe mesmo com a fiscalização das autoridades e empenho das operações de pesca. Chegamos a capturar um bom exemplar com uma rede de pesca enroscada no corpo. Havia até uma linha passando por dentro do corpo, com a carne já cicatrizada em volta. Mas com a participação da população local na atividade, a perspectiva é de contínua melhora na preservação do magnífico Rio Zambeze. Seguem as fotos das iscas que haviam acabado de sair da caixa no começo da pescaria (isso que eram de madeira). Segue o vídeo que editei: Outras dicas: Indispensável a proteção contra o sol: chapéu, mangas compridas e protetor solar. Uma boa máquina fotográfica (que eu não tinha) também ajudaria a eternizar os momentos que pescamos próximos das famílias de hipopótamos (sempre zangados) e o espetáculo das aves, entre pelicanos, gansos, cormorões, águias em plena caça e tantas outras. Equipamento: Utilizamos equipamento leve para o corrico, com varas de ação média rápida na casa das 17 a 25lb, com molinetes shimano abastecidos com linhas multifilamento de 22lb. Plugs de meia água de 10 a 14 cm e empate de aço flexível de 40lb. Quando o nível da água está alto pesca-se mais de rodada com iscas naturais e montagens com dois anzóis. Para os ciclídeos utiliza-se pequenos spiners e plugs no pincho, mas deixei esta modalidade para a próxima. Deve valer a pena, pois não são incomuns as capturas de tilápias com mais de 4kg na área do lodge. Valeu pessoal, até a próxima. Se eu puder pescar mais alguma vez enquanto estiver por aqui, posto outro relato para trocar idéias. Grande abraço.