HugoFreitas

Pescadores
  • Total de itens

    384
  • Registro em

  • Última visita

  • Days Won

    3

HugoFreitas last won the day on April 22 2018

HugoFreitas had the most liked content!

Reputação

163 Ótima

Sobre HugoFreitas

  • Rank
    começando a responder

Informações Pessoais

  • Localização
    .
  • UF
    MG

Previous Fields

  • Nome Real
    Hugo
  • Sobrenome
    de Freitas
  • Estilo de Pesca
    .

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. Gostei do vídeo! Sobre o refugo, é difícil, relamente muito difícil determinar o porquê. Mesmo o que poderiamos considerar fatores mais óbvios, geram bastante controvérsia. Um exemplo seria, por exemplo, dizer que o peixe refuga por que se machuca e ou "sente" a fisgada. Isso não é algo tão simples. Não há um consenso muito claro sobre se, e como, os peixes sentem dor. Há alguns anos, me lembro que saíram alguns artigos e reportagens (em revista de pesca mesmo) falando que um estudo afirmava que peixes não eram capazes de sentir dor. Pouco tempo depois li que mais pesquisas refutavam essa ideia. Em resumo, não há a meu ver, unanimidade sobre um tema como esse. (E olha que, em tese, isso é bem mais simples do que falar especificidades dos órgãos sensoriais) Mas por que isso acontece? Por que tantos temas sobre a biologia dos peixes geram uma enorme controvérsia? Acho que a resposta é bem simples: A maioria das espécies de vertebrados são peixes. A variabilidade de espécies é assombrosa. Cada classe, cada, ordem, gênero, cada espécie, etc., passou por um longo e extraordinariamente específico processo de seleção. Dificilmente dá pra fazer alguma generalização. Não existem também pesquisas "ultra especializadas", pra cada espécie de peixe que pescamos, capazes de responder a maioria das questões, que nós pescadores, levantamos. Portanto, trabalhamos quase o tempo todo com achismos. Quando entrei no fórum achei que ia achar a repostas precisas pras minhas perguntas, algo quase cartesiano. Logo percebi que, em se tratando de pesca, isso simplesmente não existe. Muitas vezes as discussões são e (serão inócuas), por que não se pode provar nem o "ponto a", nem o "ponto b". Sobre o que o nosso colega Leandro levantou sobre o campo magnético (sei que não é o tema do tópico, foi mal's Leandro, mas quis dar meu pitaco): Sim, pode fazer sentido, pode não fazer sentido nenhum. Provavelmente vai passar um bom tempo até que uma questão complicada que nem essa seja respondida. (Enquanto isso vamos pescar). Então, responder aos porquês do peixe "refugar" é uma tarefa hercúlea (repito enquanto alguém não resolve isso vamos pescar, mas o vídeo é muito legal. À título de curiosidade: Se alguém quer ter uma introdução a biologia dos peixes, recomendo a leitura dos capítulos sobre peixes do livro A Vida dos Vertebrados (Harvey Pough). É uma leitura que exige um pouco, mas se você é um pescador curioso (em demasia; mais curioso que sogra bisbilhoteira) vale a pena. (Não, não li por causa de pescaria). Deixo aqui em baixo uma ilustração desse mesmo livro só pra turma ver o tamanho da diversidade de peixes, já que raramente a gente pensa nisso.
  2. Boa Carlos! . Realmente isso que você disse parace ter muita procedência. São fatores que vou considerar com mais atenção nas próximas pescarias. Exclentes dicas!
  3. Tem em casa é pra usar! Sou doido pra usar uma carretilha dessas pra ver como é. Belas trairas Maurício!
  4. Super tuvira! Gigante essa! A foto é mais do que mercida!
  5. Baita aula Renato! Vale muito a pena ler atentamente, tem muitas informações. Muito obrigado pela contribuição!
  6. Valeu Alexandre. Excelentes dicas pra quem pesca os tucunas. No caso das traíras, acho que o comortamento varia pelo menos um pouco de região pra região. Sim, é um peixe de "tocaia" de "espreita" invariávelmente; porém, o comportamento a forma do ataque pode variar um pouco. Vamos ver o que nossos colegas dizem sobre essas e outras espécies. Obrigado!
  7. Boa tarde colegas do Pescaki Pensamos e repensamos modelos, trabalhos (nado), profundidade flutuação e mais mil coisas sobre nossas iscas artificiais. Agora surge outro ponto que me parece bem menos discutido: Como (de que forma) o peixe atacará a isca?! De qual direção virá o ataque? O ataque será com a boca? Qual a direção do movimento do peixe na hora da pancada? (e ainda mil e uma dúvidas que podem aprecer) Pois é colegas, eis aí a questão... Como avaliaremos isso? Como isso influi na pescaria? Como o trabalho da isca contribuirá pra um determinado tipo de ataque? (Complexo não é mesmo?) Não acho que isso seja preciosismo da minha parte, nem falta de ter o que fazer, realmente acho que é uma questão que merece certo cuidado e atenção. À título de exemplo: Normalmente esperamos um ataque frontal, onde o peixe atacará a cabeça, o dorso, o ventre ou a parte de baixo, com a boca mas no período de reprodução ou de defesa dos ninhos: A princípio o comportamento territorialista que certas espécies apresentam nesses períodos, conduz a ataques atrelados a “expulsão” do invasor daquele local. Na prática isso significa que nem sempre o peixe vai “morder” ou “succionar” a presa. Há possibilidade de o peixe apresentar um comportamento de competição ao invés do seu comportamento tipicamente predatório. Ele pode simplesmente dar uma pancada, com a cabeça ou com outra parte do corpo para afastar o invasor, um ataque direcionado a afastar o competidor e não um ataque para a alimentação, que visa matar e deglutir a presa. A minha ideia é simplesmente gerar alguma discussão sobre o tema, visto que não há ainda uma pauta sobre o assunto. Como nunca li muito a respeito do tema, pensei que poderiamos trocar nossas experiências, assim um contribúi com o outro. Desde já agradeço as opiniões dos colegas!
  8. Privilégio Alexandre! Lugar fantástico! Agora, eu não tenho essa coragem, de postar os pontos de pesca que conheço. Não é egoísmo não; se a depredação por aqui já está ruim sem propaganda imagina se a gente começa a publicar... Relato, só posso fazer se for de pesque e pague. Bom ver locais que ainda são bem preservados.
  9. Já destruí muito equipamento do meu velho.... São coisas inevitáveiis pra se formar um novo pescador. Logo o Victor dá um jeito de arrumar outra.
  10. Fntástica pescaria. Tambatinga na artificial deve ser demais, quanto mais com um equipamento mais leve que nem esse. Valeu Alexandre, parabéns!
  11. Apesar de ser um ótimo molinete, alguma chance de ser a linha torcendo?
  12. Ficou perfeito e muito bonito Eduarado. Agora; desde ontem estou me aguentando pra não fazer essa piadinha, mas não vai ter jeito: Fica a dica de perguntar aqule seu tio chato quando ele vai cortar cabelo.... Foi mal turma, a piada é ruim, mas não consegui segurar.
  13. Cara, não é a toa que o cérebro do ser humano está diminuindo... A lei do menor esforço e o consumismo imperando. Os povo com 50-60 aprendia a remessar com o Super Paoli e a vara de fibra, conjunto pesando nada, nada meio quilo. Eu já sou da geração Tramontina, Ottoni, já tive uma vida bem mais fácil. Hoje você consegue comprar um spincast ou fazer bom conjuntinho de molinete com pouca grana, o que facilita ainda mais a vida da molecada. Cada vez a pessoa precisa de fazer menos esforço físico e intelectual, não sei onde isso vai dar... OBS: Não estou falando da boca pra fora, dou alula pra molecada e estou vendo o estrago. Leandro desculpe aí se ficou meio off topic
  14. Belas imagens Carlos. O ocaso da tarde como dizia meu avô.
  15. HugoFreitas

    Amor

    A meio caminho do cemitério....

Parceiros: www.petsEXPERT.pt