Roque Moraes

Pescaki V.I.P
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Tudo que Roque Moraes postou

  1. No entanto , o que ouço e sempre ouvir das pessoas experientes e vividas no campo é que essa vegetação contribui muito para a preservação de areas alagadiças , mesmo onde ainda não haja água, ao planta-la , logo brota-se água...aqui em São Paulo o governo proibiu o plantio de arroz nestas areas afim de preservar o solo aquoso criado com essas vegetação.
  2. Os meninos que digo Fraus são os peixinhos, e o post do Alexandre: Tambaquis de estimação - Alta Floresta MT, que inclusive você comentou, post de abril 2017 , imagens sensacionais que não pode nem deve ficar sem serem revisada, principalmente aos novos membros, e deixar postagens ótimas em evidencia é estar sempre em memória.
  3. Também passei batido, por isto ser prazeroso ficar garimpando os post antigos, sempre se encontra belas postagens. Grande Fraus ! esses meninos parecem as crianças do post relatado pelo nosso amigo Alexandre - já antigo - que encontrei. sensacional ambos!
  4. Guardadas as proporções , a docilidade de afeto criado entre as partes é o mesmo que tenho no aquário ao me aproximar dele, logo aumenta a circulação dos peixes próximo ao vidro. não só pelo tamanho mas também pelo pouco mostrado o visual do tanque é show... fiqueinos lambaris que fervilhavam.
  5. O pior é que alguns estabelecimentos são maus na organização de espaço, quando entro num deste , nem ando, fico estático na cabeceira da prateleira observando os objetos, principalmente quando há outros circulando na área...e por incrível que pareça, leiam se vários avisos assim: QUEBROU! PAGOU...
  6. Grande Saverio , quisera eu poder ser um trilheiro off-roads, me sinto um quando estou nos terrões levantando poeira a caminho das pescarias com o meu corsinha , nota dez! sou fã deste estilo de aventuras.
  7. Como cita seu jargão: O melhor do Brasil é o brasileiro, e o povo nordestino são exímios no campo artísticos.
  8. Brincando de caiaque fora da área segura corre se o risco de ser um aperitivo para elas...
  9. Grande Bomediano tento ajudar aos que solicitam, e o faço dentro do meu conhecimento pois são locais que já frequentei, haveria outras opções se citar o rio Mogi Guaçu a partir de Pirassununga (Cachoeira das Emas) até Porto Ferreira bem pertinho para o nosso amigo, porém nunca pesquei apenas contemplei o cenário.
  10. Quando eu era "piquininim lá em Barbacena"...na idade que iniciei as caminhadas para o mato, as viagens eram no tradicional JEEP...podia ser duro e desconfortável, mas era pau para toda obra!
  11. A entrada na opção antes do radar na divisa citada - ponte sobre o rio Jacaré Pepira Guaçu, observe uma porteira de ferro, pare o carro junto a ela e entre, é a mesma propriedade na rotatória onde esta o radar, trata-se de uma empresa agro, a visão é fantástica da correnteza pela entrada principal sempre aberta até passar a segunda ponte já internamente, porém não ousaria ali, na outra entrada citada é comum a presença de carro parado entre a vegetação e a pé até os rios, uns 80mts... neste ponto você tem a segunda ponte citada no encontro dos rios, e voce estará no lado oposto a empresa.
  12. Olá Sanches, além da represa de Broa, você tem o mesmo rio que a forma, antes e depois da barragem...seguindo para Ribeirão Bonito encontrará os dois rios na junção, o que forma a represa de Broa e este rio que passa por São Carlos vindo de Américo Brasiliense...esse encontro está na divisa destes dois municípios, exatamente no radar...o melhor acesso antes da ponte a direita uns 80mts. sentido Ribeirão. Outra opção seguindo para Araraquara na Unesp siga para Jau. na região de Trabiju e Boa Esperança do Sul passará sobre o mesmo rio já unificado, seguindo em frente após o obelisco voce encontra a ponte sobre o rio Jacaré Pepira. caso esteja na primeira opção na divisa com Ribeirão Bonito basta seguir a sp 215 até o obelisco após o município de Dourado , a distancia... menos de 70km a partir da USP.
  13. A pericia é para : - por que o individuo não eliminou as provas?
  14. Estou me lubrificando nas juntas com WD40, sabadão promete temperatura aquecida, meu riachinho me espera! ontem fui buscar agua para o aquário, bom nível e transparência, bom antes de chuva e contaminação dos agro no canavial.
  15. ...Mas como já ha algum tempo sem pescar?...Tu antes de ontem!!! se tu moras nesta casa ao fundo, então pescou da varanda?
  16. Certamente Sr. Tanikawa, certamente. inicialmente na ponte saindo para os bairros Cipó/Parelheiros e antes da cidade no bairro Val Flor durante mais de três décadas , além de vez ou outra a exploração de outros locais... Infelizmente tudo acabado pela poluição e a marginalidade que depenam os veículos deixados a poucos metros.
  17. Umas quatro dessas para um caldo apimentado nesse frio...hum que delicia!
  18. ...Mas...mas justiça sem balança? esta trena é imprecisa melhor um paquímetro!
  19. Este relato foi copilado do livro... A História de um Pescador Esta história é contada por meu pai, Roberto Herbert Gretz, em seu livro “As preocupações e as soluções”. É verdadeira e passou-se em Itapeva (interior de São Paulo) quando a cidade ainda tinha o nome de Faxina. Um homem chamado Antônio Rodrigues gostava muito de pescar, e também de mascar fumo e de cuspir. Tinha uma vara de taquara com uns sete metros de comprimento, um barbante amarrado e um enorme anzol de pegar bagre. Era barbante mesmo, porque nesse tempo não havia por lá outro tipo de linha para pescar. Antônio chegou ao rio Taquari para pescar os bagres que iria vender na manhã seguinte, na praça da cidade. Calçando chinelos, levava com ele um velho balaio, um cesto de taquara, uma latinha com minhocas, um facão na cintura para afugentar as onças e um enorme cigarro de palha de milho, que ele ia tragando e cuspindo na água do rio. Os peixes iam ficando atordoados com o gosto do fumo. Assim ficava mais fácil para ele fisgar os peixes e os pernilongos fugiam dele por causa da fumaça daquele fumo de corda. Antônio colocou uma minhoca no anzol e começou a pescar. Fisgou o primeiro bagre e colocou no cesto que estava pendurado no galho de uma árvore. Logo pegou outro e mais outro e mais outro, e completou doze bagres. Ele cantava de alegria, sem perceber que aquele cesto tinha sido roído por um rato e estava com um buraco no fundo. O peixe que ele ia colocando no cesto saia pelo fundo e depois voltava de novo no anzol. E assim ele pescou o mesmo bagre doze vezes! Pensou que tinha pescado doze peixes, mas quando terminou a pesca ele só tinha um. Os onze primeiros eram sempre o mesmo, pois, ao que tudo indica só havia um bagre naquele rio. P.S. – Se não estivermos atentos, avaliando o resultado do nosso trabalho a cada momento, todo o esforço pode tornar-se inútil por causa de um pequeno detalhe, como o furo no fundo do cesto.
  20. GM tomara que o clima ajude neste feriado, também preciso desenferrujar...boa sorte!
  21. Voce voltou no lago proibido ? , digo o da pescaria anterior, muito show essa aventura.
  22. Sr. Antonino também para ser consultado o Mestre Odimir neste mesmo tópico...se ainda não comprou o equipamento consulte-os!
  23. Grande Leandro ! belos exemplares , além do frio como se já não bastasse a propria região a partir deste município para ao longo da BR116 ser sempre de temperaturas amenas e umidade do ar alto, ainda conseguiste sucesso.
  24. Nos anos 70 caminhava uns dois km até o ponto de onibus , varinhas de bambus de até dois mts ou mais, onibus lotado varinhas ao alto até chegar a porta traseira, descia antes de chegar no Embu-Guaçu, na ida todo limpinho e organizado com as tralhas, na volta, sujo e atrapalhado com as tralhas sempre levado numa sacola de feira, nunca faltou carne, linguiça e pao..voltava sujo, onibus lotadíssimo de rapaziada indo para os namoros de sabadão, quando entravamos ...rapidinho abriam-se o corredor para os sujos passarem com as varinhas elevas acima da cabeça...e vamos nós!

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