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Encontrado 3 registros

  1. Olá amigos pescadores, como estão vocês? Estou aqui de novo e desta vez eu vou falar sobre um peixe muito esportivo, que tem em pesque e pague. Aconteceu no sábado passado no Hode Luã Resort, aqui na cidade do Rio de janeiro. Partindo da “capital da zona norte”, Madureira, percorri de BRT o trajeto até a Estação, Ilha de Guaratiba, depois segui até o clube, que inicia o Day Use a partir das 09:00 e vai até as 17:00. Chegando lá eu aprontei o meu equipamento de fly fishing #8 com linha WF8F e líder de nylon 0,33mm onix série invisible, perfeito para o que me propus pescar. O começo da pescaria foi por volta das 09:30 horas, a pressão atmosférica naquele horário estava em torno de 1007 hPa e tempo nublado, ideal para sacar belos peixes na superfície, estava um clima gostoso e até soprava uma brisa de leve. Fiz o engodo com ração de peixe na pinga, usei o estilingue e arremessei bem no meio do lago menor, onde via as tilápias subirem e atacarem a ração, bem como os pacus e matrinxãs. Usei miçangas e uma pequena boia, em poucos minutos as tilápias estavam na linha, foi uma festa, quando perto das 10 horas uma puxada estúpida me fez disparar o coração, era um pacu-caranha com presumíveis 0,8 a 1,2 kg e muita disposição para briga, eu o dominava o tempo inteiro, até que o malandro foi para a pauleira e lá se foi o meu troféu. Aquele foi o dia do peixe! O horário ia avançando e eu continuava perdendo iscas e peixes grandes, oito ao todo, quando percebi que na verdade o dente do peixe cortava o nylon, então eu decidi por um tippet de flúor carbono 0.50 mm e ousar peixes grandes no lago maior. Lá fui eu, disposto ao que viesse, mas, dessa vez, devidamente equipado. Engodei com ração na pinga para aqueles peixes cachaceiros e logo surgiram os rebojos de tambacus na superfície; lancei a isca sobre o rebojo e logo em seguida... ZZZZZZZZIP!!! Tinha peixe bom na linha, pensei naquele momento: ferrou, ferrou... é tambacu, caramba! Quando o peixe se projetou para fora da água com um belo salto, que se repetiu mais outras duas vezes seguidas, aquele prateado não me deixava dúvidas que era matrinxã na linha, que espetáculo meus amigos, foi uma bela briga. Após dominar o peixe, retirei da água e fiz as fotografias daquele valente oponente. No fim da tarde eu repeti a façanha por mais duas vezes, porém eram matrinxãs menores, igualmente valentes e saltadoras, que fizeram a minha tarde mais produtivas e emocionantes do que na parte da manhã. Que fim de sábado maravilhoso, meus amigos! Foi um reencontro com a emoção. Os pesqueiros são pontos de diversão muito legais, onde fazemos boas amizades e sempre trocamos experiências com os outros pescadores, desta vez eu fui orientado a não usar o boga grip numa matrinxã, aliás, em peixe nenhum. A ética do fly fishing dita que se use passaguá e se aplica também aos demais estilos, o peixe agradece e os pescadores conscientes também. Forte abraço para vocês, meus amigos, até a próxima aventura de pesca. Bye-bye
  2. Olá amigos pescadores, como estão vocês? Estou aqui de novo e desta vez eu vou falar sobre um peixe muito esportivo, que tem em pesque e pague. Aconteceu no sábado passado no Hode Luã Resort, aqui na cidade do Rio de janeiro. Partindo da “capital da zona norte”, Madureira, percorri de BRT o trajeto até a Estação, Ilha de Guaratiba, depois segui até o clube, que inicia o Day Use a partir das 09:00 e vai até as 17:00. Chegando lá eu aprontei o meu equipamento de fly fishing #8 com linha WF8F e líder de nylon 0,33 mm onix série invisible, perfeito para o que me propus pescar. O começo da pescaria foi por volta das 09:30 horas, a pressão atmosférica naquele horário estava em torno de 1007 hPa e tempo nublado, ideal para sacar belos peixes na superfície, estava um clima gostoso e até soprava uma brisa de leve. Fiz o engodo com ração de peixe na pinga, usei o estilingue e arremessei bem no meio do lago menor, onde via as tilápias subirem e atacarem a ração, bem como os pacus e matrinxãs. Usei miçangas e uma pequena boia, em poucos minutos as tilápias estavam na linha, foi uma festa, quando perto das 10 horas uma puxada estúpida me fez disparar o coração, era um pacu-caranha com presumíveis 0,8 a 1,2 kg e muita disposição para briga, eu o dominava o tempo inteiro, até que o malandro foi para a pauleira e lá se foi o meu troféu. Aquele foi o dia do peixe! O horário ia avançando e eu continuava perdendo iscas e peixes grande, oito ao todo, quando percebi que na verdade o dente do peixe cortava o nylon, então eu decidi por um tippet de flúor carbono 0.50 mm e ousar peixes grandes no lago maior. Lá fui eu, disposto ao que viesse, mas, dessa vez, devidamente equipado. Engodei com ração na pinga para aqueles peixes cachaceiros e logo surgiram os rebojos de tambacus na superfície; lancei a isca sobre o rebojo e logo em seguida... ZZZZZZZZIP!!! Tinha peixe bom na linha, pensei naquele momento: ferrou, ferrou... é tambacu, caramba! Quando o peixe se projetou para fora da água com um belo salto, que se repetiu mais outras duas vezes seguidas, aquele prateado não me deixava dúvidas que era matrinxã na linha, que espetáculo meus amigos, foi uma bela briga. Após dominar o peixe, retirei da água e fiz as fotografias daquele valente oponente. No fim da tarde eu repeti a façanha por mais duas vezes, porém eram matrinxãs menores, igualmente valentes e saltadoras, que fizeram a minha tarde mais produtivas e emocionantes do que na parte da manhã. Que fim de sábado maravilhoso, meus amigos! Foi um reencontro com a emoção. Os pesqueiros são pontos de diversão muito legais, onde fazemos boas amizades e sempre trocamos experiências com os outros pescadores, desta vez eu fui orientado a não usar o boga grip numa matrinxã, aliás, em peixe nenhum. A ética do fly fishing dita que se use passaguá e se aplica também aos demais estilos, o peixe agradece e os pescadores conscientes também. Forte abraço para vocês, meus amigos, até a próxima aventura de pesca. Bye-bye!
  3. Salve galera! Passo aqui para postar uma pescaria muito especial que a falta de tempo não me tinha me deixado compartilhar até então. A pescaria foi ano passado, quando recebi meu grande amigo Gilberto aqui em Rondônia para umas remadas na Amazônia! Pescamos no rio Preto, e também na represa de Samuel. Foram dois dias e meio de pescaria, muitas risadas, remadas, e "engarranchadas" nos galhos, o que me fez até criar um verbo novo. O verbo é gilbertar. O siginificado vou explicar com uma aplicação na frase. Quando vc arremessa a isca no galho, é só dizer: GILBERTEI... kkkkkkk Brincadeiras à parte, foi um grande prazer receber o amigo aqui. Espero muitos outros, a casa está sempre aberta! Mas nem só de galho viveu o Gilberto, teve peixe também! Que tal um tucuna nesse cenário? A jusante de uma cachoeira... Jacundá, sempre presente, sempre voraz: Paquinha: Matrinxã ou jatuarana? Aqui todo mundo chama de jatuarana... Paca: É outro tá, olha o rabo desse ta mordido... kkkkkkk Pausa para esticar as canelas: Pinima: Duble: Ângulos diferentes: Traíra tb apareceu: Pitanga: Mais duble: Tem que cuidar melhor desse rabo heim fí... rsss Calango esquisito: Destruidora de plugs: Garfield: Para terminar, a foto que mais gostei dentre todas. Tanto pelo que representa (soltura/preservação), quanto pela cor do peixe, coisa mais linda esse tucunaré pinima!!! Material usado: Caiaque duplo Orca Vara Rapala R-Type 8 a 17 lb Molinete Shimano Sustain 1000 Linha Sufix 832, 30lb Fluor (não lembro mais a marca, mas era 0,52mm, do mais barato que achei na loja, rs) Iscas mais usadas: OCL Spitfire e Jerk SS, KV Joãozinho Pepino, iscas de meia água da BassPro (sem nome) e Tucunashad Monster. Valeu galera, abração!!!

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