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Encontrado 5 registros

  1. Gustavoreolon

    Traíras sulistas

    Boa noite e um feliz ano novo, pleno de fisgadas para os amigos pescadores. Neste tópico, gostaria de mostrar algumas pescarias de traíras realizadas no ano passado, em diversas barragens no município de São Gabriel - RS. Há alguns anos, a exemplo de muitos pescadores (talvez a maioria dos brasileiros), iniciei minhas pescarias com a espécie. Na época, pescava com vara de bambu. Com o tempo, vieram novas técnicas, com a inclusão de iscas artificiais, mas com muitas limitações, dependendo muito das condições do ponto. Locais com vegetação pareciam impossíveis para as artificiais. Além disso, meu interesse pelas oplias foi diminuindo com o tempo. Mas chegando ao sul, verifiquei o quanto o pessoal aprecia a pesca das dentuças e passei a estudar os métodos mais "modernos" para a pesca e a utilizar as incas anti-enrosco. Comecei a pescá-las já no início do frio, exigindo ainda mais técnica, mas que deu ótimos resultados. Desentocá-las do meio da vegetação é uma adrenalina a parte. De maneira geral, foi um grande aprendizado, bem oportuno para mudar a impressão de que já estamos sabendo muito; realmente a pesca reserva surpresas para quem estiver disposto a prender... Seguem algumas fotos. O passarinho da bad line me garantiu o recorde pessoal em uma tarde fria. As vezes esses caras aí me faziam companhia: Ratão do banhado. Também era comum encontrar muitas aves e tartarugas. Também passei a usar iscas de silicone, como esse sapo marron aí, nos dentes da traíra. É um padle frog, mas achei bem mais atrativo nas cores branca e preta. Minha técnica era atraí-las com um passarinho ou rato de borracha e, quando erravam o bote, o que é bem comum, jogar um frog e trazê-lo com movimentos lentos e bem trabalhados. Foi a técnica que mais deu resultado e me ajudou em duas etapas do torneio de pesca organizado pelo amigo Rodrigo, a Copa São Gabriel de Pesca Esportiva, que já está em sua 4a edição. Mesmo em dias difíceis, nunca saí sapateiro. Algumas fotos das duas etapas de que participei: Campeão da primeira etapa. Essa foi a campeã da segunda etapa. Algumas capturas minhas nos torneios. Estou em quinto no geral, mas como já me mudei de lá, dificilmente poderei participar das próximas etapas. Mas valeu muito pelas pessoas que pude conhecer. Em algumas pescarias, pude fazer uso do caiaque, que ajuda muito nas grandes barragens do sul: Esta encharutou o sapo branco. Em resumo, foi um grande aprendizado na pesca de traíras, com recorde pessoal, no ano que passou. E que venha o próximo com suas capturas e lições. Equipamento: - Vara Evolution 17lb. - Carretilha Brisa GTO 8000, com linha multifilamento 20lb e leader de 30lb. - Iscas: Principalmente os passarinhos e sapos de borracha nas cores laranja/preto ou branco/vermelho. Padle Frog nas cores marrom, branco e preto, com anzóis off set lastreados . - Sempre uso um encastoado de uns 3 dedos de comprimento e snap leves, sem girador. - Algumas vezes cheguei a usar um outro equipamento na casa das 30lb, que uso para dourados, mas apenas por não dispor de outro conjunto semelhante ao anteriormente descrito. Espero que as informações sirvam de aprendizado para alguém, já que para mim o fórum ajuda muito quando preciso estudar alguma técnica que não domino. Boas capturas! Grande abraço.
  2. Tarcísio Machado

    Dica para consertar seu Frog

    Vídeo novo no Canal, super dica de conserto de Frog. Assistam aí meus amigos. Grande Abraço.
  3. Nilson Miranda..

    Pesque e Pague das Traíras: Gabardo-RS.

    Olá meus amigos! Como vão vocês? Dessa vez eu trago o relato de uma pescaria bem divertida, que, para mim, foi a primeira experiência. No domingo, 16 de setembro de 2018, eu estava no Rio Grande do Sul, a fim de participar da confraternização dos PESCADORES URBANOS e, é claro, pescar. Logo cedo, pela manhã, o presidente do grupo passou onde eu estava hospedado com mais dois amigos e componentes do mesmo, para me dar as boas-vindas pelo regresso e levar de carona ao local onde todos iriam se reunir. Logo que terminei o desjejum, peguei as minhas tralhas e partimos. Chegando ao local de destino, encontramos outros grandes amigos com os quais mantenho contato pelo Facebook. Então passamos a um breve workshop, onde fui orientado a começar a pescar utilizando grubs em anzóis lastreados e/ou com spinners. Logo iniciamos a pescaria de traíras, pois até aquele momento eu jamais havia pescado uma e lá fomos nós atrás das bocudas. À medida que o sol ia saindo, o clima foi esquentando. Cheguei a sentir calor em determinado momento. Creio que era psicológico, mas era sinal de que tudo cooperava para que os peixes ficassem bem ativos. Passados alguns minutos, a linha de um amigo esticou, uma briga iniciava e eu fiquei atento ao que ele iria fazer, notei que ele era bem rápido em retirar o peixe da água e cauteloso ao sacar o anzol de sua boca. Observei a tudo com a atenção de um aluno e fui em busca da minha sorte. Alguns minutos depois, o meu amigo e presidente elegeu, para mim, um padrinho, aliás, que era um outro amigo querido e com ele fui para mais adiante seguindo cegamente as suas orientações. Eu usava um grub de silicone na cor de refrigerante de cola, em um anzol monster 3x offset lastreado EWG 3/0, que eu arremessava a uns cinco metros do barranco e vinha recolhendo lenta e continuamente. Por causa do hábito de pescar com plugs, eu dava pequenos toques de ponta de vara. O sol ia subindo e a água estava barrenta, quando eu senti um tremor na isca. Sem saber o que era, não puxei e comentei com meu instrutor que me disse para deixar passar uns 2 segundos desse tremor e fisgar com vontade. Dito isso, recomecei e, alguns segundos depois, naquele mesmo lugar onde ocorreu o tremor, eu senti de novo, contei: um, dois, três e ... VAPUT!!!!! Era peixe na fisga sem moleza e logo reboquei para fora da água, era a minha primeira traíra, uma “trairaça” com a qual tirei uma bela foto e devolvi prontamente para o seu habitat. Depois disso, ainda tive mais três ou quatro experiências produtivas iguais a essa nas iscas soft. Na parte da tarde, notei que os ataques eram mais manhosos. Daí resolvi mudar de estratégia: passei a usar a isca artificial borboleta lelé, de sub-superfície (twitch bait), e flutuante (floating), para trazer de volta a emoção das fisgadas. Logo de cara, arremessei a uns sete metros e vim com toques de ponta de vara bem sutis e firmes. Logo essa isca foi encharutada pela dentuça, que abocanhou e correu como louca para um tronco: QUE-PAU-LAAAAA-DAAAAAAA!!!!! Prontamente reboquei a traíra, que era das grandes, e cumpri o ritual do fotografar e soltar. Depois de uns minutos, repeti a proeza e outra traíra enorme “encharutava” a isca, eram uma seguida da outra, às vezes mal dava tempo de trabalhar a lelé, que se mostrou uma isca muito produtiva para este tipo de pescaria. A tarde ia passando e os sucessivos ataques não paravam, algumas vezes eu perdia a fisgada, mas percebia que a isca era atacada com voracidade. Assim segui até o pôr-do-sol no fim da tarde, quando começou a esfriar e os ataques diminuíram bastante. Mas a garantia de muitas fisgadas e o reboque das hoplias malabaricus eu cumpri com muito êxito. Bem, amigos, esse foi mais um breve relato de uma pescaria que entrou para a minha história e me deu muitas alegrias. Espero poder em breve voltar com novos relatos de pescaria emocionantes como essa, Um forte abraço e boas pescarias a todos!
  4. Olá amigos pescadores! Onde consigo pegar uns robalos na artificial na Grande Floripa? No último domingo fui pra casa de praia na Pinheira e acabei indo lá pro Rio da Madre na primeira entrada retornando o pedágio (estrada velha que vai pros morretes). Lá conversei com várias pessoas que me indicaram lugares pra robalos e traíras mas não peguei nem GRIPE! E olha que tentei...Testei com meia água, superfície, fundo, e uns camarões monster 3x... Se alguém estive afim de ir pescar nos finais de semana eu sou parceiro!
  5. Gabriel Lima

    Traíras Difíceis!

    Boa tarde! Estou tendo uma certa dificuldade em pegar as traíras. Bom, pesco em pesqueiro, tem um aqui perto de casa, já vi pegarem traíras de 4 quilos por lá, porém, eu já venho tentando a meses fisgar alguma, porém, só consegui uma de 1,3kg na montagem Texas Rig, com Minhoca Artificial, já tentei Spinner, Frogs, tudo, e não pego nada. As que são fisgadas, vejo que é no frog, com o trabalho rente ao barranco. Dêem dicas!

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