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Encontrado 18 registros

  1. A Aventura continua, segue a segunda parte da Pescaria no Rio Juma, com mais um record pessoal de tucunaré açu e uma baita dica de restaurante para quem for a Manaus. Acompanhem o canal, curtam e inscrevam-se meus amigos. Abraço a todos.
  2. Parte final do DVD, imagens inéditas de pescarias, apresentação da tripulação e retorno. Espero que apreciem.
  3. Estou iniciando meu Canal de Pesca e gostaria da força dos amigos pescadores! Então acompanhem esta aventura em plena Selva Amazônica, com record de Tucunarés e uma GRANDE SURPRESA no fim do dia. Pescaria realizada entre Setembro e Outubro de 2017, Rio Juma - Amazonas.
  4. Neste vídeo continuamos apresentando outras capturas, destacamos a pesca mais praticada neste local que é de fly, que atrai muitos pescadores esportivos internacionais. Espero que apreciem, abraços. Não consegui deletar o vídeo abaixo.
  5. Gustavoreolon

    Uatumã

    Buenas camaradas. Estou escrevendo este relato mais por saudade, uma vez que se refere a uma pescaria que fizemos em novembro do ano passado, na pousada Uatumã EcoFishing, e que deixou muito boas lembranças. Já citei, em outras ocasiões, minha admiração pela beleza do Rio Uatumã, na calha norte do Amazonas, com seus lagos de cores variadas, praias de areia, paisagens de mata de igapó, entre outras. Nesta pescaria, também ressalto a ótima impressão com a equipe da pousada, seus guias (moradores locais), pessoal da limpeza, cozinha e administração; todos profissionais e bem educados. Além disso, nosso grupo de pesca contribuiu bastante, todos gente boníssima, com destaque para o companheiro de pesca Martin e o guia Célio. O interessante de escrever o relato "atrasado", principalmente quando se está distante, como é o meu caso, é que rever as fotos e vídeos resgata lembranças escondidas na memória e provoca ainda mais a vontade de retornar. Procurando organizar as memórias em ordem cronológica, começo pela viagem. No meu caso, já estava em Manaus tratando de assuntos particulares, e não podia perder uma oportunidade naquela região fabulosa. No dia marcado, não lembro se sábado ou domingo, encontrei o grupo no aeroporto e seguimos para a pousada: Presidente Figueiredo, estrada de Balbina, ramal da Morena, barcos depois da corredeira de mesmo nome e finalmente a pousada. Divididas as duplas e os guias, partimos para a pesca. Particularmente, gosto da isca flash minnow e, na ocasião, já esperando que o peixe estivesse manhoso pelo nível baixo das águas, resolvi tentar a isca na cor transparente (se bem que isso não é cor) e os jigs de pelos, quase que infalíveis. E logo no começo vieram boas surpresas: Não lembro os pesos, mas isso não importa muito. Acredito que este maior estava na casa dos seis quilos e pouco. Na próxima foto dá para ver bem o detalhe da flash minnow transparente na boca do açu: Nada mal para a primeira hora da pescaria. O peixe nos encheu de ânimo, mas era evidente que eles estavam sentindo a baixa no nível das águas e a pressão da temporada de pesca. Com o passar dos dias também percebemos que havia muitos casais "chocos" que, ao invés de atacar, preferiam conduzir o chuveirinho (cardume de filhotes) para o fundo. Preferimos não importunar muito esses casais, afinal a quantidade de chuveirinhos era um ótimo sinal para o futuro. Continuamos sempre procurando técnicas mais sutis, uma vez que as iscas mais barulhentas só espantavam o peixe. Da minha parte tudo bem, prefiro mesmo jumping sticks, e zaras e não me incomodo em usar plugs de meia água e jigs. A turma da hélice se incomodou um pouco, mas logo aderiu aos trabalhos mais sutis e às iscas menores, também com bons resultados. Durante o restante do dia, vários peixes menores foram aparecendo. Não tivemos grandes frenesis, mas foi uma boa diversão; principalmente para o Martin, que estreava nos tucunarés amazônicos. E para variar a pesca, olha o que veio enroscado no jumping stick: O próximo, no fim do dia, é um bom exemplo do tamanho regular dos peixes do Uatumã: Me parece que é um cichla vazzoreli, mas não tenho certeza. No Uatumã encontramos popocas, açus e os vazzoleri, além de jacundás, piranhas, traíras, aruanãs, acarás açu, bicudas, apapás no rio principal e outras. Em uma pescaria anterior decidi me dedicar aos piaus e pacus prata pescando com milho na hora do almoço e o resultado foi surpreendente em quantidade e tamanho. Mas desta vez foquei nos tucunarés. Dizem que na época da cheia também há uma boa incidência de peixes de couro, principalmente pirararas e filhotes, mas isto eu não pude comprovar. A noite nos reunimos para repor as energias com um ótimo jantar e cervejas e trocar as experiencias do dia. O pessoal que quis pôde falar com a família através do telefone via satélite e se inteirar nas notícias pela TV via satélite. Aliás foi assim que soubemos da eleição do Trump; lembrei agora que a pescaria foi naquela semana. No outro dia novas surpresas: Esse aí é o guia Célio, nativo do Uatumã e gente finíssima: Outra espécie diferente, em uma flash minnow cor osso: O terceiro dia foi também muito interessante. Os lagos do Uatumã tem tonalidades diferentes, fazendo com que os peixes também tenham sensíveis diferenças de cores. Neste dia, durante a tarde, fomos para um lago à montante da pousada. Lugar bom de peixe e que eu já conhecia, mas cheguei a duvidar do piloteiro em razão do nível muito baixo da água. Era bem fácil ver os tracajás no fundo de lama do lago; aliás era fácil vê-los em todos os lagos. Mas logo nos primeiros arremessos, bem longos por sinal, já achei um valente paquinha, que brigou como gente grande: Dentre popocas e pequenos pacas que iam aparecendo, em uma pauleira, arremessei a jumping stick (isca que gosto muito, com a qual peguei o meu maior açu até hoje) na direção de uma batida de peixe grande. Não teve ataque na "zona de ação" e quando eu já ia tirá-la d'água, pude acompanhar o baita açu vindo como um submarino para abocanhar a isca a um metro do barco, talvez menos, e no meio dos troncos secos. Enquanto o guia puxava o barco para o limpo eu apenas administrava a tomada de linha ininterrupta. Gosto de linhas finas; na ocasião, estava com uma multi de 30lb com líder de 50lb de fluorcarbono em uma vara Black Widow (excelente, por sinal). Não tinha como travar com o dedo e passar em um toco também seria fatal. Nunca esquecerei desta briga, pois foi um misto de calma, sorte, técnica e trabalho de equipe. Somente quando a embarcação já estava uns 30 metros para fora da pauleira o peixe parou de tomar linha. O Martin já havia recolhido a linha dele e pude finalizar a briga no limpo para finalmente embarcarmos outro belo exemplar. O lago ainda rendeu outras ações, que não fotografamos. Depois seguimos para outros lagos, também com boas ações, principalmente na entrada, onde encontrávamos os peixes sempre nos drop offs ao lado das rasuras, uma vez que as partes fundas eram constantemente patrulhadas por botos. Não tenho fotos, mas vou deixar um vídeo no final onde aparecem outros peixes. Na janta, como sempre, boa conversa e comida. O barco de outros camaradas havia conseguido belos exemplares acima dos 8kg e todos tiveram bastante ação. Como aperitivo, sashimi de tucunaré fresco. Aliás, para comer um peixe daquela região do Uatumã, só estando lá mesmo, pois é proibido o transporte de qualquer pescado e as normas são bastante fiscalizadas, inclusive pelas próprias comunidades ribeirinhas e pelas pousadas. Na quinta feira não foi fácil pra ninguém. Menos peixes que nos dias anteriores e sem grandes exemplares para contar vantagem na janta. Mas só de estar no Uatumã já estava valendo; melhor um dia ruim de pesca do que um bom de trabalho! Até paramos para um cochilo: No último dia começamos a repassar os melhores pontos. Vimos bons peixes, mas continuavam manhosos. Iam saindo alguns exemplares menores e acabei acertando um bom na superfície, que acabei perdendo; as garatéias não pegaram direito, eu acho. Passei para a meia água a acertei outro bom. Outra bela briga! Depois paramos na boca do logo para tomar um banho e o Martin inventou a roda! Como era um lugar profundo, resolveu usar jumping jigs, os mesmos que ele usava para robalos no litoral paulista. Foi a revolução do dia. Somente naquele ponto, no barranco, ele deve ter pego uns 15. Lógico que também adotei a técnica; o próprio guia também entrou na brincadeira. Foi aí que tivemos outro fato inusitado: após fisgar um tucunaré pequeno em uma flash minow, de súbito ocorreu uma tomada de linha frenética no equipamento do Célio. Como a linha ia acabando, busquei o barco e fomos atrás do monstro. O resultado pode ser visto na foto: O nosso guia ia pegar um boto! Certamente seria o maior exemplar da semana rsrsrssr. O próximo é o meu: Ainda tivemos um belo churrasco antes de voltar para a última tarde de pesca: Uma pena eu não dispor das fotos, mas neste dia o Martin estava imbatível. Ele já havia quebrado o recorde pessoal no terceiro dia e tornou a quebrá-la duas vezes na sexta feira. Com as iscas metálica: colheres, spiners e jumping jigs, certamente passamos dos 50 exemplares, talvez dos 60. Foi sem dúvida o dia mais produtivo. Mas enfim, foi o último dia. Para mim ainda mais, uma vez que já estava de passagem comprada para o exterior no mês seguinte, sem possibilidade de Amazônia em 2017. Mas 2018 promete! A seguir deixo o vídeo que editei sobre a pescaria e novamente agradeço ao excepcional grupo de pesca de novembro do ano passado, à pousada e seus guias. Este outro foi editado pelo Martin: Grande abraço e até a próxima. Assim que puder posto um relato de pesca aqui da África. Material: - Vara Black Widow com carretilha Lubina GTO e linha 30lb. - Vara Hunter Fish (daquelas vermelhas, mais antigas), carretilha Lubina Big Game e linha 40 lb. - Iscas: dentre as várias que utilizamos, destaco a jumping stick, as zaras de até 11cm, a MS Flash Minnow e as iscas metálicas, como colheres, spinners e jumping jigs, todas reforçadas com anzóis assistentes.
  6. Marupiara

    Rio Marié - Resumo - Parte 1

    Vídeo resumido da pescaria no Rio Marié, Parte 1 - saida de Joinville - pernoite em Manaus , chegada no Barco Untamed Angling, algumas pescaria de destaque e momentos de puro prazer, espero que apreciem. grande abraço.
  7. Tarcísio Machado

    Pescaria Rio Juma - Amazonas 2017 (24set/01out)

    Enfim um grande sonho realizado, conhecer de perto os Gigantes Açus da Amazônia. Mesmo diante de uma frente fria em plena Amazônia a pescaria foi muito produtiva e logo no primeiro dia os brutos foram aparecendo e subindo de tamanho. 2k, 2,5, 3, 3,5, 4, 5, 5,5, 6, 7 e 15k, calma, calma, este de 15 não foi um tucunaré, pois se fosse estaria com o record internacional nas mãos rsrs, foi um belo Pirarucu pego na artificial e o melhor, na superfície. PACAÇU 3k Big Sara Jump PACA mini Hélice feita em Manaus PACA 6K no Jig Guia Diego - Pousada Amazon Rain Forest. Mora na entrada do Juma e nasceu no local, 22 anos e sabe tudo, excelente, muito prestativo. Nota 1000! PACA 2,5k Zig Zarinha na hora do almoço no meio dos igarapés. AÇU 2k Rip Z Ms Meu amigo e companheiro de Pesca Everton, pesca muitooooo. PIRARUCU 15k Big Sara Jump - Sumax PACAÇU 4k no Jerk Shad Ms AÇU 110k gigante Zig Zarinha Duble Joana e traíra, jig e frog (muita ação no frog, pena que levei poucos, pois todos ficaram arregaçados) Meu grande Professor e companheiro de muitas aventuras de pesca, tio Matucheski. AÇU 4k no Jig PACAÇU 3,5 no Jig AÇU 7k Zig Zarinha (Meu Record) AÇU 7k Zig Zarinha (Meu Record) AÇU 7k Zig Zarinha (Meu Record) AÇU 7k Zig Zarinha (Meu Record) AÇU 5,5k no Jig AÇU 5,5k no Jig No aeroporte Eduardo Gomes de Manaus, tive o prazer e a oportunidade de encontrar o Mestre Nelson e o futuro ícone da Pesca Esportiva Renan Nakamura. Equipamentos: Vara Custom by Me F3 17lbs Solida Vara Custom by Me F3 CRANK teste 17 lbs Vara Custom by Me F3 20lbs Vara The Flash Sumax/Nakamura 17 lbs Carretilhas 2 Lubinas BW com linha 50lbs JBraid (Não gostei muito deste linha da DAIWA, muito dura e encerada, ruim de arremesso) e acreditem uma Scorpion XT1001 que usei no jig, com freio Carbontex segurou a maioria dos grandes bocudos (Depois tenho que abrir para ver se não estourou nada por dentro) com linha 40lbs Power Pro. Líder 0,62mm em todas elas. Iscas com mais ação. Pelo fato da frente fria, disparado foram o Jig de pelos e o Jerk Shad azul com metálico. Zig Zarinha, Cão Fila, Big Sara Jump, Rip Z, Borá, Snake prata.
  8. Mais um resumo da pescaria no rio Marié, continuação de momentos especiais. Destacamos a agradável companhia do Andréa Zaccherini e Moacir mineiro, que além de grandes pescadores, valorizaram o evento, com sua simplicidade, humildade e alegria .
  9. Marupiara

    Tucunaré Açu 11 kg e 91cm

    Devido a falta de tempo não consegui editar vídeo da pescaria, mas para registrar o melhor captura do evento. Danilo foi presenteado no penúltimo dia de pesca com este belo troféu.
  10. Marupiara

    Tucunaré Açu - SIRN 2010

    Tucunaré Açu com mais de 20 lbs. Capturado na região de SIRN - Ano 2010 A filmagem não foi possível pelo horário, fim de tarde as imagens não ficaram boas. Vara trevala: 30 a 80 lbs Carretilha Curado 300 Linha Spider: 60 lbs Isca: Daiwa Saltiga
  11. Gostaria de compartilhar com os colegas a continuação dos melhores momentos de uma pescaria na região de SIRN, experiência inesquecível, daquelas que marcam nossas vidas. Espero que gostem.
  12. Octavio Amaral

    Soltura do Gigante Tucunaré Açu

    Olá amigos pescadores! Compartilho com vocês mais um vídeo da minha aventura lá na nossa Amazônia Brasileira! Desta vez, realizando a soltura de um lindo e gigante Tucunaré Açu, fisgado na região do Rio Uatumã e seus afluentes! Espero que gostem do vídeo! Abraços,
  13. Olá pescadores! Compartilho com vocês o primeiro de muitos vídeos que ainda vou compartilhar, da pescaria de Tucunarés na Amazônia... Comecei a editar os vídeos da pescaria realizada no mês de Outubro/2015, no Barco Amazon Prince, no Rio Uatumã e seus afluentes. Link do relato da pescaria completa: http://www.Pescaki.com/index.php?/topic/75416-minha-primeira-pescaria-no-amazonas-rio-uatum%C3%A3-e-afluentes-equipe-marupiara-malacabados/ Espero que gostem!! Abraços, Octávio
  14. Amigos do Caterva, na Amazônia. Pescaria realizada nos dias 09 a 12-10-2015, no Rio Uatumã-AM. Ficamos hospedados na Pousada do Donato, e tivemos como piloteiros o Sr. Juarez e o Sr. Salomão (Sálo). Pousada simples, sem luxo, mas com um atendimento muito especial. Educação e cordialidade ao extremo, inclusive os piloteiros, nunca ví pessoas tão educadas, conosco, os pescadores pegadores de macacos, rsrsrs.... quanta paciência tiveram, não observei em nenhum momento, objeção pelo fato de ter que ajudar a desenroscar as iscas. Estão de parabéns! A pescaria foi excelente, apesar do rio ainda estar um pouco cheio, tivemos muitas ações e bons peixes na ponta da linha. Eu particularmente realizei meu sonho de pescar na Amazônia, e fisgar o Tucunaré Açu. É inexplicável a força e bravura deste peixe, só quem já fisgou um, sabe do que estou falando. É grande a adrenalina e emoção, haja coração! Segue as fotos= Rubens, o comandante da expedição. O homem das "T-20", pesca muito! . . . . . Juarez, pegando carona com o peixe pego pelo Rubens. . . . . Pequenino, mas bonitinho! . . . . . . . . Fernando A. Salles, pescador de Fly. . Pesca demais, deu um show. Às vezes nos dava umas anzoladas, mas tudo bem, é gente boa e parceiro para toda hora! . . . . . . . . O cara é fera no bait também! . . . . . Jose Camargo, o fã das "Duo Realis Pencil", gente fina, pescador de Açus!. . . . . . . . . Olha o sorriso do garoto! Só alegria! O Açu é animal! . . . . -De volta prá vida! . -Jacaré no pedaço! . Segura, Rubens! Tira do toco! . . . . Ladislau, estréia na Amazônia, Tucunaré Paca! . . . Bocudo, ao fundo o piloteiro Sr. Sálo, gente finíssima! . . . . . . -Sonho realizado! . . De volta prá vida! Com todo merecimento! . . . . . . Agradeço aos amigos pela oportunidade de conhecer a Amazônia, e realizar meu sonho! Muito obrigado,_________________Ladislau Pescar, simplesmente pescar! www.laupesca.blogspot.com
  15. Wagner Vix Pesca

    Pescaria Tucunaré Açu no Rio Caurés

    Caros Pescadores, Segue vídeo (trailer) da nossa pescaria de tucunaré açú, realizada no Rio Caurés, na temporada 2013/2014. Grupo de VixPesca. Espero que gostem!!!
  16. Gustavoreolon

    Rio Juma - AM

    Olá pessoal. Vou relatar uma pescaria no Rio Juma-AM que realizai ano passado, nas férias, em setembro. Talvez alguém já tenha visto em outro fórum, mas gostaria de registrar por aqui, pois o local realmente vale a pena. O material para o passeio: No caminho deu para exercitar o inglês com uns gringos que iam passear por lá, além de conhecer uma turma do Paraná e São Paulo que foram os companheiros de pesca durante a semana. No Juma Amazon Lodge as acomodações e a comida são de alto padrão e o contato com a natureza é constante. Além de uma equipe bem capacitada para atender aos visitantes e ótimos guias de pesca; faço especial menção ao Adriano, rapaz muito gente boa e competente que pescou comigo naquela semana. Das passarelas dava para ver os peixes Parauacu ou macaco velho. Muito comum no Juma e em toda a região do Mamori. O Ildão, de SP e a macaca rsrsrs. Mais um detalhe da preparação do hotel: E vamos a pesca, afinal. Os barcos são adaptados a pesca com artificiais, com uma plataforma ampla e motor elétrico. Os guias são da região e conhecem mito bem os pontos mais promissores. Saímos de Manaus no sábado pela manhã. Chegamos depois de umas 3 horas, almoçamos dormimos e já fomos a pesca. Pescamos até a quinta feira e retornamos a Manaus na sexta. Meu objetivo era um tucunaré de mais de 6 kg. Mesmo encontrando as águas uns 3 metros acima do normal, a Amazônia sempre tem suas surpresas: Na primeira tarde de pesca, mesmo ficando próximo do Juma Amazon Lodge, a viagem já foi compensada (falo mais dele no final). Mas começando pelo começo, este foi o primeiro paquinha. Nos primeiros dias só batiam na meia água e nos jigs. Tá aí outro paquinha e o Adriano, excelente guia, daqueles que vibram com as capturas do cliente. Gente finíssima. Sempre tínhamos ação nas pontas de ilhas que começavam a surgir. O entardecer no Juma: Nesta mesma tarde já tive as primeiras garateias destruídas, e olha que nem eram exemplares tão grandes. Não adiante inventar, tem que usar as reforçadas mesmo! Nos demais dias continuaram surgindo pequenos, médios e alguns grandes pelo meio. Com o passar dos dias começaram a bater melhor na superfície, mas o forte foi a meia água. Toda noite tínhamos relatos de iscas perdidas, garateias abertas e outros. O pessoal até pediu para trazerem mais jigs de Manaus rsrsrs. Esse pesou uns 3 quilos e foi retirado de dentro do igapó. Arremesso e calma são fundamentais nessas condições! Esse vale a pena descrever. Se eu não me engano era logo pela manhã do segundo dia e pesou uns 5 ou 6 kg. Íamos arremessando ao longo do igapó na margem oposta a da captura do troféu, no dia anterior e bateu forte na meia água. O guia imediatamente puxou o barco para o meio com o motor elétrico mas o peixe não parava! Parecia um trator levando a linha para o igapó. No final acabou saindo para o limpo, mas ainda fazendo a carretilha chorar. Exemplar muito bonito. Pena que as fotos não ficaram muito boas... E ao longo dos dias continuaram aparecendo outros de tamanhos variados além de outras espécies. Outro que merece um comentário: Esse exemplar foi a primeira captura de uma tarde, numa solaca daquelas. Embora estivesse próximo do igapó um boto passou por baixo do barco e pegou ele bem ao nosso lado. Depois ficou exibindo o peixe na boca. Pena que não achei a foto do boto. Uma pena pois era um belo exemplar. (Mas o boto gostou muito rsrsrs) Este popoca saiu ao lado do flutuante do hotel enquanto carregávamos os barcos: Outras fotos de garateias abertas ou perdidas: As vezes tínhamos que "correr"da chuva: No último dia fomos conhecer o lago do Maçarico. Inclusive almoçamos na casa de um dos guias. As águas altas atrapalharam um pouco, mas conquistei meu primeiro jacundá, um belo aruanã e um tucunaré de coloração belíssima (enquanto os outros estavam na sombra esperando o almoço rsrsrs). Inclusive, os companheiros de pesca perderam um monstrão que saiu levando linha adoidado e acabou arrebentando com tudo. Os guias disseram que é um tucunão que mora naquele ponto e ataca até aruanã de 5 kg! (vai saber) Eu havia acabado de ganhar essa isquinha azul da moro de presente de um dos amigos que fiz nessa pescaria. Esse refugou as meia águas mas não resistiu ao spinnerbait. Coloração magnífica. Ainda bem que bati a foto pois, logo após o anzol soltou e eu acabei ficando com um dos espinhos dorsais dele na mão quando tentei pegá-lo rsrsrs. Retornando ao Juma, paramos para pinchar em uns pontos e um bom exemplar ( mas não um dos enormes) conseguiu raspar o leader em um pau e levar a isca matadeira (uma suspending de barbela curta branca com cabeça vermelha da MS que aparece em várias fotos). Tem gente que não entende porque o peixe sempre leva aquela isca preferida, mas eu explico: é porque é a que mais usamos rsrsrs. Mas foi uma pena mesmo... não deu prá chegar ao peixe antes de ele arrebentar o leader. Inclusive isso aconteceu várias vezes: o peixe levava para o enrosco e ficava roçando o leader, mas chegávamos em tempo de pegar o bixo antes de ele arrebentar o leader. Daí um leader de qualidade ser indispensável! Mas antes que eu me esqueça, tem o troféu que veio logo na primeira tarde. Tinha uma bela ponta de praia aparecendo. Uma das únicas. Eu usei o jumping stick do Nelson Nakamurta, pois o local era mais raso e compensava tentar as de superfície. Capturamos um ou dois paquinhas e bem na margem começou uma movimentação. Arremessei próximo e trabalhei rápido, como sempre faço com as iscas de superfície. Rapaz... foi um dos ataques mais bonitos que já vi! Mesmo nível dos tárpons da Costa Rica. O tucunão saiu da água e atacou a isquinha por cima! Coisa linda! Barulho e água voando! E logo começou a saltar com a isca toda na boca. Tentamos puxar para o meio mas ele fazia o que queria, até que achou o caminho do igapó e saiu costurando tudo. Nesse momento o único raciocínio foi não forçar, enquanto tentava manter a calma. Então, como ele havia ido para um lugar raso, fomos seguindo a linha e chegamos nele parado com a linha enroscada em uma vareta fina. Acho que se fosse um galho mais rígido ou ele tivesse gás para mais uma corrida tinha arrebentado pois a linha já estava travada em tudo quanto é tronco e galho. Acabei colocando o alicate de contenção na boda dele embaixo d`água mesmo! Quando é para ser da gente acaba sendo mesmo! Seguem as fotos: Esta foi uma pescaria para sempre lembrar. Mesmo com as águas anormalmente altas saíram muitos outros peixes menores que não foram fotografados e alguns bons exemplares. Isso tudo a menos de 3 horas de Manaus. Além disso, vários casais de pirarucus subiam para respirar próximo do barco, mas nem tentei pescá-los pois estava totalmente dedicado aos tucunas. Isso só existe por causa da pesca esportiva, caso contrário, todos esses bons exemplares acabariam vendidos em alguma feira ou até mesmo estragados em meio ao enorme desperdício de pescado que ocorre em Manaus. Isso que certos críticos da pesca esportiva deveriam entender... Mas estes não estudam e muito menos participam de um fórum como este. Material -Black Widow 25lb com carrdetilha lubina GTO tournament, linha 30lb e leader 0,52mm (pegou a maioria dos peixes); -Hunter Fish 30lb com carretilha lubina, linha 40lb e leader 0,62 mm (usei com os jigs); -Hiunter Fish 30lb co carretilha lubina Ocean Big Game, linha 40lb e leader 0,62mm (usei com iscar grandes). Saíram poucos peixes na superfície, em geral, só em locais rasos. Os melhores resultados foram na meia água e fundo, com jigs, principalmente nas cores branca, vermelho e amarela e suas combinações. Grande abraço a todos e boas pescarias!
  17. Thiago Dala Rosa Ivo

    Barcelos - AM com Repiquete

    Salve salve amigos pescadores e viciados !! Desta vez , venho eu postar um relato em água doce , o destino desta vez foi a cidade de Barcelos , onde acredito que a grande maioria do pessoal do fórum sabe , é a meca do tucunaré açú aqui no Brasil. Pois bem , comecei minha viagem em Manaus , na Sexta Feira , 2 dias antes da viajem , para conhecer um pouco aquela cidade que é muito interessante !! algumas fotos de Manaus Teatro Municipal Mercado de Manaus , que passou por reforma a pouco tempo Ainsa em Manaus , comemos muita comida " diferente " , vou colocar na sequência , tanto o que comemos de bom em Manaus quanto no Barco Hotel Para quem não conhece , recomendo demais este restaurante , Panela Cheia , é fantástico , simples , mais a comida , principalmente o Tambaqui é sensacional !!! Bolinho de Pirarucu , já em outro bar Já no Barco Hotel tivemos....caldo de piranha Sashimi Tucunaré assado Sushi Temaki Algumas fotos do que para mim é o verdadeiro Mercadão de Peixe de Manaus ............ show de conhecer A quantidade predominante de Tambaqui impressiona , de fato , acredito que seja um dos peixes mais apreciados por lá , ao lado do Pirarucu Aruanã Tucunaré Açú Filhote Camarão Seco , vindo do Maranhão , muito por lá também e vamos as fotos da pescaria Infelizmente , tivemos um belo de um repiquete , que aumentou o nível das águas , em torno de 1,5 metros , que é muita coisa , ou seja , pescaria muito difícil , tinha que tirar leite de pedra , masss..........fomos para pescar , bora lá Paca outro Paca mais 1 Açú Borboleta Piranha Preta Paca Paca Soltando o bocudo Açú Açú Açú Açú Bicuda Dando uma refrescada na praia Nosso Barco Hotel , recomendadíssimo o tradicional Luau e para encerrar , a turma toda , Turma do Chicão Turma fantástica essa !!! vou novamente , certeza !!! Em reunião com a tripulação e piloteiros , pela difícil situação dos rio negro e dos afluentes , decidimos pescar descendo o rio negro , acredito ser uma escolha acertada. Um resumo da pescaria , capturei em torno de 40 tucunarés , o que é pouco , porém , considerando a situação , foi satisfatório. Em nosso barco , saiu um total de 1 pirarara de 50/60 kgs., 1 filhote , palmito , tucunarés : 1 - 9,5 kg., 4 ou 5 de 7 kg., uns 10 de 5 kg. e uma grande quantidade de menores , que ficavam de 4 kg. para menos. Meu maior foi 3,5 kg., sendo que na faixa de 3,0 a 3,5 kg. capturei e soltei aproximadamente uns 10 Material utilizado conjunto 1 : Carretilha : Daiwa Zillion J-Dream 7.9 Linha :YGK G-Soul 55 lbs Vara : Hunter Fish Z 5,6 25 lbs. conjunto 2 : Carretilha : Scorpion xt 1501-7 Linha : YGK G-Soul 55 lbs. Vara : The Flash 5´6 25 lbs. Conjunto Hélice : Carretilha : Daiwa Tatula Type R Linha : YGK G-Soul 65 lbs. Vara : Rapala Amazon Proppler 41 lbs. isso ai pessoal , agora é espera a próxima temporada e torcer para não pegar repiquete !!! Editando pois esqueci de colocar as iscas rsrs fiz minha pescaria toda com 2 iscas , Rapala Sub-Walk 9 cm branca com barriga laranja Jigs diversos , a isca que mais peguei peixe , sem dúvida nenhuma.
  18. E ai galera... Segue ai mais um relato em vídeo de uma expedição nos rios da Amazônia com os amigos Yuri Mamede, cel. Schubert e Rodrigo... Confira o vídeo! [/media] Algumas imagens!