Vinicius Bonfim

Tucunaré tem epoca certa para desova ?

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Pessoal, aqui na minha região Barretos/Miguelopolis, ninguem ta conseguindo pegar os Tucunare, até parece que sumira, Eu costumo pescar em 4 represas e em nenhuma esta pegando nada, nem com isca viva.

Dizem que estão na epoca de desova. Existe realmente uma epoca certa para a desova do Tucunaré ??????

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Pessoal, aqui na minha região Barretos/Miguelopolis, ninguem ta conseguindo pegar os Tucunare, até parece que sumira, Eu costumo pescar em 4 represas e em nenhuma esta pegando nada, nem com isca viva.

Dizem que estão na epoca de desova. Existe realmente uma epoca certa para a desova do Tucunaré ??????

Sim,mas há quem diga que é o melhor período para captura-lo...

Que eles se alimentam eu tenho certeza... :ok:

Sempre ficando um com os filhotes... :ok:

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Bom pelo que já pude observar, Tucunaré dificilmente ataca uma isca quando esta com "filhotes".

Já vi até tocar um lambari literalmente de perto da onde estavam os filhotes do casal e não atacaram o Lambari ( isca viva).

Mais seria muito interessante de podermos sabe exatamente quando é a epoca de desova do Tucunare conforme a especie e região.

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Dependendo da região, tucunarés reproduzem-se por mais de duas vezes no ano, de sorte que pode chegar até a quatro vezes, muito embora, haja apenas um grande período de reprodução em massa, que na minha região (Vale do Paraíba/SP) costuma ser em meados de setembro/outubro de cada ano, podendo estender-se bem mais que isso. Neste período, tanto os mais fortes e grandes até os menores que já estejam em condições de reproduzir-se, estarão empenhados nesta missão.

Com isso, nos dias que antecedem o período de reprodução em massa, há sempre uma grande corrida em busca de alimentação (aqui na minha região isso costuma ocorrer nos meses de julho e agosto), para depois acalmar-se, traduzindo-se em quase total inatividade durante o período em que estarão dedicando seu tempo ao sagrado mister de perpetuar a espécie. Após, sobrevém um período de relativa inatividade, que é quando estarão cuidando da prole, mas soem entrar em iscas que se lhes passem muito próximas, praticamente na base do "insulto". Mais tarde, uma vez liberados os alevinos, passam então a buscar alimento novamente, muito embora alguns ainda retornem à condição de buscar novo acasalamento, para dar início a outro ciclo de reprodução, trazendo mais instabilidade para o pescador. Todavia, neste período, sempre haverá peixes solteiros (são exceções) para nossa alegria, pois enquanto uns reproduzem (são a regra), outros se alimentam e vice-versa, até que termine o período de reprodução em massa. Daí em diante apenas alguns casais podem reproduzir-se e isso será a exceção e não a regra de forma que isso pode ser observado por grande parte do ano, exceto nos meses frios.

Ultimamente vêm sendo muito frequentes as alegações por parte dos pescadores de que os tucunarés andam sumidos. Quase sempre vêm perguntando se isso se deve ao período de reprodução, mas o que vejo é que estando já, muito fora do período de reprodução em massa, deveria ao menos haver peixes "solteiros" suficientemente de sorte a oferecer boas pescarias. Entretanto, vêm sendo frequentes as desilusões dos pescadores, o que me leva a crer que esta escassez de tucunarés já extrapola aquela decorrente das lides reprodutivas, inflectindo-se, na verdade para uma conclusão um bocado preocupante. Na maioria das represas, o que se observa é mesmo a diminuição dos estoques pesqueiros de sorte que a escassez deve-se então, à insistente matança, tanto de reprodutores quanto de pequenos exemplares. Se por um lado nosso valente diabinho amarelo consegue anualmente repor, através de reprodução, os estoques pesqueiros, por outro lado, muita gente (traduzindo-se em matadores) há para fazer-lhes reduzir este intento de sorte a restar extremamente prejudicada a reposição.

Isso vem ocorrendo em praticamente todas as represas sob forte pressão de pesca. Se não estiver enganado aqui com meus botões, por esta linha de pensamento, creio não tardar para ocorrer com sítios atualmente consagrados como ótimos pontos de pesca se não forem devidamente preservados... :wacko:

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Bomediano.

Sobre a matança de peixes, não há duvida. Veja Miguelopolis, o que era o melhor ponto de pesca de tucunaré no Sudeste, hoje nem se quer foi citado na Bíblia do Pescador 2009 como ponto de pesca.

E como moro nessa região, posso falar, não existe qualquer campanha ou força política para recuperar a pesca de Tucunaré nessa represa.

Abandono total. E a matança continua forte. Basta dar uma volta na represa que encontraremos centenas de redes e barcos retirando tucunarés com 200, 300 Gramas.

Neste mês ninguém esta pegando tucunaré na Região, então resolveram acabar com as corvinas (essa esta pegando bem)

O que me espanta, amigo Bomediano, é que até em represas particulares o Peixe esta sumindo.

Por tudo que é sagrado. houve época que na represa que eu pescava, vc não vencia colocar isca viva ( comprados em criadoros) no anzol, para cada lambari era um Tucunaré. E até com o lambari morto pegava os danados dos Tucunas, Bastava vir recolhendo o falecido, que havia ataque ao Lambari morto.

Hoje, com dois lambari vc fica o dia todo pescando. Tenho certeza eu é pessoas com rede na calada da noite.

Temos que torcer para preservarem SERRA DA MESA, se não nem lá vai sobrar.

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Grande Vinicius,

O problema não decorre somente das redes, decorrendo igualmente da ação danosa de pescadores "esportivos" que matam, principalmente os que soem usar iscas vivas. Basta fazer uma pequena e simplória comparação: Para cada pescador com redes em um represa, há um considerável número de pescadores com iscas artificiais e iscas vivas. Some-se a isso, a fequente presença de pescadores com arpões.

Então, um pescador que usa redes consegue numa ação, matar praticamente o mesmo número de peixes que uma horda de pescadores embarcados e na barranca. O que quero dizer é que, embora os pescadores com rede matem mais de cada vez, eles são em número muito menor que os pescadores que pescam com iscas, de sorte que mesmo que estes soltem a maior parte de seus peixes, ainda assim, de igual nocividade seguem para as espécies buscadas. Sem dizer que com uma maior popularidade da pesca esportiva, maior é o número de pessoas pescando e destes, a maioria, quase que a totalidade, mata, senão todos, pelo menos parte dos capturados.

Creio ainda que no caso dos tucunas, a ação danosa dos redeiros é ainda menor em relação à dos pescadores "esportivos", vez que nosso diabinho amarelo é um tanto mais esperto em relação às redes, mas na mesma proporção é cegamente enganado por uma isca artificial.

É o que se percebe em campo, como por exemplo, pude comprovar na semana passada, pescando em Furnas, na pousada de meu amigo João Paulo. Encontramos algumas redes. Inspecionadas, não continham tucunas. Mas nós, que pescávamos com iscas artificiais, conseguíamos um sem fim de capturas de peixes de pequeno porte. Teve dia de capturarmos, em dois pescadores, cerca de uma centena de pequenos tucunas. Na pousada, o cozinheiro nos disse que durante o dia passou ali em frente um pescador que usa lambaris como isca, com um saco de tucuninhas às costas. Então, neste dia, os pescadores que não usam redes foram muito mais prejudiciais que os redeiros. Se estivéssemos também nós, no insidioso mister de matar, teríamos feito um estrago, enquanto que os redeiros, quase nada.

Agora, imaginemos aquele pescador; aquele que passou com um saco de tucunas às costas, projetando sua ação para a extensão total da represa. Estejamos certos de que ele não foi o único que fez aquilo naquele dia! Assustados restaríamos com o alcance deste poder de destruição.

Apesar de parecer estar na contramão, eis minha opinião, muito pessoal, particularidade esta que não lhe confere característica outra que a de apenas seguir no reservado direito de assim permanecer pensando.

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Concordo em tudo com o Sr. Bome

Antes de pescarmos por aqui com iscas artificiais, nossas lagoa eram repletas de tucunas, mas a partir do momento que começamos a utilizar essas danadas, muitos daqueles ribeirinhos viram que a simples utilização de um Jig era muito mais proveitosa do que esticar suas redes, com isso chegamos a ver pescadores com mais de 80 tucunarés dentro da canoa utilizando apenas um jig como isca (multiplique esse pescador por 20), a consequência disso eu não preciso nem falar.

Hoje, pescamos um dia inteiro e quando fisgamos mais do que 5 tucunares, já nos damos por satisfeitos....

Abração

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Bom pelo que já pude observar, Tucunaré dificilmente ataca uma isca quando esta com "filhotes".

Já vi até tocar um lambari literalmente de perto da onde estavam os filhotes do casal e não atacaram o Lambari ( isca viva).

Mais seria muito interessante de podermos sabe exatamente quando é a epoca de desova do Tucunare conforme a especie e região.

Ouvi dizer que o Tucunare ataca para protejer os filhotes.

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bom vinicios fui criado na beira da represa do jaguari em são jose .

Na minha região no meado do mes de setembro o tucunare vem mais pra beirada geralmente onde tem um afluente para acasalar escolher uma parceira )quando o sol esta bem quente em torno das 12hrs da ver grandes cardumes nesta epoca estão bem ativos principalmente na isca viva.

Em outubro ate meados de novembro vem a procura do local da disova e disova geralmente em paus e pedras nesta epoca voce so os pesca na covardia pois disovão a meio metro a 1 metro de profundidade.Da margem da pra ver a ova amarela como uma buchinha ( scoth brait ) não precisa nem de isca é só descer e subir o anzol na ova que eles abocanhão geralmelte o macho primeiro que tem o cupim na testa são tão inocentes que a femea vem logo em seguida nem c espanta .

NÃO ACOLSELHO NIMGUEM A PESCAR DESTA FORMA POIS COMO DISSE É COVARDIA.

Passado novembro é só alegria.

O mesmo proceso acontecia de março a abril com os tucunares de cor cinza mais a anos não pesco mais nenhum desaparecerão

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Muito bem relatado DOmingos....tambem concordo com voce...

bom seria se a cota de peixes fosse respeitada...

nao existem pudores, para muitos a natureza eh infinita e que os peixes vao estar sempre la...e que pelos r$ 50,00 de caixinha que os piloteiros recebem por uma boa pescaria, pode-se fazer de tudo...matar qualquer peixe...nao ter cota...pescar em "chuveirinhos"...matar a femea ou o macho e deixar um dos dois para cuidar da ninhada axando que isso garante a reproducao...nossos peixes sao tesouros...se nao houver preservacao, daki a alguns anos teremos que pescar em pesque-pague e contando para nosssos filhos...

- Olha filhao...esse peixe todos colorido com a pinta na cauda, papai pegava de monte no rio...

e isso nao vai demorar mto nao...

abracoss a todos....

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tenho pescado tucunare a mais de 2 decadas.

e o q vejo é o seguinte, tem muita gente pescando e matando. como todo e qlq peixe so desova uma ves por ano.

o q falam q ele desova 2,3,4,5 x por ano é perda de tempo.

essa coisa de falar q o tucunare o ano todo fica acasalado em certas regioes do brasil, isso realmente acontece pois ele é um peixe voraz e fica sempre atraz de uma femea como todo garanhão.

mas é uma unica vez no ano q desova e acompanha seus filhotes. tanto o macho como a femea.

depois no nacimento fica por volta de 2 meses junto com a cria.

acabando esse tempo, ele voltam para o cardume. q em grandes lagos é facil de velos.chegando esse cardume a ter mais de 500´peixes.

volto a falar esse negoci de falar q peixe em rio ou lago grande desova mais de uma x por ano é coisa de ``pescador´´.

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No sudeste o tucunaré tem desovado em massa somente no período de outubro até dezembro, fazendo com que o mês de setembro se torne o melhor para sua captura, pois neste período ele está em grupo, " encardumando" conforme falam os guias de pesca, e somente neste período pode-se encontrá-los em grandes cardumes no Rio Paraná e Paranapanema, no restante do ano ele está aos pares ou em pequenos cardumes de peixes juvenis. No período de março até maio ocorre outra desova mas somente para alguns poucos indivíduos em sua maioria amarelos, não sei porque ocorre mas observo o ocorrido por vários anos.

Quanto a predação desta espécie, o maior fator acredito ser os lambarizeiros, tenho acompanhado a ação de profissionais no lago da UHE Sérgio da Mota, e vejo que a espinha dorsal destes pescadores são: cascudo, abotoado, piauçú, e piapara, não vejo o tucunaré presente nestas redes, a explicação é por ter " marcha ré " , então ele malha na rede somente se acoçado, mas em compensação tenho visto, pescadores " esportivos ", que levam para o lago 200, 300 lambaris, e desimam cardumes, retirando do lago, 70, 80 e até 90 peixes em um só dia em todos os tamanhos.

O fato de ser um peixe considerado alotrópico à nossas águas da bacia do Rio Paraná, não existe lei que o proteja, e os pescadores de isca natural, embarcam peixes de todos os tamanhos e em quantidades não limitadas, enfim um absurdo, pois este peixe hoje movimenta a pesca espotiva nos lagos do sudeste, não existe nestes lagos outras espécies capazes de tomar seu lugar, então se desimar esta espécie somente por não ser natural desta bacia, a pesca esportiva em lagos ( reservatórios das UHE's) simplesmente desaparecerá ficando a mesma direcionada apenas para os pontos aonde o rio ainda tem correnteza.

Abraços

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NA minha opinião o ser humano não penssa  na preservação neim da sua propria especie  aqui na região de barretos   ,onde tem varias represas   ouve uma época que  se pegava muitas  tilapias do nilo no capim  isso feis com que uma multidão de pescadores  viecem pescar sa tilapias se faltar um dia   ( os pescadores de vara  tratava de dia  e outros oportunistas a noite faziaõ arrastões  naqueles locais tratados    ,,,com o tempo forão quase  extintas  as tilapias   ,,e em seu lugar começou as corimbas   e outra veis se repetiu   o mesmo procedimento até quase entrar tambem em extinção  ,agora é a veis dos   piau su  que ja esta uma febre por toda região ...( detalhe  ninguem solta  um exemplar  todos são levados neim que seja para dar para os amigos   ..sendo assim a naturesa não concegui repor   tamanha destrução  tenho vistos  em locais onde aluga-se canoas   pessoas levando corvinas de carriolas   obsevem  que em nenhum momento citei as grandes quantidade de redes  que saõ armadas   em todos os locais que ao meu ver  é a que mais retira  peixes da agua  pois sercão os cardumes evitando que eles migrem para outras regiões e se reprodusem   .é lamentavél  mais se as leis não  der mais atenção aos nossos rios  em breve   peixe será raridade.......

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Em 18/03/2009 at 13:54, Domingos Bomediano disse:

Grande Vinicius,

O problema não decorre somente das redes, decorrendo igualmente da ação danosa de pescadores "esportivos" que matam, principalmente os que soem usar iscas vivas. Basta fazer uma pequena e simplória comparação: Para cada pescador com redes em um represa, há um considerável número de pescadores com iscas artificiais e iscas vivas. Some-se a isso, a fequente presença de pescadores com arpões.

Então, um pescador que usa redes consegue numa ação, matar praticamente o mesmo número de peixes que uma horda de pescadores embarcados e na barranca. O que quero dizer é que, embora os pescadores com rede matem mais de cada vez, eles são em número muito menor que os pescadores que pescam com iscas, de sorte que mesmo que estes soltem a maior parte de seus peixes, ainda assim, de igual nocividade seguem para as espécies buscadas. Sem dizer que com uma maior popularidade da pesca esportiva, maior é o número de pessoas pescando e destes, a maioria, quase que a totalidade, mata, senão todos, pelo menos parte dos capturados.

Creio ainda que no caso dos tucunas, a ação danosa dos redeiros é ainda menor em relação à dos pescadores "esportivos", vez que nosso diabinho amarelo é um tanto mais esperto em relação às redes, mas na mesma proporção é cegamente enganado por uma isca artificial.

É o que se percebe em campo, como por exemplo, pude comprovar na semana passada, pescando em Furnas, na pousada de meu amigo João Paulo. Encontramos algumas redes. Inspecionadas, não continham tucunas. Mas nós, que pescávamos com iscas artificiais, conseguíamos um sem fim de capturas de peixes de pequeno porte. Teve dia de capturarmos, em dois pescadores, cerca de uma centena de pequenos tucunas. Na pousada, o cozinheiro nos disse que durante o dia passou ali em frente um pescador que usa lambaris como isca, com um saco de tucuninhas às costas. Então, neste dia, os pescadores que não usam redes foram muito mais prejudiciais que os redeiros. Se estivéssemos também nós, no insidioso mister de matar, teríamos feito um estrago, enquanto que os redeiros, quase nada.

Agora, imaginemos aquele pescador; aquele que passou com um saco de tucunas às costas, projetando sua ação para a extensão total da represa. Estejamos certos de que ele não foi o único que fez aquilo naquele dia! Assustados restaríamos com o alcance deste poder de destruição.

Apesar de parecer estar na contramão, eis minha opinião, muito pessoal, particularidade esta que não lhe confere característica outra que a de apenas seguir no reservado direito de assim permanecer pensando.

Grande Amigo BOMEDIANO sua interlocução estendo a qualquer espécie e por mais que: "- A agua mole bate em pedra dura  que tanto bate até que fura" não se confirma na conscientização do individuo , não apenas o pescador, caçadores, banhistas, turistas nas areas de APP  mas também nos mais variados aspectos de atividades humanas quando se refere a conservação da vida no planeta TERRA ,incluindo a espécie humana ou o próprio globinho sofrido. - ATENTEM ! Quantos conflitos se contam ao parar alguns segundos para analisar, são proeminentes a desencadear uma guerra pelo interesse egoísta de cada, tenha ele poder social, politico , econômico ou não 

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