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Bruno88

Monstro, ou Montagem ?

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Pessoal, estava dando uma olhada no google image quando uma certa foto me chamou atenção, assim que abri fiquei em parafusos , "ISSO É REALMENTE UMA FOTO VERDADEIRA?" pensei comigo.... analisei, analise e nao cheguei a conclusão nenhuma, o que você acham desse peixinho ?

danado.png

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a foto é verdadeira, esse peixe é um lampriforme seu nome é Regalecus glense, vive em grandes profundidades e chega a 17 metros de comprimento, quando chega assim na praia está morrendo.

são muito raros

abraxxxxxxxx

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Realmente é uma espécie de regiões mais profundas, vejam aquele tipo de antena na cabeça, característico de peixes que habitam estes locais.

Abraços.

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Karakas já pensou um desses engatado na minha linha...........Maravilha !!!

Abçs

Murilo

Haja linha... e tem que ser um mega metal jig...

Abraços.

Akira

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Regalecus glense Peixe-remo

Regalecus_glense_1.jpg2005/04/02 Rafael Silva do Nascimento 23/07/2005 Taxonomia

_ Regalecus glense [Ascanius, 1772]. Citação: Icones rerum naturalium Cayer 2 5 Pl. 11. Localização típica: -

Características gerais

Comprimento do corpo
: até 11 m (6-9 m em média).

Peso
: até 272 kg.

É o mais longo peixe ósseo existente. O corpo comprido e esguio que mede em média 6-9 m de comprimento (até 11 m, mas há quem diga 15 ou 18 m), é comprimido lateralmente, com uma espécie de divisória horizontal, bastante leve, correndo por toda a sua extensão. Exemplares encalhados de fêmeas tem em média 4 m de comprimento. As numerosas vértebras funcionam como alavancas, que impelem a cabeça (equivalente a um fulcro, ou ponto de apoio das alavancas vertebrais) e assim o corpo todo, enquanto nada. A coloração dum esplendor metálico marcado por manchas escuras ao longo do corpo e as nadadeiras dum vivo vermelho ou rosado são as características mais marcantes em sua morfologia. A cabeça é pequena e os olhos são amarelos com a pupila enegrecida. Sua boca é protrátil, isto é, pode se deslocar a fim de alcançar uma possivel presa. Possui uma espécie de topete de coloração vermelha viva (assim como as demais nadadeiras), com pedúnculos eréteis (uns 9 em média) ou dum forma agrupada e voltada para trás. Uma espécie de ''crina'', que na verdade é a nadadeira dorsal, estende-se da base do seu topete até o final da cauda. As nadadeiras peitorais são diminutas e abaixo destas existe a nadadeira pélvica, comprida e com a ponta achatada, podendo ser a origem do nome ''peixe-remo''. Assim como no dorso, mas mais baixas que este, existe uma espécie de crina correndo pelo ventre até a base da cauda. A ponta da cauda é achatada e mais fina que o restante do corpo, sem nadadeiras.

Chaves de classificação física
:
simetria bilateral; hidrodinâmico.

Dimorfismo sexual:
não apresentável.

Ontogenia e Reprodução A maioria dos exemplares de peixe-remo encontrados mortos em praias são do sexo feminino. A razão é desconhecida, mas existe a hipótese de estas virem a superfície para colorarem seus ovos. A reprodução ocorre entre julho e dezembro, sendo recordados os locais na costa dos Estados Unidos da América (Golfo da Flórida) e no México. Os filhotes são encontrados junto a supercífie. Quando larvas, são diminutos e transparentes. Os olhos são grandes e negros. Já os exemplares juvenis mais velhos, com 15 cm em média, têm o corpo alongado (metálico em coloração) e nadadeiras transparentes.

Chaves de características reprodutivas: sexual; dióico.

Ecologia e Comportamento Raramente é visto na superfície no estágio adulto. Só sobe a tal nível de profundidade quando está doente ou morrendo, sendo também raramente visto vivo. Vive em grandes profundidades, entre 20 e 1.000 m, sendo por isso que alguns espécimes encontrados estão mutilados, por causa do mau ajustamento à pressão menor da superfície. É um peixe compreensivelmente veloz, pois a velocidade dos peixes é de certo modo proporcional ao comprimento do corpo. A boca protrátil, bem como a agilidade e a velocidade, parecem indicar hábitos predatórios. Alimenta-se principalmente de peixes, crustáceos (eufasiídeos) e cefalópodes (lulas). Encontrar um tubarão é quase sempre morte certa para o peixe-remo; mas já os golfinhos não o molestam. Seus movimentos são serpentinos, mas só horizontais. Acredita-se que possa sobreviver com apenas metade de seu corpo intacto.

Estrutura social: Solitário.

Dieta: Peixes, crustáceos e cefalópodes.

Predadores principais: Tubarões. Chaves de características comportamentais: móvel; natatorial.

Chaves de características alimentares: carnívoro; heterótrofo.

Habitat

Habita águas temperadas, subtropicais e tropicais, entre 20 e 1.000 m de profundidade.

Bioma aquático:
pelágico.

Distribuição Geográfica

Ocorre nos mares subtropicais e temperados de todo o mundo, sendo encontrado na Albânia, Angola, Austrália, Benin, Bermudas, Camarões, Cabo Verde, Chile, Colômbia, Congo, Costa Rica, Costa do Marfim, Denmark, Equador, El Salvador, Espanha, Estados Unidos da América, Guiné Equatorial, França, Gabão, Gâmbia, Ghana, Grécia, Guatemala, Guiné, Guiné Bissau, Havaí, Honduras, Iceland, Itália, Libéria, Malta, Mauritânia, México, Marrocos, Namíbia, Nova Zelândia, Nicarágua, Nigéria, Noruega, Panamá, Peru, Portugal, Reino Unido, República Democrática do Congo (ex-Zaire), Saara Ocidental, Senegal, Serra Leoa, Somália, Suécia, Togo e Turquia.

Região Biogeográfica:
oceânico (nativo): oceano Atlântico (nativo); oceano Pacífico (nativo); oceano Índico (nativo).

Distribuição Histórica

O peixe-remo é uma espécie holocênica de regalecídeo proveniente de lampridiformes terciários basais.

Era geológica
:
Cenozóico; Quaternário; Holoceno (dias atuais).

Estado de Conservação Não listado pelo IUCN.

Exemplares vivos: -

Subespécies

Não há definições de subespécies disponíveis neste banco de dados.

Observações e Etimologia

Muita gente, em outros tempos, descrevia o peixe-remo como serpente-marinha (donde pode ter surgida as lendas sobre monstros marinhos), que se movia em ondulações verticais (na verdade, os movimentos são serpentinos, mas só horizontais). Sempre há uma crendice em torno de sua misteriosa família. Qualquer traquipterídeo ferido, para os nativos do noroeste do Pacífico, é sinal de que os demais peixes foram desviados para longe. Assim é mais conhecido por lendas do que por dados científicos. Pescadores europeus acham que ele lidera os cardumes de arenques e, por isso, o chamam de ''rei-dos-arenques''. E na Nova Zelândia os mahoris faziam suas canoas imitando a forma do bicho. Apesar de muitas espécies de peixe-remo terem sido descritas, acredita-se que exista apenas uma,
Regalecus glense
. Também é conhecido por regaleco. Peixe-remo devido às suas nadadeiras pélvicas semelhantes à remos.
Nomes vulgares
:
peixe-remo (português); regaleco (português, Cabo Verde); rei-dos-arenques (português, Cabo Verde); relangueiro (português, lusitano, Cabo Verde); peixe-real (português, Cabo Verde); peixe-rei (português, lusitano); pai-da-sarda (português, Cabo Verde); oarfish (inglês, britânico); giant-oarfish (inglês, britânico); king-of-herrings (inglês, australiano, Ilhas Azores); ribbonfish (inglês, britânico); ribbon-fish (nativo Ilhas Azores);
(polonês); vasilias-regon (grego); sneesvis (sul-africano); sillkungen (sueco); sillkung (Suécia); sildekonge (norueguês); sildasterril (Ilhas Faeroe); síldakóngur (Iceland); sildakongur (Ilhas Faeroe); serit-baligi (turco); roi-des-harengs (francês); riemenfisch (alemão); rey-de-los-arenques (espanhol,.mexicano); regalengo (Cabo Verde); re-di-aringhe (italiano); pez-remo (espanhol); herings
haringkoning (terras-baixas); fjamma-tal-fond (Malta); brandfisch (alemão); airokala (finlandês).
Protônimo:
Regalecus glense
(Ascanius, 1772).

Sinônimos:
Cephalepis octomaculatus
(Rafinesque, 1820);
Cepola gladius
(Walbaum, 1792);
Gymnetrus hawkenii
(Bloch, 1795);
Gymnetrus ascanii
(Shaw, 1803);
Gymnetrus grillii
(Lindroth, 1798);
Gymnetrus longiradiatus
(Risso, 1820);
Gymnetrus banksii
(Valenciennes, 1835);
Gymnetrus capensis
(Valenciennes, 1835);
Gymnetrus gladius
(Valenciennes, 1835);
Gymnetrus telum
(Valenciennes, 1835);
Regalecus remipes
(Br
nnich, 1788);
Regalecus banksii
(Valenciennes, 1835);
Regalecus jonesii
(Newman, 1860);
Regalecus pacificus
(Haast, 1878);
Regalecus masterii
(De Vis, 1891);
Regalecus caudatus
(Zugmayer, 1914).

Referências FishBase, Species Summary - King of Herrings (Regalecus glense). Avaliado on-line em: http://fishbase.sinica.edu.tw/

Os Bichos, ©1972-1973 Casa Editrice A. M. Z. e Produzioni Editoriali D´Ami. Volume 3. Págs: 582-583.

Zoo Tycoon Center Forums - JackHannahJr. Zoology Encyclopedia. Avaliado on-line em: http://ztcenter.co.nr

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Que loucura... parece um monstro marinho... Se eu pego um bicho desses, acho que corto a linha rsrsrssr

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Muito bonito o Espada!!

Foi pego em São Vicente???

Hehehehehe...

Abraço.

Realmente um lindo espada kkkkkkkkkkkkkkk

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Se engata um desses se vai linha, vara, carretilha e o braço heheeeeeeeeeeee :chuvaa::chuvaa::chuvaa:

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Complicado vai ser encontrar uma assadeira que sirva, debaixo da pia...

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feínho, heim?!

MAS SERVE DE ISCA HEHEHE

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Cap. Tuba... Me diga uma coisa.... O que você nao sabe quando se fala em pesca?? :wacko::assobiando::bs-aplauder:

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esse ai nao tem nem como pesca , imagina se voce pega um de 10 metros ? i ai? muito interessante!

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Para quem quizer pescar tubaram, é só pegar um desse antes e usaar como isca....heheheh

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Elder, isso aí é um tigerfish... especie bem esportiva, encontrada no lago Malawi na africa... alcança 2 metros e 50 kg...

O comportamento dele é tão agressivo quanto o da piranha!

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