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Usinas Hidroelétricas brasileiras, a dura realidade

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Embora possa não parecer, este é um tema importante á ser abordado, pois, por nossos interesses de pescadores,sabemos que as usinas hidroelétricas, interferem na migração e reprodução de diversas espécies de peixes e mais do que isto, que como brasileiros, possa nos interessar:

É possível que grande parte da sociedade brasileira esteja desinteressada no assunto, pois, não faltando luz em suas casas para todas as necessidades do dia a dia, para quê se preocupar?

Certamente, muitos, alem de nós, até acham que se preocupar com os possíveis prejuízos ambientais que as hidroelétricas produzem e causam é coisa para ambientalistas e ecologistas.

Aliás, sempre que eles se manifestam contrários, são prontamente desqualificados em suas posições e desta forma a própria sociedade é manipulada por nossas autoridades.

Mais o assunto é sério minha gente, partindo do princípio que nenhum de nós é especialista na área, sugiro aos interessados ou melhor aos curiosos que acessem o site Eco-Debate, para conhecer outra realidade que nos é sonegada.

Para incentivá-los, vou reproduzir parte do que eu li, cujo crédito com certeza são aos autores do assunto:

a)-Os últimos acontecimentos explicitam que o governo do Brasil trata hoje Belo Monte de forma obsessiva, irracional, movido unicamente pela necessidade de atender a interesses políticos e econômicos.

Mas, no final das contas, quem vai pagar por essa obsessão?

Pelo menos sabemos de antemão que não são os políticos de Brasília, e nem as grandes indústrias e mineradoras nacionais e transnacionais.

b) A sociedade civil organizada, as diversas instituições acadêmicas e científicas, o empresariado e, sobretudo, o povo brasileiro, têm direito a informações verdadeiras, completas e sem distorções sobre a hidroeletricidade. Os dados reais são sonegados á opinião pública, ou “adaptados” aos interesses político-partidários do momento, e às conveniências de multinacionais, empenhadas na geração de energia barata para produtos de baixo valor agregado, como a siderurgia, destinados á exportação, que garantem vultosas remessas de lucros e a cobrança de royalties.

c) A política energética do Brasil não está baseada nos interesses reais e maiores de um desenvolvimento sustentável, a curto, médio e longo prazo. O foco são os interesses político partidários do governo em exercício, a serviço de interesses multinacionais. Os investimentos no setor energético do PAC foram definidos, também, para garantir a arrecadação junto às empreses barrageiras de verbas para a campanha eleitoral de 2010.

d)Financiado pelo BNDES, com o dinheiro público do FAT, sem apoio em critérios técnicos e científicos e, neste momento, agregando todas as ilegalidades do licenciamento “destravado” pelo atual Ministério do Meio Ambiente, empresas multinacionais estão se apoderando do controle da geração de energia. Um dos grupos internacionais já detém 30% do controle energético das regiões sul e sudeste! Em plena crise financeira, nossos atuais colonizadores estão se preparando para o futuro, enquanto o Brasil permanece na contramão do desenvolvimento sustentável, comprometendo os seus recursos hídricos e o meio ambiente de forma irreversível, além de aumentar os problemas sociais, com o desalojamento de populações inteiras.

Apenas em Rondônia, para dar lugar às usinas do Rio Madeira, serão mais de 5000 famílias jogadas nas estradas e na capital, engrossando as fileiras da miséria, somadas ao milhão de brasileiros atingidos pelas barragens, dos quais nem um terço foi indenizado!

Ribeirinhos, pescadores, povos da floresta, índios, patrimônios naturais, como as quedas d’água, grutas, cavernas etc, são considerados pela indústria barrageira como “interferências” ou “entraves” às obras a serem afastados, da maneira mais econômica e rápida.

e)As desculpas para se manter nossa matriz energética não passa de um mito, em outras palavras, manipulação, pois nenhum corresponde á verdade, quando afirmam: é uma energia limpa, renovável e mais barata para o consumidor doméstico, além dos riscos de novo “apagão”.

A verdade:

1) Não é limpa porque emite metano, gás que tem uma contribuição 20 vezes maior que o CO2 para o aquecimento global;

2)Não é renovável porque os reservatórios têm vida útil prevista para 100 anos, em razão do assoreamento, que podem ser reduzidos, dependendo do aporte de sedimentos.

3) Não é barata para o consumidor doméstico, dependendo das distâncias e dos custos das linhas de transmissão.

4)Quanto á possibilidade de outro “apagão” é mais uma distorção dos fatos reais. A “crise” de 2001 foi o resultado da falta de planejamento em infra-estrutura para geração e transmissão de eletricidade , pois, não havia interligação entre os sistemas do uso doméstico e industrial ineficientes, do desperdício e do subsídio governamental para produtos de exportação que necessitam elevado consumo de energia como o alumínio.

Tucuruí, cujos custos socioambientais são incalculáveis, na qual todos os anos na época das cheias, quando as comportas têm que ser abertas, há uma perda de potencial equivalente a 8.300 MW, porque faltam turbinas, foi feita para fundir alumínio e beneficiar minérios. Isso com o dinheiro dos brasileiros que têm acesso à energia elétrica, e arcam com os custos dos contratos leoninos da Eletronorte que beneficiam as indústrias consumidoras de energia.

Para encerrar, ou a sociedade civil, o povo, assumem agora, ainda este ano, o seu papel como titulares de todos os recursos ambientais e o “poder” público, inserido na CF/88, e se reúne para rediscutir e definir a matriz energética brasileira, sem as “mentiras institucionalizadas” do MME e seus órgãos – Eletrobrás, ANEEL e EPE (a expressão é do Prof. Oswaldo Sevá) ou perderemos o bonde do desenvolvimento sustentável e, em poucas décadas, o Brasil passará de economia “emergente” para “imergente”, retornando à clássica posição de colônia, desta vez das multinacionais. Esse é o Brasil que estamos construindo e legando para as futuras gerações?

Colaboração de Sulema Mendes de Budin, advogada e consultora em meio ambiente, para o EcoDebate, 23/11/2009

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Se eu nao me engano o pantanal ja era, foi prevista construçao de mais de 62 hidreletricas.

quem nao pescou la ainda, como eu, e uma boa desculpa pra ir logo, pois daqui um tempo n havera mais como pescar la.

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Guest Normando

Interessante o artigo, só uma coisa me deixou em dúvida! O autor do artigo, se limita a falar das mazelas do modelo energético brasileiro, mas não fala em alternativas. Qual seria a alternativa não impactante? Energia nuclear, termoelétricas, eólica?? Ou estaríamos condenados a viver a luz de lamparinas(ops..usa petróleo) ou archotes?

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Acho que a área de energia esta sendo muito mal tocada no Brasil.

Segundo o Washington Novaes, só com algumas mudanças no sistema atual já seria suficiente para cobrir a demanda futura.

Outro ponto é que o governo não previu a construção de linhas de transmissão a tempo de atender o cronograma da geração eólica.

Fora o reajuste da tarifa do Paraguai, totalmente discutível e sem nenhuma contrapartida por parte dos nossos vizinhos.

Energias Alternativas

generico-washingtonnovaes.jpg

Washington Novaes, jornalista, é supervisor geral do Repórter Eco.

Um estudo que vários especialistas em mudanças climáticas estão fazendo para a ONG WWF alerta que, nos cenários mais drásticos, alterações no clima da região amazônica poderão levar a uma redução de até 80 por cento na vazão do rio Xingu. E isso colocaria em risco a viabilidade do projeto da usina hidrelétrica de Belo Monte, orçado em mais de 20 bilhões de reais.

Muitos argumentos já se levantaram questionando o projeto de Belo Monte: os custos altíssimos e ainda indefinidos; a necessidade de cavar um canal maior que o do Panamá para assegurar uma vazão mínima - sem ter onde por os sedimentos extraídos; os prejuizos para comunidades indígenas e ribeirinhas; os custos ambientais da produção do alumínio, o maior consumidor dessa energia de Belo Monte; e vários outros. Mas a área de energia do governo federal não abre mão da iniciativa.

Também se tem argumentado com estudos que mostram a possibilidade de o Brasil consumir muito menos energia do que hoje. E de poder recorrer a outros formatos de geração de energia, não poluidores e muito mais vantajosos - como a eólica, a solar, a das marés, a das biomassas. No mundo, os investimentos em energia limpa cresceram 30 por cento em 2010 e chegaram a 243 bilhões de dólares, principalmente em energia eólica e solar. Na Espanha, a eólica já é a forma de energia mais usada. A Convenção do Clima diz que ela pode ser mais barata inclusive que a energia nuclear. As biomassas poderão suprir até 30 por cento do consumo de energia no mundo, diz um estudo do Instituto Internacional para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento.

Temos avançado um pouco na energia eólica no Brasil. Mas ainda é muito pouco. E, com a crise no abastecimento e nos preços do álcool, estamos abrindo brechas inclusive no setor em que era maior a nossa vantagem. É preciso reverter esse quadro.

com o estudo de Unicamp e WWF, tantas vezes já mencionado neste espaço, que afirma não precisar o Brasil de ampliação de sua oferta de energia; poderia ganhar o equivalente a 30% de seu consumo atual com programas de conservação e eficiência energética (como ocorreu no apagão de 2001); ganhar mais 10% com a redução de perdas nas linhas de transmissão (o Brasil perde mais de 15% nesse caminho, ante 1% no Japão); e ainda outros 10% com a repotenciação de geradores muitos antigos - tudo a custos muitas vezes menores que os da nova geração. Mas não só os governantes deixam a lei no papel como o atual ministro de Minas e Energia atribui "intenções demoníacas" a quem recorde esse e outros questionamentos de alto nível na área científica e universitária. E ainda tem a desfaçatez de dizer que só estão sendo licenciadas numerosas usinas termoelétricas, altamente poluidoras, porque o licenciamento ambiental impede a implantação de hidrelétricas (no momento em que não há ameaça de falta de energia e os reservatórios transbordam).

Energia Eólica: RN cobra linha

Da Agência Ambiente Energia – A governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, pediu ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, na semana passada, a antecipação da conclusão da linha para escoamento da geração de energia eólica do estado, chamado de “linhão”. Isto porque, de acordo com o cronograma atual, os empresários que investiram nos parques eólicos devem começar o fornecimento de energia a partir de janeiro de 2013, mas o Ministério de Minas e Energia prevê somente para setembro de 2013 a conclusão da linha de transmissão.

Sem o “linhão”, os empresários ficam impossibilitados de cumprir os contratos firmados, segundo a governadora. O grupo de empresários, que inclui brasileiros, dinamarqueses, espanhóis e argentinos, é responsável por investimentos da ordem de R$ 8,12 bilhões, considerado o maior programa de investimento privado da história do Rio Grande do Norte.

O ministro Edison Lobão prometeu atenção especial ao problema e sugeriu uma nova reunião com representantes do governo potiguar, empresários, técnicos do ministério e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para buscar uma solução.

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Guest Normando

""Acho que a área de energia esta sendo muito mal tocada no Brasil.

Segundo o Washington Novaes, só com algumas mudanças no sistema atual já seria suficiente para cobrir a demanda futura.

Outro ponto é que o governo não previu a construção de linhas de transmissão a tempo de atender o cronograma da geração eólica.

Fora o reajuste da tarifa do Paraguai, totalmente discutível e sem nenhuma contrapartida por parte dos nossos vizinhos."".............

Tá vendo que para um mesmo assunto o enfoque é totalmente diverso?

Na primeira postagem critica-se o modelo e só falta sugerir a dinamitação das barragens existentes. Na segunda postagem o autor não radicaliza a questão do modelo mas aponta investimentos capazes de aumentar a oferta a partir de investimentos setoriais.

ótima pesquisa!

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""Acho que a área de energia esta sendo muito mal tocada no Brasil.

Segundo o Washington Novaes, só com algumas mudanças no sistema atual já seria suficiente para cobrir a demanda futura.

Outro ponto é que o governo não previu a construção de linhas de transmissão a tempo de atender o cronograma da geração eólica.

Fora o reajuste da tarifa do Paraguai, totalmente discutível e sem nenhuma contrapartida por parte dos nossos vizinhos."".............

Tá vendo que para um mesmo assunto o enfoque é totalmente diverso?

Na primeira postagem critica-se o modelo e só falta sugerir a dinamitação das barragens existentes. Na segunda postagem o autor não radicaliza a questão do modelo mas aponta investimentos capazes de aumentar a oferta a partir de investimentos setoriais.

ótima pesquisa!

Esses megas projetos hidrelétricos, só interessa às grandes empreiteiras, e ao consórcio contemplado, que depois da usina pronta, usará esta energia para suas empresas a preços de banana, assim como a Vale do Rio do Docê naquele absurdo chamado Belo Monte!

O passivo ambiental que essas represas causam é irrecuperável! E o que revolta é que estas obras são financiadas com o dinheiro público através do BNDS! :4:

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Embora possa não parecer, este é um tema importante á ser abordado, pois, por nossos interesses de pescadores,sabemos que as usinas hidroelétricas, interferem na migração e reprodução de diversas espécies de peixes e mais do que isto, que como brasileiros, possa nos interessar:

É possível que grande parte da sociedade brasileira esteja desinteressada no assunto, pois, não faltando luz em suas casas para todas as necessidades do dia a dia, para quê se preocupar?

Certamente, muitos, alem de nós, até acham que se preocupar com os possíveis prejuízos ambientais que as hidroelétricas produzem e causam é coisa para ambientalistas e ecologistas.

Aliás, sempre que eles se manifestam contrários, são prontamente desqualificados em suas posições e desta forma a própria sociedade é manipulada por nossas autoridades.

Mais o assunto é sério minha gente, partindo do princípio que nenhum de nós é especialista na área, sugiro aos interessados ou melhor aos curiosos que acessem o site Eco-Debate, para conhecer outra realidade que nos é sonegada.

Para incentivá-los, vou reproduzir parte do que eu li, cujo crédito com certeza são aos autores do assunto:

a)-Os últimos acontecimentos explicitam que o governo do Brasil trata hoje Belo Monte de forma obsessiva, irracional, movido unicamente pela necessidade de atender a interesses políticos e econômicos.

Mas, no final das contas, quem vai pagar por essa obsessão?

Pelo menos sabemos de antemão que não são os políticos de Brasília, e nem as grandes indústrias e mineradoras nacionais e transnacionais.

b) A sociedade civil organizada, as diversas instituições acadêmicas e científicas, o empresariado e, sobretudo, o povo brasileiro, têm direito a informações verdadeiras, completas e sem distorções sobre a hidroeletricidade. Os dados reais são sonegados á opinião pública, ou “adaptados” aos interesses político-partidários do momento, e às conveniências de multinacionais, empenhadas na geração de energia barata para produtos de baixo valor agregado, como a siderurgia, destinados á exportação, que garantem vultosas remessas de lucros e a cobrança de royalties.

c) A política energética do Brasil não está baseada nos interesses reais e maiores de um desenvolvimento sustentável, a curto, médio e longo prazo. O foco são os interesses político partidários do governo em exercício, a serviço de interesses multinacionais. Os investimentos no setor energético do PAC foram definidos, também, para garantir a arrecadação junto às empreses barrageiras de verbas para a campanha eleitoral de 2010.

d)Financiado pelo BNDES, com o dinheiro público do FAT, sem apoio em critérios técnicos e científicos e, neste momento, agregando todas as ilegalidades do licenciamento “destravado” pelo atual Ministério do Meio Ambiente, empresas multinacionais estão se apoderando do controle da geração de energia. Um dos grupos internacionais já detém 30% do controle energético das regiões sul e sudeste! Em plena crise financeira, nossos atuais colonizadores estão se preparando para o futuro, enquanto o Brasil permanece na contramão do desenvolvimento sustentável, comprometendo os seus recursos hídricos e o meio ambiente de forma irreversível, além de aumentar os problemas sociais, com o desalojamento de populações inteiras.

Apenas em Rondônia, para dar lugar às usinas do Rio Madeira, serão mais de 5000 famílias jogadas nas estradas e na capital, engrossando as fileiras da miséria, somadas ao milhão de brasileiros atingidos pelas barragens, dos quais nem um terço foi indenizado!

Ribeirinhos, pescadores, povos da floresta, índios, patrimônios naturais, como as quedas d’água, grutas, cavernas etc, são considerados pela indústria barrageira como “interferências” ou “entraves” às obras a serem afastados, da maneira mais econômica e rápida.

e)As desculpas para se manter nossa matriz energética não passa de um mito, em outras palavras, manipulação, pois nenhum corresponde á verdade, quando afirmam: é uma energia limpa, renovável e mais barata para o consumidor doméstico, além dos riscos de novo “apagão”.

A verdade:

1) Não é limpa porque emite metano, gás que tem uma contribuição 20 vezes maior que o CO2 para o aquecimento global;

2)Não é renovável porque os reservatórios têm vida útil prevista para 100 anos, em razão do assoreamento, que podem ser reduzidos, dependendo do aporte de sedimentos.

3) Não é barata para o consumidor doméstico, dependendo das distâncias e dos custos das linhas de transmissão.

4)Quanto á possibilidade de outro “apagão” é mais uma distorção dos fatos reais. A “crise” de 2001 foi o resultado da falta de planejamento em infra-estrutura para geração e transmissão de eletricidade , pois, não havia interligação entre os sistemas do uso doméstico e industrial ineficientes, do desperdício e do subsídio governamental para produtos de exportação que necessitam elevado consumo de energia como o alumínio.

Tucuruí, cujos custos socioambientais são incalculáveis, na qual todos os anos na época das cheias, quando as comportas têm que ser abertas, há uma perda de potencial equivalente a 8.300 MW, porque faltam turbinas, foi feita para fundir alumínio e beneficiar minérios. Isso com o dinheiro dos brasileiros que têm acesso à energia elétrica, e arcam com os custos dos contratos leoninos da Eletronorte que beneficiam as indústrias consumidoras de energia.

Para encerrar, ou a sociedade civil, o povo, assumem agora, ainda este ano, o seu papel como titulares de todos os recursos ambientais e o “poder” público, inserido na CF/88, e se reúne para rediscutir e definir a matriz energética brasileira, sem as “mentiras institucionalizadas” do MME e seus órgãos – Eletrobrás, ANEEL e EPE (a expressão é do Prof. Oswaldo Sevá) ou perderemos o bonde do desenvolvimento sustentável e, em poucas décadas, o Brasil passará de economia “emergente” para “imergente”, retornando à clássica posição de colônia, desta vez das multinacionais. Esse é o Brasil que estamos construindo e legando para as futuras gerações?

Colaboração de Sulema Mendes de Budin, advogada e consultora em meio ambiente, para o EcoDebate, 23/11/2009

Concordo plenamente Marcão! :bs-aplauder:

Esta é a mais pura realidade dos fatos!

Vão acabar com a bacia Amazônica, assim como fizeram na região sudeste, tendo em vista que já existem mais de 30 projetos

na região! :2guns:

Os políticos desse país, de braços dados com o capital privado,eo agronegócio, não vão se contentar até conseguir o ultimo centavo de dolar, com este "desenvolmentismo irracional" em detrimento de um desenvolvimento sustentável!

Vide:

trem bala, hidroelétricas, novo código florestal, Pac... :4:

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Sempre me perguntei porque o governo nunca, digo NUNCA, incentivou a produção de energia elétrica solar? Porque os painéis solares para telhados nunca são sequer citados, quanto mais beneficiados por qualquer política? Será porque não atende a certos interesses? assobiando.gif

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Guest Normando

Sempre me perguntei porque o governo nunca, digo NUNCA, incentivou a produção de energia elétrica solar? Porque os painéis solares para telhados nunca são sequer citados, quanto mais beneficiados por qualquer política? Será porque não atende a certos interesses? assobiando.gif

Algumas concessionárias já desenvolvem alguns programas. Este é o da CEMIG

http://www.cemig.com.br/Sustentabilidade/Programas/EficienciaEnergetica/Paginas/AquecimentoSolar.aspx

Alguns governos estaduais também. Aqui na Bahia

http://www.ima.ba.gov.br/index.php/noticias/751-licenca-historica-publicada-licenca-de-operacao-do-primeiro-complexo-eolico-da-bahia

Aqui Pernambuco

http://www.celpe.com.br/O%20SETOR%20ELETRICO/ENERGIA%20ALTERNATIVA/SOLAR/37728%3B45983%3B100102%3B0%3B0.asp?c=101&id=&o=

Em sâo Paulo já existe até lei

http://www.usp.br/nutau/CD/159.pdf

Acho que um dos entraves para uma maior popularização deste sistema, principalmente energia elétrica para funcionamento de equipamentos, é o custo.

Certa vez fizemos um orçamento para iluminação de uma casa no meio rural além de pequenos eletrodomésticos, como geladeira, TV, Rádio. O custo ficou inviável.

na década de 80 trabalhamos com um programa de biodigestores, "modelo indiano". Coisa simples de se fazer, mão de obra de pedreiro e ajudante. Neste modelo funcionava chuveiro, fogão, ferro de passar roupa, 08 luminárias, é o que me lembro. A matéria prima, 01 carrinho de mão de esterco fresco de vaca por dia. No inicio teve enorme sucesso, a medida que a energia elétrica avançou para o meio rural, foi desaparecendo.

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Algumas concessionárias já desenvolvem alguns programas. Este é o da CEMIG

http://www.cemig.com.br/Sustentabilidade/Programas/EficienciaEnergetica/Paginas/AquecimentoSolar.aspx

Alguns governos estaduais também. Aqui na Bahia

http://www.ima.ba.gov.br/index.php/noticias/751-licenca-historica-publicada-licenca-de-operacao-do-primeiro-complexo-eolico-da-bahia

Aqui Pernambuco

http://www.celpe.com.br/O%20SETOR%20ELETRICO/ENERGIA%20ALTERNATIVA/SOLAR/37728%3B45983%3B100102%3B0%3B0.asp?c=101&id=&o=

Em sâo Paulo já existe até lei

http://www.usp.br/nutau/CD/159.pdf

Acho que um dos entraves para uma maior popularização deste sistema, principalmente energia elétrica para funcionamento de equipamentos, é o custo.

Certa vez fizemos um orçamento para iluminação de uma casa no meio rural além de pequenos eletrodomésticos, como geladeira, TV, Rádio. O custo ficou inviável.

na década de 80 trabalhamos com um programa de biodigestores, "modelo indiano". Coisa simples de se fazer, mão de obra de pedreiro e ajudante. Neste modelo funcionava chuveiro, fogão, ferro de passar roupa, 08 luminárias, é o que me lembro. A matéria prima, 01 carrinho de mão de esterco fresco de vaca por dia. No inicio teve enorme sucesso, a medida que a energia elétrica avançou para o meio rural, foi desaparecendo.

Com certêza é viável,e extremanete sustentável, mas o monopólio existente não permite! :assobiando:

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nossa!mas por que o caminho que nossos governantes vêem é apenas o hidrelétrico?por que se discutem as tantas alternativas mas apenas se discutem?- é verdade que o que sei fica restrito ao que são divulgado por ambas as partes,mas olhando essa imensidão de riquezas naturais não sabiamente aproveitada,como seria esse país sem essa riqueza?vamos olhar para os vizinhos ou outras potências européias sem igual riqueza e são o que são.a questão é a construção ou aproveitar melhor os recursos oferecidos geograficamente?atentem que nada progride enquanto administrado pelo governo,haja vista as empresas que mudaram de mãos e hoje são rentáveis(subentenda o leque de valores).não seria a politicagem questionável?são muitos brigando para fatiarem o bolo,poucos estão preocupados em desenvolvimento social e ambiental.no brasil aquilo que legislam como proibido passam a ser permitido a partir do momento que você pague.EX:desmatamento,criar pássaros,pescar,criar, explorar o solo em mineração e abater animais silvestres sob alegação de consumo,como se esses deixassem de serem animais silvestres.

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Sempre me perguntei porque o governo nunca, digo NUNCA, incentivou a produção de energia elétrica solar? Porque os painéis solares para telhados nunca são sequer citados, quanto mais beneficiados por qualquer política? Será porque não atende a certos interesses? assobiando.gif

"parece" que é isso... :censored:

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Sempre me perguntei porque o governo nunca, digo NUNCA, incentivou a produção de energia elétrica solar? Porque os painéis solares para telhados nunca são sequer citados, quanto mais beneficiados por qualquer política? Será porque não atende a certos interesses? assobiando.gif

:assobiando: :assobiando: :assobiando: :assobiando: :assobiando:

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