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Lucas de Lábio

Piracema e dentuças

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buenas amigos dentuceiros

aew galera...uma duvida q eu tenho

agora q a pesca vai fechar...como sera q fica a pesca das dentuças nas lagoas e açudes?

cara..n vo conseguir ficar 3 meses sem ir atrás das bixas..aekoekaoekae...

alguem ai sabe c fica proibido a pesca delas tbm?

abraços ai pra todo mundo! :by:

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Se não me falha a memória fica restrito a pescaria de peixes nativos da região, e para não nativos cota de 10KG por pescador, (isso para quem não pratica a pesca esportiva) Mas creio que nos site do IBAMA http://www.ibama.gov.br/ você deve encontrar algo (recursos pesqueiros) e deve se levar em consideração que a tabela muda de acordo com a região.

Att

Rodrigo Gonçalves

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Se não me falha a memória fica restrito a pescaria de peixes nativos da região, e para não nativos cota de 10KG por pescador, (isso para quem não pratica a pesca esportiva) Mas creio que nos site do IBAMA http://www.ibama.gov.br/ você deve encontrar algo (recursos pesqueiros) e deve se levar em consideração que a tabela muda de acordo com a região.

Att

Rodrigo Gonçalves

vlw aew rodrigão...mais ja tinha procurado ai e n achei nda cara

a n ser q eu esteja procurando no lugar errado..hehehe

vlw ai pela dica

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Procurando sobre o assunto encontrei esse site aqui do Museu de Zoologia da Universidade Federal de Viçosa:

http://www.museudezoologia.ufv.br/bichodavez/edicao15.htm

Tem um paragrafo que diz o seguinte:

'Reprodução

Hoplias malabaricus não realiza piracema. Sua atividade reprodutiva é acentuada nos meses de setembro e outubro, apesar de desovar várias vezes ao longo do ano (considerada uma adaptação de peixes neotropicais que reduz a competição pelo local de desova e alimento para as larvas). Esta traíra é uma espécie territorial, e as fêmeas constroem ninhos em águas com vegetação submersa, depositando seus ovos em pequenas depressões com cerca de 20 cm de profundidade. Após fertilizá-los, o macho cuida dos ovos por alguns dias até que as larvas eclodam e evadam para a vegetação submersa.

A fecundidade média de uma população estudada de Hoplias malabaricus foi estimada em 7.875 ovócitos vitelinados (maduros e em maturação) a serem postos durante o período reprodutivo.'

Abraços

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Procurando sobre o assunto encontrei esse site aqui do Museu de Zoologia da Universidade Federal de Viçosa:

http://www.museudezoologia.ufv.br/bichodavez/edicao15.htm

Tem um paragrafo que diz o seguinte:

'Reprodução

Hoplias malabaricus não realiza piracema. Sua atividade reprodutiva é acentuada nos meses de setembro e outubro, apesar de desovar várias vezes ao longo do ano (considerada uma adaptação de peixes neotropicais que reduz a competição pelo local de desova e alimento para as larvas). Esta traíra é uma espécie territorial, e as fêmeas constroem ninhos em águas com vegetação submersa, depositando seus ovos em pequenas depressões com cerca de 20 cm de profundidade. Após fertilizá-los, o macho cuida dos ovos por alguns dias até que as larvas eclodam e evadam para a vegetação submersa.

A fecundidade média de uma população estudada de Hoplias malabaricus foi estimada em 7.875 ovócitos vitelinados (maduros e em maturação) a serem postos durante o período reprodutivo.'

Abraços

humm..massa, eu sempre achei q n avia piracema tbm pra traira...

mais d uns tempos pra ca fiquei meio pensativo nesse assunto...

to achando q vo ter q ligar pro IBAMA aqui da minha região pra perguntar

vlw ai rodrigao

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fabio hard    44

Bom a Piranha que considero uma praga...se não me engano tem defeso...na época de piracema???

Espero que das trairas não...ou que pelo menos liberem o pesque e solte!!!

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Procurando sobre o assunto encontrei esse site aqui do Museu de Zoologia da Universidade Federal de Viçosa:

http://www.museudezoologia.ufv.br/bichodavez/edicao15.htm

Tem um paragrafo que diz o seguinte:

'Reprodução

Hoplias malabaricus não realiza piracema. Sua atividade reprodutiva é acentuada nos meses de setembro e outubro, apesar de desovar várias vezes ao longo do ano (considerada uma adaptação de peixes neotropicais que reduz a competição pelo local de desova e alimento para as larvas). Esta traíra é uma espécie territorial, e as fêmeas constroem ninhos em águas com vegetação submersa, depositando seus ovos em pequenas depressões com cerca de 20 cm de profundidade. Após fertilizá-los, o macho cuida dos ovos por alguns dias até que as larvas eclodam e evadam para a vegetação submersa.

A fecundidade média de uma população estudada de Hoplias malabaricus foi estimada em 7.875 ovócitos vitelinados (maduros e em maturação) a serem postos durante o período reprodutivo.'

Abraços

Isso ae Garoto!!

Botei fé na matéria!!

:comemorando: :comemorando: :comemorando: :comemorando: :comemorando: :comemorando:

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Léu Borba    0

Isso ae Garoto!!

Botei fé na matéria!!

:comemorando: :comemorando: :comemorando: :comemorando: :comemorando: :comemorando:

2X parabens :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder:

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Guest Normando   
Guest Normando

Independente se é peixe de piracema ou não, a captura de peixes nativos no periodo de 31/10 até fevereiro sofre restrições, é totalmente proibida ou apenas aceita na modalidade pesque e solte. Isto varia de bacia hidrográfica ou mesmo de estado para estado que possuem legislação própria. Geralmente os orgãos ambientais publicam as portarias na última semana de outubro. Estaremos atentos e assim que forem sendo publicadas estaremos disponibilizando as mesmas aqui no Pescaki.

Agora, independente ou não de "leis", o pescador deveria ter em mente que mesmo naquelas espécies que não fazem "piracema", o início da estação chuvosa, aliado ao aumento de temperatura, desencadeia a reprodução em maior escala. Como foi citado neste tópico, no caso das traíras, tucunarés, tilápias e algumas outras espécies existe o chamado cuidado parental ou seja, o casal ou a fêmea ou o macho protegem os ovos e as larvas durante um certo período. Isto visa proteger a futura prole do ataque de predadores, principalmente o lambari que é um voraz predador de larvas e ovos. A simples retirada desta guarda, mesmo que por pouco tempo pode desencadear um ataque de lambaris que destroem toda a ninhada em poucos minutos.

Entendo que o pescador consciente deveria se abster de capturar peixes em ambiente natural pelo menos no período de novembro/janeiro independente se a legislação permite ou não. Vejo muito discurso vazio de cota zero, preservação das espécies, pesca esportiva, mas na prática poucos contribuem. Parece bizarro, mas vejo muita gente propondo cota zero e ao mesmo tempo acha difícil ficar sem pescar durante dois meses no ano. Se nós pescadores não fizermos efetivamente nossa parte, não podemos ficar cobrando resultados nem culpando os outros pela degradação ambiental.

Lembrando finalmente que as restrições impostas para a piracema vale apenas para as condições naturais(rios, lagos, córregos, represas). A pesca nos pesqueiros(pesque e pague), a despesca em criações comerciais é permitido, sendo que no caso do transporte do pescado deve se comprovar a sua origem(nota fiscal).

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Independente se é peixe de piracema ou não, a captura de peixes nativos no periodo de 31/10 até fevereiro sofre restrições, é totalmente proibida ou apenas aceita na modalidade pesque e solte. Isto varia de bacia hidrográfica ou mesmo de estado para estado que possuem legislação própria. Geralmente os orgãos ambientais publicam as portarias na última semana de outubro. Estaremos atentos e assim que forem sendo publicadas estaremos disponibilizando as mesmas aqui no Pescaki.

Agora, independente ou não de "leis", o pescador deveria ter em mente que mesmo naquelas espécies que não fazem "piracema", o início da estação chuvosa, aliado ao aumento de temperatura, desencadeia a reprodução em maior escala. Como foi citado neste tópico, no caso das traíras, tucunarés, tilápias e algumas outras espécies existe o chamado cuidado parental ou seja, o casal ou a fêmea ou o macho protegem os ovos e as larvas durante um certo período. Isto visa proteger a futura prole do ataque de predadores, principalmente o lambari que é um voraz predador de larvas e ovos. A simples retirada desta guarda, mesmo que por pouco tempo pode desencadear um ataque de lambaris que destroem toda a ninhada em poucos minutos.

Entendo que o pescador consciente deveria se abster de capturar peixes em ambiente natural pelo menos no período de novembro/janeiro independente se a legislação permite ou não. Vejo muito discurso vazio de cota zero, preservação das espécies, pesca esportiva, mas na prática poucos contribuem. Parece bizarro, mas vejo muita gente propondo cota zero e ao mesmo tempo acha difícil ficar sem pescar durante dois meses no ano. Se nós pescadores não fizermos efetivamente nossa parte, não podemos ficar cobrando resultados nem culpando os outros pela degradação ambiental.

Lembrando finalmente que as restrições impostas para a piracema vale apenas para as condições naturais(rios, lagos, córregos, represas). A pesca nos pesqueiros(pesque e pague), a despesca em criações comerciais é permitido, sendo que no caso do transporte do pescado deve se comprovar a sua origem(nota fiscal).

eh...falou tudo...vlw normando...

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