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Elmiro Neto

Pantanal - Porto Jofre - Porto Cercado

65 posts neste tópico

Pessoal, relato atrasado, mas antes tarde do que nunca.

Estive no Pantanal na primeira semana de maio. Saímos de Cuiabá com destino ao Porto Jofre, o que significa horas pela Transpantaneira. Já que era inevitável, o jeito era aproveitar a paisagem. Além da vegetação única e típica, a fauna diversificada é sempre presente. Em alguns casos não tive a oportunidade de tirar fotos, mas após pararmos em um Hotel que fica à beira da rodovia, às margens de um rio (esqueci o nome), comecei a fotografar os habitantes que se sentem bem à vontade com nossa presença.

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Almoçamos e seguimos viagem. No caminho, frequentemente tínhamos que diminuir a velocidade (que já era baixa devido às condições precárias da rodovia) para esperar que animais saíssem da pista. Rebanhos de gado, grupos de capivaras, mas quando uma pequena manada de búfalos passou por nós, não perdi a chance de fotografar.

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Depois de longas horas, chegamos ao Porto Jofre. O planejamento era pescarmos no Rio Piquiri e desembarcarmos no Porto Jofre mesmo, mas devido à experiência do primeiro dia, com poucas capturas, resolvemos subir o rio Cuiabá.

No primeiro dia, devido à hora que embarcamos, não tivemos tempo para pescar. Enquanto o barco subia o rio, fomos arrumando as tralhas.

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Só os esfomeados que aproveitaram a Chalana apoitada durante a noite para começar a tirar o dedo. Eu, claro, era um deles.

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Estava usando um equipamento médio/pesado, pois como era noite, tinha esperança de que saísse um grandão de couro. Usando tuvira como isca, as piranhas roubavam a isca facilmente. Resolvi trocar para o minhocossu e comecei a ter resultados. A primeira captura foi um peixe esquisito, que nunca tinha visto antes. Descobri que se tratava do botoado, uma praga por ali.

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Depois desse, peguei alguns pequenos mandis e outros botoados menores. Resolvi voltar para a chalana, onde o pessoal estava engatado na bebida e moda de viola.

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As horas foram passando e o pessoal ia se recolhendo, para acordar cedo e começar a pescaria bem cedo no dia seguinte. Como descobri que pescaria não se trata somente de peixe, aproveitei a farra e fiquei bebendo com o pessoal. Lá pelas 2 da manhã, quando só restava eu e mais dois, um deles deu a idéia de voltar a pescar. Recusei? Claro que não.

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Resolvi usar Tuvira de novo, mas as piranhas não davam trégua. Consegui pegar essa pequenininha aí. Depois dela, voltei para o minhocussú. Assim, voltaram a sair os bagres. A próxima captura, outro peixe que não conhecia. O famoso Palmito, que é brigador e saltador e, inclusive, tem carne apreciada por lá.

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Depois desse, outro botoado. Peixe feio! Parece jurássico!

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Deu para divertir bastante e era um peixe atrás do outro. Em uma ocasião, um botoado encharutou o anzol e tive que buscar o alicate para cortar o cabo de aço. Quando volto, vejo um dos companheiros todo molhado e com cara de susto, pois tinha caído no rio. O outro companheiro que viu a cena disse que ele saiu da água mais rápido do que caiu. Ainda me questiono se ele caiu devido ao balanço dos barquinhos ou devido à bebedeira. Se foi por causa da bebedeira, sei que depois disso, ela passou na hora. hehhehe. Demos por encerrada a pescaria ali e fomos descansar um pouco, pois a promessa era de levantar as 6 para aproveitar bem o dia.

Por algum motivo, não acordei de ressaca e ainda acordei na hora. Então era hora de tomar um café da manhã reforçado e partir para a batalha.

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O planejado era dois pescadores por barco, mas, devido a um imprevisto, ficamos sem um barco e dois tiveram que pescar com 3 pescadores. Fiquei em um deles, o que acabou tornando a pescaria bem agradável, pois eram 2 grandes amigos que estavam ali comigo. Mas isso interferiu um pouco na forma de pescar. Como pescávamos apoitado e fiquei na ponta do barco (pois queria pescar com artificiais eventualmente), devido à correnteza e a posição que o barco parava, minha linha se enroscava toda hora com a do pessoal. Quando não enroscava, acontecia alguma coisa que as piranhas ninjas conseguiam quebrar a linha, mesmo usando pelo menos uns 30cm de cabo de aço. Creio que a linha se enroscava com o cabo, próximo do anzol. Mas isso me motivou a ficar só nas artificiais. Quando estávamos pescando na rodada e passamos no encontro do rio São Lourenço com o Piquiri, pegávamos um trecho de corredeiras e me animei pois achei que ali iria sair meu dourado. Mas, para surpresa, o primeiro peixe que saiu na artificial foi uma piranha. Foi fotografada com a máquina de um dos meus amigos e não tive a oportunidade de pegar a foto. Mas foi legal porque eles já tinha tirado o dedo e eu ainda não tinha pegado nada e eles estavam descrentes com isca artificial, me zoando e dizendo que não iria pegar nada. Subimos o rio para descer rodando e, quando passamos pelo mesmo trecho de corredeira de novo, entra outra novidade, que devido as pulos que deu, fez a galera do barco se animar.

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Minha primeira cachorra.

Continuamos rodando e não tinha muito sucesso nos outros trechos sem corredeira. O pessoal sim, pois estavam com Tuvira. Saíam Palmitos, barbadinhos, piranhas. E, como a cerveja não parava de descer, um dos amigos começou a confundir trancos que aconteciam devido a isca bater no fundo em alguma pedra ou toco. Era fisgada atrás de fisgada. Me matava de rir, pois sabia que não era peixe, mas ele não queria se convencer disso. Até uma hora que a linha dele ficou presa, aí ele acreditou. Então, surge o lema do barco: "O importante é ter prazer". Lema levado à sério nos dias seguintes, pois eles se divertiam bastante fisgando tocos e aguapés que desciam com a correnteza do rio. Resolvemos apoitar próximo a um poção, que inclusive tinha uma "fazendinha" à sua beira.

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Será que quem mora ali se diverte? O pessoal que já tinha ido em anos passados disse que foi por ali que pegaram grandes pintados. Não tivemos a mesma sorte. Depois de um tempo apoitado e ninguém ter pego nada, resolvemos subir para pescar na rodada de novo, não sem antes parar na chalana para reabastecer o cooler, pois a cerveja já estava de final. Nessa hora passei pelo dono do barco, que estava fazendo um sashimi de piranha e nos deu para fazermos o lanchinho da manhã. Estava delicioso. Não sei se porque nunca tinha comido sashimi de peixe pescado na hora, fresquinho, mas foi o melhor sashimi que já comi. Reabastecimento feito, voltamos à pesca.

Ao passar pela corredeira do encontro dos rios de novo, quem sai novamente na artificial?

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Vieram para mostrar que gostaram de mim e que me acompanhariam durante todo o restante da pescaria. :D

Não peguei mais nada na parte da manhã e meus amigos também não, com a excessão de um barbado de bom tamanho, que bateu enquanto um deles recolhia a isca para voltarmos para a chalana. Voltamos para o almoço e, conversando com os outros pescadores, constatamos que estava fraco de peixe. Assim, resolvemos subir em direção ao rio Cuiabá para desembarcarmos no Porto Cercado. Na parte da tarde não pesquei nada e meus amigos alguns pequenos barbados e mandis, mas também com a presença da praga dos botoados.

No segundo dia, saímos novamente e tentei pescar com o equipamento médio na espera, pois meu braço já dava sinais de cansaço, não só devido aos arremessos do dia anterior, mas aos desafios de queda de braço que rolavam, devido à mistura de bebedeira e coragem. hehehe

Mas não tinha como, minha linha se enrolava toda hora, então voltei para as artificiais. Assim, quem aparece?

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Depois fomos procurar novos pontos e achamos um trecho de corredeira bem agitada. Pensei: "Agora não tem como, é aqui que sai o Dourado.". Mas o barco desapoitou e como meus amigos queriam pescar na rodada, assim foi feito. Saíram mais algumas cachorras, mas não tirei fotos. Subimos o rio novamente e, dessa vez, conseguimos uma poita no trecho de corredeira. Assim que o piloteiro desligou o motor, ouvi um bote próximo de nós. Em seguida outro e, no terceiro, no rebojo do água, vi que tanto procurava. O brilho dourado fez meus olhos arregalarem e logo quis colocar uma isca que seria fatal. Rapala X-RAP 10, na cor laranja do dorso preto. E foi! Primeiro arremesso, bote violento, mas perdi a fisgada. Minhas pernas começaram a tremer. No próximo arremesso, já arremessei próximo de onde foi o bote e, novamente, sinto a pancada, mas dessa vez já seguida de um salto fenomenal. O pessoal do barco foi à loucura. Minhas pernas tremiam mais ainda, mas no segundo salto ele escapou. Nisso, já falei para o pessoal que estava com tuvira: "Joga e vem recolhendo". Arremesso novamente na região dos ataques e e pancada se repete, seguida do salto. Fisgo bem e ele salta. A fricção estava solta, mas seguro no dedão para mostrar para ele que tem um adversário aqui que, apesar de estar com as pernas tremendo, está pronto para o duelo. Ele revida tomando linha e queimando o meu dedão. Seguimos no duelo, ele com incansáveis saltos, mas mesmo com equipamento leve, o trago para a borda do barco em pouco tempo. Na hora de tirá-lo, a tremedeira das pernas foi para os braços e meus amigos riam de mim. Estava sem alicate e tentava segurar a linha com a mão, o que rendeu um corte no dedo devido as pulos dele dentro do barco. Mas, finalmente saiu para a foto.

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Olha o estrago que ele fez na isca

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Tínhamos encontrado um cardume de dourados e era sensacional vê-los caçando. Algum cardume de lambaris deveria estar por ali, pois logo aparece uma velha conhecida.

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Corajosa, pois se meteu no meio dos dourados. Tive mais ataques de dourado, mas não consegui tirar mais nenhum da água. Já tinha perdido alguns que cortaram o leader, mas uma hora tive uma batida tão forte que fiquei só imaginando o tamanho que seria o peixe, pois arrebentou a linha multi, antes do nó. Depois disso, não usei leader durante a pescaria toda. Achei que não iria fazer diferença, mas em outras oportunidades posteriores, vi que teria feito. Subimos o rio e encontramos a chalana apoitada próxima à saída de um riozinho.

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Fomos almoçar e encontramos com um pessoal que já havia pescado no riozinho e, usando carangueijo como isca, pegaram pacus e piaus bem grandes. Na parte da tarde, a pescaria foi só nesse riozinho ou no desemboque dele com o Cuiabá. Tentei várias iscas, mas as que davam resultado eram somente uns shads de silicone na cor vermelha. Mas não saiu nenhum peixe para a foto. Os shads logo voltavam destruidos, na maioria das vezes por piranhas. Uma cachorra deu bote também e chegou a saltar, mas conseguiu tirar o shad do jig-head. Já estava satisfeito neste dia e fiquei pescando só na espera. Saíram umas piranhas. Mas assim que caiu a noite já quis voltar para a chalana, pois estava com a sensação de dever cumprido. A pescaria poderia acabar ali. Então a noite foi só festa, regada a bebida e moda de viola.

No dia seguinte, saimos cedo, como sempre. Olha quem encontramos

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Me impressionei com o tamanho, pois não sabia que era tão grande.

Subimos o rio e, sempre que apoitavamos, uma velha conhecida vinha dar as caras. Eram várias, por isso nem todas saíam para a foto.

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Mudamos de ponto e vemos que nem só de vida animal vive o Pantanal

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O curioso é que essas comunidades sempre ficavam em pontos onde o rio era largo e aparentemte bem fundo, gerando a impressão de um "poção". Descemos na rodada por ali e, devido à profundidade, achei que precisaria de uma isca que trabalhasse bem no fundo, então apelei para uma matadeira, que ainda não tinha usado pois só tenho (tinha) na cor prata e devido à água escura e barrenta do rio, só estava usando iscas escuras. Mas ela nunca decepciona. Até piranha veio na danada! Sumax Fusion Shad.

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Subindo o rio, a presença humana já era mais notada, pois estávamos nos aproximando de porto cercado. O porto Jofre é bem isolado e quase não se vê traços de civilização. Aqui, um pescador muito mais experiente do que nós.

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E corajoso, pois apesar dos piloteiros falarem que os jacarés não nos atacam e as sucuris também não, não teria coragem de remar em um barquinho desse nunca! Mais à frente, encontramos dois barcos do nosso grupo apoitados e bem animados. Estavam tirando peixe atrás do outro e era um trecho de corredeira. Juntou-se a isso o fato de ali ser um ponto onde a água de alguma lagoa vazava e encontrava com o rio, então era um banquete de lambaris sendo servido.

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Resultado, festa geral! Era peixe atrás de peixe, sendo os mais frequentes cachorras e palmitos, mas foram ali onde saíram os maiores dourados da pescaria. Fisguei alguns, mas perdi, seja com linha arrebentada ou escapando no salto. Perdi umas 8 iscas neste ponto, inclusive a fusion shad. Também saíam piranhas. Nesse ponto, era arremessar a isca na água e tirar o peixe. O pessoal que estava com Tuvir podia optar por jogar e deixar na espera, podendo fisgar palmitos (os mais frequentes) ou jogar e vir recolhendo para pegar cachorras. Era tanta ação que ninguém queria parar para tirar foto. Tirei só uma de uma cachorra maiorzinha, mas como fui eu mesmo que tirei, não saiu muito boa.

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Um fato engraçado que aconteceu foi que saía tanto peixe, que uma hora chegamos a cogitar que o mesmo peixe havia mordido a isca. Uma cachorra bateu na minha isca e saltou, mas, quando caiu na água, não continuou a brigar. Pranchou e veio sendo recolhida na superfície sem trabalho nenhum. Acho que já sabia que seria solta. hehehe

Nessa hora, a chalana já não apoitava mais, pois tinhamos que percorrer uma distância grande até o porto cercado. Então largamos esse ponto de pesca à contragosto. Mesmo cansados, ali a diversão era garantida. A parte da tarde foi curta, pois fomos almoçar tarde, então não saiu muita coisa. E nem precisava. Estávamos cansados de tanto pegar peixe (por mais contraditório que seja isso, sim, pescador cansa uma hora). Então o sol logo foi embora.

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E antes mesmo dele ir, a Lua já estava majestosa. Mesmo com uma câmera ruim, pude captar com certa clareza essa imagem. Nessa época, aconteceu um fato raro. A Lua tinha atingido um dos pontos mais próximos da Terra. E realmente estava gigante.

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Quando a noite caiu, na volta para a chalana, subimos um pedaço alagado para ver os jacarés (na verdade, seus olhos brilhando) e nesse trajeto, como eu estava na frente do barco, tomei uma mosquistada no olho. Aqui descobri a importância de óculos noturno. O olho ficou muito feio, mas com colirio durante a noite toda, estava melhor quando acordei. Assim, ainda deu tempo de dar a última pescadinha, antes de desembarcarmos ao meio dia. Mesmo cansado, continuei na artificial e sempre era saudado por elas

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Foram mais algumas nesta manhã, inclusive meu amigo pegou uma grande

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Os shads eram sucesso com elas. Levaram ou destruíram vários meus, mas uma delas se deu mal. O dente ficou na isca.

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Desacelerando no ritmo, o jeito foi aproveitar a paisagem.

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Edward Mãos de Tesoura também esteve presente na pescaria

E foi isso. Desembarcamos no porto cercado cansados, mas felizes. Sol escaldante de 42º (no termometro do micro-onibus). Chegando em casa, alma lavada, mas não pude faltar com uma obrigação

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Relato longo mas, acreditem, é apenas um resumo das várias emoções que foram essa pescaria.

Abraços, pessoal

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Nossa.. cara.. legal msm o relato.. mez fez lembrar das minhas pescarias por ali... sempre no mes de Março....

Esse ano peguei mto dourado na barra do Piquiri... cada rodada saiam pelo menos dois, todos de bom tamanho variando entre 70 e 50cm... se desse tempo pegava mais... pois era só um pequeno ponto da barra q eles estavam batendo... e foi ali que perdi o dourado da pescaria.. que provavelmente seria o maior peixe q teria pego com artificial....

mais como eu tava com equipamento leve(17lb) não foi bem fisgado por causa do tamanho... e no segundo salto do lado do barco.. ele escapou... calculamos que daria mais de 7kg..

agora os outros anos sempre saiu mto pintado.. todos de bom tamanho... o maior que pegamos foi um de 22kg... e alguns jaus... e mto barbado!

Cara.. esse lugar é show... ainda mais na seca.. essa época q vc foi!.... se vê mtos bichos e aves... lugar lindo msm!!!...

Parabéns pelo relato... e sempre q puder.. volte pra lá!! heheh

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Relato maravilhoso, sobretudo por mostrar uma região do Pantanal à qual conheço muito bem! Parabéns pela jornada e pelas fotos! bs-aplauder.gifcomemorando.gifbs-aplauder.gifcomemorando.gif A saudade bate firme nestas horas! Mas não tardarei em retornar para lá. comemorando.gif

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Dá mesmo saudades! Tudo lá e muito bonito e ainda mais com muitos peixes. O amigo foi premiado com o cirrudo? É o azar do pescador rsrsrsrs. Mas faz parte! Parabéns pela bela pescaria que rendeu esse bonito relato.

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Eita, relato bom! :bs-aplauder: :bs-aplauder: Lembrei dos tempos de Pantanal também. Aquele "botoado", era conhecido por "armau" no rio Paraguai. E saíam uns bem grandes.

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parabéns, relato sensacional

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relato muito legal,com muitas imagens!,parabéns pelas capturas!!

abraço

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Bela viagem...parabéns aos pescadores

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ótimo relato , pantanal é tudo de bom :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder:

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Puxa que baita jornada!

Com Belos peixes :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder:

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Quase fui pescar ai esses dias mais segundo contatos que eu tinha proximo de lá, disseram que so tava dando cachorra, dai fui para outro lugar que deu pelo menos para pegar uns pacus mais so deu cachoora, os rios do sul do mato grosso estão infestados desses peixes pois ninguem gosta de comer elas e comecaram a virar praga, as vezes quando voce pesca com 1 pirangueiro esperiente se voce pegar 1 cachorra ele nao deixa soltar o peixe, ele joga no barranco para outros animais comerem mais nao deixa voltar para a agua.

Acho que nesse meio do ano peguei mais de 80 cachorras se brincar, e outra coisa, aprendi como limpar elas corretamente coisa que poucas pessoas conhecem é muito estranho a tecnica , tive tambem a oportunidade de provar esse peixe e posso dizer que é muito saboroso.

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É uma pescaria inesquecível :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder:

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Nossa.. cara.. legal msm o relato.. mez fez lembrar das minhas pescarias por ali... sempre no mes de Março....

Esse ano peguei mto dourado na barra do Piquiri... cada rodada saiam pelo menos dois, todos de bom tamanho variando entre 70 e 50cm... se desse tempo pegava mais... pois era só um pequeno ponto da barra q eles estavam batendo... e foi ali que perdi o dourado da pescaria.. que provavelmente seria o maior peixe q teria pego com artificial....

mais como eu tava com equipamento leve(17lb) não foi bem fisgado por causa do tamanho... e no segundo salto do lado do barco.. ele escapou... calculamos que daria mais de 7kg..

agora os outros anos sempre saiu mto pintado.. todos de bom tamanho... o maior que pegamos foi um de 22kg... e alguns jaus... e mto barbado!

Cara.. esse lugar é show... ainda mais na seca.. essa época q vc foi!.... se vê mtos bichos e aves... lugar lindo msm!!!...

Parabéns pelo relato... e sempre q puder.. volte pra lá!! heheh

pois é. o pessoal que tinha ido nas outras vezes estava reclamando que saiu pouco peixe e de tamanho pequeno. mas, como pescador compreensivo, sei que isso pode acontecer devido a vários fatores, então não me importei. me diverti com o que saiu.

eu também estava com um equipamento leve ... inclusive esqueci de mencionar qual era o equipamento. a vara tbm era 17 lbs e a linha uma multi 15 lbs. garantiu a esportividade pois o que mais saiu foram cachorras, mas quando batia dourado maior, não tinha como. por isso só saiu um para a foto. mas pelo menos uns 4 renderam uma briga boa, escapando no salto. os que calculo que foram os maiores, arrebentaram a linha antes mesmo do primeiro pulo.

pintado saiu pouco. um amigo do nosso barco pegou um abaixo da medida e os outros grupos tbm pegaram abaixo da medida.

eu gostei muito. certamente voltarei. hehehe

abraços

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Relato maravilhoso, sobretudo por mostrar uma região do Pantanal à qual conheço muito bem! Parabéns pela jornada e pelas fotos! bs-aplauder.gifcomemorando.gifbs-aplauder.gifcomemorando.gif A saudade bate firme nestas horas! Mas não tardarei em retornar para lá. comemorando.gif

Obrigado, mestre Bomediano. também espero voltar logo.

abraços

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Dá mesmo saudades! Tudo lá e muito bonito e ainda mais com muitos peixes. O amigo foi premiado com o cirrudo? É o azar do pescador rsrsrsrs. Mas faz parte! Parabéns pela bela pescaria que rendeu esse bonito relato.

realmente deixa saudade. esses dias estava no aeroporto e um grupo de pescadores que estava embarcando para cuiabá estava por perto, fazendo farra. ai as lembramças foram inevitáveis, tanto da pescaria quanto da farra. hehehe

cirrudo? hehehe

abraços

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Maravilha! :bs-aplauder:

valeu :D

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Eita, relato bom! :bs-aplauder: :bs-aplauder: Lembrei dos tempos de Pantanal também. Aquele "botoado", era conhecido por "armau" no rio Paraguai. E saíam uns bem grandes.

valeu, Mauricio.

realmente saíam uns grandes de vez em qdo. esse era o nome que o pessoal falou, mas eu nunca tinha ouvido falar. assustei quando vi o primeiro. hehehe

outra curiosidade que bateu foi sobre um outro peixe que vez ou outra aparecia no meio das tuviras. o nosso piloteiro falou que o nome era "juju", mas pesquisei e não achei nada sobre isso. ele era uma mistura de tuvira com traira. alguém conhece?

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parabéns, relato sensacional

obrigado

abraços

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relato muito legal,com muitas imagens!,parabéns pelas capturas!!

abraço

obrigado. as fotos foram feitas usando uma câmera à prova d'água que carrego sempre. é prática e não tem o risco de estragar com umidade e um eventual banho, mas a qualidade deixa à desejar um pouco. tinha um pessoal com câmeras semi-profissionais. vou ver se pego as fotos.

abraços

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Bela viagem...parabéns aos pescadores

obrigado. abraços

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ótimo relato , pantanal é tudo de bom :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder:

realmente, lugar sensacional.

obrigado

abraços

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Puxa que baita jornada!

Com Belos peixes :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder:

valeu, companheiro. abraços

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vou pro mesmo destino q o seu em março de 2013, espero fazer boas capturas la no rio piquiri!! incluindo alguns dourados malvados.. hehe :comemorando:

parabens pelo post!

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