Fred Mancen

Pescaki FM

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Todos com razão, sem dúvida! Estes caras são incomparáveis! :clapping:

Agora, esta Les Paul Whiskey do Gary Moore... ah, esta Les Paul, que maravilha de instrumento!  :simsim: 

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Em 22/04/2019 at 14:53, Domingos Bomediano disse:

Realmente muito bom, Grande Fred! :clapping:

O cara é muito fera mesmo!

Em 22/04/2019 at 17:14, GMarux disse:

Mas não há como duvidar disso. Apesar do reconhecimento que tem, pelo tanto que esse "rapaz" toca, e pela maneira como toca, acho que é até subestimado. 

Uma das razões para eu gostar tanto de guitarra, foi ter ouvido sultans of swing quando era bem garotinho - uns 9 anos talvez - e ter ficado maluco com aquele som. Só foi ter uma noção do que estava acontecendo ali uns 10 anos depois. 

Na contramão de tudo que estava sendo lançado naquela época, ele solta aquele som com guitarra limpa, tocando sem palheta, com uma pegada de country e blues muito forte e de maneira genial. O cara é um mestre.

Ouvi uma das "novas" por esses dias também. Achei bem bom. Preciso ouvir mais. Infelizmente, esta que postou aí não abriu aqui para mim.

Em casa deve abrir...

rsrsrsrs... "Sultans..." é um hino! Falou tudo: a guitarra dele é limpa! Considerando que sua formação foi autodidata, não resta dúvida que o que ele possui é um dom acima de qualquer técnica ou aprendizado formal...

Em 22/04/2019 at 18:59, Armando Ito disse:

Knopfler ? ... tá de sacanagem né ? ... rsrsrrs

ele e Gilmour tão no meu Olimpo de gênios da guitarra ...

ele não é aquele mago técnico que toca solos incríveis ... mas ele tem um senso musical fantástico , uma elegância e suavidade na sua guitarra que consegue transmitir toda sua emoção aos seus ouvintes ...

:joia: Concordo; o feeling dele é sublime!

Em 22/04/2019 at 19:01, Armando Ito disse:

olha que coisa linda ..... apreciar esse cara é como tomar um bom vinho sentado à varanda num final de tarde ..... ( viajei né ? ... rsrrsrrs ) ....

 

Viajou não... é só o resultado de ouvir o som dele com atenção e calma. "Shangri-La" foi um álbum fantástico, um dos melhores que gravou pós-Dire Straits.

Em 22/04/2019 at 19:19, Armando Ito disse:

outro que faz parte do meu Olimpo .... rsrsrrs

 

Gary Moore e Stevie Ray Vaughan são underrated na grande mídia. Moore era um monstro tocando!

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14 minutos atrás, Fred Mancen disse:

rsrsrsrs... "Sultans..." é um hino! Falou tudo: a guitarra dele é limpa! Considerando que sua formação foi autodidata, não resta dúvida que o que ele possui é um dom acima de qualquer técnica ou aprendizado formal...

Eu não tenho certeza, mas acho que o gigantesco Gilmour, também não teve "educação musical formal". Tem gente que não é desse planeta.

Já ouvi por aí que outros caras bons são auto-didatas também, como Hendrix - que dispensa comentários.

15 minutos atrás, Fred Mancen disse:

Gary Moore e Stevie Ray Vaughan são underrated na grande mídia. Moore era um monstro tocando!

SRV ter nos deixado tão precocemente foi uma perda irreparável para a música.

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8 horas atrás, GMarux disse:

Eu não tenho certeza, mas acho que o gigantesco Gilmour, também não teve "educação musical formal". Tem gente que não é desse planeta.

Já ouvi por aí que outros caras bons são auto-didatas também, como Hendrix - que dispensa comentários.

SRV ter nos deixado tão precocemente foi uma perda irreparável para a música.

Sim, Gilmour iniciou sozinho. Hendrix não sei dizer de imediato.

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Sexta-feira é dia de ouvir boa música! Gosto muito dessa pérola (na minha modesta opinião, é claro) do Simply Red. A pegada de jazz (agradeçamos ao Heitor T.P por sua veia jazzística), a linha de baixo e os vocais do Mick Hucknall estão perfeitamente alinhados! Foi nesse disco, "A new flame", de 1989, que o brasileiro Heitor entrou pro grupo e deixou sua  marca. Realmente é uma das músicas nesse estilo que mais aprecio, acho sensacional!

 

E é difícil não "descer a ladeira" quando falo de música dos anos 80...kkkkkkk... Performance irretocável de Orzabal e sua banda com uma das que considero as melhores músicas do Tears for Fears:

 

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Dan McCafferty  ex vocalista do Nazareth  !!   Pra mim um dos Monstros Sagrados do Rock !! 

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Muito bom, mesmo! :ok: 

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Em 03/05/2019 at 15:03, Domingos Bomediano disse:

Muito bom, mesmo! :ok: 

Bom mesmo é isso aqui, mestre:

 

Pra quem assistiu ao documentário "Wider horizons" não é novidade que a letra dessa música foi escrita por Gilmour tendo a mãe dele como inspiração. A certa altura da idade, já idosa, vinha sofrendo de demência e Gilmour lembrou de um passeio com ela, ocasião em que testemunhou a mãe tendo alucinações vendo rostos pendurados nas árvores. O resultado é essa bela e triste canção. Prestem atenção ao solo de guitarra que é um dos mais significativos de Gilmour nos últimos anos. Um absurdo que remete aos áureos tempos de PF. 

Ave, Gilmour!

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Êita, mas aí, não dá mesmo para comparar, eh, Grande @Fred Mancen! :clapping:

E o solo está maravilhosamente executado na famosa "Black Strato"... :rolleyes: 

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...  faces de pedra na escuridão  .... é um tapa na cara ... literalmente ...

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1 hora atrás, Domingos Bomediano disse:

Êita, mas aí, não dá mesmo para comparar, eh, Grande @Fred Mancen! :clapping:

E o solo está maravilhosamente executado na famosa "Black Strato"... :rolleyes: 

Dá não...rsrsrsrs.... É sair de um Chevette 1.6 e abrir a porta do Aston Martin Vanquish. A minha maior porção fã do Pink Floyd é na verdade fã do Gilmour! É um dos 10 maiores de toda a história do instrumento, na minha humilde opinião.

1 hora atrás, Armando Ito disse:

...  faces de pedra na escuridão  .... é um tapa na cara ... literalmente ...

Letra como sempre contundente. 

 

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55 minutos atrás, Fred Mancen disse:

Dá não...rsrsrsrs.... É sair de um Chevette 1.6 e abrir a porta do Aston Martin Vanquish. A minha maior porção fã do Pink Floyd é na verdade fã do Gilmour! É um dos 10 maiores de toda a história do instrumento, na minha humilde opinião.

Pois é, Grande Fred, obviamente que a inclinação para ser fã dele decorre do extraordinário resultado do acervo do PF, mas, depois de muito tempo seguindo a carreira dele, percebendo-o tocando com os mais diversos guitarristas, todos, sem exceção, seus fervorosos fãs, onde ele consegue demonstrar que toca qualquer coisa em qualquer estilo, fazendo-o muito bem, está mesmo colocado entre os dez maiores, mas só porque está mesmo é em primeiro. rsssss  Em razão de que já tenho um pé firmemente fincado na guitarra,  na minha modesta opinião, o maior guitarrista de todos os tempos, mesmo considerando todos os estilos e especialidades é mesmo este Caboclo! :simsim: 

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54 minutos atrás, Domingos Bomediano disse:

 na minha modesta opinião, o maior guitarrista de todos os tempos, 

tá vendo o cara de azul á direita ? .... então ..... uehheuehu

 

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3 minutos atrás, Armando Ito disse:

tá vendo o cara de azul á direita ? .... então ..... uehheuehu

Tá entre os dez também, uai! rssssss   :clapping:

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falando serio ....  ahhahahahha .....

entrando no "hall" dos 10 maiores ( ou 5 ... sei-la .... rsrsrsr ) .... conta muito o gosto pessoal ....

mas eu jurava que vc era Chuck Berry ou BBKing .... talvez influencia do jazz , sei-la ... rsrsrsr

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Grande @Armando Ito,

Obviamente que o fabuloso Chuck tem lá seu valor, até porque foi um dos estopins, na verdade, o principal para o advento do Rock, razão pela qual deve figurar entre os dez, mas aí também há uma leva de grandes guitarristas, inclusive muito mais virtuosos que Chuck, quando então fica um bocado difícil trazer apenas mais nove para dentro do ranking de dez, porque aí, depois do intocável primeiro lugar, David Gilmour vêm Eric Clapton, Steve Howe, Jimmy Page, Tony Iomi, Peter Green, Duane Hallman, Ritchie Blackmore, T-Bone Walker, Gary Moore, B. B. King, George Harrison, Steve Ray Vaughan, Mark Knopfler Robert Johnson, não necessariamente nesta ordem e também não definitivamente, já que só aqui já se percebe extrapolado o número limite de dez...   rssss  Então, a única maneira de se destacar um ranking de dez, seria fazendo um revezamento entre cerca de vinte maiores para fazer figurar ainda que temporariamente, conforme nosso espírito momentâneo, entre os dez, ora entrando, ora saindo, para dar lugar a outro de mesma cepa. :ok: 

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Concordo com ambos, @Armando Ito e @Domingos Bomediano, o que pode se dizer que é uma discordância concordar com o que não tá de acordo. Oh, Dilmei feio... kkkkk... 

Sério, não dá pra listar dez fixos mesmo! O que sei é que Gilmour SEMPRE vai estar nessa lista.

Se a gente considerar estilos ou influências, aí que a coisa desanda. Exemplo: eu vi Eric Clapton ao vivo no Rio, acho que final dos anos 80 ou início de 90... um monstro! Tirou as notas mais loucas que já ouvi ao vivo... quase derretia a guitarra! 

Mas........... até hoje não me impressiona mais que o Gilmour. Mesma coisa para Hendrix, genial, um marciano, sei lá o que... Mas.... idem.

Outros feras que mostraram ao mundo talentos extraordinários,  como Eddie Van Halen, Alvin Lee,  SRV, Joe Satriani... é muito cabra bom na guitarra, mas.... kkkkk... o Gilmour é alma, talento, inspiração, técnica, sensibilidade, cada nota sai de dentro das entranhas, sei lá de onde! Um ET! O cara toca cada um que ouve sua música de um jeito que muito poucos músicos conseguiram na história do rock.

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11 horas atrás, Fred Mancen disse:

Concordo com ambos, @Armando Ito e @Domingos Bomediano, o que pode se dizer que é uma discordância concordar com o que não tá de acordo. Oh, Dilmei feio... kkkkk... 

Sério, não dá pra listar dez fixos mesmo! O que sei é que Gilmour SEMPRE vai estar nessa lista.

Se a gente considerar estilos ou influências, aí que a coisa desanda. Exemplo: eu vi Eric Clapton ao vivo no Rio, acho que final dos anos 80 ou início de 90... um monstro! Tirou as notas mais loucas que já ouvi ao vivo... quase derretia a guitarra! 

Mas........... até hoje não me impressiona mais que o Gilmour. Mesma coisa para Hendrix, genial, um marciano, sei lá o que... Mas.... idem.

Outros feras que mostraram ao mundo talentos extraordinários,  como Eddie Van Halen, Alvin Lee,  SRV, Joe Satriani... é muito cabra bom na guitarra, mas.... kkkkk... o Gilmour é alma, talento, inspiração, técnica, sensibilidade, cada nota sai de dentro das entranhas, sei lá de onde! Um ET! O cara toca cada um que ouve sua música de um jeito que muito poucos músicos conseguiram na história do rock.

Grande Fred, não querendo concordar ou discordar de você e/ou dos amigos @Domingos Bomediano e @Armando Ito, e nem de ninguém. Mas minha opinião é a de que não exista possibilidade de uma classificação neste sentido, os 10 melhores, 100 melhores, e etc... Penso que não é possível pois cada um tem uma característica diferente, é de uma época diferente, faz um tipo de música diferente e se expressa de maneira diferente. Aí não consigo imaginar uma maneira justa de classificar como seriam definidas as posições no ranking. Seria injusto apenas por existir esta comparação. 

Entendo que cada um teve sua importância à música, porém é um tremendo juízo de valor. Para um monte de gente Malmsteen é um deus incontestável. Eu acho ele excepcional, mas não consigo ouvir duas músicas em sequência que já me canso daquela fritação desenfreada. Contudo, quem gosta, ama.

Tenho também a opinião de que não há necessidade de existir um maior, ou melhor, ou o que quer que seja. Desde que não parem de existir os que nos fazem ficar admirados, como todos estes listados acima e muitos outros que não puderam aparecer nestas listas.

Para mim, o que toca de maneira que mais me agrada é, sem dúvidas, o mestre Gilmour. Cada nota bate lá no fundo da alma de um jeito esquisito. Eu nem sei descrever.

Outra observação é o fato de colocarem estas classificações em coisas aleatórias, como desmerecer o nosso amado Chimbinha, somente por tocar um estilo que não é tão popular para a maioria de nós. Mas quem conhece as guitarradas lá de cima sabem que o cara é um monstro, Aldo Sena dispensa comentário nesse ponto também. Eu não sou muito chegado, mas sou obrigado a reconhecer que o cara manda muito bem. Outros criticam o Slash pelo "uso excessivo de pentatônicas" o que não é de todo verdade. Contudo, o nome dele está escrito na história do Rock. Se começasse a falar aqui de outros mestres que eu tenho como injustiçados, como A. Young (que também é fã de uma penta, e faz uso da escala de maneira genial) não sairia mais daqui. Então, vou me retirar para ouvir alguma coisa do nosso querido Pepeu Gomes, que é outro monstro brasileiro que não é lembrado com tanta frequência:rotfl2:

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Muito salutar este bate-papo.  :ok: 

Então, respondendo a todos, de fato, impossível se criar uma lista com os dez melhores, já que há miríade de possibilidades de detalhes que diferenciam as obras. Contudo, se por um lado, não existe esta possibilidade de forma genérica, por outro lado, há sim, a possibilidade de se criar uma lista de dez, de dois, ou até mesmo de um, quando elejo Gilmour como o primeiro, desde que se trate de uma seleção por questões de gosto pessoal, quando então, é perfeitamente válida a ideia de se criar uma lista de "os dez melhores". 

Com podem perceber, minha visão parte do princípio do gosto pessoal, como por exemplo, no meu gosto pessoal (entendam bem, eh) de cara já descarto alguns nomes consagrados pelo gosto popular como Eddie Van Halen,  SRV, Joe Satriani e outros de mesma linha de trabalho, porque simplesmente não admiro a forma muito "dedilhada" (não encontro outra definição rss) em cima da pentatônica, por assim dizer, onde o que resta afinal é muito virtuosismo para pouca música (gosto pessoal, eh, gente!). Então, o problema para meu gosto pessoal não está no uso de pentatônica, pois afinal, todos usam, mas sim na forma de usar, intercalando notas e criando formas de interpretação que dispensam virtuosismos de velocidade, por exemplo. Um caboclo que dá uma noção enorme disso é o Rei B. B., que sabia muito bem, ficar em uma pequena área do braço da guitarra, dentro de um desenho pentatônico, sem no entanto cair na mesmice, criando coisas incríveis e bends com incrível vibrato. Isso mostra que para fazer algo bonito não é preciso tocar trocentas notas por segundo, nem ficar subindo e descendo escala de forma avassaladora, quando então o que se destaca é destreza, em prejuízo da música.

No mundo da pesca é assim também... É igual trabalho de zara! Tem caboclo que consegue fazer uma zara vir tão bem trabalhada na superfície, com nado tão sincronizado, nadando cinco centímetros para a direita e outros cinco para a esquerda, sem errar um milímetro, fazendo "choc-choc-choc-choc" com tanta maestria, que para fazer isso, ele enfim, se dedica tanto que esquece de pescar kkkkkkkk 

 

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Sim @GMarux, na verdade é um consenso a impossibilidade de classificar. Isso é coisa de crítico, não de amante de música. :joia:

Mestre @Domingos Bomediano, a coisa vai pelo gosto mesmo, não tem jeito - pelo menos pra mim. Mas ainda assim não arrisco citar meus Top 10, vai faltar espaço. Já tentei antes e não consegui ser conciso, desisto.

Quanto aos brasileiros, o Frejat é um cara que esteve na mídia durante muito tempo e pouca gente o viu tocando de verdade, toca muito. Pepeu também, mas paro por aí porque Chimbinha é demais pra mim, confesso. Nunca ouvi nada dele, mas vou dar ouvidos à sua colocação quando lembrar dele por algum motivo alheio à minha vontade...rsrsrs... Os demais eu não conheço.

Sou leigo em música, tecnicamente falando, mas acho os arranjos e solos da maioria das músicas de rock brasileiras muito fracas, muito juvenis, se compararmos com os gringos. Penso que isso é um fato por causa de um monte de coisas tais como preço de bons instrumentos, de cursos e etc. Há exceções, como o Victor Biglione, que é um cara virtuoso e mais conhecido lá fora do que aqui e está numa curva muito acima do mainstream.

Rodamos, rodamos e chegamos no mesmo lugar: o domínio do instrumento, talento para compor e feeling de Gilmour é único. Ele reúne muitas qualidades.

Pra fechar: concordo com Bomê que técnica demais e musicalidade de menos atrapalha o ouvinte. Não adianta ser um Steve Vai, Buckethead, Yngwie Malmsteen e soar chato, que é o caso, quase sempre... Contudo, acho legal ouvirmos esses caras - por isso já postei coisas deles aqui antes - e tentar entender um pouco mais da arte.

E por falar em nomes pouco conhecidos, esses dias fiquei sabendo que esse cara foi influência pro Eddie VH e muitos guitarristas virtuosos mundo afora, tendo sido um dos primeiros (senão o primeiro) a fundir jazz e rock: Allan Holdsworth. Toca muito, mas pra mim soa um pouco chato. Um cara que percebeu essa "chatice" e se recuperou a tempo foi o Alvin Lee, que deixou a velocidade de lado e partiu para canções mais elaboradas, sua melhor fase.

 

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6 minutos atrás, Domingos Bomediano disse:

Muito salutar este bate-papo.  :ok: 

Então, respondendo a todos, de fato, impossível se criar uma lista com os dez melhores, já que há miríade de possibilidades de detalhes que diferenciam as obras. Contudo, se por um lado, não existe esta possibilidade de forma genérica, por outro lado, há sim, a possibilidade de se criar uma lista de dez, de dois, ou até mesmo de um, quando elejo Gilmour como o primeiro, desde que se trate de uma seleção por questões de gosto pessoal, quando então, é perfeitamente válida a ideia de se criar uma lista de "os dez melhores". 

Com podem perceber, minha visão parte do princípio do gosto pessoal, como por exemplo, no meu gosto pessoal (entendam bem, eh) de cara já descarto alguns nomes consagrados pelo gosto popular como Eddie Van Halen,  SRV, Joe Satriani e outros de mesma linha de trabalho, porque simplesmente não admiro a forma muito "dedilhada" (não encontro outra definição rss) em cima da pentatônica, por assim dizer, onde o que resta afinal é muito virtuosismo para pouca música (gosto pessoal, eh, gente!). Então, o problema para meu gosto pessoal não está no uso de pentatônica, pois afinal, todos usam, mas sim na forma de usar, intercalando notas e criando formas de interpretação que dispensam virtuosismos de velocidade, por exemplo. Um caboclo que dá uma noção enorme disso é o Rei B. B., que sabia muito bem, ficar em uma pequena área do braço da guitarra, dentro de um desenho pentatônico, sem no entanto cair na mesmice, criando coisas incríveis e bends com incrível vibrato. Isso mostra que para fazer algo bonito não é preciso tocar trocentas notas por segundo, nem ficar subindo e descendo escala de forma avassaladora, quando então o que se destaca é destreza, em prejuízo da música.

No mundo da pesca é assim também... É igual trabalho de zara! Tem caboclo que consegue fazer uma zara vir tão bem trabalhada na superfície, com nado tão sincronizado, nadando cinco centímetros para a direita e outros cinco para a esquerda, sem errar um milímetro, fazendo "choc-choc-choc-choc" com tanta maestria, que para fazer isso, ele enfim, se dedica tanto que esquece de pescar kkkkkkkk 

 

É bem por aí meu ponto, eu acho... O que vale mesmo é a sensação que a música nos traz, seja ela virtuosa como nossos amigos Steve Vai, Joe Satriane, J. Petrucci, ou a música (que eu prefiro) gostosa de ouvir, que nos faz sentir várias lembranças de coisas que nunca conhecemos... Das pentatônicas, a citação se deu por uma legião de pessoas criticarem a escala pela sua simplicidade, sem se dar conta que a "mágica", ao meu ver, é justamente fazer estas obras maravilhosas e incríveis com uma escala tão simples. Os caras são, simplesmente, geniais.:guitar:

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7 minutos atrás, Fred Mancen disse:

mas paro por aí porque Chimbinha é demais pra mim, confesso. Nunca ouvi nada dele, mas vou dar ouvidos à sua colocação quando lembrar dele por algum motivo alheio à minha vontade...rsrsrs... Os demais eu não conheço.

Rodamos, rodamos e chegamos no mesmo lugar: o domínio do instrumento, talento para compor e feeling de Gilmour é único. Ele reúne muitas qualidades.

:rotfl2:Fred, eu também não conheço nada do trabalho dele com o Calypso (é assim que escreve?). somente ouvi alguma coisa acidentalmente, então não saberia dizer como é. De repente é bom e nem sabemos. Não obstante, calypso foi um grupo aqui. Mas "no mundo", se trata de um estilo musical de origem caribenha. Se eu não estiver enganado, originou o SKA (ou ajudou a fundar as bases do que se tornaria o SKA). 

Eu já ouvi ele tocando guitarra sem estar com o grupo, só tocando mesmo. Aí sim foi por querer, fui lá e vi vídeos do cara para ter minha opinião. Guitarradas são bacanas, mas não fazem meu estilo também. Se tiver a oportunidade de ouvir as guitarradas, há chances de formar uma opinião positiva quando ao Chimba. Gostar? Talvez seja um termo muito forte, mas acredito que valha a pena conhecer. Vou ver se encontro algo que seja digno de postagem aqui e mando para você tirar uma conclusão:rotfl2:.

Esqueci do Frejat, realmente um vacilo tremendo não ter falado dele. Toca demais.

Tem um menino novo arrebentando por aí também, só o conheci esses dias. É destes mais conhecidos lá fora do que aqui, se chama Mateus Asato. Mlk de tudo, uns 25 no máximo. Não ouvi muitas coisas, confesso. Mas a pegada é boa, notas bem limpas e um bom timbre. Vale a pena ouvir ele tocando também. 

Queria pescar, mas como não está sendo possível, vamos de música msm.:joia:

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40 minutos atrás, Domingos Bomediano disse:

fazendo "choc-choc-choc-choc" com tanta maestria, que para fazer isso, ele enfim, se dedica tanto que esquece de pescar kkkkkkkk 

hahahahhahaha ..... mais pura verdade .... 

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4 minutos atrás, GMarux disse:

:rotfl2:Fred, eu também não conheço nada do trabalho dele com o Calypso (é assim que escreve?). somente ouvi alguma coisa acidentalmente, então não saberia dizer como é. De repente é bom e nem sabemos. Não obstante, calypso foi um grupo aqui. Mas "no mundo", se trata de um estilo musical de origem caribenha. Se eu não estiver enganado, originou o SKA (ou ajudou a fundar as bases do que se tornaria o SKA). 

Eu já ouvi ele tocando guitarra sem estar com o grupo, só tocando mesmo. Aí sim foi por querer, fui lá e vi vídeos do cara para ter minha opinião. Guitarradas são bacanas, mas não fazem meu estilo também. Se tiver a oportunidade de ouvir as guitarradas, há chances de formar uma opinião positiva quando ao Chimba. Gostar? Talvez seja um termo muito forte, mas acredito que valha a pena conhecer. Vou ver se encontro algo que seja digno de postagem aqui e mando para você tirar uma conclusão:rotfl2:.

Esqueci do Frejat, realmente um vacilo tremendo não ter falado dele. Toca demais.

Tem um menino novo arrebentando por aí também, só o conheci esses dias. É destes mais conhecidos lá fora do que aqui, se chama Mateus Asato. Mlk de tudo, uns 25 no máximo. Não ouvi muitas coisas, confesso. Mas a pegada é boa, notas bem limpas e um bom timbre. Vale a pena ouvir ele tocando também. 

Queria pescar, mas como não está sendo possível, vamos de música msm.:joia:

O que a gente não faz pelos amigos...? Posta aí um vídeo do Little Chimba que a gente assiste... 

Vou procurar algo do Asato. Frejat é muito bom, assim como o underrated Celso Blues Boy.

Também queria pescar, mas vamos ter que continuar nos sons. Ficando frio aqui na roça e com pouco peixe.

Solta o som!

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tenho predileção pelo Gilmour tbm ... mas a mesma que tenho com o Clapton ... 

seria injusto colocá-los em patamar diferente .... na minha opinião ( ou no meu gosto ) .... rsrsr

sorte nossa que tivemos o privilégio de acompanhar alguns deles ...

 

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