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Fred Mancen

Pescaki FM

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14 minutos atrás, GMarux disse:

Eu li uma vez que estes teriam sido fortíssima influência para Syd.

mentira .... quem influenciava o Syd era um tal de LSD .... uheuehuuhehue

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37 minutos atrás, Armando Ito disse:

mentira .... quem influenciava o Syd era um tal de LSD .... uheuehuuhehue

Ah, mas este aí influenciou toda a rapaziada daquela época. E de muitas outras também. Não digo que é uma influência para esse pessoal de hoje por ter muitas outras coisas, e a negada deve dar uma misturada também.

Duro que pro Syd saiu um pouco caro isso aí... Ele saiu da banda ainda nos anos 60, não? E, ao que consta por aí, muito por conta do abuso desta substância. Esta parte da história do Syd é muito sad (ba,  dum, tsss).

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Em 31/05/2019 at 14:41, Armando Ito disse:

mentira .... quem influenciava o Syd era um tal de LSD .... uheuehuuhehue

 

Em 31/05/2019 at 15:27, GMarux disse:

Ah, mas este aí influenciou toda a rapaziada daquela época. E de muitas outras também. Não digo que é uma influência para esse pessoal de hoje por ter muitas outras coisas, e a negada deve dar uma misturada também.

Duro que pro Syd saiu um pouco caro isso aí... Ele saiu da banda ainda nos anos 60, não? E, ao que consta por aí, muito por conta do abuso desta substância. Esta parte da história do Syd é muito sad (ba,  dum, tsss).

Naquela época o pessoal achava que era só onda, sem sequelas... Caíam dentro com vontade; isso é uma quase unanimidade nos documentários a respeito. Consta que Syd tomava ácido algumas vezes por dia!

O Syd saiu em 1968, quase em 69, depois dos membros da banda decidirem ir a uma apresentação sem ele. Infelizmente já não tinha mais condição de se apresentar e isso se comprovou no show, onde ninguém perguntou por ele, literalmente - nem a platéia. O cara tava no mundo da lua (ou do sol?) o tempo todo e poucos eram os momentos de lucidez.

Mais uma das histórias que engrossam o caldo do PF. Até hoje os integrantes são ressentidos por não terem tido condição - seja por falta de informação sobre a gravidade do problema, maturidade ou por falta de recursos práticos - de ajudar o Syd a se levantar.

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Há uma biografia à venda:

Biografia de Syd Barret

Pelo que consta na web foi escrita por um jornalista que conseguiu pesquisar junto à irmã de Barret, o que torna esta biografia como a mais fiel lançada.

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Uma pena o lance de Syd e é vero que os integrantes restaram ressentidos de não terem feito nada mais sério na época para ajudar o caboclo. Em algum lugar, vi Nick Mason falando sobre isso. Uma estória triste, que seria mais uma no meio, mas que tem o peso de fazer parte da história da maior banda de todos os tempos. :triste:  :ok: 

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1 hora atrás, Fred Mancen disse:

 

Naquela época o pessoal achava que era só onda, sem sequelas... Caíam dentro com vontade; isso é uma quase unanimidade nos documentários a respeito. Consta que Syd tomava ácido algumas vezes por dia!

O Syd saiu em 1968, quase em 69, depois dos membros da banda decidirem ir a uma apresentação sem ele. Infelizmente já não tinha mais condição de se apresentar e isso se comprovou no show, onde ninguém perguntou por ele, literalmente - nem a platéia. O cara tava no mundo da lua (ou do sol?) o tempo todo e poucos eram os momentos de lucidez.

Mais uma das histórias que engrossam o caldo do PF. Até hoje os integrantes são ressentidos por não terem tido condição - seja por falta de informação sobre a gravidade do problema, maturidade ou por falta de recursos práticos - de ajudar o Syd a se levantar.

Deve ser bem triste mesmo. Até por se tratar de uma época com pouca informação sobre estas coisas. 

Ao menos pudemos ter algumas obras com ele, e muitas outras depois de sua saída. Esse negócio de droguinhas é bem perigoso, e muitos se perdem nestes caminhos.

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Há quase 11 anos atrás - mais exatamente no dia 24 de junho de 2008 - este tópico "Pescaki FM" se iniciava, dando seguimento a uma brincadeira que fazíamos em outro fórum do qual boa parte da velha guarda daqui participava: Intrépida Pesca & Aventura.

Quanta coisa nova eu conheci por meio da participação dos amigos, quanto aprendi sobre música nestes 11 anos! Esse é o espírito da coisa, tanto aqui como na vida: compartilhar. Pobre daquele que guarda para si o que de bom pode compartilhar com o próximo... Fica a dica para os mais novos e que por algum motivo ainda não conhecem "o antigo testamento do rock".

E foi assim, usufruindo do compartilhamento de um grande amigo de meu irmão (8 anos mais velho que eu), que era uma verdadeira enciclopédia sobre música desde os anos 70, que tive acesso aos primeiros dois álbuns que transformaram minhas preferências musicais e me abriram um mundo que até então não tinha conhecimento além da audição passiva por meio de meu irmão.

Sendo assim, vou dar o pontapé inicial em uma série de posts com os álbuns que nos transformaram e ainda tem influência sobre nossos gostos musicais.

O primeiro LP que eu ouvi de fato por conta própria foi este:

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"Crime of the century", do Supertramp. Lançado em 1974, foi o primeiro sucesso comercial da banda com canções como "School" e seu sensacional solo de piano, "Dreamer" e "Bloody well right", a primeira música do disco a estourar nas top 10 das rádios americanas. A música título que fecha o disco até hoje me remete àquele dia, quando do alto dos meus 12 ou 13 anos de idade ficava quase sem piscar ouvindo aquela diferente composição, tão distinta do que eu costumava ouvir nas rádios AM, passando pela melancólica "If everyone was listening" e a introspecta "Hide in your shell", a viajante "Rudy"... Um clássico.

O segundo LP (emprestado junto com "Crime...") foi este:

220px-Rush_Signals.jpg

"Signals", do Rush. Uma pancada recém lançada à época e coincidentemente no mesmo mês que "Crime..", em setembro de 1982. Difícil falar qualquer coisa sobre esse álbum sem usar superlativos... Na época, dava a pista de vanguarda da banda canadense que se consagrou como uma das mais virtuosas do rock. Obviamente, sou fã de ambos até hoje e foi por meio do interesse despertado nesse episódio e do amigo do meu irmão que em seguida chegou aquele que cinzelou em bronze minha história musical: Pink Floyd. Mas isso eu vou contar em outro post.

P.S.: Cabe falar que o "Signals" tinha sido trazido de fora pelo tio deste amigo, pois naquela época um álbum novo demorava meses pra chegar de fato ao nosso alcance. O mais perto de download naquela época era quando alguém descia a ladeira ou as escadas com um saco de papel de supermercado com um monte de vinis dentro... rsrsrsrs

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dando continuidade .... rsrrss

primeiro LP que escutei ... na realidade roubei do meu irmão ... kkkk acho que era uns 19setenta e alguma coisa ... uheuheueh

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mas meu gosto musical se inclinou pro rock tradicional .... mas ainda escuto algumas desse conjunto ... hehhehe

 

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Pois bem. Nessa época meu irmão havia começado no primeiro emprego e a primeira providência dele foi comprar um receiver stereo, com boa qualidade de som. Com a curiosidade aguçada e começando a "ligar os pontos" ouvindo as novas (para mim) rádios FM tive a felicidade de constatar que "The logical song" e "Breakfast in America" eram músicas do Supertramp do magnífico álbum "Breakfast in America":

220px-Supertramp_-_Breakfast_in_America_

Meu Deus, notei que a coisa a esse ponto era irreversível! Lançado em 1978, pouco antes do meu début roqueiro, esse álbum foi o mais vendido da carreira do grupo e até hoje toca nas rádios em todo o mundo. Absolutamente sensacional, é onde o grupo alcançou a sua quase-perfeição e deu origem ao emblemático LP ao vivo "Paris", com o show da turnê mundial de "Breakfast..." na cidade luz. A foto interna da capa dupla dava o tom do que foi aquele show: John A. Helliwell entrando no palco com uma taça de vinho numa mão, um chapéu na outra e vestindo um paletó branco todo respingado de tinta. Um marco!

Supertramp-Paris.jpg

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Gravei fitas K-7 desses discos todos e ouvia direto, uma febre. Chegou então em minhas mãos uma peça que naqueles tempos era o must: a enciclopédia do rock. Atualizada uma vez por ano e em português, trazia as "novidades" do mundo da música e era tipo as Páginas Amarelas pra quem curtia música. Eu lia aqueles nomes e ficava imaginando como seriam aqueles sons... A essa altura, Baby (esse era o apelido do nosso amigo Ronald - sim, fiquei amigo do cara também, pra me aproximar daquela fonte aparentemente inesgotável de conhecimento musical!) já tinha comprado muitos outros discos novos e eu e meu irmão íamos à casa dele pra ver o que aprazia e pegávamos emprestado, sempre com o compromisso de devolver intactos aqueles maravilhosos álbuns em sua maioria importados.

Foi nesse momento que houve outra guinada. Aqueles dois discos estranhíssimos a mim, a julgar pela capa, e ao mesmo tempo hipnóticos, me arrebataram, primeiro pelo mistério do que seriam aquelas mensagens subliminares, segundo porque havia lido na tal enciclopédia do rock sobre o grupo britânico que lançou tais discos.

Um dos álbuns tinha uma foto do que parecia um pavilhão auricular e o outro tinha uma danada de uma pirâmide (depois soube que era de fato um prisma) com um feixe de luz entrando branco e saindo colorido. Lascou-se tudo. Nocaute. Eram "Meddle" e "The dark side of the moon". Pink Floyd acabava de entrar na minha circulação sanguínea, pra nunca mais sair. Até hoje me arrepio quando ouço o solo de "Time". Sentia de tudo ouvindo aquilo: angústia, letargia mental, euforia, alegria, tristeza, medo (One of these days), dúvida. 

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the-dark-side-of-the-moon-minimalista.jp

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Só coisa boa por aqui nesta manhã.

Como sou um tanto quanto mais jovem, fui ter meus primeiros contatos (espontâneos) com o Rock em meados de 1997/1998. Já conhecia algumas coisas como Pink Floyd, Black Sabbath, Guns e Queen, por ter ouvido em situações específicas e também quando meu pai ouvia, mas ir atrás de ouvir alguma coisa "nova" foi nessa época aí.

Lembro de ter pedido emprestado o CD do Offspring (Americana) para um rapaz mais velho que tinha me perguntado de onde eu havia tirado aquele "1, 2, 3, 4, 5, 5, 6" que eu cantarolava pela rua. Expliquei que nem sabia o que era, tinha ouvido uma amiga da minha irmã cantarolando e achei engraçado. Após minutos de conversa e algumas explicações sobre a origem daquele trecho, ele ficou de me trazer o CD.

Ironicamente, quando o trouxe na semana seguinte, corri para casa doido para conhecer aquela e outras canções totalmente novas para mim. Para minha surpresa, quando cheguei em casa descobri que veio o CD errado na caixinha, dentro estava o CD Facelift do Alice in Chains. Como era o que tinha, coloquei para tocar mesmo assim e ver o que era aquilo. 

Começou a tocar e eu não entendia direito o que acontecia ali, era realmente diferente do que eu já tinha ouvido até então. Quando tocou Man in the box eu percebi que não tinha levado prejuízo no CD enganado, e tive meu primeiro contato com o delicioso som de guitarra distorcida + wah-wah. Na outra semana ele trouxe o CD certo e foi também uma surpresa muito agradável, aqueles garotos estranhos do Offspring eram ótimos também, ouvi o máximo que pude aquele CD, depois ele me emprestou um do Metallica e daí pra frente a coisa desandou:guitar:.

Curiosamente, este rapaz - que também se chamava Guilherme - nem era diretamente meu amigo. Éramos apenas conhecidos, pois ele era primo de umas meninas da minha rua e passava algum tempo lá uma vez por semana por conta de compromissos de seus pais. Acho que foi mais ou menos quanto teve a primeira postagem do Pescaki FM:assobiando:

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12 minutos atrás, Fred Mancen disse:

Até hoje me arrepio quando ouço o solo de "Time".

Claro que é uma opinião extremamente particular e restrita, mas eu considero este solo (nem digo a música toda, apenas o solo mesmo) mais agradável de escutar, mais relevante e importante do que centenas de outros álbuns conceituadíssimos por aí. 

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3 minutos atrás, GMarux disse:

Claro que é uma opinião extremamente particular e restrita, mas eu considero este solo (nem digo a música toda, apenas o solo mesmo) mais agradável de escutar, mais relevante e importante do que centenas de outros álbuns conceituadíssimos por aí. 

:iCo01:

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Com a Fluminense FM divulgando muita coisa boa desde sua reinauguração como a rádio do rock em 1982, meu lance era ficar gravando tudo que ouvia bacana na Maldita e então pesquisar como podia sobre as bandas. Uma enxurrada de coisa boa tocava nas rádios - como é boa a concorrência de alto nível - e a cada dia eu me encontrava mais no rock. 

Não tinha monotonia: surf music, eletrônica (com os ótimos Joy Division que veio a gerar o New Order depois do suicídio de Ian Curtis, Devo, Kraftwerk...), progressivo com ELP, Genesis, Marillion, King Crimson, Camel.... até o hard rock era de mais personalidade com Dire Straits e outras bandas disputando nossa atenção. Nessa época, moldaram minhas preferências os álbuns:

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Desses álbuns, o "Alchemy" tem uma história legal... Tinha ido pescar no pier do clube perto de minha casa à tarde, depois da aula de 6a feira. Vi num buraco grande que tinha na entrada do pier um maço de cigarros inteirinho, visivelmente novo, com alguma coisa cuidadosamente colocada entre a caixa do cigarro em si e o plástico que a envolvia. Pulei no buraco e ao pegar o maço, a surpresa: tinham algumas notas de dinheiro no maço, somando uma graninha legal. Fui no bar do clube que ficava junto do pier e perguntei se alguém tinha perdido o maço. Com a negativa de todos e mais ninguém por perto, não restou alternativa a não ser ficar com a grana e deixar o maço num banco do bar - certamente alguém adotaria aquele maço de Parliament. Sábado de manhã cedinho corri pro centro comercial perto de casa e comprei uma bermuda da melhor surfwear da época e o álbum "Alchemy" novinho em folha! Até hoje tenho os vinis intactos! 

Há algum tempo coloquei os CD's do Alchemy pra tocar enquanto manuseava os vinis. Lembrei desse dia e do meu querido e saudoso pai, meu parceiro de pescarias e que apreciava junto comigo o magnífico solo do Mark Knopfler em "Once upon a time in the west".

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Queridos amigos. Eu não poderia estar mais contente com o que me aconteceu.

Inicialmente, estava muito chateado por uma pescaria realizada no sábado (dia do meu aniversário) que foi, de longe, a pior deste ano.

Foram capturados: 1 piranhona, 3 mini porquinhos e 1 CD (ao menos este era "grande", parecia um vinil compacto).

Após esta pesca frustrada, vou encontrar a patroa em casa e me deparo com esta belezinha aí, que já ganhou até nome.

Estava juntando moedas para trazer a beldade do nosso amigo @Armando Ito, e fui agraciado com esta coisinha aí. Não poderei adquirir aquela cerejinha, uma pena. Mas a causa é muito boa.

Consultei o nº de série é se trata de uma Coreana, do ano de 1999:wub:.

Já fiz uns balangandans nessa preciosidade, mas tem que passar pelo luthier. O antigo dono usava um encordoamento diferentão (pra mim). Misturando cordas de diferentes clibres. Não medi, mas parece que as 3 primeiras seriam 0.011 e as últimas 0.012:blink:.

Pensem num braço que doeu. Acostumado com a LTD, toda reguladinha, cordas baixas (0.009) e chega esse monstro aí. A "misona" parece um cadarço de tênis. Mas o som é bom, só não gostei da diferença de timbre que dá quando salta para as cordas "gravonas". Em minha humilde opinião, é - infinitamente - mais confortável de tocar que uma Les Paul. 

8Lah8t5.jpg

Nem sei se a escolha da cor se deu pelas minhas preferências. Mas achei lindona e combinou com a Marggot(esq).

O cantinho do Rock está parecendo um cantinho do Metal:guitar:.

Legal também que me lembra bastante a do Tony Iommi.

IldNbZ6.jpg

É isso aí, amigos. Um presente desses aí cura qualquer pescaria sem peixes. 

Um grande abraço e até a próxima.:comemorando:

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Eita, estive viajando e entrando aqui só o suficiente para manter a moderação em dia e, agora deparo aqui com tantas mensagens não lidas que fica até difícil comentar todas. 

Então, vou comentar aquela que me parece a mais importante do momento, que é a de nosso amigo Guilherme, que depois de uma frustrada jornada de pesca, teve esta grata surpresa por receber uma belezura como esta, da qual ele só refere já ter batizado, mas não nos revela o nome! :rolleyes:

Então, meu amigo, por tudo de bom que antes de teu post está postado por você mesmo e por nossos dedicados amigos Ito e Fred, bem como pela encantadora passagem em tua vida, ficam meus parabéns, com votos de que venham muitas alegrias com o "brinquedinho" novo! :clapping::comemorando:

Em razão de minhas reduzidas habilidades no trato com estas maravilhas, certamente você está em nível acima do meu, mas arrisco deixar um conselho que por sua vez foi deixado por meu Professor Danilo Simi, que é abandonar a maciez das cordas 0,009 e passar a usar a 0,010 ou a 0,011. Perceberá que os bends restarão muito mais afinados e persistentes, mantendo bem mais firme a afinação, demandando então, apenas um rápido período de adaptação que não será difícil. :ok: 

Mais uma vez, meus parabéns, meu amigo! :clapping:

 

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Opa! ... parabéns Guilherme ! ... com certeza vai adorar essa maravilha ....

poxa , pq não me falou ? ... eu pintava a minha de preta ... uheuheuheuhe

zuera .... kkkk

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11 horas atrás, Domingos Bomediano disse:

da qual ele só refere já ter batizado, mas não nos revela o nome! :rolleyes:

Em razão de minhas reduzidas habilidades no trato com estas maravilhas, certamente você está em nível acima do meu, mas arrisco deixar um conselho que por sua vez foi deixado por meu Professor Danilo Simi, que é abandonar a maciez das cordas 0,009 e passar a usar a 0,010 ou a 0,011. Perceberá que os bends restarão muito mais afinados e persistentes, mantendo bem mais firme a afinação, demandando então, apenas um rápido período de adaptação que não será difícil. :ok: 

Mais uma vez, meus parabéns, meu amigo! :clapping:

Acabei me esquecendo do nome:rotfl2:. Esta belezinha aí é a Zoe Rosetta, em homenagem a Belíssima Zoe Saldana, e a sensacional Sister Rosetta. Confesso que, apesar do esforço, minhas habilidades no instrumento são bastante questionáveis:heh:. Mas o lance das cordas é bem por aí mesmo. Nesta guitarra vou usar cordas 0.010. Na outra também vou passar para 0.010 na próxima troca de encordoamento.

Realmente, a LTD está com uma maciez exagerada, muito por isso vou proceder com a mudança. Se a SG também ficar muito macia, por conta da escala menor, passarei então para 0.011:guitar:.

 

10 horas atrás, Armando Ito disse:

Opa! ... parabéns Guilherme ! ... com certeza vai adorar essa maravilha ....

poxa , pq não me falou ? ... eu pintava a minha de preta ... uheuheuheuhe

zuera .... kkkk

:brinde: O duro é que a cereja era minha preferência. Porém, não está mal a crioula. É linda também.

Agora só falta mesmo é aprender a usar essas maravilhas...

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10 horas atrás, Armando Ito disse:

Opa! ... parabéns Guilherme ! ... com certeza vai adorar essa maravilha ....

poxa , pq não me falou ? ... eu pintava a minha de preta ... uheuheuheuhe

zuera .... kkkk

:rotfl2: Sacana!

15 horas atrás, GMarux disse:

Queridos amigos. Eu não poderia estar mais contente com o que me aconteceu.

Inicialmente, estava muito chateado por uma pescaria realizada no sábado (dia do meu aniversário) que foi, de longe, a pior deste ano.

Foram capturados: 1 piranhona, 3 mini porquinhos e 1 CD (ao menos este era "grande", parecia um vinil compacto).

Após esta pesca frustrada, vou encontrar a patroa em casa e me deparo com esta belezinha aí, que já ganhou até nome.

Estava juntando moedas para trazer a beldade do nosso amigo @Armando Ito, e fui agraciado com esta coisinha aí. Não poderei adquirir aquela cerejinha, uma pena. Mas a causa é muito boa.

Consultei o nº de série é se trata de uma Coreana, do ano de 1999:wub:.

Já fiz uns balangandans nessa preciosidade, mas tem que passar pelo luthier. O antigo dono usava um encordoamento diferentão (pra mim). Misturando cordas de diferentes clibres. Não medi, mas parece que as 3 primeiras seriam 0.011 e as últimas 0.012:blink:.

Pensem num braço que doeu. Acostumado com a LTD, toda reguladinha, cordas baixas (0.009) e chega esse monstro aí. A "misona" parece um cadarço de tênis. Mas o som é bom, só não gostei da diferença de timbre que dá quando salta para as cordas "gravonas". Em minha humilde opinião, é - infinitamente - mais confortável de tocar que uma Les Paul. 

8Lah8t5.jpg

Nem sei se a escolha da cor se deu pelas minhas preferências. Mas achei lindona e combinou com a Marggot(esq).

O cantinho do Rock está parecendo um cantinho do Metal:guitar:.

Legal também que me lembra bastante a do Tony Iommi.

IldNbZ6.jpg

É isso aí, amigos. Um presente desses aí cura qualquer pescaria sem peixes. 

Um grande abraço e até a próxima.:comemorando:

Parabéns, meu amigo! Muito bonita! Que traga muitos bons momentos musicais!

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33 minutos atrás, GMarux disse:

Acabei me esquecendo do nome:rotfl2:. Esta belezinha aí é a Zoe Rosetta, em homenagem a Belíssima Zoe Saldana, e a sensacional Sister Rosetta. Confesso que, apesar do esforço, minhas habilidades no instrumento são bastante questionáveis:heh:. Mas o lance das cordas é bem por aí mesmo. Nesta guitarra vou usar cordas 0.010. Na outra também vou passar para 0.010 na próxima troca de encordoamento.

Realmente, a LTD está com uma maciez exagerada, muito por isso vou proceder com a mudança. Se a SG também ficar muito macia, por conta da escala menor, passarei então para 0.011:guitar:.

Que sejam auspiciosos os dias de palhetadas na Zoe Rosetta! :comemorando:  Sobre as cordas, penso que a 0,010 seja o ponto de equilíbrio, vez que corretamente colocadas, guardando poucas voltas no pino de enrolamento, seguram muito bem a afinação, mesmo quando se apliquem altos bends, com certeza. :ok: 

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6 horas atrás, Domingos Bomediano disse:

Que sejam auspiciosos os dias de palhetadas na Zoe Rosetta! :comemorando:  Sobre as cordas, penso que a 0,010 seja o ponto de equilíbrio, vez que corretamente colocadas, guardando poucas voltas no pino de enrolamento, seguram muito bem a afinação, mesmo quando se apliquem altos bends, com certeza. :ok: 

De fato, parece que a 0.010 será uma excelente escolha. Contudo, não posso reclamar das 0.009, são muito gostosas de tocar. E com floyd rose a afinação fica excelente e não desafina com facilidade, mesmo dando umas alavancadas pra lá e pra cá. Mas imagino que o timbre vá ficar maravilhoso após engrossar as cordas. Dar um bend de 1,5 tom numa corda mais grossa deve soar lindão mesmo.

Há também o ponto positivo das 009 serem tão maleáveis, isso deixou a afinação dos meus bends muito melhor do que já foi um dia. Hoje em dia tenho feito os bends redondinhos. Vamos ver como será a adaptação com as 010. Mas vai ser gradativa, primeiro na Zoe. somente quando estas cordas coated acabarem de vez vou substituir. Esses encordoamentos são caros demais para serem desperdiçadas:simsim:.

Primeira vez que utilizei este tipo de encordoamento e me apaixonei. Antes, após uma semana de uso, no máximo duas, as cordas já apresentavam ferrugem e ficavam ruim de tocar. Estou usando este encordoamento já tem uns 4 meses e continua lindo, limpo e brilhante (fisicamente e também na sonoridade).

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5 horas atrás, GMarux disse:

De fato, parece que a 0.010 será uma excelente escolha. Contudo, não posso reclamar das 0.009, são muito gostosas de tocar. E com floyd rose a afinação fica excelente e não desafina com facilidade, mesmo dando umas alavancadas pra lá e pra cá. Mas imagino que o timbre vá ficar maravilhoso após engrossar as cordas. Dar um bend de 1,5 tom numa corda mais grossa deve soar lindão mesmo.

Há também o ponto positivo das 009 serem tão maleáveis, isso deixou a afinação dos meus bends muito melhor do que já foi um dia. Hoje em dia tenho feito os bends redondinhos. Vamos ver como será a adaptação com as 010. Mas vai ser gradativa, primeiro na Zoe. somente quando estas cordas coated acabarem de vez vou substituir. Esses encordoamentos são caros demais para serem desperdiçadas:simsim:.

Primeira vez que utilizei este tipo de encordoamento e me apaixonei. Antes, após uma semana de uso, no máximo duas, as cordas já apresentavam ferrugem e ficavam ruim de tocar. Estou usando este encordoamento já tem uns 4 meses e continua lindo, limpo e brilhante (fisicamente e também na sonoridade).

Muito legal esta "conversa" rsss

Sobre a ferrugem nas cordas, meus amigos costumam dizer que tem alguns que eles até evitam que peguem suas guitas por causa do sal no suor, pois me garantem que conforme a pessoa a corda reage quase que instantaneamente. Aliás, tem um amigo nosso que até reclama disso, se dizendo discriminado porque ele é proibido de tocar nas guitas dos dois irmãos rssss. Confesso que ainda não percebi isso, não, mas que tem um bocado de fundamento, isso tem! :ok:  

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A questão do surgimento de ferrugem nas cordas dos instrumentos musicais ou em qualquer outro material ferroso, se dá devido o individuo ter alto valor de acido úrico, algumas empresas tinham na pratica admissional esse teste com o candidato, mesmo não estando suados , notava-se que a oxidação era imediata , escurecendo onde percebia se as impressões digitais.

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11 horas atrás, Domingos Bomediano disse:

Muito legal esta "conversa" rsss

Sobre a ferrugem nas cordas, meus amigos costumam dizer que tem alguns que eles até evitam que peguem suas guitas por causa do sal no suor, pois me garantem que conforme a pessoa a corda reage quase que instantaneamente. Aliás, tem um amigo nosso que até reclama disso, se dizendo discriminado porque ele é proibido de tocar nas guitas dos dois irmãos rssss. Confesso que ainda não percebi isso, não, mas que tem um bocado de fundamento, isso tem! :ok:  

Eu sou desses aí. Já tinha tentado usar produtos "milagrosos" para limpar as cordas após o uso, diferentes marcas e etc... Mas somente com este tipo de encordoamento, "encapado", consegui bons resultados. O valor é bem superior aos mais comuns, mas está me servindo muito. Visto que eu já teria desembolsado mais que o dobro se fosse trocando os encordoamentos normais conforme estes enferrujassem. Eu estou usando aquelas Elixir. E pelo que soube, a SG veio com um encordoamento do mesmo tipo, mas da Earnie ball. 

 

11 horas atrás, Roque Moraes disse:

A questão do surgimento de ferrugem nas cordas dos instrumentos musicais ou em qualquer outro material ferroso, se dá devido o individuo ter alto valor de acido úrico, algumas empresas tinham na pratica admissional esse teste com o candidato, mesmo não estando suados , notava-se que a oxidação era imediata , escurecendo onde percebia se as impressões digitais.

Vixi, eu não passaria nestes testes... A menos que eles quisessem alguém para enferrujar coisas. 

E, de fato, eu não ficava todo suadão tocando em casa. Mesmo assim, as cordas iam pro brejo. 

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12 horas atrás, Domingos Bomediano disse:

Muito legal esta "conversa" rsss

Sobre a ferrugem nas cordas, meus amigos costumam dizer que tem alguns que eles até evitam que peguem suas guitas por causa do sal no suor, pois me garantem que conforme a pessoa a corda reage quase que instantaneamente. Aliás, tem um amigo nosso que até reclama disso, se dizendo discriminado porque ele é proibido de tocar nas guitas dos dois irmãos rssss. Confesso que ainda não percebi isso, não, mas que tem um bocado de fundamento, isso tem! :ok:  

 

11 horas atrás, Roque Moraes disse:

A questão do surgimento de ferrugem nas cordas dos instrumentos musicais ou em qualquer outro material ferroso, se dá devido o individuo ter alto valor de acido úrico, algumas empresas tinham na pratica admissional esse teste com o candidato, mesmo não estando suados , notava-se que a oxidação era imediata , escurecendo onde percebia se as impressões digitais.

Eu, ao menos pelo que consigo observar, não tenho este problema, até porque os moleques ainda não reclamaram quando eu toco nas guitas sagradas deles rssss mas mesmo assim, sempre borrifo WD-40 em uma flanela e passo nas cordas, nos trastos e na madeira da escala. :ok:  

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