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Showing content with the highest reputation since 16-08-2019 in all areas

  1. 3 points
    Neandertais amavam pescar https://exame.abril.com.br/ciencia/neandertais-amavam-pescar-e-so-sabemos-disso-por-causa-de-seus-ouvidos/ Foi encontrado também o material de pesca.
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    Na verdade, Mauricio, o que estamos buscando é um consenso de cota zero para transporte, mas não para o consumo de um ou dois peixes por dia na barranca. Considero ideal este método, vez que contrastando com a falta de fiscalização lá no rio, há sempre a fiscalização em locais estratégicos para evitar o transporte. Como pode ver, o problema maior está sempre na falta de fiscalização e má conduta do pescador brasileiro, bem como dos pescadores profissionais, que muitas vezes sequer são assim qualificados. Contudo, a ideia não é bem aceita pelo empresariado da área de hotelaria por entender que haverá perda de clientela, o que não ocorre em alguns locais onde este sistema já funciona. E, obviamente, onde houver alguma perda será apenas questão de tempo para uma rápida adaptação.
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    Sim, mestre Bomê! Eles fazem músicas para trilhas sonoras, em específico - ainda não sei o suficiente sobre eles para afirmar que tenham lançado algo no mercado em formato de álbum. Pra quem quiser assistir à série, tem no Globosat Play: https://globosatplay.globo.com/canal-off/v/6869400/ Essa tem na série:
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    E a briga começou...
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    Liga não, o pessoal é assim mesmo. Só puxe uma cadeira e vamos pra prosa.
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    Belas carpas no ultralight é show.
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    Parabéns pela aventura amigos... e pelas capturas!
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    Bela aventura amigo... Parabéns!
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    Parabéns meu amigo... Ótimo post, muito bem detalhado e rico em detalhes! Belos exemplares e belíssimo lugar!
  12. 1 point
    É bem por aí mesmo, na preservação, ou no máximo na exploração controlada, que se encontra a saída para a situação da pesca no Brasil. No Estado de Goiás, a região do Araguaia, que vinha nos estertores acabou bastante recuperada com cota zero de transporte durante apenas cinco anos!
  13. 1 point
    Que bom que gostou, grande Roque! É sempre interessante manter a mente aberta para novos sons. Ontem fiz uma trilha de bike ouvindo a playlist deles. Foi bastante conveniente...rsrsrsrs..
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    Muito bom essa postagem Fred!... além do aplicativo , excelente o som ...valeu!
  15. 1 point
    Quem assistiu à bela série documental "O mundo inexplorado", exibida originalmente no Canal Off, certamente vai lembrar de algumas músicas instrumentais impactantes, meio surf music, com fortes pitadas de rock soturno inglês dos anos 90 (lembra algo de Killing Jokes, Joy Division)... Sei lá... Cata dali, pergunta de cá, tive a ideia de perguntar direto ao provável "dono da bola". Em diversos episódios o videomaker, surfista e músico Michelangelo Bernardoni aparecia compondo a bordo do veleiro Abel Tasman, na viagem de Kamchatka ao Alasca. Perguntei a ele no Instagram sobre tais músicas: "Sim, são minhas", ele gentilmente respondeu e ainda compartilhou o link no Soundcloud. Ganhou ainda mais meu respeito, pois foi extremamente gentil e solícito. De Balneário Camboriú, integra o projeto musical independente The Black Hole Janitors, junto com Anderson Kuehne, cujo trabalho pode ser ouvido gratuitamente no Soundcloud. Aqui, compartilho uma das músicas que me chamou a atenção: Como é bom saber que tem gente fazendo coisa diferente do lixo habitual.
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    https://www.douradosagora.com.br/noticias/meio-ambiente/pesca-liberada-tambem-exige-cuidado-com-legislacao-ambiental Pesca liberada também exige cuidado com legislação ambiental A Polícia Militar Ambiental alerta os foliões que resolverem praticar a pesca para que respeitem a legislação, porque, mesmo com a atividade aberta, várias atitudes continuam sendo crimes, inclusive, com as mesmas penas de pescar em período de piracema. A proibição inclui, por exemplo, pescar com petrechos ou com método de pesca proibidos; capturar peixes em quantidade superior à permitida ou em local proibido e capturar pescado com tamanho inferior ao permitido. As penalidades criminais e administrativas são pesadas e o desrespeito à legislação pode levar o infrator a ser preso e condenado a até três anos de detenção. Todo o material de pesca e mais motores de popa, barcos e veículos utilizados na infração apreendidos são recolhidos. O valor da penalidade de multa pode partir de R$ 700,00 e chegar a até R$ 100 mil, mais de R$ 20,00 por quilo de pescado irregular. Orientações sobre pesca dentro da legislação Para não incorrer em crime ambiental ao praticar a pesca, é preciso estar atento ao que é ou não permitido pela legislação: Petrechos proibidos para o pescador amador: cercado, pari ou qualquer aparelho fixo, do tipo elétrico, sonoro ou luminoso; fisga, gancho ou garateia, pelo processo de lambada; arpão, flecha, covo, espinhel ou tarrafão; substancia tóxica ou explosiva; anzol de galho; qualquer aparelho de malha – como redes e tarrafas, por exemplo. Cota para captura: dez quilos mais um exemplar de qualquer peso, desde que não seja do tamanho inferior ao permitido e cinco exemplares de piranha. Transporte – Efetuar a vistoria e lacre nos Postos da PMA. É preciso licença de pesca. Pesca profissional: Cercado, pari ou qualquer aparelho fixo; aparelho do tipo elétrico, sonoro ou luminoso; fisga, gancho ou garateia, pelo processo de lambada; arpão, flecha, covo, espinhel ou tarrafão; substância tóxica ou explosiva; qualquer aparelho de malha – como redes e tarrafas. É permitido ao pescador profissional: tarrafa para captura de isca (altura máxima de 2m, malha entre 20mm e 50 mm e linha de nylon com espessura máxima de 0,50 mm); 8 (oito) anzóis de galho devidamente identificados (Resolução Semac nº 06/07); 05 (cinco) boias fixas (cavalinho) devidamente identificadas (Resolução Semac nº 06/07). A cota permitida é de 400 kg por mês. Rios onde é proibida a pesca de qualquer natureza (exceto a científica autorizada): Rio Salobra - Município de Miranda e Bodoquena (neste rio a navegação é permitida somente com motor de 4 tempos, de potência até 15 hp); Córrego Azul - Município de Bodoquena; Rio da Prata - Município de Bonito e Jardim; Rio Nioaque - Município de Nioaque e Anastácio. A pesca amadora ou a profissional não é permitida a menos de 200 metros a montante ou a jusante das barragens, corredeiras, cachoeiras e escadas de peixe. A pesca nesses rios e locas é crime. Rios e trechos de rios em que é permitida a pesca na modalidade pesque e solte: Rio Negro - Trecho situado na confluência do Rio Negro com o Córrego Lajeado, localizado próximo à cidade de Rio Negro até o brejo existente no limite oeste da Fazenda Fazendinha, no município de Aquidauana; Rio Perdido - em toda sua extensão, compreendendo os municípios de Bonito, Jardim, Caracol e Porto Murtinho; Rio Abobral, em toda sua extensão; Rio Negro - trecho situado na confluência do Rio Negro com o Córrego Lajeado, localizado próximo à cidade de Rio Negro até o brejo existente no limite oeste da Fazenda Fazendinha, no município de Aquidauana; Rio Perdido - em toda sua extensão, compreendendo os municípios de Bonito, Jardim, Caracol e Porto Murtinho.(Assessoria de Imprensa)
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    Uma jornada bem movimentada! Parabéns!
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  20. 1 point
    Recebi recentemente um exemplar dessa diferente carretilha. Originária da África do Sul, não vejo na internet mais qualquer citação a esse fabricante (Phoenix Grizzly), que provavelmente fechou as portas já há algumas décadas. O chassi era feito em uma única peça que incorpora o Reel Foot. Bem resistente. Era uma carretilha feita para favorecer o arremesso. De fato, dizem que é possível alcançar mais de 240 m usando um chumbo de 150 g. O estilo lembra bastante os antigos Grice & Young Orlando. Porém, esses não tinham qualquer multiplicação no recolhimento nem drag, eram direct drive. A Phoenix tem relação de recolhimento de 2,25 : 1 e possui um Star Drag funcional. Para arremessar, bastava destacar o carretel da posição de recolhimento e prendê-lo no bico. Retira-se a linha da guia e segure com o indicador, como em um molinete. Procedimento bem simples, que é feito com uma só mão. Dessa forma, arremessa como um molinete comum mas recolhe como uma carretilha. Mais ou menos como uma Alvey, com a diferença que nas Phoenix é mais simples evitar a linha torcida, bastando para isso inverter o carretel a cada arremesso. Uma ótima idéia. Era feita para se usar em praias e costões, com material muito resistente à corrosão marinha. Tem 4 rolamentos inox, engrenagens de Acetal, os washers do Drag são de Tufnol, todos parafusos de aço inox, o metal exposto de bronze cromado, corpo e carretéis em grafite. De fato, tem pouca coisa aí para se ressentir do sal. E cabe linha pra dedéu. 400 m de mono 20 libras. Um bom acréscimo à coleção. Porém, ainda pretendo usá-la em campo. Quero verificar melhor o conceito. Vinha junto um pequeno folder com explicações. Pouco se encontra na internet sobre essa carretilha apesar de ter sido uma boa idéia de engenharia. Me pergunto porque não vingou, me pareceu bem inovadora. Aqui, uma reportagem da Sea Angler Magazine de 1996. E assim foi. Mais um pouquinho de história e do universo dos equipamentos de pesca. Até a próxima.
  21. 1 point
    Esta nobre preocupação levantada pelo amigo é relevante demais, nem cabe discutir como seriam nossos estoques de peixes se houvesse preservação. Mas vejo que o problema vai bem além disso. Não bastasse a falta de cultura e educação ambiental, sobram ignorância e desinformação, além de mau caratismo e inexistência/ineficácia de fiscalização efetiva. Dois exemplos clássicos do RJ: baía de Sepetiba e o sistema lagunar e mangue de Jacarepaguá. Um com sobrepesca desenfreada há décadas e o outro, vítima do crescimento desordenado e sem qualquer medida para adequação dos esgotos dos condomínios da Barra lançados in natura no mangue. Isto sem falar na baía de Guanabara, que tem os dois lados da moeda: enormes e abundantes exemplares variados nas APA's da Marinha e poluição desenfreada advinda de esgotos e indústrias. Isso atesta que nem um salva sozinho a situação nem o outro é o único responsável pelo sumiço dos peixes.
  22. 1 point
    Com certeza fica desconfortável. Só que no meu caso pro jeito que cuido e da forma que uso o lontrinha me atende bem, teria dó de usar um caiaque melhor como uso ele. O que mais gosto nele também é o peso, com as alças pra carregar é só colocar nas costas e levar pra onde quiser. Com o orca eu afrouxava as veias do pescoço fazendo força kkkk.
  23. 1 point
    Tinha um Hunter e sei como fica desconfortável no barracuda ou no Lontras, já utilizei os dois caiaques também ... e acho que é questão de gosto, tenho o Safari e ele pra mim é bem confortável e o Shark então nem se fala.
  24. 1 point
    Tenho 1,80 com 79 kg e ainda estou procurando um barquinho decente.
  25. 1 point
    É, as últimas foram animadas.... Nessa foto, o Bome e o Ito não aparecem pois foram buscar espetinhos na churrasqueira. O Fred e o resto do pessoal estavam no bar.
  26. 1 point
    lambari frito ? ... ECAAA !! .... moooito ruim .... uma vez tive que fritar umas 5 gaiolas dessas pra poder sentir o gosto .... gostei não ...
  27. 1 point
    briga aqui ?? ... nunca ... nem vi ... ...
  28. 1 point
    Que beleza, grande Nilson! Quatis é uma cidade simpática, há duas décadas atrás eu trabalhava como prestador de serviço na Light e tive a oportunidade de conhecer. Boa opção de pesca esportiva e uma oportunidade de um bom passeio em família ou com amigos, bela dica!
  29. 1 point
    Fala pescadores sou novo por aqui e novo sobre pesca com carretilha. Gostaria de saber como que seria o correto de se usar o equipamento pois uso da seguinte maneira a linha líder direto na isca artificial. Gostaria de suas opinioes e dicas pra um iniciante como eu . Desde já obrigado a todos.
  30. 1 point
    Indico um conjunto #6 como sendo mais adequado para se divertir num P&P. Podes até mesmo investir num mais pesado, porém mais leve que isso não recomendo. Lembre que o peso dos conjuntos de Fly seguem a ordem numérica crescente e sendo assim, conjunto mais pesado que o #6 é o #7. Passar o dia num P&P com um conjunto mais pesado como, por exemplo, um conjunto #8, é bem cansativo. Quanto as marcas e fabricantes, num P&P não será necessário um grande investimento, pode comprar um conjunto pré montado que são denominados COMBO e se divertir bastante. Com alguns meses de diversão poderá investir primeiro numa linha melhor e já notará uma grande melhora no uso do conjunto. Uma vez que tome gosto e queira melhorar o conjunto, poderá investir numa vara melhor. O peixe alvo é que será o norte para investir num equipamento melhor.
  31. 1 point
    serio .... eu me divirto com isso .... kkkkkkkkkkk
  32. 1 point
    Como alguns amigos aqui do fórum sabem, organizo grupos assim faz um bom tempo e como principal objetivo dar oportunidade para desmistificar essa pescaria que tem sido espetacular todos os anos. Sim pescar na Patagônia pode ser feito de forma econômica. Mais uma vez um grande número de novatos foi comigo para assim apresentar a Patagônia, mas também veteranos experientes de viagens anteriores. Depois de muito planejamento ao longo do ano passado, o grupo foi se formando naturalmente em função da proposta de pescar guiado ou no esquema DIY (faça você mesmo). Digo planejamento por que sou organizador do grupo e não guia como fui chamado essa semana por alguns argentinos que acharam que estou tomando o lugar deles. Que fique claro que não sou guia, pois não posso operar como guia, mas posso e vou continuar organizando meus grupos todos os anos para quem quiser ir comigo pescar na Patagônia. Ao todo foram contratadas onze flotadas em diversos dias e assim a maioria doa amigos pode ter essa experiência onde certamente as maiores trutas são capturadas. É muito raro capturar uma truta grande numa pescaria de vadeio, seja solo ou com guia, mas não é impossível. Alguns amigos tiveram sua primeira experiência de pesca justamente nessa viagem e os guias nesse momento também fazem papel de instrutor, mas aqui fica um conselho, para uma melhor experiência de Fly Fishing numa viagem dessas, invista primeiro em aprender a arremessar, novatos não devem deixar para fazer isso na Patagônia. Aquele que entrar num campo de futebol já sabendo jogar bola, terá uma experiência muito melhor. Mas vamos ao que importa. Recepcionei a turma no aeroporto de Chapelco com uma Pick-Up e sendo assim, foi fácil colocar todas as bagagens na caçamba, de lá seguimos para o complexo de Cabañas para assim começarmos nossa meta de fazer câmbio, comprar as permissões de pescar e fazer compras no supermercado. Nesse meu esquema Classe Econômica cada Cabaña é responsável de cuida do café da manhã, lanche do pic-nic e jantar. Por falar em jantar, boa parte do grupo "descobriu" o serviço delivery do Restaurante Ruca Houney e sendo assim, demos fim nessa questão de pilotar o fogão de noite, se bem que fiz uma macarrão com salsicha muito show de bola. Eu como pescador, já que muitos acham que sou "guia" de pesca. Creio ser minha única fotografia em ação, mas devem aparecer mais por aí, pois de santo não tenho nada e pesquei em diversos momentos entre uma "guiada" e outra. Pic-nic no rio Malleo. Dei uma basta nesse lance de comer sanduiches o tempo todo, agora tem comida quentinha. Quem não gosta, chora. Estão servidos? Navarro aprendiz em ação. Para um aprendiz até que se saiu bem em vários momentos, mas prometeu fazer um curso. Sua truta no Malleo. Papalardo em ação. Também novato no Fly e nem por isso deixou de pescar bem. Acho que foi o "instrutor" que ajudou bastante quanto a isso. Vento? Que vento? Frio? Que frio? Esse não é da turma do mimimi. Ferro nelas!!! Demais do grupo também no Malleo, esse trecho é uma escola. Ocupamos um bom trecho. Marcelo em ação no pool do BOSS. Toda hora uma truta na ponta da linha. Ferro nelas!!! Com poucas instruções e já entendeu os quatro passos do arremesso. Teve até hambúrguer!!! Como sempre, a "curva do peru" cheia de chivitos. Fica entre o Camping 3 e o Camping 4. Todos os anos um visitante no complexo de Cabañas e sempre trazendo alegria. Está aí o rio Meliquina. Primeira vez em anos que pesquei de Tenkara nesse trecho e "matei a pau". Bem como tomei um trambolhão entrando no rio. Quer pêra? No complexo tem. É só abaixar e pegar. Cabaña. Meu dia de Tenkara no rio Chimehuin Baixo. Pic-nic no trecho que chamamos de Los Chivitos. Lugar lindo. Tá bom, tá bom, a turma não enjoou de comer salsichas. Não chamamos de Los Chivitos atoa. Espero que gostem. T+
  33. 1 point
    mentira ... é polenguinho ... rsrsrrs
  34. 1 point
    indicação de PE não significa ser para pesca leve ... dimensionamento leva em consideração o peso de isca e não o peixe ...
  35. 1 point
    Gomoku tem intimidade com slow ? ... ou vai iniciar ?
  36. 1 point
    Marcão, Miguel ou quer outro amigo que queira iniciar no mundo da pesca com mosca, invistam em aprender a escrever direito para depois investir numa boa caneta, em suma, invistam numa boa aprendizagem para que saibam arremessar bem, para depois investir num bom conjunto. Tenho observado alguns amigos que levei para a Patagônia e não sabiam arremessar corretamente, e essa ineficiência se torna frustrante para quem está começando, em suma, não coloquem o carro na frente dos bois.
  37. 1 point
    Junior , já contactei a Sugoi .... provavelmente irão entrar em contato com vce ... só tenha um pouco de paciência ... rsrrs Abrasss e boa sorte !
  38. 1 point
    MAURÍCIO foram situações assim que me conscientizaram dos valores da vida. quando estamos em campo encontramos os habitantes naturais e selvagens do meio,somos nós os intrusos,mas sentimos nos ameaçados ao depararmos com uma simples cobra,logo a matamos,quando na verdade precisavamos respeitá-la. ser um pescador esportivo não é apenas pescar e soltar,mas saber preservar a vida existente em seu contorno e mais ainda contribuir para que a espécie perpetue permanentemente,seja fauna ou flora,somente assim seremos respeitado. parabéns pela mensagem.
  39. 1 point
    Um belo texto... Vou ser sincero, quando começei a pescar eu traçava tudo, pequenos e médios, grande ainda não tive oportunidade de pegar. Mais hoje, com uns 6 meses de pesca, estou soltando os pequenos...chego a pegar 4 a 6 peixes(pesca de praia, espera) e soltar todos, voltar "nú, com a mão no bolso", mais tranquilo. Não é bom voltar sem nada, mais isso me leva a estudar tipos de peixes específicos e preparar o material específico pra ele, bem bacana isso. Um abração a todos.
  40. 1 point
    Pesco 2x por mes, e ADORO Peixe, principalmente aquela trilha e sardinha fritinha Bom sempre solto os pequenos e grande nunca peguei, resultando que só levo pra casa os medios, e não vou dizer que se um dia pegar um peixe grande nao possa vir a levar pra casa, mais que seja para um almoço em familia e grande quantidade de pessoas, afinal prefiro eu abater que ir a peixaria e alimentar aqueles que realmente fazem mal a naturaza, pois garanto que se fosse apenas os pescadores esportivos e grupos de nativos, teriamos muitos peixes em nossas aguas. Por Favor sei que a Sardinha esta quase em extinção mais eu adoro elas "Fritas por favor".
  41. 1 point
    Minha esposa sempre me questionou sobre o porque de pescar. Lendo esse texto até parece que foi ela que escreveu. Ela sempre me perguntou por que eu pesco o pobre do peixe se depois eu vou solta-lo, ela diz que é crueldade, que isso só serve pra machucar o peixe. Excelente texto. Gostei de verdade! Parabéns!
  42. 1 point
    Não chego a comer tudo que pesco, mas realmente não tenho problemas de consciência qto ao que faço. Caçar é bom. Você pega apenas o que teu esforço/paciência/estratégia te proporciona. Levo os médios. Pequenos voltam e grandes tb. Pra estes bastam as fotos.
  43. 1 point
    Como disse nosso grande guru Bomediano ( ), saio de grande parte das pescarias com o coração, a mente e o estômago apaziguado!
  44. 1 point
    kkkkk...relendo os posts lembrei de um robalo peva que peguei há uns dois anos atrás, na baía de Sepetiba. Segurei o bruto para fotografar e, estranhamente, o bicho me olhou de banda...kkkkk... soltei na hora. Já havia soltado todos os outros que havia pego no dia, menores e do mesmo tamanho, e quando peguei ele disse que o levaria pra casa. Mas quando o danado me "olhou no olho", fiquei com pena do bicho...rsrs...acabou que naquele dia o jantar em casa foi lasanha, apesar dos protestos de minha esposa...
  45. 1 point
    Outro dia me vi numa situação angustiante e me senti como um peixe tentando se livrar do anzol, isso me fez refletir justamente esssa situação, são os antagonismos da alma humana. No fim consegui me livrar do perrengue e me vi como um peixe que tinha acabado de se soltar do anzol. tive um baita susto mas continuei vivo e feliz hehehe P.S. Agora sei como um peixe se sente quando fisgado, mas continuo pescando...
  46. 1 point
    DEu quase vontade de parar de pescar! Quase ai eu lembrei q peixe não fla!!
  47. 1 point
    como diria o poeta maurício: "peixe frito com arroz"...
  48. 1 point
    Discordo. Aqui só há espaço para a luta. Não conheço este tipo de sentimento em nenhuma criatura selvagem. E nem quero isso para mim. Até os poetas sabiam disso. "I NEVER saw a wild thing sorry for itself. (NEM ELE E NEM EU. EU NUNCA VI.) A small bird will drop frozen dead from a bough without ever having felt sorry for itself." - D.H.Lawrence (1885-1930)
  49. 1 point
    Por isso que levo pra comer hehehehehe, sem dó nem piedade! Quando o peixe, na borda do barco, ao final de mais de 10, 20 ou 30 minutos de briga, dá aquela última sacudida molhando o rosto do pescador e soltando-se triunfante do anzol,..., a sensação de impotência, vergonha perante aos demais, as inevitáveis gozações não contam não??? O peixe que se Frite hauhauhauhau
  50. 1 point
    Me fez refletir...

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