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  1. 7 points
    Bom, meus amigos, depois de mais de 60 dias sem pescar, fomos até o condomínio onde mora uma sobrinha e tentamos algumas traíras. Fomos eu, meu Filho Marcos e meu Irmão Mário. Na verdade, é um lago onde tem outras espécies mas para matar a saudade de pescar com iscas macias, focamos nas traíras. Pescamos durante apenas duas horas mas foi o suficiente para matar a saudade de jogar uma linha na água. Resultou que Marcos pegou duas, eu uma e meu Irmão, uma também. Seguem fotos da jornada. A primeira de Marcos E a segunda... Em seguida a minha E por fim a de meu Irmão Embora não tenha se configurado em uma grande jornada, teve seu significado especial em razão de que pescamos por pouco tempo e depois de tanto jejum. No meu caso a isca e montagem usadas foram estas: Espero que gostem! Grande abraço a todos!
  2. 7 points
    Boa noite amigos, hoje dia de folga, resolvi pescar...peguei a tralha ultralight e fui até o pesqueiro Aquarium, que segundo sugestões de vários amigos daqui, seria uma boa opção para a pesca de carpas (o único peixe que ainda continua a comer com a água fria como está aqui em SP). Chegando lá, perguntei ao pessoal qual lago é melhor de carpas e me mandaram para o lago 6 (logo na entrada), armei minhas 3 varas telescópicas, meus 3 molinetes micro abastecidos com linha 0,26 mm (mono) da Max force, anzol maruseigo 16 sem chumbo e sem encastoado (direto na linha) e de isca usei a massa Japatone e uma massa sabor banana (que nem sei quem fabrica). O que posso dizer é que o dia foi extremamente fraco de puxadas, fiz 250 g de cada massa e no fim do dia sobrou bastante, ou seja, tive pouquíssimas ações, porém lá pelas 11 da manhã uma varinha começa a correr a linha bem suave, fisgo e senti que era muito pesada, o animal saiu tomando linha e deve ter puxado uns 50 metros na primeira corrida, fiquei cerca de 30 minutos nesse vai e vem (toma linha, recolhe linha, toma linha...) até que essa monstra dessa cabeçuda pranchou e deu pra pegar no passaguá... Eu não tinha balança, mas estimo que ela devia ter entre 10 a 12 kg (muito grande e grossa). Continuei mais um pouco nesse lago, até a hora do almoço, como não tive ações resolvi parar para almoçar e depois tentar em outro lago. Montei minha tralha de novo, agora no lago 2 do pesqueiro (o maior), que estava vazio...isca na água e nada de ações... Lá pelas 15:30 h uma das varinhas começa a baixar lentamente, fisgo e de novo senti que era muito pesado, de novo o peixe sai tomando linha como louco, deixando o carretel perigosamente vazio, de novo me vejo naquele problema bom (que todo pescador gosta), de peixe tomar linha, eu recolho linha, peixe toma de novo...dessa vez a briga foi mais demorada ainda, acredito que uns 40-45 minutos. Até a maior carpa hungara que eu já peguei na vida pranchar e entrar no meu passaguá... Ela era muito grossa e era mais pesada que a cabeçuda que peguei primeiro, calculo que essa devia ter uns 12 a 13 kg... Continuei pescando até as 17:00 quando arrumei a tralha, paguei e fui embora....enfim o que posso dizer? Foi um dia que foi ruim mas foi bom...foi ruim porque estava fraco de peixe, mas foi bom porque os dois que saíram estavam na casa dos dois dígitos de peso...e tirar esses peixes no ultralight foi muito show.... Obrigado a quem leu até aqui, um abraço.
  3. 7 points
    Recebi recentemente um exemplar dessa diferente carretilha. Originária da África do Sul, não vejo na internet mais qualquer citação a esse fabricante (Phoenix Grizzly), que provavelmente fechou as portas já há algumas décadas. O chassi era feito em uma única peça que incorpora o Reel Foot. Bem resistente. Era uma carretilha feita para favorecer o arremesso. De fato, dizem que é possível alcançar mais de 240 m usando um chumbo de 150 g. O estilo lembra bastante os antigos Grice & Young Orlando. Porém, esses não tinham qualquer multiplicação no recolhimento nem drag, eram direct drive. A Phoenix tem relação de recolhimento de 2,25 : 1 e possui um Star Drag funcional. Para arremessar, bastava destacar o carretel da posição de recolhimento e prendê-lo no bico. Retira-se a linha da guia e segure com o indicador, como em um molinete. Procedimento bem simples, que é feito com uma só mão. Dessa forma, arremessa como um molinete comum mas recolhe como uma carretilha. Mais ou menos como uma Alvey, com a diferença que nas Phoenix é mais simples evitar a linha torcida, bastando para isso inverter o carretel a cada arremesso. Uma ótima idéia. Era feita para se usar em praias e costões, com material muito resistente à corrosão marinha. Tem 4 rolamentos inox, engrenagens de Acetal, os washers do Drag são de Tufnol, todos parafusos de aço inox, o metal exposto de bronze cromado, corpo e carretéis em grafite. De fato, tem pouca coisa aí para se ressentir do sal. E cabe linha pra dedéu. 400 m de mono 20 libras. Um bom acréscimo à coleção. Porém, ainda pretendo usá-la em campo. Quero verificar melhor o conceito. Vinha junto um pequeno folder com explicações. Pouco se encontra na internet sobre essa carretilha apesar de ter sido uma boa idéia de engenharia. Me pergunto porque não vingou, me pareceu bem inovadora. Aqui, uma reportagem da Sea Angler Magazine de 1996. E assim foi. Mais um pouquinho de história e do universo dos equipamentos de pesca. Até a próxima.
  4. 6 points
    Inspirado pelo amigo @Mauricio., mas não dispondo de uma coleção invejável de tralhas de pesca como a dele, resolvi colocar aqui pros amigos um álbum por vez que pincei entre minha coleção de CD's e vinis. Vou começar de forma aleatória, pois não quero seguir nenhuma ordem de preferência ou o que for, apenas puxei um CD e ouvi. Eis aqui um que me deu boas horas de áudio desde a aquisição nos anos 90: Movido pelo documentário de Genesis que vi, esse foi o primeiro album solo de Peter Gabriel que ouvi - e me agradou demais. Tem duas faixas que acho absurdas: "Red rain", que abre o disco, e "Mercy street", famosa por ter sido trilha sonora de uma minissérie daquela emissora.
  5. 6 points
    Olá amigos, Sou Gerson Kavamoto e um dos organizadores da Fishing Expo BR Depois que pararam com a FEIPESCA aqui no Brasil, alguns amigos e eu criamos coragem para "dar a cara a tapa" e organizar uma feira direcionada ao pescador consumidor final. Estamos tentando fazer no formato das feiras americanas que eu venho expondo meus produtos e serviços a vários anos, ou seja, nada de stands sofisticados e caros como um concurso de beleza, mas sim, stands simples e acessíveis com MUITO CONTEÚDO para o pescador. Os fabricantes/importadores americanos, em seus stands simples, mostram ao consumidor o porque seus produtos são bons e ficam sabendo direto do consumidor o porque eles preferem equipamentos do concorrente, acho que por essa razão estão sempre na frente com produtos que nos agradam kkkk Quem vende na feira são os lojistas, os fabricantes apenas demonstram seus produtos... Essa será nossa primeira edição brasileira será nos dias 20, 21 e 22 de Março e estamos apostando que não somos apenas nos que desejamos feiras neste formato.
  6. 6 points
    Já se tornou tradição uma visita anual no maior pesqueiro do Brasil.. Tem ocasiões que fazemos loucuras para uma boa pescaria!! Nessa, fomos até Luziânia em 6 pescadores de carro Doblo, levando 15hs de viagens. Quando todos os elementos são bons companheiros de pesca, uma viagem penosa como essa até que se torna prazerosa. Programar uma pescaria em Clube&Pescar vale qualquer sacrifício. Um dos melhores pesqueiro do Brasil. As estruturas, acomodações, limpezas, atendimentos, enfim não caberia todos adjetivos aqui. O melhor de todos, mesmo nesse frio pegamos muitos tambas, matrinchãs e pirararas, ao ponto doer os braços. Não colocarei fotos de todos os peixes capturados para não tornar enjoativas...mas algumas serão suficientes para comprovar o porque de passarmos 5 dias na empreitadas. Partida!! Tamanho padrão, entre 10 a 15kg mas briga tanto quanto de 20kg, por causa do tamanho do tanque, água cristalina. Vejam o video do nosso companheiro Leonardo
  7. 6 points
    50 km de remada, viagem internacional de caiaque, aventura de dois dias, muitos peixes e muitas histórias com meu amigo e parceiro de pesca Thiago Ferreira Camero (Tiririka). Em meados de maio, a caminho de uma pescaria rotineira de meio período no lago de Itaipu, meu amigo Thiago Ferreira Camero (Tiririka) deu a ideia de algum dia fazermos uma expedição de caiaque e atravessar para o lado paraguaio com suprimentos para pescar por dois dias. Eu tendo a consciência de que uma pescaria dessas é muito pesada e poderia facilmente render 50 km de remada, por outro lado sabia que poderíamos capturar muitos peixes considerados grandes a nível de lago de Itaipu (próximos a 50 cm). Topei! Alguns dias depois em uma conversa pelo whatsapp, ele me intimou para realizarmos a tal expedição no próximo final de semana. Na ocasião eu estava gripado, tomando remédios e de cama, portanto neguei a parceria na empreitada, mas fiquei com aquilo na cabeça e não conseguia parar de pensar nessa loucura. Três dias depois, já me sentia melhor da gripe e de última hora intimei ele para irmos, ele já tinha outros compromissos com família, amigos e namorada. Mas como todo bom pescador, deu um jeito e conseguiu novamente o tão desejado “alvará”. Arrumou as tralhas, barraca e colchão inflável, montou em sua moto e veio para a minha cidade, para arrumarmos todas as coisas no carro e ir comprar os suprimentos no mercado, o qual fechava às 22:00. Chegando em minha cidade, arrumamos tudo no carro e fomos ao mercado, o encontramos fechado devido ao novo horário de funcionamento (até às 21:30). Porém não desanimamos, passamos em uma conveniência e compramos o que conseguimos achar de mais importante para a nossa expedição: pão de forma, queijo, presunto, alguns pacotes de biscoitos, suco e refrigerante. Partimos para Toledo-PR, uma cidade mais próxima ao lago (85 km) onde tenho minha residência de estudante (sou mestrando do curso de Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca da Unioeste). Em Toledo preparamos baurus com as coisas que compramos e ficamos preparados para sair rumo ao lago. Partimos as 4:00 da manhã, sem dormir mas com muita energia e animados para a ótima pescaria que poderíamos realizar nos dois próximos dias. Chegando ao ponto de descer os caiaque tivemos a surpresa da nova existência de um portão que se encontrava fechado, então largamos o carro na beira da via mesmo, arrumamos todas as tralhas em cima dos caiaques, e descemos a pé aproximadamente 300 metros carregando os caiaques incrivelmente pesados até o lago. Começamos a travessia às 7:00, vimos o nascer do sol ainda no início da travessia do lago, o qual estava agitado em razão do vento norte que pega toda a extensão do imenso reservatório (170 km). Com ajuda do GPS e o aplicativo “Mapa” do celular, conseguimos nos guiar e finalmente chegar ao ponto de pesca às 9:30, após 9 km de remada rumo ao Paraguai. Logo no início do braço onde fomos pescar, escolhemos as iscas, bolamos as estratégias de locais a pinchar e tipos de trabalho de isca em razão de fatores bióticos e abióticos, os quais os peixes estavam sob influência. Por exemplo: · O lago tinha recém subido, portanto alguns peixes estavam no fundo e outros no meio do capim, assim eu explorava locais mais fundos, pinchando aberto com iscas barbeludas e o tiririka pinchava com iscas soft anti-enroso e meia água em meio à vegetação submersa. · A época em que ocorreu a pescaria (26 e 27 de maio), estação de outono, é um período do ano em que os peixes estão mais manhosos em decorrência da baixa temperatura da água. Desta maneira usamos iscas pequenas com rattlin fraco ou sem rattlin, realizávamos trabalhos lentos e as famosas “chamadinhas”. · No início do dia usamos iscas de cores claras devido ao tempo que estava bem aberto e a água limpa. À medida que o tempo foi fechando, mudamos a estratégia e passamos a usar iscas de cores mais fortes e quentes como o amarelo e o alaranjado, dessa maneira as mesmas ficam mais visíveis na água. · Momentos antes de chover, a pressão ficou bem alta e o tempo fechou, os peixes ficaram muito ativos, então usamos iscas de superfície com rattlin forte, cor amarela e trabalho forte do tipo “estou aqui!”. Esta estratégia rendeu várias pancadas fenomenais em pouco tempo de pincho. Desta maneira capturamos vários peixes durante o primeiro dia de pescaria. Seguem as fotos: Após todas essas capturas, o dia chegou ao fim, procuramos uma clareira no meio da mata, onde encostamos os caiaques e subimos para o barranco, armamos o nosso acampamento embaixo de algumas árvores e jantamos alguns baurus, biscoitos e suco. Em fim quando terminamos de comer, iniciou-se uma chuva forte com trovoadas que durou quase a noite inteira. A lona de baixo da barraca ficou encharcada, mas nós permanecemos secos em razão de estarmos em cima do colchão inflável. Ao amanhecer o dia, fizemos a primeira refeição também a base de baurus, bolachas e suco. Ao término, arrumamos tudo novamente, colocamos nos caiaques e partimos em busca de mais aventura. Conseguimos capturar quatro tucunarés de bom tamanho e uma traíra, então às 14:00 decidimos começar a remar até o Brasil novamente, precisaríamos realizar mais 20 km aproximadamente. No caminho da volta tive um palpite sobre um lugar e arrisquei uns pinchos, o palpite deu certo, consegui fisgar um peixe, mas era um peixe diferente, gritei para o tiririka avisando que tinha pegado algo estranho, fiquei concentrado naquela briga contínua e forte, de repente vi a coloração prateada aparecendo perto do caiaque, me passou vários peixes pela cabeça, mas errei todas as possibilidades. Quando o peixe emerge, custou-me acreditar, mas identifiquei uma linda piracanjuba. A piracanjuba é uma espécie nativa da Bacia do Prata e encontra-se criticamente ameaçada de extinção. Isso é verdade para toda a bacia, mas no lago de Itaipu, a situação é ainda pior, existem raríssimos exemplares. Seguem as fotos deste dia de pescaria e por último, a famosa e querida piracanjuba: Após essa última e inusitada captura, pegamos novamente o rumo de casa. Remamos firmemente, em silêncio, mas com a cabeça cheia de recentes boas lembranças e com sensação de dever quase cumprido, só faltava voltar para casa. Chegamos à margem brasileira por volta das 18:30, havia recém anoitecido e estávamos em um estado intenso de cansaço, mesmo assim subimos os caiaques e todas as coisas para o carro e seguimos o caminho de volta para casa. Assim terminou nossa expedição e aventura de pesca. Uma empreitada que ficará para sempre em nossas memórias e que tive muito prazer em escrever e transmitir a história para vocês. Deixo aqui os nossos agradecimentos ao caro leitor que acompanhou este relato e uma mensagem para todos: ame a natureza, se você ainda não pratica o pesque e solte, experimente. É bom de mais! Assistam algumas imagens dessa pescaria no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=C4sMNTbdyds&t= Quer saber mais sobre os caiaques? acese http://www.kaiaques.com.br
  8. 6 points
    Salve turma !! nesse final de abril fui para mais uma jornada de pesca como faço anualmente. Já tive o prazer de pescar nas mais belas represas atrás do nosso querido azulão porém faltava pra conta Lago do Peixe Pescaria muito 10, embora com problemas de nível de água, segundo o pessoal de lá com 2 a 3 metros acima do ideal...praticamente um "repiquete" na represa hahaha água invadindo a vegetação na margem, 5, 7 metros para dentro, ouvia-se os azuis caçando no meio do mato, só porrada, porém sem condições alguma de mandar qualquer isca onde era preciso...o jeito foi pescar assim mesmo algumas fotos da jornada....não necessariamente em ordem cronológica trajeto sem fim Palmas / Pousada nosso almoço todo dia era muito bom, os piloteiros faziam arroz na hora, levavam panela de feijão, churrasco e pacu assado quase tofos os dias essa foi a nossa base na represa Alguns azuis Dublês relativamente comuns por lá um show a parte são os cardumes final do dia que estoura na superfície Represa bem cheia Embora estivesse longe do nível ideal, foi uma ótima jornada Material utilizado Carretilhas Aldebaran MG e Alphas SV Linha G-Soul 30 lbs Leader LineSystem 30 lbs Varas de 5´6 a 5´8 de 14 a 25 lbs Iscas que deram melhor resultado - Zig Zarinha osso e JetCat 105 transparente com laranja Pousada do Kojac, ótimo custo benefício, ano que vem se Deus permitir volto para uma nova jornada por lá !
  9. 6 points
    Vale a pena insistir no local em que você pega um peixe!
  10. 6 points
    Depois de um longo período de chuva, finalmente começou a estiar. Há um bom tempo sem pescar, aproveitei a oportunidade e chamei o compadre pra dar uns pinchos e colocar a conversa em dia. Dessa vez comecei com molinete pra matar a saudade daquele barulhinho. Molinetinho 1500 teve que trabalhar bastante com as tambatingas. Pena que as maiores não dava pra tirar, sempre levavam pra um esrosco e escaparam. Traíras e tucunas vinham com igual apetite. O dia estava muito quente, bem propício pra pescar e tomar uma gelada. Compadre Vitinho estava se divertindo com uma vara 14 libras de carbono sólido. Estava entrando uns peixes maiores e achei mais prudente deixar o molinete com monofilamento e usar a carretilha com multi. Na última visita nesse local só capturei uma traíra, dessa vez elas estavam bem mais ativas. As pequenas tambatingas apareceram bem menos dessa vez. Acertamos de primeira o ponto dos predadores, muitas ações. Com o sol mais alto as iscas de sub superfície se tornaram mais efetivas. Estava ficando tarde e anda não tinhamos saído do primeiro ponto, já estava quase na hora de ir, então fomos explorar outros pontos. Dava pra ver cardumes de tucuninhas nas margens pra todo lado. Os maiores deram uma pausa, mais a diversão continuou com os trickzinhos. Últimos pinchos no primeira ponto. Hora de partir, por aqui começa agora a temporada de pesca nas lagoas, daqui pra frente a tendência é melhorar. Até a próxima pescaria. Material: Molinete Venator 1500, vara Revros 15 libras 6' e linha SuperRaiglon. Carretilha Venator Lite, vara Venator SE 17 libras 6', linha Superpower 15 libras e lider Onix 043. Carretilha Katana, linha Superpower 30 libras e vara Saint Profishing 5.6' 14 libras. Iscas mais usadas: Magic Stick, vulcan 75, joãozinho pepino, pinda, tontinha, espertinha, canivetinho, tapinha, Slip Jr TB, Lori flash e inna 75.
  11. 5 points
    Em tudo tem limites..e enche!!. Pesqueiro cheio, muvuqueiros, sai de madrugada e volta tbm de madrugada..caro, cansado... Quando isso acontece voltamos a origem. Quem começou com os lambaris sabem a delicia dessa pescaria¹¹ Nada melhor que voltarmos a pescar lambari, numa tranquilidade, não importando com os baguas, mas divertindo o dia todo com peixinhos em companhia de um bom amigo.e papos.. Ultimamente estou indo em Salesópolis em busca de lambaris para divertir e por que não degustar bem fritinho..uma delicia Para não desperdiçar as miçangas, vejam o que fiz com miçangas A represa é em Biritiba Açu em Mogi das Cruzes, caminho do Mogi\Bertioga.
  12. 5 points
    Boa tarde amigos, hoje estava de folga e resolvi tirar a poeira do meu caiaque, o lugar escolhido foi o Riacho Grande, onde utilizei a Pousada dos Pescadores na estrada velha de Santos como ponto de embarque. Cheguei as 7:15 h, tirei a tralha do carro e comecei a montar os apetrechos, o dia estava nublado, excelente para a pesca de traíras. Caiaque arrumado, agora é montar em cima e remar...resolvi não ir muito longe pois aquela represa é enorme e a chance de se perder é grande...então fiquei nas imediações da Pousada, até porque gostei bastante de alguns pontos de pesca que vi ali por perto, pareciam promissores. Iniciei com iscas de superfície, o sapinho Badfrog nas raseiras e em meio às vegetações submersas, mas não tive ações. Resolvi investir nas iscas soft (Criatura da Camalesma)...o resultado não tardou a aparecer, uma bela traíra por volta de 1,5 kg. Usando a mesma isca soft ainda perdi uma outra traíra menor que conseguiu se soltar no pulo. Mais tarde, resolvi investir na foz de um riozinho que deságua na represa ali perto...como era mais raso e cheio de capim submerso resolvi investir novamente no Badfrog. O resultado foi excelente, uma traíra de 800 g: Notem como as traíras de lá possuem uma lista escura na lateral...achei muito interessante esse fato. Mais por volta da hora do almoço as ações pararam, hora de comemorar com uma breja. Acabei indo embora mais cedo, porque por volta das 14h o vento e a garoa entraram com vontade... E foi isso amigos, consegui tirar a poeira do caiaque e ainda pesquei duas bonitas dentuças... Obrigado a quem leu até aqui...
  13. 5 points
    Pra você e os Teus também, Grande Saverio! E que o pessoal esteja mais presente no nosso fórum! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Leandro! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Mauricio! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Tanikawa! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Bernardino! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Renato! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Fraus! Forte abraço!
  14. 5 points
    Dessa vez resolvi levar a minha companheira para dar um pinchos e quem sabe fisgar uns peixes. Logo na chegada já fomos recepcionados por um belo animal. Talvez quisesse nos dizer que o ponto já estava ocupado por seus amigos. Mas a gente encontra um cantinho pra dar uns pinchos assim mesmo. Os redondos, como já era esperado, não resistiram a um plug de meia água. Nas iscas de superfície eram as traíras que não resistiam. Isso quando os redondinhos deixavam. De vez enquando entrava um tucininha com aquela brutalidade característica. Hora de partir, saída rápida só pra não esquecer aquele barulhinho viciante. Até a próxima....
  15. 5 points
    Boa noite pessoal, hoje apesar da previsão de chuva forte, resolvi dar aquela ``brincada´´ em algum pesqueiro, como estava virando monotonia ir até o Aquarium resolvi ir em algum outro na minha região...resolvi ir no Pesqueiro do Bonito em Embu-Guaçu (grande SP) para investigar o que tinha de bom por lá. Pesqueiro bem montado, lagos de bom tamanho (1 para pesca esportiva com peixes variados) e dois para pesca de tilápia, entrada a R$ 20,00 (bem barato). Me dirigi até o local onde achei ser mais fundo do lago, já com a informação do funcionário que o lago de pesca esportiva tinha carpas, mas que tinha muito mesmo era tambas de porte entre 3 a 7 kg, pois haviam soltado vários na semana passada. Montei minhas tres varinhas ultralight, com molinetes Prisma 500, linha 0,25 mm da Duranium e de isca usei a Massa Japonesa turbinada com várias paçoquinhas esmagadas (fica com cheiro ótimo de amendoim, além de proporcionar doçura à massa). Primeira vara com isca lançada, estico a linha e me viro para iscar a segunda e....pow! A primeira vara desce de uma vez, mergulhando na água...por sorte havia colocado o salva varas e puxei pelo elástico, recuperando a vara...mas o peixe escapou... Isquei a vara novamente, estiquei a linha...quando vou me virar para pegar a segunda vara...pow! de novo, mas dessa vez consegui fisgar...seguiu-se uma briga muito boa (muitas e muitas tomadas de linha) até que essa patinga de cerca de 4 kg foi pega em meu puçá: Isquei novamente a vara, dessa vez tive tempo de terminar a montagem e iscar os três conjuntos, mas não demorou nada para outro redondo querer minha massa, entrou um pacu de seus 3 kg: Nessa altura já pensei comigo mesmo (hoje eu faço a festa)...e realmente era uma puxada atrás da outra, muitas fisgadas, muitas brigas, porém não tirei mais nenhum redondo da água (foram mais de 10 peixes perdidos), todos após a fisgada ou cortavam a linha (eram tambas novos com dentadura íntegra) ou escapavam durante a briga (anzol escapava da boca) dois inclusive na faixa de seus 7-8 kg o anzol escapou quando eles estavam praticamente entregues (na hora de entrar no passaguá. Continuei pescando e peguei mais algumas tilápias que entravam entre um tamba e outro. A primeira com 2 kg, a segunda com 1,5 e a terceira com 800 g: Nisso deu 12:00 o céu despencou, chuva muito forte e eu dei no pé, deixando para voltar lá outra vez com alguns anzóis mais apropriados para eles (porque os Maruseigos 16 não deram conta). Obrigado pela atenção e um abraço a todos.
  16. 5 points
    Amigos, agora em novembro decidimos voltar ao lendário Rio Juma, sabíamos que encontraríamos uma situação pouco favorável, pois nesta época o rio esta muito seco, e o peixe fica extremamente manhoso. Um pouco sobre o Rio Juma. Este rio, na verdade junto com os demais(Maçarico, Mamori, Mutuca, Tracajá, Madeirinha, Pantaleão, Matupiri, Igapó-Açu, Tupana e inúmeros outros) são gigantescos lagos, com comprimento de rios, que são formados durante a cheia do Solimões e Madeira. Suas aguas não correm, descem lentamente acompanhando o Rio Solimões na altura do município do Careiro do Várzea-AM. Eles pertencem aos alagados do município de Autazes-AM, na margem oposta a cidade de Manaus. Um parabéns ao município de Autazes-AM, que através de lei municipal, proíbe o abate e comercio do Tucunaré, reflexo é a quantidade de peixes em um local tão próximo da capital. Lá não existe repiquete, tem um regime bem fixo de aguas, pois é um alagado, então ele começa secar em julho, entra na caixa em meio de setembro e atinge o ápice da seca em novembro. Em dezembro ele começa novamente encher. Aqui a subida da agua não atrapalha, pois ela não tem a acidez da agua do Negro, então o pH flutua pouco(motivo que faz o temensis parar de comer), a subida da agua até aumenta a atividade do açu, pois traz agua nova com mais alimentos, coisas da Amazônia. As espécies que habitam são o tucunaré açu, o tucunaré popoca, aruana branca e pirarucu(estes cada dia mais frequentes na linha dos pescadores), não existem peixes de couro, pois a agua é parada. O Rio Juma: Chegando em Manaus, já encontro o lendário e gde amigo Magal. Alguns minutos depois Nosso grupo, Rodoval, Gustavo, Arimatea, Marcão, Jose Bento, Alfio, Andrezinho e este que aqui fala, grupo10. Esperando no porto do Ceasa para fazer a travessia do outro lado do Rio Amazonas Atravessando o encontro das aguas(rio Negro e Solimões) Pequeno mercado do peixe, na margem oposta a Manaus, já no porto do Careiro do Várzea-AM São mais uns 80kms de estrada de asfalto e terra, até chegarmos no Parana do Mamori e Chuva que cai De lá embarcamos em um barco rápido e em 2horas chegamos a Pousada Taboca no Rio Juma Recepção na Pousada Taboca Nossa anfitriã Primeiro dia optamos por pescar próximo a pousada, começamos com hélices e zaras, com poucas ações, qdo colocamos jigs ai começaram a aparecer. Os amigos que pescaram de spinerbait arrebentaram e foi assim até o fim da pescaria(isca do mal,kkkk) Estavam furadas Vida dura Segundo dia, fomo rio abaixo até o lago do Taquara, o único lago que estava mantendo uma cor de agua bonita. Lá foi meu melhor dia, pescaria de jig, mas diversos peixes perdidos e embarcados. 11lbs jig Este já devia ter sido pego uma vez, estava caolho 10lbs 76cm-isca jig A tarde o tempo desabou Mas ainda saíram bons peixes 10lbs-jig A noite uma boa caldeirada para esquentar Terceiro dia, subimos em direção ao Mamorizinho, comecei no jigs e embarquei alguns peixes bons, como lá as estruturas convidam bater hélice(pés de Macacaracuias secos), não aguentei e hélice na agua. Tomei 3 pauladas dignas de Rio Negro, infelizmente ninguém ficou para foto, só lembrança. 10lbs 74cm-isca jig matar a sede Peixe não sabe brincar Quarto dia, o pior de todos, pescamos em lagos, rios, subimos, descemos, só porqueira. Somente o pessoal do spinner pegou peixe. Bom pelo menos tinha mais tempo para cerveja. Mas não dá para resistir Nosso Mutum de estimação Como foi ruim de peixe, matamos diversos desta espécie para encher a caixa térmica Quinto dia, subimos 1hora o rio, próximo ao Igarapé Preto, lá o rio fica estreito, a agua lá já sentia bem a seca, estava com aquele aspecto leitoso, manha toda perdida. A tarde falei, "truco", como não queria pescar de spinner bait(sou uma besta memso) comecei jogar Jumping Minnow e trabalhar nas raseiras e bicos, tarde muito divertidas, nada gde mas muitas ações. Hora do almoço Sexto dia, pesquei até a hora do almoço, tentei repetir o estilo do quinto dia, T20 na agua, foi menos ativo, mas divertido. Crianças voltando da escola Retornando a minha amada Manaus Alguns peixes dos amigos Duro é voltar trabalhar Um comentário sobre o spinner bait, realmente é impressionante como o tucunaré açu pega bem nele, não tem como comparar nem com jig. Acho eu, que seu uso esta bem indicado em rios bem secos, muita pressão de pesca, peixe choco e pouco ativo, podem acreditar faz a diferença. Infelizmente os que existem no mercado quebram a haste metálica depois de alguns peixes. Recomendo os spinner bait com anzol 6/0 de 15-30g, evitem comprar alguns de tamanho gigante, pois peixe velhaco quer isca pequena. A Deconto tem um bom spinner bait, sei que nosso amigo Flavio da Extreme já esta preparando algo feito para os açus. Material Utilizado: 1-Varas -Saint Croix SCIII 20lbs 5'7" by Waka -Venator SE 25lbs 5'6" -Falcon Cara 5'7" 2-Carretilhas-Scorpion 201 e 201HG 3-Linha Multi PP 50lbs 4-Leadr Line System 50lbs 5-Snap Capella G Amazonas 6-Iscas mais utilizadas, Jigs(single tail 6/0 16g) e Jumping Minnow T20 cor osso A pousada Taboca-Rio Juma Ambiente familiar, muita cerveja gelada, quartos amplos com ar condicionado , banheiro privativo, barcos com motor 30hp zerados. Contato David-92-993470456 -Instagram @taboca_amazon_lodge ou @pousadatabocaamazon Agradeço a Deus e minha família por esta vida maravilhosa. Abs a todos Carlos Dini
  17. 5 points
    Fala galerinha ... depois de muito tempo sem postar nada fiz uma pescaria digna de um relato por aqui. Aproveitamos um dia de folga meu e da patroa e resolvemos fazer uma pescaria e ter um dia diferente entre nós. Havia comprado um kit para ela e ela queria estrear e então fomos ao Córrego, mesmo sabendo que poderia estar cheio por lá. Logo que chegamos, ela engata um peixinho. Depois de um tempo de briga, saiu a primeira Pira dela Daí pra frente foi só alegria, pegamos mais algumas Piras nesse dia. Um double de Pira No final do dia, armo a varinha da patroa com massa pra ela pescar e pra nossa surpresa, saiu essa monstra de 36 kg e foi uma briga e tanto pois o molinete estava com linha 0,37mm. A baixinha tem 1,58m, nessa foto dá pra ter uma noção do tamanho do peixe E pra encerrar o dia, engato um tamba de 27 kg Foi um dia bem diferente e muito gostoso, fazia tempo que não saíamos juntos por conta do gurizinho, mas agora arrumei uma parceira e tanto de pesca. Espero que gostem. Grande abraço a todos!
  18. 5 points
    Meu amigo Márcio me chamou pra ir dar uns pinchos, nem estava animado pra pescar, mas como tinha perdido um alicate de bico no hangar, acabei concordando em ir. Assim, além de dar uns pinchos, procurava o alicate perdido. O Márcio já não pescava há tempos, se empolgou e já no primeiro arremesso teve uma surpresa. E foi daquelas bem complicadas. Enquanto o amigo se desenrolava, os tricks garantiam a diversão. Num local onde havia uma árvore caída imaginei que seria propício pra abrigar um amarelão, resolvi tentar um jig adquirido recentemente. Por sorte, no primeiro arremesso veio a pancada. Imagina a alegria de pegar um amarelão na casa dos tricks. Nem precisa dizer que voltou pra água né? Não levei a régua, mas medido na vara Venator deu 50cm, merece até uma comemoração. Fim de tarde, hora de partir. Comemorar de novo, saideira. Não achei o que fui buscar, mas encontrei o que não esperava encontrar. Até a próxima......
  19. 5 points
    Fizemos uma régua para medição de peixes no intuito de realizar uma disputa entre os amigos da região. Nessa primeira aventura o objetivo é capturar o maior amarelão do nortão de MT, conta acima de 40 cm. Com a régua em mãos, saí em busca do amarelão. No caminho, parei pra dar uns pinchos com jig num bueiro na beira da estrada. Não era bem esse que queria pegar. Tralha pronta pra briga Os grandes não estavam ativos dessa vez. A idéia era utilizar meia água de barbela já que da ultima vez que fui lá com meu pai eu capturei um de 54 e ele um de 52 cm com essas iscas. Dessa vez os redondos não deixavam as iscas encontrarem os amarelões. Esse quase deu medida. Mudando de local foram as traíras que apareceram. Uma piranha pra encerrar o dia. A pescaria foi boa, mas foram as traíras que estavam enlouquecidas, atacando na superfície e saltando muito. Não saiu um tucuna grande, mas pelo menos já tem um 40 up pra começar a brincadeira. Continuarei procurando um maior.... Até a próxima.
  20. 5 points
  21. 5 points
    Amigos, resolvi este fim de semana fazer um esquema bate e volta, sempre tive vontade de pescar no lago de Palmas. Bom dessa pescaria que a maioria das gdes cidades tem voos diários para Palmas e podemos fazer uma pescaria rápida. Aliviando a tensão do trabalho A represa de Lageado é muito gde e compreende os município de Lageado, Palmas, Porto Nacional. Em suas águas tem como estrela o tucunaré azul, mas tb habitam tucunarés amarelos, corvinas e outras especies. Trabalhei até o fim da tarde da sexta feira e a noite já embarcava em Campinas-SP, com destino a Palmas-TO. A 1 da manha já estava na cidade, onde o guia Vitor já me esperava, rodamos 70km e já estávamos na cidade de Porto Nacional de onde seria nossa base. Dormida rápida, e as 6 da matina já tomávamos cafe da manha, o guia já nos esperava, e de lá em alguns minutos já navegávamos no lago. A água ainda esta bem turva devido as fortes chuvas. Pegamos diversos peixes, com ação na superfície e nos jigs. Após o almoço, fomos a um pedral submerso, muita ação de peixe no jig pindocando o fundo, ai erramos, saímos para ver outros pontos e largamos o filé, depois das 14 horas foi bem fraco. Mas dia top, alguns peixes bons, o maior 7lbs. calor bravo a bela represa parceira do almoço a represa A noite fomos a um churrasquinho, muito dez, recomendo. Domingo saímos de outra rampa um pouco mais distante. Infelizmente neste ponto a água estava muito barrenta e poucas ações ate as 10 horas da manha. Então o guia conhecia um lago que ligava a represa, mas que por ser um canal estreito tinha aguá limpa, lá rumamos, acertada decisão, peixe bem ativo na superfície. Agua turva Pausa para almoçarmos, flutuante recomendadíssimo. Cerveja gelada e muito colírio para os olhos...rsrsrs A igreja centenária e histórica de Porto Nacional A tarde batemos a região de água barrenta, ai foi bem fraco. pelo menos tinha muita cerveja... Gdes amigos, só vcs para me aguentarem Fim de tarde no centro do Brasil Na segunda-feira o Andrezinho tinha q voltar trabalhar, como meu voo era só as 17 horas, sai pescar sozinho até meio dia. Fomos direto ao pedral do primeiro dia, parecia lambari, embarcamos mais de 40 peixes até meio dia, com 7 peixes acima 50cm e pesos entre 7 e 8 libras, nem mudamos o ponto. O tempo amanheceu meio tímido Hora de ir embora Nada como um bom PF de estrada Material utilizado: Varas- Saint Croix 17 e 20lbs SCIII 5'7" by Waka Custom Rods Carretilhas Core51MG, Aldebaram 101MG7, Scorpion 51HG Linha-Power Pro 4 fios 40lbs Leader-Fluorcarbono 40lbs LineSystem Snap-Capela G Iscas mais utilizadas- Zigzarinha, Firestick, e jigs(4/0 14g) Contato do Guia Vitor no Tocantis: 63-92031159 Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa Abs Boa semana e pescaria a todos Carlos Dini Para quem quiser acompanhar minhas pescarias: facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260 Instagram @pescadini #pesca_dini
  22. 5 points
    O Zequinha, menino de uns 10 anos de idade, era na fazenda do meu padrinho o que se pode chamar de “charrete boy”. Na cidade tem o motoboy, não tem? Então! Nas fazendas tem – ou tinha naquele tempo, que já vai longe – o charrete boy. O menino que com a charrete do fazendeiro vai buscar as coisas ou as pessoas na cidade. Pois naquele dia o Zequinha tinha ido buscar na cidade o Padre Antônio, que estava iniciando sua temporada por lá. Era um padre novo e tinha uma particularidade que a gente só ficou sabendo depois desse causinho que tô contando aqui e agora: ele era ventríloquo. Um dom que poucas pessoas possuem que é o de falar sem abrir a boca. Dizem que é uma técnica de emitir os sons pelo estômago. Aliás, um grande ventríloquo que existiu no Brasil foi o pai das cantoras Linda e Dircinha Batista. Chamava-se Batista Junior e se apresentava em circos e teatros. E, de lambuja, era um grande compositor. Mas, seguindo no causo. O Padre Antônio sobe na charrete com o caipirinha Zequinha, ruma a fazenda do meu padrinho pra rezar uma missa. Logo na saída, o padre pergunta se era longe a tal fazenda, ao que o menino prontamente e muito espertamente lhe responde que levaria uns pares de horas. O que dava pra entender que era longe pra cacete e a viagem ia ser dolorosa ou dolorida para um padre que não estava acostumado a meter a bunda no banco duro de uma charrete velha conduzida por uma eguinha lerda. PADRE – Oh, menino! Você sabia que os animais conversam? ZEQUINHA – Entre eles, eu sabia, sim sinhô. Eles cunvérsa bastante. PADRE – Não, filho. Estou dizendo que os animais conversam com a gente. Conosco. Mas para isso é preciso conversar com eles com muito amor. Você quer ver os animais conversando comigo? Aí o menino, esperto, se encanta e atiça. ZEQUINHA – Ara, sêo padre. Essa eu tô pagando pra vê. Animar conversa cum gente. Essa nunca vi não sinhô. E o sinhô me adiscurpa, mas num querdito. PADRE (falando para a égua) – Dona eguinha! Está muito pesada a charrete? (E faz a voz da égua sem abrir a boca) Tááá...sêo padre. O menino, num susto, pára a charrete. ZEQUINHA(gaguejando) – Sêo...padre... a égua falo...a minha égua...respondeu pru sinhô...eu escutei... PADRE – Todos os animais conversam com a gente. Quer ver mais? O padre olha um urubu nos céus e fala: PADRE – Bom dia, urubu. (E faz voz.) Bom dia, parceiro. Bom dia, sêo padre. E assim o Padre Antônio foi se divertindo com a surpresa encantada daquele caboclinho, que viu com os próprios olhos e ouvia ali, in loco, os bichos falando com aquele padre. Com isso, a viagem, que poderia ser longa, terminou logo, logo. ZEQUINHA – Óia, sêo Padre! O sinhô ta vendo aquela cabrita branca ali na grama? Por favor, o sinhô num querdite em nada que ela fala prô sinhô, viu!!!!!!
  23. 5 points
    Nos fóruns há de todos os tipos de postadores. Uns, postam sempre no afã de receber elogios; parece curioso, mas é verdade que a vaidade provoca até descontentamento quando não sobrevêm respostas a contento; outros postam para mostrar que sabem pescar e o quanto bons são em suas atividades pesqueiras; outros só para vangloriar-se; outros para exibir seus materiais; outros ainda, postam por motivos meramente comerciais, enquanto que alguns postam sem maiores pretensões de que simplesmente compartilhar suas aventuras e, por fim, há os que postam mostrando suas experiências, em relatos minuciosos, servindo de valioso aprendizado para os demais, sobretudo os mais inexperientes e estes são os mais louváveis postadores, sem dúvida. Há postagens minhas em que está claro o interesse, não exatamente comercial, mas sim no interesse de manter o Pescaki no ar, pois parcerias são o que nos mantêm no ar, mas há muitas postagens que fiz só por postar e tentar deixar um pouco de conhecimento. Poderia postar mais, mas sinceramente, no meu caso a contenção é deliberada e apenas para não recair em tediosa repetição. Só isso! Não precisamos relatar tudo, mas amiúde, com algum espaçamento de tempo, devemos buscar colocar alguma coisa. Afinal, sempre se aprende com o que vai publicado!
  24. 5 points
    Pessoal, Quando o pescador optar por soltar os peixes, sugere-se seguir as recomendações abaixo que ajudarão sobremaneira na sua sobrevivência e retorno à vida. 1) Amasse sempre as farpas dos anzóis, pois além de minimizar os ferimentos facilitarão a soltura. 2) Reduza a duração do combate usando equipamento e tippets de numeração adequada para evitar a fadiga e o estresse desnecessário dos peixes. 3) Use um passaguá ou net, evitando tanto quanto possível o uso de boga- grips e alicates de contenção. 4) Fotografe os peixes dentro da água, evitando sessões fotográficas demoradas. 5) Reanime os peixes na água antes de soltá-los, quando estiverem prontos seguirão sozinhos.
  25. 4 points
  26. 4 points
    Seguindo a linha progressiva, o único álbum (sim o único! Curioso isso...) do Genesis que tenho, de 1983. Excepcional, tem faixas épicas como "Mama", "That's all", "Home by the sea" (a melhor música do album, pra mim) e outras... Acho que não tenho mais álbuns porque meu irmão levou uns vinis com ele quando casou, dentre aqueles, alguns do Genesis. Por algum motivo, não me senti impulsionado a comprar mais em CDs.
  27. 4 points
  28. 4 points
    Contar um pouco para os amigos que gostam do Fly Fishing minha experiência pescando no Chile esse ano e na região de Coyhaique. A viagem começou dia 22 de janeiro e terminou dia 5 de fevereiro, escolhi essa época em função muita pesquisa quanto as estatísticas de menor índice pluviométrico, mas para tudo tem sua exceção. O destino de nosso voo foi o aeroporto de Balmaceda e assim seguimos viagem para Coyhaique. O grupo foi formado por mim, Gustavo Mello, Rafael Rocha e Carlos Gomes, e nosso objetivo foi fazer essa excursão de forma mais econômica possível pescando sem guias. De fato pescar com guia seria muito mais fácil do que evidentemente sem um, mas estávamos decididos a fazer assim em função de nossa experiência em pescar dessa maneira na Argentina, nossa amizade é antigo e assim fica tudo mais fácil, amizade essa surgida em meu Fórum. Em junho do ano passado já estávamos decidindo qual o roteiro a ser feito e eu a definir locação do carro, bem como de nossa hospedagem. Definimos duas regiões para ficarmos hospedados, Villa Maniguales e Valle Simpson, para assim explorarmos os rio Nireguao, Maniguales, Emperador Guillermo, La Paloma e Simpson. Quem tiver interesse em saber mais detalhes é só falar que ajudo no que for possível. A região venta muito, muito mais do que estou acostumado comparando com a Patagônia Norte e por isso, o conjunto indicado é o #6, não somente por causa do vento, mas também em função do tamanho das moscas que fizemos uso. Embora tenha levado um conjunto mais leve #4, ficou devendo quando mais precisei dele. Sendo assim o menor conjunto que indico é o #6 para as pescarias em geral, podendo usar um conjunto mais pesado para casos mais específicos como, por exemplo, contratar um guia e pescar num dos lagos. As moscas preferencialmente devem ser terrestres e imitações de grandes besouros, onde as trutas tem como dieta no seu dia a dia. Certamente moscas menores podem ser usadas, tanto que usei as clássicas Elk Hair Caddis Bubber Legs, bem como as Stimulator também com patas de borracha (Rubber Legs). A região oferece ótima pesca e as trutas atingem bom porte, podemos muitas passar de 45 cm durante o dia de pesca, meu amigo Gustavo capturou uma com mais de 60 cm, algo que para a pescaria de vadeio e sem guia exige muita experiência. Outras moscas fiz uso e entre elas ninfas e Wetflies, ficando para elas as menores trutas, as maiores certamente foram na mosca seca. Numa pescaria de vadeio a linha indicada é sempre a Floating podendo em raras situações usar uma linha que afunda somente a ponta, no caso uma linha Sink Tip. O Leader recomendado deve ser cônico de 9 ou 12 pés com ponta (Tippet) 3x ou 4x. Nesse caso minha preferência é o Leader de 9 pés com ponta 3x e adiciono um Tippet 4x para assim alongar seu comprimento final. Vamos a algumas fotos. Fausto - Gustavo - Carlos - Rafael Passarela sobre o rio Nireguao. Rio Niregao. Rio Niregao - É um rio escorregadio e sendo assim recomendo botas com solado de feltro e bastão da vadeio. Não poderia deixar de fazer todos os dias um café bem brasileiro, sendo assim, quem gosta deve levar café daqui, pois lá culturalmente só café solúvel. Encomendei meio cordeiro assado e assim foi feito, e na foto acima com certeza apenas parte dele. Rio Rio Maniguales. Rio Maniguales. Chalé (Cabaña) que aluguei em Villa Maniguales. Na maioria dos trechos os rios são rasos, porém em alguns são profundos exigindo assim mais experiência no vadeio. Vara #4 com carretilha #4 e linha #4, com certeza faltou conjunto e tive que passar a pescar com um #6. Truta Arco íris. Truta arco íris. Rio Maniguales. Besouro muito comum na região e é isso que as trutas mais gostam. Uma padaria (Panaderia) bem regional. Nosso chalé (Cabaña) em Valle Simpson. Outro cordeiro patagônico assado. Com certeza fome é algo que não passamos. Rio Emperador Guillermo. Montanhas sempre nevadas em pleno verão. Salto do rio Pollux. Nossa companheira todos os dias no Valle Simpson. Dublê uma truta marrom e outra arco íris. Espero que tenha gostado desse breve relato e que um dia se interesse em pescar trutas na Patagônia.
  29. 4 points
    Interessante... Limpando o armário encontrei uma caixinha. O que será que tem dentro? Essas coisas às vezes ficam anos e anos sem serem abertas que a gente até esquece... Pútis.... Quanta coisa! É de se admirar o quanto se compra dessas coisas, para nunca usar...e fica aí, guardado.... Bom, vamos guardar de novo....
  30. 4 points
    Boa tarde, meus amigos! Com todo esse alarde acerca do COVID-19, o novo e famoso Coronavirus, foi decretada a condição de Pandemia, fazendo com que a maioria dos Centros de pesquisa encerrassem suas atividades por tempo indeterminado, até que a condição seja revertida, ou, pelo menos melhorada. Não foi diferente também no Hospital onde faço minha especialização. Tal situação deixou uma certa brecha para que eu tivesse um tempinho de folga e colocasse a linha na água. Aproveitando que as atividades têm volta prevista para o mês seguinte, me dei ao luxo de ir a um lugar um pouco mais longe, lugar este que sempre ia quando pequeno, pois lá, a diversão é garantida!: o hotel fazenda Campo dos Sonhos, localizado na charmosa e aconchegante cidade de Socorro, pertinho de Minas Gerais (terra da patroa), assim uniríamos o útil ao agradável, e dessa maneira todos saem felizes. O hotel tem uma estrutura fantástica, bem raiz! Inclusive é engraçado, porquê toda vez que vou lá, fico totalmente mergulhado no ambiente rural e me sinto em uma missão de sobrevivência daquelas memoráveis. Mas, para que a pescaria renda, precisamos começar com o famoso café da manhã dos campeões A estrutura do hotel conta com 26 lagos, sendo 10 para a prática da pesca esportiva e os demais para a criação, aquicultura e ornamentação dos peixes. Comecei o dia no lago 3: povoado pelas tilápais e pacus, porém infelizmente, os dentuços não deram o ar da graça o dia todo. Após alguns arremessos com uma cigarrinha que comprei da china, consigo um exemplar razoável de "larápia" Para os Pacus, tentei de tudo: goiabas, coquinho, acerola, massa, "xalxixa", peixinhos menores e nada... O jeito então, foi alimentar os patos com a ração P40, e aproveitar para uma dar uma cevada no lago. Pato aqui, pato acolá e nada de peixe na IA. então, como bom linguiceiro que sou, fiz rapidamente um pacote da infalível massa do cola; que nunca me deixou na mão e me trouxe um dublê com a muié. E assim foi até mais ou menos a metade do dia, tilapinhas desse porte, com as maiores chegando a 1,5kg (pesadas no meu boga grip de 15 anos atrás). Aqui seguem as fotos das mesmas. Pausa para o almoço no restaurante caipira: (nessa hora, o céu estava escuro demais e o tempo fechando. Pensei que a pescaria acabava ali mesmo) Maaaaaaas, como diz uma tal "Banda de Pai dos anos 60", sempre tem coisa boa depois da chuva ( ou será que é ao contrário? ) Após comer e ouvir uma sequência de modas-de-viola, hora de retornar os trabalhos, mas dessa vez no lago 4, o maior e mais fundo do hotel (dizem que lá no meio a profundidade chega a 15 metros e já teve até menino sendo engolido pela água. Depois de um tempinho de caminhada para fazer o "quilo", sentei-me na beira do lago, armei a parafernalha toda e arremessei embaixo da ponte, onde há a ceva natural por conta das frutas que caem no lago; quando senti uma pancada na varinha de 12 libras com linha de mono 0,18. A fricção do molinete cantou e esquentou à la freios da fórmula indy (leia-se com um certo tomhiperbólico) Um bagrinho pra conta. (eu gosto muito da pescaria de bagres, apesar de muito controversa, acho um peixe que briga muito bem) E na caída do arremesso seguinte, mais uma pancada bonita, e quase que no visual, me rendeu mais uma captura de outro barbudo. A água estava muito barrenta, e talvez por isso que os redondos não apareceram, a chuva é um fator determinante nesse local, pois muda totalmente a cor e a suspensão de partículas na água E foram uns 15 ou 20 bagres ao longo do dia, todos nessa média de 3 a 4,5 kg E, para a minha surpresa, no último arremesso, percebo algum peixe "mamando" a isca como se fosse um corimba, que é muito presente nesse local, e ficou assim por uns 20 minutos, e, quando a boia parou de se movimentar, recolhi a linha e senti o peso, mas, para minha surpresa, acrescentei minha lista de espécies capturadas com esse carinha aí, ó! Já na hora de ir embora, uma mensagem no prédio central do hotel me faz lembrar que tenho que voltar ao trabáio É isso, meus amigos! Aos poucos estou voltando a pescar, espero que tenham gostado! Ah, e já ia me esquecendo, o equipamento que usei foi: Varinha caipira cedida pelo próprio local, Conjunto Maruri 12 libras e linha 0,18 de monofilamento, com líder em monofilamento 0,33. Um grande abraço e espero que gostem
  31. 4 points
    Muitos pescakianos ficariam vivamente interessados em saber como era um kit de sobrevivência dos pilotos Norte Americanos no Pacífico da Segunda Guerra Mundial, principalmente no que tange à necessidade de pescar para sobreviver. Pois esse vídeo mostra como era esse kit. A parte sobre pesca está entre os 34:27 minutos até os 44:25, onde é aberta uma lata com o kit maior e, após, um kit menor. Mas o vídeo inteiro é bem interessante. Há legendas disponíveis. Abra uma cerveja e boa diversão .
  32. 4 points
    Este canivetinho me acompanha desde os anos 70. Fica sempre na gaveta, mas não tem uma semana que não uso alguma funcionalidade dele, principalmente as lâminas, que deixo sempre afiadinhas. Às vezes a pinça, para tirar alguma farpa dos dedos. Ou a tesourinha, para cortar coisas mais delicadas. A serrinha corta bem PVC, mas depois de algum teste não lembro de ter usado a serra ou aberto latas ou garrafas com ele, apesar da idade. Comprado no Paraguai quando ainda havia allure nesse tipo de viagem. Lembro que fui de ônibus e comprei em uma lojinha de Porto Stroessner. Victorinox autêntico. Tudo nele funciona perfeitamente, embora a mola da tesourinha tenha ido faz tempo. Poderia comprar outra como spare part, ou mesmo fazer uma, mas sempre dá aquela preguiça... Interessante como há sempre algum instrumento que nos acompanha praticamente por toda a vida.
  33. 4 points
  34. 4 points
    Traira pega num riacho que corta a chacara do meu pai, riozinho bem estreito e raso, cheio de mato nas margens, um bom ponto pras bocudas Materiais utilizados: Vara Berkley Cherrywood HD 8-17lb Carretilha TNT7 da Maruri Isca Ratinho, não sei que marca pq foi presente
  35. 4 points
    Foi ótimo o fds com a molecada e desta vez as pirararas deram as caras . Até um visitante ilustre ( Denis Garbo ) deu as caras por lá, gente muito boa, foi muito solícito com todos que o procuraram. O meu filho mais novo tomou um susto com uma pira na hora da foto mas faz parte A curiosidade desta vez foi que algumas pirararas saíram no beijinho, para constar também usei guelra e cabeça de tilápia. https://imgur.com/sHEhkLm https://imgur.com/318VZki https://imgur.com/byO0CM2 https://imgur.com/6YURUEm https://imgur.com/VqmGDqO https://imgur.com/6YURUEm Abraço a todos !
  36. 4 points
    Buenas Pessoal, segue um vídeo "relato" da ultima pescaria de traíras que fiz com minha esposa!
  37. 4 points
    Olá amigos! Segue um relato resumido de uma recente viagem de férias feita com a família para a Flórida, com o objetivo de descansar e explorar a região litorânea voltada para o Golfo do México (o outro lado da Flórida), fugindo da agitação de Miami. Eu tinha muita curiosidade em relação a esse lado do litoral e acredito que outras pessoas também possam ter, então vamos lá. Não foi uma viagem voltada para a pesca é só levei uma varinha de 4 partes, com carretilha e algumas iscas artificiais, para usar se surgisse uma oportunidade, mas para quem pretende uma viagem focada na pesca garanto há muitas opções e em diversas modalidades ; embarcada, praias, lagos e rios. Partimos do aeroporto à noite, seguindo de carro na direção Oeste, atravessando os Everglades, para a primeira parada na cidade de Naples. Lindo local de veraneio , sendo considerada a cidade com a maior renda per capita dos EUA , com destaque para os ótimos restaurantes para as diversas Ferraris e Mac Larens circulando pelas ruas e para o fantástico por do sol no Pier . Um detalhe legal é que este Pier é o único local da região onde se pode pescar sem licença . Ligadas por pontes , temos acesso a duas pequena Ilhas de grande beleza natural , a Marco Island e a Sanibel Island. Chegando na Marco Island encontramos um enorme frenesí de aves , principalmente Pelicanos, fazendo a festa sobre cardumes de pequenos peixes, intercalados com cardumes de Robalos de porte médio, bem próximos da areia. Um espetáculo! https://i.imgur.com/BPUBFzl.mp4 Em Sanibel Island a tranquilidade impera. Vê-se muita vegetação e na extremidade da Ilha destaca-se um Farol de sinalização da costa e bem próximo a ele um belo Pier . Seguindo o litoral em direção à cidade de Sarassota, fizemos uma breve parada em Fort Myers, pois nos deparamos por acaso com as antigas casas de veraneio de Thomas Edison e de Henry Ford .Casas vizinhas que foram transformadas em museu. Interessante descobrir que eles eram muito amigos e que se encontravam lá todos os anos para celebrar aniversários Em Sarassota a programação foi aproveitar as belas praias de Siesta Beach e Lido Beach . Siesta é tida como a número 1 , talvez por sem bem grande e ter uma boa estrutura , mas eu gostei mais de Lido Beach , afinal consegui usar a varinha e brincar um pouquinho rsrsrsrs Resultado da brincadeira : 3 peixes lagarto , 4 ubaranas e zero robalos kkkk , mas foi divertido! No caminho de volta para Miami, durante o dia, pude observar ao lado da estrada várias áreas de acesso, com rampas para as embarcações acessarem os everglades. Muito legal! https://i.imgur.com/1O1bz87.mp4 Em Miami o vento vindo do mar permaneceu muito forte durante todo o tempo em que estivemos por lá e nem as gaivotas conseguiam voar direito, então, guardei a varinha na mala e relaxei! https://i.imgur.com/BARF6mf.mp4 Encerramos a viagem com um passeio pelo bairro dos grafites chamado Wynwood, onde encontramos uma exposição do excelente artista Brasileiro Kobra E foi isso! Se Deus permitir eu ainda voltarei para lá numa viagem programada para pescaria!
  38. 4 points
    Fala pescadores, beleza! A uns dias fui fazer minha primeira pescaria onde tinha chance de pegar um tucunaré azul... Fomos em 7 caiaqueiros tentar a sorte em um braço do rio tiete! não conhecia o ponto nem mesmo tinha pescado tucunaré antes no rio tiete, local com bastante estrutura e as piranhas não estavam perdoando nenhuma isca de meia água! kkk Perdi um belo peixe enquanto a câmera estava sem bateria mas esse vai virar conto kkk, meu parceiro pegou a fêmea e deu 34cm o macho eu perdi do lado do caiaque era bem maior, mas e aquele negocio: seria bom demais pra ser verdade logo o primeiro azul ser uma nave, mas a emoção foi grande.... chegamos no rio um pouco tarde, pois cada um morava em uma cidade na parte da manha foi só piranha e o bruto que ainda vou voltar la buscar ele, Uma pausa pro lanche na hora do almoço, sol quente e vento nem as piranhas queriam mais nada! na parte da tarde melhorou, saiu mais uns amarelinho e finalmente o azul! lugar muito bonito ainda mais com um por do sol desses! Como o local era grande dividimos a turma e cada um escolheu um lado! no fim da pescaria foi só as historias dos peixes kkkk Quem puder dar uma forcinha la no youtube eu agradeço Abraço e bora pescar!
  39. 4 points
    https://noticias.uol.com.br/reportagens-especiais/o-jardineiro-de-corais/index.htm#tematico-2
  40. 4 points
    Ainda bem que tem uma cantora meia boca que já está salvando as Girafas
  41. 4 points
    Buenas pessoal, seis meses depois de encontrar os tucunarés pela primeira vez, resolvi voltar ao Tocantins, mas dessa vez a jornada foi meio frustrada, devido aos ventos que atrapalham muito a pescaria, dificultando a navegação e não deixando a água esquentar, limitando a pescaria a pequenos períodos, início da manhã e do meio pro final da tarde. Eu deveria ter esperado pra ir em janeiro, mas paguei pela ansiedade. Mas, mesmo assim, melhor dias ruins de pescaria do que dias bons de trabalho, seguem algumas fotos dos melhores peixes. Dessa vez não encontrei os azulões, mas saíram alguns amarelos e também achamos as corvinas. Valeu pelo descanso e pela primeira pescaria a bordo de um Bass boat. Fica a dica, não vale a pena ir entre junho e setembro. Destaque para duas iscas novas que levei, rapala x rap sr 10, rosa de barriga branca, garantiu metade das capturas, porém quase perdi o maior peixe da pescaria isso que era um azul de no máximo 40cm, mas que abriu a argola da garatéia, por sorte já dentro do barco (o guia havia me orientado a trocar, mas acabei esquecendo); e a Ocl spitifire 75, onde tive boas ações de superfície, mesmo com as más condições.
  42. 4 points
    não ... esse é o Mauricio usando o Waze náutico pra chegar até o Casqueiro ... * uheuuhehue ... meo Deus ... quanta bobagem .... rsrrsrs
  43. 4 points
    Meu pai veio me visitar e nada melhor do que uma pescaria pra colocar a conversa em dia. Saímos cedo, mesmo com o tempo bem fechado e muita neblina esperávamos capturar alguns. Conjuntos prontos, um com vara 14 libras e outro com 17. Os peixes já deram as caras logo cedo Meu pai ja tinha tentado com isca natural e não teve sucesso, resolveu voltar pra artificial. Não demorou já fisgou um belo amarelão, 53 cm, o primeiro com plug. Ja fazia um tempo que não via um desse porte por aqui. Eu continuava com os amarelinhos. Deixei meu pai descansado e fui tentar pegar um tambaqui. Não veio o tambaqui, mas entrou um amarelão de 54 cm. Entrou um redondo, mas não era grande o suficiente pra ir pra grelha. Mais um de bom tamanho. O antigo ponto das traíras voltou a ser o campo minado, com muitas ações na superfície. Braços ja estavam em frangalhos, hora de partir, até a próxima.
  44. 4 points
  45. 4 points
    Hoje peguei mais uma bela traíra depois do trabalho, arremessando um ratinho de borracha na margem do lago, saiu essa excelente dentuça de cerca de 2 kg.
  46. 4 points
    Testando material ultralight da China e tetando recuperar os peixes que saíram pelo ladrão kkkkkkkk
  47. 4 points
    Um garotão inteligente, vindo da roça, candidatou-se a um emprego numa grande loja de departamentos da cidade. Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado ali. O gerente perguntou ao rapaz: — Você já trabalhou alguma vez? — Sim, eu fazia negócios na roça. O gerente gostou do jeitão simples do moço e disse: Pode começar amanhã, no fim da tarde venho ver como se saiu. O dia foi longo e árduo para o rapaz. Às 17h30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou: — Quantas vendas você fez hoje? — Uma! — Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia. — De quanto foi a sua venda? — Dois milhões e meio de reais. — Como conseguiu isso? — Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande. Depois vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa. Para pescaria pesada, sabe. Perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então o acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e o levei à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas. Perplexo, o gerente perguntou: — Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol? — Não senhor. Ele entrou aqui para comprar um pacote de absorventes para a mulher, e eu disse: "Já que o seu fim de semana está perdido, por que o senhor não vai pescar?"
  48. 4 points
    Saímos cedo para pegar uns piauçús, tambaquís e tambatingas. O Luciano estava doido pra saber se a linha monofilamento 023 ia aguentar. Material pronto, retirei a linha multifilamento 014 que estava no molinete Venator e coloquei um monofilamento SuperRaiglon 026, um líder curto feito com uma mono Max Force 040 (nó albright) e snap Celta bem pequeno com girador rolamentado. Os peixes estavam bem ativos, pescando no fundo estava pegando piaus com massa e o Luciano as tambatingas na superfície com a mesma massa. Deixei o Luciano com as tambatingas e fui para o outro tanque com os pequenos tambaquís, pequenos mas muito fortes. Os mini crancks nunca me deixaram na mão nesse tanque. Haja garateias pra repor, cada dois ou três ataques já era as duas garateias. O Luciano se divertiu bastante e a linha 023 aguentou bem. Hora de partir, até a próxima a pescaria.
  49. 4 points
    em primeiro lugar, um abraço a todos, bem , também quero deixar meu singelo relato colaborando assim com essa página maravilhosa que é o Pescaki, trabalho na área da segurança pública como soldado da PM e fui acometido de uma grave enfermidade apelidada de "sindrome do pânico", queria matar e morrer, mas DEUS na sua infinita bondade removeu esse meu cativeiro e me restabeleceu minha saúde 100%, ...aí vi que quase morri e não realizei meu sonho que desde criança era de conhecer a floresta amazônica, pesquisando na internet vi uma pousada que me chamou a atenção que é a POUSADA DO XINGU na região de altamira no estado do pará, fechei uma reserva com 01 ano e 03 meses de antecedência e fui pagando as poucos, aí chegou o grande dia (isso foi em julho de 2018), fui atraz dos gigantes de couro da bacia amazônica e no primeiro dia fisguei um belo PIRAMUTABA (mais ou menos uns oito quilos), saiu também uns barbados , mandis e algumas piranhas gigantescas, no segundo dia realizei meu sonho que era de pegar uma pirarara foi uma "briga" mais ou menos e enfim o peixão pousou para a foto que é esse da foto aí com meu nome e nesse dia peguei também mais 02 peixe palmito de bom tamanho ( 03 quilos ) e um peixe de pouco mais de 01 quilo que o guia piloteiro disse ser um pacamon e mais duas pirarara baby rsrsr pequenas, no terceiro dia peguei uns barbados pequenos, mais um filhotinho de pirarara e algumas grandes piranhas ( como é grande as piranhas lá, peguei no anzol barra 08 ), aí a tarde foi show, peguei uma grande pirarara que depois de alguns minutos de briga a linha ( multifilamento ), esbarrou nas pedras e perdi o peixão visto que ela tomou muita linha , bem no quarto dia eu disse pro piloteiro que queria pescar tucunarés e nesse dia saiu alguns belos exemplares de tucunaré pinima , uma cachorra pequena , as velhas e boas piranhas e enfim o peixe que mais me emocionou que foi uma bicuda, puxa vida como ela salta bonito e não se entrega, no quinto e último dia falei pro vanderlan que ele me levasse no poção dos brutos ( eu que apelidei esse poço ), e mais uma "história de pescadô ), fisguei um Jaú e ele tomava muita linha e acabou "entocando" aí perdi o peixão a tardinha eu disse pro guia que queria pegar uns pacus, o interessante é que os pacus lá não passam de 02 quilos que é o pacu borracha , o branco e o curupité, peguei uns trinta mais ou menos iscando com pedaço de laranja e limão e ainda fisguei pela perna uma espécie de tartaruga que leva o nome de tracajá, saiu ainda umas piranhas vermelhas de bom tamanho e umas pequenas pirararas e pra fechar com chave de ouro uma bela cachorra de aproximadamente 10 quilos, que salto maravilhoso esse peixe proporciona, lembrando os nobres colegas que lá é só pesca esportiva, todos os peixes foram soltos em perfeito estado de volta pra água, peixe só se come na pousada ( qualquer peixe ). ... minha segunda pescaria vai ser em outubro agora pois em outubro entro pra RR e vou no PESQUEIRO SALOBRINHA no rio miranda, achei barato um apartamento lá por 80 reais a diária com ar condicionado, só que lá a gente tem que fazer o café , almoço e janta, peço desculpas para os nobres colegas pois tenho extrema dificuldade de colocar as fotos da pescaria que relatei aqui na página do Pescaki, e tenho essas fotos no facebook pra me achar no face é só por mauricio de paula cornélio procópio, lá tenho as fotos dessa pescaria. uma forte abraço a todos
  50. 4 points
    O Pescaki é o melhor fórum de pesca disparado dos que já participei, só aqui tem Bomediano e Maurício. Mesmo tendo reduzido minhas participações, sempre que sentir vontade de relatar, será feito aqui, também sempre que alguém me perguntar e eu puder contribuir, estarei sempre por aqui .

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