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Showing content with the highest reputation since 05-03-2020 in all areas

  1. 5 points
    Em tudo tem limites..e enche!!. Pesqueiro cheio, muvuqueiros, sai de madrugada e volta tbm de madrugada..caro, cansado... Quando isso acontece voltamos a origem. Quem começou com os lambaris sabem a delicia dessa pescaria¹¹ Nada melhor que voltarmos a pescar lambari, numa tranquilidade, não importando com os baguas, mas divertindo o dia todo com peixinhos em companhia de um bom amigo.e papos.. Ultimamente estou indo em Salesópolis em busca de lambaris para divertir e por que não degustar bem fritinho..uma delicia Para não desperdiçar as miçangas, vejam o que fiz com varas para lambaris: A represa é em Biritiba Açu em Mogi das Cruzes, caminho do Mogi\Bertioga.
  2. 4 points
    Interessante... Limpando o armário encontrei uma caixinha. O que será que tem dentro? Essas coisas às vezes ficam anos e anos sem serem abertas que a gente até esquece... Pútis.... Quanta coisa! É de se admirar o quanto se compra dessas coisas, para nunca usar...e fica aí, guardado.... Bom, vamos guardar de novo....
  3. 4 points
    Boa tarde, meus amigos! Com todo esse alarde acerca do COVID-19, o novo e famoso Coronavirus, foi decretada a condição de Pandemia, fazendo com que a maioria dos Centros de pesquisa encerrassem suas atividades por tempo indeterminado, até que a condição seja revertida, ou, pelo menos melhorada. Não foi diferente também no Hospital onde faço minha especialização. Tal situação deixou uma certa brecha para que eu tivesse um tempinho de folga e colocasse a linha na água. Aproveitando que as atividades têm volta prevista para o mês seguinte, me dei ao luxo de ir a um lugar um pouco mais longe, lugar este que sempre ia quando pequeno, pois lá, a diversão é garantida!: o hotel fazenda Campo dos Sonhos, localizado na charmosa e aconchegante cidade de Socorro, pertinho de Minas Gerais (terra da patroa), assim uniríamos o útil ao agradável, e dessa maneira todos saem felizes. O hotel tem uma estrutura fantástica, bem raiz! Inclusive é engraçado, porquê toda vez que vou lá, fico totalmente mergulhado no ambiente rural e me sinto em uma missão de sobrevivência daquelas memoráveis. Mas, para que a pescaria renda, precisamos começar com o famoso café da manhã dos campeões A estrutura do hotel conta com 26 lagos, sendo 10 para a prática da pesca esportiva e os demais para a criação, aquicultura e ornamentação dos peixes. Comecei o dia no lago 3: povoado pelas tilápais e pacus, porém infelizmente, os dentuços não deram o ar da graça o dia todo. Após alguns arremessos com uma cigarrinha que comprei da china, consigo um exemplar razoável de "larápia" Para os Pacus, tentei de tudo: goiabas, coquinho, acerola, massa, "xalxixa", peixinhos menores e nada... O jeito então, foi alimentar os patos com a ração P40, e aproveitar para uma dar uma cevada no lago. Pato aqui, pato acolá e nada de peixe na IA. então, como bom linguiceiro que sou, fiz rapidamente um pacote da infalível massa do cola; que nunca me deixou na mão e me trouxe um dublê com a muié. E assim foi até mais ou menos a metade do dia, tilapinhas desse porte, com as maiores chegando a 1,5kg (pesadas no meu boga grip de 15 anos atrás). Aqui seguem as fotos das mesmas. Pausa para o almoço no restaurante caipira: (nessa hora, o céu estava escuro demais e o tempo fechando. Pensei que a pescaria acabava ali mesmo) Maaaaaaas, como diz uma tal "Banda de Pai dos anos 60", sempre tem coisa boa depois da chuva ( ou será que é ao contrário? ) Após comer e ouvir uma sequência de modas-de-viola, hora de retornar os trabalhos, mas dessa vez no lago 4, o maior e mais fundo do hotel (dizem que lá no meio a profundidade chega a 15 metros e já teve até menino sendo engolido pela água. Depois de um tempinho de caminhada para fazer o "quilo", sentei-me na beira do lago, armei a parafernalha toda e arremessei embaixo da ponte, onde há a ceva natural por conta das frutas que caem no lago; quando senti uma pancada na varinha de 12 libras com linha de mono 0,18. A fricção do molinete cantou e esquentou à la freios da fórmula indy (leia-se com um certo tomhiperbólico) Um bagrinho pra conta. (eu gosto muito da pescaria de bagres, apesar de muito controversa, acho um peixe que briga muito bem) E na caída do arremesso seguinte, mais uma pancada bonita, e quase que no visual, me rendeu mais uma captura de outro barbudo. A água estava muito barrenta, e talvez por isso que os redondos não apareceram, a chuva é um fator determinante nesse local, pois muda totalmente a cor e a suspensão de partículas na água E foram uns 15 ou 20 bagres ao longo do dia, todos nessa média de 3 a 4,5 kg E, para a minha surpresa, no último arremesso, percebo algum peixe "mamando" a isca como se fosse um corimba, que é muito presente nesse local, e ficou assim por uns 20 minutos, e, quando a boia parou de se movimentar, recolhi a linha e senti o peso, mas, para minha surpresa, acrescentei minha lista de espécies capturadas com esse carinha aí, ó! Já na hora de ir embora, uma mensagem no prédio central do hotel me faz lembrar que tenho que voltar ao trabáio É isso, meus amigos! Aos poucos estou voltando a pescar, espero que tenham gostado! Ah, e já ia me esquecendo, o equipamento que usei foi: Varinha caipira cedida pelo próprio local, Conjunto Maruri 12 libras e linha 0,18 de monofilamento, com líder em monofilamento 0,33. Um grande abraço e espero que gostem
  4. 3 points
    Por mais pandemia ou quarentena que seja, temos que alimentar. Alguns pratos do dia/ dia. Segunda: Fraldinha no fogão A noite: Sobra da fraldinha Dia seguinte: Sobra da fraldinha A noite: pão de queijo Dia seguinte: mais uma vez sobra da fraldinha. Chega de fraldinha, então fiz sushi e sashimi
  5. 3 points
    Estranho...acho que nunca notei aquele armário ali.... mas que coisa! O que será que tem dentro? Cacilda! Caixas? Mas o que será que tem nelas? Vamos ver uma. Caixinhas de papelão! Com desenhos de mais daquelas coisas com alavanca e carretel! E duas pernas também! Vamos ver o que são essas coisas... Bonita cor azul....bom gosto... Um carretel diferente agora. Parece um barrilzinho. E pesadinho.... Esse é marrom... E leve... E um pequenininho... E o que será esse bastão? Cheio de rodinhas de metal.... E estica... Bom, era isso que tinha aí dentro... Vamos guardar tudo de novo. E ainda tem mais pé ali.
  6. 3 points
    Pois é, tem cada caso que parece causo... Essas aves são extremamente espertas mesmo, na volta das pescarias na Queimadona elas seguem os barcos e por vezes atacam as iscas de barbela que usamos no corrico. Judiação da cadela...piercing de colher...não deve ser nada agradável. KKKK, ainda bem que o anzol pegou só no traje de mergulho...
  7. 3 points
    Bora, estava iniciando na pescaria, faz pouco tempo, fui à uma pousada no interior de SP que tinha um lago enorme! Lá conheci um sr. que começou a me contar histórias de suas aventuras no pantanal, algumas difíceis de acreditar como ele mesmo dizia kkk O sr. estava com um tipo de sombreiro, em determinado momento ele arremessou, estava usando boia, e a boia não caia na água, quando percebemos ele tinha acertado uma garça que passava voando pelo lago, ele recolheu a linha e soltamos a garça com muito esforço. Terminada a soltura ele me diz, mais uma que vou contar e ninguém vai acreditar Passei a não duvidar das histórias dele ...
  8. 3 points
    Há tempos que venho enfatizando o privilégio de poder pescar em Areado, no Sul de Minas Gerais. De mesmo modo há várias matérias minhas já publicadas aqui no Pescaki sobre a pesca naquela região. Isso já ocorre por cerca de 18 anos, desde a introdução do tucunaré-azul naquelas águas. Caracterizo como privilégio não só a pesca, mas sobretudo poder conjugar isso com coisas como a espetacular amizade que fiz por lá e o desfrute de poder estar em um lugar simplesmente sensacional em termos de paisagens e beleza natural. Já vinha sem ir para lá há mais de ano e a última vez que lá estive, só pude desfrutar das amizades e das paisagens, porque a pesca foi totalmente aniquilada em razão da enorme seca que assolava o lago de Furnas naquela época. O pior é que a seca perdurou (e perdura, de certa forma!) até recentemente porque apenas há poucos dias é que o lago começou a acumular água novamente. Sabemos que assim não vai permanecer em razão das muitas e injustas particularidades políticas que envolvem o lago. No entanto, com o nível da represa subindo, ficou fácil perceber o quanto a Natureza pode ser generosa em termos de recuperação, pois já se percebe uma recuperação na pesca e na reprodução das espécies. Estive lá na semana passada, com apenas dois dias e meio de pesca. A exemplo de outros anos passados, a jornada foi muito boa apesar de algumas dificuldades para descobrir o peixe, sempre muito longe de onde saíamos, que é a Colônia da Férias da AFPESP! A ver se estarão ao gosto dos amigos as fotos (de celular) que fizemos na jornada, a começar por algumas paisagens do lugar: Esta área só conseguiu ter água há poucos dias, mesmo tendo havido tanta chuva e fica em frente ao prédio da pousada da Colônia. Peixes de pequeno porte estão sempre presentes, o que denuncia a capacidade de recuperação das espécies quando igual recuperação vem por parte dos lagos. Notem nesta foto acima, um dos grandes problemas que os tucunarés-azuis do Lago de Furnas enfrentam. No canto superior esquerdo se pode ver um pescador praticando a forma mais comum de pesca por lá, que consiste em entrar na água, sempre em locais de estruturas, até uma profundidade de até a cintura. Até aí, tudo bem, mas é assim que pescam em cima de cardumes de peixes geralmente pequenos, cujo desfecho é sempre de morte para o peixe, não importando seu tamanho, até porque nesta modalidade o que mais se consegue capturar são mesmo peixes do porte destes das fotos acima, muito embora, também consigam matar peixes bem maiores. Lamentável! No primeiro dia, só ficamos em pequenos peixes, porque tardamos em perceber o padrão de ataques, bem como pescamos por perto da pousada, enquanto que os melhores peixes estavam bem mais longe. Cheguei a fisgar dois peixes muito bons, grandes mesmo, mas não dei sorte para embarcar, porque o primeiro simplesmente levou minha isca (uma emblemática Sammy, velha na minha caixa rsss) água abaixo até se enroscar por lá, resultando na perda do peixe e da isca; o segundo apesar de ter brigado no limpo, me escapou logo na hora de colocar-lhe as mãos. Meu genro, Fábio pegou o maiorzinho neste primeiro dia e que já rendeu muita alegria. No segundo dia, saí em companhia de meus amigos João Paulo e Valter Moraes, grandes companheiros de há muitos anos para matarmos a saudade de uma jornada comum e andamos capturando alguns peixes bons. O maior do dia foi de João Paulo. Valter andou perdendo peixe fisgado e acabou não embarcando nenhum. Nem mesmo enquanto se posa para a foto, não se deixa de tentar ver onde foi a pancada de outro peixe na água... rssss O Grande João Paulo com seu peixe, que mediu 55 cm. Aqui, mais uma belo azul Outra do mesmo peixe E outro No último dia saímos, Fábio, eu e meu irmão Mário Para finalizar, seguem meus agradecimentos a todo o pessoal que trabalha na formidável Colônia da AFPESP Unidade de Areado, Douglas, Celinho, José, Fábio, Gilmar, Rose, Renata, Débora e tantos outros, todos muito bem preparados e empenhados em proporcionar estada privilegiada. Especial agradecimento aos meus dois grandes amigos João Paulo e Valter Moraes, além de outros como Kilder e Lurdinha. Igualmente especial o agradecimento ao meu Irmão Mário, minha cunhada Helena, minha mulher Lúcia, meu genro Fábio e minha Filha Lívia, porque estivemos todos hospedados lá, onde também pude reencontrar o amigo Geraldo e mulher. Depois de ter passado três dias de maravilha naquele lugar retornamos para aqui encontrarmos esta situação de ter de ficar confinado em casa por conta desta pandemia. Mas como sabemos, dias melhores virão e aí, lá estaremos de volta, novamente motivados pela atividade que move minha vida, a pesca esportiva! PS. Para quem não conhece ou tem interesse de conhecer, a AFPESP é uma entidade que reúne associados funcionários públicos, muito embora de qualquer nível administrativo, podendo ser federal, estadual e municipal mas atuante no estado de São Paulo. Possui diversas unidades de lazer e turismo à disposição dos associados. Quem tiver interesse, basta consultar a página web da instituição clicando aqui: AFPESP
  9. 3 points
    Bom, já que temos mesmo de ficar em casa, vamos então fazer algum artesanato . Me lembrei disto aqui: Carretéis de bambu para se guardar linhadas e afins. Sempre temos aquelas linhas que não possuem um carretel, mas que mesmo assim não queremos jogar no lixo. Para fazer essa "arte", é necessário termos daqueles palitos de restaurante oriental, os famosos Hashi. E eu tinha um punhado disso na gaveta. Precisamos também daquelas varetas de fazer pipa. Ou pode ser daqueles palitos para montar espetinhos. Marcamos os locais dos furos e usamos uma broca compatível. Primeiro uma daquelas bem finas, depois arrematar com a do mesmo diâmetro dos palitos. Para isso, tive o adjutório dessa simpática furadeira... Um pouco de lixação com lixa número 150 também ajuda na aparência final, que costuma ficar muito boa. Se a vareta quebrar no furo, sem problemas, apenas encurte o outro pé e faça o esquema um pouco menor. Araldite para colar tudo. Ficará tudo assim. Para adicionar um "bumper", que evitará magoar muito a linha, use um mousepad velho, daqueles de pura espuma. Cole com Araldite também, usando pregadores para segurar. Ficará assim. Simpático, não? Agora, adicionar uma paleta, que servirá para segurar a ponta final da linhada. Usei cintas Hellerman, cortadas nesse tamanho. Amarrei com a mesma linha que se usa para fixar passadores, e usando a mesma técnica. Ficarão assim. E pronto. Já tem uns carretéis simpáticos para usar. O problema é quando os amigos virem isso na sua caixa de pesca e perguntarem se não vão ganhar um de brinde...
  10. 3 points
  11. 3 points
  12. 3 points
  13. 2 points
    Novas isquinhas para brincar com as saicangas, jacundás e traíras, e uma varinha da Lumis 8lb!
  14. 2 points
    Interessante. Tem mais caixa aqui. O que será? Quantas caixas! O que será que tem dentro? Cacilda! Cheios daqueles carretéis estranhos! Alguns até com linha! Tem até de alumínio. Outros, parecem ser de algum tipo de plástico. Bom, era isso. Deixa eu guardar tudo, antes que o dono apareça....
  15. 2 points
    Este não é o famoso "pinto carçudo"???
  16. 2 points
    Quando eu falei que ainda faltam mais armários, prateleiras, cômodas, porão, sótão, despensa e demais compartimentos secretos, vocês duvidaram de mim!
  17. 2 points
    Boa noite pescadores, Estava ansioso para estrear as duas varas novas que postei no relato anterior, alguns pesqueiros próximos começaram a reabrir com algumas restrições, arrumei as coisas e fui num, com todos os cuidados tomados. Dia de sol e calor, mas para surpresa o tanque da pesca esportiva lotado muito barulho, e muitos equipamentos armados no lago, o que dificulta um pouco para artificiais, peixe tava muito manhoso, peguei alguns na insistência segue as fotos: olha quem apareceu: é isso ai até a próxima!
  18. 2 points
    O mercadinho do lado de casa, agora durante a pandemia começou a atender apenas os idosos das 8 as 9:30...era 7:55 e ja havia uma fila de idosos esperando na frente. Nisso chega um rapaz jovem, desce do carro e vai para a frente do mercado...uma idosa ja o xinga e aplica uma bengalada no sujeito...mas ele insiste e tenta chegar na porta do mercadinho...ai a velharada toda cai dentro e enche o cara de bengaladas e muletadas...enfurecido o rapaz volta em direçao ao carro e grita: Quer saber? Entao eu não vou mais abrir essa porcaria de mercado!!! Entrou no carro e foi embora...
  19. 2 points
    Era Sábado ás +-17:30hr no pesqueiro usando como isca uma miçanga branca com formato de rosa e era a única que tinha e minha boia afundou e comecei a briga,mas o bicho cortou a linha e perdi a minha miçanga matadeira. Em outro Sábado no mesmo horário e local comentei com um colega....É! semana passada nesse horário perdi a miçanga da sorte. Quando terminei de falar a minha boia afundou e comecei a briga e era belo tamba e quando tiro o bicho para fora da água e o que eu vejo no canto da boca do tamba?!dois anzóis e um era meu anzol com a minha miçanga branca com formato de rosa que tinha perdido a uma semana. ................................................................................................................................................................................................................................................ Outro caso no pesqueiro,dois pescadores um de cada lado do lago começaram a discutir falando. -Solta ai entrou aqui primeiro. -Claro que não!o seu é enrosco entrou aqui primeiro! -Eu tô sentindo o bicho aqui,solta ai! E ficou aquele empasse e um gritando de cada lado do lago,os dois tinha tanta certeza fizeram uma aposta que quem perdesse iria pagar a conta. E na hora de tirar o peixe da água junta galera para ver quem estava certo e para surpresa de todos o Pacu tinha pego a isca dos dois!
  20. 2 points
    Cada vez mais os telefones celulares (e suas câmeras) vão diminuindo a frequência dos que nos chamam de mentirosos, porque nos permitem mostrar a foto do(s) troféu(s) que aquele amigo duvida que pegamos. Mas existem fatos inusitados que acontecem às vezes nas pescarias, que por serem rápidos demais ou por não termos a câmera ligada, são guardados apenas em nossa memória...em homenagem ao primeiro de Abril, vamos descrever aqui os fatos mais curiosos que já presenciamos na nossa vida de pescador? Começo descrevendo um fato que aconteceu quando pescava sozinho, sem a presença de câmera disponível para fotografar o ocorrido. Pescava na saudosa represa de Cachoeira do França (Juquitiba) atrás do famoso Black Bass (relativamente abundante naquela época - década de 90), e estava jogando uma isca de barbela longa na margem e puxando lentamente de volta ao barco...após um arremesso que caiu a cerca de meio metro da margem, antes de começar o recolhimento um gavião marrom (maior que um frango grande) simplesmente se jogou em cima da isca, pegando-a com seus pés e ficando enroscado na garatéia...a cena mais absurda foi ver a linha subir aos céus e eu ficar brigando com o gavião no ar...ele puxando de um lado e eu do outro...até que ele caiu na água...eu fui recolhendo a ave até a borda do barco, quando com todo cuidado consegui com alicate de bico livrar a ave...que nadou até a margem, impossibilitada de voar por suas penas estarem molhadas.... A foto não é minha, mas descreve bem o que aconteceu comigo: E com vc? descreva-nos o caso mais cabeludo que aconteceu em sua vida de pescador....
  21. 2 points
    Vontade imensa de comer lambari fritinha...mas deu para quebrar galho...
  22. 2 points
    Quando era moleque, uns 12 anos de idade. Havia ganho 2 colheres de pesca, pequenas, de aniversário. Estavam sobre a mesa, junto com todo meu material de pesca que se resumia a um carretel de linha caiçara ouro e uma caixinha porcaria de anzóis de segunda linha e chumbadas. Aquelas colheres eram o melhor presente e havia ganho do meu melhor amigo na época. Vacilei 2 minutos com o banquinho próximo a esta mesa. Minha pequena cadela, uma fox bolinha de nome Çula.... (saudades...) subiu no banco, depois na mesa e gentilmente pegou uma das colheres.... Ficou igual a piercing no beicinho dela. Ela olhava pra todo mundo com olhos marejados. Cheguei e para meu desespero ela estava com a garateia pendurada nos lábios..... Acho que nunca chorei tanto... pela Çula e pela isca também pois sabia que teriam de cortar a garateia pra tirar e não teria outra por um bom tempo . Um conhecido do bairro que era auxiliar em uma farmácia (não tinha grana pro veterinário) ajudou e tirou aquela isca do lábio da coitadinha. E sem cortar a garatéia.... Foi ai que comecei a tirar a farpa de tudo que é anzol kkkkkkkkk e tomar muito mais cuidado com os materias de pesca. Penso até hoje se ela tivesse mastigado ou engolido a isquinha.... hoje lembro como piada mas foi um momento de terror total kkkkkk
  23. 2 points
  24. 2 points
    Em época de quarentena ...segue o vídeo relato de uma pescaria bacana que realizei com amigos antes desse pesadelo chegar por aqui.... Que Deus no ajude a superar mais essa...
  25. 2 points
    Isso não é isolamento, é viver da melhor forma possível rssss na verdade, isolado estaria o resto do mundo rssss
  26. 2 points
    Com poucas pessoas circulando está faltando as migalhas de pão deles.
  27. 2 points
    Boa noite pescadores...... Resolvi fazer em relato com minhas três últimas pescarias, fevereiro e março foram meses atípicos aqui em Curitiba, marcados por um frio fora de época dificultando um pouco a pesca da traíra. 1ª pescaria Um amigo me convidou para conhecer a represa do Passauna, o peixe alvo: black Bass e traíra. represa baixa peixe inativo parte da manhã apenas uma ação de um bom black mas não consegui embarcar. logo após o meio dia o primeiro peixe: Após essa, tivemos ação apenas final da tarde. Fazia tempo que não pescava black, o peixinho manhoso, mas......muito top de pescar. Assim foi a pescaria desse dia material Usado: vara major craft first cast 6,6 16 lbs e carretilha black window. Segunda pescaria: fomos num grupo numa chácara com uns amigos, dia muito difícil, o lugar era top, mas muito vento, frio saiu 4 traíras pequenas, tirei foto de duas, segue: 3 Pescaria. Lugar é uma chácara particular, tem três tanques pequenos, dou um troco pro dono ele deixa pescar, o problema é que quando pegam as traíras matam tudo, já diminuiu bastante. Apesar do frio, bastante ação na superfície, esse popper surpreendeu! É Isso ai, até a próxima
  28. 2 points
    Já fiz também 2 spread bar's para teaser's, vamos ver se consigo atrair alguma coisa melhor nas pescarias de corrico no mar.
  29. 2 points
    Eu já inventava moda antes da quarentena, fazendo snap's com girador.
  30. 2 points
    Show João Paulo, parabéns pelas pescarias!! Legal que o tempo livre está estimulando que mais participantes do fórum coloquem seus relatos aqui...
  31. 2 points
    Pescaria 10!! Fazia tempo que não via um Bass por aqui. Parabéns!!!
  32. 2 points
    hoje também aproveitei para fazer uns empates de aço, pois ficar perdendo iscas para as traías não da né ...
  33. 2 points
    O enterro dele foi quando mesmo? Se chegou em casa assim...!
  34. 2 points
    Já que as mascaras cirurgicas andam em falta, seguem sugestões quebra-galho para pescadores:
  35. 2 points
    "Querida, não é meu, é de um amigo"!
  36. 2 points
    Absurdo o que está acontecendo, estão cancelando a possibilidade de pescarmos com a desculpa de excesso de contato humano que facilitaria o contágio...veja na foto abaixo como isso é totalmente injustificado...
  37. 2 points
    São aquelas fotos do campeonato de pesca nudista categoria feminino que eu nunca mostrei aqui...
  38. 2 points
    Chegar em casa e dar de cara com os novos brinquedos eh bom demais ... Em breve review, ja que estamos em casa por conta do corona virus ... Abçxxxx
  39. 2 points
    Essa foto foi tirada em San-Andrés, Colômbia, em 2017, e me inspirou em um breve texto Esse lugar é conhecido como a "praça da barracuda", que tem uma estátua de uma barracuda chorando, e segundo os nativos, o choro da barracuda está na mesma metáfora das nossas "lágrimas de crocodilo" Aqui vai o texto: O choro das Barracudas. A metáfora de hoje é contada pelo choro das barracudas. Você certamente já viu um peixe chorar, gritar, e pedir por socorro. E não o ajudou. Mas quão fortes, são os peixes, que só misturam suas lágrimas com a água, porque sabem que o seu choro não será percebido. Quão fortes são as barracudas, que, mesmo vivendo na superfície, podem chorar à vontade, que nunca terão suas salgadas lágrimas diferenciadas da salgada água do mar. Não é facil se manter longe dos holofotes. Para nós, é preciso imergir às profundezas, para emergir os sentimentos. Mas não confunda solidão com as profundezas. Nas profundezas, poucos seres habitam, e é por isso que, estes são solitários. Abissal é viver na superfície, onde a lágrima é banal e o abismo não é real. Há quem diga que o salgado oceano é um compêndio... ...de salgadas lágrimas... Do choro. Das barracudas.
  40. 2 points
    Realmente Leandro meu hd cerebral está obsoleto e corrompido!... vagueio no tempo e vagamente lembro dos títulos das revistas, todavia nada que tenha eu adquirida ou até mesmo lidas, quanto aos equipamentos foram a época a minha graduação no aprendizado e ficava com os olhos mais cintilantes que as estrelas no infinito quando realizei essas conquistas...a velha caiçara era o máximo , creio que a todos nós aprendizes. Escapou nada!... já questionei ao amigo Leandro se foi na sua arca de memória que ele encontrou essas relíquias.
  41. 2 points
    Itanhaém, 15 de janeiro de 2018 (Texto autoral, e verídico) Sereia: Esta não é mais uma história de pescador Breves dias, curtas tardes e longas noites na praia me trouxeram ao mar. Era o fim de mais um dia de pescaria, um dia incomum, diria eu. O sol já estava se pondo e o meu corpo moído pedia descanso, meus antebraços doloridos por causa das brigas com os peixes estavam sem força, até que decidi entrar no mar para me banhar; deixei minha vara na areia, pedi licença à natureza como de costume e fui de encontro às ondas... ... mas não estava sozinho. Já era lá pelas 7 horas da noite e o último vestígio de luz se despedia do céu, abrindo alas para toda a majestade de uma noite de Lua Cheia. O mar estava calmo, até demais. Os ventos não sopravam com força e eu estava quase em estado de transe, quando fui subitamente interrompido por um Sussurro, seguido de um frio na espinha. -"Vinicius... Venha, você está muito cansado..." "...Vinicius... Vinici... Vini... V..." Tentei resistir, mas quando me dei conta, já estava à deriva, como um navio sem direção àlgumas léguas de casa, entregue ao seu canto, nadando nas ondas de seus cabelos. Pouco a pouco me sentia seduzido pelo seu canto, derrapando em suas curvas, naquele seu olhar de deboche, distante tal qual os barcos no horizonte, perdido, naufragado no seu sorriso (quem dera estivesse sonhando) Era metade mulher, e metade peixe. Metade Divina, a outra também. Sirena, Mermaid, Sereia, Sirène. Entregue à correnteza, senti seu corpo molhado deslizar nos meus dedos. Não lembro ao certo de seu rosto, nem de seu nome, mas aquela noite parecia não ter fim, eu estava extasiado no paraíso, com sombra e água fresca onde nós dois éramos protagonistas de um espetáculo no meio do mar. Longe da terra firme, longe de tudo, longe de todos. Éramos nós, as estrelas e toda a imensidão azul do mar; o seu Reino. Realmente eu estava muito cansado e poderia estar apenas tendo devaneios... ...mas não desta vez, não nesta noite de verão Quem vive no mar tem sorte por ter uma Sereia todos os dias consigo. Até um próximo dia, ou melhor, até uma próxima noite, Sereia...
  42. 2 points
    Opa! Valeu Fred! Cara, eu gosto muito de paralamas. Tenho gravada essa e uma versão de "romance ideal" que é outra música fantástica. Amo tocar também, se tivesse mais tempo, com certeza tocaria em mais lugares. Nessa versão tivemos que dar uma encurtada no final do solo, senão não iria acabar junto com os outros instrumentos
  43. 2 points
    Molinetes Paoli... Recebi dois de herança do meu tio Arnaldo. nunca os usei e estão de recordação na casa da praia. Hoje em dia enxergo a pesca como algo tão saudosista, que, mesmo com 21 anos, me sinto como um tiozinho na pescaria. Acho que é porquê ainda gosto do mais simples o possível... Pescaria sempre foi pra mim algo como ir a um jogo do time do coração: planejado por dias, calculado e aproveitado cada momento. Às vezes vejo a molecada não aproveitando tanto assim. Graças a Deus a pescaria foi, em muitas vezes o refúgio para a ansiedade e depressão. A começar pelas amizades feitas aqui no fórum.
  44. 2 points
    Apesar de ter conhecido as duas publicações, nunca tive a oportunidade de ler qualquer delas, mas usei (muito!) molinetes Paoli e Tokyo, sempre munidos de linha Caiçara... rssss
  45. 2 points
    Pescar com linha Caiçara e molinete Tokyo, SIM!
  46. 2 points
    Depois de muito tempo sem pescar as dentuças, hoje deu certo de bater umas iscas no fim de tarde, saíram 3 delas: Infelizmente uma cavala de pelo menos 1,5 kg escapou no salto...
  47. 2 points
    Muitos pescakianos ficariam vivamente interessados em saber como era um kit de sobrevivência dos pilotos Norte Americanos no Pacífico da Segunda Guerra Mundial, principalmente no que tange à necessidade de pescar para sobreviver. Pois esse vídeo mostra como era esse kit. A parte sobre pesca está entre os 34:27 minutos até os 44:25, onde é aberta uma lata com o kit maior e, após, um kit menor. Mas o vídeo inteiro é bem interessante. Há legendas disponíveis. Abra uma cerveja e boa diversão .
  48. 2 points
  49. 2 points
    Esse vai dar sorte E quem não ?
  50. 2 points
    Este canivetinho me acompanha desde os anos 70. Fica sempre na gaveta, mas não tem uma semana que não uso alguma funcionalidade dele, principalmente as lâminas, que deixo sempre afiadinhas. Às vezes a pinça, para tirar alguma farpa dos dedos. Ou a tesourinha, para cortar coisas mais delicadas. A serrinha corta bem PVC, mas depois de algum teste não lembro de ter usado a serra ou aberto latas ou garrafas com ele, apesar da idade. Comprado no Paraguai quando ainda havia allure nesse tipo de viagem. Lembro que fui de ônibus e comprei em uma lojinha de Porto Stroessner. Victorinox autêntico. Tudo nele funciona perfeitamente, embora a mola da tesourinha tenha ido faz tempo. Poderia comprar outra como spare part, ou mesmo fazer uma, mas sempre dá aquela preguiça... Interessante como há sempre algum instrumento que nos acompanha praticamente por toda a vida.

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