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  1. 3 points
    50 km de remada, viagem internacional de caiaque, aventura de dois dias, muitos peixes e muitas histórias com meu amigo e parceiro de pesca Thiago Ferreira Camero (Tiririka). Em meados de maio, a caminho de uma pescaria rotineira de meio período no lago de Itaipu, meu amigo Thiago Ferreira Camero (Tiririka) deu a ideia de algum dia fazermos uma expedição de caiaque e atravessar para o lado paraguaio com suprimentos para pescar por dois dias. Eu tendo a consciência de que uma pescaria dessas é muito pesada e poderia facilmente render 50 km de remada, por outro lado sabia que poderíamos capturar muitos peixes considerados grandes a nível de lago de Itaipu (próximos a 50 cm). Topei! Alguns dias depois em uma conversa pelo whatsapp, ele me intimou para realizarmos a tal expedição no próximo final de semana. Na ocasião eu estava gripado, tomando remédios e de cama, portanto neguei a parceria na empreitada, mas fiquei com aquilo na cabeça e não conseguia parar de pensar nessa loucura. Três dias depois, já me sentia melhor da gripe e de última hora intimei ele para irmos, ele já tinha outros compromissos com família, amigos e namorada. Mas como todo bom pescador, deu um jeito e conseguiu novamente o tão desejado “alvará”. Arrumou as tralhas, barraca e colchão inflável, montou em sua moto e veio para a minha cidade, para arrumarmos todas as coisas no carro e ir comprar os suprimentos no mercado, o qual fechava às 22:00. Chegando em minha cidade, arrumamos tudo no carro e fomos ao mercado, o encontramos fechado devido ao novo horário de funcionamento (até às 21:30). Porém não desanimamos, passamos em uma conveniência e compramos o que conseguimos achar de mais importante para a nossa expedição: pão de forma, queijo, presunto, alguns pacotes de biscoitos, suco e refrigerante. Partimos para Toledo-PR, uma cidade mais próxima ao lago (85 km) onde tenho minha residência de estudante (sou mestrando do curso de Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca da Unioeste). Em Toledo preparamos baurus com as coisas que compramos e ficamos preparados para sair rumo ao lago. Partimos as 4:00 da manhã, sem dormir mas com muita energia e animados para a ótima pescaria que poderíamos realizar nos dois próximos dias. Chegando ao ponto de descer os caiaque tivemos a surpresa da nova existência de um portão que se encontrava fechado, então largamos o carro na beira da via mesmo, arrumamos todas as tralhas em cima dos caiaques, e descemos a pé aproximadamente 300 metros carregando os caiaques incrivelmente pesados até o lago. Começamos a travessia às 7:00, vimos o nascer do sol ainda no início da travessia do lago, o qual estava agitado em razão do vento norte que pega toda a extensão do imenso reservatório (170 km). Com ajuda do GPS e o aplicativo “Mapa” do celular, conseguimos nos guiar e finalmente chegar ao ponto de pesca às 9:30, após 9 km de remada rumo ao Paraguai. Logo no início do braço onde fomos pescar, escolhemos as iscas, bolamos as estratégias de locais a pinchar e tipos de trabalho de isca em razão de fatores bióticos e abióticos, os quais os peixes estavam sob influência. Por exemplo: · O lago tinha recém subido, portanto alguns peixes estavam no fundo e outros no meio do capim, assim eu explorava locais mais fundos, pinchando aberto com iscas barbeludas e o tiririka pinchava com iscas soft anti-enroso e meia água em meio à vegetação submersa. · A época em que ocorreu a pescaria (26 e 27 de maio), estação de outono, é um período do ano em que os peixes estão mais manhosos em decorrência da baixa temperatura da água. Desta maneira usamos iscas pequenas com rattlin fraco ou sem rattlin, realizávamos trabalhos lentos e as famosas “chamadinhas”. · No início do dia usamos iscas de cores claras devido ao tempo que estava bem aberto e a água limpa. À medida que o tempo foi fechando, mudamos a estratégia e passamos a usar iscas de cores mais fortes e quentes como o amarelo e o alaranjado, dessa maneira as mesmas ficam mais visíveis na água. · Momentos antes de chover, a pressão ficou bem alta e o tempo fechou, os peixes ficaram muito ativos, então usamos iscas de superfície com rattlin forte, cor amarela e trabalho forte do tipo “estou aqui!”. Esta estratégia rendeu várias pancadas fenomenais em pouco tempo de pincho. Desta maneira capturamos vários peixes durante o primeiro dia de pescaria. Seguem as fotos: Após todas essas capturas, o dia chegou ao fim, procuramos uma clareira no meio da mata, onde encostamos os caiaques e subimos para o barranco, armamos o nosso acampamento embaixo de algumas árvores e jantamos alguns baurus, biscoitos e suco. Em fim quando terminamos de comer, iniciou-se uma chuva forte com trovoadas que durou quase a noite inteira. A lona de baixo da barraca ficou encharcada, mas nós permanecemos secos em razão de estarmos em cima do colchão inflável. Ao amanhecer o dia, fizemos a primeira refeição também a base de baurus, bolachas e suco. Ao término, arrumamos tudo novamente, colocamos nos caiaques e partimos em busca de mais aventura. Conseguimos capturar quatro tucunarés de bom tamanho e uma traíra, então às 14:00 decidimos começar a remar até o Brasil novamente, precisaríamos realizar mais 20 km aproximadamente. No caminho da volta tive um palpite sobre um lugar e arrisquei uns pinchos, o palpite deu certo, consegui fisgar um peixe, mas era um peixe diferente, gritei para o tiririka avisando que tinha pegado algo estranho, fiquei concentrado naquela briga contínua e forte, de repente vi a coloração prateada aparecendo perto do caiaque, me passou vários peixes pela cabeça, mas errei todas as possibilidades. Quando o peixe emerge, custou-me acreditar, mas identifiquei uma linda piracanjuba. A piracanjuba é uma espécie nativa da Bacia do Prata e encontra-se criticamente ameaçada de extinção. Isso é verdade para toda a bacia, mas no lago de Itaipu, a situação é ainda pior, existem raríssimos exemplares. Seguem as fotos deste dia de pescaria e por último, a famosa e querida piracanjuba: Após essa última e inusitada captura, pegamos novamente o rumo de casa. Remamos firmemente, em silêncio, mas com a cabeça cheia de recentes boas lembranças e com sensação de dever quase cumprido, só faltava voltar para casa. Chegamos à margem brasileira por volta das 18:30, havia recém anoitecido e estávamos em um estado intenso de cansaço, mesmo assim subimos os caiaques e todas as coisas para o carro e seguimos o caminho de volta para casa. Assim terminou nossa expedição e aventura de pesca. Uma empreitada que ficará para sempre em nossas memórias e que tive muito prazer em escrever e transmitir a história para vocês. Deixo aqui os nossos agradecimentos ao caro leitor que acompanhou este relato e uma mensagem para todos: ame a natureza, se você ainda não pratica o pesque e solte, experimente. É bom de mais! Assistam algumas imagens dessa pescaria no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=C4sMNTbdyds&t= Quer saber mais sobre os caiaques? acese http://www.kaiaques.com.br
  2. 2 points
    Também fui presenteado na terça-feira, dia 24 12 19. Na estreia da varinha nova, de uma camiseta e também de um frog comprado no eBay por 3 reais, certamente a minha maior traíra foi capturada, que, para os padrões da minha região, é uma senhora traíra. Peguei mais algumas neste dia, mas essa não pude deixar de registrar.
  3. 2 points
    Para terminar bem o ano, hoje eu e as dentuças nos entendemos muito bem, em questão de uma hora de pesca, peguei 4 dentuças (3 no ratinho cor de rosa e uma no bad frog):
  4. 2 points
    Percebe-se que vocês são letrados em Rush, eh! Eu também gosto muito!
  5. 2 points
    @Renato Fisherman, colocando mais pimenta no molho que começou... da série "Letras com Conteúdo" (reproduzido a partir o site Whiplash.net - https://whiplash.net/materias/curiosidades/174096-rush.html). Rush: entendendo as letras de "Moving Pictures" 1. "Tom Sawyer": Em uma entrevista o baterista NEIL PEART comentou sobre a letra: "A composição trazia um retrato de um rebelde dos dias modernos que pairava sobre o mundo, com ampla visão e senso de propósito. Acrescentei os temas sobre reconciliar o garoto e o homem dentro de mim e também a diferença entre o que as pessoas realmente são e o que os outros apenas percebem que elas sejam." 2. "Red Barchetta": A canção descreve um futuro no qual muitos tipos de veículos foram proibidos pela "Lei do Motor". O Tio do narrador manteve um desses veículos ilegais (Red Barchetta desportivo) em bom estado por "50 e poucos anos" e manteve escondido em sua casa de campo secreta (uma fazenda antes da promulgação da Lei do Motor) . Todos os domingos, o narrador saia escondido para este local e pegava o carro para um passeio. Durante uma dessas aventuras, ele encontra um "carro com ar-liga", que começa a persegui-lo ao longo das estradas. Um segundo veículo, logo se junta a perseguição, que continua até o narrador ir através de uma ponte, que é estreita demais para os carros de ar. A canção termina com o narrador de retornando em segurança para a fazenda de seu tio. 3. "YYZ": O título dessa faixa refere-se ao código IATA de aeroportos utilizado no Aeroporto Internacional Toronto Pearson (ou Aeroporto Internacional Lester B. Pearson), o principal da região metropolitana de Toronto, Canadá. O IATA é um código composto por três letras que designa aeroportos em todo o mundo, utilizado pela Associação Internacional de Transportes Aéreos. No caso do aeroporto de Toronto, utliza-se YYZ. Combinado a esse fato, é interessante observar que YYZ é tocada incrivelmente em código morse, sendo este marcante logo no início da canção (Y: -.-- Y: -.-- Z: --..). "Há partes dessa música que são quase evocativas acerca dos sentimentos envolvidos quando se está indo para o aeroporto. Você se sente meio que no limite e nervoso por ter que deixar sua familia para trabalhar, pensando sobre estar metade em casa e metade longe dela. É um período de transição, e sempre há um senso de infinitas possibilidades num aeroporto. Você pode mudar de idéia e voar para qualquer lugar no mundo e, de repente, não está mais em Toronto: está no mundo. Um aeroporto não deveria ser dito como situado em uma cidade, porque nunca é. Ele é sempre uma encruzilhada. E esta, claro, é o foco da música. Tentamos trabalhar muito sobre a natureza exótica dos aeroportos. A grande e animada ponte instrumental logo depois da metade, que é orquestrada, emocionante e rica, é obviamente uma simbolização do tremendo impacto que é voltar para casa". (Neil Peart, Visions) 4. "Limelight": Essa letra é uma visão pessoal de Neil Peart, sobre como é estar sob as luzes dos holofotes. Como é visto no documentário 'Beyond Lighted Stage' Neil Peart não gosta de fama e de ser balbuciado pelos fãs. O trecho, "eu não tenho coragem de mentir, eu não posso fingir que um estranho, é um amigo esperado há muito tempo" prova a visão pessoal de Peart. 5. "The Camera Eye": A letra descreve as cidades de Nova York e Londres, através do ponto de vista das câmeras espalhadas pela cidade. Elas se perguntam o porque de tamanha pressa da humanidade, porque eles nunca param para sentir a vida e simplesmente ignoram as belezas a sua volta. 6. "Witch Hunt": Uma crítica a imbecilidade humana na era de caça as bruxas, na qual milhares de pessoas foram mortas simplesmente por possuir uma cultura diferente. "Rápidos para julgar, rápidos para odiar, lentos para compreender. Ignorância, preconceito e medo andam de mãos dadas." (Trecho da música) 7. "Vital Signs": Fala sobre como funciona a "máquina" que costumamos chamar de "ser humano". A letra faz comparações entre nós e as máquinas que criamos, e dá algumas dicas, de pequenas coisas na vida, para manter essas máquinas que são nosso corpo e mente funcionando perfeitamente.
  6. 1 point
    Hoje estamos estreando esta nova seção, que vem para facilitar aos guias de pesca divulgarem seus trabalhos, como também para os usuários cadastrados e os visitantes do Pescaki, quando pretenderem contratar um guia! Esperamos poder contribuir para a pesca esportiva, de sorte que aqui esperamos somente guias que pratiquem a pesca com bom senso e responsabilidade com as espécies que leva os clientes para pescar! A ideia é de que os guias possam mostrar os resultados de suas jornadas com seus clientes. Obviamente que quem mais postar, mas ficará em evidência, de sorte que demanda algum trabalho e dedicação por parte de quem quer aproveitar bem este espaço. Por fim, desejamos sucesso a todos os guias de pesca que aqui demonstrarem seu trabalho!
  7. 1 point
    Querendo comprar um colete pra caiaque, olhei um hidroeko Iapó, tem algum melhor? Procuro orientação!
  8. 1 point
    Olá amigos, como vão vocês? Estive em viagem por diversos lugares e em um desses lugares, tive a grata satisfação em capturar alguns tucunarés e também algumas pirararas, que registrei em filmagem e trago para vocês assistirem. Um grande abraço!
  9. 1 point
    No fds a pesca rendeu,pacu saiu só os pequenos mais tive essa surpresa no meio da pescaria,fora as matrinxã que eram bitelas tbm
  10. 1 point
    Ola amigos, fui com as criança no dia 23 para o Estância Campos. Chegamos perto das 11:00 hrs, horário de preguiçoso eu sei , ficamos no cantão do lago já que o pesqueiro estava bem cheio, eu não contava com essa rsrs. Apesar do horário e local a diversão acabou garantida pelas matrinxãs, deram as caras aos montes e com equipamento leve acabou sendo muito bacana ver o show que elas dão quando fisgadas, brigas muito boas, algumas vencidas e outras perdidas, faz parte. Como as fotos são muito parecidas resolvi compartilhar apenas essas duas. https://imgur.com/a/zZ7Xjsg https://imgur.com/6pV8Mml Boas pescarias a todos em 2020 !
  11. 1 point
    Como hoje não tinha serviço agendado, resolvi dar uma fugidinha e pescar, passei a mão no equipamento ultralight e saí em direção ao Riacho Grande (São Bernardo do Campo SP), no pesqueiro JM. O objetivo eram as carpas, chegando ao pesqueiro conversei com o funcionário que me indicou a parte mais funda do lago. Como isca usei massa japonesa turbinada com várias paçoquinhas esmagadas. Logo no segundo arremesso aparece o primeiro visitante, um pacu de cerca de 1,5 kg: O dia estava difícil, mas depois de cevar um pouco o local elas começaram a aparecer, primeiro uma carpa húngara (uns 3 kg): Depois uma húngara maior, com cerca de 5 kg: Depois uma carpa espelho com seus 5 kg também: e a última carpa húngara, que devia estar na faixa dos 3 kg também: Acabei indo embora cedo (14:30h) porque entrou um vento frio e eu estava sem blusa (blusa no verão????), mas o tempo aqui em SP é meio doido mesmo e as vezes passamos frio em pleno verão. Foi um dia bastante divertido, descobrindo mais um ponto legal para a pesca das carpas, peixe tão bacana de pescar no equipamento ultralight. Um abraço a todos, excelente final de ano e que venham muitas pescarias em 2020!!!
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    Estas carpas são verdadeiros tratores kkkkkk imagina no UL !!!! Abs
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    É fácil gostar do que é bom...
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    Excelente post @Fred Mancen...Principalmente para quem como eu, é fã dessa banda fenomenal !
  23. 1 point
    Muito legal, Grande Fraus! Pescar em Família não tem preço! Parabéns! PS. editei os links das fotos para que pudessem aparecer.
  24. 1 point
    Azulão que peguei em Outubro desse ano em Pereira Barreto - Rio Tietê - Represa de 3 Irmãos.
  25. 1 point
    Depende....Eu depois de algumas Heineken acredito sim em Papai Noel, Saci Pererê, Mula sem cabeça, Caipora e coelhinho da Pascoa
  26. 1 point
    Pra você e os Teus também, Grande Saverio! E que o pessoal esteja mais presente no nosso fórum! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Leandro! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Mauricio! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Tanikawa! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Bernardino! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Renato! Forte abraço! Pra você e os Teus também, Grande Fraus! Forte abraço!
  27. 1 point
    Boa síntese (antiga, mas ainda válida) do trio canadense: https://whiplash.net/materias/opinioes/126840-rush.html
  28. 1 point
    A cada vez que ouço os monstros sagrados das décadas de 60 a 90 dá mais raiva de ouvir rádio hoje em dia... Lixarada. Uma pena que Pink Floyd e Rush não tenham conseguido segurar a barra e seguir tocando por mais 30 anos. O último disco do Rush, "Clockwork angels", foi eleito na web como o disco de rock da década... Seguir 40 anos inovando e fazendo bem feito não é pra qualquer um. Pink Floyd lança um box com releituras de trabalhos antigos e é sucesso de vendas. Roger Hodgson vem ao Brasil no ano que vem e já tá vendendo ingressos... K-Pop? O que é isso? É de comer ou de passar no cabelo?
  29. 1 point
  30. 1 point
    Geralmente o tancão é vazio... mesmo de fim de semana... para pescar Tucunas nas bordas é bem tranquilo...
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    Grande Nilson, nota 10 a pescaria, esse pesqueiro está na minha lista já tem um tempão, um dia chego lá rsrs. E agora vou preparado para os tucunarés, o pessoal normalmente da muita ênfase as pirararas e tambas, mas os tucunas são um show a parte. Por favor me tire uma dúvida, pelo que vi no vídeo o pesqueiro estava bem vazio, vc foi durante a semana ? Obrigado por compartilhar
  32. 1 point
  33. 1 point
    Hoje saíram duas dentucinhas, uma pega no ratinho verde e branco e outra no ratinho rosa:
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    ...vai ficar muito branco!
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    Isso com arroz branco...
  36. 1 point
    Para aqueles que, como eu, ficam cabreiros com animais peçonhentos (entenda-se cobras e afins) no acampamento, é a "barraca-rede-cama" perfeita.
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    Traíra de 60up. Isca utilizada: Nexus - Pure Strike
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    Tenho uma Redington Crosswater #6 e outra Classic Trout #4 e to satisfeito. Pra minha realidade de pesca, umas 3 vezes por ano com poucos e pequenos peixes sobreviventes de nossos arredores de sampa, ta mais que suficiente. Preços bem acessíveis na época (uns 3 anos atrás). To meio por fora hoje.
  40. 1 point
    O que vc tem que ficar atento é se o colete é homologado pela marinha. Aqui a partir do ano que vem vão começar a bater em cima de documentação e coletes, a marinha esta aqui na região conscientizando o pessoal. Pra marinha esses auxiliares de flutuação e nada é a mesma coisa.
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    Opa. Comprei da marca ativa. Preço justo e é confortável. Mas fique atento pois tem diversos modelos. O que comprei tem fecho e tiras e um pequeno bolso.
  42. 1 point
    Recomendo o prolife tb
  43. 1 point
    Cara, usava um da hidroeko para caiaque, porém comecei a sentir dor nas costas, resolvi comprar outro para teste. Acabei comprando um da prolife v4, paguei R$ 260,00. (meio salgado, mas valeu o investimento) Além de ser um colete homologado, (dizem que ano que vem será obrigatório ter colete homologado), o neoperene é confortável, colete não fica levantando. Dizem que os que não são homologados, são considerados auxiliar de flutuação, porém não entendo muito bem. Recomendo esses da prolife
  44. 1 point
    Olá Eric, Considero as varas da marca Redington como sendo boas em todos os níveis de modelos e preços , tendo alguns modelos com preços bem acessíveis. A Redington é uma empresa do mesmo grupo da Sage, que oferece ótimas condições de garantia e assistência técnica. Abraços
  45. 1 point
    Um bom conjunto: https://www.lojafsb.com.br/Conjunto-de-pesca-com-fly-TFO-NXT.~2349~0~1~Varas-e-Conjuntos-de-Pesca-com-Mosca.~Varas-e-Conjuntos-de-Pesca-com-Mosca. Conjunto bom também: https://www.soulflyfishing.com.br/product-page/kit-cortland-pro-fairplay-4-5-9-pés-com-tubo-de-proteção Conjunto econômico: https://www.wildflyshop.com.br/8494942-CLD-CORTLAND-FAIRPLAY-OUTFIT-5-6-8-9-
  46. 1 point
    Pessoal, Seguem as fotos de uma de minhas últimas varas de bambu que conclui a montagem. Trata-se de uma vara de 7´6", de duas partes e dois tips (ponteiras) para linhas de numeração #4. A construção do blank seguiu receita da vara "Perfeccionist" de Paul Young e chamei de Golden Dream pela tonalidade dourada de seu blank, que recebeu tratamento de têmpera. Os componentes em Nickel Silver receberam tratamento de oxidação química para torna-los pretos. O inserto de madeira do reel seat foi fabricado por mim em jacarandá mineiro, que após envernizado se assemelha bastante à nogueira (walnut). O hook keeper também foi fabricado por mim, em nickel silver . O cork grip (cabo) foi montado e torneado em cortiça do grau "flora A+", o melhor disponível. Os passadores e tip top são da marca Snake Brand, os melhores do mercado. As amarracões foram feitas em seda pura inglesa da marca Pearssal´s, do tipo "gossamer", considerada a de menor diâmetro no mundo. O stripper guide da marca Struble, tem armação em nickel silver e o anel em pedra de ágata natural. Espero que gostem do resultado final. Grande abraço
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    Bem pessoal, Este final de semana, sem outras programações, decidi dedicar-me ao atado entremeado com alguns trabalhos de manutenção e ocupações domésticas. Foram diversos atados com o propósito de testar materiais e variações em moscas já conhecidas, mas nada muito ordenado ou previamente delineado. Testei o uso de alguns anzóis Partridge H3ST #16 que ganhei do Betinho, atei algumas King Prince em anzóis curvos (TMC 2457) em cores que sugerem melhor uma pupa de caddis, e também algumas wets e soft hackles. Também sobrou um espaço de tempo para algumas secas, e para minha surpresa, quase preenchi uma fly box. As ninfas atadas atadas nos anzóis Partridge H3ST não produziram o resultado que eu esperava, mas ainda assim fiquei feliz com os atados. Grande abraço Odimir Algumas Pheasant Tail atadas em anzóis Partridge... Hare´s Ear e Zug Bug em anzóis Partridge... Uma parte da fly box... Algumas secas...
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    É isso aí, cambada: Alex Koike, Nica, Franca, Estevan, Flavio, Fabio, Luiz e Chuck! Parabéns a todos os aniversariantes de hoje! Muita saúde, muito sucesso, muitas alegrias e muitas pescarias a todos! Um grande e especial abraço para este caboclo nota mil, Nica, a quem tenho a honra de conhecer e o prazer de chamar de amigo! Outro grande e especial abraço para este japa super gente fina, um dos responsáveis pela melhor revista de pesca do Brasil e nosso amigo, Alex Koike!
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