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Showing content with the highest reputation since 24-10-2018 in all areas

  1. 5 points
    Pessoal, Quando o pescador optar por soltar os peixes, sugere-se seguir as recomendações abaixo que ajudarão sobremaneira na sua sobrevivência e retorno à vida. 1) Amasse sempre as farpas dos anzóis, pois além de minimizar os ferimentos facilitarão a soltura. 2) Reduza a duração do combate usando equipamento e tippets de numeração adequada para evitar a fadiga e o estresse desnecessário dos peixes. 3) Use um passaguá ou net, evitando tanto quanto possível o uso de boga- grips e alicates de contenção. 4) Fotografe os peixes dentro da água, evitando sessões fotográficas demoradas. 5) Reanime os peixes na água antes de soltá-los, quando estiverem prontos seguirão sozinhos.
  2. 4 points
    Testando material ultralight da China e tetando recuperar os peixes que saíram pelo ladrão kkkkkkkk
  3. 4 points
    Fala Pescadores! Deixo aqui meu humilde e emocionante relato com a primeira experiência com iscas artificiais: Assim como a maioria dos amigos pescadores, comecei muito pequeno a pescar com meu Pai e meu Avo, íamos praticamente todos os dias no Rio do Peixe aqui no ladinho da minha cidade Arroio Trinta Santa Catarina, sempre pescávamos com isca natural, Carpas, Jundiás e Lambaris, bom, infelizmente a alguns anos meu Pai veio a falecer, e meu Avo também, com isso deixei a pesca um pouco de lado e esporadicamente ia ao rio pescar, sempre fui extremamente apaixonado pela pesca, enfim, a um tempinho vinha vindo assistindo muitos videos de pescarias de traíras, saicangas e jacundás com artificias, pois aqui na minha região, meio Oeste Catarinense é o que temos de predadores nos nossos rios, mas aqui á muita pesca predatória, e então mesmo querendo muito investir em um equipamento bom e iscas artificias para pescar aqui nos rios, não sabia se valeria a pena pois pela pesca predatória dos rios não imaginava que teria peixes bons, e boa produtividade por aqui, principalmente a Traíra! Mesmo assim resolvi investir nas tralhas, vou deixar aqui em baixo o que comprei, chegou semana passada e hoje tive tempo para ir no Rio, cheguei por volta das 7 horas da manhã, fui em um lugar que imaginei poder ter alguma traíra, mesmo desacreditando ter aqui, acreditando mais ter Jacundás e Saicangas que dão boas emoções também, bom, coloquei uma Inna 60 corpo branco cabeça vermelha e bora para os arremessos, depois de uns 15 minutos insistindo bate na isca essa Traíra, acredito que seja a Tornasol, e dale briga com a bixinha, com a varinha 12lb envergando nem acredite, quando pulou, erra uma traíra monstrinha, tirei da água e nem acredite, linda traíra, cheguei a ficar emocionado, que ótimo que ainda exista bons peixes por aqui, valeu totalmente o meu investimento, fotografei e devolvi para a água, para me dar ainda mais alegria por um bom tempo, logo depois peguei uma saicanga pequena e um jacundá, todos devolvidos para a vida! Bom, tive que compartilhar com os amigos essa bela esperiência, que para mim foi o troféu da minha vida, primeiro peixe na artificial, uma Traíra de uns 45 centímetros, linda, não tem preço que pague essa emoção, agora bora capturar mais delas, pesque e solte sempre! Equipamento: Vara: Lumis Intense 5'8 4 - 12 Lbs Carretilha: Marine Sports Brisa Lite 11000 Linha: Multifilamento Marine Sports Saigon Pro Line X4 20 Lbs Leeder: Saigon Pro Line Power Leader 100% Fluorcarbon 23 lbs Local da pesca, fundo é lage com muitas pedras, aproximadamente 1 metro de fundura, muito bom para as Tornasois:: Troféu, Traíra Tornasol, aproximadamente 45 centímetros de comprimento, infelizmente ainda não tenho a alicate de contenção, tenho que comprar URGENTE: E para alegrar ainda mais a pescaria, um Jacundá e uma Saicanga: Bom amigos é isso, se alguém tiver dicas de iscas, tamanho, cores e trabalho das mesmas que seja bom para as Tornasois de rios, fico agradecido, pois quero fazer mais uma comprinha de umas dez iscas, para escolher as melhores, já que tenho que comprar a alicate de contenção, aproveito pegar mais umas iscas junto, isso vicia!!! Grande Abraço a todos! Pesque e solte SEMPRE!
  4. 4 points
    Uma das espécies mais procuradas pelos brasileiros tem suas peculiaridades; confira! A versão de que tucunaré significa “amigo da árvore” é contestada. A espécie é uma das mais queridas no Brasil Confira sete curiosidades sobre o tucunaré! 1 – Amigo da árvore? Será? Alguns acreditam que o significado de tucunaré seja “amigo da árvore”. No entanto, de acordo com o pescador e ambientalista Domingos Bomediano, esta definição estaria equivocada. Na verdade, segundo ele, o peixe se assemelha à palmeira “tucum”. Por isso também teve a designação tupi de “semelhante ao tucum”. 2 – Os tucunarés são encontrados em praticamente todo o Brasil. Apesar de em alguns estados, como o Rio Grande do Sul, terem pouquíssimos relatos de capturas. Os estados da região Norte e Nordeste são os que possuem as maiores espécies, como açu e pinima. Enquanto que os do Sudeste e Centro-Oeste possuem os “populares” azul e amarelo. 3 – Os tucunarés são considerados os grandes responsáveis pela disseminação das iscas artificiais no Brasil. Isso se deu porque são predadores agressivos. Eles habitam locais de águas tranquilas, como lagos de hidrelétricas e represas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. 4 – A temporada de pesca do tucunaré-açu começa em setembro e termina em abril no Amazonas. O estado recebe milhares de visitantes (sendo 95% oriundos dos EUA). Os estrangeiros injetam quase R$ 20 milhões na economia local todos os anos, segundo a Amazonastur. 5 – O tucunaré-açu é um dos mais cobiçados por ser o maior de todos os tucunarés. É também um predador que exige muita habilidade e um bom equipamento para ser capturado. O recorde, segundo a IGFA, é de um exemplar de 13.19 kg pescado em Santa Isabel do Rio Negro. O autor foi Andrea Zacherrini, em 2010. 6 – Além do Amazonas, outros dois locais muito visitados para a pesca aos tucunas é o Lago de Serra da Mesa, em Goiás, e o Lago do Peixe Angical, em Tocantins. No entanto, nestes points é o tucunaré-azul o protagonista. 7 – O recorde do tucunaré-azul está empatado, com dois exemplares de 4.54 kg. Um pescado no Lago do Peixe, outro em Serra da Mesa. http://pescaecia.com.br/2018/12/20/curiosidades-tucunare/?fbclid=IwAR3gcE9LSA5e74VpVknkSnIugNsJ33zbHPNfd0V3P3r8UQovwGp_nZzAe1M Compartilhei também no Facebook: https://www.facebook.com/bomediano.pescaki?__tn__=C-R&eid=ARDaEcgj0HgCo4g96uoC1rQXXmSW4tEBK0T1iAb46motk8bC1OZb3dWKjJ3n5vYR4nFOgIWayKt9YoA3&hc_ref=ARRnotFs4GP_FGXkUS0D9iBbXMTqrgpLVAaqLSWTeXpzlDEl3sMTv8mtrevdTR13U50&fref=nf&__xts__[0]=68.ARDMIdHNRIgV39TXkYaj8wTobpgIwfUaYg1z468gmK4ZwKla0dlLZg0w1pKucVrQm4uOgNCWIjhV326TrrgbyReqpXSfHnY6-y4zcHrCJ1pPuocyIIGulWH9Es92aWSn08hwR9sYxRxTC-SA6Vg2x7qlZvifMH0tHo5wWAu8obCfIiQpSIpwzHSt76BH5w8JbYhg-v0xoegQq6bmaIKS4ZHOfUA0lH_FbJiJEkgEGYYTCvupj6jVA_MwCV4JgI4ruB4PMLREN49gIlBDuUfSk2bF2E-0h9msHivClkcWu6SO6SGWm400F7BC7irTRnZ3Qyx5HmcpyQQrMXxrCO8IXfha6A Como se pode ver, minha tese sobre o significado da palavra "tucunaré" segue sendo desvirtuada até hoje... rsss Para quem quiser conhecer um pouco mais desta história, está tudo registrado neste tópico:
  5. 4 points
    Primeiro tucunaré azul da vida, nos primeiros arremessos....do primeiro dia....em breve relato completo (tem mais dois dias pela frente)
  6. 4 points
    Todo ano, já fazem quase uma década, eu e Hélio fazemos última pescaria do Ano. Esse ano escolhemos Maeda em pleno Natal. A ideia inicial era Tanquinho mas infelizmente ou melhor felizmente somente os tanques do Parque estava funcionando. Felizmente porque a pescaria foi excelente com captura de vários baguás em companhia de bom amigo e familiar do meu filho. Outro destaque favorável foi ausência dos muvuqueiros, sem gritaria nem cruzamento de linhas . A pescaria foi muito proveitosa com muitos peixes e mais importante, ainda com espírito natalina e harmonioso. Como isso faz diferença!!!! Os baguás não foram enormes mas a nossa amizade só fortaleça com esse singelo pescaria memorável!!!! Muito Obrigado ao Grande Companheiro de Pesca: HÉLIO SUGAHARA!!! Algumas fotos: O Hélio pescou na modalidade FLY, isso seria bitelos, sem contar quase 60 tilápias enormes!! Meu filho Koiti
  7. 4 points
    Olá pessoal..... encerrando as pescarias de 2018, segue breve relato das minhas ultimas pescarias de traíras desde outubro/18 ate agora dezembro 2018, pesquei praticamente no mesmo local, lugar onde pega muita traíra mas todas pequenas, as grandes são difíceis. Noutro local onde pesco o proprietário deixa matar as traíras, resultado: não peguei mais nenhuma grande, lá bati meu record tempo atras, passou dos 3,5 kg, hoje acredito não ter mais. uma pequena Aprendi usar soft: no Frog Pega no spinner nos fundos da propriedade um pequeno rio, vi essas ai se esquentando no sol zig zarinha, estreei a cara lubina tilápia no spinner Traíra no Spinner traíra na hammer 85 no Frog da Zman, isca soft mais resistente que já usei tentei selecionar as melhores fotos para não ficar repetidas. material utilizado: vara hilux 17 lbs 5.3 pés com carretilha Lubina BW com linha multi ,18mm e leader seaguar 25 lbs ,43mm vara MS Lubina LU 16 lbs 5.6 com carretilha Venator S lnha multi 0,18 mm e leader vexter ,52 mm vara Daiwa Revros 6 pés 15 lbs com molinete revros linha multi 14 mm e leader seaguar 0,30 mm iscas shad shape spinners frog zman hammer 85 e zig zarinha nesse local a melhor isca foi o shad shape, grande maioria peguei nessa isca, detalhe: quando as traíras estão boiadas não pegava em isca nenhuma, mas com o shad shape era passar perto e pegar. usei minhocas tipo senko tamanho 4. frog zman pequena, muito boa e resistente, e isca zig zarinha e hammer 85. pequenos spinner tambem foram muito produtivos .tenho outras iscas que considero matadeiras para a traíra mas as citadas nesse local foram as mais produtivas. esse spinner sem duvidas o melhor que já usei, gira muito e pega muito ja perdeu todas as cerdas. Bem agora é esperar 2019 e ir em busca das traíras novamente. Desejo a todos um feliz 2019! Abraços!
  8. 4 points
  9. 3 points
    https://www.imageshack.us/i/po5SeJ23jhttps://www.imageshack.us/i/poJSW4uYjhttps://www.imageshack.us/i/popD5jQRjhttps://www.imageshack.us/i/pnnTuqQfjhttps://www.imageshack.us/i/pnFqPz1Jjhttps://www.imageshack.us/i/pnaARYGXjhttps://www.imageshack.us/i/pm1vwLfjjhttps://www.imageshack.us/i/pnioNTsjj https://www.imageshack.us/i/pnioNTsjj Pesquei fds no alagado e saíram esses e muitos outros. Equipamento usado : molinete joker, vara daiwa revros 3-10lb e mono 0,20
  10. 3 points
    Segunda feira, dia 04\02\2019, chovendo torrencialmente em São Paulo mas chegando em Maeda tempo propicio para pescar. Nublado, 24" dia todo e melhor de tudo, pouco pescadores.. Ganhei recentemente na rifa 3 carretilhas: Abu Garcia Revo Rocket, Shimano Curado K 201 e Caenan 151. O Caenan dei para meu filho, Curado K 201 coloquei multi para pinchar mas no Maeda não permite pinchar, sobrou só Revo Rocket para testar. Excelente carretilha em tudo. Macio, lança longe e recolhimento rápido. Gosto de ficar no Tanquinho. Pouco pescador e muitos tambas tamanho médio mas diverte o dia todo. Para felicidades dos pescadores aumentaram 6 quiosques onde antes só tinham 4. No Tancão também. Algumas fotos só para marcar presença, por que pegam tambas dia todo, sem tempo para fotos. O meu amigo Claudio Koga no fly pegou muitas tilápias e no final muitas tambas também.. Quiosque do fundo. Só tinha um quiosque, agora mais 3. Lado direito, mais 4. Lado esquerdo mais 2 No tancão também acrescentaram vários quiosques
  11. 3 points
    Como alguns amigos aqui do fórum sabem, organizo grupos assim faz um bom tempo e como principal objetivo dar oportunidade para desmistificar essa pescaria que tem sido espetacular todos os anos. Sim pescar na Patagônia pode ser feito de forma econômica. Mais uma vez um grande número de novatos foi comigo para assim apresentar a Patagônia, mas também veteranos experientes de viagens anteriores. Depois de muito planejamento ao longo do ano passado, o grupo foi se formando naturalmente em função da proposta de pescar guiado ou no esquema DIY (faça você mesmo). Digo planejamento por que sou organizador do grupo e não guia como fui chamado essa semana por alguns argentinos que acharam que estou tomando o lugar deles. Que fique claro que não sou guia, pois não posso operar como guia, mas posso e vou continuar organizando meus grupos todos os anos para quem quiser ir comigo pescar na Patagônia. Ao todo foram contratadas onze flotadas em diversos dias e assim a maioria doa amigos pode ter essa experiência onde certamente as maiores trutas são capturadas. É muito raro capturar uma truta grande numa pescaria de vadeio, seja solo ou com guia, mas não é impossível. Alguns amigos tiveram sua primeira experiência de pesca justamente nessa viagem e os guias nesse momento também fazem papel de instrutor, mas aqui fica um conselho, para uma melhor experiência de Fly Fishing numa viagem dessas, invista primeiro em aprender a arremessar, novatos não devem deixar para fazer isso na Patagônia. Aquele que entrar num campo de futebol já sabendo jogar bola, terá uma experiência muito melhor. Mas vamos ao que importa. Recepcionei a turma no aeroporto de Chapelco com uma Pick-Up e sendo assim, foi fácil colocar todas as bagagens na caçamba, de lá seguimos para o complexo de Cabañas para assim começarmos nossa meta de fazer câmbio, comprar as permissões de pescar e fazer compras no supermercado. Nesse meu esquema Classe Econômica cada Cabaña é responsável de cuida do café da manhã, lanche do pic-nic e jantar. Por falar em jantar, boa parte do grupo "descobriu" o serviço delivery do Restaurante Ruca Houney e sendo assim, demos fim nessa questão de pilotar o fogão de noite, se bem que fiz uma macarrão com salsicha muito show de bola. Eu como pescador, já que muitos acham que sou "guia" de pesca. Creio ser minha única fotografia em ação, mas devem aparecer mais por aí, pois de santo não tenho nada e pesquei em diversos momentos entre uma "guiada" e outra. Pic-nic no rio Malleo. Dei uma basta nesse lance de comer sanduiches o tempo todo, agora tem comida quentinha. Quem não gosta, chora. Estão servidos? Navarro aprendiz em ação. Para um aprendiz até que se saiu bem em vários momentos, mas prometeu fazer um curso. Sua truta no Malleo. Papalardo em ação. Também novato no Fly e nem por isso deixou de pescar bem. Acho que foi o "instrutor" que ajudou bastante quanto a isso. Vento? Que vento? Frio? Que frio? Esse não é da turma do mimimi. Ferro nelas!!! Demais do grupo também no Malleo, esse trecho é uma escola. Ocupamos um bom trecho. Marcelo em ação no pool do BOSS. Toda hora uma truta na ponta da linha. Ferro nelas!!! Com poucas instruções e já entendeu os quatro passos do arremesso. Teve até hambúrguer!!! Como sempre, a "curva do peru" cheia de chivitos. Fica entre o Camping 3 e o Camping 4. Todos os anos um visitante no complexo de Cabañas e sempre trazendo alegria. Está aí o rio Meliquina. Primeira vez em anos que pesquei de Tenkara nesse trecho e "matei a pau". Bem como tomei um trambolhão entrando no rio. Quer pêra? No complexo tem. É só abaixar e pegar. Cabaña. Meu dia de Tenkara no rio Chimehuin Baixo. Pic-nic no trecho que chamamos de Los Chivitos. Lugar lindo. Tá bom, tá bom, a turma não enjoou de comer salsichas. Não chamamos de Los Chivitos atoa. Espero que gostem. T+
  12. 3 points
    Fiz um videozinho. Sei que muitos vão reconhecer peixes que já pescaram. Espero que gostem.
  13. 3 points
    As Angler eram fabricadas por uma empresa Japonesa chamada Nikko Sangyo que ainda existe, mas só fez carretilhas de pesca por alguns anos nos anos 60. O slogan da empresa foi "Made by Angler for Anglers". Alguns equipamentos da Angler também foram vistos sob outras marcas que incluem Shakespeare e D.A.M. pelo sistema de “Trade Reel”, ou seja, produzidas conforme a própria linha, mas vendidas com outra marca no corpo, com algumas mudanças conforme o pedido do distribuidor como: cores diferentes, acabamento e manivelas personalizadas, etc. Eram ótimos equipamentos. A Nikko fabricou carretilhas, molinetes, spincasts e centrepins e, no caso desse modelo, uma linha no estilo side cast. As carretilhas convencionais eram particularmente apreciadas, de muito boa qualidade. Era uma linha considerável e dizem que ela produziu milhões de itens esportivos no período em que atuou nessa área. É de se imaginar onde eles estariam agora. A maioria completamente destruídos? Observe o tom de azul. Algum desbotamento de cores pode sempre ocorrer em carretilhas individuais mas os Scouts, feitos em diversos tamanhos, foram realmente fabricados em vários tons de azul (mais claro ou mais escuro). A firma D.A.M. da Alemanha importou e vendeu carretéis Angler Scout em modelos chamados 1105, 1106, 1108 e 1110. Interessante saber também que os Scouts que foram vendidos pela D.A.M. da Alemanha Ocidental com marca “Champion” foram feitos em cores completamente diferentes, podendo ser encontrados em acabamentos dourado ou verde. Ainda no quesito design, alguém copiou alguém, pois os Katiusha soviéticos das décadas de 60 e 70 tinham praticamente o mesmo design quase sem tirar nem pôr, exceto por serem feitos de alumínio, muito melhor material contra a corrosão que o usado pelas Angler. Os soviéticos, de fato, não eram muito de comprar licenças dessas coisas, mas que faziam equipamentos duráveis isso não se pode negar. Eram cinco modelos Side Cast: 8-50, 8-60, 8-80, 8-100, 8-120. Como as carretilhas da Angler, esses também são muito interessantes, com vários recursos. O 8-60 tem pouco mais de 3 polegadas de diâmetro e o 8-80 é de 3,75". Nas Side Cast, o tamanho importa no quesito velocidade de recolhimento. Todos têm um acabamento/estilo muito agradável e apresentam o design sidecast através de um pé rotativo preso por mola em chapa. Eles têm também click-check (aquele que avisa quando o peixe está mordendo e carregando) e anti-reverso (que também tem um clique, então há um monte de cliques ocorrendo quando ambos estão ON, aumentando a resistência ao giro) . O anti reverso seria bem útil na hora da fisgada, de forma à linha não retornar com facilidade, mas a briga com um peixe lutador requeria que o mesmo fosse desativado de forma a evitar que numa corrida mais brava a linha estourasse. O click provavelmente era mais usado como um freio adicional à palma da mão durante a briga, pois uma escapadela da mão poderia causar um pequeno desastre nessa hora e ele sempre dá uma certa resistência no carretel. O único problema com os Angler Scouts é que eles são suscetíveis à corrosão, sendo que a maioria à venda nos sites de leilão possuem alguma deterioração nesse sentido. Mas pode-se encontrar alguns muito bem cuidados que talvez tenham visto apenas água doce em sua vida ativa, se tanto. As Angler são, assim, equipamentos que valem a pena ter em uma coleção eclética.
  14. 3 points
    Boa tarde. Ano passado, em duas ocasiões, tive a chance de conhecer e testar algumas técnicas para a captura dos famosos black Bass. Nunca fui um grande entusiasta, mas tendo ouvido falar da complexidade das técnicas usadas para a espécie, não podia deixar de aproveitar as chances que se apresentassem. Além disso, muitas das técnicas que usamos hoje para tucunarés, traíras e outros foram desenvolvidas com os verdinhos, como muitos os chamam. A primeira oportunidade que tive para pescá-los foi em uma viagem para a turística cidade de Canela. A Catedral de Pedra de Canela. Ficamos na estância Invernadinha uma pousada rural, bem no limite com o município vizinho de São Francisco de Paula. Logo em frente das instalações para os hóspedes há um lago onde pode-se pescar carpas. Pegamos algumas, mas sem tirar fotos. Na manhã seguinte, fui tentar o objetivo principal em uma barragem, um pouco mais afastada. Era época de outono e as primeiras frentes frias já estavam dando as caras. Tinha ouvido falar que a espécie fica manhosa e exige bastante dedicação até revelar a técnica que está funcionando em ocasiões como esta. Sendo assim, passei a testar variadas iscar e trabalhos. Não davam sinal na superfície quando trabalhava popers e zaras, mas percebi que seguiam alguns plugs de meia água, sem atacá-los. Decidi então tentar iscas soft com lastro. Com um pouco de insistência senti um puxão até mais forte do que o esperado enquanto trabalhava uma minhoca salgada de cor branca perto de uma vegetação. Com bastante cuidado trabalhei e pude capturar o meu primeiro Bass. Na sequência vieram mais algumas ações. Achei o tamanho razoável para a primeira tentativa. Mas o clima inconstante da serra mostrou a cara e o tempo virou. Um vento frio passou a soprar forte e voltei para a pousada para o almoço e outras atividades. Depois emendou uma chuva forte e não pude retornar ao lago. Alguns meses depois, já em meados de setembro, saindo do inverno persistente do ano passado, voltamos à serra, desta vez, no município de São José dos Ausentes, terra dos cânions. Fomos para a bela Pousada Montenegro a fim de visitar as belezas naturais do lugar. Além dos cânions, há outras belas paisagens para admirar, como o desnível dos rios Divisa e Silveira, taipas de pedra, cachoeiras, entre outras. Também há um lago na propriedade, com muito black Bass. Há a possibilidade da pesca de trutas nos rios, mas como utiliza-se o fly fishing, acabei não praticando, já que não sou adepto da modalidade. Entre um passeio e outro, tirava um tempo para uns pinchos no lago. Seguem as fotos: Esse foi o primeiro. Bateu em uma chaterbait. Como os exemplares eram pequenos, passei a usar plugs, softs e spinners bem pequenos. Daí ficou fácil. Quando as ações paravam era só mudar a isca ou a técnica que eles voltavam a atacar. Em alguns períodos do dia, percebendo que eles estavam mais ativos, utilizava pequenos popers e zaras, conseguindo também belos ataques. Para mim o mais interessante foi perceber que a minha filha, de dois anos e meio na época, imitava meus movimentos com um graveto nas mãos. Então arremessei e entreguei a vara para ela recolher. Ela fez muito bem, olha o resultado: Não foi a primeira vez que levei ela comigo, mas desta vez ela mesma tirou um peixe da água! O primeiro peixe dela! Enfim, foram 27 peixes pelas minhas contas, pescando no início e final do dia por períodos de meia hora à uma hora durante 3 dias. Na próxima vez, tentarei espécimes maiores em outra represas da região. Seguem outras fotos da serra: Material: Utilizei um conjunto na casa das 17 libras, com carretilha, multifilamento e leader de 30 libras, sem nada de especial para descrever. As iscas variaram de acordo com a situação do tempo e o local. Na primeira pescaria, quando estava mais frio, tive sucesso com iscas soft maiores. Na segunda, pequenos plugs de meia água foram mais produtivos, além de iscas soft pequenas e pequenos popers. No final, foram dias interessantes, que deixaram boas lembranças e aprendizado. Em especial despertando o interesse da minha menina pela pesca. Grande abraço e boas pescarias.
  15. 3 points
    Para tirar cheiro de gasolina, nada melhor que Thinner.
  16. 3 points
    Confira a matéria na página web da Pesca&Cia: https://pescaecia.com.br/2019/02/07/sorte-principiante-pescaria/?fbclid=IwAR3c1z7d3SmziiG-ILoOZM-0a2LhKSXuiogV3MdtJQcTdwOOOAN9zNfqx2w Existe sorte de principiante na pescaria? REDAÇÃO7 DE FEVEREIRO DE 2019 MATÉRIAS EXCLUSIVAS0 COMENTÁRIOS 0 Confira a opinião de nossos staffs sobre um tema corriqueiro Existe sorte de principiante na pescaria? Alexandre Dick: Sorte de principiante com certeza existe! Eu mesmo já tive várias experiências com pessoas que pescavam pela primeira vez e que os grandes peixes apareceram exatamente nas iscas delas, principalmente na pescaria com iscas artificiais. Um caso curioso foi quando levei meu cunhado pescar tucunarés pela primeira vez, e coloquei na linha dele uma twitch bait, por possuir nado errático e não precisar tanta prática para trabalhar. Ele fisgou um tucunaré em Itaipu, como poucas vezes vi daquele tamanho na nossa região. A outra ocasião também foi a de um amigo acostumado a pescar com iscas naturais. Então, para ele, separamos uma isca de trabalho fácil. Um azulão muito raro, de 60 cm (enorme para o sul do país), foi capturado! Se isso não for sorte, não sei o que é, já que nenhum deles tinha prática com carretilhas e artificiais, e capturaram peixes enormes para os padrões locais. Guilherme Monteiro: No creo en brujas, pero que las hay, las hay. Existe sim a sorte, que, ao meu ver, também está relacionada ao fato de acreditar que a mística existe. Na pesca, crer é a diferença entre pegar ou não. Pepe Mélega: Sim existe. Há sempre uma parcela de sorte em toda a pescaria. Podemos estar pescando vários peixes de porte pequeno, com a técnica adequada e com equipamento para pegar um exemplar de porte maior, mas o peixe simplesmente escolher a linha do parceiro – principalmente quando é iniciante. Dizem que é uma estratégia dos “deuses da pesca” para agregar novos viciados. Não sei se é verdade, mas que o grande sempre sai para o iniciante ou quando levamos a companhia feminina para pescar. Domingos Bomediano: Por não acreditar em sorte ou em azar, penso que não se trata exatamente de uma questão de sorte, mas sim, do conluio de vários detalhes que costumam levar a um resultado favorável para o principiante. A começar pelo fato de que, na maioria das vezes, ao menos no meu caso, sempre se favorece ao principiante para que consiga seu peixe, porque, sem conhecer todas as manhas, o novato deixa de fazer várias coisas que o veterano faz, até impensadamente, no afã de conseguir um peixe. De sorte que isso, às vezes, pode ser determinante para o sucesso do principiante. Rodrigo Amaral: Existe sim e creio que está relacionado ao psicológico da pessoa. O principiante normalmente vai relaxado, sem pressão de pegar ou não o peixe. E isso parece que atrai: o peixe parece sentir quando o pescador está tenso. Do mesmo jeito que existe o tal pé frio, também existe o sortudo. Braguinha Sorte existe. Mas quando o pescador pega um é sorte, dois pode ser que sim ou não, mas três significa que o cara é bom. Sorte existe quando o cara nunca pescou e pega um exemplar diferenciado. Independente de ser a primeira vez ou não. Sorte em três peixes grandes não existe. Deve ter técnica, equipamento e um pouco de assessoria. Eu acredito em sorte. Vladimir Ferreira: Acredito que a sorte existe, não só para o principiante, mas para todos. Entretanto ela representa uma parcela mínima durante as nossas pescarias. Um dos maiores jogadores de golfe da história, o australiano Arnold Palmer dizia: “Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho”. No nosso caso, quanto mais pescamos, mais chances daremos para a sorte nos brindar. Sortudo ou não, o mais importante é o principiante tomar gosto pela pesca…
  17. 3 points
    Tinha um pintinho q se chamava Relam. Toda vez q chovia, Relam piava! Direto do guia de piadas horríveis rsrsrs
  18. 3 points
    Tive o grande prazer de poder gravar este vídeo com meu pai. Nada melhor, não é amigos?
  19. 3 points
    Pescaria com os bolonheses: uma carpa de 6,3 kg capturada com uma bolonhesa de cinco metros e um terminal de 0,14 mm me manteve em jogo por um longo tempo antes de poder levá-la à rede, grande peixe e muita satisfação! Boa visão
  20. 3 points
    Também acho que é melhor reabrir um tópico antigo que seja do mesmo assunto que ficar criando vários novos sobre a mesma coisa. De fato, não foram poucas vezes que os criadores eram advertidos que já havia tópico específico.
  21. 3 points
  22. 2 points
    Recebemos convite para pescar no Estado de Roraima, numa região que a muito tempo não pescávamos. Devido a problemas quanto a liberação da área, foi alterado local, ficou definido a região do Paraná do Amajaú, próximo a boca do Rio Branco. Como a região que iriamos pescar sofre uma pressão de pesca predatória intensa, o nível do Rio Negro muito baixo e sendo final de temporada. Nossos desafios aumentaram. Mas no decorrer dos dias tivemos boas surpresas, que renderam belas imagens. Espero que apreciem, Abraços.
  23. 2 points
    Perder parte do leader com nó de vento é algo comum e poderá substituir o pedaço perdido emendando um pedaço extra de linha na mesma bitola perdida. Meus leaders são cônicos, industrializados, e por isso sempre aproveito alongando sua vida útil fazendo emendas. Mas se deseja fazer algo simples, poderá montar seu leader cônico fazendo emendas com nó de sangue. Um pedaço de linha 0,60 mm com 1 metro, outro pedaço de linha 0,50 mm com 50 cm e por fim mais um pedaço de linha 0,40 mm com outros 50 cm. Terá um leader com 2 metros e poderá arremessar poppers e streamers. Quando a ponta de linha 0,40 mm ficar curta, basta cortar e emendar outro pedaço. Na linha mais grossa faça uma alça (Perfect Loop) e poderá unir na linha de Fly perfeitamente.
  24. 2 points
  25. 2 points
    Pescar traíra requer alguns cuidados, por isso, hoje venho com os 5 principais erros cometidos durante a pesca das dentuças. Tome nota e melhore o sucesso da sua pescaria. 1. Pescar traíra com o material errado É comum o pescador estar com o material incorreto para pescar traíra, seja com conjunto desequilibrado, vara muito mole para fisgar, ou muito dura para o tamanho da isca. O equilíbrio é fundamental no conjunto. 2. Apressar a fisgada Quando se pesca com iscas de borracha ou soft, por exemplo, muito tradicionais para pescar as dentuças, o pescador costuma se afobar na hora da fisgada, não dando o tempo necessário para acomodar melhor a isca na boca, logo, a retirando ao invés de fisgar. Lembre-se da regra dos 3 segundos. 3. Pouca paciência É preciso paciência na pesca de traíras. Insistir no ponto, na maioria das vezes, é fundamental para obter melhor resultado nas fisgadas. Se você troca de ponto a toda hora, está cometendo um grande equívoco neste caso. 4. Trabalhar a isca no tempo incorreto As dentuças são, por sua natureza, lentas. Trabalhar as iscas rápido demais é um erro comum, principalmente quando se usa carretilhas de recolhimento extra rápido. A traíra muitas vezes não acerta a isca, ou mesmo não ataca se não for de forma extremamente lenta. Pesque com trabalho lento e abuse das paradinhas. 5. Falta de cuidado ao manusear Acidentes com traíras acontecem mais do que se pensa, a falta de cuidado ao manusear as dentuças é a principal causa. Arredias, ferozes e cheias de dentes, elas estão sempre prontas para lhe devolver uma garatéia, ou ainda lhe desferir uma mordida ardida. Use alicate de contenção e um de bico, e tome cuidado sempre. Texto: Guilherme Monteiro (Colaborador da Revista Pesca & Companhia e Pro Team Pesca Pinheiros)
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    Pesca com os bolonheses: quatro rainhas maravilhosas colocaram uma pressão nas nossas linhas finais de 0,14 mm! Boa visão
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    Carne de sogra? To fora...
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    Pra matar a saudade do sensacional Alvin Lee, essa sonzeira:
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    Orgulhoso de meus amigos Danilo Simi (meu professor de guita) e Nicolas Simi, lançando hoje este vídeo, com o cantor americano Darrel Nulisch! Espero que gostem! Quem puder curtir e compartilhar no Facebook, agradecemos (o link para a publicação no Facebook é este: O Youtube: https://youtu.be/cL6dEr4FHlA
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    Pode até não ter, mais é o caso de passar uns dias tentando rsrs
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    Sim, sem dúvida que existe. Cansei de ver isso, principiantes pegarem ótimos exemplares. No caso das iscas artificiais, é necessário levar em conta que os neófitos costumam arremessar em lugares onde os mais experientes evitam e também costumam trabalhar a isca de formas pouco convencionais. Isso pode atrair aquele peixe mais manhoso e acostumado com o feijão com arroz dos experientes.
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    - Como o Sr. se chama? - Rafael, sem "W". - Mas Rafael não tem "W". - Foi o que eu disse.
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    Guarda: - Senhor, essa vaga é para deficientes. Motorista: - Eu discuto sobre política em site de pesca. Guarda: - Mil perdões.
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    Eita! Ótima reportagem. Tucunaré ou Tucunafrente, não vai deixar de ser um dos mais esportivos peixes do Brasil.
  37. 2 points
    Buenas, amigos pescadores. Esta é sobre a minha primeira pescaria no Rio Uruguai, em um lugar que há muito queria conhecer, a pequena porém bela Porto Xavier, na Divisa do Rio Grande do Sul com a Argentina, Região das Missões. Em setembro passado, na segunda quinzena do mês, aproveitando uma viagem a trabalho, emendei uns dias de folga, para conhecer a Pousada do Biguá, do amigo Sandro. A pousada fica no centro da cidade. Pela manhã os barcos saem da rampa do porto e sobem uns 20 minutos até os pontos de pesca. O almoço geralmente é em algum sítio na beira do rio, tudo previamente acertado. Não é nenhum resort de luxo, mas tem o conforte necessário para boas noites de sono, ótima comida, embarcações seguras e ótimos guias. Na foto abaixo, uma lembrança de outros tempos, quando o dourado e o pintado (surubim) não eram protegidos no Rio Grande do Sul: Coitada da minha filha, levou um baita susto quando olhou para cima. Pescamos por dois dias e meio em uma situação complicada: Chuva no primeiro dia, água mais turva do que o esperado para a época e ainda um frio teimoso, já que o inverno passado foi bem longo no Sul. O foco principal eram os dourados, mas pedi para o guia cevar um ponto para tentarmos umas piaparas (piavas) também. Além de nós, havia outra embarcação com pescadores paranaenses. Em resumo, não saiu nenhum gigante, mas não faltaram ações. Navegando para o ponto, com o guia Mauro. Frio e tempo fechado. Rio Uruguai em um trecho de remanso. Os pontos de pesca ficam em locais com bastante corredeira. Começamos pescando com tuviras. Poucas ações pela manhã e nenhuma captura. Após o almoço, tentamos com iscas artificiais. Testamos alguns modelos até chegar na inna 90. Com ela não falhava uma rodada! Sempre tinha ação, na maioria das vezes com o dourado escapando no pulo. Tivemos 3 capturas naquela tarde, mas de exemplares pequenos. Tentamos as piaparas, mas sem sucesso. Primeiro douradinho, um bebê. Esse aí, já um pouco melhor. Não tirei foto da terceira captura, mas estava no mesmo padrão. No segundo dia o tempo melhorou e a água começou a baixar. Novamente só queriam a inna 90. Como a água estava mais limpa, dava para ver alguns ataques. Algumas vezes dois exemplares atacavam ao mesmo tempo, mas sempre peixes pequenos. Muitas fugas no pulo; perdi a conta de quantas. Também tentamos na isca viva para tentar um exemplar maior, mas só achamos pequenos. Neste dia nos dedicamos um pouco mais às piaparas. Embora não fosse a época, eu queria muito fisgar uma. Depois de um tempo, conseguimos: Pequena para os padrões do Rio Uruguai, mas já foi uma excelente briga. No último dia, pescamos só pela manhã e nos dedicamos aos dourados com iscas artificiais. Novamente a inna estava imbatível para atraí-los, mas a grande maioria escapava. Só capturamos um, mas foi o troféu da viagem: A outra embarcação alcançou mais ou menos a mesma média, porém usaram apenas iscas vivas. Foi abaixo da média do lugar, mas acima da média da maioria dos rios brasileiros. Uma baita diversão, mesmo o tempo não colaborando. Afinal, melhor um dia difícil de pesca do que um bom de trabalho rsrsrsrsrs. Destaco a dedicação do Sandro e dos guias em bem atender e encontrar o peixe. Ver a vontade deles nos anima naqueles momentos em que o peixe resolve não atacar. A temporada 2019 promete, ainda mais agora que estou morando no beira do Rio Uruguai. Grande abraço e sorte a todos! Equipamento: - Para iscas vivas, usei vara Hunter Fish 30lb com carretilha Lubina Ocean Big Game, com multifilamento 40lb, leader de fluorcarbono e empate de um palmo; anzol 7/0. (Era o que eu tinha à mão, mas para rodada com iscas vivas, prefiro monofilamento. Tenho a impressão que enrosca menos) - Para iscas artificiais, usei vara Black Widow, com carretilha Lubina GTO, com multifilamento de 30lb, leader de fluorcarbono e empate de uns 10 cm. Testamos várias iscas e tamanhos, mas tivemos resultados (e muitos) na Inna 90 pro tunned na cor vermelha e branca. Para as próximas pescarias, troquei as garateias por anzóis singelos. Espero que a média de capturas melhore já que com as garateias, consegui embarcar 1 em cada 3 fisgados. - Piaparas: Vara evolution 14lb com molinete e multifilamento de 20lb, fluorcarbono de 30 lb e anzol chinu número 5. Usamos milho cozido como isca. Interessante é que por aqui alguns guias evitam usar quirela de milho como ceva, para atrair menos "roedores", como os piaus. Até a próxima!
  38. 2 points
    Bom dia amigos pescadores, segue relato completo da nossa estréia ao mundo dos insanos tucunarés. Chegamos em Palmas no dia 21 de janeiro de 2019, ás 18:30, e após uma breve viagem (cerca de 60km) chegamos ao hotel, na cidade de Porto Nacional. No dia seguinte partimos para o lago, com a má notícia de que abriram as comportas da represa de Lajeado, fazendo com que o nível do lago baixasse acima do normal para a época. No momento isso nao importava, e após alguns minutos de navegação chegamos ao primeiro ponto. Logo no segundo arremesso com a zara top15 da capitão hook, a explosão que tanto aguardamos (ou nem tanto kkkk) e a minha primeira tomada de linha da vida....ouvir o drag da revo cantando....a catana vergando e o ignorante azul de 50up nem aí...que início.... Logo mais entrou mais um de médio porte na magic stick 90, e alguns minutos mais tarde minha esposa arremessa um pequeno lambari de silicone com jig head interno, pegando seu primeiro azul, já no nivel de 40up...aí as ações pararam. Próximo ás onze horas, chegando no ponto de almoço (uma pequena ilha no meio do lago) minha esposa, arremessa o popper vulcan 110....e na segunda "poppada" a cacetada....um belo azul acima de 50cm e delhe tomada de linha e frição cantando. A primeira manhã já havia sido melhor do que a expectativa. Pela parte da tarde as ações estavam devagar, o guia pegou alguns bons na meia água, ao passo que ela pegou um médio na happy popper e eu perdi dois....já um pouco cansado e retornando, paramos no primeiro ponto e novamente coloquei a top 15....logo veio o primeiro ataque mas nao ferrou...o guia mandou arremessar de novo...e aí veio a cena que não saiu ainda da mente....o azulão veio rasgando com meio corpo fora dágua e deu com tudo na isca...foi a briga mais violenta...pois estava usando uma vara mais leve do que a primeira...e o ignorante saltava, botava a linha nas costas e se mandava. Que briga. Pra encerrar o primeiro dia já com vontade de voltar. No segundo dia....vento...tempo nublado...chuva....apenas 1 bom pego pelo guia...e dois perdidos por mim. Além de uma inusitada piranha capturada na rei do rio. Terceiro dia o vento continuava. Fomos em busca de grotas mais fechadas, no intuito de encontrar os cardumes mais facilmente. Porém, pela manhã, apenas dois pequenos na meia água. O guia usando a magic stick levantou dois eu arremessando em seguida com meia água. Pela tarde mudamos de ponto, fomos a uma lagoa mais abrigada e a pescaria foi feita a pé. Saiu um de médio porte, e perdi um grande a 5 metro de mim. No último dia o tempo nos abençoou. Lago espelhado, sem vento, prometia...avistamos cardumes atacando e ficamos na espera...logo um bonito azul grudou na jet90 da Hyan....mais uns minutos e um subiu na minha top 15 ao passo que outros vieram na meia água e saiu o primeiro triplê. Isso mesmo, minha esposa tirou dois com a mesma isca. Tivemos várias ações mas os peixes não estavam entrando. Então ao meio dia retornamos ao hotel e decidimos arriscar ir ao ponto do primeiro dia, já que o tempo, apesar do baixo nível do lago, estava bom, e seria o último turno de pesca. A cada intervalo de 20 minutos avistávamos cardumes fervendo na superficie. Eu ia caçando eles na superfície e esposa na meia água. Logo explodiu um e atrás dele quase saiu outro triplê, mas um escapou, sainda "apenas" um duble de bons azuis. E por último mais uma cena parecida....tive três ataques em sequência mas nenhum grudou...e a Hyan garantiu o dela na meia água cor osso da way fishing. Foram dias de menos peixe do que eu esperava, porém pelo tamanho dos primeiros e pela adrenalina dos últimos, sinto-me satisfeito e disposto a voltar. Logo logo vem as fotos.
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    Boa noite amigos, estive hoje no Pesqueiro Sakura em Embu Guaçu (grande SP) para aproveitar meu dia de folga. Minha intenção era muito mais focar na pesca ultralight, mas levei um conjunto médio de vara e carretilha, caso peixes maiores estivessem saindo. Chegando lá as 7:30 h da manhã armei minhas varinhas, preparei a massa e ultralight na água, logo saiu a primeira do dia, uma carpa de cerca de 1,5 kg: A segunda não tardou a aparecer, essa na faixa de 2 kg: O terceiro a aparecer foi um catfish de cerca de 1 kg: Mas aconteceu de um pescador vizinho estar pescando de varinha de mão e não parava de pegar tilapinhas pequenas, uma atrás da outra, fui até ele e pedi que colocasse algumas no meu samburá para tentar usar de isca. Preparei o conjunto mais pesado (vara 6,6 pés de 30 lbs e carretilha Abu 4600C3) com uma bóia torpedo e chicote de 1,5 m. Minha bóia não tardou a afundar e saiu o primeiro tamba do dia, com cerca de 5 kg: Outro tamba, esse com cerca de 6 kg, também na tilapinha viva: Um terceiro apareceu, com uns 4 kg: E finalmente a chave de ouro do dia, no finzinho da tarde, um pintado de 8 kg resolve engolir a tilapinha: A isca do dia foi a tilapinha, em outras iscas raramente saía alguma coisa. Como eu tinha um sócio que me fornecia a isca ideal, tive um ótimo dia de pesca. Obrigado pela atenção, um abraço e até a próxima.
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    Eduardo, Os equipamentos Chineses que vejo é da Maxcath (não sei bem ao certo o nome) ... o pessoal que conheço compra esse material mas nos nºs #1 e #2 pra pescar lambari apenas. Pro seu caso, como vai iniciar, acredito que um equipo #6 seja mais interessante ... eu comecei com um #8 e esse ano quero comprar um #6 pra pescar por aqui ... mas confesso que ainda estou receoso pois o #8 é bem coringa e ajuda muito nos dias de vento (isso falando na pesca de tucunaré). No site do Marcelo Zur tem uns kits prontos com preço acessível, só dar uma olhada. No Fly Fishing Brasil tem alguns kits tbm como o TFO Next e o FFB Next na faixa de 890,00 completo (vara, carretilha, backing e linha) com numeração #6 e #8 e tem a vara FSB Fast #5 pra comprar, só falar com o Zanetti que ele monta um kit bacana. Se preferir os equipamentos da Echo (patrocinadora do Kid Ocelos) no site da Fly Pesca tem um kit Eco Base porém é um pouco mais caro que esse da TFO e da FFB. Existem kits da Albatroz tbm que são bem bacanas e o pessoal tem usado muito em pesqueiro por ser um equipo com custo x beneficio bom, são os equipamentos que o Betinho usa no programa dele. Esperto ter ajudado um pouco. Abraço.
  43. 2 points
    Muito 10!! Traíra, com arroz...
  44. 2 points
    Belas traíras
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  46. 2 points
    Meu caro, apesar de não o conhecer pessoalmente (ainda), nutro pelo companheiro de fórum bastante estima e desejo que 2019 seja um ano muito bom para você e sua família! Um forte abraço a todos os companheiros e amigos, estendendo os mesmos desejos a todos. Deus nos proteja!
  47. 2 points
    Três mulheres morreram em um acidente e foram imediatamente à portas do Céu. Chegando lá, São Pedro as recebeu e disse: - Vocês podem entrar. Aqui só temos uma única regra: nunca pise em uma tartaruga. Elas se entreolharam, estranhando a regra, mas entraram assim mesmo. Claro, haviam tartarugas por todo lado, milhares de milhares delas, chegando a fazerem pequenas montanhas. Em pouquíssimo tempo, uma delas acabou pisando em uma. São Pedro chegou furioso logo após, com um homem muito feio junto: - Você pisou em uma tartaruga. Seu castigo será ficar acorrentada a este homem pelo resto da Eternidade. Passou-se algum tempo e outra delas acabou pisando em uma tartaruga. Como era de se esperar, São Pedro apareceu logo após com o homem mais feio que qualquer uma das duas já tinha visto na vida e na morte. - Você também pisou em uma. Seu castigo também será ficar acorrentada a este homem pelo resto da Eternidade. A terceira, vivenciando os fatos, passou a ter extrema atenção onde pisava. Apesar da enorme quantidade conseguiu passar um mês sem pisar em nenhuma. Mesmo assim, São Pedro apareceu a ela e, sem falar nada, acorrentou a ela o homem mais bonito que ela jamais viu. Olhos azuis, alto, forte, jovem. Ela ficou admirada, e disse a ele: - Me pergunto o que fiz para merecer ser acorrentada a você. - Você eu não sei. Eu pisei em uma tartaruga.
  48. 2 points
    O maior problema de oxigenação e o imenso calor que está fazendo em São Paulo. No Ueda onde vou constantemente colocaram 4 aerador mas mesmo assim o sr Hélio o dono está preocupadíssimo. Grande problema de "muita gente" está relacionada com quantidade absurda de rações que são cevados. Uma boa parte acaba afundando e com calor acaba fermentando, ocasionando falta de oxigenação. Outro problema que tenho verificado que apesar de proibição de utilização ração de fora do pesqueiros, muitos tem tem levado ração para cachorro para cevar. A ração para cachorro solta gordura prejudicando obviamente a oxigenação. Aliado a isso, com calor escaldante e falta de oxigenação os peixes maiores começam a se movimentar no lodo, fazendo piorar mais ainda. Quando acontece isso os mais prejudicados são os peixes de couros, como carpa, bagre, cachara.....onde acontecem muitos óbitos. Devemos conscientizar na preservação dos peixes, simplesmente obedecendo as regras , mas infelizmente uma boa parte não obedecem...
  49. 2 points
    Nesse molinete cabem uns 150 metros de linha 0,50 mm. Ou uns 220 metros de linha 0,45 mm. Se necessitar, aqui tem uma tabelinha: http://home.earthlink.net/~jimlux/hv/monofil.htm
  50. 2 points
    Essa foi boa demais... hauhauahuahuahauhaua...

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