Marcelo Claro

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Sobre Marcelo Claro

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    Revista Pesca e Cia

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    Marcelo
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    Claro
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    Mar

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  1. Vejam a nova regulamentação da pesca amadora a ser aprovada pelo CONAPE, Cnselho Nacional da Pesca- nos próximos dias. http://revistapescaecompanhia.uol.com.br/noticias/noticias.aspx?c=3590
  2. Fala Tubarão! Acho que o rendimento considerado baixo podenão ser só creditado ao hélice. Dois motores do mesmo lado, apesar da distancia entre eles ser considerável num catamarã, não influenciando o turbilhão do hélice no outro,gera um momento torçor duplo nos dois cascos.Provavelmente a direçao deve estar pesando para um lado, ou então o compensador nas duas rabetas devem estar super angulados....o barco deve estar torcendo para um lado....mais ainda, será que a montagem dos motores está de acordo com os procedimentos recomendados? Colocar a culpa nos hélices tem sido a valvula de escape de muitos problemas gerados por má instalação do conjunto. abs
  3. O problema é que pudemos contar a presença de interessados na pesca esportiva nas audiências públicas, sejam eles empresários ou praticantes, nos dedos da mão. Não fossem os pescadores de Ubatuba o decreto ja estaria assinado. Ficou claro para a SMA que a mobilização desses pescadores não é perene. Estão dando o devido tempo para tomarem conta do litoral paulista...depois vem o litoral carioca e baiano...
  4. Que absurdo!!! Porque não contratam gente boa de mar pra passar uns dez dias direto na Lage?? A turma do mergulho autônomo bem que podia ajudar, não? Aí vão ver o que de fato rola por lá!
  5. Zé Júlio, vc tem a minuta do Gerco da baixada santista? Lembro bem qdo tivemos acesso a minuta do Gerco litoral norte e alertamos o então secretário do meio ambiente José Goldemberg sobre a proibição da pesca amadora em todas as praias e costões do litoral norte. Disseram haver erro de interpretação nossa...que não havia proibição alguma sobre a pesca amadora... Deu no que deu...e vai dar no mesmo em Santos. Porque não abrir a lage para a pesca amadora seguindo a atual regulamentação do IBAMA??
  6. O auditório Franco Montoro da Assembléia Legislativa ficou pequeno na tarde desta quarta-feira durante audiência solicitada pelo deputado Luiz Carlos Gondim (PPS) para discutir a prática da pesca no Estado. Os 400 lugares não foram suficientes para os quase mil participantes. Muitos parlamentares da casa também compareceram e elogiaram as iniciativas de Gondim, que levou para a Assembléia a discussão dos pescadores. As reuniões se intensificaram nos últimos dias com a proximidade da regulamentação de um decreto que pretende restringir a passagem de pessoas e embarcações em ilhas e mar aberto. O documento que deveria ser assinado em 8 de junho foi prorrogado para mais de um mês, conforme comunicou o secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano, em 19 de maio, em Ubatuba. Mais uma vez, Graziano não compareceu a audiência da Assembléia, enviando como representante o técnico Wagner Neto. Postura que não foi bem vista pelos pescadores, que também não reagiram bem a proposta da minuta elaborada pela Secretaria do Estado do Meio Ambiente, disponibilizada na internet no site www.ambiente.sp.gov.br, desde o último dia 26. O presidente da Associação de Pescadores Artesanais Fernando Brasil do litoral Sul, Fernando Ribeiro, até ironizou a iniciativa, "antes de colocar na internet uma minuta, deveria enviar para cada comunidade de pescador um computador com intenet." – comentou o pescador. A não aceitação à minuta se deu principalmente porque sugere a criação das APA´s (Área de Proteção Ambiental). Os pescadores foram categóricos: "Não às APA´s!". Eles argumentam que a pesca artesanal não causa impacto ao meio ambiente e ainda relembraram que o governo deveria se preocupar em fiscalizar a poluição na água, lançada principalmente por grandes empresas e embarcações. Os pescadores disseram que a minuta não proíbe a pesca artesanal e esportiva, mas também não esclarece quais áreas (espaço) serão destinados para a sua prática. O técnico do Meio Ambiente tentou amenizar as indagações da categoria, dizendo que as áreas funcionarão como Zonas de Estudo para preservação do Ecossistema e Meio Ambiente, mas os pescadores permaneceram irredutíveis. Edson de Souza, presidente do Sindicato dos Pescadores do Estado de São Paulo, disse que a preocupação em criar as APA´s é para a projeção do Brasil no mundo no que se refere a preservação do Meio Ambiente e o retorno financeiro que isto dará ao governo. Questionou também para onde irão as famílias que moram nos mangues com a restrição dos espaços para preservação ambiental. O diretor da ONG Viva-Mar, Ricardo Rocha, frisou que é preciso criar uma área de fiscalização e vigilância e não uma APA. "Todo mundo sabe o que é certo e o que é errado, mesmo porque já se tem definida a época de pesca permitida para cada tipo de peixe, então, foi pego fazendo coisa errada, tem que ser penalizado." – disse Rocha. Segundo o deputado Gondim, alguns pontos foram definidos durante a audiência, como a criação de uma comissão especial com poder deliberativo para atuar junto a Secretaria do Meio Ambiente com a representação de toda comunidade pesqueira envolvida. Também disse que está em estudo a elaboração da minuta do Projeto de lei desta Casa ou do Governo, além da criação de uma Frente Parlamentar da Pesca. Gondim ainda ressaltou que seria necessária a criação de um levantamento dos índices sócio-econômicos das colônias de pescadores, bem como os ganhos que os municípios terão com as APA´S e ainda a criação de uma Secretaria da Pesca para fomentar a pesca e a aqüicultura. Todos esses pontos serão encaminhados ao secretário Xico Graziano e uma nova reunião deverá ser marcada.
  7. Tubarão, a criação das APAs não é compreensível. Se for para coibir a pesca de arrasto com parelhas, o Decreto 49.215 Gerenciamento Costeiro já proíbe não só a pesca com parelhas, mas qualquer arrasto. Veja:Artigo 33 - A gestão da Z1M deverá observar as seguintes diretrizes: I - manter e garantir a funcionalidade dos ecossistemas visando assegurar a conservação da diversidade biológica, do patrimônio histórico, paisagístico, cultural e arqueológico; II - promover a manutenção e melhoria da qualidade das águas costeiras. Artigo 34 - Na Z1M são permitidos os seguintes usos e atividades: I - pesquisa científica e educação ambiental relacionadas à conservação da biodiversidade; II - manejo auto-sustentado de recursos marinhos, desde que previstoem Plano de Manejo aprovado pelos órgãos ambientais competentes; III - pesca artesanal, [u]exceto arrasto; IV - extrativismo de subsistência; V - ecoturismo.
  8. A melhor ferramenta para a negociação é a demonstração de força nas urnas...vem aí as eleições. Não vamos nos esquecer desses personagens!
  9. Segue email da assessoria de comunicação do secretário Francisco Graziano, mentor do malfadado decreto lei. Vamos nos expressar por email, ja que ele não recebe ninguem!!! robertab@ambiente.sp.gov.br
  10. o importante agora é uma contundente presença na audiencia pública do dia 28 de maio na assembleia legislativa de SP. Aqui, sob nossas barbas, vamos aproveitar e incluir a Lage e Alcatrazes na pauta. Nossa atividade não pode ser considerada predatória ( a menos de alguns fominhas que devem ser contidos...)
  11. Olá colegas, Abaixo segue resultado da reunião de hoje na Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa sobre o decreto que deverá ser assinado em 8 de junho pelo governador José Serra, atingindo cerca de 300 mil trabalhadores do litoral do Estado. Secretaria admite erro; pescadores comemoram A Secretaria de Estado do Meio Ambiente admitiu erros no decreto que deverá ser assinado no próximo dia 8 de junho pelo governador José Serra dando conta da criação de Áreas de Proteção Ambiental e Áreas de Relevante Interesse Ecológico. Cerca de 300 mil pescadores e cidadãos ligados à área náutica têm receio de que o documento prejudique totalmente as suas atividades. O técnico Wagner Neto disse, durante uma reunião convocada pelo deputado estadual Luiz Carlos Gondim (PPS) na Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa, que o artigo terceiro deixa a resolução de todas as atividades para o secretário Francisco Graziano, o que teria contribuído para a falta de um diálogo mais próximo com a categoria. Ele quer uma aproximação maior também com entidades representativas como os Institutos de Pesca e Oceanográfico do Estado, além de entidades como a Organização-Não Governamental (ONG) Viva Mar. "Queremos debater o assunto para que tudo fique esclarecido". Agora todos os detalhes serão discutidos em uma audiência pública solicitada por Gondim na Assembléia para o próximo dia 28, às 16 horas. Por enquanto, o parlamentar e os pescadores comemoram o resultado do encontro uma vez que vários pontos do decreto foram esclarecidos. Neto garantiu que não serão proibidas as pescas artesanais, esportivas e de subsistência no Litoral, existindo apenas restrições à prática industrial. "Queremos o desenvolvimento a partir de critérios sustentáveis, não impedindo a prática da pesca e nem de atividades voltadas ao ecoturismo. Não haverá exclusão de áreas", afirmou. O representante da Secretaria disse ainda que a navegação também não terá proibição, desde que seguindo regras estabelecidas no documento. A Polícia Ambiental fará a fiscalização com seis embarcações para evitar transgressões previstas pelo Estado. Gondim ressaltou que espera ver todas essas garantias já contidas no decreto para debate na audiência pública. "Dessa forma, ficaremos mais tranqüilos", falou o parlamentar, segundo vice-presidente da Casa. Ele contou com o apoio de colegas como Ana Maria do Carmo (PT) e Feliciano Filho (PV), presidente da Comissão. Os pescadores deixaram o auditório Teotônio Vilela ao coro de "vencemos", mas concordaram com a necessidade de formalização das garantias e da criação de uma política específica para avaliar a pesca em São Paulo. Vários representantes da categoria tiveram a oportunidade de se expressar, criticando o que chamaram de imposição do governo. Representando o Litoral Sul, Alcione Spantaon observou que a poluição nos mares não é feita pelos pescadores. "Merecemos mais consideração e queremos ser ouvidos sempre." O vereador Jairo dos Santos, de Ubatuba, destacou que já foram verificadas muitas perdas, caracterizando uma situação insuportável. A eventual possibilidade de transformação de decreto em projeto de lei (permitindo assim espaço maior para discussões na Assembléia) será levada ao conhecimento do comandante da Secretaria de Meio Ambiente. -------------------------------------------------------------------------------- --------------------------------------------------------------------------------
  12. te vejo amanhã em São Vicente!!! Vem bucha aí!!!
  13. Extraído do site www.pesca-cia.com.br » Notícias Pesca amadora corre risco de "extinção" no litoral paulista Barqueata mobilizará simpatizantes do esporte pela reformulação dos decretos que podem proibi-la Por: Adriana Cimino Publicado em: 6/5/2008 No próximo dia 08, quinta-feira, acontecerá uma barqueata com concentração às 09 horas na baía de São Vicente, nas proximidades do Iate Clube. O intuito da manifestação é garantir liberdade aos praticantes da pesca amadora e ao trânsito de pequenas embarcações de lazer, direitos ameaçados pela imprecisão dos textos dos decretos-lei que propõem a criação de três APAs (Área de Proteção Ambiental) no litoral paulista. A falta de uma definição clara do que seja a pesca esportiva a coloca no mesmo patamar da pesca artesanal e industrial. Há também a necessidade de esclarecer melhor e definir regras sobre a prática da pesca esportiva, priorizando a defesa dos ecossistemas e de seus recursos naturais. A justificativa para a implementação dessas áreas é a preservação do meio ambiente, mas, caso elas sejam aprovadas, nenhuma modalidade de pesca poderá ser praticada em sua extensão. Álvaro Dias, conselheiro da Fundação Vivamar, afirma que essas áreas já são protegidas contra reais agressores. "A pesca industrial não é permitida nesses locais", explica. A pesca de arrasto também é altamente prejudicial e proibida, mas ainda acontece por falta de fiscalização. Caso o projeto seja aprovado, os principais prejudicados serão os pescadores esportivos e os que se utilizam da atividade para sua subsistência. "Isso seria um erro, pois esses pescadores não afetam o meio ambiente e ainda ajudam a fiscalizar suas condições", acrescenta Dias. A primeira reunião discutindo o assunto aconteceu no dia 25 de abril, em Iguape. O próximo encontro será no dia 8, em São Vicente. Antes de ser aprovado pelo Governador José Serra o projeto deve passar por consulta pública. Por isso, a Fundação Vivamar e seus associados estão promovendo a barqueata. No mesmo dia, às 14 horas, membros da Secretaria do estado e outras autoridades públicas irão debater sobre a criação de três APAs (Área de Proteção Ambiental) no litoral paulista.

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