Rodolfo Amaro

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Sobre Rodolfo Amaro

  • Rank
    Já estou me enturmando!
  • Data de Nascimento 11-11-1992

Informações Pessoais

  • Localização
    Aparecida do Taboado
  • UF
    MS
  • Sexo
    Masculino
  • Interesses Pessoais
    Troca de informações, aprendizado, experiências e combinações de pescarias entre amigos. Novidades sobre materiais e técnicas, bem como sobre locais de pesca.

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  • Nome Real
    Rodolfo Henrique
  • Sobrenome
    Escatolin Amaro
  • Estilo de Pesca
    Pesca 100% Esportiva

Últimos Visitantes

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  1. Muito bacana isso, Alexandre. É legal quando nossas atitudes benéficas retornam em frutos. Lembro quando dois amigos começaram com o pesque e solte aqui, e no início era motivo até de chacota entre nós daqui, não me envergonho de dizer que matei muito peixe. Graças a Deus, hoje temos bastante gente aqui que pratica e que comprou essa batalha, e a tendência é que nosso trabalho diário nisso vá gerando mais e mais frutos. Ainda tem algumas coisas que acontecem que de verdade, não consigo nem falar direito, como já vi guia turístico e pousadas promoverem matança, pessoas que falam em defender as espécies (especialmente o tucunaré) soltando pequenos peixes e matando as matrizes... enfim... A gente segue fazendo nossa parte, com as portas abertas por quem conhece nossa índole.
  2. Roque, Está com mais ou menos uns 15 dias fui pescar por aqui pela manhã. Estava um dia frio, com água bastante limpa e um ventinho chato que não me deixava nem pescar e nem remar (pesco de caiaque). Decidi, então, haja vista que tinha compromisso também tão logo, por ir embora mais cedo para organizar a tralha e descansar um pouco. Encostei na barranca do rio, e notei algo que me deixou profundamente chateado. Tinha MUITO lixo espalhado. Sacolas, isopor, garrafas plásticas e demais plásticos de toda a sorte possível. Sem exagero, enchi umas 6 sacolas plasticas que sempre tenho na tralha para recolher meu próprio lixo, para colocar roupa molhada etc. 6 sacolas. Cheias até a tampa. Além do estrago grave ao meio ambiente, fiquei pensando em duas situações. A primeira, por ser em meio às terras do plantio de cana-de-açúcar da usina de minha cidade não tem pastagens, e os pequenos sitiantes dessa área soltam seu gado para pastagens bem à beira do rio - com isso pensei na quantidade de sacolas que recolhi e o estrago que isso faria se os animais ingerissem. A segunda é que os fazendeiros e proprietários rurais acabam tendo certa razão (não generalizando) quando se referem aos pescadores como porcos e não os permitem descer em suas propriedades. Deixar descer pra quê? Para fazer o que fizeram? Para deixar uma imundície? Para acabar com tudo? Pagamos nós, que cuidamos e defendemos as margens de nossos rios, pelas atitudes ridículas destes que se dizem pescadores. E por fim, veio um pensamento aqui... imagino a porquice que deve ser a casa de pessoas assim. Mas como disse acima, é trabalho de formiguinha, façamos nossa parte e martelemos muito a cabeça de quem faz diferente para que uma hora mudem.
  3. Pra finalizar, o que se poderia fazer é subsidiar a formação de cooperativas de produção de pescado para a transição dos pescadores ribeirinhos para criação e venda de seus próprios peixes e também a instrução para formação do turismo em pesca, com treinamentos para guias, subsídios para recepção de turistas. Tem um vídeo do Jhonny Hoffman que fala muito sobre isso, inclusive ele fala que essa recepção sendo feita desta forma, poderia inclusive baratear o custo de hospedagem para aquele pescador que não tá preocupado com luxo e sim com exclusivamente pescar. E a partir daí, fomentando essas alternativas juntamente com a redução das cotas de pesca, finalmente implantar cota zero nacional, fechando tudo. Uns 10, 15 anos, pelo menos Assim teríamos instituído o turismo sustentável, e futuramente com os estoques pesqueiros devidamente renovados, fornecer a possibilidade de pesca com uma cota justa para a natureza, uns 3 kg + um exemplar. Não sei se falei besteira de alguma forma, não sou biólogo, não estudo esta área, não tenho noção do tempo que demoraria para restaurar nossos estoques pesqueiros. O pouco que sei é porque corri atrás de ler e pesquisar porque gosto de pescar. Só sei que se nada for feito, em breve não sobrará nada.
  4. Quanto à traíra (malabaricus), ao meu ver, com certeza é a preservação. Muita gente que pesca e faz vídeos sobre isto naquela região, pescam em locais particulares, e acredito que esse é o divisor de águas entre traíras gigantescas e normais. No interior de SP, tem locais onde se encontram grandes exemplares mas é exclusividade o pesque e solte. Vale lembrar que no sul tem o trairão uruguaio, a Tornasol (hoplias lacerdae), que uma vez me disseram seguir a mesma linhagem do trairão amazônico, e também alcança proporções bem maiores de tamanho e peso. Quanto ao tucunaré, a adaptação ao habitat e a preservação parecem ser os principais fatores para a gigantesca diferença de tamanho de uma mesma espécie. Embora seja um peixe de fantástica adaptabilidade, não tem como comparar seu desenvolvimento na sua bacia hidrográfica matriz com seu povoamento em outras regiões, por vezes semelhantes porém não idênticas. Mas, ainda assim, o fator primordial é a mesmo a preservação. Não creio que a região onde moro, que tem temperaturas na casa dos 36, 37° boa parte do ano seja tão diferente de onde o @Alexandre Fishing resida por exemplo, em MT. O citei porque aí são encontrados exemplares de tucuna amarelo na casa dos 45cm pra cima com certa facilidade, coisa que por aqui embora também abundantes os amarelos, é uma raridade sem igual achar tucunas acima disso. Sobre a preservação, é bem óbvio: se no Brasil tivéssemos a consciência necessária para preservação, acredito que poucos países no mundo poderiam competir conosco em termos de pesca esportiva. Nossos rios e costas são de uma riqueza incalculável e o brasileiro de modo geral não dá valor. Compro muita briga com isso, já comprei diversas e vou continuar comprando. Falta educação na preservação, mas falta bastante vergonha na cara. Tem gente aqui que vai pra Palmas pescar azulões acima de 50up porque aqui são mais difíceis de encontrar, não matam UM PEIXE SEQUER, pois lá o rigor é outro, e chega aqui e mata tudo. Tem a questão cultural, tem a questão da consciência, e tem até quem fale que exista a questão do nível de instrução da pessoa para fazer isso ou não. Mas pra mim, além disso entra a questão de caráter. Esse cidadão em questão tem instrução, sabe da importância porque faz isso em outras bacias, mas tem o instinto de matar, se bobear nem come peixe. Falta de denunciar e cobrar não é. E desculpem o desabafo, mas eu fico p*to com coisas nesse sentido. Aprendi cedo, graças a Deus a importância do peixe vivo e não morto aos montes como a maioria no nosso País infelizmente ainda faz. Comer um peixe, dois frescos de vez em quando ali na hora ou a noite a hora que chegar em casa não vai desequilibrar o meio ambiente. Mas a matança de matrizes, peixes que alcançaram uma privilegiada carga genética em suas vidas passando por muita coisa é triste. Matança é triste. O exagero, onde as vezes muitos peixes estragam antes mesmo de serem limpos é triste. É trabalho de formiguinha, não pode desanimar. Mas irrita, irrita muito.
  5. Olá amigos. No feriado do dia 20/06 deixei o caiaque um pouco de lado e fui com os amigos Washington e Valter até o Rio Pântano - afluente do Rio Paraná bem próximo ao Município de Selvíria-MS, mas que curiosamente faz parte do Município onde resido, Aparecida do Taboado-MS, embora esteja mais longe de "nós" do que "deles". Apesar da água estar um cubo de gelo foi um dia de muita ação, quase que exclusivamente usamos superfície. Destaque para as iscas Vulcan 65 - MS e Joker 113 - Nitro Fishing (M-Á-Q-U-I-N-A), que dominaram as ações. Tivemos algumas ações em outras iscas, mas nessas duas estavam demais. Registramos estas 6 capturas dos exemplares maiores, mas nada nada capturamos uns 15 exemplares e muitos outros tantos escaparam. A produtividade só não foi maior porque o Valter se empolgou no camelinho e dormiu a tarde toda ao fundo do barco, como poderão observar kkkkkkkk Cabe ressaltar que os exemplares foram todos devolvidos, para que estas imagens se repitam. Seguem as fotos:
  6. Boa! Quem dera eu poder ir este final de semana. O Hook tá doido pra passear de novo, mas todo final de semana tem um "choppromisso" e fica difícil. Neste um aniversário, no outro uma feijoada beneficente kkkk Por sorte, tenho o domingo no fim de semana que vem que dá pra matar a lombriga hehe
  7. Bela pescaria, parceiro! Essa região (que é onde moro) tem crescido muito na pesca esportiva com trabalhos como o do Kishi. Pena que pegou frente fria, essa região é excelente e saem muitos tucunarés 50up e até alguns 60up, que são raros mas estão começando a ser mais frequentes graças a Deus e a nós, pescadores esportivos que lutamos tanto para proteger nossos rios e conscientizar quem ainda faz matança.
  8. Obrigado! Rapaz, deu trabalho kkkkkkk tem muita força! Obrigado amigo Top top top
  9. Olá amigos pescadores... Depois de quase um mês sem por o caiaque na água, fiz sábado pela manhã uma pescaria rápida de tucunarés aqui num afluente do Rio Paraná que cerca a minha cidade. Saíram apenas dois belos tucunarés azuis, um deles uma marreta que rebocou o caiaque - uma das melhores sensações que já senti em pescarias. Pesquei das 08h às 10h30. Deu pra matar a lombriga rs, logo logo tem mais. Materiais que utilizei: Varas - Lubina Lu - 8-17 lbs Carretilhas - Lubina Black Widow GTX Linhas: YGK X4 40 lbs e Leader YGK Absorber 40 lbs Isca: Proshooter Shiner - 85F - Daiwa
  10. Eu não sabia esse lance dessa fragilidade do pedal, meio broxante pelo alto custo de investimento. Na verdade, mesmo com o pouco conhecimento que tenho de mecanismos mas com uma ideia boa na cabeça, estive juntamente com um amigo pensando em criar um pedal - colocando tudo da melhor qualidade. O mais importante neste caso é a proporção de voltas e isso já sabemos (10/1 segundo o fabricante). Vamos ver no que dá rs
  11. Exatamente isso, é sobre a pedalada em si e não o peso do pedal fisicamente falando kkkk Acho que não consegui explicar direito, mas menos mal que entenderem rs
  12. Rodolfo Amaro

    Pedal Milha Náutica

    Boa tarde! Adquiri um Hook da Milha Náutica recentemente. Até aqui tem me atendido muito bem, rendendo legal no remo, bem estável... Porém, gostaria de fazer o upgrade para pedal assim que possível para poder explorar pontos mais longes. Um amigo tem um Leader com pedal e me disse que o pedal é MUITO pesado - vou testar em breve com o pedal dele no meu caiaque, mas gostaria da colaboração de quem tiver para um feedback extra, uma vez que não sei exatamente quando vou testar... Alguém que também possua o Hook e tenha o pedal saberia me dizer se é isso mesmo ou se no caso é algo do Leader (mais plataformado) ou ainda se é frescura dele, rs?? Abaixo segue foto da minha aquisição. O de fundo, também um Hook, é de um amigo com a mesma dúvida que eu.
  13. Os abastecimentos chegaram, só faltam as carretas hehe Linha YGK G-Soul X4 Upgrade PE #3 - 40 Lbs - (0,29mm) - 200 mts Leader YGK Absorber 40 lbs (0,58mm) - 60 mts
  14. RAPAZ..... só o ouro hein? Parabéns! Essa Bonnie... sem comentários! E a X80 é a demolidora de azuis. Simplesmente não resistem!

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