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Rodolfo Amaro

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Sobre Rodolfo Amaro

  • Rank
    Já estou me enturmando!
  • Data de Nascimento 11-11-1992

Informações Pessoais

  • Localização
    Aparecida do Taboado
  • UF
    MS
  • Sexo
    Masculino
  • Interesses Pessoais
    Troca de informações, aprendizado, experiências e combinações de pescarias entre amigos. Novidades sobre materiais e técnicas, bem como sobre locais de pesca.

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  • Nome Real
    Rodolfo Henrique
  • Sobrenome
    Escatolin Amaro
  • Estilo de Pesca
    Pesca 100% Esportiva

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  1. Não me recordo da primeira, visto que não entendia p nenhuma de pescaria, logo não está na caixa rs. Mas seu post foi bom para lembrar algumas que marcaram capturas e um tempo atrás onde eu vivia na beira do rio. Das que tenho mais boas recordações, tenho duas ainda comigo e uma que se foi num bom combate com um azulão que levou a melhor. A primeira é a minha primeira Zig Zarinha. Branca da cabeça verde, como pegou peixe. Era o terror dos amarelinhos e das traíras, principalmente. Outra que me recordo e ainda tenho: meu primeiro Curisco 60, cor osso. Hoje ele se resume a riscos de todos os ângulos possíveis, assim como a Zig Zarinha. E a terceira e que fiquei só na saudade, minha primeira Bonnie 85. Num dia nublado, num ponto em frente ao rancho onde descíamos o barco, ao pé de uma cerca que era sempre o "aquecimento" pois sempre tinha alguma coisa pra começar o dia, dei um arremesso sem grandes pretensões e quando me dei conta só vi as ondas vindo atrás. Uns três botes pequenos, fracos, até a porrada insana. Um tucunaré enorme, talvez um dos maiores que já fisguei. Não deu nem tempo de reagir direito, foi porrada, arrancada e tomada de linha violenta. Briguei, o vinha trazendo até a margem tudo conforme manda o protocolo e do nada ele só virou a cara pro fundo como quem dissesse adeus e levou tudo embora. A Bonnie vinha fazendo estrago até então, mas aquele dia não era o dia dela haha
  2. É o que tenho visto por aí. Posso ter entendido errado, mas o foco do DC é o controle de precisão extrema, mesmo em condições adversas, sem cabeleiras. E se for isso mesmo, é sensacional.
  3. Até porque o investimento não é barato né? Eu só vejo elogios sobre a frenagem, sobre controle de arremesso etc sobre o DC, mas não tenho um feedback suficiente ainda para arriscar uma compra, nem mesmo das de entrada pra ter conhecimento, até porque um feedback confiável aponta as situações negativas também. Mas fica aqui minha curiosidade, se alguém tiver e quiser compartilhar a experiência... Em vídeos (que não dá pra cravar muita coisa) que vi por aí, me parece que o arremesso tem um bom desempenho, mas que a diferença mesmo é na precisão e no controle de frenagem. Bom, repito: somente se alguém já testou poderá dar uma opinião mais concreta hehe
  4. Eu não tenho dúvidas que deve arremessar muito, mas continuo cismado com esse sistema DC. Ainda mais eu que sou desastrado kkkkkkkkkk Um dia ainda testo e vejo se é realmente isso tudo que dizem, quem sabe um dia quando o suporte da Shimano no BR for melhor e tendo a certeza da existência e fácil acesso às peças de reposição sem dor de cabeça
  5. Pensando nisso (custo benefício, reposição de peças etc), eu hoje se fosse comprar alguma carretilha pra bait, iria de Tatula ou Alphas
  6. Eu tenho um certo receio com o DC simplesmente por como, quem e onde encontra reposição, quem dá a devida manutenção etc. Conservador que sou, não arriscaria. Mas isso é uma opinião minha, não quero ser dono da verdade. Só estou te mostrando um ponto de vista que tem que ser avaliado, que é num eventual problema da carreta e onde correr pra solucionar. Abs.
  7. Primeiramente, nem uso Shimano porque não me cabe no orçamento. O que chamei a atenção e usei como exemplo é que tá cheio de gente por aí que "condena" o projeto por usar plástico em algumas situações como se fosse um crime. Não é por aí. Extremos são sempre ruins. Tô compartilhando uma experiência que tive caindo nessas conversas fiadas (sim, fiadas!). Concordo com você que alguns projetos são defasados, que o preço é exorbitante muitas das vezes para o que oferece, etc. Mas a Shimano não deixou de ser uma grande fabricante. O desequilíbrio talvez se dê pelo preço, de valorizar o produto por conta do histórico muitíssimo positivo da marca e não por agregar mais tecnologias - o que não quer dizer que o projeto não presta, que isso ou aquilo porque usa plástico. Até porque tem gente por aí que pega projeto básico, põe uns internos diferentes, muda o nome e vende por uma fortuna dizendo ser a carretilha.
  8. Fantástico! Eu tenho vontade de subir um afluente do Rio Paraná aqui na minha região, em busca de outros peixes. Dá Aproximadamente uns 12km pra ir. Ao término do defeso devo fazer isso.
  9. E sobre as recomendações, pelo custo benefício e versatilidade, a Tatula é mesmo a melhor indicação. Parruda, pau pra toda obra, é a aquela famosa história de que se você quiser pescar em Epitácio hoje e partir pra Barcelos, o equipamento é o mesmo. Tive uma das primeiras, usei ela pescando três vezes por semana e depois de 3 anos vendi ela simplesmente intacta. Só vendi mesmo porque tive um problema de tendinite terrível e na época o peso dela era considerável - coisa que melhoraram muito hoje em dia.
  10. Boa tarde! Esse negócio de engrenagem em plástico é pura balela. O Marcel do Vazzoleri Camp opera na Amazônia com a Curado K faz já algum tempo e as carretilhas estão impecáveis. E inúmeras pessoas usam, continuam usando e não tiveram problema nenhum até agora - com a devida manutenção e uso correto de qualquer equipamento sua vida útil será ampliada. Não cai nessa não, nesses reviews de quem troca isso ou aquilo na carretilha e coloca nome novo, blá blá blá, que o projeto está "condenado(!!!!!!) porque usa plástico, porque isso, porque aquilo. Puro engano. Caí nisso aí uma vez para nunca mais. Vivendo e aprendendo.
  11. Eu uso a Colônia da Maruri, nesse tamanho que te disse (3,60mts) e me atende super bem. Já tirei tilápias e tucunarés com mais de 2kg sem problema nenhum. Outra que uso e gosto muito é a Aramis, da Albatroz. Eu faço uma ponteira com cabo de aço flexível e linha multi, selada com super bonder e depois de seca um reforço com resina - araldite ou similar. Fica muito bom e não solta nem a pau, dessa forma você dificilmente perderá ponteira.
  12. Vale e muito a pena. Esses dias estava com uma infeliz tendinite no punho esquerdo fiz uma pescaria show de tucunarés com vara telescópica para minimizar a força feita e usar mais a mão direita. Rapaz a encrenca foi grande, dependendo da potência da vara a briga é insana. Usei uma varinha de 3,60m e foi massa demais, coisa chique mesmo hahaha
  13. Verifiquei esse problema também. As pinturas da Moriah deixam a desejar, infelizmente não é exceção. Mas a isca é um show, trabalho top demais!
  14. Muito bacana isso, Alexandre. É legal quando nossas atitudes benéficas retornam em frutos. Lembro quando dois amigos começaram com o pesque e solte aqui, e no início era motivo até de chacota entre nós daqui, não me envergonho de dizer que matei muito peixe. Graças a Deus, hoje temos bastante gente aqui que pratica e que comprou essa batalha, e a tendência é que nosso trabalho diário nisso vá gerando mais e mais frutos. Ainda tem algumas coisas que acontecem que de verdade, não consigo nem falar direito, como já vi guia turístico e pousadas promoverem matança, pessoas que falam em defender as espécies (especialmente o tucunaré) soltando pequenos peixes e matando as matrizes... enfim... A gente segue fazendo nossa parte, com as portas abertas por quem conhece nossa índole.
  15. Roque, Está com mais ou menos uns 15 dias fui pescar por aqui pela manhã. Estava um dia frio, com água bastante limpa e um ventinho chato que não me deixava nem pescar e nem remar (pesco de caiaque). Decidi, então, haja vista que tinha compromisso também tão logo, por ir embora mais cedo para organizar a tralha e descansar um pouco. Encostei na barranca do rio, e notei algo que me deixou profundamente chateado. Tinha MUITO lixo espalhado. Sacolas, isopor, garrafas plásticas e demais plásticos de toda a sorte possível. Sem exagero, enchi umas 6 sacolas plasticas que sempre tenho na tralha para recolher meu próprio lixo, para colocar roupa molhada etc. 6 sacolas. Cheias até a tampa. Além do estrago grave ao meio ambiente, fiquei pensando em duas situações. A primeira, por ser em meio às terras do plantio de cana-de-açúcar da usina de minha cidade não tem pastagens, e os pequenos sitiantes dessa área soltam seu gado para pastagens bem à beira do rio - com isso pensei na quantidade de sacolas que recolhi e o estrago que isso faria se os animais ingerissem. A segunda é que os fazendeiros e proprietários rurais acabam tendo certa razão (não generalizando) quando se referem aos pescadores como porcos e não os permitem descer em suas propriedades. Deixar descer pra quê? Para fazer o que fizeram? Para deixar uma imundície? Para acabar com tudo? Pagamos nós, que cuidamos e defendemos as margens de nossos rios, pelas atitudes ridículas destes que se dizem pescadores. E por fim, veio um pensamento aqui... imagino a porquice que deve ser a casa de pessoas assim. Mas como disse acima, é trabalho de formiguinha, façamos nossa parte e martelemos muito a cabeça de quem faz diferente para que uma hora mudem.
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