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André Rire

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21 Ótima

Sobre André Rire

  • Rank
    Posso pescar por aqui?

Informações Pessoais

  • Localização
    Rio de Janeiro
  • UF
    rj
  • Sexo
    Masculino

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  • Nome Real
    André
  • Sobrenome
    Ribeiro de Rezende
  • Estilo de Pesca
    depende da produtividade

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  1. Prezado Joffre, moro em niterói e estou interessado no caiaque inflável. A minha proposta e trocá-lo por carretilha Penn GS 545 em excelente estado de conservação (com 2 super imãs instalados na parte interna para melhorar os arremessos) mais 300m da linha Jig Man PE5 nova na caixa. Essa carretilha é polivalente, boa pra jigar e também boa para longos arremessos na pesca de praia, a linha japonesa em questão já é bem consagrada e indicada para ser colocada nessa carretilha. Att,... André RiRe
  2. Prezado Eliseu, tendo em vista sua resposta considerando o modelo Tiralejo voltada para Rock Fishing, eu te pergunto quais características que distinguem uma vara de PDP de uma vara de Costão? Esta distinção não está relacionado somente com a potencia da vara, uma vez que existem varas de PDP de potência pesada e varas de Rock Fishing Light. Aproveito para perguntar qual vara com melhor custo benefício para adaptação para carretilha, e quanto sairia o custo total (vara + customização)? Não deixando de agradecer toda atenção nas respostas, e altruísmo informativo. Forte Abraço e boas pescarias. André RiRe
  3. Mais uma vez parabéns, Eliseu, muito elucidativas as suas tabelas, tanto a doas anzóis quanto essa das varas de PDP. Agora não querendo te forçar a fazer propaganda sem cache, mas pelo que pude perceber o melhor custo benefício para quem não almeja realizar alteraçóes na vara é a Casting Revolution? Dentre os caniços citados nas tabelas existe algum apropriado para carretilha, ou todos são para molinete? Outra pergunta, existe algum modelo que suporta os arremessos pêndulo? Para finalizar te pergunto se conhece o modelo da Shimano Tiralejo? Vou elogiar mais uma vez os últimos tópicos criados. Esse mês devo estar indo pro Açu, vamos ver se marcamos alguma coisa? Forte abraço, André RiRe
  4. Muito Bom Eliseu! Parabéns pelo tópico, muito salutar para o pescador conhecer sobre os modelos de anzóis. Eu tenho ido fazer coleta para análise da qualidade da água no porto do Açu, quando iremos fazer aquela pescaria para essas bandas? Forte abraço e boas pescarias, ... André RiRe
  5. Eu já fiz uma pescaria de anchova com artificial e foi meio frustrante, pois enquanto eu pescando de vara embarquei três ou quatro anchovas, o barqueiro tirou um tambor cheio. Tentei de tudo, mas me lembro de ter tido maior produtividade com lambreta (chumbada com penacho e anzol articulado) O que dizem é exatamente como você revelou, a melhor isca artificial é a lambreta, mas também vale trabalhar com gotchas, e jumping jigs. Já vi muita foto de anchovas no plug, eu pessoalmente até hoje só tive o prazer de pescar anchovetas no plug.
  6. Prezado Thiago, venho te procurar para saber se há o interesse em trocar sua vara Flemming Legend por uma Vara 6.9" de 80lb feita pelo renomado Homero Mendes? Vale ressaltar que Homero Mendes foi um dos precursores da pesca oceânica e da customização de varas no Brasil, e suas varas são relíquias, hoje em dia. A vara que lhe ofereço em troca possui os passadores de roldana, bem como a ponteira, todos da marca Aftco. Este equipamento é apropriado para pesca de corrico e pesca de espera, sendo ideal para as longas batalhas, por ter um reduzido atrito entre os passadores e a linha. Se me passar seu email posso te enviar fotos. É bom destacar a dificuldade de se encontrar uma vara By Homero para vender, e quando se acha não está menos de R$900,00. Mas como possuo um lote destas varas e também estou necessitando de uma vara 50lb com as características da Flemming Legend, estou disposto a trocar uma com você pelo preço de R$680,00. Desta maneira, a minha proposta é trocarmos a vara Flemming Legend pela Vara By Homero, você tendo que me retornar R$ 500,00. Fico então aguardando sua resposta. Att, ... André RiRe
  7. O que acha da minha proposta de compra das duas carretilhas?
  8. Prezado Thiago, podemos então fechar negócio na carretilha Penn 320 LD. Att, ... André RiRe
  9. Prezado Miguel, a tal traíra pode ser encontrada em praticamente qualquer possa d'água, este peixe ocorre de norte a sul do Brasil, podendo viver nas condições mais extremas que podemos imaginar, em águas congeladas dos pampas gaúchos, até em águas com baixíssimo oxigênio ou então água salobra, enfim é um bicho resistente. Basicamente em qualquer açude você pode encontrar este peixe voraz, esta bichona da foto pesava 3Kg e foi capturada na represa de Nova Ponte-MG, o melhor foi que foi pega naquela varinha Traker da Sumax, de 6lb, quando eu estava pescando piau. Já nas minhas empreitadas aqui pela Cidade Maravilhosa ainda não consegui resultados eficientes, até agora só busquei as dentuças, poucas vezes, em pequenos açudes muito assoreados escondidos pela Floresta da Tijuca, mas sem sucesso. Já ouvi dizer que para os lados de Itaipuaçu tem traíras naquelas lagoas costeiras, nunca fui lá atrás, mas não duvido de se encontrar até na Lagoa Rodrigo de Freitas. Bom, onde que eu costumo ir pescar traíra em terras fluminense, é lá para o norte do estado, em São João da Barra.
  10. Rapaz, já fazem muitos anos que não vou para esta região maravilhosa de paraty, no caso você se refere ao Pouso da Cajaiba ou a Praia da Cajaiba Grande? Estes dois locais são próximos entre si, situados ao lado do Saco do Mamangua, perto de Paraty. Se você estiver indo para Pouso da Cajaiba (mais visitado), então vale apena dar uma chegada até Martins de Sá (trilha de 2 horas), uma magnífica praia onde mora somente a família de um famoso caiçara, o Seu Maneco, esta enseada por sua vez, fica próxima a um rio onde eu vi pela primeira vez uma linha de pesca arrebentar com um peixe, na época nem pescava com artificial, e não apreciava a pesca como hoje, somente pescava para comer no camping, pescava robalo com pitu vivo. Era uma coisa de louco, ver os robalões arrebentando a linha sem nenhum esforço. Lembrando disso tudo, percebo que preciso voltar em Martins, pois agora que estou começando a entender um pouco sobre pesca, vou me divertir muito mais. Nunca fui para Praia de Cajaiba Grande, mas sei de gente que se deu bem por lá, pois também tem um rio que desagua nesta praia. Então já viu, neste verão na boca da barra é pescar na enchente, quando os peixes entram no rio para se alimentarem, valendo tentar até metade da vazante, quando eles saem do rio em direção ao mar. Em suma, qualquer que seja a Cajaiba que você vá acedito que estará bem servido de pescaria.
  11. Apesar de já ter pescado na região, não sou da área, mas logo aparece alguém mais gabaritado para acrescentar algo mais substancial. De qualquer forma acredito que na boca do canal da Lagoa de Araruama seja um local promissor, conforme vc mesmo já identificou. No mais, indicaria as iscas softs, como camarões e shads de silicone (D.O.A, Monster, Flex, etc) com jig-head, que são muito eficientes na em água salgada, principalmente na pesca robalos, badejos e inúmeras outras espécies. Contundo, neste tipo de pesca ressalto a necessidade de equipamento específico para tal modalidade de pesca, o qual deve primar pela sensibilidade. Espero ter lhe ajudado, porém acredito que logo, o pessoal com mais propriedade irá te instruir melhor.
  12. Prezados, concordo com o glorioso pescador Victor Pereira, o grande lance deste tipo de artifício na pesa esportiva, não é simplesmente atrair o peixe até o anzol, mas sim, prolongar o tempo que o peixe fica com a isca na boca, facilitando a suas fisgada, tendo em vista uma pesca de "sensibilidade", A Berkley já possui uma linha de iscas soft que utiliza este subterfúgio de acrescentar "feromônios" na isca (segundo o fabricante), "Gulp!Alive!", com a finalidade primordial de prolongar o tempo que o peixe permanece com a isca na boca, aumentando a chance de fisgada, antes do peixe perceber que na verdade não se trata de uma presa. Além de já ter visto alguns vídeos japas, onde os orientais acrescentam "essência" em seus bucktails,também pude verificar a propaganda do Eduardo Monteiro, em seus programas. Portanto, a minha humilde opinião converge com o que foi anunciado pelo Victor Pereira, o pulo do gato deste tipo de artifício pesqueiro está no prolongamento da isca na boca do peixe, e não no simples poder de atração que a substância adiciona na isca.
  13. Prezado Fifa, na semana passada estava saindo muito espada no Leme e na Urca, não sei se o cardume ainda está por lá, pois estou no interior de São Paulo, Franca, visitando meus pais. O verão chegando os peixes espadas começam a aparecer. Este ano ainda não me diverti com esta espécie muito esportiva. Boa sorte na pescaria. Forte abraço.
  14. Boa Sorte Vitinhow, que você alcance seus objetivos com esta pesquisa, quanto mais puder entender sobre a cadeia produtiva do turismo de pesca nacional mais poderemos atuar em prol de melhorias. Forte Abraço espero ter contribuído.
  15. O que falta para o Brasil se tornar um destino consolidado e atrativo para a pesca esportiva internacional? Acima de tudo, é primordial para o Brasil uma política pública que estimule o desenvolvimento da intrincada cadeia produtiva envolvida no turismo de pesca, favorecendo desde o guia de pesca ribeirinho aos megaempresários da indústria hoteleira, náutica, equipamentos de pesca, etc. É lamentável perceber como o turismo de pesca nacional sempre foi desamparado, desperdiçando todo o potencial da exuberante diversidade presente neste país, tanto ao tratar das espécies ícticas endêmicas a se explorar, quanto os ambientes e paisagens a serem contemplados no Brasil. O pior é que nem precisamos sonhar muito longe, pois próximo da nossa realidade existem inúmeros exemplos de medidas governamentais, voltadas para o turismo de pesca, que estão sendo bem sucedidas, como o caso da Argentina, Chile, Costa Rica, Panamá, etc. Por não haver o empenho político necessário para o desenvolvimento do turismo de pesca nacional, ainda engatinhamos na explotação deste opulento filão, que já é muito bem aproveitado por vários países de biodiversidades irrisórias, se comparadas com a magnífica fauna aquática que encontramos aqui, no Brasil. Deste modo, com a ausência de uma política pública que estimule o desenvolvimento da cadeia produtiva do turismo de pesca nacional, consequentemente ainda existe uma defasagem na infraestrutura para suprir a diminuta demanda já existente, além de também haver carência de mão de obra qualificada para atender o discreto mercado atual.
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