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Sobre MKShimada

  • Rank
    começando a responder
  • Data de Nascimento 05-07-1995

Informações Pessoais

  • Localização
    Santos/São Paulo
  • UF
    SP
  • Sexo
    Masculino

Previous Fields

  • Nome Real
    Mateus
  • Sobrenome
    Kenji Shimada
  • Estilo de Pesca
    Todos os estilos/Equipamento Leve

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  1. Olá, Rafael! Como também pesco robalos em situação parecida (desembarcado na saída do Canal de Santos), vou relatar um pouco das minhas experiências e observações pessoais: -Sobre a hora da maré, na grande maioria das vezes tenho mais ações na vazante, muito raramente bate algum na enchente. Em lugares mais fundos (acima de 1m com maré baixa), gosto do fim da vazante até o começo da enchente enquanto em lugares mais rasos prefiro o reponto da enchente e o começo da vazante. -Sobre a amplitude da maré, atualmente prefiro marés de maior amplitude, que correm bastante porém de maneira quase uniforme (a forma e velocidade em que a maré corre variam muito. Por exemplo, há dias em que a maré vaza e enche inteira em muito pouco tempo e fica o restante do tempo parada, enquanto em outros dias a maré vaza e enche sem praticamente ficar parada, ou seja, termina de encher e já vaza, e vice-versa). Porém, em anos anteriores, preferia as marés com menor amplitude, então acho que varia muito. -Sobre lua e pressão atmosférica, acho que o grande Ito já falou tudo, exatamente da mesma forma que penso. A única lua que realmente não gosto é a lua cheia. -Se pudesse escolher um horário do dia sem saber as marés, provavelmente escolheria o início da manhã e o fim da tarde/começo da noite, além do começo da madrugada, por experiência própria, dificilmente o robalo ataca no meio do dia por aqui. -Agora no inverno procuro bater nos pontos um pouco mais pra dentro do canal, mas praticamente na saída do Canal de Santos ainda. Porém esses pontos são bem rasos, profundidade de até 1,5m mais ou menos. E as iscas são mais os plugs de meia-água e camarões artificiais, dificilmente na superfície. Basicamente, são essas as minhas experiências, obviamente não são a verdade absoluta (inclusive, acho que muitos tem opiniões e experiências bem diferentes). E a melhor hora é aquela em que podemos pescar hahahahaha Espero ter ajudado!
  2. Olá, amigo! Além dos motivos acima, pode ser que a garateia esteja enroscando na linha devido ao uso de girador com snap, pois o nó fica mais distante da isca, facilitando com que ela se enrosque mais na linha.
  3. Amarelo de Nazaré Paulista, pescando desembarcado, 38cm.
  4. Olá, amigo! Já adianto que sou muito ruim na pesca com jumping jigs desembarcado, pegando quase todos os peixes "na sorte". Com certeza vou seguir esse post pra aprender técnicas novas. Pra robalos nunca tive sucesso com jumping jigs (só peguei um, com um jigzinho caseiro), mas com certeza é por falta de técnica minha, além de não ter utilizado os jigs em locais adequados (pesco na baía/estuário de Santos, em pontos com profundidade de no máximo 3 metros, com média em torno de 1 metro ou até menos) e nas marés adequadas (sempre coloco os jigs naquelas horas ruins de robalo, com maré parada ou enchendo). O legal é que dá pra pegar uma variedade legal de peixes, principalmente com jigs bem pequenos, de até uns 14 gramas. Por aqui, já peguei várias espécies, como micholes, betaras, espadinhas, marias-da-toca, peixes sapo, peixes lagarto, entre outras, a maioria na caída do jig, ou trabalhando bem próximo do fundo (tirando as espadas que batem na meia-água). Os jigs que mais tive sucesso foram os sapinhos de 10 gramas da Matt's e os jigs Dragon iguais os da foto aí de cima, com 10 gramas. Costumo usar com support hook não muito grande (Chinu #3, Maruseigo #14 ou 16, e um anzol de tamba parecido com o Chinu, de tamanho #2), feitos de forma bem simples com mono, flúor ou multi, com uma argola feita por um nó Rapala. Uma "trapaça" que costumo fazer com os jumping jigs é prender um pequeno pedaço de isca soft (pode ser um camarão ou shad estragados ou cortados por baiacu) no support hook, aumentando muito o número de ataques. Um jig que estou testando bastante e parece bem promissor é o Hana de 8 gramas da NS, mas só consegui pegar uns peixes sapo, uns espadinhas que escaparam e algumas savelhas que seguem e atacam.
  5. É um filhote de prejereba sim. Eles costumam boiar no meio da sujeira mesmo, e até que são bem agressivos se passar com uma isquinha perto deles hehehehe.
  6. No litoral também podem ser feitas boas pescarias no mês de julho, desde que não haja frentes frias intensas nem ressaca no mar. Os preços de hospedagem também devem ser mais baixos por ser totalmente fora de temporada. Alguns rios costeiros bons para robalos e outros peixes também ficam com águas mais limpas que no verão se não houver muitas chuvas, fora que no inverno costuma ser época de grandes corvinas na praia, nos canais ou embarcado, além de peixes como sororocas e enchovas embarcado.
  7. Parabéns, Valim!! Pescarias assim são muito boas e divertidas! Já peguei pequenos tambiús, lambaris e saicangas com spinners, agora deu vontade de voltar com essas pescarias ultralight!!
  8. Olá, amigo! Não entendo quase nada de pesca em alto mar, mas quando fui pescar bicudas embarcado, iscava a sardinha ao contrário do que está na foto, com o anzol saindo perto do rabo, e o encastoado entrando pela boca. Os espadas também já atacando peixes pelo rabo ou pelo meio do corpo, acho que não vi nenhum espada atacando pela cabeça primeiro. Espero ter ajudado!
  9. Parabéns!! Pescaria sensacional!! Esses peixes tigre devem ser muito esportivos!
  10. Pescar um Flecha desses aí do video é muito louco!! Também faço essa pescaria nas pedras, mas com material leve, e às vezes acerto alguns, apesar de ainda estar começando a estudar melhor o comportamento dos Flechas (antes só pescava os pevinhas e trickzinhos hahahah). Esse aqui é meu recorde, que peguei semana passada no jighead, com mono 0,25mm 10lb e leader 0,45mm, na varinha 16lb. Deu 80cm de comprimento e foi solto em seguida!! Quanto às montagens com camarão, ainda prefiro usar o jighead com pesos maiores, ou um "Texas" com anzol comum exposto, pros camarões pequenos com peso bem leve.
  11. Parabéns!! O primeiro robalo a gente nunca esquece!! Depois do primeiro, os outros começam a vir com mais facilidade!!
  12. É lamentável ver o Deck nessa situação, principalmente por ser um lugar do qual tenho muitas boas memórias. Foi onde fiz a pescaria que virou meu primeiro relato aqui, em 2014, assim como fiz muitas pescarias memoráveis desde a infância, como quando pesquei meu primeiro peixe espada, aos 12 anos de idade, também foi onde conheci grande parte dos amigos pescadores aqui de Santos. Aliás, ainda me lembro da época em que estavam construindo esse píer, quando ainda era criança... O Deck é um lugar que sempre atraiu muitos turistas, sendo vergonhoso e revoltante que a Prefeitura de Santos o mantenha do jeito que está, sem reformas, mesmo tendo recursos para tal (esses dias a Prefeitura gastou um bom dinheiro pra reformar a Praça das Bandeiras, aqui na orla da praia, então creio que não é por falta de dinheiro que não fizeram a reforma). Falando dos peixes, parece que eles diminuíram em quantidade no Deck, desde a ressaca do ano passado, talvez por não existir mais a sombra das tábuas da parte da frente, nem grande parte das luzes que atraíam peixes durante a noite, assim como os restos de iscas que os pescadores jogavam e acabavam cevando o local. De vez em quando ainda sai algum robalo no meio das pilastras, mas está bem mais difícil do que antes. Ainda saem muitos peixinhos na beira, como baiacús, amborés, cocorocas e outros. Abraços!! Parabéns pelas fotos!!!
  13. Como praticamente só pesco desembarcado, uso varas de no mínimo 6', por exemplo: -Uma de 6'6" (8-16lb molinete) pra robalos (plug e jighead), traíras e Bass (todas as iscas que não sejam finesse) -Duas de 6'6" (molinete) pra peixes pequenos (tucuninhas, saicangas, jacundás) e Bass no finesse Também uso uma de 6' pra carretilha, só não é muito confortável fazer flip cast com ela, dependendo da altura entre a ponta da vara e a água. Recentemente ando testando também uma de 7' pra finesse, com molinete, bem confortável, mas não estou sentindo tanta diferença das 6'6" por enquanto. Na minha opinião a maior desvantagem em usar varas desses comprimentos está na pesca embarcada, principalmente em barcos apertados, ou na pesca desembarcada em lugares com pouco espaço pra arremesso (por exemplo, em locais com mata muito fechada)
  14. Parabéns, Décio!! Tabarana é um peixe que ainda sonho em pescar!! Abraços!!
  15. Nunca usei essas montagens com anzol offset, mas acredito que atrapalharia muito a fisgada, pois os camarões artificiais nacionais (estilo Monster, Flex, entre outros) são de material muito duro para o anzol atravessar, sendo muito diferentes das iscas de Bass, que se rasgam facilmente, permitindo a fisgada (e mesmo assim a fisgada tem que ser firme e na hora exata para funcionar). Além disso, por experiência própria, acredito que o robalo não tem o hábito de permanecer com as iscas na boca por muito tempo, atacando e cuspindo a isca rapidamente, sendo necessário fisgar muito rápido, quase instantaneamente, ao contrário do Bass, que carrega a isca na boca por um longo período de tempo, permitindo a fisgada. Talvez essa montagem funcione com camarões e iscas mais macios, como os camarões da D.O.A. ou os shads da Ecogear, por exemplo, ou talvez se utilizar com um anzol comum exposto, mas aí enroscaria igual a um jighead. Utilizo muito o Texas Rig para os robalos, mas com anzol exposto, iscado de maneira semelhante a um jighead. Gosto bastante de utilizar essa montagem pois permite selecionar diferentes pesos, trocando apenas o chumbo, além do fato de um pacote de anzóis e alguns chumbos sair mais barato que um conjunto de jigheads. Utilizo chumbos bem leves, de no máximo uns 5 gramas, sem deixar a isca bater muito no fundo, e camarões pequenos, arremessando bem próximo às estruturas, para pegar robalos pequenos. Abraços e espero ter ajudado!

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