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Fred Mancen

Pescaki V.I.P
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Sobre Fred Mancen

  • Data de Nascimento 10/22/1970

Previous Fields

  • Nome Real
    Fred
  • Sobrenome
    Mancen
  • Estilo de Pesca
    Qualquer uma

Informações Pessoais

  • Localização
    São João del Rey/Rio de Janeiro
  • UF
    MG
  • Sexo
    Masculino
  • Interesses Pessoais
    Curtir a família, gastronomia, música e...pesca!

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Reputação

  1. hehehe... Algumas vezes a diferença de equipamentos ajuda a aumentar essa disparidade sonora, isso é verdade. Mas acho que a nossa tradição de consumo de música atrapalha muita gente boa a aparecer e fazer sucesso, o que nos leva a crer que não há talentos brazucas. Isso chega a um ponto em que os músicos são brasileiros e cantam em inglês (como fazia Ronnie Von nos anos 60~70). Exemplo contemporâneo disso é a banda paranaense Milk 'n' Blues. Cata no Youtube o trabalho dos caras... Sensacional o talento deles, com convidados de igual talento.
  2. Que espetáculo...
  3. Hoje cedo recebi uma infeliz, terrível e trágica notícia de mais um grande amigo que se foi, exímio pescador de traíras com artificiais, bom pai e marido, apreciador de churrasco e flamenguista roxo. Apesar de cadastrado aqui há anos, não era muito de participar - só lia os posts - e com esse hábito nos privou de muito conhecimento e técnicas pra engatar as dentuças com soft baits, plugs e poppers. De tão grande, o coração não aguentou. Cabia tanta gente nele! Assistiu ao último jogo do Flamengo e, uniformizado, foi em busca de águas mais tranquilas, ainda sentado no sofá, sozinho que estava - a esposa e a filha tinham ido visitar parentes. Agora está navegando em águas calmas, meu amigo, meu irmão de fé. Que fique claro uma coisa: você partiu fora do combinado! Você, @JULIANO CALSAVARA, está me devendo uma pescaria de traíras no sítio de sua família e um churrasco! Isso não se faz, cara... Quando nos encontrarmos, um dia, vou exigir explicações - e um abraço de reencontro. Vá com Deus, meu amigo. Teus amigos e família seguem sofrendo sua falta por aqui, mas certos de que agora, pesca junto d'Ele.
  4. Isso aí pode ser até exilio que eu tô dentro!
  5. É... assim... digo... é... ahn....
  6. Meu irmão... com uma vista dessas eu ia até tomar Lactopurga duas vezes ao dia só pra ter motivo de ir ao banheiro!
  7. Estão fazendo a ola.
  8. Mike Portnoy e John Petrucci? Liquid Tension? Alguma banda italiana nova? Não... Isso é Casagrande & Hanysz, projeto do Eloy Casagrande, um dos melhores bateristas que o Brasil já teve e recém eleito o melhor do mundo em 2021 na categoria metal, pela Modern Drummer!!! Hoje temos o Eloy e o Aquiles Priester mundialmente reconhecidos como grandes bateristas e com muito destaque, feito até então inédito considerando a amplitude do reconhecimento. Acho o Casagrande ainda mais diverso que o Aquiles (que é muito rápido, de fato), mais dinâmico. Mas como não sou músico, relevem minha opinião e curtam o som. Todavia...rsrsrss... continuo achando Neil Peart "o cara"... não gastava um terço do esforço dos dois e fazia mágica na bateria. O guitarrista que acompanha o Eloy é José Flávio Hanysz, de Santa Catarina! Ambos estão literalmente apavorando no rock instrumental de altíssimo nível como o desse vídeo...
  9. Quem era esse tal de Alf? Isso não é da minha época.
  10. Sim, gosto do timbre dessa menina. Dolores era bastante superior e tinha um alcance vocal bem maior, cantava demais! Fico muito feliz quando ouço algo novo que me agrada, há muita vida fora do mainstream brasileiro... Aliás, a cada dia fico mais impressionado com o que a garotada (e boa parte do povo), tem ouvido... vixe...
  11. Saverio, já viu um dispositivo eliminador de ar que vende nas lojas de material de construção? Instalei aqui em casa, um bombeiro hidráulico instalou, na verdade. Reduz em aproximadamente 50% a conta, eliminando a leitura de ar na tubulação.
  12. Um pouco de indie rock pra alegrar a sexta-feira!
  13. Não tem como voltar no tempo. Ainda. Pode ser que em algum ponto futuro de nossa existência, possamos ter um mecanismo que o permita, mas hoje, não dá. Seria bom ou ruim? Tal e qual aquela dúvida de criança que, tremendo de insegurança, deixa de escorregar no tobogã do parque de diversões, de pular no lago, de arriscar o primeiro beijo, tenho calafrios de pensar nessa improvável decisão a tomar. Já pensou? Passar o resto da vida lamentando não ter ido com tudo! Sim, a dúvida permanece, a gente só não treme mais as pernas - essas tremem o tempo todo, cansadas pelo passar dos anos. Creio que seria muito bom, o mais difícil seria voltar. Como deixar pra trás no tempo a mãe, o pai, os avós, os amigos que se foram, aquele momento passado que sabemos que não dura pra sempre? Um dia desses um amigo me perguntou qual foi a melhor pescaria da minha vida e eu falei pra ele que tinha sido uma com meu pai na baía de Guanabara em meados dos anos 80. Ele emendou com outra pergunta: " - Pegaram muitos peixes?" Ao que respondi: " - Não lembro". Mudamos de assunto, estava entendido. Nos despedimos em seguida. Ele foi andando, disfarçando um sorriso e eu, uma lágrima. Como seria bom voltar no tempo! Se pudesse, voltaria ao ano de 1978, aquele da Copa do mundo na Argentina (e do vendido time do Peru). Mas não voltaria por causa da copa... Voltaria pra dar um prato de comida àquele morador de rua que eu vi na porta do mercadinho vizinho, comendo uma cebola crua achada no lixo, tarde da noite na véspera de Natal. Eu, então com oito anos, nunca mais esqueci aquela (vinte vezes) maldita cena. Voltaria àquela primeira entrevista de emprego em inglês. I could have been hired. Usaria todas as iscas artificiais que tínhamos em todas as pescarias que fui com meu pai. Ia descer aquele ladeirão de perto de casa freando menos e pedalando mais. Os cabelos ao vento iam agradecer. Teria dado o primeiro passo. Teria aprendido a tocar violão, guitarra, bateria ou cuíca, tanto faz. Teria ficado mais tempo me extasiando com aqueles pores-do-sol em Arraial do Cabo, Ipanema, praia da Bica ou qualquer outra praia que estive. Não ia forçar o equipamento como fiz naquelas brigas com peixes perdidos por um nó que arrebentou ou um anzol que abriu. Andaria de mãos dadas com minha mãe mais algumas centenas de vezes e ouviria mais conselhos. Mas, não dá. Tal e qual Drummond, sigo de mãos pensas, avaliando o que perdi com o tempo.
  14. Melhor deixar quieto, amigão. Pode ser perigoso, ao abrirmos esse vórtice no tempo.
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