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Fred Mancen

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Sobre Fred Mancen

  • Rank
    Fênix
  • Data de Nascimento 22-10-1970

Informações Pessoais

  • Localização
    São João del Rey/Rio de Janeiro
  • UF
    MG
  • Sexo
    Masculino
  • Interesses Pessoais
    Curtir a família, gastronomia, música e...pesca!

Previous Fields

  • Nome Real
    Fred
  • Sobrenome
    Mancen
  • Estilo de Pesca
    Qualquer uma

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  1. É, meu amigo @Domingos Bomediano, vejo que continua em ótima forma e privilegiado em estar tão perto de um point desses!
  2. Também sou fã dele. O vi ao vivo no final dos anos 80 na Apoteose, no Rio, é impressionante a potência dos acordes dele ao vivo. Genial...
  3. E ai, passando os canais da TV, vejo no Bis um show de uma banda cover do Legião Urbana. Tocavam direitinho, inclusive o vocalista se parece com o Renato. Então lembrei do meu vinil do Legião, o "Dois". Esse álbum tem um fluxo incomum para bandas brasileiras... Não sei se é por questão de empatia mesmo (Legião sempre foi o meu grupo favorito de rock nacional) ou o que, mas acho esse disco genial - melhor até do que o primeiro, que destroçou com tudo nas rádios com "Será?" e "Geração Coca-Cola". Digo melhor porque é maduro, letras mais bonitas e arranjos muito bem feitos - apesar das limitações dos instrumentistas, devo admitir que o Renato levava o grupo nas costas. Músicas como "Andrea Doria", "Tempo perdido", "Quase sem querer", "Índios"... só essas já garantiam a compra, mas tem mais. Pra mim, a pérola oculta desse disco é "Acrilic on canvas", um poema musicado, literalmente. Renato estava absurdamente inspirado quando escreveu essa letra. Lindo álbum que já não vemos surgir nada parecido há quanto tempo mesmo...?
  4. Um dos pais do rock and roll! Descanse em paz, Ricardinho.
  5. Quando começando a ter algum cascalho sobrando, lá pelos meus 24 anos de idade e com meu primeiro carro, equipado com um CD player Pioneer (que ostentação para a época!), eu era frequentador assíduo de uma loja de CDs importados que tinha a uns 2km de minha casa, caminho do meu trabalho. E, claro, eu saía mais cedo de casa uma vez por semana pra poder parar na loja e escolher um CD pra ir ouvindo uma novidade a caminho do trabalho. O Luiz, que era o dono da loja, conhecia muito de música e já tinha definido um perfil de compra pra mim - cabe um aparte: aquele cara era visionário, pena que já estávamos no início do fim da cultura musical e poucos anos depois ele teve de fechar a loja. Então eu chegava na loja e perguntava o que tinha chegado de interessante. Eu nunca saía com menos de dois CDs novinhos em folha. Foi aí que ele me indicou muita coisa boa e conseguiu outras tantas importadas sob medida para mim! Dentre as encomendas, a mais emblemática porque foi a que mais demorou pra chegar (4 meses!), em virtude de estar fora de catálogo na América do Norte e ele teve de trazer da Alemanha através de um amigo que morava lá, foi o CD "Scarlet and other stories", do All About Eve. Eu tinha ouvido esse grupo inglês apenas na Fluminense FM, que tocava muito a música "December" (que possui um solo de guitarra lindo) e eu vinha obcecado em achar algo deles. E o Luiz conseguiu! O AAE nunca fez sucesso por aqui além do nicho de ouvintes da Flu FM, mas esse álbum é muito bonito e - como já falei outras vezes aqui - veio muito antes de Evanescence e outros grupos com mulheres cantando surgirem. Aliás, muitas vezes ouvi músicas do Evanescence que lembram demais o som do AAE, que na minha modesta opinião é muito melhor do que Evanescence e similares menos antigos. Destaque para as músicas "December", "Road to your soul", "Dream now" e o blues "Blind lemon sun".
  6. Por mais estranho que pareça, tenho menos tempo livre durante a quarentena do que fora dela. Por isso fiquei uns dias sem passar por aqui. E no fim de semana do dia do trabalho fui pra roça ficar sem sinal de celular. Como não tenho toca-discos (o que já comentei em outro post), ouço meus vinis mas não diretamente deles e sim do Youtube. Como hoje está chovendo aqui e faz frio, subitamente esse disco me veio à lembrança: "Crisis? What crisis?". É um dos álbuns menos interessantes do Supertramp, aliás, Rick Davies o julga o pior trabalho do grupo. Não sou tão severo no julgamento como ele (acho os dois primeiros discos um saco! Ou melhor, dois sacos!), acho que esse disco de 1975 tem boas canções, só que não tem a mesma fluidez e pegada dos demais álbuns mais famosos. Ainda mais que deve ter sido muito difícil gravar algo no mesmo nível do álbum anterior, de 1974, o clássico "Crime of the century"... Canções como "Lady", "Ain't Nobody but Me", "A Soapbox Opera" e "Two of Us" salvam o disco de uma crítica mais contundente, mas ele tem um clima bem estranho, tenho de admitir. Li em algum canto que foi gravado com músicas deixadas de lado no "Crime of the century" - é o rascolho.... rsrsrsrs... Por isso, lembrei dele hoje, por conta desse clima estranho do álbum, com um dia escuro, frio e chuvoso lá fora - e com um título que não poderia ser mais apropriado para os dias atuais. É disparado o vinil que menos ouvi dentre todos os que tenho, apesar de adorar o som deste fantástico grupo.
  7. Esses bichos são fora de série!
  8. Tem umas coisas que não dá pra saber como aconteceu...
  9. Quanto ao jazz e blues usarem muito do recurso de letras tristes e abordarem temas desse naipe, de acordo. Quanto ao New Order, na verdade era um recurso herdado do pós-punk e envernizado na lamentação crônica do cenário musical inglês e (interpretação minha, ok?) um verniz do gótico, que emergia na cena britânica com o The Cure. Mas a principal influência sem dúvida era a do Ian Curtis, vocalista deprimido e suicida do Joy Division, placenta do New Order. Mas nem todas as letras eram assim, que fique claro....rsrsrs
  10. Lançado no mesmo ano do álbum do Genesis que falei há uns posts atrás, em 1983, o segundo álbum do New Order, recém nascido das cinzas do Joy Division - que terminou com o suicídio de Ian Curtis, encontrado pendurado numa corda em casa; uma forma trágica e sombria como o estilo do então vanguardista grupo britânico de música eletrônica pop - foi batizado com o singelo título de "Power, corruption and lies" (será que soa contemporâneo?) e particularmente foi um marco nas minhas escolhas e aquisições. Sem dúvida é um disco sombrio, que soa triste e belo, mas que ainda assim soa bastante depressivo. A partir deste disco, o New Order sempre foi pra mim uma referência musical contundente, sobretudo no cenário inglês. Depois deles, a música eletrônica nunca mais foi vista da mesma forma. Como todo bom grupo inglês, as letras do New Order frequentemente abordam temas como violência, depressão, morte. Pra quem quiser entender o paradoxo do New Order, que sempre povoou as pistas de dança, basta ouvir e prestar atenção à letra da música "1963", por exemplo. Musicalmente bela, mas pesada na letra... Talvez uma herança do Ian Curtis, fundador e vocalista do Joy Division.
  11. Grande @Roque Moraes, se souber o modelo do seu toca discos exato, é relativamente fácil de comprar pela internet, novas. Até na Americanas vende.
  12. Lá em casa tudo começou com uma vitrola Grundig e um amplificador Gradiente, com caixas acústicas feitas sob medida. Incomodamos muitos vizinhos com elas....rsrsrs... depois veio o Rack completo do Sony A20, épico. Bons tempos... depois disso os equipamentos de som foram diminuindo e ficaram bem sem graça.
  13. Por falar em vinil, esse foi um dos clássicos que comprei (depois da rifa, virou um vício limitado pelos meus parcos rendimentos obtidos por meio de muita sacola de feira carregada, lavagem de carro e outras coisas que os guris de nossa idade faziam pra defender um trocado - mesada era ostentação!): Esse disco é uma obra prima! Absurdamente bom, é pra ouvir de cabo a rabo, no último furo...rsrsrsrs.... O ouvi muitas vezes com meu pai, que adorava "Once upon a time in the west". Lindo, Mark Knopfler em uma das melhores fases da carreira, todos os músicos tocando extremamente bem e entrosados... um clássico dos álbuns ao vivo. Esse tenho em vinil e CD. P.S.: Em tempo: essa foto não é minha! Os meus discos estão em absurdo estado de conservação, praticamente novos.... Esses estão meio surrados.
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