Paulão cocoroca

Pescaki V.I.P
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Sobre Paulão cocoroca

  • Rank
    VIP
  • Data de Nascimento 15-08-1962

Informações Pessoais

  • Localização
    rio de janeiro
  • Sexo
    Masculino
  • Interesses Pessoais
    Pescaria em geral

Previous Fields

  • Nome Real
    Paulo Barros
  • Estilo de Pesca
    artificial,natural

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  1. Dourados na pesca com caiaque Escolha um local apropriado e capriche para sentir esta emoção numa pescaria radical Dourados na ponta da linha, numa pesca com caiaque, é uma emoção que pode ser o ápice para os amantes da modalidade. Sentir toda sua força, seus pulos e malabarismos, ali bem ao lado é um dos maiores prazeres que já experimentei nas minhas andanças atrás dos peixes. A grande vantagem de usar o caiaque é de poder chegar em todos os pontos de uma forma bem natural, em especial nos rios pequenos, de difícil navegação. Dourados são peixes muito manhosos e espertos, devemos surpreende-los. Podemos pescar o “rei do rio” utilizando iscas artificiais ou naturais, sendo que é muito comum devido ao comportamento da espécie, encontra-los em cardumes, principalmente em locais com fluxo mais intenso de água, como boca de corredeiras e logo acima delas. É preciso observar as condições d’água para melhor definir a técnica para a captura. A regra geral é: quando temos água mais limpa, usamos artificiais. Quando ela está mais suja, com sedimentos, temos então uma condição boa para o uso de iscas naturais. O “rei do rio” tem uma clara preferência por iscas de meia água, em especial as que nadem em torno de um metro de profundidade ou mais. As cores mais claras, como branco com cabeça vermelha, osso e as cítricas rosadas ou verde limão são sempre uma boa aposta. Em situações especiais, quando o bixo esta comendo mais que o normal, pescamos também utilizando iscas de superfície, especialmente poppers e hélices. Muito veloz, o dourado nos faz ter que trabalhar a isca em uma velocidade bem maior que a grande maioria dos peixes, sendo recomendável o uso de carretilhas rápidas, com alta taxa de recolhimento, o que fará o pescador cansar bem menos. As varas para tanto, devem ser de ação rápida, bem duras na ponta, devido à boca óssea. Nunca subestime a força de um dourado. Por isso, se faz necessário também utilizar libragens apropriadas ao desafio. Em qualquer situação de pesca de dourados é melhor usarmos varas maiores para melhorar a alavanca. Porém, na pesca de caiaque essa regra não necessariamente deve ser seguida, pois o uso de varas menores no caiaque pode nos trazer maior versatilidade, principalmente para pescar em locais mais apertados, junto ao mato. Iscas naturais Para o uso de iscas naturais, podemos pescar apoitando o caiaque no mato, simplesmente pegando um pouco de vegetação, como sarandis. Tal macete nos traz maior rapidez para sairmos atrás do peixe durante a briga. A velocidade de um dourado não nos deixa muito tempo de reação, pois rapidamente a briga será perdida numa pauleira se não formos ágeis. Iscas do local como lambaris, saicangas e pequenas piaparas são as mais apropriadas, e não devemos usar chumbo. Se usar, deve ser o mais leve possível, pois assim a apresentação se dará de forma mais natural. Ao fisgar é necessário usar mais força que para outras espécies, confirmar a fisgada também ajuda bastante, fazendo com que o anzol ultrapasse a sua boca óssea, recomendamos anzóis finos como os maruseigos. Onde pescar No sul do Rio Grande do Sul e no Uruguai temos vários rios menores que nos possibilitam uma bela pesca de dourados com caiaque. São eles: Queguay, Arapey, Guaviyu, Santa Lucia, Santa Maria, Quaraí, Tacuarembózinho de Dom Pedrito, Camaquã. Estes são alguns dos exemplos em que, ano após ano, vemos boas quantidades de cardumes do rei. Leis mais severas de controle populacional e o gradual aumento da conscientização são fatores que tem colaborado para tanto. Uma coisa é certa ao pescar dourados de caiaque, você sairá desta pescaria automaticamente viciado, pois os níveis de adrenalina são elevadíssimos, nunca se esqueça da segurança, um bom guia que conheça o local e respeite sempre a natureza, isso trará garantias de que tudo corra bem. Ótimas fisgadas!
  2. Capacete é para os fracos... Tags: capacetefracosmoto Compartilhar
  3. Cena teria sido gravada em Singapura em janeiro. Desde então chama a atenção de internautas do mundo inteiro
  4. Compartilhe isso! POPULAÇÃO DE ANIMAIS MARINHOS CAIU PELA METADE A WWF advertiu, em seu Relatório Planeta Vivo, que a pesca excessiva, a poluição e as alterações climáticas reduziram o tamanho de populações de animais marinhos de forma significativa entre 1970 e 2010. Numa família de peixes, que inclui atum e cavala, foi verificado um declínio de 74%, por exemplo. A WWF apontou práticas de pesca insustentáveis como responsáveis em grande parte pelo problema. “No espaço de uma única geração, a atividade humana afetou gravemente o oceano, ao se pescar numa velocidade maior do que os peixes conseguem se reproduzir, ao mesmo tempo em que seus viveiros foram destruídos”, diz Marco Lambertini, chefe da WWF International. A WWF analisou 5.829 populações de 1.234 espécies – quase o dobro que em seus estudos anteriores – para dar “uma imagem mais clara, mais preocupante da saúde do oceano”. Sustentabilidade O grupo destacou tubarões e raias, pepinos do mar e tartarugas marinhas — os quais têm sofrido reduções polacionais drásticas — como indicadores dos atuais níveis de estresse da biodiversidade. Sem minimizar a gravidade da crise, a WWF ressaltou que o mar é um recurso renovável e que a vida marinha pode ser restaurada se o homem viver dentro de “limites sustentáveis”. Entre as soluções que a WWF recomendou para reverter a tendência estão a “pesca inteligente”, que eliminaria o desperdício, uma operação contra a pesca não regulamentada e a proteção dos ambientes marinhos. O relatório apontou um forte declínio em recifes de corais, mangues e ervas marinhas que dão suporte a espécies de peixes. Um relatório anterior do grupo mostrou que metade de todos os corais havia desaparecido e que eles poderiam sumir por completo até 2050 se as temperaturas continuarem a subir.
  5. Se você já tomou antes banho no tanque, é a prova ... Compartilhar
  6. Se você já tomou antes banho no tanque, é a prova ... Compartilhar
  7. Te agradeço mais não gosto de gatos....
  8. kkkkkkkkkkkk. Tá maluco.
  9. COMO O PEIXE RESPIRA DEBAIXO D’ÁGUA? A maioria dos peixes não tem pulmões, como os mamíferos. Para respirar, utiliza as brânquias, órgãos que ficam escondidos ao lado do corpo, próximos à cabeça. São formadas por delicadas camadas de membranas. Também conhecidas como guelras, retiram o oxigênio da água, que é absorvido pelo sangue e levado às células do corpo. Ao mesmo tempo, eliminam o gás carbônico, como nós fazemos ao respirar. Os peixes não são os únicos a ter brânquias. Grande parte dos girinos (fase em que anfíbios são larvas) também respira por elas. O axolote, espécie de salamandra mexicana, possui três pares de guelras externas na vida adulta, por isso passa o tempo submerso. As brânquias só funcionam dentro da água. Quando o peixe é retirado de seu habitat, elas se grudam, não permitindo que o oxigênio passe pelo órgão. A poluição também dificulta a respiração do bicho, pois deixa rios e mares com pouco oxigênio. DIFERENTES Nem todos os peixes têm brânquias. Poucas espécies, como pirarucu, piramboia e bagre-andador, possuem pulmões semelhantes ao nosso. Assim, são obrigados a subir à superfície para pegar ar. Se não fizerem isso, podem se afogar. Já imaginou? Mas nem por isso podem viver na terra!
  10. Concordo e um verdadeiro exemplar mesmo. Mais morto. Se a propiá carne não e apreciada e um desperdício mesmo.
  11. Havaiana bate recorde feminino do marlim-azul Exemplar pescado em ilha britânica, no Atlântico, pesa 591,9 kg A pescadora havaiana Jada de Holt é a nova dona do recorde feminino do marlim-azul. No final do ano passado, próximo da Ilha da Ascensão (que pertence ao Reino Unido), no Atlântico Sul, ela pescou um exemplar de 591,9 kg. Segundo a IGFA – entidade internacional responsável por homologar os recordes – este é o “maior marlim azul pescado por uma mulher” já registrado. No entanto, ainda que seja grande, este exemplar “perde” para o do brasileiro Paulo Amorim, pescado em 1992, em Vitória (ES), com 636 kg.

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