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HugoFreitas

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    Hugo
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  1. Gostei do vídeo! Sobre o refugo, é difícil, relamente muito difícil determinar o porquê. Mesmo o que poderiamos considerar fatores mais óbvios, geram bastante controvérsia. Um exemplo seria, por exemplo, dizer que o peixe refuga por que se machuca e ou "sente" a fisgada. Isso não é algo tão simples. Não há um consenso muito claro sobre se, e como, os peixes sentem dor. Há alguns anos, me lembro que saíram alguns artigos e reportagens (em revista de pesca mesmo) falando que um estudo afirmava que peixes não eram capazes de sentir dor. Pouco tempo depois li que mais pesquisas refutava
  2. Boa Carlos! . Realmente isso que você disse parace ter muita procedência. São fatores que vou considerar com mais atenção nas próximas pescarias. Exclentes dicas!
  3. Tem em casa é pra usar! Sou doido pra usar uma carretilha dessas pra ver como é. Belas trairas Maurício!
  4. Super tuvira! Gigante essa! A foto é mais do que mercida!
  5. Baita aula Renato! Vale muito a pena ler atentamente, tem muitas informações. Muito obrigado pela contribuição!
  6. Valeu Alexandre. Excelentes dicas pra quem pesca os tucunas. No caso das traíras, acho que o comortamento varia pelo menos um pouco de região pra região. Sim, é um peixe de "tocaia" de "espreita" invariávelmente; porém, o comportamento a forma do ataque pode variar um pouco. Vamos ver o que nossos colegas dizem sobre essas e outras espécies. Obrigado!
  7. Boa tarde colegas do Pescaki Pensamos e repensamos modelos, trabalhos (nado), profundidade flutuação e mais mil coisas sobre nossas iscas artificiais. Agora surge outro ponto que me parece bem menos discutido: Como (de que forma) o peixe atacará a isca?! De qual direção virá o ataque? O ataque será com a boca? Qual a direção do movimento do peixe na hora da pancada? (e ainda mil e uma dúvidas que podem aprecer) Pois é colegas, eis aí a questão... Como avaliaremos isso? Como isso influi na pescaria? Como o trabalho da isca contribuirá pra um determinado tipo de ataque? (Complexo não é
  8. Já destruí muito equipamento do meu velho.... São coisas inevitáveiis pra se formar um novo pescador. Logo o Victor dá um jeito de arrumar outra.
  9. Fntástica pescaria. Tambatinga na artificial deve ser demais, quanto mais com um equipamento mais leve que nem esse. Valeu Alexandre, parabéns!
  10. Apesar de ser um ótimo molinete, alguma chance de ser a linha torcendo?
  11. Assino em baixo! Um verdadeiro manual pra todos nós!
  12. Acredito que também varia segundo a espécie o tipo de pesca. Pra quem pesca tucunaré as chances de quebrar, imagino eu, sejam muito maiores. Em tese, pra mim seria mais fácil evitar a quebra da vara, só pesco peixes de pequeno porte.
  13. Também nunca quebrei. Acho que isso tem muito a ver com a forma de cada um fisgar e trabalhar o peixe... Sou daqueles que sempre deixam o freio meio aberto e que raramente forçam pra tirar o peixe. Semana passada perdi um pacuzinho na vara telescópica por conta de não "por força" na hora da briga; a linha perdeu a tensão e o peixe se soltou ( fiquei meio aborrecido foi o único peixe do dia que bateu). Acidentalmente já quebrei duas telescópicas e uma vara de carretilha. Sempre dá dó quando quebra
  14. Ficou perfeito e muito bonito Eduarado. Agora; desde ontem estou me aguentando pra não fazer essa piadinha, mas não vai ter jeito: Fica a dica de perguntar aqule seu tio chato quando ele vai cortar cabelo.... Foi mal turma, a piada é ruim, mas não consegui segurar.
  15. Cara, não é a toa que o cérebro do ser humano está diminuindo... A lei do menor esforço e o consumismo imperando. Os povo com 50-60 aprendia a remessar com o Super Paoli e a vara de fibra, conjunto pesando nada, nada meio quilo. Eu já sou da geração Tramontina, Ottoni, já tive uma vida bem mais fácil. Hoje você consegue comprar um spincast ou fazer bom conjuntinho de molinete com pouca grana, o que facilita ainda mais a vida da molecada. Cada vez a pessoa precisa de fazer menos esforço físico e intelectual, não sei onde isso vai dar... OBS: Não estou falando da boca pra fora, dou alula
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