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Encontrado 25 registros

  1. Pessoal, Gostaria de dar um depoimento sobre a Loja Soul Fly Fishing, em Pinheiros -SP. Eu sou pescador esportivo a 25 anos e sempre pesquei com carretilha e plugs. Num dado momento, eu me interessei em aprender uma nova modalidade de pesca e me interessei pelo fly fishing, mas percebi uma grande dificuldade em achar lojas especializadas ou, ao menos, que trabalhavam com esse tipo de equipamento, muito mais ainda quem me orientasse de uma maneira didatica e honesta. Durante a procura, o proprietario de uma loja de pesca em Pinheiros (Pesca Pinheiros) me indicou um lugar no mesmo bairro, chamado Soul Fly Fishing. Despretensiosamente, fui até essa loja e lá fui muito bem atendido e super bem orientado pelo proprietario Billy, que me apresentou essa modalidade e, de uma forma bem honesta e paciente, foi me dando as dicas sobre todas as minhas duvidas sobre a pesca com mosca. Por tudo isso, acabei adquirindo meu equipamento e estou agora na fase de aprendizado e muito satisfeito com minha escolha, tanto da nova modalidade de pesca quanto a esse estabelecimento. Recomendo, a quem quiser tb ingressar no mundo do Fly, a procurar a Soul Fly Fishing e terá um excelente atendimento. Alceu https://www.soulflyfishing.com.br
  2. Visitante

    Fly fishing na ilha de Paquetá

    Olá amigos pescadores, estou de volta com mais um conto de mosqueiro. Este ano de 2018 foi ótimo e agora, no início de dezembro eu fui, mais uma vez, muito feliz na pescaria com mosca. No último dia 1º deste ano, eu estava em Paquetá, por volta das 05:00 h e ali, ao lado da estação das barcas eu comecei a pescaria com umas Crazy Charlies. A maré estava muito baixa e haviam rebojos em meio àquelas águas tranquilas no clarear do dia, o que me despertou a curiosidade de saber o que era que estava atacando peixes menores na superfície. Troquei, então, a isca por um streamer e comecei o trabalho, recolhi com puxadas suaves e curtas, como se arrastasse o streamer no chão, não demorou nada e então Nhac! Nhac!! Nhaaaac!!! Entrou aquele peixão, pensei com meus botões: o que será isso, meu Deus do céu? Depois de muitos puxões, cabeçadas e arrancadas, o peixe veio à tona – era a maior corvina que eu pesquei até então, com mosca. Transeuntes, que iam pegar a barca, paravam para ver o que aquele chicote engraçado estava pegando, curiosos, entravam nas barcas e continuavam olhando pela janela, deviam se perguntar: será algum chicote que ele usava nas charretes e agora está pescando? Todo tipo de curiosidade passava nas cabeças dos moradores que embarcavam para o Rio de Janeiro, mas o que lhes impressionou é que aquele "troço", capturava peixes grandes. Após, retirar o peixe da água, registrei em fotografias e aqui está a lembrança de um dia em que eu não pretendia capturar nem peixes pequenos e fui surpreendido com esse troféu. Este foi mais um relato deste pescador que tem o imenso prazer em compartilhar com vocês as suas pescarias, um forte abraço em todos e até a próxima.
  3. Olá amigos, como estão todos vocês? Volto a escrever sobre minhas pescarias, mas desta vez eu fui conhecer a FAZENDA TRÊS LAGOS, que fica em Duque de Caxias – RJ. Trata-se de um pesqueiro com muitas variedades de peixe, em três lagos, sedo que o maior é para fazer pescarias, um segundo lago é o das matrizes e o outro para crescimento e engorda dos alevinos. Fui no domingo, 06/01/2019 com um grande amigo de pescarias e também mosqueiro como eu, estávamos indo com nossas varas de fly, mas sem a pretensão de pescar grandes peixes, pois não conhecíamos o pesqueiro e nem o habito dos peixes daquele lago. Em algum momento vimos vários rebojos de grandes peixes no lago maior e de grandes tilápias também. Seguindo a pescaria, tentamos pescar o tucunaré, mas naquele sol escaldante de verão carioca, os peixes preferiram sombra debaixo das árvores em locais aonde não conseguíamos arremessar nossas iscas. Passamos a pescar de barranco e não importava o que poderia atacar a isca, até que em uma tentativa despretensiosa, usei uma isca woolly bugger negra e vim trazendo em toques curtos e sutis até que senti um primeiro ataque, não parei a isca e continuei com toques ainda mais curtos e intensos, logo veio a confirmação: a puxada de um peixe faminto e bruto. A linha esticou e começou a briga com um peixe que não saltava e nem entocava, era um enigma, eu fiquei curioso para ver a cara do peixe, até que após algum tempo, ele cansou e eu trouxe para fora... era o pintado, jundiá onça, ou sei lá mais o que. Bicho danado!!! A maior surpresa de uma pescaria é você pescar o improvável, jamais vi, ou soube de alguém que já pescou um pintado no fly, aquilo me deixou muito feliz, de verdade, logo fiz as fotos e o libertei, por se tratar de um filhote ainda. Aqui está o relato de uma pescaria curiosa deste mosqueiro que ficou muito feliz com a surpresa. Forte abraço para todos vocês e boas pescarias!
  4. Um pouco dessa aventura na selva Boliviana e um lugar único, mágico,lindo e em busca dele, o rei do rio!!!
  5. Olá, tentarei aqui imprimir minhas dicas, sugestões, conselhos e demais informações sobre a pescaria de "Tamba" em pesqueiro utilizando Fly. Todo o conteúdo foi elaborado com base nas minhas pescarias e estudos na mesa de atado. Por favor sintam-se à vontade para sugerir correção de alguns trechos ou acréscimo de informações. 1. INTRODUÇÃO A pescaria de tambaqui tem revolucionado a forma de se enxergar os pesqueiros no Brasil inteiro, por ser um peixe extremamente resistente, de crescimento incrivelmente rápido, bastante adaptável ao meio e alimentação, amistoso com outras espécies e possuidor de uma força colossal, proporcionando brigas muitas vezes inesquecíveis aos pescadores esportivos. É possível pescá-lo com diversos equipamentos, mas sem dúvidas o mais eficiente é o fly, que inclusive proporciona as brigas mais emocionantes. Sem mais delongas, vamos dar continuidade ao tópico: 2. EQUIPAMENTOS RECOMENDADOS: É um assunto bastante divergente, pois há pescadores que utilizam conjunto #4 para tambas de mais de 10Kg, outros preferem conjuntos #8 ou #9 para tambas do mesmo tamanho. A verdade é que quando se trata de pesqueiro, alguns fatores influenciam no peso do conjunto a ser utilizado: 1) O local é grande o bastante para que o peixe leve toda a sua linha principal + backing? Se sim, não recomendo um conjunto muito leve como #4, pois tambaquis grandes não cansam fácil, e poucos segundos após o ataque, seu backing já está na água. 2) Outros pescadores estarão próximos a você, com equipamentos de outras modalidades? Se sim, talvez não queira um equipamento tão leve como um #4, pois torna-se difícil controlar a direção do nado do peixe com equipamentos leves, podendo enroscar nas linhas dos demais pescadores. 3) Quais atados pretende utilizar? Entrarei melhor no assunto mais adiante, mas por agora é importante deixar claro que em alguns pesqueiros o tambaqui está acostumado a comer rações ou frutos maiores, o que lhe obrigará a utilizar um equipamento #6 ou #7 pelo menos, para conseguir fazer arremessos mais longos sem sobrecarregar o conjunto. Ao meu ver, essas são as principais perguntas a serem respondidas enquanto escolhe seu equipamento. Equipamentos #4 podem ser usados pelos mosqueiros mais radicais, de preferência em tanques menores e sem muitos pescadores de outras modalidade por perto. Caso ignore essas recomendações, poderá ter dor de cabeça quando engatar um tamba de mais de 10Kg! Equipamentos #6 podem ser utilizados com mais segurança, até mesmo em tanques maiores, mas é importante ter pelo menos 50 metros de backing de 20 a 30lbs e garantir que não vai deixar o peixe enroscar nas linhas dos demais pescadores. Com conjunto #6, a adrenalina tomará conta de você em cada ataque, esteja preparado para grandes emoções! Equipamentos #7/8 são bem equilibrados para essa pescaria, é uma opção segura tanto para mosqueiros iniciantes quanto para mosqueiros já com anos de experiência. Essa numeração permite que arremesse iscas maiores e mais volumosas, que provavelmente chamarão a atenção dos peixes de porte maior. Permitirá também que tenha certo controle da briga, impedindo que o peixe enrosque nas linhas próximas ou que leve todo seu backing embora. Equipamentos acima de #9 podem ser usados, encurtará o tempo de briga com o peixe, mas podem ser pesados demais, fazendo com que não sinta toda a emoção da briga com um tamba gigante. Portanto, as escolhas mais sensatas ao meu ver são equipamentos entre #6 e #8, com varas e linhas de boa qualidade, carretilhas também, pois precisará de um freio muito bom. Caso utilize carretilhas ruins, o freio poderá desregular (afrouxar) durante a briga, fazendo com que perca o peixe. 2.1 CARACTERÍSTICAS RECOMENDADAS PARA A VARA A vara escolhida, independente da numeração, deverá ser resistente e de ação rápida ou pelo menos média-rápida. Portanto, varas de bambu ou fibra de vidro lentas não são as melhores opções, pois elas dificultam a "fisgada", o controle da direção do nado do peixe durante a briga (fazendo com que a linha passe pela dentição do peixe mais vezes, sob risco de ruptura) e podem dificultar o arremesso dependendo da isca a ser utilizada. O comprimento da vara não é fator decisivo para a escolha do conjunto, mas tenha em mente que varas mais compridas permitem um roll-cast mais distante. Isso significa que se o pesqueiro não possuir espaço livre para fazer false casts, você ficará refém de bons roll-casts para conseguir arremessar onde os tambas gostam de ficar. Número de partes da vara, material do cabo e número de passadores também não influenciarão nesse tipo de pescaria. 2.2 A LINHA DE FLY RECOMENDADA Sempre recomendo levar 2 conjuntos, ou um conjunto com 2 carreteis, um deles com linha flutuante e o outro com linha intermediária ou sink tip. Isso porque os peixes nem sempre estão se alimentando na superfície, e é sempre uma incógnita para nós a profundidade na qual ocorrerão mais ações, mesmo com várias discussões que relacionam o tempo, condições da água ou até mesmo fase da lua com o comportamento dos peixes. Caso não possua 2 equipamentos para levar, ou opte por levar apenas um por qualquer que seja o motivo, então eu sugiro que leve linha flutuante, pois a maioria dos pesqueiros fazem uso de ração flutuante para tratar dos peixes. Assim, mesmo com linha flutuante, poderá aumentar o comprimento do leader se quiser que uma ração de miçanga por exemplo fique um pouco mais no fundo. A linha precisa ser adequada à temperatura do ambiente na qual ela será utilizada, sempre. Portanto, certifique-se de que sua linha aguenta temperaturas altas caso na sua região faça muito calor como na minha. Uma linha de clima frio para regiões de tempo quente pode significar perda de eficiência na pescaria, pois a linha pode ficar grudenta ou mole demais, prendendo-se aos passadores e impossibilitando que a linha se desenrole corretamente nos seus roll-casts. 2.3 A CARRETILHA A carretilha precisa de 2 qualidades: capacidade de armazenar linha + 50m de backing pelo menos; e possuir um bom freio, que não vai desregular ao longo da pescaria ou durante as longas brigas dos tambaquis. Uma dica é utilizar carretilha de numeração maior do que a numeração da vara/linha. Há puritanos que torcem o nariz para essa prática, mas eu a defendo, pois gosto sempre de ter bastante backing a minha disposição e um espaço de pelo menos 1 dedo entre a linha e o chassi da carretilha. 2.4 A FRICÇÃO DA CARRETILHA É importante regular bem a carretilha antes de iniciar a pescaria, pois ajustes durante a briga podem afrouxar a linha e fazer com que perca o peixe. Independente do número do equipamento que estiver utilizando, recomendo manter a fricção apenas levemente apertada. Uma fricção muito apertada pode submeter a vara a estresse maior do que o recomendado e pode manter seu tippet muito tensionado, facilitando sua ruptura. Durante a briga, o tambaqui mastiga a linha algumas vezes, mas ele só possui dentes na frente, e enquanto a linha estiver nas regiões sem dentição, a sua linha não será cortada... A menos que ela esteja muito tensionada. Portanto, mantenha a fricção no ponto certo: nem muito solta a ponto de permitir que o carretel gire mais rápido que a saída de linha (causando um tipo de "cabeleira"). Nem muito apertada a ponto de causar danos à vara ou submeter o tippet a grandes tensões, que facilitam sua ruptura. 4. COMPRIMENTO DO LEADER Varia de acordo com o gosto do pescador (eu gosto de leader curto, bem curto, algo entre 1,7 e 2m) Alguns mosqueiros utilizam leader de 3 metros, ou do mesmo tamanho da vara, sem prejuízo algum de efetividade ou apresentação da isca. Um leader muito longo exige muito mais energia oriunda da movimentação da vara e linha para que a apresentação seja correta. Caso utilize um leader muito longo com uma isca pesada, com certeza sua isca vai pousar na água com o tippet alguns centímetros à frente, o que pode espantar os tambas mais ariscos. A energia do arremesso se dissipa conforme há mudança no diâmetro das linhas que compõem o leader. Na verdade, boa parte da energia é dissipada na conexão da linha de fly com o leader. Portanto, se o seu leader não estiver se esticando ao fazer a apresentação da isca, encurte-o, pois é sinal de que a energia se dissipou por completo antes de chegar até o tippet. Um leader muito curto, por outro lado, torna a apresentação grosseira, pois há muita energia ainda percorrendo o leader e tippet, e essa energia toda faz com que a isca cause barulho e agitação na água, podendo espantar tambaquis mais ariscos. Via de regra, leaders de 2 a 3 metros costumam ser os mais utilizados, no caso de dúvida, faça um de 2,4m. Como existem diversas receitas de leaders envolvendo diversas bitolas de linhas, vai muito do seu gosto montar o seu leader, mas a minha receita é a seguinte: 120cm de linha fluorcabono 0,55mm (com os primeiros 40cm trançados) 60 cm de linha fluorcarbono 0,40mm (com os primeiros 20cm trançados) + 20cm de tippet também fluor 0,40mm 5. TIPPET O tippet para a pescaria de tambaqui em pesqueiro não precisa ser fino, pois o tambaqui não possui visão tão fina quanto de uma piraputanga por exemplo. Eu costumo utilizar tippet de fluorcarbono 0,40mm. Pode usar tippet mais fino, apesar de eu não recomendar mais fino que 0,35 para tamba. E pode usar tippet mais grosso, apesar de eu não recomendar bitola acima de 0,60mm pois pode atrapalhar na apresentação e pode deixar o peixe desconfiado. 6. O ARREMESSO O arremesso em pesqueiro é relativamente fácil de ser executado, salvo quando há muito vento. As opções de arremesso são limitadas, não há o que complicar quando se trata de pescaria de tambaqui em pesqueiro com fly. O roll-cast é o arremesso mais utilizado, permite colocar a isca com delicadeza, facilidade e agilidade. Se utilizar linha pesada e vara de qualidade, é possível colocar a isca até 15 ou 20 metros de distância com um ou dois roll-casts. False cast é utilizado para arremessos mais precisos, não necessariamente mais longos, mas exige um local com bom espaço livre atrás do mosqueiro, o que é difícil em alguns pesqueiros. E o Belgian Cast é utilizado em situações de vento, com as mesmas vantagens e desvantagens do false cast comum. Dominando esses arremessos é possível fazer praticamente todo tipo de pescaria, incluindo a de tambaqui em pesqueiros. 7. OS ATADOS Sem dúvidas a isca mais utilizada em pesqueiros para tambaqui é a imitação de ração feita com pelo (hair ball). Mas existem outras opções também efetivas as quais abordarei neste momento: 1) Hair ball atada com Deer Body Hair, Deer Belly Hair ou Elk Hair: imita a ração utilizada na maioria dos pesqueiros. É uma isca flutuante, que encharca com o tempo e tem sua flutuabilidade reduzida ao longo da pescaria. Quanto mais compactados os pelos, maior a flutuabilidade. Sabendo disso, pode-se atar algumas bem compactadas e outras menos compactadas para que se possa manipular a apresentação da ração. Hair ball menos compactadas são boas para quando o peixe está manhoso, quando a água está bem limpa e o pescador contra o sol. Pode ser atada em uma ampla gama de anzóis, mas um modelo bastante utilizado atualmente é o Pacu, da Pinneacle, em tamanho 1/0 para iscas menores ou arremessos com conjuntos #6 e o tamanho 2/0 para conjunto #8 e iscas maiores. Pode-se utilizar o famoso Chinu, nos tamanhos entre #7 e 9 ou 2/0 até 3/0 dependendo da marca escolhida. 2) Imitação de ração com rolha, cortiça, EVA ou material similar: imitação de ração feita com rolha. É simples, porém menos realista e mais fácil de ser recusada pelos tambas em dias manhosos, pois o anzol fica a mostra e em alguns casos é possível ver a aproximação do peixe com consequente desinteresse após observar o anzol. Há solução, colocando um pequeno pedaço de chumbo na rolha na extremidade contrária à que se encontra a ponta do anzol, fazendo com que ao cair na água, o anzol fique voltado para cima. A desvantagem desse método é que o peixe pode engolir a isca com mais facilidade. Os mesmos anzóis descritos acima podem ser utilizados. 3) Imitação de frutos com hairball: imitação de alguns frutos feitos com Deer Body Hair. A cor da isca vai depender da época em que se está pescando. A decisão da cor no momento da pescaria depende da observação do pescador, inclusive para determinar o material com que será atada a isca, uma vez que alguns frutos boiam ao cair na água (daí o emprego do Deer Hair), enquanto outras afundam, como os coquinhos (daí o emprego de “lã ball”, miçangas, cactos chenille, craft fur e outros materiais que afundam). 4) Imitação de ração, massinha, pão ou frutos com lã, chenille, craft fur e outros materiais que afundam: atados que irão afundar vagarosamente imitando algum alimento que o peixe esteja comendo naquela época do ano. É uma isca que necessita de maior dinâmica, isto é, mais arremessos, pois o peixe costuma pegar na caída dela na água. Portanto: arremessou, esperou afundar 5 ou 10 segundos, não bateu? Faça um roll cast seguido de um novo arremesso. Em alguns casos pode-se lastrear o anzol para aumentar a taxa de afundamento da isca ao cair na água. 5) As polêmicas miçangas: Existem inúmeros modelos, algumas nas cores café com leite, outras que nem parecem ração (bola de futebol miniatura, bola de basquete miniatura)... Enfim, a variedade é enorme. Alguns flytistas mais puritanos não consideram as miçangas como atados próprios para a modalidade de fly, e realmente não são, uma vez que podem ser utilizados em outras modalidades. No entanto, os tambaquis gostam, e muitos outros mosqueiros as utilizam com grande sucesso. Pode-se utilizar a miçanga sozinha ou em par no anzol, ou associadas a um EVA boleado para manter a miçanga logo abaixo da superfície. São iscas que estragam com facilidade quando recebem dentadas de pacus, tambaquis, pirapitingas e outros peixes, então se for utilizar miçangas, leve sempre algumas a mais para repor as quebradas. Outras iscas: há quem tenha sucesso na pescaria de tambaqui utilizando streamers como “micro-minnow”, Woolly buggers, ninfas e até imitações de insetos. Depende muito do pesqueiro e do hábito alimentar do peixe, da disposição de alimentos diferentes da ração no tanque e até da quantidade de vezes que os peixes são alimentados diariamente ou semanalmente, pois quando famintos, podem atacar algo que nunca comeram antes. O trabalho dessas iscas é bastante variável de acordo com as condições climáticas, cor de água, comportamento dos peixes naquele momento, temperatura da água, etc. Via de regra, peixes de pesqueiros são sedentários, e preferem iscas com trabalho lento. O uso de sinalizadores de fisgada: Eu conheço 2 tipos de sinalozadores utilizados em pesqueiros: 1)Rodelas de EVA de cor vibrante na parte superior da isca 2)Pequeno EVA boleado ou mecha de pelo de cor vibrante no meio do leader Facilitam muito a identificação do ataque em meio às rações lançadas na água, mas podem assustar os peixes mais manhosos. Particularmente prefiro não usar sinalizadores, mas em dias de muito sol em que o reflexo na água ofusca a visão, sou obrigado a utilizá-los para não perder a ação. 8. TÉCNICA DE PESCA E A “FISGADA” As técnicas de pesca em pesqueiros são limitadas, fato que faz com que alguns pescadores não tenham apreço pela pescaria em pesqueiros. De longe a técnica mais utilizada consiste em jogar um punhado de ração na água e a sua isca no meio, e aguardar o ataque. Pode-se fazer o contrário, arremessando primeiro a isca e as rações em seguida. A respeito desta técnica tenho algumas observações a fazer, que podem melhorar o seu desempenho na pescaria: I) Quanto de ração jogar? Bem, não adianta jogar um saco inteiro de ração na água, pois o peixe provavelmente ficará “de barriga cheia” antes de encontrar sua isca. E não adianta jogar algumas poucas unidades de ração ou jogar uma por uma como se estivesse alimentando galinhas, pois o peixe possui memória associativa e condicionamento operante, isso significa que ao longo de sua vida, aprendeu que o seu alimento cai na água de forma similar todos os dias, passando então a associar o som ou a movimentação na superfície da água ao momento de se alimentar. Deve-se, portanto, fazer com que as rações caiam na água ao mesmo tempo, sem se espalhar muito, pois isso gera um som bastante fácil de ser identificado pelo peixe. Então não tem erro, nem o que inventar. Algumas ferramentas ajudam nessa tarefa, como as colheres de arremesso de ração e os estilingues, ambos à venda em lojas de pesca. Observe também se o dono do pesqueiro ou o responsável por alimentar os peixes realiza algum “ritual” antes de alimentá-los. Esse “ritual” pode ser chacoalhar a mão na água, gerando som facilmente percebido pelos peixes, ou bater na água com uma vara de bambu, muito comum até mesmo em rios na pescaria de pacus e pintados por exemplo. Mas certifique-se de que isso é realmente utilizado no pesqueiro em que esteja pescando, caso contrário pode espantar os tambaquis e ainda ficar marcado no pesqueiro como doido. II) Pescar de “espera” ou de “batida”? Quando se emprega essa técnica de pesca, talvez surja a dúvida entre arremessar a sua isca no meio da ração e esperar o ataque por vários minutos, ou arremessar a isca várias vezes, como na pescaria com as imitações de frutos caindo na água... Bem, pela minha experiência os melhores resultados são obtidos na pescaria de “espera” e observação. Observação que eu digo é averiguar onde os peixes maiores estão se alimentando. Eles podem estar se alimentando bem no centro de onde jogou as rações, ou nas periferias. Cabe então ao pescador observar o comportamento dos tambas naquele momento e colocar sua isca na posição mais estratégica, resistindo à tentação de tirar a isca de um lugar aparentemente parado e arremessar em outro ponto onde um tamba gigante acabou de bater. A “FISGADA”, é a ação que mais faz o mosqueiro iniciante perder troféus. Para quem leu este texto enorme até agora, percebeu que em todos os momentos coloquei a “fisgada” entre aspas, propositalmente. É vício adquirido na modalidade de bait, o de fisgar o peixe, puxando com força e firmeza a vara para trás, quase que “arrancando a boca do bicho” em alguns casos. Na pescaria de tambaqui com fly em pesqueiros, deve-se evitar fisgadas, por 2 motivos: 1)Não há necessidade... A própria mordida do peixe faz com que o anzol perfure as estruturas mais moles da boca. 2)A fisgada causa ruptura do tippet... Então já sabe que a próxima vez que fisgar e estourar a linha, não adianta dizer “era tão grande que levou tudo...”, pois mesmo com um peixe pequeno o tippet pode estourar durante a fisgada. - O que fazer então, quando o peixe atacar a isca? No caso da pescaria de tamba em pesqueiro utilizando imitação de ração, o que eu gosto de fazer é apenas firmar a vara e esperar a corrida do peixe. Quando ele iniciar a corrida, deixo levar os primeiros centímetros de linha e vou aumentando a pressão na linha gradativamente, até que eu tenha o controle da situação. Dessa forma, o anzol penetrará nas estruturas ósseas da boca do peixe e o tippet vai aguentar a tensão da arrancada do tamba. 9. DURANTE A BRIGA A briga com alguns tambaquis parece um verdadeiro cabo de guerra, você puxando de um lado quando ele “cansa”, e ele levando toda sua linha quando recupera o fôlego. A briga é a parte mais difícil da pescaria, pois deve-se prestar muita atenção nos movimentos do peixe, imaginando o tempo todo por onde o tippet está passando na boca dele. Quando o peixe está nadando em uma linha horizontal, vamos supor que para a direção esquerda, eu gosto de inclinar a ponta da vara também para a esquerda. Movimentar a vara para os lados nem sempre é a melhor opção, então não tentarei criar “regrinhas” de posicionamento de acordo com o nado do peixe. Mas há uma dica importante acerca da briga com o peixe: nunca tente quebrar o nado do tambaqui como fazemos na pescaria de tucunaré. Caso tente domar a fera na brutalidade, terá um tippet estourado ou um anzol aberto. 10. DICAS 1)Cheque sempre sua linha em busca de nós de vento (Wind knots) no seu tippet. Os nós são causados por arremessos errados, ou com atraso no tempo ou com movimentos muito rápidos sem dar o tempo certo para a linha desenrolar no false cast. Ventos repentinos podem causar esses nós no tippet também. E cada nó no tippet reduz em 50% a resistência do tippet. Não inventei esses dados, a RIO publicou um vídeo no youtube mostrando exatamente isso, deixarei o link do vídeo logo abaixo. 2)Após cada “fisgada”, verifique a integridade do tippet próximo ao anzol, bem como fazemos na pescaria de tucunarés ou robalos. 3)Mantenha-se de costas para o sol. Assim o peixe vai enxergar apenas sua silhueta, confundindo-o com um galho ou qualquer outra coisa. Ficar de frente para o sol ressalta o brilho de sua pele, carretilha, vara, óculos e vestimenta, assustando os peixes mais próximos. 4)Amasse as fisgas dos anzóis. Para todas as pescarias, em todas as iscas... Assim machucará menos o peixe, facilitará a entrada do anzol em estruturas ósseas, agilizará a manipulação do peixe quando este chegar à margem e evitará a necessidade de procedimentos cirúrgicos caso o anzol entre em você ou em seus parceiros de pesca. 5)Cuidado com o boga grip, ou alicates pega-peixe, pois a boca do tambaqui é compacta. Quem nunca viu um boga grip varar a boca de alguns peixes? Pois bem, vamos evitar danos ao peixe, pois sem ele o nosso amado esporte não existiria... Grande Abraço! https://www.youtube.com/watch?v=v5LcB-1gjzo&t=8s
  6. Boa tarde pessoal estou procurando algum lugar em nova friburgo, preferencialmente em Mury para pesca com mosca de trutas. Pode ser um pesque e pague ou de forma natural mesmo. Será q alguém pode me ajudar?? Muito obrigado!
  7. Chique parceiros? Venho compartilhar com vocês uma pescaria que fiz recentemente no Pesqueiro do Bito em Araras. Lugar com boa estrutura , muito peixe , qualidade no atendimento e preço justo. Para aqueles que buscam diversão e uma boa pescaria sem se preocupar muito com o tamanho do peixe , este pesqueiro é um lugar sensacional, não que não tenha peixes grandes , mais a quantidade no meu estilo de pescaria é mais interessante. Bom , vamos as fotos. Espero que gostem. Grande abraço a todos.
  8. EvaldoMS

    Raphael pescando com Fly.

    Galera do Fly. Meu filho, Raphael 06 anos, pescando com Fly. Pesqueiro Santa Tereza, Indaiatuba. Falta muito o que aprender, mas já faz "Roll Cast" de uns 8 metros perfeitamente. Varinha adaptada a partir de uma vara de mão, presente do Hélio. Carretilha "Shing Ling" e linha que não sei a marca e acredito ser #8. Leader 1,4 metros com 30cm de tippet 0.20. Usando imitação de ração e um pequeno strike indicator. Brigando com uma tilápia, linha na mão, presa entre o grip e os dedos máximo e indicador. Só briga assim, apenas usa a carretilha se o peixe tomar toda a linha que está na chão, e mesmo assim se o peixe der folga ele puxa pela linha mesmo. Quem sabe, no futuro, uma vara 7 pés #4. Toda atenção no peixe. Tem estilo. Abraço. Evaldo
  9. Fala galera! Estava com um problema em minha conta e não estava conseguindo criar novos tópicos. Mas já foi tudo resolvido! Essas são algumas fotos das minhas últimas pescarias lá no Pesqueiro Abux, Na Mogi-Bertioga. Pesqueiro muito tranquilo, com uma quantidade de peixes e mosqueiros! A maioria dos peixes foram pegados no Fly, usando rações de cortiça e também fisguei alguns na boia com varinha 12 lbs e ração na pinga, que também é uma pescaria muito gostosa de se fazer com as tilápias! Segue as fotos dos peixes: Material ultilizado: - Conjunto de Fly N° #6 -Vara Albatroz Althezza 12 Lbs -Carretilha Marine Sports Venator -Linha multifilamento 0,19 mm. -Bóia de arremesso. Espero que gostem, valeu!
  10. Comecei a pescar com fly por que achava o arremesso bonito, depois ganhar um livro auto grafado do Paulo Cesar, Pescando Com Mosca, então nem se fala animei de vez, mas o que realmente me motivou foi descobrir o quão produtiva essa pescaria é, superando inclusive o rei da pescaria que o lambari como isca viva. Locais onde os plugs de marcas famosas com esmero trabalho não renderam resultado algum o equipamento de mosca com sua sutileza desenterrava troféus, abaixo vou relacionar as fotos de peixes que pesquei usando o fly. Jacundá num minnow 2/0 de cabelo sintético, guloso. Nesse lago e no mesmo dia um sujeito arremessou por mais de meia hora uma isca e meia água e nada, meu stremearzinho de craft fur fisgou 3 desses kkkk Saicanga mato grossense, meus primeiros atados horríveis como o de todo mundo. Nesse local nunca peguei nada no bait. Esse foi meu primeiro equipamento um martin # 6 uma boa massa fecal pra não falar Me... O único que peguei no clouser minnow Cará wolly booger, o maior que peguei na vida. Essa foi minha primeira wolly booger, a outra veio junto com o equipo. Essa é a seaducer em ação Varinha celta # 6 era boa quebrou por imperícia minha. Deceiver Tucuninha no popper. Traíra no popper de eva. Seaducer pegando traíra.
  11. danilo steinke

    Penachinho minnow

    Ola amigos nesse tópico vou expor uma das minhas adaptações de modelos consagrados, esta que apelidei de penachinho é similar a seaducer ou seducer chamem como quiser. Ela consiste de: anzol chinu 9 4 penas de hackle e só difícil né. Simples assim cauda curta, e o colar virado para traz e você terá uma isca excelente muito leve, gordinha, apetitosa e quando o tucuna fizer cara de nojo pra material sintético coloque essa na linha que ele engole de olho fechado. E um vídeo de um dia que isca nenhuma pegou nada e essa pequena salvou a brincadeira no fim de tarde. Detalhe caso alguém queira comprar essa vara celta, elas são ótimas só não poder puxar ela pela ponta como eu fiz por que ela faz creck e a gente faz buááá um mês.
  12. danilo steinke

    Deceiver a isca!

    Ola amigo e companheiros de fórum nesse tópico falarei da primeira isca que aprendi a atar o Deceiver, ao meu ver a isca coringa para o tucunaré, ao menos a que me deu mais resultado. Tudo começou quando adquiri o dvd do saudoso Paulo Cesar, ABC do atado e do fly, este senhor foi o responsável por me fascinar de vez nessa modalidade que eu já tinha interesse mas me mantinha afastado por causa de certos pescadores que tratavam o fly como algo super ultra mega fogo que só os iluminados seriam capazes de lançar uma linha, depois desses dvds a coisa mudou, percebi no paulo toda a simplicidade e a beleza do fly pela sua relação mais harmoniosa com a natureza e por ser algo totalmente esportivo. o modelo de deceiver que eu copiei é desse vídeo, apesar do vídeo do paulo mais demorado e com alguns macetes também ter ajudado e muito E o resultado? 22 tucunarés em 2 horas de pescaria a filmagem não ta legal por que minha gopobre não deu muito certo, filmar e pescar é meio complicado. Detalhe quando atei essa isca não dispunha de buck tail, fiz com material sintético mesmo, e as penas foram uma doação de um amigo que come galos.
  13. Pessoal, embora alguns amigos já me conheçam de longa data, a maioria não me conhece ainda, então me deixem falar algo sobre mim. Moro em São João del Rei e boa parte da família trabalha com marcenaria em madeira de lei há mais de 35 anos. Trabalhamos - eu e minha esposa - com venda de móveis em madeira de demolição e madeira de lei (peroba e afins) há algum tempinho, atualmente refazendo nosso rumo abrindo novos nichos de mercado - neste caso, o nosso de pesca. Montamos - em parceria com amigos de outro fórum de fly fishing - uma estação de atado totalmente produzida em peroba rosa, com 31 gavetas e espaço para trabalhar a paixão do fly tying. O primeiro modelo vendido (foto abaixo) foi para o Mauro Alexandre, de Mato Grosso, nosso companheiro do fórum Mosqueiros do Rio. Agora, com as lições aprendidas (pois fizemos 3 modelos antes de entregar este), podemos partir para o atendimento de encomendas. Abaixo, o modelo: Esta mesa de atado possui 1,2 m de largura, aproximadamente 1,8m de altura e 31 gavetas. Totalmente artesanal, demanda muito tempo para a montagem e acabamento, o que inevitavelmente onera o custo de produção. O valor da estação é de R$ 2.600,00, e apenas para os integrantes do Pescaki vou praticar o valor com desconto de 10% de desconto - mesmo para pagamento parcelado - totalizando R$ 2.340,00. O valor da cadeira é praticamente de repasse e sai por R$ 170,00. As duas peças são totalmente produzidas apenas com peroba rosa e recebem acabamento em cera, podendo variar conforme interesse de quem adquirir. O valor de frete depende da região de entrega e é acertado diretamente com a transportadora no ato da entrega. Prazo de produção e despacho dos móveis: até 120 dias. Pagamento: 20% de sinal e o restante na entrega para pagamentos à vista; para parcelamentos, entrada + parcelas acordadas, pagas a partir da entrega. À vista, mais 10% de desconto. Contatos por MP ou e-mail: comercial@caminhovelhomoveis.com.br. Obrigado à administração do fórum.
  14. Hoje fui matar saudade de pescar de dentro da água, aproveitar o calorzinho que veio surpreender... Peguei o macacão e o equipamento e fui pescar... A pescaria estava calma, sem ações, fui descendo o rio, mesmo com o macacão furado... Eis que ouço barulho nas árvores, olho e avisto uma família de Bugios... A cara não nega. Bugio. Baitaca tchê... Atravessando o rio sobre as árvores... Eram 4 bugios. 2 adultos, 1 filhote e 1 adolescente? KKKK... Me trouxeram sorte, saiu uma saicanga... Olha ela ai... Pequena mas linda. Inaugurando a mosca que ganhei do Rodrigo Ribeiro. Obrigadão brother... Peixe bom é peixe vivo... As ações pararam, pousa a libélula. Vou usar uma isca parecida né?!?!?!?! Um lambari faminto... O local das capturas... As moscas na fly box que comprei no Aliexpress... Muito boa qualidade... Aranha tecendo sua teia... Eqpto... O ribeirão... Lindo e gelado... Quero aproveitar e agradecer o Rodrigo Ribeiro pelas iscas que me presenteou.. Gostei demais... Além dos bugios, vi também jacús e tucanos, coisas que só vimos quando em contato com a natureza, pescando então, ah, não tem preço... O dia foi incrível. Agradeço a Deus por isso. Um salve pra turma e boas pescarias...
  15. Agora, com um pouco mais de tempo, pude retomar a exploração dos lagos do meu condomínio aqui em Windermere. Semana passada já tinha feito uma primeira investida com um amigo, porém, 100% da pescaria foi com plug e, especificamente, com um Stick Branco do Nakamura. Hoje a pescaria seria dedicada ao Fly, então empunhei uma antiga Pacific Bay #6, customizada em 2003 para a BigRenata, com somente duas pescarias em sua história, linha floating e líder de silicone de 10 pés. Como os peixes estavam gostando, no lago do buraco #18 do Golf, capturei 5 bons Black Basses, com um Banger Marrom Brilhante e penacho. Depois, quando os peixes começaram a “morcegar”, passei para um Diver de cabeça vermelha e rabo branco e nada... daí a última tentativa no lugar, foi apelando para uma Clouser Minow, que também passou zerada. Peço desculpa aos amigos, pois como eu estava sozinho, fotografando no timer da saboneteira, estourei a luz de fundo em duas fotos mal enquadradas. Depois que os peixes pararam de vez, decidi ir procurar outro lago para a pescaria, mas como as atividades no campo de Golf estavam intensas, excluí os lagos de lá como alternativa. Peguei meus filhos e como iríamos explorar locais totalmente desconhecidos por nós, fui somente com o material de Bait Casting, pois não sabia se encontraria lugares afeitos ao Fly. Encontrei um pier num lago imenso, no fundo do condomínio, onde logo de cara peguei um bom Bass, depois me dediquei a tentar que os filhotes capturassem algo, mas não foi possível... estão aprendendo rapidamente e logo logo terei compania séria prá pescar. Além deste deck, encontrei um outro e uma rampa, na qual podem descer embarcações não motorizadas... já já terei meu kaiak aqui e aí a coisa vai ficar boa (só preciso acreditar nos caras que dizem que os jacarés não atacam). Se eu tiver mais tempo antes de voltar para o Brasil, farei uma investida séria nesses dois novos pontos e relatarei por aqui. BigAbraços do BiG
  16. thunder

    amigo pescador

    sempre tem um amigo pra salvar!!! https://www.youtube.com/watch?v=lwO3GQVAcwM
  17. thunder

    fazendo arte com Caddis

    o cara condicionou as larvas em laboratório, deixando só ouro e pérolas pros bichinhos fazerem suas casas, e o resultado ficou demais!! http://youtu.be/e78hni1LoSo a matéria com várias fotos pode ser acessada aqui
  18. E ai galera do Pescaki! Vou ir atrás de alguns lambaris nesse sábado e como estava fraco de moscas para os pequenos, resolvi atar algumas. Postando apenas para movimentar um pouco mais nosso novo canto para o Fly fishing! E essas são as minhas apostas: Espero que gostem e espero conseguir enganar alguns peixinhos também... Abraços! E também peço desculpas pela má qualidade das fotos, a câmera fotográfica estava sem bateria... rs
  19. Bóra caiaqueiros! - Campeonato pesque e solte (peixes fotografados com régua adesiva) - espécies válidas : Bass, Traíra e Tilápia modalidade : Baitcasting e Fly - São 40 vagas - Inscrição R$60,00 - regulamento aqui : https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=174789802729772&id=174726356069450 .
  20. Hoje, fomos pescar trutas mesmo com chuva, ninguém aguentava mais ficar sem pescar. Fomos eu, minha namorada (Mery), Dr. Rudinei, nosso companheiro Marco e sua esposa. Quase desistimos, mas persistimos e fomos pescar as lindas trutas da Fazenda Schacht. Chegando no local, estava chuviscando e tinha muita garoa, nada que nos desanimasse. Logo iniciamos os trabalhos e pá, no primeiro arremesso da esposa do Marco uma linda truta. Assim foi, saíram 13 trutas no total. Foi um dia muito agradável estar com amigos, pescar, fazer um churrasco e ouvir um sonzinho. Pra variar, quem pegou mais trutas foram as mulheres, hehe. Segue as fotos que tirei, depois o Marco vai postar as dele ai em baixo... Mery que logo logo pegou a sua no spinning. Mais uma... E outra... E mais uma... Afff Opa, até que saiu uma minha... Do outro lado do lago... Foto ficou péssima, hehe... E olha ela... Local péssimo pra pescar com equipamento de Fly Fishing. Mas saiu alguma coisa... Na mosca Wolly Bugger. Pra combinar com o cogumelo. Quase levei pra fazer um chá pra passar a gripe depois de ficar na chuva. Dr Rudinei camuflado pois não queria ser visto e encomodado, só deu de ver por causa do colete, kkkk... Parceiraço de pescaria e de serviço também... Gente finíssima... Daí o tempo fechou de cerração. Pausa minha a cada 10 minutos pra amarrar as iscas. Perderam muitas, uahuahua. Muito mato e tranqueira. http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&list=UUbHzW_EkOJDX-PXAOnLh7fg&v=MRTYiojgQUQ Daí a Mery disse: Só mais um arremesso! E aí o resultado. Linda truta no spinner da MS. Pose pra foto. Xisss Um dos quiosques do local. E da-lhe chuva... Outro quiosque da Fazenda. E aqui toda a turma de pescadores almoçando filés americanos saborosos demais. Da esquerda pra direita: Marco, Mery, Carla, Dr. Rudinei e eu (Tito)... Valew galeraaaa, agora só faltam as fotos do Marco. Abração Marco e té a próxima.....
  21. Depois de ter encontrado um bom lugar pra pescar saicanga ontem, voltei hoje (17/07/2013) no local pra pescar elas na mosca, vejam no que deu... Hoje obtive várias capturas e inúmeras ações, estava sem sucesso em pequenas moscas e resolvi mudar o tamanho e bazinga, encontrei a coringa das saicangas, a Wolly Bugger amarela com calda vermelha. Abraço mosqueiros...
  22. Fala ae mosqueiros, recentemente recebi como material de estudos do amigo Evaldo esses vídeos do grande Mel Krieger ensinando a essência do arremesso de mosca, os vídeos são em espanhol mas dá pra entender perfeitamente, criei uma playlist com os 8 vídeos, então é só dar play e assistir a aula. Mel Krieger Gravei alguns vídeos dos meus arremessos antes de assistir estes vídeos do Mel Krieger, logo estarei gravando vídeos após assisti-los para ver a diferença dos arremessos. Espero ajudar alguns iniciantes assim como eu. Grande abraço mosqueiros...
  23. Domingo dia 28/04/2013, eu e minha namorada fomos na Fazenda Schacht em Ibirama -SC, pescar trutas, no total saíram 03. 02 peguei no Fly Fishing e 01 minha namorada pegou no molinete UL com pão. Seguem fotos: Mosca que utilizei é a Zug Bug da Mustad: Videozin da pescaria: É isso ae,mais um dia bom de pescaria.
  24. Minha namorada me filmou enquanto eu pescava uma carpa no Fly, o vídeo é de celular, por isso a baixa qualidade. espero que curtam o vídeo.
  25. Boa noite caros colegas, na semana passada ganhei um conjunto de fly fishing e minha dúvida é se o Pescaki é aberto para debater sobre o assunto ou devo me cadastrar em outro fórum específico? Agradeço a colaboração.

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