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Encontrado 11 registros

  1. Tenho dificuldade de arremessar isca artificial. Uma isca de 20g não consigo lançar longe. Ainda não sei onde estou errando, mas sou persistente. Minha dúvida aqui no fórum é sobre qual meta de aprendizagem e treino que devo estabelecer, em termos de distância. Qual distância que vai uma isca de 20g e 30g? A minha pesca é em beira de praia e em cima de pedras no mar. Então, precisa arremessar longe e muitas vezes contra o vento. Desde já agradeço.
  2. Fala pessoal beleza? Estou tendo um problema (eu acho) quando tento fazer o overhead casting, a isca acaba subindo muito na altura e caindo de forma pesada na água. Este final de semana vi um cara arremessando e a isca dele parecia que subia 1m acima da cabeça dele... O meu arremesso ela sobe uns 4m! O equipamento que estou usando está bem equilibrado, desde linha até o peso da isca. Alguém ja teve este problema? Sabe como corrigir?
  3. Bom dia senhores, CONTEXTUALIZAÇÃO Sou novo por aqui, pesquei muito quando criança e agora depois de varios anos redescobri o prazer de acordar cedo e ir à praia pescar vendo o nascer do sol, moro em Natal-RN cidade rodeada por belissimas praias, comprei alguns equipamentos mais fracos (baixa qualidade) para dar inicio e agora quero comprar um material melhor afim de permanecer um certo tempo sem realizar novos gastos, hoje disponho dos seguintes equipamento que vão permanecer comigo: - Caniço sea master vara de 4,20 -Molinete long cast sea master 5000 com este conjunto estou satisfeito (na busca de lançar no terceiro canal praia de tombo). -Vara new pampo de 3,3mts (para molinete) que faz conjunto com uma carreta perfi alto caster plus da MS (ainda apanho muito nos arremesos sempre que tento um arremesso mais longo da cabeleira) - Vara new pampo 2,7mts para carretilha (fiquei muito na dúvida entre ela e a okuma sst, porem paguei apenas R$260,00 e a okuma era R$450,00) A DÚVIDA Esta faltando uma carreta para casar com a Vara New pampo 2,7mts, como podem ver só tenho equipamentos para pesca de praia em espera ou de fundo, gostaria de ter uma carretilha hibrida perfil baixo que tanto me servise para a pesca de praia (sei que este conjunto não vai atingir a mesma distância do conjunto sea master de vara e molinete long cast que já tenho, mais queria alcaçar distancias razoaveis com chumbo de 50 a 80 gr), Também ter a possibilidade tb de iniciar algumas pescas com artificias em rios e lagos. Diante do exposto gostaria da ajuda de voces para escolher uma carretliha que atenda os requisitos citados. P.S.: como ela tb sera usada na pesca de praia o carretel deve comportar pelo menos 150mts de linha 0,25 mono.
  4. Vitor Morais

    Ajuda - Arremesso

    Boa noite amigos! Há algum tempo venho tentando aprimorar minhas técnicas de arremesso mas vejo que ainda não consigo arremessar longe o que é crucial para os pesqueiros que frequento, tancão por exemplo. Meus Equipamentos: Vara: Okuma SST 2.4M Carretilha: Daiwa Tatula Type R 8.1 Linha: Daiwa Saumurai 0.30mm Acontece que já tentei de tudo para regular, soltar os freios, tamanho do torpedo, etc e não consigo chegar aos pontos que quero do lado. Vejo outros pescadores e notei que a maioria que arremessa bem, não usa linha multifilamento e usam geralmente carretilhas marine sport. Gostaria de ver se vocês tem alguma dica de onde estou errando... já pensei que pode ser a lubrificação, apenas da carretilha ser nova ou a linha (mono é melhor para arremesso?) Enfim, qualquer ajuda é bem vinda.
  5. Olá, pessoal! Sou novo por aqui, mas tenho algo em comum com vários pescadores, sou apaixonado pela pesca com iscas artificiais. Acho muito interessante pois o que manda muito neste tipo de pesca é a técnica, dessa forma o torna um verdadeiro esporte. Nada contra quem gosta da pesca de "espera", mas acredito que nesse tipo de pescaria o que manda mais é a sorte do pescador. Estou rodeando aqui, mas já chego no ponto e vocês irão entender o motivo do tópico. Sou da cidade de Goiânia, e tenho um problema que acredito que vários irão se identificar comigo, a dificuldade em fazer uma pescaria e com isso a "técnica" que é tão importante é perdida (não toda, porém parcialmente) e muito menos é aprimorada como deveria, assim como deve ser aprimorada pra todos que praticam algum tipo de esporte. Essa dificuldade em fazer uma boa pescaria se deve primeiro pela distância dos bons pontos de pesca (Serra da Mesa, Cristalino, etc.), tempo, pois pra compensar essa distância da viagem o interessante é passar vários dias, gosto de ao menos 4 dias (contando a viagem de dia e volta) e logicamente o "investimento financeiro" (rs...). Ahhhhhh... Tem um fator também que dificulta as vezes, a liberação da patroa em passar 4 dias fora de casa, nem sempre a beira de rio/lago é atrativo para as esposas e crianças pequenas. Resumindo, é difícil ir pescar, normalmente eu faço 2 boas pescarias ao ano, o que acho muito pouco. O que me deixa chateado é que é um esporte gostoso de se praticar, saudável alem das inúmeras qualidade que eu poderia citar aqui. Pra eu, mero mortal, é difícil ir pescar na frequência que gostaria. Já busquei pesque pagues na região para tentar "saciar" essa vontade de pescar, porém em todos os que frequentei, apesar de ótimas estruturas (restaurante, atendimento, etc) se resume em pesca de peixes redondos, até bem criados de 7kg por exemplo, mas é aquela pesca com cevadeira, pra quem gosta de da bater isca artificial, isso é um saco, me desculpem a expressão! A maioria desses pesque pagues dizem que tem tucunarés, até tem, mas pesca-los é quase impossível, sem contar que em muitos lugares é proibido a pesca com isca artificiais (garatéia). Agora chegamos onde eu queria: O que vocês pescadores esportivos achariam de ter em sua região mesmo que um pouco afastado, cerca 50km, um pesque pague para prática da pesca com iscas artificiais onde teriam o prazer de treinar arremessos como também teriam o prazer de ver o "bicho" atacar na superfície!? Imagino um açude de tamanho razoável com estruturas (assim como temos nos rios e lagos, galhos, troncos, etc) no centro para o pescador rodear andando todo a extensão do açude arremessando ao centro, atrelado a isso uma boa estrutura com restaurante e até mesmo um local de lazer para crianças e esposas. O que vocês acham? Você tem algo parecido na sua região? Dêem suas opiniões e seus pontos de vista! Obs: Decidi postar aqui nesse sub-tema "Tucunaré", pois acredito que irei atingir o leitor que irá se identificar mais com o assunto abordado aqui. Grande abraço a todos!
  6. Opa galera, tudo bem? Sou novo aqui no fórum. Venho pescando há uns 2 anos e me considero no nível iniciante/intermediário com relação aos conhecimentos sobre pesca. Pesco sempre na praia, costões e plataformas mas agora estou me aventurando por alguns pesqueiros aqui perto da Zona Norte de São Paulo, já fui ao Cantareira e sábado agora estou indo ao Ranchão pela primeira vez, me disseram que é muito bom (domingo vai haver uma etapa do campeonato paulista por lá então deve ser legal mesmo)... Bom, mencionei os pesqueiros e inclusive o Ranchão por conta deles terem lagos pequenos e o arremesso precisar ser menor em relação à praia e costão que é o que já estou acostumado. Minha principal questão é se há alguma forma eficaz de controlar a distância do arremesso usando molinete? Sei que as carretilhas servem pra isso mas ainda não tenho nenhuma, nem tenho $$ pra investir em uma por agora (vi que o melhor custo benefício parte dos R$200,00 pra cima). Por isso quero saber se há alguma forma de controlar melhor o arremesso usando molinete, além de medir a força aplicada, é claro. Estou usando uma vara curta com molinete menor do que o de praia pros P&P. A vara é uma Maruri Ikano de 1.68m maciça de uma peça, 6 a 10 kg e o molinete é um Marine Sports Elite 2000, ambos equipamentos bem em conta mas é o que pude comprar no momento. A linha é 0.35 e uso boia de arremesso, boia cevadeira e chicote de fundo. Obrigado pela atenção e em breve vou postar algumas coisas que faço por aqui. Gosto de confeccionar coisas como passaguás, facas, iscas, snaps, chuveirinhos, porta varas, bombas de corrupto, etc, etc, etc. Grande abraço.
  7. Boa noite amigos pescadores, criei esse tópico na intenção de ajudar alguem que ainda tenha duvida neste assunto, assim voces colocam os seus arremessos mais usados no bait e se tiver como, tbm falar um pouco dele ,dicas de executar e talz. Na minha opinião ( iniciante) um dos arremessos mais usados são o Flip Cast (arremesso por baixo sendo usado totalmente a açao da vara sem minimo esforço fisico) ..e o over head cast (arremesso por cima da cabeça , que creio ser o primeiro que muitos aprenderam e o mais básico) Abraços e boa noite a todos e bora colocar suas opiniões . Ah e só pra lembrar .. Pode ser com carretilha ou molinete ( não sei se faz diferença) . Sempre tive curiosidade de aprender flip cast no molinete.
  8. Estou dando nó no trabalho e encontrei isso no youtube: Alguem já viu algo parecido por aqui? Seria a solução para as praias rasas de Salvador kkkkkkkkk
  9. TUCUNARÉS DE BALBINA Olá amigos pescadores. Dessa vez, gostaria de compartilhar com vocês umas fotos de duas pescarias (ambas de um dia) no lago de Hidrelétrica de Balbina, aqui perto de Manaus, com o nível da água nos dois extremos. Talvez ajude a esquecer o vexame da copa por uns momentos. Primeira pescaria: Mês de abril, e nível da água muito baixo (mais baixo que encontrei no lago). Normalmente pesco com a esposa e eu mesmo remo, mas dessa vez ela preferiu ficar na pousada estudando, então arranjei um guia muito figura e muito bom, para me acompanhar. É claro que, com um bom guia remando dá para fazer o dobro de arremessos e a produtividade melhora muito. Eis então o resultado: Primeiro tucuninha (zig zarinha do Nelson Nacamura) Primeiro de bom tamanho. Esse aí é o Paulinho, baita guia. Figuraça. Mas fui eu que peguei o peixe rsrsrs. Se bem me lembro, saiu no jumping stick do Nelson Nacamura. Aí estou eu com o tucuna. Esse porte é gigante para Balbina. O legal foi que estava em um baixio e ele brigou bem na horizontal, no visual. Um desses vale o dia, só que tem mais: Esse foi muito bom também. Refugou uma isca, mas com insistência, não resistiu ao trabalho da zarinha trabalhada bem rápido. Parada para o almoço. Havíamos segurado aquele primeiro para o almoço e enquanto o Paulinho cuidava da fogueira, resolvi dar uns pinchos. O primeiro que apareceu foi esse menorzinho da grelha. Machucou as guelras e acabou ficando pro almoço. Desses pequenos já havíamos soltado uns 5, pela manhã. Continuei pinchando. E valeu a pena! Era um casal. Tiramos esta foto e logo ele voltou para a parceira. Enquanto almoçávamos, deixei uma vara com garateia armada com as viceras dos peixes do almoço. E sem demora: As piranhas pretas são bem comuns no lago. Durante toda a tarde continuaram aparecendo tucunarés de pequeno porte, em menor quantidade do que de manhã (é bem comum esse fato). Lá pelo final da tarde, chegamos a um local muito bonito e meio escondido, onde era antigamente antigo igarapé, hoje inundado pela usina. Inclusive eu ainda não conhecia. Agradeço muito ao guia. Encontramos um cardume os pequenos e foi a festa. Mas não fotografamos. Até que um submarino refugou a zara. Troquei para a jumping stick e foi só acompanhar o belo ataque. Veio bem devagar, marcando a água espelhada, e foi certeiro. E como brigou! Foi pro enrosco e saiu, saltou umas 3 ou 4 vezes... briga digna de campeão de torneio. Na verdade, os 4 exemplares de bom tamanho tinham potencial para ganhar torneios no lago. Essa pescaria valeu mesmo por 4. Um exemplar desses é relativamente raro em Balbina. Um troféu! E assim acabamos o dia de pesca. As zaras e sticks pequenos (zig zarinha e jumping stick) foram o sucesso, mas pequenos poppers costumam render bem. Quanto as meia água, acabavam enroscando muito e não atraíam tanto os peixes. Houve exemplares (o segundo de bom tamanho), que refugaram a meia água e depois acabaram caindo na zara. Segunda pescaria: Mês de julho (sábado passado), dois meses e meio depois, e nível da água muito alto (o mais alto que encontrei no lago). Novamente sem a esposa (estava doente), arranjei outro guia um pouco mais sério mas igualmente bom (Seu Manoel ou Manel, como o chamam). Quando vi o nível da água desanimei um pouco: Normalmente esse restaurante fica entre 1,5 e 2m acima da água. Pelo menos foi fácil descer o barco na rampa. Mas passou logo! Fomos aos mesmos pontos que costumo bater normalmente. Todos estavam fundos. Comecei com as zarinhas e sticks. Tivemos algumas ações de pequenos, mas nem foram fotografados. Mudei para a meia água. A flash minow 90 passou a apresentar resultados muito bons com peixes pequenos, até que perto de um capinzal apareceu o primeiro bom exemplar, que encharutou a isca! Foi pegar e ir pro pau. Mas é claro que fui atras! Postei esta foto mais para mostrar o guia Manoel. Estou molhado porque tive que fazer um mergulhinho básico para buscá-lo no fundo. Bom para refrescar. Valeu a pena! Pegamos outros e paramos para o almoço. De vez em quando víamos cardumes estourando na superfície, mas sempre um pouco distantes. Refúgio para o almoço. Depois do almoço formou um tempo de chuva e começou a ventar. As ações pararam até na meia água. Insisti um pouco mas acabei recorrendo aos jigs. E foi a decisão mais acertada! no primeiro ponto buscamos outro troféu bem no fundo: Beleza de peixe! Beleza de briga! Dei uma bobeada quando foi solto mas depois foi rápido e direto para o fundo. Outro potencial campeão de torneio. Saíram outros pequenos e médios no jig e, mais tarde, voltei as meia água. A inna 70, que trabalha mais fundo que a flash minow deu bons resultados (talvez porque investi mais nela). Desse porte saíram mais de 15 durante o dia. Seguem as fotos dos equipamentos e iscas da pescaria. Hunter Fish com carretilha Lubina e multi 40lb e Black Widow com Lubina GTO e multi 30lb, ambas com leader de fluorcarbono 50lb. Os melhores resultados foram nos Jigs e meia água. Foi, para mim, uma ótima pescaria também, até com mais quantidade que na época do nível baixo, porém com menos exemplares grandes e ações na meia água e fundo. O lago de Balbina, no passado uma catástrofe natural com reflexos até hoje é, ao menos, uma boa opção de pesca na época das cheias (a única para a pesca de tucunarés próximo de Manaus, a não ser em pesque pague). Também é morada de aruanãs, que as vezes aparecem, traíras e outros peixes. Tem muitos animais nas ilhas e aves. Com uma ajudinha a natureza realmente faz sua parte! Valeu pessoal! Espero que tenham gostado.
  10. Fala ae mosqueiros, recentemente recebi como material de estudos do amigo Evaldo esses vídeos do grande Mel Krieger ensinando a essência do arremesso de mosca, os vídeos são em espanhol mas dá pra entender perfeitamente, criei uma playlist com os 8 vídeos, então é só dar play e assistir a aula. Mel Krieger Gravei alguns vídeos dos meus arremessos antes de assistir estes vídeos do Mel Krieger, logo estarei gravando vídeos após assisti-los para ver a diferença dos arremessos. Espero ajudar alguns iniciantes assim como eu. Grande abraço mosqueiros...
  11. Olá amigos do Forum, já faz algum tempo que não entro aqui, mas sempre lembro das agradáveis conversas que tivemos sobre barcos e passeios. Hoje tenho uma dúvida diferente, um assunto que já deve ter discussões ás pampas por aqui, assim, se alguém puder me ajudar, com informações e outras discussões sobre o assunto seria de grande ajuda. A dúvida é sobre pesca de praia, mais especificamente em frente de casa, no Gonzaga - Santos, como posso arremessar a isca depois da arrebentação, mais ou menos uns 300 ou 400 metros da areia? Obrigado e um forte abraço a todos. Alexandre Weber

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