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Encontrado 4 registros

  1. TRAIRÃO NA ISCA ARTIFICIAL Pesca do Trairão com isca artificial: de preferência use iscas que façam muito barulho,popers, hélices e zaras com muito ratlin: Varas de 20 a 25 libras de ação rápida, linhas de multifilamento de 30 a 40 libras líder de fluorcarbono de 40 a 50 libras. Modelos de iscas: Bhaylyhoo (borboleta) Pop Queen (Maria) Super Spock (KV) Jumping minow Trairão Macetão gold Z 130 (deconto) Tucuna bait turbo (deconto) Buri (borboleta) Buzz bait Spinner bait Inna 130 No mais, iscas de meia água que façam bastante barulho acima de 13 cm Leve jarck bait isca de silicone que imita sarapó. Com essa isca você consegue enganar bem o peixe e é muito emocionante, pois você pesca no visual. •PESCA DO TUCUNARÉ Varas de ação rápida de 14 a 17 libras, linhas de multifilamento entre 20 e 30 libras, líder de fluorcarbono 30 a 40 libras. Iscas de 7 a 11 centímetros. Modelos de iscas: • Spock Junior • Stick nakamura 7 e 9 cm • Macetão Junior • Pop Queen • z 90 • Stick Nina • Dog x • Jump minnow • Inna 90 e 70 • Bora • Bomber 9cm • Savoy shad • Shiner king 90 e 70 • Have • Biruta 90 • Pinda PEIXES DE COURO Varas de 40 a 60 libras, anzol de 8/0 a 12/0 com empate de aço de 60 libras de, mais oumenos, 30 a 40 cm. TRAIRÃO NA ISCA NATURAL Varas de 20 a 25 libras, anzol maruzeigo 24 a 30 cm com empate de aço 30 a 50 libras de,mais ou menos, 30 cm. Isca sarapó. Dica: com isca natural, quando o peixe abocanhar aisca, espere um pouco antes de ferrar, pois este tempo pode ser suficiente para que ele acomode a isca na sua boca. CACHORRA E BICUDA NA ISCA NATURAL Varas de 20 a 25 libras, anzol maruzeigo tam: 24 a 30 com empate de aço de 30 a 40 librasde, no máximo, 20 cm. CACHORRA E BICUDA NA ISCA ARTIFICIAL Varas de 17 a 20 libras de ação rápida, Multifilamento, 30 a 40 libras Iscas de 9 a 13 cm.Iscas de meia água costumam ser mais eficientes. Importante: protetor solar, protetor labial, camisas de manga longa, óculos polarizado, alicate pega peixe, garateias reservas, explites ringue reservas, alicates corte e etc.
  2. Fala galera, irei fazer um curto relato da pescaria que tive o prazer de realizar neste último feriado. De Curitiba até Sinop foram necessários três vôos, logo após, foi a hora de encarar cerca de 280 km de carro, sendo que 120 km foram de estrada de terra, até chegar a Fazenda Von Den Steinen, uma pousada simples, porém suficientemente boa e com um excelente atendimento por parte do proprietário João Ismael. Quartos para 3 pessoas e banheiros com chuveiros de água quente em cada quarto, cozinha comunitária toda equipada e várias artes feitas por Índios da reserva indígena do Xingu. Tivemos muita ação dos tucunarés, principalmente nas iscas de meia água, em especial a ocamblé Papa Black e a Inna 110 da MS, isca de superfície que se saiu bem foi a Zig Zara 110 NN. Bicudas também atacaram bem, porém erravam muito o bote. Infelizmente os trairões não estavam querendo muito papo conosco kkkkk. O único que saiu para foto foi pego durante a noite utilizando isca natural. Mas vamos ao que interessa, fotos do local e dos peixes ! Ultima parte do voo, Cuiabá para Sinop Foto dos quartos e algumas artes feitas por índios da região Natureza extremamente bela do local, tanto no rio, nas árvores, nos peixes e nos outros animais que nos proporcionaram a emoção de poder observá-los em seus lares Não poderia faltar uma gelada para aguentar todo o calor do Mato Grosso kkkkkk No total foram cerca de 60 tucunarés, 10 bicudas e mais alguma traíras capturadas em 2 dias de uma inesquecível jornada. Equipamento utilizado para a pescaria: 1º Conjunto: Vara Tucuna 5'9" 12-25 lbs Arsenal da Pesca Carretilha Lubina Black Widow MS Linha multifilamento Momoi MX8 Long Casting 40 lbs 2º Conjunto: Vara Berkley Cherrywood HD 10-20 lbs Carretilha Katana GTS MS Linha multifilamento Vexter X8 40 lbs Espero que tenham gostado, foram tiradas poucas fotos, mas a memória estará sempre cheia das recordações de uma bela viajem. Abraço a todos !
  3. Paulo Sergio Riva

    Corredeira '5 Bocas'

    Essa bicuda foi fisgada no 5 bocas juara MT, com traia super leve... vara de carbono 12lb , linha mono 0,35 , carretilha perfil baixo 3000 'ps: equipamento leve + peixe brigador + corredeira forte aumentando a força do peixe = excelente briga , umas das melhores q fiz' ... pela a imagem ah direita da pra ver mais ou menos a corredeira onde foi fisgada'
  4. Fala gente! Hoje não moro mais em Manaus, mas gostaria de falar da última pescaria que fiz por lá; na verdade, no Rio Uatumã, que não é tão perto assim. (Uns 150 Km de asfalto e uns 40 de terra até a rampa para descer o barco). O Rio Uatumã é o formador do lago de Balbina, onde costumava pescar, porém, após a última corredeira (corredeira da morena), o rio muda muito de perfil e passa a ser de planície, com muitos lagos e possibilidades de captura de tucunarés de bom tamanho, que não são encontrados na represa. A pesca foi no fim de novembro. A primeira e única vez que estive por lá. Pude aprender bastante sobre o local e, se voltar a pescar lá, estarei melhor preparado, mesmo assim pescaria foi ótima, mesmo perdendo alguns bons exemplares. Acertei a pescaria com um guia local indicado pelo Vicente, da pousada Vicanas. Saí de Manaus na sexta a tarde, passei a primeira noite na Vicanas e na madrugada de sábado encontrei o guia Elias e partimos para o rio. Da vila até a rampa são uns 40 km de terra, mas a estrada estava boa. Descemos o barco e partimos. Existem algumas pousadas rio abaixo, há umas 2 horas no motor 15hp. Foi em umas dessas que ficamos. Não tinha reserva porque nem telefone pegava por lá, mas conseguimos umas vagas e a estrutura era suficiente para dormir e comer bem. Descendo o Uatumã. Descemos já parando em alguns pontos para chegar lá pelas 11hs na pousada. Percebemos que a água estava subindo rapidamente, ou seja, haviam aberto as comportas da represa, o que interfere no comportamento dos peixes. Talvez por isso eles estavam um pouco manhosos, mas acabaram aparecendo. O primeiro peixe foi essa bicudinha, mas antes dela tivemos ação de 2 tucunarés, sendo que um bom exemplar me fez entrar na água mas deixou a isca nas galhadas e partiu. O aruanã apareceu no mesmo lago que a bicudinha. O jumping stick do Nelson Nakamura realmente é muito atrativo. Acho que este foi o primeiro tucuninha. Popocas deste porte apareceram às dezenas. Ao longo do rio os cenários vão se alternando muito: de áreas alagadas a barrancos rochosos, argilosos ou arenosos. Até a cor da água dos lagos é diferente entre uns e outros, mesmo quando estão próximos. Geralmente a coloração e o comportamento dos peixes variam em cada ambiente. Barranco alto e arenoso. Saíram alguns paquinhas ao longo deste ponto. Até a vegetação varia de acordo com o tipo de solo das margens. Guia Elias com um paquinha. Outro paquinha. Um pouco mais escuro por sr de um lago com águas mais escuras. Chegando a pousada, descobrimos que deveríamos levar algum peixe para a mistura pois a pousada dispunha apenas de arroz, feijão, macarrão e farinha. Aliás, é recomendado que o pescador leve seus itens de conforto e algum gênero alimentício para conforto próprio. Por ser um local distante a logística é prejudicada. Como havíamos soltado todos os peixes, resolvi verificar se no barranco da pousada havia algum peixe forrageiro. Era só afundar um grão de milho ou uma bolinha de farinha de trigo que batia um piau ou um pacu prata. Prá quem gosta dá prá passar o dia se divertindo na pingadinha; além de garantir o almoço. A tarde foi prejudicada pela subida das águas, mas saíram alguns exemplares pequenos. No outro dia a água começou a baixar. Dava para ver mais movimento de peixes, mas eles continuavam manhosos. Talvez por baixar rápido demais a mudança nas condições de visibilidade e pressão da água afetaram os peixes; algumas vezes os exemplares, inclusive alguns bem grandes batiam nas iscas sem abocanhá-las. Vi um grande açu, certamente com mais de 7 kg seguir uma isca de superfície bem em frente ao barco, subir meio desconfiado e bater com a boca fechada. A isca enroscou na cara dele mas acabou saindo fácil. Foi uma pena pois não tive outra chance igual para capturar um exemplar daquele porte. Talvez se eu tivesse parado a isca e jogado um jig na cara dele, o bicho tivesse abocanhado, mas quem vai pensar isso na hora? Mas valeu só de ver o peixão subir até a superfície. Era tão colorido que parecia um daqueles animais do filme do Avatar rsrsrs. Em um lago próximo encontramos outros exemplares, de tamanho bom mas com a coloração mais opaca. Esse eu precisei buscar no fundo. Inclusive, isso é muito comum no Uatumã devido a quantidade de estruturas. Depois do almoço, todos os dias, enquanto o guia tirava um cochilo eu ficava no barco, amarrado na sombra. Entra um cochilo e outro me divertia com os piaus flamengos; alguns de tamanho bom. Algumas vezes apareciam alguns animais amazônicos, ou nós os encontrávamos como é o caso dos morcegos a ariranhas a seguir: No último dia pescamos apenas durante a manhã. Os peixes já estavam mais ativos e apareceram algumas espécies diferentes. E outros tucunarés: Ainda vimos uma cena interessante: Um pouco acima da entrada de uma lago, enquanto paramos para dar uns pinchos, vimos um peixe bater forte perto do barranco e jogar água alto. Então uma bicuda de uns 2 palmos saiu pulando em linha reta rumo ao meio do rio e atrás dela a onda do peixão. Uns 20 metros depois o predador alcançou ela e fez um grande rebojo na água, depois disso ficou uma calmaria. Arremessei várias vezes em cima mas certamente ele havia pego a bicuda. Até hoje fico imaginando o tamanho do tucunaré que fez aquilo e pensando em voltar ao ponto rsrsrsrs Depois chegamos a rampa, carregamos o barco, voltamos para Balbina e eu segui para Manaus. Fica a imagem da bela corredeira da Morena: Equipamentos: Usei o mesmo de sempre: Varas de 30lb, carretilhas rápidas e de perfil baixo e linhas multi de 30 ou 40lb com líderes de 50 e 60lb. Esse equipamento geralmente é adequado e aguenta bem, desde que o pescador não force, tenha paciência e disposição para entrar na água e tirar alguns exemplares das galhadas e sempre esteja atento para desgastes na linha e no líder, para imediatamente cortar fora as partes desgastadas. Mas caso eu retorne ao Uatumã, acho que não uso mais linha 30 lb e líder de 50. O mínimo para dar uma segurança adequada é o conjunto de multi 40lb (ou mais) e líder de 60lb. Acabei perdendo 2 boas iscas na boca de bons exemplares (o que não costuma me acontecer); uma porque não verifiquei que o líder estava puído, a outra porque tinha tanto enrosco que o peixe travou a linha e, como não corria mais, o multifilamento de 30lb acabou rompendo, mesmo sem eu forçar. As iscas que mais funcionaram foram os plugs de meia água, zaras e jumping stick. Nada muito grande, cerca de 12cm, mas as maiores também funcionam bem. Para brincar com os piaus usei vara e molinete na casa das 18lb com linha 20lb. Outras providências que tomarei quando voltar lá serão arranjar um motor elétrico (isso aumenta muito a performance do guia e o rendimento da pesca) e levar a esposa, pois embora a estrutura não seja de luxo, é suficiente para garantir diversão e descanso de qualidade para ela também. Valeu pessoal, abraço e sorte nas pescarias!

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