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Encontrado 14 registros

  1. Boa tarde pessoal! Eu aumentei muito meus índices de captura de peixes de ceva , especialmente piaparas, deixando o milho azedar, e depois o cozinhando na beira do rio na hora da pescaria, usando um pouco de gordura de carne, na hora do cozimento, a gordura derrete fica no milho, e nos primeiros instantes que cai na agua, atraí o peixe.Fiz até um vídeo demonstrando está no meu canal no youtube! Gostaria de trocar informações , ouvir sugestões, !!! Forte abraço
  2. Buenas, amigos pescadores. Esta é sobre a minha primeira pescaria no Rio Uruguai, em um lugar que há muito queria conhecer, a pequena porém bela Porto Xavier, na Divisa do Rio Grande do Sul com a Argentina, Região das Missões. Em setembro passado, na segunda quinzena do mês, aproveitando uma viagem a trabalho, emendei uns dias de folga, para conhecer a Pousada do Biguá, do amigo Sandro. A pousada fica no centro da cidade. Pela manhã os barcos saem da rampa do porto e sobem uns 20 minutos até os pontos de pesca. O almoço geralmente é em algum sítio na beira do rio, tudo previamente acertado. Não é nenhum resort de luxo, mas tem o conforte necessário para boas noites de sono, ótima comida, embarcações seguras e ótimos guias. Na foto abaixo, uma lembrança de outros tempos, quando o dourado e o pintado (surubim) não eram protegidos no Rio Grande do Sul: Coitada da minha filha, levou um baita susto quando olhou para cima. Pescamos por dois dias e meio em uma situação complicada: Chuva no primeiro dia, água mais turva do que o esperado para a época e ainda um frio teimoso, já que o inverno passado foi bem longo no Sul. O foco principal eram os dourados, mas pedi para o guia cevar um ponto para tentarmos umas piaparas (piavas) também. Além de nós, havia outra embarcação com pescadores paranaenses. Em resumo, não saiu nenhum gigante, mas não faltaram ações. Navegando para o ponto, com o guia Mauro. Frio e tempo fechado. Rio Uruguai em um trecho de remanso. Os pontos de pesca ficam em locais com bastante corredeira. Começamos pescando com tuviras. Poucas ações pela manhã e nenhuma captura. Após o almoço, tentamos com iscas artificiais. Testamos alguns modelos até chegar na inna 90. Com ela não falhava uma rodada! Sempre tinha ação, na maioria das vezes com o dourado escapando no pulo. Tivemos 3 capturas naquela tarde, mas de exemplares pequenos. Tentamos as piaparas, mas sem sucesso. Primeiro douradinho, um bebê. Esse aí, já um pouco melhor. Não tirei foto da terceira captura, mas estava no mesmo padrão. No segundo dia o tempo melhorou e a água começou a baixar. Novamente só queriam a inna 90. Como a água estava mais limpa, dava para ver alguns ataques. Algumas vezes dois exemplares atacavam ao mesmo tempo, mas sempre peixes pequenos. Muitas fugas no pulo; perdi a conta de quantas. Também tentamos na isca viva para tentar um exemplar maior, mas só achamos pequenos. Neste dia nos dedicamos um pouco mais às piaparas. Embora não fosse a época, eu queria muito fisgar uma. Depois de um tempo, conseguimos: Pequena para os padrões do Rio Uruguai, mas já foi uma excelente briga. No último dia, pescamos só pela manhã e nos dedicamos aos dourados com iscas artificiais. Novamente a inna estava imbatível para atraí-los, mas a grande maioria escapava. Só capturamos um, mas foi o troféu da viagem: A outra embarcação alcançou mais ou menos a mesma média, porém usaram apenas iscas vivas. Foi abaixo da média do lugar, mas acima da média da maioria dos rios brasileiros. Uma baita diversão, mesmo o tempo não colaborando. Afinal, melhor um dia difícil de pesca do que um bom de trabalho rsrsrsrsrs. Destaco a dedicação do Sandro e dos guias em bem atender e encontrar o peixe. Ver a vontade deles nos anima naqueles momentos em que o peixe resolve não atacar. A temporada 2019 promete, ainda mais agora que estou morando no beira do Rio Uruguai. Grande abraço e sorte a todos! Equipamento: - Para iscas vivas, usei vara Hunter Fish 30lb com carretilha Lubina Ocean Big Game, com multifilamento 40lb, leader de fluorcarbono e empate de um palmo; anzol 7/0. (Era o que eu tinha à mão, mas para rodada com iscas vivas, prefiro monofilamento. Tenho a impressão que enrosca menos) - Para iscas artificiais, usei vara Black Widow, com carretilha Lubina GTO, com multifilamento de 30lb, leader de fluorcarbono e empate de uns 10 cm. Testamos várias iscas e tamanhos, mas tivemos resultados (e muitos) na Inna 90 pro tunned na cor vermelha e branca. Para as próximas pescarias, troquei as garateias por anzóis singelos. Espero que a média de capturas melhore já que com as garateias, consegui embarcar 1 em cada 3 fisgados. - Piaparas: Vara evolution 14lb com molinete e multifilamento de 20lb, fluorcarbono de 30 lb e anzol chinu número 5. Usamos milho cozido como isca. Interessante é que por aqui alguns guias evitam usar quirela de milho como ceva, para atrair menos "roedores", como os piaus. Até a próxima!
  3. Na região onde vivo, no Vale do Paraíba, é muito comum a pesca de piavas usando frutas como iscas. Isso vem de muito antes do advento dos pesqueiros, onde hoje se usam estas iscas. As mais usadas são o abacate, a banana, a goiaba, o melão, o tomate e mais outras frutas, sempre tentando oferecer a isca que as danadas querem no dia. Eu já tinha colocado duas matérias na extinta revista Troféu Pesca e, mais recentemente, uma na Revista Pesca & Companhia sobre o assunto, mas já tem um tempo que venho prometendo colocar aqui as orientações para esta modalidade de pesca. Então, segue o tópico aproveitando as fotos da última matéria, que saiu na edição nº 204 da Pesca & Companhia. Nosso glorioso rio ainda oferece jornadas muito boas, sobretudo na pesca de piavas, com dias de muitas capturas, mas também com dias de nenhuma. Contudo, dificilmente uma jornada falha a ponto de zerar o número de peixes no dia, desde que se esteja preparado para que algum sucesso seja alcançado. O que aqui fazemos não é pescar com ceva, ou cevando enquanto se pesca. Então, a mais evidente vantagem em termos de preparo é pescar embarcado, vez que assim se pode mudar de ponto a cada lapso de tempo entre dez e quinze minutos, favorecendo bastante para encontrar o peixe. Contudo, nada impede de se pescar desde a barranca, pois mesmo assim ainda é possível boa jornada. Pescando embarcados, o que fazemos de início é subir o rio até onde der, para em seguida, começar a descer, parando de ponto em ponto, sempre naqueles mais promissores, não permanecendo por mais de dez a quinze minutos se não houver ação. Havendo ação, permanecemos enquanto os peixes demonstrem alguma atividade para só abandonar o ponto quando já não houve ação. Em um bom dia de pesca, a jornada se realiza em único ponto, não demandando ficar procurando. Por outro lado, em dia de pouca atividade, acabamos por repetir pontos onde tenha havido algum sinal, ainda que fraco, de peixe. Pescando desembarcado, o melhor a fazer é levar alguma ceva para ir jogando no rio, vez que se perde a mobilidade, fundamental, para este tipo de pesca. Na foto abaixo dá para se perceber na margem esquerda do rio, a estrada atrás da fraca mata ciliar, onde há postes denunciando-a. Esta estrada liga Guararema a Santa Branca e tem um pequeno trecho de asfalto (mais perto de Guararema) e cerca de 15 Km de terra batida, com uma boa parte do percurso bem próxima à margem do rio (igual ao que se pode ver na foto), facilitando encontrar algum que outro ponto de acesso livre para pescar. De mesmo modo, na margem direita do rio, há a estrada de terra batida que liga Guararema a Jacareí, com um percurso de aproximadamente 22 Km, onde se repetem as possibilidades, mas é uma estrada praticamente sem manutenção, com menos movimento, mas sempre muito ruim, sobretudo em tempos de chuva. Na foto abaixo, demonstro como fazemos para deixar as varas de espera. Tenho uma ripa de madeira que se encaixa entre as bordas do barco e que fica servindo de apoio para as varas, que podem ser de duas a quatro, ou até mais, em espera. Agora, a mostrar como se colocam as iscas nos anzóis. Primeiro fazemos um chicote, que aqui na região é conhecido pelo curioso nome de "chuveirinho", onde se empatam de três a quatro anzóis variando de tamanho nº 10 a nº 12, tipo maruseigo ou outro equivalente, de maneira que depois de a linha trançada reste um laço na extremidade contrária à dos anzóis. Mais à frente se percebe a importância deste "laço". É fundamental montar, de maneira que quando se estica o conjunto os anzóis fiquem na mesma distância da outra extremidade, alinhados. O comprimento do chicote pode variar entre 20 cm até 60 cm, sempre dependendo do gosto do peixe. Este "chuveirinho" pode ser confeccionado de antemão, na véspera, ou até mesmo o pescador já os ter prontos há mais tempo. Eu os tenho prontos. Também será importante que tenham comprimentos variados, para que cada um, conforme a correnteza apresente um movimento diferenciado para chamar a atenção dos peixes. Obs. a linha usada para demonstração é escura justamente para que saia bem visualizável nas fotos. No momento não tenho fotos de como cortar e iscar abacate, mas é bastante parecido com o que abaixo se vê com a banana, partindo sempre da casca para a polpa, mantendo-se a casca para ajudar a firmar a isca no chuveirinho. No caso da banana, há dois modos de cortar e de iscar, conforme se utiliza as pontas e as partes do meio da fruta. É deveras importante saber o ponto de maturação das iscas para que estas não se desfaçam e se soltem muito facilmente dos anzóis. Então, nunca se deve usar fruta muito madura, mas sim aquelas em começo de maturação, ainda com alguma firmeza de tecido. No caso do abacate tem de ser ainda um pouco mais firme, de sorte que para reconhecer o ponto certo é preciso apertar a casca sem que esta ceda muito facilmente. Na verdade, se o abacate estiver no ponto para ser consumido, já passou do ponto para servir de isca. Reparem que para a parte da ponta, o tratamento de corte é diferente para as partes do meio da banana, sempre deixando uma parte com a casca, para dar maior firmeza na contenção no anzol. Em seguida, precisaremos de uma pequena ferramenta de perfuração que tenha a ponta com uma ranhura que permita enroscar a linha por aquele "laço" mais acima já demonstrado. Então, tanto pode ser uma ferramenta feita de forma artesanal com um pedaço de arame, como uma agulha de crochê, tal como se pode ver abaixo. Aqui, a maneira correta de perfurar as iscas e, depois, enroscar a linha do conjunto de anzóis na farpa do perfurador Depois de enroscar a linha, puxá-la por dentro da isca, transpassando-a, tal como se demostra abaixo Seguir puxando a linha, trazendo os anzóis até a isca Enterrando os anzóis de forma cruzada, como abaixo demonstrado Enterrar os anzóis até que restem bem escondidos dentro da isca. Isso é necessário, tanto para camuflar os anzóis, como para melhor conter a frágil isca Finalmente, temos aqui, um conjunto já montado e pronto para o arremesso. Enquanto fico na espera de ações, vou deixando vários chuveirinhos já iscados com mais de uma opção de fruta, de sorte que uma vez perdida uma isca já tenho outra pronta para o arremesso, bastando apenas trocar o conjunto que está no snap com girador da linha principal. Os arremessos deverão ser a uma boa distância do barco, podendo ser além dos trinta metros, mas nunca é má ideia deixar de lançar um conjunto um pouco mais perto. Então, o que faço é lançar cada conjunto a uma distância diferente da do outro para que as linhas não se cruzem ou enrosquem. O peso do chumbo vai sempre adotado considerando-se o volume e força da correnteza, pois o conjunto precisa alcançar o fundo do rio. E, fazendo tudo da forma apresentada e pescando certinho, os resultados podem vir a ser assim: É sempre bom lembrar que, apesar de raros, de vez em quando se tem a surpresa de um pacu ou tambacu capturado neste tipo de montagem, vez que eles campeiam pelo rio desde o adventos dos primeiros rompimentos de diques de pesqueiros na região. É isso aí, uai! Espero que gostem, pratiquem e depois nos mostrem os resultados em relatos aqui pra nós!
  4. netopires

    Pesca em Rosana-SP

    Boa tarde amigos, Em abril irei com uns amigos pescar em Rosana-SP, e gostaria de algumas dicas e opiniões. Alguém foi recentemente pescar por lá? Quais os peixes que mais está pegando? Ouvi muito falar de Piaparas e alguns Dourados. Algum colega tem alguma dica de piloteiro bom por lá? Caso tenham mais alguma dica, gostaria muito de saber. Um abraço. (Caso esse tópico não esteja no lugar correto, me desculpem)
  5. Bom dia amigos, Tudo bem? Na quarta-feira passada eu estava de folga e fui pilotar na pousada do meu compadre, Era 2 pescadores e amigos de Caxias do Sul/RS que pescam só piapara... Chegamos na ceva antes das 7 horas da manhã, As 8:15h da manhã + ou - comecei a batalha com algo que parecia um bagre... De repente, depois de uns 2 minutos parado no fundo a uns 30 metros do barco deu uma arrancada rio abaixo que parecia que o anzól havia enroscado em um caminhão... Tenho 230 metros de power pró 0,19 mm no meu molinete e deu para ver o fundo do carretel... Coloquei a Go Pró na cabeça e começei a dar toques de ponta de vara para fazer o peixe mudar de direção... De qualquer forma, ja estavamos nos preparando para soltar o barco, caso fosse nescessario. Bom, foram 15 minutos de muita briga, até uma piapara com mais de 6 kg virar ao lado do barco, QUASE NÃO COUBE NO PUÇA... hehehehehehe Segue o vídeo... Equipamento Utilizado: - Vara Marine Sports Evolution 10~20 lbs - Molinete Marine Sports Aluma 2000 - Linha Power Pró 0,19 mm - Arranque 3 metros de Vexter 0,37 mm (fluor) - Chumbo, stop, destorcedor, - Leader Fluor 0,47 mm (50 cm) - Anzól Chinu nº 4... É isso amigos, Espero que gostem. Forte Abraço Dio :no1: :no1:
  6. miguezalu

    Piapara frita

    Nao tem muito segredo. Abcs.!!!!!!!!!
  7. Buenas, Pescaria realizada ontem no Rio Paraná (200km do Foz do Iguacu). As piaparas Muito manhosas. So consegui fisgar uma. As acoes ocorreram somente na parte da manha, durante a tarde só um bagre suga pedras. Material utilizado: vara 20lbs, carretilha perfil baixo carregada com monofilamento 0.35mm, Ansol S. Maruseigo da MS, chumbada de 50gr e milho de isca. Abcs!!!!
  8. Fala pessoal, gostaria de compartilhar com você alguns instante da pescaria de um exemplar de Piapara com 3,2kg. http://youtu.be/iJMTPjvVm5U Abç a todos!
  9. Utilizando de uma "ferramenta" veja como é possível deixar o minhocuçu uma isca boa, ficar melhor ainda! http://youtu.be/iukrWBKz9mE Obrigado pessoal!
  10. Fala pessoal, quero compartilhar com você uma forma diferente de iscar caramujos, estou iscando em cubos. Estou usando para pesca de piapara com bons resultados. Assine o canal, e acompanhe os vídeos! http://youtu.be/e9LP1wD8j3c Valeu, grande abç a todos! ATENÇÃO: Esses Caramujos não foram capturados na natureza, foram comprados em lojas do ramo. Assim não havendo perigo de incidente!!!
  11. Acho que todo mundo que pescou Piapara já deve ter utilizado Filé de Frango na pescaria, cortado aquele pedacinho e iscado, certo?!!? Mas já pensou em usar um iscador de Camarão? Isso mesmo! É possível dar uma turbinada na sua isca usando um iscador de Camarão. http://youtu.be/22GnIV4_rAk Gostaria de agradecer a todos os amigos, pelo espaço! Abç
  12. ....Olá amigos do fórum, sou novo por aqui, gostaria de saber onde pescar piapara aqui na região da capital da fumaça (São Paulo)
  13. Vesuvio

    Pesca de Piapara

    Caros amigos pescadores, primeiramente um bom dia a todos. Sou novo por aqui, porém pesco há algum tempo já... Estou à procura de equipamento de pesca da piapara, na verdade procuro uma varinha que seja bastante sensível, pois a bichinha é sacana pra tirar a isca imperceptivelmente... Aceito sugestões caros pirangueiros... Flavio

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