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Encontrado 18 registros

  1. Boa tarde pessoal! Eu aumentei muito meus índices de captura de peixes de ceva , especialmente piaparas, deixando o milho azedar, e depois o cozinhando na beira do rio na hora da pescaria, usando um pouco de gordura de carne, na hora do cozimento, a gordura derrete fica no milho, e nos primeiros instantes que cai na agua, atraí o peixe.Fiz até um vídeo demonstrando está no meu canal no youtube! Gostaria de trocar informações , ouvir sugestões, !!! Forte abraço
  2. E ai pescadores, saudações!!! Visto que muitas das vezes se tem aquela dúvida em: " como se preparar uma massa especial para aquela espécie específica. " Segue algumas das minhas receitas para você obter um melhor desenvolvimento as margens de rios, represas, açudes. " Se alguém tiver uma RECEITA ESPECIAL, por favor compartilhe seus conhecimentos e conte-nos o segredo! " A PROPORÇÃO ESTÃO DESCRITAS PRA UM DIA DE PESCA =) E SEM DESPERDÍCIO!!! Massa rápida - Dois miolos de pão francês fresco; - Um queijo fedorento Amassar bem o miolo do pão com o queijo . Fazer no dia da pescaria. Massa boa para lambaris, pacu-prata, piau etc. Tilápias, Carpas Capim, Húngara e Espelho e Catfishs - Três quilos de ração de peixe Guabi, comum em pó; - Um quilo de ração de peixe Guabi, carnívora em pó; - ½ quilo de farinha de peixe; - ½ quilo de farinha de sangue; - 550 g de açúcar cristal.- 700 gramas de farinha de mandioca crua - Uma colher de chá de corante vermelho Fazer a massa com a água do lago. Curimbatá, Curimatá e Papa-terra -Fazer uma ceva com farinha de trigo, -água do rio, -misturar e bater bem com a mão, -vai ficar um leite grosso. -Massa: -farinha de trigo, -água do rio, -misturar e amassar bem, ficar a ponto de fios, fazer fios e enrolar no anzol. Pacu - Um quilo de ração para peixe (bater no liquidificador) úmida; - 100 g de queijo ralado; - 200 g de farinha de mandioca crua; - 100 g de farinha de trigo. Amassar bem, caso for necessário use água do lago até dar ponto. Massa para carpas “na natureza" - Seis copos do tipo americano de farinha de milho; - Três copos do tipo americano de farinha de mandioca crua; - Cinco copos de açúcar. - Dois litros de água mineral ou da represa Preparo: Ferver a água com o açúcar, desligar o fogo, colocar a farinha de milho, mexer bem, em seguida colocar a farinha de mandioca, mexer e amassar até dar liga. Atenção: Fazer a ceva com milho maduro e pedaços de mandioca, acondicionar em pequenos sacos de tela. Hoje também se pesca com milho maduro cozido, colocar em um vidro com a sua água para azedar. Carpa-cabeçuda - Um quilo de batata doce sem casca (espremer com as mãos); - 200 g de farinha de mandioca; - 100 gs de açúcar cristal; - 10 paçocas de amendoim. Juntar tudo sem amassar muito, massa sem liga. Não usar água. Massa de fundo para todos os peixes - Um quilo de ração de peixe moída; - 200 g de farinha de mandioca; - 100 g de farinha de trigo; - Usar água até dar liga. Pode adicionar: suco de goiaba ou maracujá, groselha ou queijo ralado. Massa para peixes redondos - Um pacote de refresco em pó (morango, uva, etc); - Um quilo de farinha de mandioca crua; - 500 g de farinha de trigo; - Um pacote de queijo parmesão ralado. Misturar, fazer bolinhas, e cozinhar em água fervente até que as mesmas subam. Após o cozimento, passar em farinha e acondicionar para utilização. TILÁPIA A SEU MODO!!!!!!!!!!!!!!! Em virtude das inúmeras alternativas para se fazer massa para tilápias, segue algumas que conheço. 01 – MASSA P/ TILÁPIA : 04 Bananas amassadas 06 Paçocas de Amendoim 50g. de Queijo Ralado 01 Batata Doce ( cozida e amassada ) 02 Colheres de Mel 04 Colheres de Achocolatado em Pó 01 Ovo ( clara e gema ) MODO DE PREPARO : Misture tudo e faça bolinhas de aproximadamente 1 centimetro de diâmetro. Obs.: Você pode variar um pouco, passando as bolinhas prontas em brocais dourados ou prateados. 02 – MASSA P/ TILÁPIA : 500g de Farinha de Trigo 200g de Farinha de Mandioca 100g de Queijo Parmesão Ralado ½ copo de Groselha ou 01 pct. de suco em pó de Morango MODO DE PREPARO : Misture tudo e vá colocando água quente até dar o ponto de massa. Faça rolinhos semelhantes a de um nhoque com comprimento de uma caneta e coloque-os em água fervendo. Assim que eles boiarem, retire-os com uma escumadeira e deixe esfriar. Corte os rolinhos em pequenos pedaços de 1 cm. E passe na farinha de mandioca para não grudarem uns nos outros. 03 – MASSA P/ TILÁPIA : 400g de Farinha de Trigo 100g de Farinha de Mandioca 50g de Queijo Ralado 01 Envelope de Erva Doce MODO DE PREPARO : Misture tudo e acrescente água quente para dar liga na massa. Faça bolinhas mais ou menos do tamanho do anzol e coloque-as para cozinhar em água fervente. Assim que elas subirem para a superfície, retire-as e as coloque em um recipiente com farinha de rosca. Guardar em uma lata bem fechada. 04 – MASSA P/ TILÁPIA : 300g de Ração Flutuante p/ peixe 200g de Ração de Coelho 100 g de Farinha de Trigo 02 Paçocas de Amendoim MODO DE PREPARO : Amasse as rações até virarem pó. Misture o resto dos ingredientes e amasse bem e adicione um pouco de água quente para dar liga. 05 – MASSA P/ TILÁPIA : 200g de Farinha de Trigo 01 Colher (sopa) de Achocolatado em Pó 04 Paçocas e Amendoim 01 Banana Nanica crua e amassada. MODO DE PREPARO : Amasse e misture tudo até ficar em ponto de massa. Espero que isto ajude pelo menos um de vocês! kkkkk visto que aqui tem muitos feras! Abraços.
  3. Na região onde vivo, no Vale do Paraíba, é muito comum a pesca de piavas usando frutas como iscas. Isso vem de muito antes do advento dos pesqueiros, onde hoje se usam estas iscas. As mais usadas são o abacate, a banana, a goiaba, o melão, o tomate e mais outras frutas, sempre tentando oferecer a isca que as danadas querem no dia. Eu já tinha colocado duas matérias na extinta revista Troféu Pesca e, mais recentemente, uma na Revista Pesca & Companhia sobre o assunto, mas já tem um tempo que venho prometendo colocar aqui as orientações para esta modalidade de pesca. Então, segue o tópico aproveitando as fotos da última matéria, que saiu na edição nº 204 da Pesca & Companhia. Nosso glorioso rio ainda oferece jornadas muito boas, sobretudo na pesca de piavas, com dias de muitas capturas, mas também com dias de nenhuma. Contudo, dificilmente uma jornada falha a ponto de zerar o número de peixes no dia, desde que se esteja preparado para que algum sucesso seja alcançado. O que aqui fazemos não é pescar com ceva, ou cevando enquanto se pesca. Então, a mais evidente vantagem em termos de preparo é pescar embarcado, vez que assim se pode mudar de ponto a cada lapso de tempo entre dez e quinze minutos, favorecendo bastante para encontrar o peixe. Contudo, nada impede de se pescar desde a barranca, pois mesmo assim ainda é possível boa jornada. Pescando embarcados, o que fazemos de início é subir o rio até onde der, para em seguida, começar a descer, parando de ponto em ponto, sempre naqueles mais promissores, não permanecendo por mais de dez a quinze minutos se não houver ação. Havendo ação, permanecemos enquanto os peixes demonstrem alguma atividade para só abandonar o ponto quando já não houve ação. Em um bom dia de pesca, a jornada se realiza em único ponto, não demandando ficar procurando. Por outro lado, em dia de pouca atividade, acabamos por repetir pontos onde tenha havido algum sinal, ainda que fraco, de peixe. Pescando desembarcado, o melhor a fazer é levar alguma ceva para ir jogando no rio, vez que se perde a mobilidade, fundamental, para este tipo de pesca. Na foto abaixo dá para se perceber na margem esquerda do rio, a estrada atrás da fraca mata ciliar, onde há postes denunciando-a. Esta estrada liga Guararema a Santa Branca e tem um pequeno trecho de asfalto (mais perto de Guararema) e cerca de 15 Km de terra batida, com uma boa parte do percurso bem próxima à margem do rio (igual ao que se pode ver na foto), facilitando encontrar algum que outro ponto de acesso livre para pescar. De mesmo modo, na margem direita do rio, há a estrada de terra batida que liga Guararema a Jacareí, com um percurso de aproximadamente 22 Km, onde se repetem as possibilidades, mas é uma estrada praticamente sem manutenção, com menos movimento, mas sempre muito ruim, sobretudo em tempos de chuva. Na foto abaixo, demonstro como fazemos para deixar as varas de espera. Tenho uma ripa de madeira que se encaixa entre as bordas do barco e que fica servindo de apoio para as varas, que podem ser de duas a quatro, ou até mais, em espera. Agora, a mostrar como se colocam as iscas nos anzóis. Primeiro fazemos um chicote, que aqui na região é conhecido pelo curioso nome de "chuveirinho", onde se empatam de três a quatro anzóis variando de tamanho nº 10 a nº 12, tipo maruseigo ou outro equivalente, de maneira que depois de a linha trançada reste um laço na extremidade contrária à dos anzóis. Mais à frente se percebe a importância deste "laço". É fundamental montar, de maneira que quando se estica o conjunto os anzóis fiquem na mesma distância da outra extremidade, alinhados. O comprimento do chicote pode variar entre 20 cm até 60 cm, sempre dependendo do gosto do peixe. Este "chuveirinho" pode ser confeccionado de antemão, na véspera, ou até mesmo o pescador já os ter prontos há mais tempo. Eu os tenho prontos. Também será importante que tenham comprimentos variados, para que cada um, conforme a correnteza apresente um movimento diferenciado para chamar a atenção dos peixes. Obs. a linha usada para demonstração é escura justamente para que saia bem visualizável nas fotos. No momento não tenho fotos de como cortar e iscar abacate, mas é bastante parecido com o que abaixo se vê com a banana, partindo sempre da casca para a polpa, mantendo-se a casca para ajudar a firmar a isca no chuveirinho. No caso da banana, há dois modos de cortar e de iscar, conforme se utiliza as pontas e as partes do meio da fruta. É deveras importante saber o ponto de maturação das iscas para que estas não se desfaçam e se soltem muito facilmente dos anzóis. Então, nunca se deve usar fruta muito madura, mas sim aquelas em começo de maturação, ainda com alguma firmeza de tecido. No caso do abacate tem de ser ainda um pouco mais firme, de sorte que para reconhecer o ponto certo é preciso apertar a casca sem que esta ceda muito facilmente. Na verdade, se o abacate estiver no ponto para ser consumido, já passou do ponto para servir de isca. Reparem que para a parte da ponta, o tratamento de corte é diferente para as partes do meio da banana, sempre deixando uma parte com a casca, para dar maior firmeza na contenção no anzol. Em seguida, precisaremos de uma pequena ferramenta de perfuração que tenha a ponta com uma ranhura que permita enroscar a linha por aquele "laço" mais acima já demonstrado. Então, tanto pode ser uma ferramenta feita de forma artesanal com um pedaço de arame, como uma agulha de crochê, tal como se pode ver abaixo. Aqui, a maneira correta de perfurar as iscas e, depois, enroscar a linha do conjunto de anzóis na farpa do perfurador Depois de enroscar a linha, puxá-la por dentro da isca, transpassando-a, tal como se demostra abaixo Seguir puxando a linha, trazendo os anzóis até a isca Enterrando os anzóis de forma cruzada, como abaixo demonstrado Enterrar os anzóis até que restem bem escondidos dentro da isca. Isso é necessário, tanto para camuflar os anzóis, como para melhor conter a frágil isca Finalmente, temos aqui, um conjunto já montado e pronto para o arremesso. Enquanto fico na espera de ações, vou deixando vários chuveirinhos já iscados com mais de uma opção de fruta, de sorte que uma vez perdida uma isca já tenho outra pronta para o arremesso, bastando apenas trocar o conjunto que está no snap com girador da linha principal. Os arremessos deverão ser a uma boa distância do barco, podendo ser além dos trinta metros, mas nunca é má ideia deixar de lançar um conjunto um pouco mais perto. Então, o que faço é lançar cada conjunto a uma distância diferente da do outro para que as linhas não se cruzem ou enrosquem. O peso do chumbo vai sempre adotado considerando-se o volume e força da correnteza, pois o conjunto precisa alcançar o fundo do rio. E, fazendo tudo da forma apresentada e pescando certinho, os resultados podem vir a ser assim: É sempre bom lembrar que, apesar de raros, de vez em quando se tem a surpresa de um pacu ou tambacu capturado neste tipo de montagem, vez que eles campeiam pelo rio desde o adventos dos primeiros rompimentos de diques de pesqueiros na região. É isso aí, uai! Espero que gostem, pratiquem e depois nos mostrem os resultados em relatos aqui pra nós!
  4. Fala povo, ontem fui fazer uma pescaria de ultra light, há muito tempo que não pescava de UL, um dia em que fez as 4 estações do ano em uma dia só, apesar de ter várias espécies nesse lago somente os piaus estavam ativos, os demais sumiram. Mas deu para fazer um brincadeira bem gostosa nas ULs. PLAY EM HD
  5. Samuel Piva

    Ajuda com Pescaria

    Boa noite, sou novo aqui no grupo e não sei se estou postando isso no lugar certo.... Desculpa qualquer coisa. Meu pai tem um sitio em MG e perto do sitio passa o Rio Lourenço Velho que é um afluente do rio sapucaí... Porem não faz muito tempo que meu pai adquiri-o o sitio e não tenho experiência com pesca em rios. E moradores próximo ao rio pescam nele mas só que eles pescam com uma especie de armadilha (covo) e eles pegam curimbatá, piau, lambari, mandi e cascudo. (Tem boatos que já pegaram até DOURADO de 7k mas não sei se é verdade) Eu gostaria de estar pescando Curimbatá e Piau na vara (carretilha, molinete, bambu...) mas não sei quais tralhas usar e como cevar o local. Tentei pescar uma vez mas não tirei nada do rio... E o rio tem uma correnteza razoável o que prejudicou a minha pescaria por não ter nenhuma experiência com lugares assim. Galera da um HELP ai com dicas de tralhas, sistemas, cevas qualquer coisa. Valeu!
  6. Galfrienf

    Dicas fisgar piau!

    Bom dia! Sou novo no forum e iniciante na pesca, a muito tempo venho acompanhando as publicações do site e tenho algumas dúvidas e gostaria da ajuda de todos. Sou de Juiz de Fora - MG e pesco no Rio do Peixe, na altura da cidade de Monte Verde. Aqui possui belos exemplares de Piau que variam de 800g a 5kg. No poço que pesco tem três cevas, duas flutuantes, uma com milho e outra com restos de comida, carne e derivados e uma terceira ceva submersa com banha de galinha. MATERIAL: vara de molinete, linha 35, chumbada média e anzol próprio para Piau e isco com banha de galinha (percebo que tem mais ataques com essa isca). RELATO: Durante a pesca eu percebo que o peixe esta beliscando a isca mas não esta levando, a minha dúvida e a seguinte o que fazer na hora que o peixe mexe na isca? Qual a hora certa de dar a fisgada? Devo pegar a vara na mao e tentar fisgar quando percebo que ele belisca a isca? Obrigado
  7. Eae pessoal vou fazer a pesca de alguns piaus e umas curimbas. Que equipamento me recomendam? Gostaria mesmo de saber sobre algumas receitas de massas que fiquem meio soltas, pois vou usar um chuveirinho xerife. Estou no aguardo.
  8. Pescaria de sábado passado galera, meu tio estreou seu molinete novo um Paoli Imperador, e apesar da rusticidade ele se demonstrou um bom equipamento para quem pesca os brutos de couro. Testei meu Shimano ix4000 que apesar de ser um molinete se baixo custo se demonstrou um excelente equipamento tanto no arremesso quanto no trabalho com o peixe.
  9. Esta série de vídeos nós fizemos de algumas pescarias que realizamos com caiaque, modalidade muito bacana só que um pouco sofrida se for enfrentar correnteza.
  10. Nesse dia mais um milagre aconteceu, o mesmo anzol super strong marine que abre com qualquer piau, justamente o próprio que esta nesse vídeo. Meu tio pescando com um alevino de lambari de isca, tentando fisgar um piau, acabou por ferrar um, mas quando fez isso uma cachorra engoliu o piau e o anzol minúsculo fisgou ela na boca, começou uma briga fenomenal. Milagres acontecem.
  11. Pessoal, boa tarde! Gostaria de saber como está a pescaria de dourados, matrinxãs, piaus, etc no Rio São francisco em Três Marias.Alguém conhece os pontos mais piscosos? Aguardo!
  12. Fala gente! Hoje não moro mais em Manaus, mas gostaria de falar da última pescaria que fiz por lá; na verdade, no Rio Uatumã, que não é tão perto assim. (Uns 150 Km de asfalto e uns 40 de terra até a rampa para descer o barco). O Rio Uatumã é o formador do lago de Balbina, onde costumava pescar, porém, após a última corredeira (corredeira da morena), o rio muda muito de perfil e passa a ser de planície, com muitos lagos e possibilidades de captura de tucunarés de bom tamanho, que não são encontrados na represa. A pesca foi no fim de novembro. A primeira e única vez que estive por lá. Pude aprender bastante sobre o local e, se voltar a pescar lá, estarei melhor preparado, mesmo assim pescaria foi ótima, mesmo perdendo alguns bons exemplares. Acertei a pescaria com um guia local indicado pelo Vicente, da pousada Vicanas. Saí de Manaus na sexta a tarde, passei a primeira noite na Vicanas e na madrugada de sábado encontrei o guia Elias e partimos para o rio. Da vila até a rampa são uns 40 km de terra, mas a estrada estava boa. Descemos o barco e partimos. Existem algumas pousadas rio abaixo, há umas 2 horas no motor 15hp. Foi em umas dessas que ficamos. Não tinha reserva porque nem telefone pegava por lá, mas conseguimos umas vagas e a estrutura era suficiente para dormir e comer bem. Descendo o Uatumã. Descemos já parando em alguns pontos para chegar lá pelas 11hs na pousada. Percebemos que a água estava subindo rapidamente, ou seja, haviam aberto as comportas da represa, o que interfere no comportamento dos peixes. Talvez por isso eles estavam um pouco manhosos, mas acabaram aparecendo. O primeiro peixe foi essa bicudinha, mas antes dela tivemos ação de 2 tucunarés, sendo que um bom exemplar me fez entrar na água mas deixou a isca nas galhadas e partiu. O aruanã apareceu no mesmo lago que a bicudinha. O jumping stick do Nelson Nakamura realmente é muito atrativo. Acho que este foi o primeiro tucuninha. Popocas deste porte apareceram às dezenas. Ao longo do rio os cenários vão se alternando muito: de áreas alagadas a barrancos rochosos, argilosos ou arenosos. Até a cor da água dos lagos é diferente entre uns e outros, mesmo quando estão próximos. Geralmente a coloração e o comportamento dos peixes variam em cada ambiente. Barranco alto e arenoso. Saíram alguns paquinhas ao longo deste ponto. Até a vegetação varia de acordo com o tipo de solo das margens. Guia Elias com um paquinha. Outro paquinha. Um pouco mais escuro por sr de um lago com águas mais escuras. Chegando a pousada, descobrimos que deveríamos levar algum peixe para a mistura pois a pousada dispunha apenas de arroz, feijão, macarrão e farinha. Aliás, é recomendado que o pescador leve seus itens de conforto e algum gênero alimentício para conforto próprio. Por ser um local distante a logística é prejudicada. Como havíamos soltado todos os peixes, resolvi verificar se no barranco da pousada havia algum peixe forrageiro. Era só afundar um grão de milho ou uma bolinha de farinha de trigo que batia um piau ou um pacu prata. Prá quem gosta dá prá passar o dia se divertindo na pingadinha; além de garantir o almoço. A tarde foi prejudicada pela subida das águas, mas saíram alguns exemplares pequenos. No outro dia a água começou a baixar. Dava para ver mais movimento de peixes, mas eles continuavam manhosos. Talvez por baixar rápido demais a mudança nas condições de visibilidade e pressão da água afetaram os peixes; algumas vezes os exemplares, inclusive alguns bem grandes batiam nas iscas sem abocanhá-las. Vi um grande açu, certamente com mais de 7 kg seguir uma isca de superfície bem em frente ao barco, subir meio desconfiado e bater com a boca fechada. A isca enroscou na cara dele mas acabou saindo fácil. Foi uma pena pois não tive outra chance igual para capturar um exemplar daquele porte. Talvez se eu tivesse parado a isca e jogado um jig na cara dele, o bicho tivesse abocanhado, mas quem vai pensar isso na hora? Mas valeu só de ver o peixão subir até a superfície. Era tão colorido que parecia um daqueles animais do filme do Avatar rsrsrs. Em um lago próximo encontramos outros exemplares, de tamanho bom mas com a coloração mais opaca. Esse eu precisei buscar no fundo. Inclusive, isso é muito comum no Uatumã devido a quantidade de estruturas. Depois do almoço, todos os dias, enquanto o guia tirava um cochilo eu ficava no barco, amarrado na sombra. Entra um cochilo e outro me divertia com os piaus flamengos; alguns de tamanho bom. Algumas vezes apareciam alguns animais amazônicos, ou nós os encontrávamos como é o caso dos morcegos a ariranhas a seguir: No último dia pescamos apenas durante a manhã. Os peixes já estavam mais ativos e apareceram algumas espécies diferentes. E outros tucunarés: Ainda vimos uma cena interessante: Um pouco acima da entrada de uma lago, enquanto paramos para dar uns pinchos, vimos um peixe bater forte perto do barranco e jogar água alto. Então uma bicuda de uns 2 palmos saiu pulando em linha reta rumo ao meio do rio e atrás dela a onda do peixão. Uns 20 metros depois o predador alcançou ela e fez um grande rebojo na água, depois disso ficou uma calmaria. Arremessei várias vezes em cima mas certamente ele havia pego a bicuda. Até hoje fico imaginando o tamanho do tucunaré que fez aquilo e pensando em voltar ao ponto rsrsrsrs Depois chegamos a rampa, carregamos o barco, voltamos para Balbina e eu segui para Manaus. Fica a imagem da bela corredeira da Morena: Equipamentos: Usei o mesmo de sempre: Varas de 30lb, carretilhas rápidas e de perfil baixo e linhas multi de 30 ou 40lb com líderes de 50 e 60lb. Esse equipamento geralmente é adequado e aguenta bem, desde que o pescador não force, tenha paciência e disposição para entrar na água e tirar alguns exemplares das galhadas e sempre esteja atento para desgastes na linha e no líder, para imediatamente cortar fora as partes desgastadas. Mas caso eu retorne ao Uatumã, acho que não uso mais linha 30 lb e líder de 50. O mínimo para dar uma segurança adequada é o conjunto de multi 40lb (ou mais) e líder de 60lb. Acabei perdendo 2 boas iscas na boca de bons exemplares (o que não costuma me acontecer); uma porque não verifiquei que o líder estava puído, a outra porque tinha tanto enrosco que o peixe travou a linha e, como não corria mais, o multifilamento de 30lb acabou rompendo, mesmo sem eu forçar. As iscas que mais funcionaram foram os plugs de meia água, zaras e jumping stick. Nada muito grande, cerca de 12cm, mas as maiores também funcionam bem. Para brincar com os piaus usei vara e molinete na casa das 18lb com linha 20lb. Outras providências que tomarei quando voltar lá serão arranjar um motor elétrico (isso aumenta muito a performance do guia e o rendimento da pesca) e levar a esposa, pois embora a estrutura não seja de luxo, é suficiente para garantir diversão e descanso de qualidade para ela também. Valeu pessoal, abraço e sorte nas pescarias!
  13. Amigos pescadores me deêm dicas de bons lugares p pescar na reiagão de marilia hehehe irei p lá passar uma semaninha na casa da madrinha da mulher e adivinha???? GANHEI O ALVARÁ PARA PESCAR HEHEHEHEEEEEEEEEE!!!! trairas tucunas dourados kkkk qualquer peixe na natureza!!!! Há to levando o caiaque!!!!!! hehehehe!!!!
  14. E ae galera... esse relato é especial para quem insiste nas iscas artificiais, que apesar de pouca técnica, tem muita vontade... insistência e humildade para estar sempre aprendendo. Afinal, não existem regras nessa arte, sim algumas artimanhas, mas essas o fórum e a interação ajudam a disseminar... Vamos la, com uma tarde promissora e o pesqueiro vazio, uma combinação que não tem como deixar um pescador infeliz eu cheguei ao meu quintal para mais uma jornada... comecei tentando umas tilapinhas na vara lisa, afinal, tinha prometido peixe pra janta... Saíram as que precisava para garantir a mistura e depois parti para a diversão, traíras com plugs... como de costume, comecei com a zig zarinha e nada... apesar de ver algumas trairas saindo assustadas quando encostei na margem... Sem resultados depois de varios arremessos para ambos os lados do lago que estava, pescar de quina com o lago vazio tem essa vantagem... mudei para minha matadeira, a isca lelé, que alias preciso trocar as garateias e comprar outras, me deu essa alegria abaixo... Vale ressaltar que foi a estreia da minha varinha de 12lbs que me deixou bem empolgado com a esportividade... Depois dessa eu fiquei um tempo vendo o pessoal do pesqueiro passar a rede em um lago de criação e reparei que estavam caindo uns siriris na água... pensei, é a minha chance de engatar uma tilápia ou pacu na IA... nunca acertei essas especies na artificial... Depois de uma cabeleira na minha carreta, montei meu molinetinho menor e por sinal, mais véinho, e bora pinchar minhas menores iscas... tentei uns spinners da Blue Fox e nada... depois a cada punhado de ração que jogava na água, era um rebojo mais bonito que o outro... então coloquei pela primeira vez na água, minhas Tiny Torpedo, no primeiro arremesso com a cromada azul, foi um ataque e quase imediato um salto... meu sorriso já estava de orelha a orelha até que percebi que nessa meu snap abriu e la se vai a Tiny embora na boca da matrinxã... ainda tive que amargar uns 3 saltos da danada com minha isca na boca... acho que a isca soltou ou ela desistiu da briga... anyway, menos uma isca que acredito ser matadeira, já que na empolgação, troquei o snap e coloque a outra Tiny que tenho (cor de tigre) e novamente, um punhado de ração e coloquei a isca no meio... nada... outro arremesso mais a frente da concentração de peixes e recolhimento lento, nada, novamente com toques de ponta de vara, nada... Coloque as Baby Torpedo preta com listras brancas, e novamente sem sucesso... coloquei outra cor e sem resultados apelei pra Cigarrinha da Albatroz, no primeiro arremesso uma ação mas não engatou... mais uns arremessos com outra empolgação movido pela ação que tive e pucho esse danado pra fora da água... não esperava esse peixe na IA, mas fiquei bem feliz com a briga e com a variedade... O contraste da luz ficou bem legal... mas o danado do piau acabou com a garateia da Cigarrinha... Depois dessa, já estava quase na hora de levantar acampamento, mas ainda tentei uns mini cranks e outros plugs menores que tenho... enfim, não tive nada mais para relatar... Abraços!!
  15. Primeiramente gostaria de me desculpar por não ter imagens, a pesca não estava nem programada mas acabou ocorrendo... Fui levar minha esposa para fazer um curso, enquanto eu a aguardava fiquei de bobeira... Como o material estava na na mala do carro resolvi dar uma linha no cais da lapa, em Campos dos Goytacazes. Passei no mercado municipal e comprei menos de meio quilo de manjuba para brincar e passar o tempo. Ao chegar no local encontrei um senhor, de aproximadamente 50 ou 55 anos com sua varinha de bambú. "- como vai meu amigo... tá bom de peixe hoje? - que nada, só vim pegar umas piabinhas... - posso te fazer companhia, queria tentar fisgar um robalo... - chega pra cá." Enquanto eu tentava fisgar meu robalo de uns 2 kg, a varinha o senhor começou a rodar de um lado pro outro... Fiquei boquiaberta... Ele me pediu ajuda pois a varinha era pra piaba. Quando foi ver... um piau de mais de kg... Eu fiquei pasmo com o senhorzinho... Fui recolher minha linha, a mesma estava agarrada, só saiu quando arrebentou... Enquanto eu preparava novamente meu anzol, o senhor pega uma pequena moreia, resolvi iscá-la e tentar com uma isca viva, visto que não houve qualquer movimento com a manjuba. Enquanto eu aguardava e nada de movimento, o senhor pegou mais um piau, esse um pouco menor que o primeiro, talvez pouco menos de kg. Eu fui recolher a minha... agarrada de novo rsrsrsrs Fui obrigado a desistir de tentar meus robalos no local, pois haviam muitos agarradores e tentar pegar um piau também... Preparei na vara de molinete mesmo que eu tinha, coloquei o menor anzol que eu tinha e fui tentar a sorte. Mas, infelizmente, a partir de então, o rio começou a encher e inverter o rumo no local onde estávamos. O senhorzinho pegou um pequeno jundiá que soltou e eu nem beliscar beliscou rsrsrs Mas aprendi um pouco sobre a pesca do piau, conheci um senhor muito humilde cheio de experiências que compartilhou comigo na manhã de ontem. Agora, vou programar uma pescaria de piau em São Fidélis. Abraços a todos
  16. Vesuvio

    Pesca de Piapara

    Caros amigos pescadores, primeiramente um bom dia a todos. Sou novo por aqui, porém pesco há algum tempo já... Estou à procura de equipamento de pesca da piapara, na verdade procuro uma varinha que seja bastante sensível, pois a bichinha é sacana pra tirar a isca imperceptivelmente... Aceito sugestões caros pirangueiros... Flavio
  17. Amigos pescadores, bom dia! Sábado, dia 30/03 vou ir para Levy Gasparian estado do RJ em busca de Dourados, Curimbas e Piau vermelho. Porém as condições climáticas não estão agradáveis. Muito Frio, Muita chuva, chuvisco, e o rio provavelmente vai estar cheio e sujo, turvo. Queria contar com a ajuda de vocês para obter resultados nesta minha pescaria!. -Que técnica eu poderia utilizar para capturar um Dourado, Curimba? Dourado! -Qual isca , que tipo de massa, ficaria melhor para a pesca da curimba? Curimba!Piau No aguardo! Obrigado!
  18. Ola amigos, Sou novo no fórum, e a cada dia que passa me sinto mais próximo de todos vocês. Aqui, se tem, amigos, companheiros, aventureiros, loucos, fanáticos, mentirosos, exagerados, contadores de histórias em fim... PESCADORES de verdade! Ser PESCADOR é isso ai. É sujar a roupa, é ter histórias para contar, é entrar em sintonia com a natureza, e aproveitar cada segundo a beira de um rio, represa, cachoeira, açude. Ser pescador, é ser diferente do resto, e = aos outros. " Frase complexa mais com muito significado " Em fim... ser pescador, é tudo de bom e nos orgulhamos disto não é!? Um abraço a todos e ai vai alguns registros meus nesta minha vida de pescador. Um forte abraço a todos os amigos ai do Pescaki, e boa pescaria para todos nós! Fui!

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