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  1. Buenas. Estou há um tempo sem postar nada, em virtude de um período meio puxado no trabalho, mas gostaria de mandar um relatinho curto antes que acabe o ano. Logo que a pesca abriu, em março, fui com meu pai para uma pescaria rápida no Rio Brilhante, que passa perto de onde ele mora. É um belo rio, pelo qual tenho bastante carinho. Depois de um período de escassez, pintados, jaús, piaparas, pacus, barbados, piracanjubas bem grandes e dourados voltaram a dar as caras, muitas vezes em boas quantidades. Pescamos apoitados e de rodada e tivemos bons resultados em ambos. Nos poços saíam peixes de couro como palmitos e jurupenséns, e havia muita atividade de dourados e barbados. Como a água estava bem limpa, as vezes dava para ver algum dourado na água. Perdemos várias ações, mas tivemos boas capturas dos reis do rio também. Infelizmente tirei poucas fotos, estava mais focado em pilotar e remar para o velho. Durante a tarde, enquanto rodávamos em uma pedreira, acabei fisgando alguma pedra e arrebentando a linha. Como sobrou pouca, passei a pescar com iscas artificiais, principalmente plugs de meia água, com destaque para a Inna. Resultado tão bom que até valeu a pena ter perdido a linha do outro conjunto (que já estava meio velha mesmo): Em cerca de 15 minutos capturamos um bom dourado e um tambaqui! Um tambaqui no Rio Brilhante, que faz parte da bacia do Paraná... Ainda capturamos alguns douradinhos menores de barranco, mas o que me intrigou foi o tamba... Seguem algumas fotos: Esse bebezinho aí pegou em um jejum que dava quase a metade do tamanho dele. E lutou feito gente grande! Realmente é uma magnífica espécie, para mim, a mais esportiva da água doce. Outro pequenino. O "Véio" com outro, no barranco. Tá aí o maior peixe da pescaria! Pela geografia, ele não deveria estar lá. Bem, como já citei, tirei poucas fotos, o que limita um pouco a riqueza do relato. Ainda saíram uma cachorra facão, dois babados gigantes, traíras, piranhas, jurupenséns e uma arraia. Não tirei fotos da maioria e levamos um ou outro para a janta; fotos desses últimos não estariam de acordo com o fórum. Equipamento: O material usado por meu pai foi carretilha de perfil alto (uma shimano cujo modelo não recordo), carregada com monofilamento 0,45mm, pescando com tuviras. (Ele prefere um equipamento um pouco mais pesado) Eu usei Carretilha Lubina GTO Ocean Big Game com multifilamento de 40lb em uma vara MS hunter fishing para iscas naturais e uma carretilha Lubina GTO com multifilamento 30lb para iscas artificiais. A Inna 90 foi, sem dúvida o destaque, tendo atraído alguns dourados e até o tamba. Uma lição aprendida: testei várias vezes e, para pesca de rodada, deixando a isca seguir pelo fundo, o monofilamento se mostra bem melhor que o multi. Enrosca menos. Finalmente, queria deixar um questionamento para os companheiros: No Rio Brilhante, assim como em vários outros, há espécies exóticas e alócnes: além do tambaqui/tambacu, há bagres africanos, piauçus, carpas e por aí vai, geralmente oriundas de fugas de tanques de psicultura rompidos. Nestes casos, qual seria a melhor conduta? Pesque e solte para todos ou abate, até mesmo para contribuir com o controle de tais populações? Eu tenho o meu ponto de vista, mas gostaria de saber de outras opiniões. Abraço.
  2. Bom dia. Ando meio quieto no fórum nos últimos tempos, por motivos pessoais (meio sem tempo para pescar), mas semana passada consegui, finalmente, botar o barco n`água pela primeira vez no ano. Havia deixado a tralha na casa dos pais, em Dourados-MS e, com o nascimento da filha, peguei uma folga no trabalho e passamos uma semana por lá. Como o Rio Brilhante passa lá perto, aproveitei para tentar alguma coisa. O Rio Brilhante é meio "de lua". As vezes não dá nada, outras, revela belas surpresas. Como o rio permanece acima do nível há quase um ano e, com as chuvas, houve o rompimento de algumas açudes, muitos peixes de cativeiro escaparam. Pensando nisso, resolvi cevar e pescar de barranco nos finais de tarde ou início das manhãs, já que não tinha o dia todo disponível. Mas só tinha lambari... aos milhares... também algumas traíras e curimbas. Desses nem tirei foto. Nada dos tambacus e pacus que escaparam dos açudes. Mas na quinta feira resolvi pescar embarcado. Fui só mesmo, já que meus companheiros estavam meio enrolados com outros afazeres (skol, heineken, antartica e outros kkkk). Muitos barcos e o rio ainda cheio. Poucas ações. Parecia outro dia que ia zerar. Apenas umas batidas embaixo das galhadas e umas tuviras cortadas ao meio. Pensei que fossem tubaranas, mas com o rio cheio elas geralmente vão para os córregos e rios menores; achei estranho. Rio cheio. Essas árvores das margens são uma beleza à parte. Ao meio dia, churrasco com o pessoal na beira do rio e ninguém pegando nada. Mas com esforço, lá pelas 17:00 em um barranco promissor próximo de onde eu havia cevado, descobri que não eram tubaranas, mas piracanjubas que estavam por lá. Para mim foi uma imensa felicidade! Esse peixe tinha sumido; reapareceu há uns 5 anos e agora é um dos mais ativos. Por isso pude capturar os maiores exemplares que já vi. Valeu o dia e o esforço. Além do mais pude conferir minha técnica pois descer o rio com o barco solto, arremessando nas margens e, após fisgar, brigar com o peixe com uma das mãos e controlar o barco com a outra não é para iniciante kkkkk. Só pude tirar essa foto e não ficou das melhores por ser um selfie. Já no fim do dia meu cunhado chegou e encontramos outra do mesmo tamanho com o barco apoitado. E foi isso. Mesmo com a bagunça dos vários barcos e rio acima do nível, valeu muito a pena. Abraço a todos e sorte nas pescarias. PS.: Já voltamos para Aquidauana, se correr tudo bem, próximo fim de semana vamos conferir como anda o Rio Aquidauana, outro rio pelo qual também tenho um carinho especial.

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