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Encontrado 1 registro

  1. Visitante

    Tem robalo pra caramba no manguezal

    Boa tarde, meus prezados amigos! Hoje volto a escrever, depois de um final de semana bem produtivo. Segui juntamente com um grupo de amigos - todos os componentes são alunos do professor Hajime - para o município de Guapimirim a fim de fazer pescaria de fly e também de bait. Partimos lá pelas cinco horas, da zona sul da cidade do Rio de Janeiro e pegamos o caminho da ponte Rio-Niterói, seguindo depois pela rodovia Niterói-Manilha até o nosso destino. No caminho passamos por muitos riachos, onde se espera ver traíras em toda a sua extensão, além do cenário que preserva antigas fazendas: conta a história que por ali havia um dos principais portos da região, onde muitos navios negreiros descarregavam os escravos. Chegando ao local da pescaria, no rio Macacu, notamos o potencial piscoso do lugar, com águas tranquilas, manguezal e muita vida aquática. Descarregamos nossos equipamentos e partimos para a pescaria. Saímos em três barcos, cada um com uma dupla de pescadores. Depois de navegar entre riachos e igarapés, chegamos ao mangue e logo peguei a minha vara de fly #8, coloquei um streamer e comecei a jornada. Logo no início, o lugar me dava boas-vindas com um pequeno robalo-flecha esfomeado: que peixe danado! Briguei com o trink, embora o meu material fosse para encarar os avós dele. Mesmo assim valeu a pena e o dia estava apenas começando. Em alguns minutos, os outros pescadores estavam capturando os robaletes com equipamentos de fly e de bait também, todos muito felizes. Perto do meio-dia, paramos para um lanche com troca de informações e começamos a perceber a presença do mosquito maruim naquele local. Solicitamos repelentes, usamos e partimos para a segunda parte do dia, que prometia boas pescarias. Já na segunda metade da pescaria, o nosso amado professor fisgou um baita robalo, que foi para o enrosco e conseguiu escapar, mas o sapiente mestre não se deixou abalar e voltou a pescar o fujão e até capturou mais trinks ali. Havia-se passado uma hora, quando comecei a ouvir uma agitação dos pescadores e vi que nosso mestre havia engatado outro robalo monstro, que envergou a vara de fly #8 dele, o danado não se rendia por nada e, após alguns minutos de briga, o animal se rendeu: QUE RO-BA-LA-ÇO!!!! Eu fiquei impressionado ... era o peixe do dia. Nosso professor, além de nos treinar, também nos mostra como pescar, capturando essas feras aquáticas com a turma dele. A tarde ia passando e o peixe continuava comendo, era um festival de peixes, saíam no bait, no fly e até no pão com mortadela... KKKKKKKK. No final da tarde, a pescaria parou, porque houve uma queda de temperatura e isso influenciou a atividade daquela espécie que, por qualquer coisa, para de atacar. Começamos a recolher o material e regressamos para o local de embarque, onde pudemos contar uns aos outros as nossas experiências ali. Quando você for àquela região, não deixe de experimentar uma boa pescaria de robalos no mangue, é uma coisa de louco, você ficará plenamente satisfeito com o resultado. Eu garanto! (*) RECOMENDAÇÕES DOS MÉDICOS SOBRE A PROTEÇÃO CONTRA PICADAS DE INSETOS 01 Seja generoso: a tendência natural, assim como nos protetores solares por exemplo, é passar menos que o necessário. 02 Seja homogêneo: a ação de um repelente limita-se a 4 cm. Uma simples aplicação na bochecha não protege o nariz. 03 Seja seletivo: todos os repelentes são irritantes das mucosas. Evite passá-los nos olhos, boca e narinas. 04 Repetidamente: deve-se aplicar o repelente a cada 10 horas ou a cada 5 horas se a temperatura for superior a 30° C. 05 Evite roupas escuras e agarradas ao corpo: prefira as roupas claras, compridas e afastadas do corpo. 06 Perfumes provocam alergia e atraem insetos: prefira produtos sem fragrâncias tais como desodorantes sem perfume, sabonetes neutros e xampus sem um cheiro acentuado. FONTE DE CONSULTA: https://www.arcoeflecha.com.br/repelente-spray-exposis-extreme-10hs-osler-france-p1009/ (SITE ARCO E FLEXA)

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