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Alexandre Léo

Pesca no Rio Paraíba na região de Guararema, Jacareí e S. J. Campos

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Valeu honoravel Bome-sam, obrigado pelas dicas !!! :iCo01: :iCo01: :iCo01:

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Grande Raphael,

Surubins-do-paraíba ainda são raros, muito raros! Todavia, alguns já vêm sendo capturados pelos pescadores de barranco, na represa do Jaguari (Igaratá). Curiosamente, fui, muito orgulhosamente, uma espécie de pivô nos procedimentos de recuperação deste peixe na nossa região, pois na época eu fazia parte da equipe da extinta revista Troféu Pesca e lá lancei o pedido para quem soubesse onde encontrar exemplares deste peixe, que nos informasse para que a equipe da estação de piscicultura de Paraibuna, com quem eu já havia combinado para tanto. Assim, um pescador de Juiz de Fora conhecido por Ted, não só nos informou, como ofereceu-se para levar a equipe para capturar exemplares para trazer para tentativa de reprodução. A equipe, que só tinha alguns exemplares conservados em éter, aceitou prontamente e, numa jornada para este fim, conseguiu trazer quatro exemplares, mas apenas três sobreviveram. Fui lá, fotografei os animais e fiz uma matéria sobre o assunto que rendeu-me muitas alegrias. Algum tempo depois conseguiram a reprodução, o que consideramos uma vitória sem precedentes! Todavia, depois disso, em razão de modificação em toda a estrutura administrativa na CESP, perdemos o contato e nunca mais me informaram dos andamentos, mas hoje sei que andam liberando alevinos na represa, mas não sei se no rio, de sorte que prefiro duvidar porque não se tem notícia de capturas no rio.

A melhor isca para surubins-do-paraíba é uma ninfa de inseto, aquática, conhecida por lacraia. Fica alojada nas pedras e é até bastante fácil conseguir algumas para isca.

Engana-se quando pensa que há mais preservação em Guararema. O que ocorre é que ali, o rio chega limpo, pois acima só tem Santa Branca. E antes disso está represado, de sorte a decantar muito da poluição de Paraibuna. De Guararema para baixo a poluição orgânica campeia e torna o peixe não consumível, pelo menos, na opinião deste servidor.

Obviamente que não dá para comparar a pesca por aqui com a pesca na Argentina e no Rio Paraná, mas algum resultado sempre temos! coolio.gif

Grande Mauricio.! Estou preparando uma surpresinha sobre esta modalidade de pesca com iscas como a banana, por exemplo. coolio.gif

Grande Rafael,

Ainda hoje, a idéia dos pescadores locais segue a mesma, de escassez de dourados, mas pescando certo, verifica-se haver bons exemplares! O que ocorre é que não se dedicam à sua pesca! coolio.gif

Prefira iscas de meia-água de porte igual ou inferior ao de 10cm, tipo Flash minnow 900 e Inna 70, ambas da MS. Com isso os dourados escapam menos e você tem a vantagem de aumentar as chances com as piabanhas, que no meu modesto modo de pensar, superam os amarelos em esportividade! thumbsup.gif

Por fim, pedir a todos, que estou passando todas estas informações sempre na maior boa vontade e boa fé, de sorte que anseio de que venham para cá para praticar a pesca com liberação, vez que apesar de o rio estar se recuperando, segue na fragilidade de sempre. coolio.gif

Seguindo neste honorável mister (pesca com liberação), podem seguir contando com minha ajuda! bs-aplauder.gif

É, talvez até me empolguei um pouco na comparação, mesmo que essa comparação nao possa existir estamos falando de um rio poluido! porem fiz a comparação ao meu estilo de pescador!!! tenho vontade de ir a Epitacio, Serra da Mesa entre outros lugares para pescar Tucunarés, pelo fato da quantidade, e tambem outros fatores, porem nao deixo de fazer minha brincadeira e tambem conhecer mais a especime aqui em Paraibuna!!! Piabanha tambem, ou seja ja me satisfaz... fazendo até uma brincadeira com outros pescadores... os topicos do Pescaki que o pescadorfaz muitas capturas, exaltam bem o pescador que até enjoa... ja nas jornadas com menos capturas que geralmente sao em lagos e rios nao tão conhecidos, exalta a qualidade do pescador, expande o conhecimento de lugares que talvez quase nao se sabe muito que tem pesca, e o mais importante ,"o Peixe" independente de quantos seja !!! Nada contra os lugares, porem sou um pescador de até entao de pequenas jornadas!!!

Serra da Mesa, Epitacio, Tocantins, Parana, Argentina. Sem contestação... Mais nem todos pescadores podem frequentar esses lugares quando da vontade nele de pescar!!! Eu mesmo ia ficar pobre, ou deixar de lado esse esporte maravilhoso que é a pesca esportiva!!! Porque todo dia tenho vontade de ir pescar...rss... mais acho que com a "despoluição", mesmo sendo dificil, e outras atitudes que exaltem bem o rio de um modo geral, possam melhorar e muito a pesca aqui no nosso grande rio, mesmo que não chegue a ser um rio parana entre outros citados acima!!!

Em relação aos Surubins, cada dia que vejo um comentario de Bomediano penso comigo, "até onde vai a importancia e conhecimento desse Professor ou até Doutor" em pesca e preservação, Domingos Bomediano!!!

Eu contatei uma pessoa da CESP a um tempo atrás Chamado Danilo Caneppele, porque li em uma materia sobre repeixamento nas represas da bacia do paraiba que quando alguem capturasse, que informasse dados como hora, dia, epoca, etc sobre a captura. E ele me informou que há muita confusão feita do Surubim do Paraiba (Steindachneridion parahybae) com pintacharas que são introduzidos ilegalmente na represa ou vazados de tanques particulares! Não sei se voce o conhece, mais ele quem me deu as informações e até me falou sobre o programa de manejo pesqueiro para os reservatorios da CESP, mais no rio mesmo nao sei se houve repeixamento, até por isso tive a curiosidade de saber se em suas jornadas ja saiu algumas capturas!

E acabei descobrindo que a sua pessoa conhece muito de perto a historia deste peixe é até trabalhou na recuperação do mesmo, que eu pouco ouço falar o nome!

Agradeço a atenção!

Abraços!!!

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Éééé´.. domingo fui em um churrasco ali naquela chacara santa eufrásia, na entrada de santa branca... e como estava ali d lado do paraiba, resolvi jogar uma linha na água sem compromisso.. hehehe, pois bem, só deu mandi.. rs e um peixe no qual eu não consegui identificar, , era meio rajado, com umas pintas, com a boca grande, parecida com a de um tucunaré, e do tamanho de um piau..., E conversando com um pessoal la da cidade, dizem que está bom, pescar ali na tal toca do leitão, porém só embarcado, dizem que pega uns tucunarés bons . . .

da próxima vou tentar ir pra la...

abraços. !!!

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Grande Raphael,

Este Danilo, quer parecer-me, senão por um desvio de memória, que fazia parte da formidável equipe que conheci. Estando certo, provavelmente deve lembrar-se deste servidor.

Há muito tempo, quando pescava no Rio Jaguari, um afluente do Rio Paraíba, num local que hoje está coberto pelas águas da represa do Jaguari, fisguei um peixe desconhecido por todos, mas que depois de conhecer e estudar um pouco sobre nosso surubim, acabei por descobrir ter pescado um exemplar daquele raro peixe. Atualmente, já vêm ocorrendo algumas capturas na região do Rio do Peixe e no Rio das Cobras afluentes do Jaguari, com grandes chances de não se tratarem de híbridos resultantes de cruzamentos de pintados e cacharas. Isso deve decorrer de peixamentos, muito embora possa também decorrer de uma recuperação natural da espécie, pois em conversa com pescadores mais velhos daquela região, soube que a espécie nunca desapareceu de lá, permanecendo no entanto, muito rara, de sorte a permitir-se perfeitamente, uma recuperação natural. coolio.gif

Por outro lado, meu resultado de capturas deste peixe resume-se àquele único, há mais de quarenta anos! thumbsup.gif Como quase não pesco com iscas naturais, diminuidas as chances de fazer este contato novamente, mas sigo acompanhando o que ocorre com meus amigos, que cuidam de me informar de todas as ocorrências de coisas pouco comuns no rio, de sorte que ocasionalmente fico sabendo de alguma que outra captura. thumbsup.gif

Grande Vitor,

Muito me agradaria com melhores detalhes deste peixe "diferente" que pescou, amigão! Nâo terá sido um jacundá? biggrin.gif

Lá na Toca do Leitão, procure um caboclo apelidado de "Cuia", que aluga barcos para a pesca de tucunarés por lá! Por lá, tem dia que vale a pena! Todavia, há alguns dias a estrada estava intransitável em razão das chuvas, de maneira que é melhor informar-se antes de ir pra lá... bye1.gif

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Opa é esse tal de Jacunda mesmo... pelo menos era bem parecido.

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Senhores,

Reativando este tópico para informar que já está nas bancas a Revista Pesca & Companhia nº 204, com matéria sobre a pesca de piavas no Rio Paraíba do Sul. :coolio:

Espero que gostem! :ok:

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È gostei sim, e estava pra te perguntar dos locais de pesca em barranco em Guararema, mas descobri esse tópico, e desisti da pergunta.

Mas é uma pena o que os prefeitos fiseram com nosso paraiba, eu ia pescar nele ai em Guararema nos idos de 1967/69, e era uma maravilha, sem contar que meu pai pescava em Guaratinguetá, quando eu era pequeno, isso lá pelos anos 48/50, e trazia para casa grandes dourados, curimbatas, piavas,piabanhas , aliás, meu pai era conhecido pelo apelido de "piabinha", tempos bons aqueles, agora só existe degradação, descaso, e irresponssabilidade, tanto é que a pouco tempo estive lá em Guará e fiquei muito triste de ver aquelas casa construidas bem às margens do rio, é uma tristeza, é a ganancia acabando com nossa natureza, e acredito mesmo; apesar de todo blablabla, que isso nunca irá ter fim, porque para os nossos governantes o que importa mesmo é o dinheiro.

E por falar nisso, onde será que esconderam aquela lei que proibia aproximar, até mesmo cercar a beira de rios e riachos, será que morreu e já foi enterrada ?

Um abraço Domingos.

PS-Achei legal também o mutirão em Jacarei, mas infelismente isso não adianta nada, pois tiramos hoje, amanhã jogam de novo, é uma pena.

Tinham sim, é fazer uma lei de verdade, obrigando cada morados as margens do rio serem responsaveis pelo mesmo, eu acho que ai a coisa ia pra frente.

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Grande Jurandir,

Alegra-me que tenha gostado! :ok:

O segundo mutirão ocorreu, ainda que contra uma montanha de obstáculos! blink.gif Sabemos que o efeito imediato é impossível, assim como confirmamos, de fato, que o mesmo local que limpamos no ano anterior deixava-se ver senão mais sujo, ao menos na mesma condição. Igualmente lamentável a não participação de nossa prefeitura e também a descaso por parte da CESP, ainda que a tempo contatados e conclamados a participar.

Todavia, penso que, apesar de nossos governantes insistirem no descaso, igualmente devemos insistir na cobrança, pois o que precisamos atingir são as novas gerações. Os pequenos de hoje estarão futuramente no comando e, quem sabe, depois de presenciarem e sentirem na própria pele, tantos problemas relacionados ao meio ambiente e ao mesmo tempo ter sido alvo de atenção pelos grupos preservacionistas, podem vir a ser o que esperamos. Assim, desistir, JAMAIS! E o terceiro mutirão já vem por aí, pois já estamos nisso com muito empenho! :coolio:

Quanto à legislação, que na verdade não morreu e segue valendo, trata-se de um conjunto de leis, onde a parte principal encontra-se no Código Civil e no Código de Águas! O que ocorre é que, a exemplo de nossas outras leis, a maioria dos cidadãos brasileiros insiste em também desconhecê-la em benefício próprio... :coolio:

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Valeu Domingos pela resposta, de fatos temos que fazer algo para que os que vão ficar no futuro possam pelo menos estarem preparados para discutirem a preservação de nosso manancial aguático e quem saber salvarem inumeros rios que já não vivem mais, como o caso do Tiete no centro da capital paulista.

Sabe, às vezes chego a pensar; o que será da população, mais precisamente do Brasil, se um dia dependerem da água de um rio para matar sua sede, já que tudo está ssendo poluido, até mesmo o mar que é o fornecedor direto de toda a água potável da terra.

Quanta ignorancia ainda prevalece na mente dos seres desse maravilhoso planeta.

Um abraço!

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Grande Jurandir,

Na verdade, já hoje, precisamos e dependemos do rio para matar nossa sede! E para que passe por despoluição desde a coleta até nossas torneiras, o custo á altíssimo! Altíssimo! sad.gif

Nosso glorioso Paraíba do sul anda muito poluído em alguns trechos, sobretudo em Jacareí e São José dos Campos até Taubaté. Depois, por conta da região natural e geograficamente acidentada, o rio simplesmente despenca por uma área de grande desnível, passando, então, por algum graus de purificação, mas não a ponto de limpar-se completamente, para depois, já na planície fluminense retornar a ser agredido em alto grau. Entretanto, já vem em andamento um grande projeto de despoluição com recursos alemães e japoneses (no momento, não sei como anda isso), mas a passos muito lentos, vez que no entremeio há muito interesse e politicagem envolvidos a ponto de prejudicar seu andamento. Já há municípios com obras em adiantado estado, mas no município de Jacareí, onde vivo, o projeto já está parado há mais de um ano e, pior, sem previsão de reinício das obras.

Com tudo isso, o rio ainda resiste e consegue nos propiciar alguma que outra alegria! Por outro lado, por força de legislação contida na Lei das Águas, veio inusitadamente tornar-se o primeiro rio brasileiro de cuja bacia hidrográfica, a retirada de recursos só é permitida mediante pagamento. Assim, todos os municípios, indústrias e estabelecimentos agropecuários ao longo de seu curso têm de remunerar pelo uso de suas águas, o que pode vir a ser uma determinante para a preservação, pois a dias de hoje estes consumidores pagam para usar uma água que ajudam a poluir. Antes tinham apenas o custo da purificação, mas hoje pagam por cada litro que consomem, resultando em aumento nos custos levando-os, então a não poluir ou poluir menos buscando baratear sua purificação. Por sua vez, os recursos arrecadados com esta taxação retornam em investimentos na preservação dos mananciais da bacia.

Outros rios serão incluídos (se já não foram!) neste projeto, que parece, vem já com algum progresso no Vale do Paraíba!

Como pode ver, solução há! yes.gif Há até legislação que se inflecte neste sentido!clapping.gif Todavia, o que não hádoubledown.gif é um maior engajamento, tanto do poke.gif governo, quanto da poke.gif população para que isso chegue a resultados sem ter de fazer enormes rodeios sempre atrasadores e dificultadores da realização dos projetos que vêm sendo implantados... sad.gif

A esperar resultados!

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Gostaria de viver para ver. :D :D :D

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Eu também, amigão! Eu também! :coolio:

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Aproveitando o topico.

Tenho uma chacara na beira do rio, logo depois das boias de limite da hidreletrica, por isso o rio é bem limpo. Sempre pesquei la com queijo e mortadela....mas de um tempo pra cá está bem dificil, até mesmo lambari está escasso, alguns dias que bate bem, raros. O unico peixe que gosto de pescar é piaba, mas ta bem dificil mesmo....agluém tem dicas ae e conhecimento da pesca nesse rio, iscas etc....

Só pra aproveitar, quais outros peixes que batem no rio paraiba?

Um vizinho meu, pegou um pacu uns meses atras lá, e fiquei sabendo de outras pessoas que pegaram tbm, alguém introuziu esse peixe lá ou estourou de algum tanque? Att

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Grande Felipe,

Seja bem-vindo ao Pescaki! :bs-aplauder: :bs-aplauder: :bs-aplauder:

Pelas suas informações suponho que sua chácara fica bem próxima à ilha em frente à Chácara de Aldo Zonzini meu emérito professor da Faculdade de Direito. A região é boa de piavas e você deve insistir bastante, sobretudo com variação de iscas, que nesta época acabam sendo melhores as frutas. Veja neste mesmo tópico, lendo desde o começo, as informações sobre as demais espécies do nosso glorioso rio e sobre a pesca de piavas leia a Revista Pesca & Companhia nº 204, edição de dezembro de 2011 com matéria sobre esta modalidade de pesca. :ok:

Sobre a existência de pacus, isso ocorre desde o advento dos pesqueiros e por conta do rompimento de seus diques, resultando então, que nosso rio tem praticamente todas as espécies de peixes que existem nos pesqueiros. :coolio:

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Primeiramente obrigado. Li esse tópico já, sempre usei frutas tbm como isca, goiaba e abacate, porém nem com isso mais estão batendo rsrs.... Sobrer os pacus, eles conseguem se procriar no paraiba? pois em tanque não há essa possibilidade certo..

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Boa tarde amigos do Pescaki,

Pesca em Taubate-SP de barranco:

Sempre gostei de pescar em rio pois sou da região de matogrosso, porém estou morando em Taubate-SP a 4 anos e nunca pesquei em rio aqui, somente em Mar nas regiões próximas, gostaria de saber se alguem tem uma dica de lugar bom para pescar em barranco na cidade de Taubate-SP, se alguem souber um lugar bom e que peixe esta pegando agora fico muito agradecido.

Abraços

Rafael

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ola gostaria que alguem me informase se a algum lugar legal pra pesca de barranco em guararema e regiao no rio paraiba .obrigdo

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Caro Amigo Bomediano,

Estou participando pela primeira vez. Sou de Jacareí e adquiri um barco há pouco tempo e gostaria de pescar na região de Guararema e Sta Branca, preferencialmente no rio. Observei em um comentário seu que:” há uma rampa pública em Guararema”.

Assim gostaria de mais informações sobre esta rampa, onde fica?? se é seguro deixar o veículo?? enfim qualquer dica à respeito... e também sobre a pesca embarcada nesta região.

E Parabéns pela iniciativa, achei muito interessante este fórum e os demais do Pescaki.

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Achei o tópico deveras interessante, a CESP mantem o peixamento no rio e nas represas, no mês de março fizeram a soltura de lambaris e surubins do paraíba na represa do jaguari (igaratá), as piabanhas tambem tem aparecido constantemente na represa, da qual tenho melhores informações, mas tem algumas duvidas que ainda me deixam em duvida.

por exemplo, o surubim, piabanha, corimba, piaus, conseguem se reproduzir nas represas introduzidas? visto que me parecem peixes de piracema da regiao ?

e na minha humilde observação a saicanga e o acará vem chegando a numeros preocupantes no quesito quantidade, na represa pelo menos, hoje quase não se acha, a que se deve isso ? é preocupante !

abraços.

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Caro Amigo Bomediano,

Estou participando pela primeira vez. Sou de Jacareí e adquiri um barco há pouco tempo e gostaria de pescar na região de Guararema e Sta Branca, preferencialmente no rio. Observei em um comentário seu que:” há uma rampa pública em Guararema”.

Assim gostaria de mais informações sobre esta rampa, onde fica?? se é seguro deixar o veículo?? enfim qualquer dica à respeito... e também sobre a pesca embarcada nesta região.

E Parabéns pela iniciativa, achei muito interessante este fórum e os demais do Pescaki.

Desculpe-me, amigão, nas esta sua pergunta me passava batida... :huh:

Primeiramente seja bem-vindo ao Pescaki! :joia:

Passando pelo centro de Guararema, seguir no sentido de ir para Santa Branca. Quando chegar à ponte, deixar a rota de Santa Branca e passar sobre a ponte. Depois da ponte, cerca de um quilômetro, há uma fábrica (não sei o que fabricam) que será facilmente identificada. Entrando na primeira rua que circunda a fábrica, siga até seu final, quando virará para a esquerda. Seguindo nesta rua até a próxima esquina, a rampa estará à direita. :joia:

Sobre a segurança do local já ouvi boatos de que há problemas. No entanto, há muitos anos que lá deixo carro e carreta sem nunca ter sido incomodado com qualquer tipo de intervenção, de sorte que os boatos podem não ser verdadeiros, ou então, tenho sorte. :ok:

Alegra-nos que venha gostando do Pescaki.

Achei o tópico deveras interessante, a CESP mantem o peixamento no rio e nas represas, no mês de março fizeram a soltura de lambaris e surubins do paraíba na represa do jaguari (igaratá), as piabanhas tambem tem aparecido constantemente na represa, da qual tenho melhores informações, mas tem algumas duvidas que ainda me deixam em duvida.

por exemplo, o surubim, piabanha, corimba, piaus, conseguem se reproduzir nas represas introduzidas? visto que me parecem peixes de piracema da regiao ?

e na minha humilde observação a saicanga e o acará vem chegando a numeros preocupantes no quesito quantidade, na represa pelo menos, hoje quase não se acha, a que se deve isso ? é preocupante !

abraços.

Olá Fernando,

Primeiramente seja bem-vindo ao Pescaki! :joia:

Os peixes lançados com os repeixamentos, mesmo os reofílicos, conseguem reproduzir-se em represas, ainda que de maneira incompleta e insatisfatória, razão pela qual os repeixamentos têm de ser constantes anualmente, mas penso que esta não é a solução e só foi articulada por vir de encontro com os interesses das empresas administradoras das usinas geradoras de energia, já que o custo para isso é baixo e podem informar a seu bel prazer o quanto vêm fazendo de peixamentos, sendo muito difícil de contestá-las. Todavia, já que é uma legislação, ainda que para favorecer estas empresas, é melhor que nada, porque do contrário nada teríamos, vez que escadas para peixes, que seriam o ideal, são obras praticamente descartadas em nossas represas. :ok:

Algumas espécies nativas vêm encontrando dificuldades com as introduções de espécies alóctonas, como o pacu-peva "cd" e da corvina. AInda que a contrariar muita gente, inclusive especialistas, posso te afirmar com toda segurança, que o tucunaré nunca abalou as espécies nativas do Jaguari, senão apenas nos primeiros anos. Depois que sobreveio o equilíbrio todas as espécies seguiram em quantidades equilibradas e bastante presentes. Atualmente até os tucunarés vêm sofrendo com a introdução das corvinas e também com o aumento das piabanhas. Estas, como vêm sendo motivo de constantes peixamentos já vêm em quantidade além da normal e acabam predando as demais espécies em nível superior àquele que talvez possam suportar.

Como não pesco desde a barranca e somente uso iscas artificiais não venho percebendo algum sumiço dos acarás. Por outro lado, talvez o sumiço das saicangas seja porque nesta época ficam mais para o meio da represa, onde asseguro que seguem bastante ativas, porque as venho conseguindo capturar nestas condições, mesmo estando centrado na pesca de tucunarés. :ok:

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Obrigado pelas boas vindas Bomediano !

Bom saber que mesmo com dificuldades os peixes de piracema conseguem se reproduzir em ambientes represados, você acha que eles conseguem manter presença na represa mesmo sem os peixamentos? e quais seriam as especies encontradas na represa que precisariam desse auxilio ? os leporideos e os corimbas conseguem sobreviver na represa sem esse auxilio ? sao os unicos peixes que nunca consegui pegar, nao sei se por falha minha ou pela dificuldade em encontra-los..........

Pesco na represa desde 1999 e naquela época encontravamos muitas saicangas na pesca de tucunare, coisa essa que hoje é raríssima nas minhas jornadas, mas bom saber que ainda estão por lá, devem de fato terem mudado de costumes não?, alem de no meu ver a introdução da corvina, do pacu CD e a explosão quantitativa dos jacundas geraram algum desequilibrio sim.

Os acarás vou descrever uma cena que pra vc deve ser bem fresca na memoria, sabe aqueles inumeros casais ou ate grupos de alguns individuos que se espalhavam nas margens nas epocas reprodutivas? no qual dava pra pescar no visual e conseguiamos belissimos exemplares? pois é, hoje se acha em numero muito menor que antes, mas muito mesmo.........

enfim, bom saber que tem pessoas que gostam da represa e ajudam a melhora-la sempre, pode contar comigo sempre, mesmo agora eu rareando por demais meus relatos pq estou desembarcado novamente :police: . grande abraço !

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Grande Fernando,

As espécies nativas sofrem com os represamentos, de sorte que se não fosse pelos repeixamentos, fatalmente sucumbiriam, ou então teriam bastante diminuídos os estoques, porque os ciclos de reprodução nas condições que a represa lhes oferta não favorecem resultados satisfatórios.

Um detalhe muito interessante sobre a Represa do Jaguari é que lá raream traíras e corimbas, sendo que estes últimos ainda aparecem em alguma que outra ceva. E isso não se deve ao represamento, não, porque pesco ali desde antes do fechamento das comportas, no rio ainda em seu estado natural e estas duas espécies já eram raras. Assim sendo, não é de se estranhar que sigam nesta condição, até porque nunca soube de peixamentos destas espécies, o que poderia modificar esta situação, mas por outro lado, também poderia trazer mais desequilíbrio que o que já se instala por ali. :ok:

Já, os leporídeos, sempre se fizeram presentes sobretudo nas cabeceiras e ainda seguem por lá, muito embora dentro agora da situação de equilíbrio em que mais raream do que abundam, igual à maioria das demais espécies. Note que até mesmo o tucunaré que abunda em indivíduos jovens, escasseia em indivíduos adultos, sobretudo de tamanho superior a um quilograma. No passado tivemos muito bons ciclos de tucunarés acima de um quilograma por anos seguidos.

Quanto ao caso das saicangas, talvez a explicação possa estar no fato de que este peixe alterna-se em períodos ora de maior, ora de menor atividade, de sorte que por exemplo, agora nesta época, embora bastante produtiva em sua pesca, elas estão mais distantes das margens, o que explica seu não comparecimento nas iscas destinadas aos tucunarés. :ok: Todavia, se sobretudo nas baías, você destinar alguns arremessos para o centro, ou seja, distante das margens, poderá surpreender-se com saicangas.

Curiosamente, ainda que muito busque atentar-me aos sinais e detalhes dos locais onde pesco, não percebi a diminuição nos acarás, mas vou começar a prestar-lhes mais atenção para ver...

:ok:

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Obrigado pelas dicas Bomediano, sempre bom aprender com quem entende melhor dos locais que pescamos, meus ultimos indagamentos são.....

os piaus e piavas só saem na cabeceira la no peixe e nas cobras ? não aparecem em outros locais da represa ? dedicar um dia a sua pesca vale a pena ou a chance de sair dedão é grande?

os corimbas eu ja conheço melhor, já vi saírem bons exemplares, de mais de 4 kg nas cevas (inclusive saiu uma materia sobre a pesca delas no local em igaratá e posso disponibilizar via PDF a voce, se voce quiser), a temporada de pesca delas é no verão (basicamente dezembro a março) e é uma especie de difícil fisgada, embora sempre se acerte algumas ferradas, o que o ajuda na preservação, além de sempre ouvir falar que sai com relativa constância nas cevas........essa é uma especie que realiza piracema, mas creio que se vira bem se reproduzindo no que a represa oferece a ela não?

o que você falou das traíras, já me atentei a isso também, são raríssimas, só presenciei a captura de uma, la no paredão, local com pedras no canal da barragem e em uma ou outra vez de muito sol e de uma ou outra tomando sol, mas são raríssimas, essa represa realmente tem seus mistérios, até pq a traíra se reproduz em ambientes represados.....

vi que você também gosta muito de comentar sobre os aspectos da represa, então me tomo a ousadia de encher seu saco vez por outra via MP, quando não houver tópico referente a jaguari aberto, para nossos demais amigos e amigas não ficar lendo minhas bíblias hehehehehe, grande abraço.

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Sempre que pesquei piavas por lá foi nas cabeceiras, mas sei que em cevas elas andam bastante presentes. Tem um pessoal que pesca piavas lá na área do Condomínio Canto das Águas que costuma pegar um bocado delas, mas sempre em cevas. Lá mesmo já avistei cardumes delas passando por baixo do barco enquanto pescava tucunas. Assim sendo, penso que andam pela represa toda. Todavia, chance de sair "dedão" a gente corre pescando qualquer espécie, de sorte que o melhor a fazer é tentar. :ok:

Na região de Igaratá, tem um ou dois locais onde os proprietários cobram pela entrada e que se tornaram cevas praticamente permanentes, É o caso de um local chamado, se não me engango, de Zé Luis e um outro que agora não me lembro que fica perto da cachoeira do ribeirão que vem de Igaratá. Pois bem, nestes locais a presença de corimbas é bastante significativa, mas sempre dentro do padrão de escassez a que esta espécie tem na represa. E também tem piavas por lá, inclusive de montão. rsss

As piavas gostam muito de ficar onde desce alguma água, sobretudo se for de algum caudal um pouco maior.

As traíras. são bem como escrevi: raras, bastante raras, mas isso não quer dizer que não se capturam algumas, mas se for para contar quantas figeui nos últimos dez anos, não chegam à média de uma por ano. Isso, pescando de uma a duas jornadas por semana. Então, elas são mesmo escassas por lá. E isso ocorre desde o tempo em que o rio ainda corria por ali.

Gosto mesmo de comentar sobre esta represa, até porque acompanhei sua construção desde o início, pesquei muito no Rio Jaguari antes do represamento e sigo pescando até hoje, de maneira que não se preocupe em pensar que esteja me incomodando com as perguntas, porque não está. Quanto ao meio para as perguntas, creio que seja melhor seguirmos por aqui, vez que as respostas serão aproveitadas pelos demais companheiros daqui. :joia:

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Ok Bomediano, disse sobre o MP porque as vezes ficamos um tempo sem acessar e o tópico se perde, mas concordo que é melhor por aqui mesmo, de forma que podemos compartilhar tudo isso.

Acho que você se refere ao Zé do Morro e ao três paus, ambos ficam em uma estrada de terra saido de igaratá, no sentido rio do peixe, no zé do morro se cobra 10 reais de entrada da chácara, já fui algumas vezes, o forte lá e tilápias, pacu cd, corimba (na epoca), e tentando algo com iscas brancas vivas costuma-se sair um ou outro tucunaré e corvinas, mas não me senti bem naquele local visto que os pescadores, a maioria, pescavam no método lambada, coisa que abomino fortemente, e nunca ouvi falar das piavas e piaus ali, se bem que creio que muitos confundem com os corimbas muitas vezes.

Alias, bom saber que os leporideos tem uma representatividade significativa por lá, é uma das pescas mais legais de se fazer, acho que vc concorda comigo, rsrsrsrs, quando os tucunas derem um tempo vou tentar novamente. obrigado pelas dicas e pelo tempo dedicado, é muito difícil achar informações de outras especies de lá na internet a não ser tucunaré e corvina. valeu amigo !

OBS: quando alguem quiser conhecer a represa ou simplesmente não tem parceiro para a empreitada podem me contactar se quiserem, não sou nenhum guia ou expert mas conheço relativamente bem a regiao e seria um prazer fazer amigos pescando.

abraços.

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