Domingos Bomediano

Técnicas de Pesca - A Pesca de Corvinas de Água-doce!

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Na região do Vale do Paraíba há corvinas na Represa do Jaguari. Não faz muito tempo coloquei uma matéria sobre a pesca de corvinas na Revista Pesca & Companhia e, desde então, vários foram os pedidos para que fizesse uma matéria aqui, de maneira que, no proveito das fotos da revista, passo a mostrar.

Este tipo de pesca é bastante tranquilo, vez que não demanda sair à cata do peixe, tal como fazemos com os tucunarés. Geralmente fazemos uma grande jornada em uma área bastante reduzida, com movimentação entre pequenas distâncias, salvo em dias muito especiais.

Então, a primeira providência será procurar um bom ponto de pesca, valendo dizer que se o pescador dispuser de um sonar, será melhor. Os melhores pontos, sobretudo no verão, são aqueles com bastante estrutura e com profundidade variando de 7 a 12 metros de profundidade conforme a hora e condições do dia.

Vejam bons exemplos de pontos de pesca

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Um pequeno problema que se verifica na Represa do Jaguari é que o resultado, quase sempre muito bom em termos de quantidade, fica devendo em termos de tamanho, muito embora, alguma que outra peça de maior tamanho acabe por comparecer como foi no caso da jornada para a matéria, quando meu amigo Marquinho, guia de pesca na região, inclusive sobre a pesca de corvinas, pegou uma de muito bom porte, tal como se demonstra em uma das fotos mais abaixo.

A pesca de corvinas pode ser feita com iscas vivas, quando então, o melhor mesmo é conseguir alguns lambaris de pequeno porte, ou então, pequenas tuviras ou tilapinhas. Para este tipo de pesca, usa-se uma montagem parecida com a conhecida "down-shot" muito utilizada na pesca de basses. Trata-se de montar o anzol acima do peso, cerca de 20 cm, fazendo um nó Palomar. Então, a isca viva fica em cima, enquanto o peso fica a cerca de 20 cm abaixo, na ponta da linha.

Fisga-se a isca viva tal como na foto abaixo

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Eu não uso pescar com iscas vivas, mas aqui fiz apenas para demonstrar como se faz isso. Afinal, matar um peixe usando-o como isca, para em seguida, soltar o peixe capturado, não faz o menor sentido, sobretudo para quem pratica a pesca com cem por cento de liberação como eu. :ok: 

Minha preferência, sob pena de até mesmo nada pegar, é usando iscas como os jumping jigs de peso variando de 10 a 20 gramas, como os da foto abaixo. E, podem crer, que funciona mesmo!

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Após a localização de um cardume, é necessário poitar o barco ou então amarrar nas estruturas aparentes do local.

Existe uma técnica para mantê-lo no local por um tempo maior, permitindo pescar mais peças, que é descer um saco com sal grosso ou sal mineral usado na alimentação de gado, fazendo várias perfurações no tecido para que o fluido do produto vá sendo liberado aos poucos. Isso pode ser feito também de antemão, valendo então, como uma pré ceva.

Daí, é só descer os jumping jigs até que alcancem o fundo, para em seguida começar com os trabalhos de dar toques súbitos para cima com a vara, deixando descer novamente, repetindo o toque e repetindo a descida e, aos poucos, recolhendo a linha se não houver ataques. Contudo, se houver ataque, descobriu-se a profundidade em que elas estão, passando a descer a linha e dar cana nesta profundidade. :joia: Um outro detalhe importante é buscar perceber a velocidade com que se aplica o trabalho, se mais rápido, ou se mais lento, conforme a preferência do peixe no dia. :simsim: Então, se com toques rápidos nada vem passe a dar toques mais rápidos ou alterne entre um e outro.

E, pescando certinho, aplicando tudo o que aqui foi exposto, os resultados podem ser estes:

Meu amigo João Bertucci e eu

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Meu amigo Marquinho Tranqueirinha e uma belíssima corvina de 2,5Kg.

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 Um detalhe muito importante na pesca de corvinas é que elas são frequentemente capturadas a grandes profundidades, de maneira que quando vem à tona pode vir a ser vítima de expansão da bexiga natatória em razão da descompressão muito rápida. Isso resulta em dificuldades para o peixe retornar à profundidade onde estava, chegando a morrer.

Nas duas jornadas que fizemos para a matéria na revista, quase todos os peixes puderam retornar sem problemas, vez que estavam a cerca de 7 metros e nesta profundidade poucos apresentaram problemas com a descompressão. Destes, praticamente todos puderam voltar depois de perfurada a bexiga natatória com uma agulha de seringa devidamente desinfetada, experiência que trago da pesca de black basses. No caso da corvina isso deve ser feito, perfurando-se exatamente onde termina a extremidade da nadadeira ventral estendida em linha reta sobre o corpo e observando a parte inchada do abdômen, esperando a saída do ar por cerca de 10 segundos. Durante procedimento recomenda-se manter o peixe na água, até mesmo para se poder perceber a saída do ar.

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Note as bolhas de ar saindo da bexiga natatória do peixe

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Embora nunca tenha visto ninguém fazendo isso, quis tentar justamente porque com o bass funciona, de maneira que julgava que com a corvina também assim haveria de ser. Então, pude constatar enorme sucesso na ideia, pois pescando à profundidade de 7 a 10 metros, após quase duas centenas de peixes capturados e liberados, apenas quatro morreram, tendo sido então, aproveitados para consumo. Com isso, fica o exemplo de que a pesca de corvinas pode ser também alvo de pesca esportiva, com liberação dos peixes. Todavia, há um enorme abismo entre os tipos de pescadores que a praticam. De um lado, uns poucos que pescam conscientemente, enquanto que de outro, uma horda de matadores, resultando em enorme predação, vez que há sempre a desculpa de que o peixe não consegue retornar para a profundidade em que antes estava, justificando matança sem precedentes. Desta maneira, não se sabe até quando a corvina permanecerá, mas enquanto for possível, é uma boa opção para a formidável represa da Usina do Jaguari!

Equipamento e iscas utilizados

IscasJumping-jigs do tipo sapinho, de 3cm a 5cm, com peso variando de 10 a 20 gramas, de cores variadas, mas preferencialmente amarelo-limão, prateada, laranja, rosa e preto, tanto sendo de uma só cor, quanto combinando duas delas, sendo uma de cada lado da isca. Também foram utilizados lambaris vivos, mas esta opção foi utilizada apenas para localizar cardumes, vez que a ideia de usar os jumping jigs foi bastante eficiente.

Varas: Pescando com iscas vivas, varas de 5,3 a 6 pés, de ação média, para linha de 10-12 libras e, pescando com jumping-jigs, varas de 5,3 a 6 pés, de ação média para rápida, para linha de 10-15 libras

Equipamento de recolhimento:

Carretilhas pequenas, de perfil baixo e molinetes de tamanho pequeno.

Linha:

pode tanto ser de multifilamento, quanto de monofilamento, de resistência de 20 libras. No caso de uso de multifilamento, recomenda-se usar um líder de mono, sendo melhor o de flúorcarbono em razão do contato permanente com galhadas submersas.

Quem estiver afim de pescar por lá com um excelente guia, recomendo meu amigo Marquinho. Basta procurar por ele no Facebook clicando em Marco Santos

É isso aí! Espero que gostem! :joia: 

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Tenho muita vontade pescar corvina, dizem que briga muito. Tem uma cidade aqui próximo chamada ibiaci - PR, lá tem muita corvina.

Meu Canal https://www.youtube.com/channel/UCvjqtUZq6-fldGR7g79w18w

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Muito interessante essa ideia de tirar o ar da bexiga do peixe. 

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grande mestre , pesco corvinas praticamente todo final de semana são esportivas e dao muita emoção valeu pelas dicas aprendi mais ainda!:joia:

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quem sabe, sabe! Ótimas dicas...

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Blz!.....Pura técnica!!!!

Essas corvinas parecem mais prateadas que as priminhas do mar. Parecem mais bonitas!!!!

Dúvida: A Corvina morre por que a bexiga fica cheia de ar após subir bruscamente,(não consegue esvaziar?) ou morre devido a mudança brusca de pressão? No natural, quando ela resolve vir à superfície, naturalmente ela enche a bexiga de ar, e naturalmente a esvazia para retornar a alta profundidade.

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Muito 10, Bome. Uma pescaria que ainda vou fazer.  :joia:

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Wow, belo relato, muito bem detalhado.:joia::joia::joia:

Tecto longo, mas não se torna cansativo de se ler :ok:

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Um show de dicas bome 

com certeza será de grande utilidade para outros (aqui não tem corvina de água doce:unsure:)

 

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No próximo mês estarei em "Alemoa" perto de Siqueira Campos PR para uma pescaria de Corvina e estas dicas vieram no momento oportuno. 

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Valeu, meus amigos! Me alegra que tenham gostado e, havendo dúvidas, é só perguntar. :joia: 

 

Em 27/02/2016 at 21:33, João Luiz. disse:

...Dúvida: A Corvina morre por que a bexiga fica cheia de ar após subir bruscamente,(não consegue esvaziar?) ou morre devido a mudança brusca de pressão? No natural, quando ela resolve vir à superfície, naturalmente ela enche a bexiga de ar, e naturalmente a esvazia para retornar a alta profundidade.

Em situação normal, o peixe vai subindo das profundezas aos poucos, de sorte que vai permitindo a entrada de ar na bexiga por um diafragma. Quando chega à superfície, não há reação à descompressão, vez que ocorreu gradativamente adquirindo ar aos poucos. Contudo, quando se reboca o peixe desde as profundezas, não dá tempo, de maneira que quando ele aflora e fica em contato com o ar, a bexiga praticamente chupa o ar para dentro e com isso infla demasiado, resultando que ele não consegue nadar de volta, porque a bexiga cheia o transforma numa espécie de "bóia" viva. Em princípio, era para ele não morrer, mas há também o acúmulo de ácido láctico no sangue em razão do esforço na luta, resultando que o conluio das duas situações contribuem para a morte do peixe. :ok:  

Em 27/02/2016 at 21:51, Mauricio. disse:

Muito 10, Bome. Uma pescaria que ainda vou fazer.  :joia:

Grande Mauricio,

Quando quiser, amigão! :joia: 

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eita nóis, não tinha visto essa outra matéria aqui, muito interessante esse tipo de tópico, uma matéria mesmo, muito detalhada ajuda demais.........:ok:

 

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Muito bacana a matéria mestre Bome.

Tenho pescado corvinas boas aqui na região desde 2013, porém, por regras do fórum, não vou postar as fotos por algumas estarem mortas, mas tive oportunidade de pegar corvinas de 5 kg na técnica do jumping jig, no final de tarde, elas ficam em lugares mais rasos, profundidades entre 4 a 6 metros por aqui.

Geralmente uso o jig sapinho de 15gr, o jig Dragon da albatroz dá muito resultado também, nas mesmas cores citadas no post, esses jigs uso de 12 e 14grs, mas o que tem dado mais resultado é o jig que fazemos com o spinner Laser Peixinho da Marine Sports de 12 gramas. Para faze-lo cortamos a ponta do spinner e tiramos a hélice, depois basta enrolar o arame novamente formando a argola para prender o snap (usando um prego como guia fica mais fácil de fazer a argolinha).

Esse ano não tivemos ações de muita corvinas acima dos 2 a 3 kg aqui na região, porém, corvinas de 1 a 1,5kg tem saído bem. E estou tentando mudar minha tralha para UL, estou buscando deixar cada vez mais essa pescaria na esportividade. Pesquiso a cada dia técnicas novas de pesca com JJ e materiais mais leves para que possa tornar essa pescaria cada vez mais interessante.

Hoje uso varinhas 6'3" de 14 lbs, carretilha de perfil baixo e linha de 20 lbs, mas pretendo comprar varinhas de 12 e até 10 lbs para esse tipo de pescaria.

E pesco as "prateadas" como chamamos aqui, sempre de caiaque.

Grande abraço Mestre!

 

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Depois dessa entendo pq tantos o chamam de mestre!

Parabéns Mestre Bome!!!

Um abraço!

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Aula...

 

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Excelente Mestre Bome,obrigado por compartilhar essas dicas valiosas.

Eu tenho tentado elas aqui  de caiaque pelo Lago Itaipu,quando dou uma descansada nos tucunas,mas ainda não acertei nenhuma.Tenho usado j.jigs e soft baits.

Mas tenho certeza q falta pouco pra achar elas rsrsrs,é um peixe que eu nunca peguei...:triste:

Abração.

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5 horas atrás, Marcos JM disse:

Excelente Mestre Bome,obrigado por compartilhar essas dicas valiosas.

Eu tenho tentado elas aqui  de caiaque pelo Lago Itaipu,quando dou uma descansada nos tucunas,mas ainda não acertei nenhuma.Tenho usado j.jigs e soft baits.

Mas tenho certeza q falta pouco pra achar elas rsrsrs,é um peixe que eu nunca peguei...:triste:

Abração.

Com certeza, Grande Marcos, falta pouco para acertar com elas. Busque perceber onde costumam ficar barcos poitados, sobretudo em locais de maior profundidade e galhadas submersas. Lá, com certeza, estarão elas! :coolio: 

Alegra-me que você e os amigos acima tenham gostado! Valeu! :simsim:  :joia: 

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Parabéns, Mestre! Bela matéria!! Uma verdadeira aula sobre pesca!!


Já as pesquei com lambaris vivos em Presidente Epitácio, quando era pequeno, e eram bem briguentas para o tamanho, chegando até a saltar para fora d'água,um tanto parecida com a briga de um robalo capturado com isca natural, inclusive nas puxadas violentas quando elas atacavam a isca. Com iscas artificiais, então, a pescaria deve ser muito mais divertida!! Com certeza uma pescaria que desejo fazer!!!

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sempre nos ensinando e dividindo conhecimento abrç

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Que Aula!

Obrigado por compartilhar conosco!

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Em 01/03/2016 at 23:30, Domingos Bomediano disse:
Em 27/02/2016 at 21:33, João Luiz. disse:

...Dúvida: A Corvina morre por que a bexiga fica cheia de ar após subir bruscamente,(não consegue esvaziar?) ou morre devido a mudança brusca de pressão? No natural, quando ela resolve vir à superfície, naturalmente ela enche a bexiga de ar, e naturalmente a esvazia para retornar a alta profundidade.

Em situação normal, o peixe vai subindo das profundezas aos poucos, de sorte que vai permitindo a entrada de ar na bexiga por um diafragma. Quando chega à superfície, não há reação à descompressão, vez que ocorreu gradativamente adquirindo ar aos poucos. Contudo, quando se reboca o peixe desde as profundezas, não dá tempo, de maneira que quando ele aflora e fica em contato com o ar, a bexiga praticamente chupa o ar para dentro e com isso infla demasiado, resultando que ele não consegue nadar de volta, porque a bexiga cheia o transforma numa espécie de "bóia" viva. Em princípio, era para ele não morrer, mas há também o acúmulo de ácido láctico no sangue em razão do esforço na luta, resultando que o conluio das duas situações contribuem para a morte do peixe. :ok:  

 

Bem esclarecedor!!!!

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Excelente aula, Bomediano. Eu estou com pescaria marcada para o Rio Roosevelt em julho e um dos peixes que devo pescar são as corvinas. Estava procurando informações sobre a pesca de alguns peixes da região e essas informações serão de grande ajuda para mim. Como pratico o pesque e solte, achei excelente a técnica de esvaziar a bexiga natatória do peixe com agulha de seringa. 

Em função das características do rio, com corredeiras, recomendaram que eu leve metal gigs de 30 a 40 gramas para as corvinas. Nesse caso, estou pensando em usar linha mono, pois parece que tem muito pedral. Devo ficar 12 dias por lá. Espero trazer imagens inesquecíveis do lugar, pois dizem que é de uma beleza paradisíaca. Retornando, quero fazer um bela narrativa ilustrada dessa aventura, já que o tempo que ficarei lá permitirá explorar bem a região.

Grato por sua generosidade ao compartilhar conosco o seu conhecimento.

Grande abraço,

Walter

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39 minutos atrás, Walter J. Souza disse:

Excelente aula, Bomediano. Eu estou com pescaria marcada para o Rio Roosevelt em julho e um dos peixes que devo pescar são as corvinas. Estava procurando informações sobre a pesca de alguns peixes da região e essas informações serão de grande ajuda para mim. Como pratico o pesque e solte, achei excelente a técnica de esvaziar a bexiga natatória do peixe com agulha de seringa. 

Em função das características do rio, com corredeiras, recomendaram que eu leve metal gigs de 30 a 40 gramas para as corvinas. Nesse caso, estou pensando em usar linha mono, pois parece que tem muito pedral. Devo ficar 12 dias por lá. Espero trazer imagens inesquecíveis do lugar, pois dizem que é de uma beleza paradisíaca. Retornando, quero fazer um bela narrativa ilustrada dessa aventura, já que o tempo que ficarei lá permitirá explorar bem a região.

Grato por sua generosidade ao compartilhar conosco o seu conhecimento.

Grande abraço,

Walter

Grande Walter,

De fato, para pescar em local de correnteza o peso dos jumping-jigs precisa ser maior. O lance da seringa é muito legal e, já que não abate o peixe, será o melhor a fazer. 

Tenho um amigo que só sai de viagem se for para pescar no Roosevelt. Esperamos um relato teu aqui, eh, caboclo! Boa sorte lá!

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Pois é, Bomediano. Parece que tem uma grande variedade de peixes no Roosevelt e espero poder capturar uma boa variedade, inclusive peixes de couro, pois vou levar equipamento para essa modalidade e em 12 dias dá para tentar diversas espécies. E espero fazer boas fotos e filmagens das "brigas" e dos exemplares que conseguir capturar. Desses, só trarei o registro na câmera fotográfica. O pessoal do clube de pesca que irá comigo pega apenas um ou outro exemplar para consumir no acampamento. A maioria volta para a água. O prazer de pescar e devolver o peixe para a natureza é inquestionável. 

E espero fazer um relato com boas imagens para provocar a vontade de conhecer o lugar no demais amigos pescadores.

E obrigado mais uma vez.

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